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Montemor-o-Velho lança campanha de apoio à esterilização de cães e gatos

O Município de Montemor-o-Velho está a promover, até 30 de novembro, uma campanha de apoio à esterilização de animais de companhia, direcionada aos residentes do concelho. A iniciativa, que já se realiza em anos anteriores, visa reforçar o compromisso da autarquia com a proteção do ambiente, a saúde pública e o bem-estar animal, sensibilizando para a importância da esterilização e contribuindo para a redução do abandono de ninhadas indesejadas e do número de animais errantes.

No âmbito desta campanha, o Município comparticipa a esterilização de até dois animais por agregado familiar, desde que os procedimentos sejam realizados em clínicas veterinárias localizadas no concelho. Os munícipes interessados devem descarregar o requerimento disponível nos serviços online da Câmara Municipal e enviá-lo por email para geral@cm-montemorvelho.pt ou entregá-lo presencialmente no Balcão Único da autarquia.

O pedido de apoio deve ser acompanhado de documentos como comprovativo de residência, Documento de Identificação do Animal de Companhia (DIAC), declaração do SIAC emitida pelo veterinário indicando a data da cirurgia, fatura e recibo do procedimento, comprovativo de IBAN, declaração de não dívida à Segurança Social e certidão de não dívida à Autoridade Tributária. Os animais devem ainda estar identificados eletronicamente através de microchip e, no caso dos cães, possuir vacinação antirrábica válida.

As normas detalhadas da campanha estão disponíveis no separador “Ambiente” do site da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho.

Anadia: Ação de sensibilização e educação ambiental

As crianças do Jardim de Infância do Centro Social Maria Auxiliadora de Mogofores participaram esta quarta-feira, 11 de março, numa ação de sensibilização e educação ambiental, no Centro Interpretativo do Ciclo da Água e da Floresta (CICAF), na localidade de Canelas, freguesia de Avelãs de Cima.


As temáticas abordadas centraram-se na água e na floresta, componentes ambientais, apresentadas pelo Vereador da Câmara Municipal de Anadia, com o pelouro do Ambiente, José Manuel Carvalho, e pelo presidente da Junta de Freguesia, Manuel Veiga.

Destacaram-se na ação, a abordagem às diferentes florestas, produtos, serviços e demais variáveis, tal como a importância da água, sua distribuição e funções para o equilíbrio dos ecossistemas.


A ação contou, ainda, com a participação da Associação Florestal e Ambiental da Fregeusia de Avelãs de Cima (AAFAAC) numa componente mais aplicada, nomeadamente, com o veículo de combate a incêndios.


No final da ação, foi distribuída a cada criança, pelo Município, umas lembranças, nomeadamente um pinheiro para plantação e uma pinha, com a qual foram desenvolvidos jogos de animação.

Federação de Aveiro do PS exige reforço da proteção da orla costeira

A Federação de Aveiro do Partido Socialista (PS) pediu recentemente ao Governo que dê prioridade à defesa da orla costeira, alertando para a necessidade de uma abordagem integrada, preventiva e sustentável face à erosão e às alterações climáticas. A posição foi aprovada numa reunião da Comissão Política da Federação, realizada no concelho de Ovar, durante a qual foi destacada a importância de articular a administração central, as autarquias locais e as entidades regionais, definindo um plano de ação claro com prioridades territoriais, calendário de execução e programação financeira.

O documento aprovado recorda que desde o início de 2026 Portugal tem sido afetado por várias depressões atmosféricas que provocaram condições meteorológicas adversas, com especial incidência na região Centro, e sublinha que é fundamental preparar-se para a repetição destes fenómenos, possivelmente em dimensão superior. O PS defende que a proteção ambiental e o combate às alterações climáticas devem andar de mãos dadas com o desenvolvimento económico do litoral, mas com prioridade absoluta para a segurança de pessoas e bens.

