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Ponte 25 de Abril com limitações de velocidade devido ao vento

A velocidade na Ponte 25 de Abril foi reduzida de 70 para 60 quilómetros por hora (km/h) devido ao vento forte, disse à Lusa fonte da Polícia Segurança Pública (PSP).

Portugal continental está hoje a sentir os efeitos da depressão Ciáran, com vento por vezes forte, agitação marítima e precipitação, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Para hoje está previsto “um aumento da intensidade do vento, que soprará forte no litoral das regiões norte e centro, com rajadas até 90 km/h, e nas terras altas, com rajadas até 110 km/h”, podendo até superar aquele valor nos pontos mais altos da Serra da Estrela.

Por isso, o IPMA emitiu aviso amarelo de vento forte para hoje nos distritos de Viseu, Bragança, Porto, Guarda, Vila Real, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga.

Devido ao mau tempo, o IPMA colocou sete distritos de Portugal continental hoje e sexta-feira sob aviso vermelho devido à previsão de agitação marítima forte.

Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso vermelho entre as 09:00 de hoje e as 15:00 de sexta-feira, devido à previsão de “ondas de noroeste com altura significativa 7 a 8 metros, podendo atingir a altura máxima de 14/15 metros”.

Faro, Setúbal e Beja vão estar sob aviso laranja, entre as 15:00 de hoje até às 00:00 de sábado, também devido à previsão de agitação marítima forte, ainda de acordo com a nota do IPMA.

Os distritos de Leiria, Guarda, Santarém, Viana do Castelo, Coimbra, Castelo Branco vão estar sob aviso amarelo devido à chuva, por vezes forte, até às 09:00 de hoje

Sete distritos sob aviso vermelho entre hoje e sexta-feira devido a agitação marítima

Sete distritos de Portugal continental vão estar entre hoje e sexta-feira sob aviso vermelho devido à previsão de agitação marítima forte, indicou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso vermelho entre as 09:00 de hoje e as 15:00 de sexta-feira, devido à previsão de “ondas de noroeste com altura significativa 7 a 8 metros, podendo atingir a altura máxima de 14/15 metros”.

Faro, Setúbal e Beja vão estar sob aviso laranja, entre as 15:00 de hoje até às 00:00 de sábado, também devido à previsão de agitação marítima forte, ainda de acordo com a nota do IPMA.

Já em Guarda, Vila Real e Viseu foi emitido, esta madrugada, o aviso laranja até às 06:00.

O aviso vermelho é o mais grave de uma escala de três (vermelho, laranja e amarelo).

O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe “situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica”.

BYD chega a Aveiro e Coimbra através do Grupo Automóveis do Mondego/Corvauto

O alargamento do negócio de representação da marca BYD – Build Your Dreams nas duas regiões sublinha o sucesso do cada vez mais completo

Plano Estratégico “Visio Drive 360 o” do grupo

Dando continuidade a um exponencial crescimento e abrangência de representação na zona centro de Portugal Continental, o Grupo Automóveis do Mondego torna-se, a partir de hoje, representante da marca BYD – Build Your Dreams nas regiões de Aveiro e de Coimbra, no que representa um significativo passo de solidificação dos objetivos definidos no seu Plano Estratégico “Visio Drive 360o.

Na sequência da integração no seio do grupo industrial de outras marcas, processos que têm vindo a ocorrer ao longo do presente ano, o grupo alarga, assim, o seu portfólio de produtos e serviços, passando a propor aos seus clientes, atuais e futuros, os modelos desta marca chinesa, recém-entrada no mercado automóvel europeu, assente em 27 anos de experiência e que, apostando na inovação e na tecnologia, a tornaram numa referência no domínio da eletrificação.

“É com enorme orgulho que anunciamos o início da representação da marca BYD – Build Your Dreams na região centro, nomeadamente nas envolventes de Aveiro e de Coimbra, num processo que permite ao Grupo Automóveis do Mondego e à Corvauto continuar a crescer e a ir ao encontro dos objetivos máximos do nosso plano estratégico ‘Visio Drive 360o’”, refere Jorge Figueiredo, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Automóveis do Mondego. “A representação da BYD permitir-nos-á continuar a diversificar a nossa oferta nas duas regiões do país, solidificada numa forte estratégia de lançamento e de apresentação dos produtos eletrificados desta marca chinesa, já de enorme dimensão a nível internacional”.

