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Projetos inovadores distinguidos no Concurso de Ideias de Negócio do Pampilhosa Business Center

Uma startup de cibersegurança e confiança digital, uma plataforma de aluguer de malas de luxo e um parque aventura dedicado aos desportos de gravidade em Fajão, são os grandes vencedores do Concurso de Ideias de Negócio – “Dá Espaço às Tuas Ideias”, promovido pela Câmara Municipal em parceria com o Instituto Pedro Nunes.


A iniciativa integra a fase de lançamento do Pampilhosa Business Center (PBC) e tem como objetivo incentivar o empreendedorismo de base territorial e a criação de novos projetos empresariais no concelho.


Os resultados foram revelados no final da sessão pública de apresentação dos projetos, realizada no passado dia 13 de março, onde nove dos dez projetos previamente selecionados tiveram oportunidade de apresentar as suas ideias ao júri e à comunidade.


Após a avaliação das propostas apresentadas, o júri distinguiu três projetos que se destacaram pela sua inovação, viabilidade e potencial impacto no território:


1.º lugar: Frederico Laffitte – Projeto e-Security.BIO – Infraestrutura Soberana de Confiança Digital
2.º lugar: Marta Mendes Pinto – RYB – Plataforma de aluguer de malas de luxo
3.º lugar: António Matos – Aventura Gravity Park

Para o Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, Jorge Custódio, o concurso representa um passo muito importante para dinamizar o ecossistema empreendedor local. “Quisemos fazer esta iniciativa porque temos muita esperança que o somatório destas ideias contribua para o crescimento económico e empresarial de Pampilhosa da Serra”, afirmou, sublinhando ainda que a importância de “dar palco e ajudar estes empreendedores, porque se conseguirem implementar e consolidar as suas ideias no território todos ganham”.

Os vencedores beneficiarão de um conjunto de prémios destinados a apoiar o desenvolvimento das suas ideias de negócio. O 1.º prémio inclui três meses de incubação virtual e um ano de incubação física em escritório privado equipado, incluindo computador. O 2.º prémio contempla três meses de incubação virtual e meio ano de incubação física em escritório privado equipado, também com computador.

Já o 3.º prémio atribui três meses de incubação virtual e meio ano de incubação física em espaço de coworking.


A avaliação dos projetos esteve a cargo de um júri composto por Carlos Moura, CEO da Duarte Madrid; Davide Figueiredo, técnico superior da Divisão de Apoio ao Centro de Competências para a Informação Geoespacial da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra; Joaquim Macedo de Sousa, coordenador da UEBT do Instituto Pedro Nunes; Jorge Custódio, Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra; José Martins, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Empresarial e de Serviços de Pampilhosa da Serra; e Luís Matias, coordenador da Intervenção Integrada de Base Territorial do Pinhal Interior.


Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra reafirma o seu compromisso em estimular a inovação, apoiar novos empreendedores e criar condições para o surgimento de projetos que contribuam para o desenvolvimento económico e para a valorização do território.

Montemor – o – Velho: Festival de Sopas reuniu comunidade em Verride numa celebração de tradição e convívio

O Centro Cultural de Verride recebeu, no dia 15 de março, o Festival de Sopas, uma iniciativa promovida pela Associação Filarmónica União Verridense que juntou dezenas de pessoas num ambiente marcado pelo convívio e pela valorização das tradições gastronómicas locais.

O evento proporcionou aos participantes a oportunidade de provar seis sopas diferentes, numa tarde dedicada aos sabores tradicionais e à partilha entre gerações.

A iniciativa destacou-se não apenas pela diversidade gastronómica, mas também pelo espírito comunitário que caracteriza este tipo de encontros, reforçando os laços entre os habitantes da localidade.

A iniciativa contou ainda com a presença do chefe de gabinete do presidente da Câmara Municipal de Montemor‑o‑Velho, Nuno Santa Rita, que acompanhou o momento ao lado da presidente da associação organizadora, Isabel Carvalho, e do tesoureiro da União das Freguesias de Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca, Francisco Batista.