Os socialistas frisam que a gestão costeira não pode continuar a basear-se apenas em soluções reativas, defendendo uma visão estratégica sustentada em conhecimento científico, planeamento e investimento público adequado. Para tal, consideram essencial reforçar a capacidade do Estado de planear, prevenir e intervir, garantindo uma resposta duradoura aos desafios da erosão costeira e promovendo soluções que valorizem os ecossistemas e assegurem um desenvolvimento equilibrado do litoral português.

No âmbito desta posição, a Federação de Aveiro do PS considera pertinente que o Governo esclareça várias questões, incluindo o número de ocorrências registadas no distrito de Aveiro devido a episódios meteorológicos extremos, a entidade responsável pela monitorização da lixeira selada de Maceda, a visão de gestão integrada da orla costeira, o papel da Agência Portuguesa do Ambiente na região e os projetos e dotação financeira disponíveis através da RiaViva – Litoral da Região de Aveiro, S.A. O objetivo é garantir que as comunidades costeiras sejam protegidas, que os ecossistemas sejam valorizados e que haja uma ação governamental eficaz e estruturada para enfrentar os riscos do litoral.

Turismo Centro de Portugal lança prémios para ideias e teses académicas na área do turismo

A Turismo Centro de Portugal (TCP) voltou a lançar os seus concursos anuais destinados a distinguir as melhores ideias e trabalhos académicos na área do turismo, com candidaturas abertas até 31 de março de 2026. A iniciativa inclui a 11.ª edição do Prémio José Manuel Alves – Concurso de Empreendedorismo Turístico – e a 10.ª edição do Prémio Raul Almeida – Concurso de Teses Académicas, com o objetivo de promover a inovação, o empreendedorismo e a investigação aplicada ao setor na região Centro de Portugal.

O Prémio José Manuel Alves, o concurso de empreendedorismo turístico mais antigo do país, visa apoiar projetos inovadores ainda não implementados, abrangendo áreas como alojamento turístico, restauração, agências de viagens, atividades de animação e projetos tecnológicos ligados ao turismo. Ao longo das dez edições anteriores, o concurso recebeu 475 candidaturas, distinguiu 81 projetos e premiou 29.

Os finalistas são selecionados por um Júri Intermédio, com possibilidade de eleição de um nono finalista pelo público, e os vencedores são definidos por um Júri Final, recebendo prémios financeiros. Um dos aspetos distintivos do concurso é o acompanhamento contínuo dos projetos pelo Núcleo de Apoio ao Investimento Turístico da TCP, oferecendo suporte em questões legais, incentivos e contactos com entidades licenciadoras.

O Prémio Raul Almeida, dedicado a teses de Mestrado e Doutoramento, pretende valorizar o conhecimento científico produzido sobre a atividade turística e aproximá-lo das empresas e empreendedores do setor. Podem concorrer dissertações, relatórios de estágio e trabalhos já avaliados, com preferência por estudos focados na região Centro. Após a seleção de cinco finalistas por categoria, um Júri Final determina os vencedores, que recebem prémio financeiro.

Segundo Rui Ventura, presidente da Turismo Centro de Portugal, “estes concursos são uma forma muito concreta de estimular a inovação e o conhecimento aplicado ao turismo, apoiando novas ideias de negócio e valorizando o trabalho académico que ajuda a compreender melhor o setor e a orientar decisões estratégicas”. As inscrições e informações detalhadas sobre cada concurso estão disponíveis online, nos sites oficiais da TCP.

Ciclo de conferências “Envelhecer Bem” arrancou em Montemor-o-Velho com casa cheia

O ciclo de conferências “Envelhecer Bem” teve início esta quarta-feira, 11 de março, no Fórum Cultural de Montemor-o-Velho, reunindo centenas de participantes na sessão inaugural dedicada ao tema “Alimentação e Suplementação nos Idosos”.

Promovida pelo Município de Montemor-o-Velho, em parceria com a Academia de Ciências Farmacêuticas de Portugal, a iniciativa integra o programa municipal Seniores em Movimento e pretende aproximar o conhecimento científico da comunidade, promovendo a literacia em saúde e incentivando hábitos que contribuam para um envelhecimento mais ativo, saudável e informado.

