O Município de Anadia acolheu, durante quatro dias, a 2ª Convenção dos Territórios Vinhateiros, numa organização da AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho, em parceria com a Recevin — Rede Europeia das Cidades do Vinho e o Município de Anadia.
O encontro, que decorreu no Centro de Alto Rendimento de Anadia, em Sangalhos, teve como prinicipais objetivos definir novas linhas de trabalho em rede, concertar estratégias de promoção integrada dos territórios, apresentar novos projetos e promover a aproximação entre municípios associados e parceiros.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Anadia, Jorge Sampaio, faz um balanço “bastante positivo” da iniciativa, afirmando que “é sempre uma mais-valia trazer a Anadia pessoas de todo o país ligadas ao setor do vinho e do enoturismo”.
O autarca salientou que “a convenção serviu, essencialmente, para fazer o balanço do que foi feito até hoje e, simultaneamente, programar algumas das ações que a AMPV e a Recevin têm em mente dinamizar nos próximos tempos, em colaboração com os diferentes municípios”.
Jorge Sampaio sublinha ainda que este tipo de reuniões “são sempre postivas”, pois, no seu entender, “permitem que os técnicos e os autarcas, dos diferentes municípios presentes, possam inteirar-se do que é necessário fazer, bem como poderem opinar sobre os projetos que estão a ser trabalhados para implementar no futuro”.
O presidente da AMPV, Luís Encarnação, anunciou que uma das pretensões da Associação é que “a Vinha e o Vinho sejam considerados Património Cultural e Imaterial de Portugal”. O presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada e da Rota da Bairrada, José Pedro Soares, fez uma breve alocução sobre as potencialidades da Região da Bairrada, dando a conhecer, em traços gerais, o importante papel que o enoturismo e a gastronomia desempenham na economia local.
Durante a Convenção foram ainda analisados e debatidos vários temas, nomeadamente a Rede de Freguesias Vinhateiras, o Projeto Vinho com Moderação, Parcerias com as Confrarias Báquicas e Gastronómicas, o Congresso do Vinho e do Mundo Rural, entre outros. A iniciativa permitiu reuniões de trabalho com técnicos dos municípios associados, assim como encontros com entidades parceiras europeias e com as Cidades do Vinho.
A detenção ocorreu na sequência de “ofensas à integridade física voluntárias simples e ameaças”.
Uma jovem de 26 anos foi detida pela posse de uma faca com uma lâmina de 10.5 centímetros, na noite do dia 30 de janeiro, na freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa.
A detenção ocorreu na sequência de “ofensas à integridade física voluntárias simples e ameaças” que levaram à mobilização de agentes da Polícia de Segurança Publica (PSP), segundo detalharam as forças de segurança, em comunicado.
“Foi-lhes comunicado pelos restantes intervenientes para a existência de uma faca oculta no interior da mochila da suspeita, tendo-se confirmado, ao verificar o interior da mochila, que se encontrava uma faca com 10.5 cm de lâmina”, apontou a entidade, na mesma nota.
Questionada quanto à finalidade da faca, a jovem clarificou que a usava para autoproteção. Ainda assim, a PSP considerou que a explicação não era uma “justificação plausível”.
A mulher foi, assim, detida e notificada para comparecer em tribunal.
Esta foi uma ação do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da 1.ª Divisão Policial.
Um homem de 46 anos ficou com termo de identidade e residência (TIR) depois de ter sido detido no fim de semana pela eventual prática de violência doméstica, anunciou hoje a Polícia de Segurança Pública (PSP) de Viseu.
Segundo um comunicado de imprensa, o Comando Distrital de Viseu da Polícia de Segurança Pública (PSP) procedeu à detenção de um cidadão de 46 anos de idade, pela prática do crime de violência doméstica.
A detenção ocorreu em Viseu, pelas 01:50 de sábado, quando, no decorrer de “uma ação de patrulhamento, os polícias foram alertados por testemunhas para uma situação de agressão entre um casal”.