Durante a iniciativa foi destacada a importância do movimento associativo na dinamização das comunidades e na preservação das tradições locais, sublinhando o papel fundamental das associações na promoção de atividades que reforçam a identidade e a participação cívica das populações.

Leonor Barata é a nova diretora e programadora do Teatro Aveirense

CMA inaugura um novo ciclo cultural para Aveiro.

A Câmara Municipal de Aveiro anuncia a nomeação de Leonor Barata como nova diretora e programadora do Teatro Aveirense, iniciando-se um novo ciclo na política cultural do Município,
assente no reforço da coesão territorial e cultural e na aproximação da criação artística a todas
as comunidades do concelho.


Esta nova etapa pretende consolidar o Teatro Aveirense como uma estrutura cultural que vai
além das suas fronteiras físicas, afirmando-se como um agente ativo na dinamização cultural de todo o território municipal.

A programação procurará alcançar diferentes públicos e contextos sociais, promovendo o acesso à cultura em todas as freguesias, reforçando o apoio aos artistas e associações locais e incentivando o empreendedorismo criativo.


Neste contexto, assume particular relevância a valorização das artes de rua e da criação
artística no espaço público, com especial destaque para iniciativas como o Festival dos Canais e o PRISMA – Art Light Tech, que continuarão a afirmar Aveiro como um território aberto à
experimentação artística e à inovação cultural.

Leonor Barata traz consigo um percurso sólido nas áreas da criação artística, da pedagogia
e da gestão cultural. Nascida em 1975, é licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e completou uma pós-graduação em Estudos Artísticos na mesma instituição.

Realizou a sua formação em dança no Fórum Dança, em Lisboa, entre 1996 e 1999.


Entre 2021 e 2025 desempenhou funções como Vereadora da Cultura da Câmara Municipal
de Viseu, onde foi responsável pela implementação de diversos programas municipais de apoio
à criação artística e pela dinamização de eventos culturais como o Dizer Poesia e o Festival
Mosaico.


Antes da sua experiência na gestão pública, desenvolveu uma intensa atividade artística nas
áreas da interpretação, criação e pedagogia. Enquanto intérprete participou em espetáculos
como Cyrano, de Claudio Hochman (1997), Miss Liberty, de Mónica Lapa (1999), Duel, com o
Tof Theatre (2000–2002), Visitas Dançadas no Museu Nacional Grão Vasco, de Aurélie Gandit
(2009–2011), e Madame – conversas privadas em espaços públicos, com António Alvarenga
(2020).


A sua atividade tem igualmente forte expressão na pedagogia artística, tendo colaborado como formadora com várias instituições culturais, entre as quais o Centro Cultural de Belém, o Teatro Viriato, o Centro Cultural Vila Flor e a CENTA – Centro de Experimentação e Criação
Artística, desenvolvendo projetos que cruzam as áreas da filosofia e da dança, promovendo o pensamento crítico e o diálogo entre diferentes linguagens artísticas.


Enquanto coreógrafa, criou vários espetáculos dirigidos ao público jovem, entre os quais A
Menina do Mar (2004), Pretas e Vermelhas Penduradas nas Orelhas (2007), Fios e Labirintos
(2010), Azul! (2012) e Ver a Odisseia para chegar a Ítaca (2016), bem como outras criações
como Inquietações (2002), Projeto Poético (2010) e abril 2014 (2014).


O seu percurso inclui ainda projetos de mediação cultural e visitas performativas a
instituições culturais, como o Museu Nacional Grão Vasco, o Teatro Académico de Gil Vicente, o
Centro Cultural de Ílhavo e a Casa-Museu Júlio Dinis.


Com a entrada de Leonor Barata no Teatro Aveirense, o Município de Aveiro reforça a
ambição de construir uma política cultural mais próxima das comunidades, capaz de valorizar os criadores locais, promover novas linguagens artísticas e levar a cultura a todo o território do concelho, afirmando Aveiro como um espaço de criação, participação e inovação cultural.

