Em Montemor-o-Velho, o 25 de Abril celebra-se também na rua, com muita atividade física, convívio intergeracional e momentos de dança. À semelhança dos anos anteriores, a Assembleia Municipal e a Câmara Municipal convidam a comunidade a assinalar o Dia da Liberdade, que este ano evoca igualmente o 50.º aniversário das primeiras eleições autárquicas democráticas e da aprovação da Constituição da República Portuguesa.
Pensado para todas as idades, os participantes podem optar pela Caminhada da Liberdade, que se inicia às 10h20, na Praça da República, percorrendo o centro histórico da vila de Montemor-o-Velho em direção ao Centro Náutico, e que será pontuada por momentos de dança protagonizados pelos jovens da Academia de Dança Mstee, do Estúdio de Dança Nadine Loureiro e da Escola de Dança Renata Costa.
De igual modo, o Passeio Familiar em Bicicleta é um momento de animação e cumplicidade que reúne diferentes gerações, permitindo a descoberta de novos trilhos e percursos em família.
Para quem prefere distâncias maiores e dispõe de maior preparação física, está disponível o Circuito das Freguesias em Bicicleta. Este ano, o percurso, com cerca de 60 km, vai privilegiar as freguesias da zona norte do concelho, passando por Montemor-o-Velho, Ereira, Verride, Abrunheira, Reveles, Santo Varão, Pereira, Tentúgal, Meãs e Carapinheira.
Este passeio de bicicleta de estrada, de carácter não competitivo, tem partida prevista às 10h15, na Praça da República.
O programa desportivo é gratuito, mas de inscrição obrigatória até 23 de abril, e termina no Centro Náutico com um almoço convívio, reforçando o espírito de comunidade. As inscrições podem ser efetuadas através do link https://forms.gle/EYhj8pz8PV1yvChQ9 ou pelo telefone 239 688 180 (chamada para a rede fixa nacional).
O Município da Mealhada deu, esta terça-feira, início ao programa comemorativo do Dia Nacional dos Moinhos com a inauguração de exposições patentes no Mercado Municipal da Pampilhosa.
A sessão, marcada pela valorização da memória coletiva e das tradições associadas ao ciclo do pão, integrou ainda a exibição do documentário “Entre Moinhos e Fornos: Memórias da Tradição”.
Pelo 12.º ano consecutivo, o Município associa-se à iniciativa da Rede Portuguesa de Moinhos para assinalar esta efeméride. A edição deste ano assume um carácter descentralizado, tendo tido início na Pampilhosa, com o objetivo de preservar memórias, envolver a comunidade e reforçar o sentimento de pertença.
O programa inaugural incluiu a abertura de exposições dedicadas às tradições locais e ao património molinológico, resultantes de um trabalho de recolha de fotografias antigas e documentação sobre o ciclo do pão, bem como de moinhos e moleiros do concelho.
O momento ficou também marcado pela exibição do documentário “Entre Moinhos e Fornos: Memórias da Tradição”, um projeto construído com a comunidade local, que evoca vivências, testemunhos e saberes ligados a estas práticas ancestrais — desde a sementeira à espiga, passando pela transformação do grão em farinha, até ao nascimento do pão.
Emocionando participantes e familiares, o documentário foi destacado por Filomena Pinheiro, vice-presidente da Câmara da Mealhada, com o pelouro da Cultura, por permitir “preservar as memórias tanto de quem fez história no concelho, na atividade molinológica, como das padeiras que continuam a manter vivas estas tradições”.
A autarca sublinhou, ainda, o significado destas comemorações enquanto expressão da identidade local: “Não estamos apenas perante uma celebração, mas sim perante um reconhecimento e um avivar de memórias do nosso saber-fazer. É fundamental valorizar todos aqueles que preservam este património, material e imaterial, e o transmitem às gerações mais jovens”.
Também o presidente da Câmara da Mealhada, António Jorge Franco, destacou a importância destas iniciativas na afirmação da identidade do concelho. “Isto é a nossa identidade e faz parte da nossa história”, afirmou, vendo com preocupação o desaparecimento progressivo de alguns moinhos ao longo do tempo, fruto da evolução da sociedade.
O autarca deixou ainda uma palavra de reconhecimento a todos os que continuam a manter viva esta tradição, reforçando a importância da sua transmissão às gerações futuras.