À semelhança das demais marcas representadas pelo Grupo Automóveis do Mondego e pela Corvauto nas duas capitais de distrito e nas suas envolventes, o atual catálogo da marca BYD é composto por cinco modelos eletrificados – ATTO 3, DOLPHIN, HAN, TANG e SEAL – 100% elétricos ou híbridos plug-in. O negócio compreende as áreas de vendas e de após-venda, visando-se a máxima satisfação dos clientes através de um conjunto de experiências de aquisição e de propriedade, bem como os inerentes serviços de reparação e/ou manutenções programadas. São múltiplas soluções de mobilidade e de opções para diferentes targets, grande parte delas direcionadas ao cliente particular, mas sem esquecer o mercado B2B, acompanhando-se de um conjunto de opções e soluções adequadas a cada caso.

A BYD junta-se, assim, às demais marcas que o Grupo Automóveis do Mondego e a Corvauto já representam: Peugeot, Opel, Citroën, DS Automobiles, Hyundai, Kia, Maxus, Mitsubishi, Fuso, Alfa Romeo, Abarth, Fiat, Fiat Professional e Jeep.

Fundada em fevereiro de 1995, a BYD é uma empresa de alta tecnologia dedicada a impulsionar inovações tecnológicas para uma vida melhor. Após mais de 28 anos de crescimento a alta velocidade, a BYD estabeleceu mais de 30 parques industriais em 6 continentes e desempenhou um papel significativo nas indústrias relacionadas com a eletrónica, automóvel, energias renováveis e transporte ferroviário.

Na vertente automóvel em particular, a BYD desenvolveu várias tecnologias de referência, como a Blade Battery, líder na indústria, a e-Platform 3.0 e a tecnologia de energia híbrida de modo duplo, acelerando a transição, que ocorre neste século, de veículos movidos a combustíveis fósseis para veículos elétricos.

Com foco na aquisição, armazenamento e aplicação de energia, a BYD oferece soluções abrangentes de novas energias com emissão zero.

Acrescente-se que Grupo conta, nas duas cidades, com a sua marca própria, explorando-a quer no mercado de usados, quer ao nível da oferta de serviços na área do rent-a-car, em apoio ao negócio das suas diferentes representantes.

Quase 40 hospitais com cerca de 90% dos serviços indisponíveis 

Um total de 38 unidades hospitalares está com cerca de 90% dos seus serviços indisponíveis devido falta de médicos para assegurar as escalas, segundo os mais recentes dados divulgados hoje pelo movimento “Médicos em Luta”.

Em declarações à agência Lusa, a porta-voz do movimento “Médicos em Luta”, Susana Costa, disse que a lista é praticamente atualizada todos os dias e as informações sobre o impacto nos hospitais são facultadas pelos médicos.

“(…) Num serviço em que haja 20 médicos que façam trabalho extraordinário, se 50% desses médicos colocarem a minuta [de indisponibilidade para horário suplementar], a repercussão que vamos ter nas equipas tem a ver com o número de horas extraordinárias a que estes médicos estão vinculados. Se eles só fizerem seis ou 12 [horas] por semana tem um impacto, se fizerem 24 horas extraordinárias por semana tem outro”, salientou Susana Costa.

Ainda assim, ressalvou que “quem tem o conhecimento exato destes números e do (…) impacto” que as escusas têm nos serviços são as administrações.

A lista ‘online’ está discriminada pelo nome das unidades hospitalares e das especialidades que estão mais afetadas.

Segundo os dados dos “Médicos em Luta”, Garcia de Orta (Almada), Amadora – Sintra, Aveiro, Barcelos, Barreiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Caldas da Rainha e Torres Vedras, Coimbra, Leiria, Covilhã, Évora, Famalicão e Santo Tirso, Faro, Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia, Guimarães, Guarda, Leiria, Centro Hospitalar de Lisboa Central, Santa Maria (Lisboa), São Francisco Xavier (Lisboa), Beatriz Ângelo – Loures, Matosinhos, Penafiel, Portalegre e Elvas, Portimão, São João (Porto), Santo António (Porto), Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo e Ponte de Lima, Vila Franca de Xira, Vila Real-Chaves-Lamego e Viseu serão os mais afetados.

Até ao momento, foram contabilizados 19 serviços em que 100% dos médicos pediram escusa, como – entre outros – os casos das unidades hospitalares de Santa Maria da Feira, em ortopedia, Viana do Castelo e Ponte de Lima, em cirurgia geral, Garcia de Orta, em Pediatria e Neurologia, Guimarães, em obstetrícia, e Barcelos e Caldas da Rainha, em cirurgia geral.