O Município de Aveiro aproveita a ocasião para agradecer ao anterior programador, José
Pina, pelo trabalho desenvolvido à frente do Teatro Aveirense, pela sua dedicação, visão e
competência, que marcaram um período cultural relevante em Aveiro e contribuíram para o
fortalecimento do Teatro Aveirense enquanto espaço de referência artística e comunitária.

Antiguidades e Velharias transformam avenida de Lamego num “museu vivo”

A primeira edição, este ano, da Feira de Antiguidades e Velharias de Lamego que decorreu este domingo, dia 15, transformou a 

Av. Dr. Alfredo de Sousa, num autêntico “museu vivo”, onde as pessoas aprenderam mais um pouco de história, através destes objetos raros. 

A ajudar ao sucesso organizativo, o bom tempo que se fez sentir e a beleza arquitetónica da zona envolvente.

Mais de 30 expositores repletos de livros, porcelanas, tapeçarias, móveis, moedas e brinquedos, entre outros artigos, marcaram presença no certame realizado ao ar livre. Nesta viagem ao passado, o público também pôde adquirir cerâmicas, quadros, discos de vinil, rádios e candeeiros, entre outras peças antigas que tendem a valorizar-se com o tempo.

O Município de Lamego continuará a promover até outubro, no terceiro domingo de cada mês, a Feira de Antiguidades e Velharias, o maior mercado de artigos “vintage” da região do Douro.

Politécnico da Guarda vai tornar a cereja mais sustentável e resistente às alterações climáticas

Através de uma abordagem inovadora que combina a tecnologia e a natureza, o projeto coordenado pelo Politécnico da Guarda vai promover novas capacidades para a especialização inteligente do setor da cereja.

A implementação de um Observatório Ibérico da Cereja, o desenvolvimento de novos produtos e subprodutos a partir do fruto e a criação de novas iniciativas empresariais são outras iniciativas que pretendem inverter a perda da biodiversidade e a degradação dos ecossistemas.

O Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai coordenar o “Iberian_Cherry”, um projeto luso espanhol para proteger a biodiversidade e aumentar a resiliência dos pomares de cerejeira perante as alterações climáticas, valorizando economicamente a cereja ibérica.

O “Iberian_Cherry” irá reunir 12 entidades do sistema científico, tecnológico e do setor público das principais regiões produtoras de cereja da Península Ibérica.


Através da implementação de soluções inovadoras e sustentáveis baseadas na natureza, e em Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC), o projeto irá promover a produção de cereja com zero resíduos de fitofarmacêuticos.

Os investigadores do IPG querem também influenciar o desenvolvimento de políticas públicas transfronteiriças que potenciem a valorização económica e produtos endógenos, como as cerejas de Resende e do Fundão, com Indicação Geográfica Protegida (IGP) e a cereja do Valle de Jerte, em Espanha, com Denominação de Origem Protegida (DOP).


A iniciativa será desenvolvida nas regiões transfronteiriças do Norte de Portugal, Trás-os-Montes e Alto Douro, e do Centro, região do Fundão.

As comunidades espanholas são as de Castilla y León e da Estremadura. No conjunto, o projeto abrange territórios com forte tradição na produção de cereja, como os municípios de Fundão e Resende, em Portugal, e Piornal, no Valle de Jerte, na província espanhola de Cáceres. Tem a duração prevista de dois anos e conta com o financiamento de cerca de um milhão e duzentos mil euros, provenientes do FEDER.


Nos últimos anos, fenómenos como secas prolongadas e alterações nos padrões de precipitação têm afetado a produtividade dos pomares e a rentabilidade dos produtores, colocando em risco o desenvolvimento sustentável de territórios predominantemente rurais, com baixa densidade populacional e forte dependência da agricultura.

A queda de produtividade dos pomares de cerejeira tem também comprometido o desenvolvimento sustentável dos territórios, assim como o seu rendimento per capita.