“Ao aproximarem-se do local, depararam-se com o suspeito a agredir a vítima, tendo de imediato socorrido a mesma. Perante o facto, o suspeito foi detido, tendo recolhido aos quartos de detenção desta Polícia”.
Segundo a PSP, “após ser presente à Autoridade Judiciária, foi-lhe aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência, afastamento imediato da residência comum, onde habita com a vítima, e proibição de contacto por qualquer meio”.
“A vítima careceu de receber tratamento médico aos ferimentos sofridos, tendo sido transportada junto de unidade hospitalar”, acrescentou a PSP no comunicado de imprensa.
Hoje, dia 4 de Fevereiro, a equipa UCI Continental Tavfer – Ovos Matinados – Mortágua alinhou na Prova de Abertura – Região de Aveiro, marcando presença na fuga do dia com os atletas, João Matias e Gonçalo Carvalho, fuga que viria a discutir a etapa, onde Gonçalo Carvalho acabou entre os melhores terminando na 10ª posição.
A Prova de Abertura-Região de Aveiro marcou o início da temporada de 2024 no ciclismo nacional. A região de Aveiro foi o palco do arranque da temporada, onde 10 corredores da equipa Tavfer – Ovos Matinados – Mortágua alinharam em Oliveira do Bairro para a partida.
O sol e calor faziam-se sentir em Oliveira do Bairro, a partida foi dada e assim se deu o início da temporada, os atletas percorreram 166,6 quilómetros pelos diversos concelhos da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, com destino final, Sever do Vouga.
O pelotão rolou a elevada velocidade, como seria de esperar num percurso simples e plano, as fugas iniciais não foram bem sucedidas devido ao ritmo imposto na frente da corrida. Só ao fim de 60 quilómetros se formou a fuga do dia, composta por 18 unidades, com representantes das diversas equipas presentes na prova, a Tavfer – Ovos Matinados – Mortágua foi representada na fuga por João Matias e Gonçalo Carvalho.
O grupo chegou a atingir os 8 minutos de vantagem, a 107 quilômetros para o final já era perceptível que a corrida seria discutida pelos membros deste grupo, a vitória sorriu a Tomás Contte, Aviludo-Louletano-Loulé Concelho, Gonçalo Carvalho terminou na 10ª posição, fruto do trabalho de equipa e do trabalho de João Matias no grupo da frente.
Gonçalo Carvalho afirmou Um dia positivo para mim neste começo de temporada, ambicionava um pouco mais, mas deixei tudo o que tinha na estrada. Obrigado a toda equipa e em especial ao João Matias por todo o trabalho que fez por mim! O trabalho continua para alcançar mais e melhor.” Com este mote de trabalho a equipa segue agora para o seu próximo desafio na Figueira da Foz, a Figueira Champions Classic.
Cerca de 300 polícias reuniram-se hoje em frente ao Ministério da Administração Interna, em Lisboa, em apoio aos responsáveis da PSP e GNR que estão reunidos com o ministro esperando que deste encontro “saia alguma luz”.
Maioritariamente vestidos de negro e sem quaisquer cartazes, as cerca de três centenas de polícias concentraram-se, tranquilamente, no Terreiro do Paço, naquele que Humberto Alvão, do Sindicato Unificado da Polícia, classificou como um “movimento espontâneo”.
“Estamos aqui em apoio ao comandante da GNR e ao diretor nacional da PSP. Espero que se faça luz e que saia daqui alguma coisa positiva. Não perspetivo nada de negativo porque não fizemos nada ilegal”, afirmou Humberto Alvão aos jornalistas.
De acordo com o sindicalista, a situação que os profissionais mais contestam em relação à atuação do Governo é “a ausência de palavras por parte do primeiro-ministro, António Costa, e do ministro da administração Interna, José Luís Carneiro.
“Acabam por vir só com ameaças, em vez de palavras de apoio. Já deixámos bem claro que não vamos parar enquanto não virmos a situação resolvida. As manifestações estão a aumentar, isso é claro. Torna-se difícil e incompreensível o silêncio do primeiro-ministro e do ministro da administração interna”, apontou.
