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Motociclista morre em colisão com carro em Atouguia da Baleia. Há dois feridos

No local estiveram os bombeiros, o INEM e a GNR. 

Uma colisão entre uma mota e um carro fez um morto e dois feridos em Atouguia da Baleia, Peniche, este domingo. O acidente ocorreu na saída do IP6 para a EN247, por volta das 13h00. 

A vítima mortal é o motociclista. Os feridos, com ferimentos ligeiros, estão a ser assistidos. 

A mota, após o despiste, acabou por ficar num terreno anexo, de propriedade privada.

Motociclista gravemente ferido em colisão com carro em Ovar

Um motociclista sofreu ferimentos graves, esta tarde de domingo, na sequência de uma colisão entre a moto em que seguia e um carro, em Ovar.

O alerta foi dado, cerca das 13h30, para os Bombeiros de Ovar, para um acidente rodoviário, na rua António Valente, em Válega. A equipa da viatura médica de emergência e reanimação da Feira também foi acionada.

A PSP de Ovar foi acionada e investiga as causas do acidente.

A vítima foi levada, pelos Bombeiros de Ovar, para o Hospital da Feira.

Pescador resgatado “inconsciente” durante a madrugada na Figueira da Foz

A vítima foi então transportada para uma unidade hospitalar para receber tratamento adequado.

Um homem, de 58 anos, que se encontrava a navegar na embarcação de pesca Fiuza, a cerca de 26 quilómetros a oeste da Figueira da Foz, teve de ser resgatado pela Marinha Portuguesa, esta madrugada.

A embarcação de pesca efetuou um pedido de auxílio, ainda durante a noite de sábado, ao Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), dando conta que “um pescador se encontrava inconsciente”.

O capitão do Porto da Figueira da Foz foi rapidamente contactado, devido à aproximação da costa, ativado de imediato uma lancha salva-vidas.

“Após avaliação do pescador, o CODU-MAR confirmou a necessidade de resgate médico imediato”, refere um comunicado da Marinha, destacando que “as características da embarcação e o estado médico da vítima não permitiram o transporte para a lancha de salva-vidas”.

Por isso, foi necessário que um elemento da capitania da Figueira da Foz se dirigisse à embarcação da vítima com equipamento de oxigénio, tendo prestado apoio ao indivíduo até atracar.

O pescador foi então transportado para uma unidade hospitalar para receber tratamento adequado.

Fogos? Risco “é cada vez maior”, mas “trabalho tem produzido resultados”

O ministro do Ambiente considerou hoje que o risco de incêndios rurais “é cada vez maior”, fruto das alterações climáticas, mas destacou que “há um trabalho coletivo que o país está a fazer e que tem produzido resultados”.

“Têm existido uma enorme eficácia no combate aos fogos rurais, temos cada vez mais capacidade de intervenção, mas temos de estar vigilantes, atentos, preparados, sabendo que este é um risco cada vez maior. No que diz respeito aos incêndios, há um trabalho coletivo que o país está a fazer e que tem produzido resultados”, afirmou Duarte Cordeiro, durante uma visita ao Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG).

O governante assumiu que este trabalho é “contínuo” face a um “risco evidente”.

“Quando as alterações climáticas nos trazem chuvas muito fortes em dezembro e três ondas de calor em abril, significa que hoje o fenómeno é mais difícil”, vincou o ministro do Ambiente, salientando que, desde 2017, tem sido feito um “trabalho significativo”, quer no reforço de meios, quer do ponto de vista da prevenção.

“Esta campanha começou em outubro, termina, mais ou menos, nesta altura, e fizemos em termos de [limpeza de] faixas de gestão de combustível, cerca de 8 mil hectares de faixas primárias, que são aquelas que permitem, não só impedir a progressão do fogo, como o posicionamento dos meios de combate”, revelou o governante, acrescentando.

“Este ano de 2023 estamos a contar fazer [a limpeza de] 11 mil hectares de faixas de gestão de combustível e, temos meios, com o PRR [Plano de Recuperação e Resiliência], de, nos próximos anos, fazermos [a limpeza de] mais 37 mil hectares de faixas de gestão de combustível. Nas zonas que identificamos como territórios vulneráveis diria que temos cerca de 50% das faixas executadas, o que significa um trabalho muito significativo nos últimos anos”, salientou Duarte Cordeiro.