Também 25 de 55 agrupamentos de centros de saúde (ACES) estão a sentir os efeitos do protesto às horas extraordinárias.

Na zona Norte estarão a ser afetados 15 ACES, enquanto no Centro três e no Alentejo um. Em Lisboa, serão seis os ACES a sofrer com o impacto da falta de médicos.

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) revelou hoje que médicos e Governo não chegaram a acordo sobre os aumentos salariais, mas consolidaram os avanços negociais em outras matérias, como férias e tempo de trabalho no serviço de urgência.

No final de uma nova ronda negocial entre o Ministério da Saúde e o SIM e a Federação Nacional dos Médicos (Fnam), que começou na quarta-feira ao final da tarde e terminou pelas 00:00 de hoje, o secretário-geral do SIM, Jorge Roque da Cunha, garantiu que “há uma grande vontade de chegar a acordo” sobre as questões salariais.

As negociações entre o Ministério da Saúde e o SIM e a Fnam iniciaram-se em 2022, mas a falta de acordo tem agudizado a luta dos médicos, com greves e declarações de escusa ao trabalho extraordinário além das 150 horas anuais obrigatórias, o que tem provocado constrangimentos e fecho de serviços de urgência em hospitais de todo o país.

Câmara de Águeda promove estudo de mobilidade para o concelho

Decorrida a primeira fase da elaboração do Plano de Mobilidade, estão a ser recolhidos contributos de várias entidades com vista à melhoria do diagnóstico e definição do plano de ação.

A Câmara Municipal de Águeda está a elaborar o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Águeda (PMUSA) e depois do diagnóstico inicial, que passou, entre outros, pelo tratamento de dados estatísticos, métricos e de inquéritos, estão a ser realizadas sessões participativas para recolha de contributos. A primeira ação, para a qual foram convidados decisores políticos locais e um amplo conjunto de entidades e organismos ligados à mobilidade e ao concelho, aconteceu hoje, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, e estão previstas outras, a divulgar oportunamente.

O documento final do PMUSA, que deverá ser apresentado entre dezembro deste ano e janeiro de 2024, será elaborado com os contributos desta e das próximas sessões participativas.

Jorge Almeida e Edson Santos, respetivamente Presidente e Vice-Presidente da Câmara de Águeda, acompanharam a sessão, esclarecendo que este é um trabalho “exigente e que tem como missão estratégica contribuir para a definição de soluções que aumentem a qualidade de vida das pessoas que escolhem Águeda para viver, trabalhar e visitar”.

Este plano, que é cofinanciado no âmbito da candidatura “Sistema de Gestão e Informação para Soluções Inovadoras e Experimentais de Transporte” do Centro 2020, tem como objetivo central redefinir o modelo de mobilidade do território, em todo o concelho, bem como atualizar a estratégia de mobilidade sustentável, alinhada com a definição de um sistema de monitorização. Na prática, pretende-se tornar as deslocações mais seguras, curtas, saudáveis, confortáveis e económicas.

Todos os interessados em dar contributos para este estudo devem usar o seguinte e-mail dv-as@cm-agueda.pt

Leiria investe 635 mil euros na requalificação da rede de drenagem para evitar cheias

O Município de Leiria aprovou reunião de Câmara de terça-feira a requalificação da rede de drenagem pluvial de duas ruas da cidade, como forma de prevenir cheias, um investimento de 635 mil euros.

A Câmara prevê a requalificação das ruas da Restauração e Dr. António Costa Santos, obra sobre a qual o vereador das Obras Municipais, Ricardo Gomes (PS), disse acreditar que irá minimizar o problema das inundações.

A intervenção, que tem uma duração de 180 dias, é da responsabilidade do Município de Leiria e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS), cabendo à autarquia o investimento de 502.090 euros e aos SMAS 133.395 euros, disse à Lusa Ricardo Gomes.

“Esta empreitada tem como objetivo remodelar o coletor pluvial. O sistema é separativo, mas na zona das caixas de visita há um ‘bypass’, ou seja, quando chove muito, as duas águas [pluvial e doméstica] juntam-se”, explicou o vereador na reunião.

Segundo referiu, o problema já é antigo e deve-se ao facto de o coletor pluvial ter um metro de diâmetro, o que é insuficiente para fazer face a uma precipitação intensa num curto período.

A reabilitação de um caneiro, a criação de uma estação elevatória e de um coletor de meia encosta são algumas das soluções previstas num estudo encomendado pelo Município de Leiria para prevenir cheias até 2035.