Os elementos PSP e da GNR exigem um suplemento idêntico ao atribuído à Polícia Judiciária, estando há mais de três semanas em protestos numa iniciativa de um agente da PSP em frente à Assembleia da República, em Lisboa, que depois se alargou a todo o país.
A plataforma que congrega sindicatos e associações das forças de segurança escreveu ao primeiro-ministro sobre a “situação limite” dos profissionais que representam, alertando para um eventual “extremar posições” perante a “ausência de resposta” do Governo.
Em ofício datado de sábado e enviado na sexta-feira, a Plataforma dos Sindicatos da Polícia de Segurança Pública (PSP) e Associações da Guarda Nacional Republicana (GNR) transmite a António Costa que “os polícias chegaram ao limite, podendo desesperadamente extremar posições, como as que estão a desenvolver-se por todo o país”.
Manifestando “preocupação (…) quanto ao que poderá provir daqui em diante”, a plataforma, que, até aqui, “conseguiu manter a ação reivindicativa dentro dos limites da lei”, realça agora que “não tem condições de enquadrar” todas as formas de protesto, antecipando que estas “atingirão proporções indesejáveis”.
Recordando que todos os responsáveis “foram informados e devidamente alertados”, a plataforma considera que “nada do que possa acontecer poderá ser visto com surpresa pelo poder político”.
A PSP indicou, na sexta-feira, que polícias de vários comandos do país tentaram entregar as armas de serviço como forma de protesto e avançou que existe “um número de baixas médicas superior ao habitual” entre os agentes.
Num esclarecimento sobe as ações de protesto por parte dos polícias, a direção nacional da PSP dá conta que em determinadas subunidades de diferentes Comandos Territoriais de Polícia existiram “algumas situações em que polícias, ao entrar de serviço, solicitaram para entregar a sua arma de serviço”, mas “tais ações não foram concretizadas”.
“Atendendo ao plasmado no Estatuto Disciplinar da PSP, os polícias têm que observar as normas legais e regulamentares e as instruções de serviço emanadas pelos superiores hierárquicos, bem como tomar conta de quaisquer ocorrências integradas na esfera da sua competência e utilizar com prudência todos os bens e equipamentos que lhes forem distribuídos ou confiados no exercício das suas funções ou por causa delas, pelo que tais ações não foram concretizadas”, precisa a PSP.
Os agricultores que cortaram hoje o acesso da Estrada Nacional (EN) 109 às autoestradas A1 e A29 em Estarreja, no distrito de Aveiro, já desmobilizaram após a marcação de uma reunião, na próxima semana, no Ministério da Agricultura.
Segundo disse à Lusa Filipe Duarte, porta-voz do grupo de agricultores, os acessos foram desbloqueados pelas 22:00 e os agricultores esperam agora pelos resultados de uma reunião marcada para terça-feira, às 17:00, com a ministra da Agricultura e Alimentação, Maria do Céu Antunes, e o secretário de Estado da Agricultura, Gonçalo Rodrigues.
“Não queremos subsídios queremos que valorizem o nosso produto, nós não somos subsidiodependentes, e precisamos que esta PAC [Política Agrícola Comum], que foi aprovada, seja ligeiramente alterada porque as ecoambientais, do jeito que estão, nós agricultores não conseguimos trabalhar”, afirmou o produtor de carne e leite de Válega, no concelho de Ovar.
Entre as principais reivindicações dos agricultores estão um preço justo à produção e a regularização do mercado.
Este movimento nasceu espontaneamente do protesto realizado esta manhã pela União de Agricultores e Baldios do Distrito de Aveiro (UABDA) e que juntou mais de uma centena de tratores e máquinas agrícolas numa marcha lenta ao longo da EN 109.
Cerca das 14:00 a UABDA deu por terminado o protesto, mas largas dezenas de tratores continuavam parados, bloqueando os acessos da EN 109 às autoestradas A1 e A29 em Estarreja.
“Agora não temos nada a ver com isso. A nossa responsabilidade terminou às 14:00”, disse na altura à Lusa o presidente da UABDA, Carlos Alves.