O Instituto Português do Mar e das Atmosfera (IPMA) prevê para os próximos meses a continuação de temperaturas elevadas, a ausência de precipitação e o perigo de incêndio muito elevado.

A agência Lusa questionou se, no que compete ao ministério do Ambiente, foi tudo o que era possível ser feito até agora.

“Nunca podemos dizer isso nesses termos. Podemos sempre dizer que estamos a trabalhar de forma muito intensa, a aumentar a capacidade de intervenção, a aumentar os meios pesados e os recursos humanos do ICNF [Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas], e que hoje estes meios já ocupam um percentagem muito grande do dispositivo. Cerca de 18% do dispositivo [de combate aos incêndios]”, declarou Duarte Cordeiro.

O ministro do ambiente, acompanhado pelo secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, pela diretora Regional da Conservação da Natureza e Florestas do Norte, Sandra Sarmento, e por alguns presidentes de municípios da região, visitaram algumas zonas do PNPG.

Duarte Cordeiro destacou o trabalho que tem vindo a ser feito pelo INCF nesta zona protegida.

“Trabalho fundamental que tem sido feito de prevenção, de preservação dos ecossistemas, das espécies autóctones, que diminui o risco, e em que conseguimos ter vigilância, ocupação e capacidade de intervenção”, sublinhou Duarte Cordeiro.

JMJ: Lisboa com 4.500 famílias de acolhimento e 1.621 espaços

A Diocese de Lisboa registou até ao momento 4.500 famílias de acolhimento de peregrinos no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e identificou 1.621 espaços coletivos de alojamento, disse à agência Lusa o seu coordenador.

Nós estimamos que de todos os peregrinos com alojamento cerca de 20% ficarão em famílias de acolhimento e 80% em espaços coletivos e acolhimento. É muito mais fácil num pavilhão, numa escola, numa associação, num quartel de bombeiros ficar um grupo grande do que numa casa”, disse à Lusa o coordenador do Comité Organizador da JMJ da Diocese de Lisboa, João Clemente.

O responsável referiu que até ao momento foram identificados na Diocese de Lisboa (22 municípios) 1.621 espaços coletivos de alojamento (escolas, quartéis, pavilhões), cabendo agora contratualizar a sua utilização com as respetivas entidades.

“Todos estes espaços carecem de ser capacitados. Ou seja, verificar se depois há uma carência, por exemplo, duches, a montagem de algumas infraestruturas mínimas. Se todos os espaços identificados forem utilizados terão capacidade para 250 mil peregrinos”, estimou.

No entanto, João Clemente admitiu que a “experiência ideal” para os peregrinos seria ficarem em famílias de acolhimento, adiantando que até ao momento 4.500 agregados manifestaram disponibilidade para os acolher.

“Gostávamos de quadruplicar ou triplicar esse número. Nós neste momento temos uma capacidade para receber cerca de 17 a 18 mil peregrinos em famílias, mas gostávamos de ter mais. Gostávamos de ter mais, não porque exista uma carência de espaço, mas porque a experiência que o peregrino faz numa família de acolhimento é muito mais enriquecedora do que um peregrino que fica num espaço coletivo”, argumentou.

Ainda em relação às famílias de acolhimento já inscritas, João Clemente adiantou que 40% pertencem a municípios do Oeste e os restantes 60% a concelhos mais próximos da cidade de Lisboa.

Relativamente aos voluntários paroquianos, a Diocese de Lisboa conseguiu até ao momento angariar 7.000 pessoas, um número considerado “muito positivo” pela organização.

Estes voluntários, explicou João Clemente, vão ajudar a preparar os espaços onde os peregrinos vão dormir, os pequenos-almoços e dar informações sobre alimentação e transportes.

“Estamos a ter um crescimento bastante interessante. Eu diria que nós nesta reta final estamos a ter um crescimento na ordem dos 1.000 voluntários por mês, o que é muito positivo. Sentimos que à medida que a Jornada se vai aproximando há um ritmo maior de crescimento destas disponibilidades”, indicou.