As comemorações do Dia dos Moinhos prolongam-se até 30 de abril, com um conjunto diversificado de iniciativas que incluem oficinas, caminhadas, animação cultural e atividades educativas, reforçando o compromisso do Município da Mealhada com a valorização e preservação do património cultural e identitário do concelho.
O Teatro Aveirense (TA) apresenta a programação para o próximo quadrimestre, com um conjunto diversificado de propostas nas áreas da música, dança, teatro, cinema e novo circo.
Este período ficará igualmente marcado por uma presença reforçada no espaço público, com o regresso do Festival dos Canais, um dos momentos mais relevantes da agenda cultural do Município de Aveiro.
A criação artística local e regional assume particular destaque nesta programação, através de projetos que refletem a identidade cultural do território e valorizam os seus agentes.
No dia 9 de maio sobre ao palco o espetáculo “Nós”, uma dramaturgia musical que cruza o samba e o fado e que reúne em palco dez músicos, três fadistas e dois atores, numa viagem entre Lisboa e o Rio de Janeiro que explora os laços culturais e emocionais entre dois povos.
O espetáculo é uma criação da Escola de Artes Palco Central.
A Orquestra das Beiras, em colaboração com a Orquestra Sinfónica do DeCA, apresenta no dia 10 de maio um concerto de homenagem a Santa Joana, com um programa dedicado à Sinfonia n.º 5 de Gustav Mahler, uma das obras mais marcantes do repertório sinfónico.
A 30 de maio, “A Morte do Diabo”, interpretada pela Banda Amizade – Banda Sinfónica de Aveiro, apresenta-se como um espetáculo musical de forte componente visual que evoca o sonho enquanto motor de transformação coletiva. A partir dos fragmentos da opereta de Eça de Queiroz, Jaime Batalha Reis e Augusto Machado, o projeto propõe a recriação e reorquestração da obra para banda sinfónica.
A artista Andreia Ribeiro da Silva reúne criadores aveirenses em “18 Pontos”, um projeto multidisciplinar que reflete sobre a fragilidade humana, transformando a dor em expressão artística através do movimento e do traço. Um espetáculo para assistir nos dias 12 e 13 de junho.
A comunidade local é também chamada a participar com “As Filhas do Limo ou o Concelho das Águas”, no âmbito do projeto OLAS 2026, a realizar nos dias 20 e 21 de junho. Esta criação comunitária parte das memórias e vivências dos participantes para construir uma fábula contemporânea sobre o futuro de Aveiro.
Ainda no plano participativo, no dia 28 de junho, o projeto “Cantar-o-Lar”, orientado pela Orquestra Sem Fronteiras, envolve artistas de quatro lares do concelho, promovendo a partilha de histórias e memórias através da criação musical. Na sua terceira edição, reforça o compromisso com a valorização da comunidade através da arte.
Estruturas nacionais em destaque A programação integra também a participação de reconhecidas estruturas nacionais. Nos dias 15 e 16 de maio, “Falsas Histórias Verdadeiras: Uma Pina Colagem”, de Victor Hugo Pontes, revisita o universo literário de Manuel António Pina, cruzando teatro, poesia e música numa criação contemporânea, com direção musical de A Garota Não.
No dia 3 de junho, a Companhia Nacional de Bailado apresenta “Only Duos”, um programa dedicado ao formato de dueto em dança, reunindo obras de coreógrafos como Michel Fokine, Angelin Preljocaj e Filipe Portugal, a par de novas criações contemporâneas.
Em “hOLD”, São Castro e Teresa Alves da Silva abordam o processo de envelhecimento, propondo uma reflexão sensível e crítica sobre esta fase da vida, enquanto realidade biológica e construção social. Um espetáculo para assistir no dia 26 de junho.
A iniciativa TERRITÓRIO IX contará no dia 25 de julho com a participação do coreógrafo Wayne McGregor, com a remontagem de “FAR (excerto)”, e da coreógrafa Liliana Barros, com uma nova criação. O programa integra ainda uma curta-metragem de Filipe Faria, distinguido no InShadow — Lisbon Screendance Festival 2025.
Cinema em destaque com dois festivais Entre os dias 18 e 19 de maio, o Teatro Aveirense volta a acolher a Festa do Cinema Italiano, que celebra a sua 19.ª edição, reafirmando-se como um dos mais relevantes eventos dedicados à cultura italiana em Portugal.
