A marcha lenta promovida por empresários do setor das terraplanagens para exigir respostas face ao aumento dos preços dos combustíveis reuniu cerca de 380 veículos pesados no momento de maior adesão, segundo a Guarda Nacional Republicana (GNR).
A iniciativa decorreu esta sexta-feira sem incidentes e dentro da normalidade, tendo a GNR destacado a colaboração dos organizadores e a postura cívica dos participantes.A marcha lenta teve início às 07:40, na entrada de Lordelo da A42, seguindo depois pela A41, no sentido norte-sul, e posteriormente pela Autoestrada 1 (A1).
Os veículos chegaram ao nó de Coimbra Sul cerca das 12:30.A GNR salientou ainda o apoio das entidades responsáveis pela gestão das vias, nomeadamente a Ascendi e a Brisa, cuja colaboração permitiu acompanhar a marcha e gerir os constrangimentos à circulação.Os organizadores indicaram, por sua vez, que o protesto contou com cerca de 450 camiões, representando 117 empresas.
Consideraram a mobilização uma “primeira vitória”, depois de o ministro das Infraestruturas ter admitido que o setor das terraplanagens estava esquecido.O protesto teve como principal objetivo exigir medidas concretas perante o impacto do aumento dos combustíveis na atividade das empresas do setor.