Na sessão de abertura, a vice-presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Ana Maria Ribeiro, destacou que o ciclo de conferências surge com o objetivo de aproximar o conhecimento da população, criando espaços de informação, partilha e aprendizagem. A autarca recordou ainda os diversos programas e atividades dirigidos à população sénior, sublinhando a aposta do município na promoção de um envelhecimento ativo, saudável e participado.

Também o presidente da Academia de Ciências Farmacêuticas de Portugal, Franklim Marques, salientou a importância de iniciativas que aproximem o conhecimento científico da população. O responsável destacou que a literacia em saúde é essencial para que as pessoas possam tomar decisões mais informadas sobre a sua saúde e bem-estar.

O momento central da sessão contou com as intervenções do médico Manuel Teixeira Veríssimo e da farmacêutica e nutricionista Maria João Campos, que abordaram a importância de uma alimentação equilibrada na idade adulta e sénior, bem como os benefícios e os cuidados associados à utilização de suplementos alimentares.

Durante a conferência foram partilhados diversos conhecimentos e recomendações práticas, tendo também sido esclarecidas várias dúvidas colocadas pelos participantes.

O período de perguntas e respostas foi moderado por Fernando Ramos, presidente da Assembleia Municipal de Montemor-o-Velho e diretor da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, que incentivou o diálogo entre os oradores e o público e apelou à participação nas próximas sessões.

O ciclo de conferências prossegue no dia 22 de abril com uma sessão dedicada ao tema “Demências na População Idosa” e termina a 3 de junho, com uma conferência sobre cuidados essenciais com a pele e com o cabelo nas pessoas idosas, reforçando o compromisso do Município de Montemor-o-Velho com a promoção da saúde e do bem-estar da população.

Águeda transforma-se numa festa crioula de música, dança e sabores de Cabo Verde

De 27 a 29 de março, Águeda acolhe o Kriol Jazz Festival e o Kontornu- Festival de Dança & Artes Performativas, dois festivais de origem cabo-verdiana, com workshops de dança, gastronomia, artesanato e instalações arơsticas.

Durante três dias (27 a 29 de março), Águeda transforma-se no palco de uma “enorme e verdadeira festa crioula”, com dois festivais (de música e dança), workshops, gastronomia, artesanato e uma instalação arơstica. Evento celebra a cultura cabo-verdiana, consolidando Águeda como polo europeu do festival e reforçando as pontes culturais entre Portugal e Cabo Verde.


Para Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, o regresso do festival representa também um sinal da abertura internacional da cidade. “O Kriol Jazz é hoje um dos grandes festivais de música africana e é uma enorme honra para Águeda acolher este evento.

É a prova de que relações de confiança e cooperação cultural podem criar projetos com impacto internacional”, afirmou, na conferência de apresentação do evento, hoje, no Centro de Artes de Águeda.


O Edil sublinhou ainda a ligação profunda entre Portugal e Cabo Verde. “Temos uma ligação quase umbilical com Cabo Verde. Quando vamos a Cabo Verde sentimos que estamos em casa, entre os nossos. Aquilo que desejamos é que todos os cabo-verdianos que chegam a Portugal se sintam exatamente da mesma forma”, refere.


Jorge Almeida destaca ainda o papel do Centro de Artes de Águeda na projeção cultural da cidade.


“Este espaço tornou-se absolutamente essencial para a vida cultural de Águeda, permitindo acolher artistas locais, nacionais e internacionais e afirmar a cidade como um território culturalmente aberto ao mundo”, conclui.


O Kriol Jazz Festival em Águeda afirma-se como uma festa crioula, celebrando a cultura, a música e as tradições de Cabo Verde num encontro que cruza linguagens arơsticas, identidades e comunidades.