O AVANCA – Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia integra igualmente a programação, com sessões em Aveiro entre os dias 27 a 30 de julho, incluindo exibições, encontros com realizadores e a celebração de três décadas de atividade.
Espaço público ganha expressão no verão Com a chegada do verão, a programação estende-se ao espaço público com a realização da 11.ª edição do Festival dos Canais, que transforma Aveiro num palco aberto a propostas artísticas nacionais e internacionais. De 15 a 19 de julho.
Entre os destaques, no dia 31 de julho Marta Ren assinala 30 anos de carreira com um concerto que marca o regresso aos palcos com novos temas, mantendo a sua identidade musical associada ao “Funk ‘n’ Roll”.
O espetáculo “ainda nada?”, nos dias 1 e 2 de agosto, propõe uma reflexão sobre o tempo e a espera, através do teatro de objetos, enquanto o coletivo MAQUINA. apresenta a 06 de agosto um concerto que cruza música alternativa e cultura de dança.
Por fim, “LOGOS”, no dia 08 de agosto, apresenta uma criação em espaço público que explora as tradições e histórias da comunidade aveirense, através das linguagens do circo contemporâneo e do teatro físico.
A Biblioteca Municipal Afonso Duarte (BMAD) recebe, até 29 de maio, a exposição “Há Poetas na Biblioteca”, do artista plástico Rinoceronte (Renato Cruz).
A mostra apresenta esculturas de figuras marcantes da poesia portuguesa, com destaque para Fernando Pessoa e os seus heterónimos, distribuídas pelos vários espaços da BMAD. As peças convidam os visitantes a percorrer as várias salas, num percurso orientado pela BMAD.
Inspirado pela obra e universo de diferentes autores, o artista dá forma a personagens com identidade própria, onde se cruzam expressão plástica e imaginário literário.
As esculturas foram construídas a partir de pasta de papel e outros materiais reciclados, evidenciando um trabalho manual e criativo que transforma a palavra em objeto visual.
A exposição pode ser visitada, até dia 29 de maio, de segunda a sexta-feira, entre as 9h30 e as 18h00. A entrada é livre.
Executivo Municipal aprovou Relatório de Gestão de 2025.
O Executivo Municipal aprovou, com seis votos a favor e uma abstenção, na reunião camarária de 7 de abril, o Relatório de Gestão de 2025, destacando-se o resultado orçamental positivo, traduzido num saldo de cerca de 4,97 milhões de euros, o que significa que as entradas financeiras foram superiores aos encargos efetivamente liquidados durante o ano.
No texto introdutório do documento, a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, enfatiza a “constância dos bons resultados” que as contas do Município de Cantanhede têm revelado nos últimos anos.
Centrando a análise na evolução das contas da autarquia entre 2024 e 2025, é de destacar o aumento da despesa paga em cerca de 7,5 milhões de euros, para um total de 44,4 milhões de euros, mais 20,4% do que no exercício anterior.
Esse acréscimo foi impulsionado pelo aumento da despesa de capital em 48%, variação traduzida na aceleração da execução dos investimentos em mais 6,1 milhões de euros do que em 2024.
A subida da despesa corrente foi bem mais modesta, tendo-se fixado em 1,5 milhões de euros, uma variação de 6,0% face ao período homólogo que reflete já uma desaceleração do aumento dos custos de estrutura resultantes dos ajustamentos necessários às exigências das novas competências.
Em termos de equilíbrio financeiro, a poupança atingiu mais de 6,7 milhões de euros, “valor bastante expressivo no contexto dos referidos ajustamentos estruturais”, tal como o do saldo de gerência orçamental a transitar, que foi superior em 2,6 milhões de euros, mais 105,85% do que no ano anterior.
Outro dado significativo que ressalta dos indicadores económico-financeiros diz respeito à liquidez do Município, com as disponibilidades a crescerem cerca de 2,7 milhões de euros, mais 78,1%, o que representa uma melhoria da capacidade de resposta a compromissos de curto prazo e a novos investimentos, enquanto o prazo médio de pagamento a fornecedores continuou em bom plano, nos 15 dias (em 2024, o prazo médio dos municípios a nível nacional foi de 22 dias), demonstrando assim a continuidade de uma política de pagamentos responsável.