O Plano Estratégico para a Reabilitação e Beneficiação do Sistema de Drenagem Pluvial da Cidade de Leiria foi apresentado publicamente em junho por Filipa Ferreira, uma das coordenadoras do estudo.

De acordo com a análise, realizada pela equipa técnica da empresa Hidra, estima-se que, “nos próximos 20 a 40 anos, se verifique um agravamento da intensidade da precipitação em 5%” na cidade de Leiria.

A requalificação do caneiro, “que está velho e degradado e em risco de colapsar”, em vez de toda a sua substituição numa das principais artérias da cidade, como estava prevista no mandato liderado por Raul Castro (PS), representa uma poupança superior a quatro milhões de euros e evita um processo de obra “muito complexo e demorado”, que teria um “forte impacto” social e económico, reconheceu à agência Lusa Ricardo Gomes.

Por isso, o objetivo será a manutenção de grande parte do caneiro que atravessa a zona baixa da cidade e a sua substituição num pequeno troço, junto ao Jardim Luís de Camões.

Com um investimento de quase seis milhões de euros, a intervenção será faseada entre 2023 e 2035, avançando, já este ano, os projetos para as obras prioritárias, estando estipulado um calendário para as intervenções para os próximos 12 anos, referiu Ricardo Gomes.

Município de Leiria promove projeto para crianças sobredotadas 

Students knowing the right answer

O Município de Leiria está a promover um projeto destinado a 25 crianças sobredotadas do 1.º ciclo, que tem como objetivo contribuir para uma melhor adaptação ao meio escolar e que ambiciona apoiar pais e professores.

“A escola preocupa-se especialmente com as crianças que estão em risco, ao nível da aprendizagem. E estas crianças também estão em risco muitas vezes, porque têm dificuldades em se adaptar ao meio escolar, têm até dificuldade em se adaptar ao grupo turma”, constatou à agência Lusa a vereadora da Educação, Anabela Graça (PS).

A autarca salientou que este programa tem também “o objetivo de criar competências ao nível das relações interpessoais, do saber estar em grupo e se conhecerem a si próprios para se poderem relacionar com os outros”.

Anabela Graça revelou que o ‘Programa Investir na Capacidade’ “tem tido um impacto muito importante nestas crianças na escola e nas turmas onde estão”, ao longo dos sete anos que se tem desenrolado em parceria com a Associação Portuguesa de Crianças Sobredotadas e com a Escola de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria.

Considerando que as “famílias necessitam muito de apoio”, a vereadora anunciou que o programa inclui este ano um dia de formação para os pais, de modo a melhorar a sua capacitação.

“Agora vamos também trabalhar com os professores destes alunos. Isto é, uma ligação entre os técnicos, os especialistas e os professores para perceberem qual é o impacto que este programa está a ter no dia-a-dia da criança e perceber o que é que os professores podem fazer no sentido de colaborarem com o programa”, acrescentou.

Ao longo de 16 sessões quinzenais, que tiveram início no dia 28 de outubro, o programa visa desenvolver nas crianças o seu potencial, criatividade, interação social com os pares, maturidade emocional e competências motoras, através da realização de várias iniciativas.

Um programa da rádio, aulas de dança, “porque estes miúdos têm algumas dificuldades ao nível da expressão físico-motora”, aulas de laboratório, visitas a museus, cinema ou debates são algumas das atividades previstas.

“São atividades lúdicas que vêm ao encontro dos seus talentos. Em algumas áreas sublinhamos os talentos que alguns têm, mas também a falta de talento e a sua ‘paciência’ para lidar com muitos conteúdos que eles próprios acham que para eles não são importantes”, adiantou.

Segundo Anabela Graça, há “uma desmotivação da criança para alguns temas”.

“Por exemplo, um aluno que é muito bom a matemática, depois desvaloriza o português ou a leitura. Portanto, temos atividades de leitura na biblioteca. As atividades são muito diversificadas”.

As atividades são dinamizadas pela equipa Plano Inovador de Combate ao Insucesso Escolar.

Nesta edição foram admitidos 25 dos 108 alunos sinalizados por 26 professores das escolas do concelho, a partir de um protocolo de triagem desenvolvido pela Associação Portuguesa de Crianças Sobredotadas.

Quase 40 hospitais com cerca de 90% dos serviços indisponíveis

Um total de 38 unidades hospitalares está com cerca de 90% dos seus serviços indisponíveis devido à falta de médicos para assegurar as escalas, segundo os mais recentes dados divulgados hoje pelo movimento “Médicos em Luta”.