“Este ano quisemos acrescentar ao Kriol Jazz outros projetos, como o Kontornu, a gastronomia e as instalações arơsticas para que esta festa fosse ainda mais representativa da riqueza cultural de Cabo Verde.

Para além de um cartaz musical forte, procurámos criar um verdadeiro encontro de culturas, com música, dança, gastronomia e momentos de partilha entre artistas e público”, declarou Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, salientando que esta é precisamente uma festa crioula, “um momento em que culturas se cruzam e trocam experiências”.


A realização do festival em Águeda resulta da relação de cooperação entre os municípios de Águeda e do Sal (desde o acordo de geminação assinado em 2018). Esta parceria abriu caminho à internacionalização do Kriol Jazz Festival para a Europa, concretizada pela primeira vez no ano passado em Águeda.

A repetição da edição portuguesa, este ano, confirma o sucesso da estratégia e reforça o posicionamento da cidade como ponto de encontro entre culturas atlânticas.


Para José da Silva, promotor do festival, esta edição representa um passo importante na
concretização da visão original do projeto. “Estou muito satisfeito com esta programação do segundo ano do Kriol Jazz em Águeda, porque estamos a chegar àquilo que idealizámos desde o início: criar uma verdadeira festa crioula, onde várias expressões da cultura estejam presentes”, afirmou.


Segundo o promotor, a ambição passa por continuar a ampliar o festival ao longo dos próximos anos.


“A ideia é que o Kriol Jazz seja cada vez mais um espaço de encontro entre música, dança, artes e outras expressões culturais.

Este ano já temos uma programação muito rica e acredito que iremos continuar a acrescentar novas dimensões ao festival”, referiu.

Programação diversa


Ao longo de três dias, vão realizar-se várias atividades, como música, dança, gastronomia, instalação arơstica e artesanato, envolvendo associações, artistas e diferentes espaços da cidade, num programa pensado para diversos públicos, contribuindo para a formação de públicos e para a aproximação das comunidades à cultura cabo-verdiana.


No plano musical, o Kriol Jazz Festival contará com atuações de nomes de referência como Os
Tubarões, Brooklyn Funk Essentials e Yilian Cañizares, que subirão ao palco do Centro de Artes de Águeda ao longo dos três dias do evento.


Uma das novidades este ano é a estreia europeia do Kontornu – Festival Internacional de Dança & Artes Performativas, que decorre em simultâneo com o Kriol Jazz. Na sua 4.a edição, o festival é dirigido pelo artista cabo-verdiano Djam Neguin e escolhe Águeda como cidade anfitriã, apresentando espetáculos e workshops focados na criação contemporânea (como kuduro e batuko) e no intercâmbio arơstico entre os dois territórios.


Destaque ainda para a presença das batukadeiras, símbolos vivos da tradição cultural de Cabo Verde.


Numa parceria com a Associação de Mulheres Cabo-Verdianas na Diáspora em Portugal, que traz a Águeda cerca de 50 elementos da Orquestra de Batukadeiras de Portugal, que para além do workshop de Batuko e de um espetáculo, vão ainda dirigir um showcooking aberto ao público da tradicional cachupa.


No âmbito das artes visuais, será apresentada a instalação sonora imersiva “Discursos Atlânticos”, desenvolvida a partir do projeto ARKIPÉLG, numa versão especificamente concebida para Águeda.


Criada por Carlos Noronha Feio, com curadoria de Ricardo Barbosa Vicente, a instalação explora a relação entre som e coordenadas geográficas, evidenciando a dimensão imaterial da paisagem, da memória e das identidades em relação.


“Tal como o jazz nasce do encontro entre diferentes tradições musicais e das diásporas atlânticas, também esta instalação se constrói a partir da sobreposição de sons provenientes de diferentes margens do mundo”, explica Ricardo Barbosa Vicente.


Mais do que um festival, o Kriol Jazz e a restante programação afirmam-se como um encontro cultural entre continentes, promovendo a riqueza arơstica e identitária de Cabo Verde e reforçando o papel de Águeda como espaço de diálogo cultural internacional.