As regiões abrangidas pelo projeto partilham condições semelhantes de solo de clima que influenciam o desenvolvimento, produtividade e saúde das plantas. Caracterizadas por terrenos montanhosos e clima mediterrânico, as zonas produtoras de cereja enfrentam
desafios comuns provocados pelas alterações climáticas, como a degradação dos solos e a perda de biodiversidade.


“O projeto ‘Iberian_Cherry’ vai implementar uma abordagem inovadora que combina soluções baseadas na natureza e nas tecnologias para promover uma produção de cereja mais sustentável”, afirma Luís da Silva, investigador no Politécnico da Guarda e responsável pelo projeto. “Entre as medidas previstas estão a monitorização em tempo real das condições climáticas e dos pomares, a implementação de práticas agrícolas resilientes às alterações climáticas e a promoção de sistemas de produção com zero resíduos de produtos fitofarmacêuticos”.


O “Iberian_Cherry” vai disponibilizar novas capacidades para a especialização inteligente, transição industrial e empreendedorismo, ao demonstrar técnicas e práticas agrícolas inovadoras, novos produtos funcionais com conceitos de circularidade e “zero resíduos de fitofarmacêuticos” junto de pequenos produtores e stakeholders da fileira da cereja.

O objetivo é tornar os pomares resilientes às mudanças climáticas, colocando as tecnologias digitais ao serviço da preservação da biodiversidade. Serão também dinamizadas sessões de
sensibilização e capacitação de produtores, empreendedores e da comunidade local.

Observatório Ibérico da Cereja
Uma das iniciativas do projeto será a criação do Observatório Ibérico da Cereja, uma plataforma digital destinada à monitorização e partilha de informação sobre a produção de cereja nas regiões transfronteiriças.

O projeto prevê a demonstração de soluções inovadoras em pomares piloto, o desenvolvimento de novos produtos funcionais à base de cereja e dos seus subprodutos. Será também criado um programa de ideação transfronteiriço para estimular novos modelos de negócio centrados na cereja e apoiar a criação de pelo menos dez novas empresas, promovendo a inovação no setor.


“Através da cooperação transfronteiriça, o ‘Iberian_Cherry’ vai promover a partilha de conhecimento, a transferência de tecnologia e o desenvolvimento de soluções conjuntas para desafios comuns, contribuindo para a sustentabilidade ambiental, a inovação no setor agrícola e o desenvolvimento económico das comunidades rurais”, afirma Luís Silva.

“Os resultados do projeto serão amplamente divulgados através da publicação de livros/e-books, de artigos técnicos e científicos e de ações de divulgação dirigidas a produtores, empresas e outros atores da cadeia de valor da cereja. Um dos objetivos é que as soluções desenvolvidas no projeto possam ser replicadas em outras regiões produtoras da Península Ibérica e do Mundo.”


O projeto “Iberian_Cherry” é liderada pelo Politécnico da Guarda e conta com mais 11 entidades parceiras: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Universidad de Salamanca(Espanha), Universidad de Extremadura (Espanha), Município do Fundão, Município de Resende, Ayuntamiento de Piornal (Espanha), Junta de Extremadura (Espanha), Associação de Agricultores para Produção Integrada de Frutos de Montanha (AAPIM), Cerfundão, Cámara
Oficial de Comercio, Industria y Servicios de Cáceres (Espanha) e Agrupación de Cooperativas Valle del Jerte (Espanha).

Espaço “Ciclo da Truta de Góis – Parque da Monteira” abre ao público no próximo sábado

O espaço expositivo “Ciclo da Truta de Góis – Parque da Monteira” volta a abrir portas à comunidade no próximo sábado, dia 21 de março, entre as 14h30 e as 17h30, numa iniciativa promovida pelo Município de Góis que permite aos visitantes conhecer melhor o património natural da região. A entrada é gratuita.

Localizado na Aldeia da Monteira, na freguesia de Vila Nova do Ceira, este espaço interpretativo dedica-se à divulgação do ciclo de vida da truta e à valorização dos ecossistemas ribeirinhos do concelho, em particular os associados ao Rio Ceira.

A exposição apresenta conteúdos informativos e vários recursos interativos que procuram sensibilizar o público para a importância da preservação ambiental e para o papel destes habitats na biodiversidade local.