A Diocese de Lisboa é composta por 288 paróquias, distribuídas pelos municípios de Lisboa, Loures, Odivelas, Amadora, Sintra, Oeiras, Cascais, Mafra, Vila Franca de Xira, Azambuja, Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras, Alenquer e Cadaval, do distrito de Lisboa, e Bombarral, Lourinhã, Caldas da Rainha, Peniche, Óbidos, Nazaré e Alcobaça, do distrito de Leiria.

A Jornada Mundial da Juventude, considerada o maior acontecimento da Igreja Católica, vai realizar-se este ano em Lisboa, entre 01 e 06 de agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas.

As principais cerimónias da jornada decorrem no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures.

As jornadas nasceram por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

Clima. Ativistas concentrados à entrada da Faculdade de Letras em Lisboa

Cerca de uma dezena de ativistas estão desde as 6h00 à entrada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em protesto pelo fim dos combustíveis fósseis, disse à agência Lusa fonte do movimento “Fim ao Fóssil ocupa”.

Em declarações à Lusa cerca das 8h15, a ativista Leonor Silva, adiantou que a “Faculdade está aberta, mas os ativistas estão em protesto junto à entrada principal”.

“Estamos em protesto contra a desresponsabilização da faculdade quanto ao problema da crise climática”, disse.

Nos últimos três dias, a Escola Artística António Arroio e o Liceu Camões, em Lisboa, foram encerrados pelos ativistas.

Os jovens ativistas estão, desde o dia 26 de abril, a fazer ações de protesto pelo clima em escolas de Lisboa e do Algarve, ocupando a Faculdade de Letras, a Faculdade de Psicologia e o Instituto Superior Técnico, a Escola Secundária Dona Luísa de Gusmão, em Lisboa, e Escola Secundária Tomás Cabreira, em Faro.

Exigindo o fim dos combustíveis fósseis até 2030 e eletricidade 100% renovável e acessível até 2025, os jovens dizem que só param quando tiverem 1.500 pessoas dispostas a participar numa ação contra o gás natural marcada para dia 13 no porto de Sines.

Hoje, em comunicado, o movimento diz que os estudantes já recolheram uma centena e meia de assinaturas.

Ucrânia. Projeto de casal da Figueira da Foz apoiou 12 mil refugiados

O projeto From to Ukraine desenvolvido por um casal da Figueira da Foz, em que a mulher é da Ucrânia, já apoiou 12 mil refugiados ucranianos desde o primeiro dia da invasão russa, a 24 de fevereiro de 2022.

“No primeiro dia criámos um ‘site’ que fornecia toda a informação necessária para os refugiados, que lhes permitia viajar dentro da Ucrânia até às fronteiras que estavam abertas, saber como atravessar as fronteiras e como chegar a Portugal e se instalarem cá”, explicou à agência Lusa David Carvalhão, de 45 anos, um dos mentores do projeto.

Juntamente com a mulher Kateryna Shepeliuk, de 32 anos, natural de Donetsk — que viu a sua casa destruída em 2014, aquando da ocupação da Crimeia, e reside em Portugal desde 2017 — criou também no final do primeiro dia de conflito uns formulários com ofertas e pedidos de ajuda.

David Carvalhão explicou que “as pessoas podiam colocar as ofertas das suas casas, alimentação ou viagens” nos formulários, enquanto uma pequena equipa de voluntários recebia chamadas telefónicas e mensagens escritas na rede Telegram e ia ajudando os refugiados.

No terceiro dia da invasão russa, depois de uma fase inicial “muito intensa”, o casal ajudou a criar uma organização designada We Help Ukraine e um centro de atendimento com mais de 200 voluntários, “para coordenar todo o processo, acompanhando o refugiado desde que entrava em contacto dentro da Ucrânia até passar a fronteira”.

“Encaminhávamos os refugiados para autocarros e outros meios de transporte e quando não havia autocarros usávamos algumas ofertas, como bilhetes de avião, para meter as pessoas, nomeadamente os mais idosos, pessoas mais frágeis”, explicou David Carvalhão.