O documento, que agora será submetido à apreciação e votação pela Assembleia Municipal, dá conta ainda que os fundos próprios registaram um valor residualmente superior a 2024, mas ainda assim indiciando a consolidação da estrutura patrimonial, enquanto o resultado líquido do exercício apresenta uma melhoria significativa em relação a 2024, tendo aumentado cerca de 471 mil euros, mais 135%, o que evidencia um incremento do desempenho económico financeiro.
Helena Teodósio lembra, a propósito, que “o Município de Cantanhede teve em 2025 uma forte aceleração do investimento, um incremento da atividade e um reforço da sua capacidade financeira, o que, no contexto das alterações orgânicas estruturais efetuadas para responder às exigências das novas competências transferidas da Administração Central adquire ainda maior importância”.
A autarca releva também “a política de apoio às juntas de freguesia e aos movimentos associativos”, neste caso com um reforço de verbas que, no conjunto das duas rubricas, foi de 3,4%.
A terminar, a presidente da Câmara reconhece que os resultados obtidos “são fruto do grande profissionalismo e dedicação das equipas da autarquia”, às quais o Executivo Municipal pretende “facultar ainda melhores condições de trabalho e de realização profissional”.
MAMIL(a)S envolve a participação de 30 voluntários.
O Imaginarius – Festival de Artes Performativas em Espaço Público tem abertas inscrições para a participação de 30 voluntários, maiores de idade e com identidades diversas, numa ação coletiva no centro histórico de Santa Maria da Feira.
A intervenção urbana MAMIL(a)S é uma criação original da companhia brasileira Desvio Coletivo, que regressa ao Imaginarius para questionar quem pode ocupar a cidade sem ser permanentemente interpelado.
Três dezenas de corpos integralmente cobertos por tecidos que escondem marcas de género vão revelar apenas um detalhe a quem passa: os mamilos, partes íntimas que concentram uma contradição profunda quando expostas publicamente. O gesto continua a ser lido de forma desigual se protagonizado no masculino ou no feminino.
A performance MAMIL(a)S propõe-se questionar de forma poética leituras normativas da presença no espaço urbano, valorizando o coletivo como gesto de celebração e afirmação.
Nove anos depois de ter apresentado a impactante performance CEGOS no Imaginarius, o Desvio Coletivo regressa ao festival com mais um projeto artístico de intervenção social e política, que questiona e confronta as amarras impostas ao corpo feminino no espaço urbano.
Para a concretização deste projeto artístico em Santa Maria da Feira serão envolvidos 30 participantes com ou sem experiência artística, desde que maiores de idade, e identidades diversas, reforçando o caráter plural e inclusivo da intervenção.
A participação nesta performance implica um processo de construção personalizado em cada território, que articula momentos de reflexão, preparação e contacto direto com o espaço urbano.
Para o efeito, estão já agendadas conversas em torno da liberdade, presença no espaço público e criação artística, bem como ações de reconhecimento do local e do percurso no centro histórico, e sessões de preparação física através de exercícios performativos.
Com esta intervenção artística pretende-se demonstrar que caminhar pela cidade não é um gesto neutro. Para alguns, é um direito adquirido, para outros exposição constante, vigilância e risco.
A ação vai instalar-se neste desequilíbrio estrutural, revelando como o espaço urbano continua a regular quem o pode ocupar, atravessar e permanecer sem ser interpelado.
“MAMIL(a)S é, assim, um manifesto sobre o direito à cidade – e ao próprio corpo – escrito com pele, movimento e rebeldia. Uma interrogação ambulante: até quando a presença feminina no espaço público será tratada como transgressão e não como potência?”, lê-se na página oficial do Desvio Coletivo.
No dia 7 abril, teve início a 8ª edição da Masterclass de Sopros, Percussão e Cordas, promovida pelo Município de Montemor-o-Velho, uma iniciativa que reúne 76 jovens instrumentistas das filarmónicas do concelho, promovendo o desenvolvimento técnico-artístico e o convívio entre participantes.
Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, José Veríssimo, destacou a importância de continuar a valorizar os jovens, incentivando-os a aproveitar esta experiência “com empenho, mas também com entusiasmo e espírito de partilha”.