A iniciativa integra a abertura mensal do espaço, permitindo à população e aos visitantes descobrir de forma educativa e acessível um dos elementos mais emblemáticos dos rios da região.

Para mais informações ou para marcação de visitas de grupo, os interessados podem contactar o Posto de Turismo Municipal de Góis através do telefone 235 770 113 ou do endereço de correio eletrónico turismo@cm-gois.pt.

Mira à Mesa regressa com 15 restaurantes e duas semanas dedicadas à gastronomia

O Município de Mira apresentou esta quinta-feira, 12 de março, a 5.ª edição do “Mira à Mesa”, iniciativa gastronómica que volta a envolver restaurantes do concelho na promoção dos sabores locais.


O evento realiza-se nos fins de semana de 20, 21 e 22 e de 27, 28 e 29 de março, com 15 restaurantes aderentes, que irão apresentar propostas gastronómicas inspiradas na carta gastronómica da Gândara.


A iniciativa pretende também valorizar e preservar as receitas tradicionais da região, muitas delas preparadas com produtos endógenos do mar e da terra, que ao longo de gerações fizeram parte da alimentação das gentes da Gândara. São pratos simples, mas cheios de sabor e identidade, que continuam a distinguir a gastronomia local e a contar um pouco da história desta terra.


Participam na edição de 2026 do Mira à Mesa os restaurantes 100 Temperos, A Cozinha, Brisa do Mar, Lila, Marisqueira O Tézinho, Morhua, O Telheiro, Pátio do Tabuinhas, Petisc’Art, Salgáboca e Texas Bar, todos na Praia de Mira; Milénio, em Leitões; Peixaria Nosso Mar, em Portomar; Prazo – Mercearia e Casa de Comer, na Barra de Mira; e ainda a Confraria Nabos e Companhia, nos Carapelhos.


Durante a apresentação, o Presidente da Câmara Municipal de Mira, Artur Fresco, destacou o papel do evento na dinamização da restauração local e na valorização da gastronomia do concelho.


“Temos restaurantes de grande qualidade e profissionais que fazem um excelente trabalho. O Mira à Mesa é uma forma de dar visibilidade a essa oferta e de convidar as pessoas a conhecer ou redescobrir os sabores de Mira”, afirmou.


O autarca sublinhou ainda a adesão crescente ao evento ao longo das últimas edições. “É uma iniciativa que tem vindo a crescer e que mostra bem a importância da gastronomia na promoção do nosso território”, acrescentou.


Ao longo de dois fins de semana, a iniciativa pretende atrair residentes e visitantes aos restaurantes do concelho, incentivando a descoberta da cozinha tradicional e dos produtos locais.

Mercadinho da Páscoa de Góis volta a animar o Parque de Lazer do Cerejal

O Município de Góis vai organizar mais uma edição do Mercadinho da Páscoa, que se realizará no Parque de Lazer do Cerejal, no dia 4 de abril, entre as 10h00 e as 18h00. O evento tem como principal objetivo divulgar e promover o artesanato local e regional, destacando produtos endógenos, cores, sabores e tradições que caracterizam o concelho.

O certame contará com a presença de diversos artesãos e produtores locais, oferecendo uma variedade de produtos que vão desde bens alimentares, licores e mel até peças de artesanato, privilegiando a produção local e o trabalho feito ao vivo.

Os interessados em participar como expositores têm até 26 de março para se inscreverem, devendo consultar as Normas de Participação e preencher a Ficha de Inscrição disponíveis no site oficial do Município de Góis.

O Mercadinho da Páscoa representa também uma excelente oportunidade para quem pretende adquirir lembranças ou presentes originais para a época festiva. Para mais informações, os interessados podem contactar o Posto de Turismo Municipal de Góis através do e-mail turismo@cm-gois.pt ou do telefone 235 770 113.