O dirigente mostrou-se satisfeito com a mobilização do protesto, adiantando que foram alcançados os objetivos a que se tinham proposto no início da marcha lenta, que juntou mais de 100 tratores e máquinas agrícolas.
O Sítio do Carnaval é o palco do primeiro grande desfile da edição de 2024 do Carnaval de Estarreja e que será protagonizado por 14 grupos, totalizando 1650 figurantes. O carnaval infantil promete encantar os pequenos foliões, mas também as suas famílias e visitantes. Os 14 grupos onde se incluem associações de pais, instituições e escolas estão, como sempre, empenhados e apostam numa festa cheia de alegria, criatividade e diversão, com um colorido desfile.
As entradas para assistir ao desfile são gratuitas (com exceção do lugar de bancada que tem um valor de 2,5€). Após a realização do corso, que terá início às 14h30, a festa continua no Espaço Folia, na Praça Francisco Barbosa, com o espetáculo “Circus Time”, da Mimo’s Dixie Band, também com entradas gratuitas.
Reis de Palmo e Meio
Coroados “Reis de Palmo e Meio”, Pedro Valente (10 anos) e Débora Freitas (10 anos), representantes da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola de Pardilhó, sobem ao trono do corso dos pequenos foliões nesta edição de 2024.
Este ano, o processo de escolha foi diferente. Numa primeira fase, foi sorteado, entre os 14 grupos participantes, o grupo para eleger os reis de palmo e meio, e numa segunda etapa aberto o concurso na instituição selecionada. Entre 37 candidatos iniciais, o concurso terminou com a eleição do Pedro e da Débora.
O Pedro tem 10 anos e frequenta o 5º ano da Escola de Pardilhó. Desde o 1. ° ano, frequenta o Conservatório de Música de Aveiro (na classe de Acordeão) e a escola de música da Banda Club Pardilhoense. Tem outras paixões: o Karaté e o Teatro. O Pedro gosta de escrever, às vezes prosa, às vezes poesia! Num desses momentos criativos, escreveu o rap com que concorreu a rei do Carnaval Infantil.
A Débora tem 10 anos e frequenta o 4º ano da Escola de Pardilhó. Pratica Canoagem na Associação Cultural e Recreativa Saavedra Guedes e como gosta de dançar, ela e a sua família integram o Grupo Etnográfico Danças d’Aldeia de Pardilhó. É muito participativa e divertida, por isso concorreu a rainha do Carnaval Infantil de Estarreja.
O Carnaval Infantil desempenha um papel crucial no futuro da festividade cultivando desde cedo o amor pela tradição carnavalesca.
Sejam bem-vindos ao Carnaval das Famílias!
Programa
4 fevereiro, domingo
Sítio do CarnavalEntrada gratuita /Bancada (sem lugares marcados) 2,50€
14h30 CARNAVAL INFANTIL 14 grupos e 1650 figurantes
Espaço Folia (Praça Francisco Barbosa) Entrada gratuita
16h30 Mimo’s Dixie Band | CIRCUS TIME Neste espetáculo, a inovação parte de uma linguagem única fruto da aliança entre o Jazz Dixieland dos “anos 20”, o gesto mímico, as artes circenses e a comédia. Com mais de uma hora de música entrecortada por shows de malabarismo, comédia, entretenimento, o gesto está associado a um determinado som e sem se ouvir uma única palavra das suas bocas, os Mimos mostram que o silêncio é também parte fulcral do espetáculo.