Depois de entrarem em solo português, os refugiados eram ajudados a instalar-se em vários pontos do país por equipas de voluntários espalhadas pelo território nacional.

Passada a fase de instalação, o desafio passou a ser a integração dos cidadãos ucranianos na sociedade portuguesa, tendo o casal da Figueira da Foz recorrido ao desporto para estreitar laços com as populações locais.

“Envolvemos no total à volta de seis mil pessoas nestas atividades a nível nacional, ao longo do último ano, com resultados muito positivos”, sublinhou David Carvalhão, criador de empresas ‘start-up’ tecnológicas.

O projeto desenvolvido pelo casal vai continuar a realizar atividades desportivas de integração e a promover aulas de língua portuguesa, sobretudo para os adultos, já que as crianças “acabam por interagir bastante na escola e acabam por aprender português”.

Para David Carvalhão, o maior desafio que se coloca agora é “gerir uma série de problemas psicológicos que começam a surgir” nos refugiados, já que muitos deles “no choque inicial estavam um pouco anestesiados pelas circunstâncias”.

“Vamos tentando gerir com apoio psicológico e atividades, uma vez que o desporto ajuda bastante a gerir a ansiedade, tentando também apoiá-los dentro do possível nos problemas que vão tendo”, frisou.

O projeto From to Ukraine foi distinguido com o prémio Sport for Peace, no âmbito do Fórum Europeu do Desporto 2023, promovido pela Comissão Europeia.

O prémio reconhece reconhecer o trabalho desenvolvido por Organizações Não-Governamentais no apoio a refugiados, com incidência nos provenientes da Ucrânia, através do uso do desporto como veículo para a integração social.

O galardão foi entregue na terça-feira em Estocolomo, Suécia, pelo ministro-adjunto para a integração europeia do Governo ucraniano, Andriy Chesnokov, que viajou mais de 30 horas para estar presente no evento.

Além de um cheque de 10 mil euros, o prémio “é um reconhecimento do trabalho fantástico desenvolvido por centenas de voluntários com milhares de refugiados ao longo de mais de um ano”, sintetiza David Carvalhão.

Hospital de Santarém reconhece falta de médicos na Medicina Interna


O Hospital de Santarém reconheceu hoje a falta de médicos no Serviço de Medicina Interna, situação que afirma ser “transversal aos hospitais do SNS” e que, apesar dos esforços, não conseguiu alterar até ao momento.

Em reação ao comunicado divulgado hoje pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), segundo o qual 80% dos médicos de Medicina Interna do Hospital Distrital de Santarém (HDS) entregaram minutas de escusa de responsabilidade, dadas as “situações muito preocupantes” que se vivem naquele serviço, o Conselho de Administração (CA) assegura que “sempre zelou pela qualidade dos cuidados prestados e a segurança dos seus utentes e profissionais”.

“O HDS debate-se com carência de recursos médicos no Serviço de Medicina Interna, o que nunca deixámos de referir, realidade transversal aos hospitais do SNS [Serviço Nacional de Saúde] e que, apesar de todos os esforços deste CA, não foi possível até ao momento alterar”, afirma a administração liderada por Ana Infante.

O HDS salienta, numa nota enviada à comunicação social, que “sempre que existem dificuldades na constituição das equipas de urgência e/ou grande afluência de utentes, é solicitado às entidades competentes (CODU, SNS24, ARSLVT) o encaminhamento de doentes para outros hospitais da rede”, situação “que tem sido amplamente noticiada a nível regional e nacional”.

No comunicado publicado hoje no seu ‘site’, o SIM refere a falta de médicos internistas e de assistentes hospitalares de Medicina Interna, “manifestamente insuficientes em número para permitirem a constituição diária, de acordo com as ‘leges artis’, das equipas de Serviço de Urgência (SU) bem como do necessário acompanhamento dos doentes internados no horário disponível para tal”.