 Limpeza da rede viária florestal reforça prevenção de incêndios em Montemor-o-Velho

Cerca de 40 quilómetros da rede viária florestal do concelho de Montemor-o-Velho estão a ser alvo de trabalhos de desobstrução e limpeza, numa ação essencial para restabelecer condições de circulação nos caminhos florestais e reforçar a capacidade de resposta em caso de incêndio rural.

As equipas de Sapadores Florestais do Serviço Municipal de Proteção Civil de Montemor-o-Velho, em conjunto com a Saurium Florestal – Associação para a Floresta do Concelho de Soure, estão a realizar a intervenção na União de Freguesias de Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca e nas freguesias de Meãs do Campo e Tentúgal, devendo os trabalhos prolongar-se até ao final da próxima semana.

A ação surge na sequência dos estragos provocados pela depressão Kristin e pelas tempestades que se seguiram, que originaram a queda de árvores e a acumulação significativa de material lenhoso e vegetal em vários caminhos florestais.

Os trabalhos incluem operações de gestão de combustível, nomeadamente o corte e remoção de mato, ramos e árvores que obstruem as vias, permitindo recuperar a funcionalidade da rede viária florestal. Estas operações facilitam o acesso de meios de emergência, apoiam a gestão e exploração florestal e contribuem para reduzir a elevada carga de combustível existente no território.

Num contexto marcado pela acumulação de madeira caída e biomassa, a limpeza dos caminhos florestais e a remoção de material vegetal assumem particular importância na preparação do território para os meses de maior risco de incêndios.

Esta quinta-feira, o chefe do Núcleo Sub-Regional da Área de Gestão de Fogos Rurais do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Luís Pita, esteve em Montemor-o-Velho a acompanhar os trabalhos no terreno e a avaliar o desenvolvimento e o impacto das intervenções realizadas em articulação com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, o ICNF e os municípios envolvidos, no âmbito das ações de preparação do território para a época de maior risco de incêndios rurais.

Município de Viseu assinala Dia Nacional da Juventude com visita à QUALIFICA – Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego

Viagens e entradas gratuitas para jovens dos 18 aos 29 anos. Inscrições são obrigatórias e decorrem até ao dia 22 de março.

O Município de Viseu vai assinalar o Dia Nacional da Juventude, celebrado a 28 de março, com a organização de uma visita à QUALIFICA – Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, o maior evento nacional dedicado às áreas da educação, formação e empregabilidade jovem.

A iniciativa terá lugar no dia 28 de março, na Exponor – Feira Internacional do Porto, e destina-se a jovens do concelho de Viseu, entre os 18 e os 29 anos, dando preferência aos desempregados que não se encontrem a estudar ou em formação profissional.

A participação inclui transporte e entrada gratuitos, sendo limitada à lotação do transporte. Os interessados devem efetuar a inscrição obrigatória através do preenchimento de formulário disponível em https://forms.gle/8FxUdupYyEqLnoHKA, até ao dia 22 de março.

A QUALIFICA é reconhecida como um espaço privilegiado de contacto entre jovens, instituições de ensino e entidades empregadoras, apresentando um vasto conjunto de oportunidades nas áreas da educação, formação e emprego. No evento estarão representadas instituições de ensino secundário e superior, escolas profissionais e técnicas, centros de formação, empresas com programas de talento jovem, projetos de mobilidade internacional, bem como entidades públicas, juvenis e culturais.

Ao longo da Feira, os participantes terão oportunidade de comparar cursos, conhecer diferentes instituições, explorar projetos internacionais e esclarecer dúvidas diretamente com profissionais e estudantes, facilitando decisões mais informadas sobre o seu percurso académico e profissional.

A programação inclui ainda demonstrações práticas, sessões de orientação vocacional, momentos de networking e várias palestras temáticas, onde serão debatidos temas atuais como a utilização ética da Inteligência Artificial na educação, a diferenciação pedagógica ou a criatividade nos processos educativos.

Com esta iniciativa, o Município de Viseu reforça o seu compromisso com a promoção de oportunidades de qualificação, orientação e integração profissional dos jovens do concelho, incentivando a participação ativa na construção do seu futuro académico e profissional.

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