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Páscoa. GNR registou 2 mortes e mais de 1.000 infrações só na 5.ª-feira

Força de segurança detetou 1.469 contraordenações rodoviárias só na quinta-feira, 6 de abril.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou mais de 240 acidentes rodoviários, dos quais resultaram duas vítimas mortais, na quinta-feira, 6 de abril, dia em que intensificou o patrulhamento no âmbito da Operação ‘Páscoa 2023’, que se vai estender até ao próximo dia 11 deste mês.

Em comunicado, esta sexta-feira, a força de segurança explica que, durante este período de fiscalização e patrulhamento intensivo, registou 246 acidentes rodoviários, dos quais resultaram duas vítimas mortais e nove feridos graves.

No que diz respeito aos acidentes que envolveram vítimas mortais, um deles ocorreu no concelho de Vila Nova de Gaia e trata-se de uma colisão, que resultou na morte de um homem de 37 anos. O outro acidente registou-se no concelho de Portel – uma colisão que matou um homem de 71 anos.

No dia de ontem, a GNR fiscalizou 6.525 condutores, dos quais 37 “conduziam com excesso de álcool”. Destes 37, 23 foram detidos “por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l”.

Segundo a GNR, foram ainda detidas 21 pessoas “por conduzirem sem habilitação legal”.

A força de segurança detetou também 1.469 contraordenações rodoviárias: “611 por excesso de velocidade, 108 por falta de inspeção periódica obrigatória, 33 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 56 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução, 75 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças, 27 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório”.

A GNR “aconselha a uma condução atenta, cautelosa e defensiva, para que o período festivo seja passado em segurança”.

Beneficiação de caminhos rurais

O Município de Anadia vai investir mais de 90 mil euros em trabalhos de melhoramento e regularização de diversos caminhos rurais em vários pontos do concelho, com o intuito de criar melhores condições de acessibilidade. Nesta fase, a extensão da intervenção é de aproximadamente 15 kms. Os trabalhos têm início na freguesia de São Lourenço do Bairro.

Com um prazo de execução de seis meses, os trabalhos contemplam a limpeza e reforço da base dos caminhos rurais em “tout-venant”, bem como a limpeza mecânica e reperfilamento da plataforma. Em determinadas situações estão ainda previstas escavações, regularização de taludes e abertura de aguadeiros. Pretende-se desta forma beneficiar os caminhos que se encontram em mau estado, proporcionando melhores condições de circulação aos seus utilizadores.

Ministério adia decisões sobre novo hospital do Oeste até analisar estudo

O Ministério da Saúde esclareceu hoje que adiou as decisões quanto à localização e ao perfil assistencial do futuro hospital do Oeste até o grupo de trabalho analisar o estudo da Câmara de Caldas da Rainha e elaborar o relatório.

“A decisão do Ministério da Saúde será tomada após ser recebido o relatório do grupo de trabalho”, revelou a tutela, numa resposta por escrito à agência Lusa, depois de questionado sobre a falta de decisões até ao final de março, como tinha assumido o ministro.

O ministério de Manuel Pizarro “não deixará de ter em conta todos os contributos que sejam apresentados, que devem ser incorporados na decisão a adotar”, referindo-se ao estudo entregue em 21 de março pela Câmara Municipal das Caldas da Rainha, no distrito de Leiria.

Por isso, justificou, “entendeu aceitar que o grupo de trabalho possa precisar de mais algum tempo, para produzir o seu relatório”, que espera que seja concluído “o mais breve possível”.

A construção de um novo hospital para a região é reclamada pelos 12 concelhos da Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim), que encomendaram um estudo à Universidade Nova de Lisboa, para definir o perfil assistencial e a localização da futura unidade.

O estudo aponta o Bombarral (no distrito de Leiria) como a localização ideal para o hospital e foi entregue em novembro ao ministro da Saúde, que na ocasião se comprometeu a definir a localização e o perfil assistencial do novo hospital até ao final de março.

Em março, as câmaras das Caldas da Rainha e de Óbidos enviaram ao grupo de trabalho um parecer técnico que defende que os ministérios da Economia e da Coesão Territorial devem participar na decisão e que a mesma deve ter em conta outros critérios, além dos analisados no estudo encomendado pela OesteCim.

Em fevereiro, as assembleias municipais da maioria dos municípios da região Oeste aprovaram moções a apoiar a localização para o novo hospital definida no estudo encomendado pela OesteCIM (Bombarral).

A decisão final está a ser equacionada por um grupo de trabalho criado pelo Governo, cujo trabalho tem por base os contributos dos municípios.