Em declarações à agência Lusa, a porta-voz do movimento “Médicos em Luta”, Susana Costa, disse que a lista é praticamente atualizada todos os dias e as informações sobre o impacto nos hospitais são facultadas pelos médicos.

“(…) Num serviço em que haja 20 médicos que façam trabalho extraordinário, se 50% desses médicos colocarem a minuta [de indisponibilidade para horário suplementar], a repercussão que vamos ter nas equipas tem a ver com o número de horas extraordinárias a que estes médicos estão vinculados. Se eles só fizerem seis ou 12 [horas] por semana tem um impacto, se fizerem 24 horas extraordinárias por semana tem outro”, salientou Susana Costa.

Ainda assim, ressalvou que “quem tem o conhecimento exato destes números e do (…) impacto” que as escusas têm nos serviços são as administrações.

A lista ‘online’ está discriminada pelo nome das unidades hospitalares e das especialidades que estão mais afetadas.

Segundo os dados dos “Médicos em Luta”, Garcia de Orta (Almada), Amadora — Sintra, Aveiro, Barcelos, Barreiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Caldas da Rainha e Torres Vedras, Coimbra, Leiria, Covilhã, Évora, Famalicão e Santo Tirso, Faro, Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia, Guimarães, Guarda, Leiria, Centro Hospitalar de Lisboa Central, Santa Maria (Lisboa), São Francisco Xavier (Lisboa), Beatriz Ângelo — Loures, Matosinhos, Penafiel, Portalegre e Elvas, Portimão, São João (Porto), Santo António (Porto), Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo e Ponte de Lima, Vila Franca de Xira, Vila Real-Chaves-Lamego e Viseu serão os mais afetados.

Até ao momento, foram contabilizados 19 serviços em que 100% dos médicos pediram escusa, como — entre outros — os casos das unidades hospitalares de Santa Maria da Feira, em ortopedia, Viana do Castelo e Ponte de Lima, em cirurgia geral, Garcia de Orta, em Pediatria e Neurologia, Guimarães, em obstetrícia, e Barcelos e Caldas da Rainha, em cirurgia geral.

Também 25 de 55 agrupamentos de centros de saúde (ACES) estão a sentir os efeitos do protesto às horas extraordinárias.

Na zona Norte estarão a ser afetados 15 ACES, enquanto no Centro três e no Alentejo um. Em Lisboa, serão seis os ACES a sofrer com o impacto da falta de médicos.

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) revelou hoje que médicos e Governo não chegaram a acordo sobre os aumentos salariais, mas consolidaram os avanços negociais em outras matérias, como férias e tempo de trabalho no serviço de urgência.

No final de uma nova ronda negocial entre o Ministério da Saúde e o SIM e a Federação Nacional dos Médicos (Fnam), que começou na quarta-feira ao final da tarde e terminou pelas 00:00 de hoje, o secretário-geral do SIM, Jorge Roque da Cunha, garantiu que “há uma grande vontade de chegar a acordo” sobre as questões salariais.

As negociações entre o Ministério da Saúde e o SIM e a Fnam iniciaram-se em 2022, mas a falta de acordo tem agudizado a luta dos médicos, com greves e declarações de escusa ao trabalho extraordinário além das 150 horas anuais obrigatórias, o que tem provocado constrangimentos e fecho de serviços de urgência em hospitais de todo o país.

‘Médicos em Luta’ diz que Pizarro deixou portugueses “entregues à sorte”

O movimento ‘Médicos em Luta’ admitiu hoje que não esperava que os sindicatos chegassem a acordo na terça-feira, afirmando que o ministro da Saúde “deixou os portugueses entregues à sua sorte” no mês de novembro.

Não tínhamos grande expectativa. As mensagens deixadas pelo ministro da Saúde são muito claras. Não está muito preocupado com a fixação de médicos no Serviço Nacional de Saúde [SNS], claramente. O trabalho médico, o sucesso e a garantia de acesso por parte dos utentes aos serviços de saúde não tem necessariamente a ver com número de horas (…), mas antes com o seu empenho, com a sua capacidade de trabalho”, adiantou agência Lusa a porta-voz do movimento, Susana Costa.

De acordo com Susana Costa, a motivação dos médicos é cada vez menor devido à postura de Manuel Pizarro.

“A mensagem que o ministro da Saúde deixou aos portugueses é que estão entregues à sua sorte, em relação à sua saúde e aos cuidados de saúde a que terão acesso no mês de novembro. Julgo que todos os portugueses captaram muito bem essa mensagem e é esta a postura do Ministério da Saúde: não está muito preocupado com a saúde dos portugueses”, acusou.