Com palavras de agradecimento a todas a pessoas, entidades e associações que contribuem para o sucesso da iniciativa, o autarca montemorense desejou que seja mais um momento de aprendizagem e que os jovens aproveitem esta aposta municipal para a promoção do seu percurso artístico e pessoal.
De igual modo, Gonçalo Rocha, diretor pedagógico da Masterclass 2026 e maestro da Orquestra Ligeira da Carapinheira, destacou a relevância da iniciativa no contexto educativo. Por sua vez, José Charro, diretor do Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho (AEMOV), referiu o impacto social e cultural nos mais novos e nas formações musicais onde estão incluídos, sublinhando também as melhores condições proporcionadas através da colaboração com o AEMOV.
Integrada nas comemorações dos 50 anos do Poder Local Democrático, a iniciativa assume também um caráter simbólico, evocando os valores de Abril e destacando o papel das novas gerações na construção do futuro, através da música e da participação ativa na comunidade.
Ao longo da semana, os participantes vão aprofundar competências fundamentais à prática musical, com acompanhamento especializado, trabalhando aspetos como a postura, a embocadura, a respiração e controlo do diafragma, a projeção sonora, a leitura musical e a correta utilização e manutenção dos instrumentos, sendo igualmente incentivado o estudo individual como base para um desempenho coletivo mais sólido e confiante.
Dirigida a jovens músicos da Academia Musical Arazedense (AMA), da Associação Cultural e Recreativa de Carapinheira (ACRC), da Associação Filarmónica União Verridense (AFUV), da Associação Filarmónica 25 de Setembro e da Filarmónica de Instrução e Recreio de Abrunheira (FIRA), a 8ª Masterclass de Sopros, Percussão e Cordas decorre entre os dias 7 e 10 de abril, culminando com um concerto final no dia 11 de abril, às 15h30, no Fórum Cultural de Montemor-o-Velho.
A edição de 2026 apresenta um programa estruturado em duas fases. Além da 8ª edição da Masterclass, desenvolvido para os instrumentistas mais jovens, vai ser realizado, posteriormente, o 1º Estágio de Aperfeiçoamento Musical, dirigido a instrumentistas mais experientes.
Este estágio terá como objeto artístico a construção de uma apresentação em formato orquestral, a realizar no dia 18 de outubro de 2026, no Fórum Cultural de Montemor-o-Velho, sob orientação do maestro Luís Cardoso.
A iniciativa pretende promover o aprofundamento técnico e interpretativo dos músicos, a exploração de repertório contemporâneo, o reforço da coesão artística entre os agrupamentos do concelho e o estímulo a uma prática musical mais exigente, aproximando os participantes de contextos de elevada performance.
A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Cantanhede está a organizar uma Operação STOP junto da Escola Básica de Febres, da Escola Lima de Faria, da Escola Marquês de Marialva e da Escola Básica e Secundária João Garcia Bacelar da Tocha, a fim de sensibilizar condutores para a prevenção contra os maus- tratos na infância.
A iniciativa realiza-se nos dias 14, 16 e 17 de abril, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito da campanha nacional “Abril – Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância e Juventude”, promovida pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos de Proteção das Crianças e Jovens.
Segundo a vereadora da Ação Social e Saúde da Câmara Municipal de Cantanhede, Célia Simões, “este ano foi decidido apostar numa abordagem diferente, capaz de levar as pessoas a refletir sobre esta problemática”. De acordo com a autarca, apesar de esta ação ter maior visibilidade durante o mês de abril, “existe um trabalho contínuo e abrangente ao longo de todo o ano que muitas vezes não é visível para a comunidade”.
A CPCJ de Cantanhede, sediada no edifício da Casa Francisco Pinto, juntou-se à Campanha do Laço Azul.
Para assinalar esta causa, durante o mês de abril, o edifício da Câmara Municipal de Cantanhede é iluminado de azul e a Casa Francisco Pinto está adornada com laços azuis, simbolizando o compromisso na proteção das crianças e na defesa dos seus direitos.
A Campanha do Laço Azul, que teve início na Virgínia, nos Estados Unidos, quando uma avó, Bonnie Finney, perdeu os dois netos, vítimas de violência, foi assinalada mundialmente, promovendo a proteção das crianças contra os maus-tratos na infância.