Sublinhando que o serviço de Medicina Interna “não se esgota na Urgência externa e no internamento, assegurando também outras valências como sejam a consulta externa, hospital de dia e urgência interna”, o sindicato afirma que as “falhas/faltas nas escalas desta última sobrecarregam ainda mais a equipa” do Serviço de Urgência (SU).

“As escalas de SU, já de si frequentemente deficitárias, são ainda agravadas pela necessidade de serem os elementos destas equipas a muitas vezes assegurem os transportes inter-hospitalares”, acrescenta.

Por outro lado, afirma que a falta de médicos de outras especialidades nas Urgência, nomeadamente de Ortopedia, sobrecarrega ainda mais a equipa de Medicina Interna.

O sindicato acusa, ainda, o Conselho de Administração do HDS de criar “artifícios” para “se furtar a cumprir a lei e pagar horas extraordinárias”, através de “bancos de horas”, que, “por não estarem previstos na Lei, desaparecem da contabilidade hospitalar”.

No comunicado emitido hoje à noite, o HDS desmente esta afirmação, assegurando que “sempre pagou as horas extraordinárias realizadas pelos seus profissionais, de acordo com a legislação em vigor”.

“Este CA sempre zelou pela qualidade dos cuidados prestados e a segurança dos seus utentes e profissionais, prática que não deixará de ter no cumprimento da sua missão enquanto hospital do SNS”, acrescenta.

Novos passadiços começaram a ser construídos em Santa Comba Dão

Antigos moinhos, pontões e outros edifícios com história que têm uma forte ligação afetiva à comunidade vão poder ser vistos a partir dos novos passadiços que começaram a ser construídos em Santa Comba Dão, anunciou hoje a autarquia.

Os passadiços em madeira estão a ser construídos no âmbito da requalificação da ribeira das Hortas a jusante da Ponte, que tem um custo total elegível de 758.353 euros e um prazo de execução de um ano.

“Paralelamente a esta construção, prossegue a recuperação do antigo lagar de azeite, que está a ser adaptado num espaço cultural e educativo”, avançou a autarquia, em comunicado, acrescentando que “a parte estrutural e a colocação da cobertura já estão praticamente concluídas, prosseguindo agora os acabamentos”.

A autarquia aludiu ainda a “intervenções na central elétrica desativada, tendo em vista a conversão deste equipamento em espaço museológico/interativo”.

“Dividida em três lotes, a requalificação da ribeira das Hortas a jusante da Ponte é uma intervenção ampla, que tem como principal objetivo a valorização ambiental, comunitária e económica deste curso ribeirinho com forte ligação identitária com as populações e com elevado potencial de promoção turística”, justificou.

Está ainda prevista “a execução da limpeza do leito da ribeira, a recuperação de muros e pontões e a montagem de mecanismos e engenhos no antigo lagar de azeite”, acrescentou.

Segundo a autarquia, a obra, que é cofinanciada em 644.600 euros pelo Centro 2020, “alia objetivos turísticos, culturais e pedagógicos, numa ótica de valorização do património construído e de melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”.

Recreio Desportivo de Águeda “não tem dinheiro” para pagar ao plantel sénior

Quem avançaou ao plantel com a noticia foi o recém eleito vogal da direção do Recreio de Águeda, Óscar Mendes, comunicou, ontem, ao plantel sénior, que o clube “não tem dinheiro” e que “não vai pagar” os valores acordados até final da época, abrindo portas a “quem quisesse sair” de imediato.

O dirigente afirmou, contudo, que conseguiu convencer o presidente, Rui Anjos (na foto), a pagar tudo (abril e maio), desde que a equipa conseguisse averbar sete dos 12 pontos que ainda estão em disputa, com quatro dos cinco atuais primeiros classificados (Lobão e Estarreja, fora; Ovarense e Florgrade, em casa), sabendo-se que esse pecúlio não impedirá que o Recreio de Águeda seja o último classificado da fase final do campeonato.

Após esta comunicação, o plantel recusou-se a treinar e não o fará enquanto o clube não liquidar o mês de abril e, por antecipação, a mensalidade de maio.

Óscar Mendes admite apresentar-se com “juniores e juvenis” nos quatro jogos que faltam realizar até ao final da época.

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