O novo hospital deverá substituir o atual Centro Hospitalar do Oeste, que integra os hospitais das Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche, tendo uma área de influência constituída pelas populações dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça e de Mafra.

Bispo de Viseu pede “tolerância zero” para abusos sexuais

O bispo de Viseu pediu hoje “tolerância zero” para “todos os tipos de abusos sexuais e de violência”, considerando-os “crimes horrendos, abomináveis e hediondos” que não deixam brilhar na Igreja, nem no mundo, “a luz” de Cristo ressuscitado.

Na sua mensagem pascal, António Luciano dos Santos Costa referiu que “Cristo ressuscitado oferece à humanidade a vida nova” que dá sentido à fé e à esperança e é “capaz de destruir todos os males e erros do mundo pela raiz”.

“A paixão de Jesus continua viva na sociedade e na Igreja, nos mais absurdos e horrendos crimes que se abateram sobre nós, lembrando a escuridão e as densas trevas de uma Sexta-Feira Santa mergulhada no sofrimento e na angústia de tantos”, frisou.

Dirigindo-se a Cristo, o bispo de Viseu pediu que fortaleça e cure “todas as vítimas dos abusos sexuais de crianças na Igreja em Portugal”.

No seu entender, “a solidariedade salvífica do amor novo” leva ao comprometimento “na prevenção, denúncia, escuta, acolhimento e ajuda humana, psicológica, moral, ética e material das vítimas de abusos, quer sejam crianças ou adultos vulneráveis”.

“Ajudemos as vítimas a encontrar em Cristo ressuscitado a Páscoa e a libertação de que tanto precisam. Cuidemos de todos acolhendo-os, ajudando-os no seu processo de cura e de busca de sentido para a sua própria vida. Cuidemos também dos abusadores, ajudando-os a remir tão grandes males”, apelou.

O bispo de Viseu pediu também ao “cristão adormecido depositado no sepulcro pelo abandono do amor e da fé, aterrorizado pelo sono da indiferença e do ateísmo, marcado pela nostalgia do absurdo de uma Igreja pecadora, enfraquecido pelo medo de uma vida sem sentido, por consequências de uma economia que mata e de uma pobreza entre os povos sem limite”, que acorde.

“Acorda cristão, tu que tens o sono da morte, da irresponsabilidade, da negligência, da criminalidade violenta, do ódio sem controle e do afastamento consciente da Igreja”, acrescentou.

Segundo António Luciano dos Santos Costa, “à luz do mistério pascal”, todos são “pecadores, feridos e magoados, chamados a um caminho de conversão, arrependimento e reparação”.

António Luciano dos Santos Costa aproveitou a mensagem pascal para deixar “uma palavra de estima e gratidão a todos os sacerdotes, diáconos, consagrados e seminaristas que vivem a sua vocação com alegria e entusiasmo no meio das maiores dificuldades”.

Ex-comandante da base de Ovar gastou 30 mil em comida e vinho para família

Um ex-comandante da base aérea de Maceda é suspeito de ter gastado indevidamente mais de 30 mil euros com o fornecimento de refeições à sua mulher e filho, além da aquisição de géneros alimentícios e bebidas alcoólicas diferenciadas.

O coronel, atualmente na reforma, foi acusado pelo Ministério Público (MP) de Aveiro de 19 crimes de recebimento indevido de vantagem, 14 crimes de abuso de poder, quatro crimes de peculato de uso e um crime de denegação de justiça e prevaricação.

A acusação do MP, divulgada pela Procuradoria-Geral Regional do Porto a 20 de março e consultada hoje pela Lusa, refere que o ex-comandante, de 59 anos, terá obtido benefícios ilegítimos para si e para a sua família e recebido ou proporcionado vantagens indevidas a outros militares e trabalhadores civis da unidade, causando um prejuízo ao Estado de quase 200 mil euros.

O processo inclui ainda mais seis arguidos com vínculo à Força Aérea Portuguesa (militares de diversas patentes, incluindo oficiais e assistente operacionais) que estão acusados dos crimes de abuso de poder, peculato e recebimento indevido de vantagem.

A mulher do antigo comandante também está acusada no mesmo processo do crime de usurpação de funções.

Os factos criminosos remontam ao período entre outubro de 2018 e abril de 2021, quando o coronel desempenhou as funções de comandante do Aeródromo de Manobra n.º 1 (AM1) em Ovar, no distrito de Aveiro.

A acusação, datada de 13 de fevereiro, refere que o arguido autorizou e justificou indevidamente ajustamentos a inventários de balanço de géneros alimentares da messe do AM1, a que correspondeu um “desvio absoluto” de cerca de 120 mil euros.