Ordem de desfile e temas dos grupos
1 – Centro Social e Paroquial S. Miguel Fermelã “Que grande palhaçada”
2 – Centro Paroquial de Assistência da Freguesia de Pardilhó “Safari”
3 – Fundação Cónego Filipe Figueiredo “O Rock da Pequenada”
4 – Associação Humanitária de Salreu “A Rua Sésamo”
5 – Centro Paroquial e Social Santa Marinha de Avanca “As aventuras do Robin dos Bosques”
6 – Centro Social e Paroquial de S. Tomé de Canelas “Galos de Barcelos”
7 – Fundação Benjamim Dias Costa “O mimo que eu te dou, vale mais do que mil palavras”
8 – Associação de Pais e Encarregados Educação da Escola Básica Visconde Salreu “A sorrir e a brincar a Visconde de Salreu sempre a driblar”
9 – Escola Básica do Pinheiro “Super Mario no Reino do Pinheiro”
10 – Santa Casa da Misericórdia de Estarreja “Carnaval com alegria – Piratas”
11 – Jardim-Escola João de Deus de Estarreja “Disco”
12 – Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Padre Donaciano Abreu Freire “Pequenos Heróis fazem Grandes Homenagens”
13 – Associação de Pais e Encarregados de Educação das Escolas de Avanca “O Rock do Egas”
14 – Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Integrada e Pré-Primária de Pardilhó “PardiRace”
:: SOBRE O CARNAVAL DE ESTARREJA…
Folia e samba no melhor espetáculo de Carnaval
Colorido, vibrante e belo. O Carnaval de Estarreja, um dos mais antigos do país, apresenta o melhor espetáculo de Carnaval, com o desfile de 13 grupos de folia, de passerelle e escolas de samba. A programação carnavalesca começa a 3 de fevereiro e só termina 10 dias depois, a 13 de fevereiro, dividindo-se em dois espaços principais: o Parque do Antuã – rebatizado nestes dias de Sítio do Carnaval, onde decorrem os desfiles – e a Praça Francisco Barbosa – que se transforma no Espaço Folia, onde a festa continua.
O Carnaval Infantil (dia 4) conta com 14 grupos e 1650 figurantes num desfile cheio de cor. No Desfile Noturno (dia 9), as 4 escolas de samba apresentam os seus enredos, com ricos figurinos, coreografias, melodias e carros alegóricos. Os tão aguardados Grandes Corsos chegam no domingo (dia 11) e na terça-feira (dia 13) e prometem mais de 2h de um espetáculo de grande qualidade. Os 13 grupos de Folia, de passerelle e as Escolas de Samba saem à rua para revelar o trabalho árduo de meses a fio.
No Espaço Folia, Toy (dia 3), Rosinha (dia 7), Projeto Ferver (dia 9), Tio Jel (dia 10), e Wilson Honrado (dia 12) sobem ao palco nas noites quentes do Carnaval, cuja animação continua com djs convidados e bandas. Estes concertos são de acesso gratuito.
O Carnaval de Estarreja 2024 é o primeiro em todo o Mundo a fazer o caminho da inclusão através da cor, com a implementação do Código de Identificação de Cores para Daltónicos ColorADD, uma linguagem única, universal e integradora que faz com que a cor chegue a Todos.
O Coordenador Hospitalar de Doação da ULS Coimbra, Eduardo Sousa, foi distinguido com o prémio “International Hayat Excellence Award”. O galardão foi entregue no Dubai, durante o “The Annual UAE Organ Donation and Transplantation Congress”, que decorreu de 27 a 30 de janeiro.
“O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra tem contribuído, desde há vários anos, com o maior número absoluto de dadores de órgãos para transplante a nível nacional. O ano de 2023 foi o melhor ano de sempre no que respeita a dadores falecidos (dadores em morte cerebral e em morte por paragem circulatória)”, destaca o especialista, acrescentando que “é fruto da estratégia elaborada há vários anos por uma equipa motivada e geradora de resultados relevantes, que a ULS Coimbra é, agora, galardoada com um prémio internacional de reconhecimento pelo seu impactante trabalho na doação de órgãos”.
Para Alexandre Lourenço, Presidente do Conselho de Administração da ULS Coimbra, “é um orgulho para a nossa ULS ver reconhecido internacionalmente o seu trabalho na doação de órgãos, uma área em que temos sido pioneiros e inovadores a nível nacional”. O responsável frisa, ainda, que “este galardão só vem premiar a excelência dos nossos profissionais nesta área”.
Lançado em 2023, o “International Hayat Excellence Award” homenageia o desempenho de excelência de serviços de medicina intensiva e o seu impacto na doação e transplante de órgãos e tecidos em todo o mundo.
Dois homens, de 25 e 36 anos, foram identificados e constituídos arguidos em Leiria por terem simulado o furto de um motociclo de alta cilindrada, anunciou hoje a PSP.