Seia: Município inicia processo participativo para a requalificação do Bairro da Raposeira

A Incubadora COM.ESTRELA acolheu, ontem, a primeira reunião com os moradores do Bairro da Raposeira, onde foi apresentada a Operação de Requalificação do Bairro da Raposeira, a desenvolver pela Câmara Municipal.

O encontro teve como principal objetivo dar a conhecer as linhas gerais da intervenção, bem como explicar o modelo participativo e colaborativo que se pretende desenvolver ao longo de todo o processo, envolvendo ativamente a comunidade residente na construção das soluções para o bairro.

Durante a sessão, foi destacada a importância da participação dos moradores, considerada essencial para identificar necessidades, prioridades e oportunidades que contribuam para a revitalização do Bairro da Raposeira e para a valorização da cidade.

O balanço da reunião foi extremamente positivo, tendo ficado evidente a motivação e expectativa dos moradores em colaborar na definição das melhores propostas para o futuro do bairro, em articulação com a equipa projetista.

Além das próximas reuniões, agendadas para os dias 10 e 11 de abril, está a decorrer um inquérito à população, disponível através do link https://ls.uc.pt/index.php/989526?lang=pt, uma vez que a opinião de todos é fundamental para o desenvolvimento do projeto.

A Câmara Municipal agradece a presença e contributo de todos os participantes, reforçando o compromisso de construir este processo de requalificação em conjunto com a comunidade, adiantou o Presidente Luciano Ribeiro, no final do encontro.

Para o autarca, a importância de envolver os moradores no processo está relacionada com a melhoria da qualidade das decisões, a adequação das soluções às necessidades reais da comunidade e o fortalecimento do sentido de pertença ao lugar.

Por outro lado, refere que a participação dos moradores no processo de planeamento e desenvolvimento do projeto, acrescenta conhecimento local sobre os problemas e potencialidades do espaço, que resulta da experiência diária dos residentes, permitindo identificar necessidades que podem não ser facilmente percebidas apenas por técnicos ou decisores.

Este envolvimento também reforça a transparência do processo e a confiança entre a comunidade e as entidades responsáveis pelo projeto, garantindo intervenções eficazes, inclusivas e sustentáveis a longo prazo.

Miranda do Corvo: A Fundação ADFP agradece a todos os que consignaram o seu IRS e IVA à instituição

Mais de dez mil euros de amigos.

A Fundação ADFP manifesta o seu profundo agradecimento a todas as pessoas que, através da consignação do seu IRS e do IVA das faturas, decidiram apoiar a missão social da instituição.


Relativamente à consignação de IRS recebida em 2025, referente ao ano fiscal de 2024, a Fundação ADFP registou um total de 10.369,32 euros, um valor que representa um crescimento muito significativo face ao montante recebido no ano anterior. Em 2024 a instituição recebeu 4.226,01 euros através deste mecanismo de apoio.


Também no que respeita à consignação do IVA das faturas, a Fundação ADFP recebeu 409,71 euros, referentes ao ano de 2024. No ano anterior, relativamente a 2023, o valor recebido tinha sido de 484,06 euros.


Estes contributos, que não representam qualquer custo adicional para os contribuintes, constituem um apoio importante para a continuidade do trabalho social desenvolvido pela instituição em diversas áreas, nomeadamente no apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade, na promoção da inclusão social, na saúde, educação, formação e envelhecimento ativo.


A Fundação ADFP destaca que cada gesto de solidariedade tem um impacto real na vida de muitas pessoas, permitindo reforçar projetos e respostas sociais que procuram melhorar a qualidade de vida da comunidade.


A instituição deixa, assim, uma palavra de reconhecimento e gratidão a todos os contribuintes que escolheram destinar parte do seu IRS ou do IVA das suas faturas à Fundação ADFP, reafirmando o compromisso de continuar a trabalhar com dedicação, transparência e responsabilidade ao serviço das pessoas e do território.