O azul simbolizava a cor das lesões e serviu-lhe como um lembrete constante da sua luta pela proteção das crianças.
Hybrid Day realiza-se a 11 e 12 de abril e ocupa 7 500 m².
Cerca de 5000 atletas de todo o país e do estrangeiro e um público estimado de 15 000 pessoas vão passar pelo Europarque, em Santa Maria da Feira, nos dias 11 e 12 de abril, para assistir ou participar no Hybrid Day, o maior evento desportivo alguma vez realizado no Europarque.
Com provas a decorrer de forma contínua, entre as 8h00 e as 20h00, o evento ocupa mais de 7 500 m² de pavilhões e mobiliza uma operação logística alargada que envolve grande parte do Europarque.
A escolha do Europarque para receber esta prova resulta da sua localização estratégica, acessibilidades, capacidade de estacionamento e experiência da equipa, fatores determinantes para acolher um evento desta dimensão. Para o efeito, toda a estrutura do Europarque está mobilizada, com reforço de equipas, segurança, acessos e serviços, garantindo as melhores condições para atletas e visitantes.
“O Europarque tem condições únicas e está preparado para receber eventos desta dimensão. Este evento desportivo é um sinal da capacidade instalada que temos e do posicionamento de Santa Maria da Feira enquanto território que sabe organizar e acolher grandes iniciativas”, sublinha o presidente da Câmara Municipal, Amadeu Albergaria.
O Hybrid Day integra uma modalidade em franco crescimento a nível mundial, o fitness racing, que combina corrida com exercícios funcionais de força e resistência. Trata-se de uma competição exigente, mas acessível a atletas de diferentes níveis, que testa a capacidade física e mental dos participantes ao longo de várias estações intercaladas com corrida.
Depois de cidades como Viana do Castelo, Leiria, Corunha, Vigo, Madrid ou Sevilha, e após uma primeira realização em Portugal este ano, em Aveiro, Santa Maria da Feira é a segunda cidade portuguesa a receber o Hybrid Day em 2026, reforçando a sua capacidade para acolher grandes eventos e afirmando o Europarque como um equipamento de referência nacional.
Esta competição de grande escala cruza desporto, organização e experiência, colocando Santa Maria da Feira no centro das grandes dinâmicas do fitness internacional.
A forte adesão à iniciativa é notória com o dia de sábado esgotado e o domingo com elevada procura, prevendo-se a lotação completa nos próximos dias no maior evento fitness realizado em Portugal.
Investimento de 13.500 euros visa dar continuidade à colaboração na preservação e manutenção do Complexo Turístico e Religioso da Senhora da Piedade e na organização das festividades anuais.
O Executivo Municipal da Lousã aprovou, na sua última reunião, a atribuição de um apoio financeiro no valor de 13.500 euros à Irmandade da Nossa Senhora da Piedade da Lousã, no âmbito da colaboração estabelecida entre as duas entidades e nos termos previstos no protocolo a celebrar.
Esta decisão enquadra-se na estratégia do Município de valorização do património religioso, cultural e paisagístico do Concelho, reconhecendo o relevante papel que a Irmandade tem desempenhado na promoção e organização das festividades da Nossa Senhora da Piedade, bem como na manutenção dos espaços envolventes ao Santuário.
O apoio agora aprovado tem como objetivo dar continuidade ao trabalho conjunto desenvolvido na preservação e manutenção do Complexo Turístico e Religioso da Senhora da Piedade, um espaço de grande significado para a Lousã, quer pela sua dimensão religiosa e identitária, quer pela sua importância patrimonial, turística e cultural.
Na proposta aprovada destaca-se que este espaço deve manter o uso a que se destina, com a dignidade e segurança que o mesmo merece, contribuindo para a valorização do património natural e paisagístico do Concelho e para a satisfação de necessidades de interesse público.
O Presidente da Câmara Municipal da Lousã, Victor Carvalho, sublinha que “este apoio representa o reconhecimento da importância da Senhora da Piedade enquanto espaço simbólico, patrimonial e agregador da comunidade, sendo também um contributo para a preservação de uma das mais relevantes referências identitárias do nosso Concelho”.
Com esta deliberação, o Município da Lousã reforça a sua aposta na valorização de espaços e iniciativas que contribuem para a preservação da identidade local, para a dinamização cultural e para a atratividade do território.