Segundo a investigação, estes “desvios absolutos” resultaram de “práticas sistemáticas e generalizadas de aquisição desproporcional de bens e suportada com recurso ao esgotamento das dotações orçamentais nas rubricas correspondentes, com contraprestação desadequada e desproporcional à prossecução das atribuições do AM1”.

A acusação refere que o antigo comandante não comia na messe, tendo dado indicações para que as suas refeições fossem transportadas diariamente para sua casa, assim como as da mulher e do filho, que não tinham direito a alimentação por conta da Força Aérea, o que se traduziu numa vantagem patrimonial indevida de cerca de 17 mil euros.

Durante o período em causa, o ex-comandante terá ainda recebido na sua casa géneros alimentares e artigos diferenciados, normalmente não consumidos na messe, incluindo vinho da marca “Papa Figos”e bebidas espirituosas, fruta diferenciada, como papaia e manga, bolos, chocolates, sumos, água com gás, queijos, manteiga, molhos, temperos e vegetais, num valor de quase 14 mil euros.

O oficial também terá solicitado e recebido leitões nas festas de Natal de 2019 e 2020 e na festa de aniversário de um dos seus filhos, tendo ainda proporcionado trabalho suplementar a trabalhadores civis da messe em atividades e festas pessoais, cujo custo foi suportado pelo AM1.

Os gastos indevidos e que foram suportados por aquela unidade militar da Força Aérea Portuguesa incluem ainda a colocação na casa de função, onde residia com a mulher e um filho, de novos trens de cozinha, cortinas e dois colchões, bem como o pagamento de despesas relativas a água, luz, telecomunicações e serviço de televisão.

Na lista de despesas aparecem ainda a reparação de móveis particulares do ex-comandante na carpintaria do AM1 e a revisão e manutenção das suas viaturas particulares nas oficinas do AM1, além de trabalhos de limpeza do jardim e de pintura da sua residência particular.

O antigo comandante terá ainda dado indicações para que ele e o respetivo agregado familiar usufruíssem indevidamente dos serviços de lavandaria do AM1 e para que uma passadeira elétrica e uma máquina de remo, que estavam afetas à utilização dos militares no ginásio, fossem desviadas e colocadas na sua casa de função.

O MP requereu que os arguidos sejam condenados a pagar ao Estado cerca de 238 mil euros, correspondente ao prejuízo total causado, tendo ainda ordenado a extração de uma certidão para remeter ao Tribunal de Contas para eventual apuramento de responsabilidade financeira.

Em resposra à Lusa a 20 de março, a Força Aérea esclareceu que os oficiais acusados neste processo não se encontram atualmente ao serviço ativo daquele ramo das forças armadas, acrescentando que apurados todos os factos, “agirá em conformidade com a lei, sem prejuízo da ação disciplinar que ao caso compete”.

Executivo Municipal aprovou votos de reconhecimento na primeira Reunião de Câmara de abril

José Sequeira, Associação Louzan Natação e vários dos seus atletas foram distinguidos

O Executivo Municipal, por unanimidade, aprovou na reunião de 3 de abril, votos de reconhecimento a José Sequeira, à Associação Louzan Natação e a vários dos seus atletas.

José Sequeira sagrou-se campeão Distrital, no escalão M70, na distância de 7250 metros, no Campeonato Distrital de Corta Mato Longo – Veteranos.

Já a Associação Louzan Natação e os seus atletas Gabriel Lopes, Afonso Costa, Camila Rebelo, Inês Henriques, Leonor Paiva, Ângela Rebelo, Dânia Rodrigues, Gonçalo Santos, Tomás Santos, Afonso Tomás, Duarte Fernandes e Alexandre Dzyakanau foram distinguidos pelos resultados obtidos no Campeonato Interdistrital de Juvenis, Juniores e Absolutos que decorreu em Coimbra, com a conquista do primeiro lugar Medalheiros no escalão Absoluto, com 16 medalhas de ouro, 1 de prata e 4 de bronze. Além disso, Gabriel Lopes, Afonso Costa, Camila Rebelo e Inês Henriques bateram o Record Nacional 4×100 metros Estilos Misto.

Os Votos de Reconhecimento foram extensivos a todas as pessoas e entidades que contribuíram para os excelentes resultados obtidos.

PSP DE COIMBRA EFETUA SEIS DETENÇÕES POR FURTO E INFRAÇÕES RODOVIÁRIAS

Nas últimas 24 horas, a PSP de Coimbra deteve seis pessoas por furto e por infrações rodoviárias, designadamente condução em estado de embriaguez e sem habilitação legal.