Tribunal confirma demolição da antiga sede da CERCIAV em Aveiro

O Tribunal Central Administrativo do Norte confirmou a decisão favorável à Câmara Municipal de Aveiro relativamente à demolição da antiga sede da CERCIAV, junto ao Conservatório de Música de Aveiro. A providência cautelar interposta por Alberto Souto de Miranda, que visava suspender os atos da autarquia relacionados com a demolição, foi assim indeferida, mantendo-se o despacho anterior do Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro, de outubro de 2025, que considerou improcedentes os pedidos formulados.

O Acórdão do tribunal analisou o recurso apresentado e concluiu que não estavam reunidos os requisitos legais para a adoção das medidas cautelares solicitadas, permitindo que o município avance com o projeto de intervenção no local. O plano prevê a demolição das construções existentes e a ampliação do edifício do Conservatório de Música de Aveiro, respondendo à necessidade de reabilitar e modernizar as instalações.

A intervenção inclui a construção de uma nova ala dedicada à formação em Dança, novas salas de estudo individual, um hall de entrada com acessibilidade universal, através de escada e elevador, bem como a requalificação do edifício adjacente e da área exterior envolvente. O projeto visa melhorar as condições de conforto acústico e térmico, adaptando o espaço às exigências atuais do ensino artístico especializado.

Cantanhede: Núcleo dos palheiros da Praia da Tocha vai ser requalificado

Investimento municipal ronda os 300 mil euros.

A Câmara Municipal consignou na passada sexta-feira, 6 de março, a empreitada de requalificação do núcleo dos palheiros da Praia da Tocha. A obra, que tem custo aproximado
de 300 mil euros, foi entregue à empresa Soudias – Carpintaria e Serralharia Sousa Dias, Lda e tem um prazo de execução de 240 dias.


A intervenção vai incidir em dois edifícios tradicionais e um de apoio, onde funcionam os fornos comunitários, e por uma zona envolvente a eles adjacente.


“O objetivo é criar condições para a valorização do património tradicional da Praia da Tocha,
nomeadamente os seus palheiros”, explicou a presidente da Câmara Municipal, Helena
Teodósio, adiantando que “este núcleo representa a história e a identidade de uma
comunidade e manter a sua traça original ajuda a preservar a memória coletiva”.


A empreitada permitirá melhorias ao nível do conforto térmico, através da substituição da
cobertura, da aplicação de uma subtelha e isolamento térmico e acústico, da substituição de
portas e janelas por outras com as mesmas caraterísticas estéticas, mas com melhores
caraterísticas térmicas e acústicas, assim como a melhoria da rede elétrica e
telecomunicações.


No edifício onde existem os fornos comunitários, pretende-se criar uma zona de apoio à
confeção dos pratos típicos da Praia da Tocha, aquando da utilização dos fornos, e da
preparação da batata na areia, pelo que a ampliação do edifício contempla um telheiro, uma
cozinha, um bar e um espaço de armazém, de modo que possa ser utilizado durante todo o
ano.


Estas construções irão depois ser ligadas através de uma “praça” em madeira, que irá fazer a
ligação entre os vários edifícios, para pessoas com mobilidade condicionada, para que o
espaço amplo possa receber vários eventos, num contexto de envolvência com os palheiros.


Assim, a envolvente paisagística irá recriar, num primeiro momento as dunas, no espaço
adjacente aos palheiros, permitindo desta forma criar uma imagem o mais aproximada possível ao enquadramento original dos palheiros e, num segundo momento, uma zona relvada e ajardinada que nos remete para os campos agrícolas, donde eram provenientes os seus donos.


Na consignação da obra marcaram ainda presença o vereador Fernando Pais Alves, o
presidente da Junta de Freguesia da Tocha, José Manuel Cruz, o presidente da Associação de
Moradores da Praia da Tocha, Hélder Gonçalves, bem como representantes da empresa
responsável pela empreitada.

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