Em comunicado, a PSP revelou que os dois homens, em comunhão de vontades, fingiram um falso furto de motociclo de alta cilindrada, bem como diverso equipamento motociclístico.
Só a mota estará avaliada em mais de 25 mil euros, acrescentou a Polícia, que apurou que o dono vendeu o veículo ao seu sócio no crime por uma quantia muito menor que o valor comercial da mota.
A orquestração previa que o comprador a deveria recolher em dia, hora e local previamente combinado, para posteriormente poder vir alegar, perante as autoridades, que esta lhe havia sido subtraída.
Posteriormente, depois da denúncia formalizada junto da PSP, o dono da mota “moveu ação junto da sua seguradora com vista a ser indemnizado pela perda de que seria, alegadamente, vítima”.
Como sequência, os suspeitos estão “indiciados de simulação de crime, burla (a seguros) e também falsificação de documentos”.
O motociclo está apreendido na sequência de busca domiciliária a um dos arguidos, local onde foram ainda localizadas e apreendidas duas bicicletas avaliadas em cerca de quatro mil euros, “furtadas no âmbito de outra investigação também tramitada pela Esquadra de Investigação Criminal de Leiria”, além de “outros objetivos com idêntico interesse probatório”.
Entretanto, também hoje, o Comando Distrital de Leiria da PSP informou que durante o ano de 2023 foram apreendidas 108 armas, maioritariamente armas de fogo e armas brancas.
Tal número significa um aumento de 34% relativamente a 2022, relativo à apreensão de mais 31 armas.
A PSP acrescentou que entre 2019 e 2023 foram apreendidas 485 armas de todas as classes, por vários motivos. Em 2023, 1.516 armas foram entregues pela PSP para destruição.
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) não pode “para já” apresentar uma data final para a decisão sobre o processo administrativo relativamente à Global Media “face às diligências ainda em curso”, disse hoje à Lusa fonte oficial.
Em 08 de janeiro, o Conselho Regulador da ERC, em reunião extraordinária, aprovou a abertura de um processo administrativo autónomo para a aplicação da Lei da Transparência e abertura de um procedimento oficioso de averiguações sobre determinadas matérias à Global Media (GMG).
Contactada pela Lusa sobre o ponto de situação, fonte oficial afirmou que “não é possível para já apresentar uma data final para a tomada de decisão, face às diligências ainda em curso”.
Em 24 de janeiro, o regulador dos media tinha adiantado à Lusa que “recebeu respostas de vários acionistas do grupo”, as quais estão a ser analisadas pelo regulador.
A abertura do processo administrativo para aplicação do artigo 14.º da Lei da Transparência resulta do facto do regulador considerar que “existem fundadas dúvidas sobre se, entre os detentores do World Opportunity Fund (WOF), existem participações qualificadas nos termos da Lei da Transparência (representando 5% ou mais do capital social e/ou dos direitos de voto do Grupo Global Media)”, de acordo com a deliberação do início de janeiro.
De acordo com a informação da ERC, a participação efetiva da Páginas Civilizadas na GMG é de 50,25% do capital e dos direitos de voto. Esta posição é calculada a partir da soma da detenção direta de 41,51% e da indireta, através da Grandes Notícias Lda, de 8,74%.
O fundo WOF tem uma participação de 25,628% do capital social e dos direitos de voto da GMG. Por sua vez, o Grupo Bel detém uma participação indireta de 17,58%. A KNJ, de Kevin Ho, detém 29,350% e José Pedro Soeiro 20,400%.
Resumindo, a Global Media é detida diretamente pela Páginas Civilizadas (41,510%), KNJ (29,350%), José Pedro Soeiro (20,400%) e Grandes Notícias (8,740%).
Em 21 de setembro, o WOF adquiriu uma participação de 51% na empresa Páginas Civilizadas.
Na quarta-feira, o presidente da Comissão Executiva da Global Media, José Paulo Fafe, apresentou a sua demissão por considerar “estarem esgotadas” as condições para exercer as suas funções.