No que respeita ao crime de furto, foram detidas duas jovens, com 18 e 22 anos de idade, num estabelecimento comercial da zona de Santa Clara, em Coimbra. Abandonaram o espaço na posse de vários artigos sem efetuar o respetivo pagamento. A detenção foi efetuada ontem, 4 de abril, pelas 19 horas.

Em relação a infrações rodoviárias, foram detidos quatro homens, dois que conduziam sob efeito do álcool e dois sem habilitação legal. Pelas 23h30 de ontem, na rua das Quintas, na Figueira da Foz, um indivíduo de 61 anos de idade acusou uma taxa de álcool no sangue (TAS) de 1,93 gramas por litro (g/l). Em Coimbra, na madrugada desta quarta-feira (01h10), foi detido um homem de 42 anos, na estrada de Eiras, com uma TAS de 1,55 g/l.

Sem habilitação legal para condução de veículos ligeiros de passageiros, a primeira detenção foi registada ontem, às 09h30, na ponte de Eiras, e envolveu um homem de 31 anos. A segunda ocorreu hoje, às 03h45, na estrada de Eiras. O detido é um homem de 53 anos de idade.

Município de Oliveira do Hospital foi alvo de ciberataque que afeta o normal funcionamento dos serviços nos próximos dias

O Município de Oliveira do Hospital foi alvo de um ataque informático, que está a comprometer seriamente o normal funcionamento dos serviços municipais.

O ataque, que ocorreu ontem, dia 4 de abril, ao final da tarde, já foi comunicado ao Centro Nacional de Cibersegurança e reportado à Comissão Nacional de Proteção de Dados. Vai também ser apresentada uma queixa-crime junto da Polícia Judiciária

Em consequência deste ciberataque, cuja dimensão está ainda a ser avaliada pelos serviços informáticos e por entidades externas, todos os serviços municipais estão bloqueados, não sendo possível garantir o normal atendimento aos munícipes, como no balcão único, por exemplo, ou em qualquer outro departamento que dependa de sistemas informáticos.

O Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, mostra-se preocupado com este ato e condena a ocorrência do ataque informático, explicando que os serviços estão a desenvolver todos os esforços para que o regresso à normalidade aconteça o mais rapidamente possível.

Apelando à compreensão dos munícipes para os constrangimentos que uma situação desta natureza provoca, José Francisco Rolo, refere que de acordo com o diagnóstico em curso, a expetativa é a de que os serviços afetados possam retomar o normal funcionamento no início da próxima semana.

O autarca, ressalva também que os munícipes poderão no entanto estabelecer contactos com o Município via telefone ou presencialmente.

Campeonato Nacional de Enduro 2023 na Lousã

Provas decorrem a 7 e 8 de abril

A Lousã recebe, nos dias 7 e 8 de abril, a 4ª prova do Campeonato Nacional de Enduro inserida no calendário da Federação de Motociclismo de Portugal.

Este ano as provas previstas no evento (Mini Enduro e Enduro) terão lugar nos terrenos do Arneiro.

Com a base logística montada no Parque Municipal de Exposições, a prova começa no dia 7 de abril (sexta-feira) com a realização das verificações técnicas e com a prova do Campeonato de “Mini Enduro”, marcada para as 12h.

No dia 8 de abril (sábado), terá então inicio, pelas 10h, a 4ª prova do Campeonato Nacional de Enduro estando o final previsto para as 17h.

Com um percurso de cerca de 50 km onde se inserem três especiais cronometradas na zona do Arneiro, para a edição deste ano estão já inscritos mais de duas centenas de pilotos.

Destaca-se, ainda, nesta edição da prova, a realização da primeira “Expomoto” que terá lugar nos dias 7 e 8 de abril no Parque Municipal de Exposições, onde os amantes desta modalidade e todos os interessados poderão ver e adquirir um conjunto variado de equipamentos e material destinado à prática do Enduro.

Este evento é organizado pelo Montanha Clube e conta com o apoio da Câmara Municipal da Lousã.

Feira do Livro de Góis – 25.ª edição

A Feira do Livro de Góis está de volta, este ano com edição de prata, vinte e cinco anos de um evento municipal que procura promover a literacia e o acesso a livros a preços convidativos. Para esta edição especial contamos com a presença da Diretora Regional de Cultura do Centro, Suzana Menezes.

Para além de animação, música, showcooking, apresentação de livros, a autarquia, nesta 25ª edição, vai homenagear Ana Filomena Amaral, romancista, historiadora, tradutora e autora de 14 obras, entre ficção e investigação histórica. Ana Filomena Amaral contribuiu ativamente para a organização da 1ª edição deste certame.

Para além do habitual formato de papel, a 25ª edição vai disponibilizar aos seus visitantes alguns e-books – livros em formato digital.

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