Sobre a possibilidade de os sindicatos e o Governo chegarem a um acordo na próxima sexta-feira, a porta-voz do ‘Médicos em Luta’ disse não acreditar “devido ao comportamento do Ministério da Saúde nos últimos 18 meses”.

“Está muito satisfeito com as aproximações que ele diz que tem tido, relativamente às reivindicações dos médicos, mas essa não é a realidade naquilo que verdadeiramente se verifica, portanto, esse otimismo que passa à população não é real. (…) Não estamos convictos de que haja definitivamente um acordo fechado na sexta-feira”, sublinhou.

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) revelou hoje que médicos e Governo não chegaram a acordo sobre os aumentos salariais, mas consolidaram os avanços negociais em outras matérias, como férias e tempo de trabalho no serviço de urgência.

No final de uma nova ronda negocial entre o Ministério da Saúde e o SIM e a Federação Nacional dos Médicos (Fnam), que começou na quarta-feira ao final da tarde e terminou pelas 00:00 de hoje, o secretário-geral do SIM, Jorge Roque da Cunha, garantiu que “há uma grande vontade de chegar a acordo” sobre as questões salariais.

As negociações entre o Ministério da Saúde e o SIM e a Fnam iniciaram-se em 2022, mas a falta de acordo tem agudizado a luta dos médicos, com greves e declarações de escusa ao trabalho extraordinário além das 150 horas anuais obrigatórias, o que tem provocado constrangimentos e fecho de serviços de urgência em hospitais de todo o país.

Arouca: Passadiços do Paiva eleitos melhor experiência de aventura na Europa

Os Passadiços do Paiva conquistaram, no passado fim de semana, mais dois prémios internacionais de turismo. Foram eleitos a Melhor Experiência de Aventura na Europa (Best Adventure Experience in Europe) e Melhores Percursos de Trekking no Sul da Europa (Best Trekking Tours in a Southern Europe) nos World Luxury Hotel Awards, cuja cerimónia decorreu a 28 de outubro, em Atenas (Grécia).

Os World Luxury Hotel Awards foram criados em 2006 e reconhecem hotéis, spas, restaurantes e operadores de viagens pelo seu serviço de excelência a nível mundial, afirmando-se como pináculo das conquistas da indústria hoteleira de luxo ao oferecer reconhecimento internacional fruto da votação de hóspedes, viajantes e players provenientes de todo o mundo.

“É sempre com enorme satisfação que vemos o nosso território e os seus equipamentos serem distinguidos”, afirma a presidente da Câmara Municipal de Arouca, Margarida Belém, que defende ainda que os prémios “reforçam o nosso sentido de responsabilidade em continuarmos a trabalhar, em conjunto com todo o setor turístico local, para manter o Arouca Geoparque Mundial da UNESCO no topo do turismo a nível nacional e internacional”.

Situados na margem esquerda do rio Paiva e com aproximadamente nove quilómetros de extensão, os Passadiços do Paiva proporcionam uma viagem única pela biologia, geologia e arqueologia daquela área do vale do Paiva, em pleno Arouca Geoparque Mundial da UNESCO. Abriram ao público em junho de 2015 e desde então já receberam mais de um milhão e meio de visitantes e acumularam vários prémios nacionais e internacionais.

Os Passadiços do Paiva foram eleitos este ano, pela sexta vez consecutiva, a “Melhor Atração de Turismo de Aventura da Europa” nos World Travel Awards 2023, estando atualmente nomeados para Melhor Atração de Turismo de Aventura do Mundo 2023, com as votações a decorrerem até 17 de novembro.

  • Prémios recebidos
    • World Travel Awards
      • “Melhor Projeto de Desenvolvimento Turístico da Europa” (2016, 2017, 2018, 2019 e 2021)
      • “Melhor Atração de Turismo de Aventura da Europa” (2018, 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023)
      • “Melhor Atração de Turismo de Aventura do Mundo” (2018, 2019, 2020, 2021, 2022)
      • “Melhor Atração Turística da Europa” (2022)
    • 1º Prémio Nacional de Arquitetura em Madeira ’17
    • Prémio Geoconservação ’17
    • Medalha de Mérito Turístico ’18
    • Prémio Guarda-Rios ’18
    • World Luxury Awards 2023
      • Best Adventure Experience in Europe
      • Best Trekking Tours in Southern Europe

Destaques