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Cantanhede contesta aumento das tarifas reguladas para o tratamento de resíduos

A Câmara Municipal de Cantanhede contestou o aumento das tarifas reguladas para o tratamento de resíduos sólidos urbanos (RSU), apelando a uma intervenção urgente do Governo para que seja “equacionada uma solução equilibrada”, informou hoje a autarquia.

Numa nota enviada à agência Lusa, o executivo da Câmara Municipal de Cantanhede, liderado por Helena Teodósio, considerou que “os aumentos propostos são absolutamente desajustados e inaceitáveis e vão penalizar fortemente as famílias”.

“O aumento será inevitavelmente transposto para o valor da fatura da água, o que se afigura absolutamente incomportável para os cidadãos e ainda mais nesta altura em que estão confrontados com a subida generalizada dos bens de consumo e de outros encargos”, acrescentou.

A Câmara Municipal de Cantanhede aprovou por unanimidade, na reunião do executivo da passada quarta-feira, uma proposta de rejeição do projeto de decisão da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), sobre as tarifas reguladas para o tratamento de resíduos sólidos urbanos em 2023 e 2024.

Nesta ocasião, a autarquia do distrito de Coimbra apelou à “intervenção urgente do Governo” para que seja “equacionada uma solução equilibrada para o financiamento dos sistemas de proteção ambiental segundo um modelo que contemple o apoio do Estado Central”.

De acordo com o documento submetido à votação, o Município de Cantanhede contesta o facto de a ERSAR propor “um aumento de quase 70% da tarifa em apenas três anos a que respeita o período regulatório, com a agravante de em 2022 ter havido já um acréscimo significativo em relação aos anos anteriores”.

No projeto de decisão da entidade reguladora é proposto “o aumento da tarifa de 44,54 euros para 67,55 euros em 2023 e para 75,37 em 2024, valores que, relativamente a 2022, representam acréscimos de 52% e 69,22%, respetivamente”.

A autarquia cantanhedense assinalou ainda que “a estes valores há a somar ainda a Taxa de Gestão de Resíduos, que o Governo aumentou (em setembro de 2020) de 11 euros por tonelada para 22 euros por tonelada, nada menos que um acréscimo de 100% já repercutido desde janeiro de 2021 na fatura dos consumidores de água e cuja receita vai diretamente para os cofres do Estado Central”.

“Daí que a subida do agregado da tarifa + TGR seja bastante mais acentuada que a dos aumentos da tarifa propostos pela ERSAR, pois em dezembro de 2020 o valor desse agregado era de 39,96 euros/tonelada e, caso o projeto de decisão se concretize, ele passará para 92,55 euros/tonelada em 2023 e para 105,37 euros/tonelada em 2024; ou seja, aumentará 131,6% e 163,6%, respetivamente”, indicou.

O documento destacou ainda que as autarquias não têm condições para assumir o custo do tratamento de RSU, “até porque, no caso do Município de Cantanhede, além do pagamento à ERSUC por esse serviço, a INOVA-EM assegura a recolha e o transporte dos resíduos, sendo que os custos operacionais deste serviço também subiram substancialmente sem que a empresa municipal esteja a cobrar o correspondente acréscimo aos munícipes”.

“É perante estes dados que a autarquia cantanhedense pede a intervenção do Governo, no sentido de ser equacionada uma solução equilibrada para o financiamento dos sistemas de proteção ambiental, uma solução que permita fazer face às suas atuais exigências, mas que seja comportável para os cidadãos”, evidenciou.

O texto da proposta de rejeição, aprovado por unanimidade, aludiu ainda ao facto de “a evolução que esses sistemas têm registado e o aumento dos custos que lhe estão associados obrigam de facto a uma profunda reflexão sobre a capacidade da sociedade civil para suportar os crescentes encargos com a defesa e preservação do ambiente”.

“Impõem-se uma reavaliação do modelo de gestão do setor e, eventualmente, a sua substituição por outro que contemple o apoio do Estado Central, de modo a permitir a sustentabilidade dos serviços e a aplicação de tarifas que os cidadãos possam suportar”, concluiu.

Chuva e empate condicionam festa no regresso do Estrela ao seu José Gomes

A chuva e o empate 2-2 para a II Liga de futebol condicionaram hoje a festa dos adeptos do Estrela da Amadora no regresso da equipa ao Estádio José Gomes em jogos oficiais quase oito meses depois.

O último jogo oficial na Reboleira remontava a 15 de maio, na receção ao Sporting da Covilhã, derrota por 1-0, no encerramento da II Liga na temporada passada. Depois disso, apenas o encontro de apresentação diante do Petro de Luanda, campeão angolano em título (vitória, por 3-0), em 31 de julho.

Entretanto, a equipa foi ‘saltitando’ pelo Benfica Campus, no Seixal, por Rio Maior, pelo Estádio Magalhães Pessoa, em Leiria, e pelo Estádio do Jamor, até que no passado dia 29 de dezembro a Liga deu ‘luz verde’ para a utilização do Estádio José Gomes por parte do Estrela da Amadora.

Hora e meia antes do embate entre o Estrela da Amadora e o Trofense começar o frenesim caraterístico em torno de um estádio ia reacendendo a chama que aquece um jogo de futebol.

O público ia ‘abraçando’ o Estádio, os vizinhos viam-se pela janela. Os sorrisos eram rasgados.

A dividir paredes com o Estádio José Gomes, Renato Gonçalves mostrava-se satisfeito por este regresso e não se mostrava preocupado com o aumento do fluxo de pessoas e trânsito em dia de jogo.

No interior, conforme o alinhamento das equipas ia sendo anunciado pelo animador, os adeptos iam aplaudindo, como se fossem as batidas de um coração. A dar vida. O ambiente era mágico, um pouco à semelhança da claque do emblema amadorense.

As cores iam tomando conta do recinto desportivo vestido com o característico vermelho, branco e verde. Mas a chuva veio complicar tudo.

Sem cobertura, poucos minutos depois do apito inicial do árbitro eborense Luís Godinho, os adeptos, os que conseguiram, foram subindo pela bancada encostando-se à tribuna presidencial. Os outros, munidos de capas, continuavam a apoiar a equipa da casa.

Da Trofa tinham vindo cerca de duas dezenas de adeptos, que se fizeram ouvir aquando do golo de Pachu, 38 minutos.

Mas a festa, essa, ia-se fazendo do lado da Magia Tricolor. Posicionada na bancada oposta à central. Para esta incansável claque não havia chuva. A crença era a palavra de ordem. Os cânticos e o apoio não pararam. Nem com o avançar do cronómetro, nem mesmo depois de se encontrarem a perder por 2-0, com o golo de Maiga, aos 61 minutos.

E talvez por isso, no relvado, a equipa não esmoreceu. Deu as mãos, superou-se e continuou a remar. E esta é talvez a palavra certa, dada a quantidade de água que caia do céu.

Primeiro Ronaldo Tavares, de grande penalidade, aos 66 minutos, e depois Paulinho, aos 74 minutos, devolveram a crença dada pela Magia Tricolor e ‘selaram’ a igualdade no encontro.

O apito final, após 11 minutos de tempo de compensação, transformou-se, pelos quase dois mil adeptos presentes, em novo apoio à equipa que continua a olhar para a zona de promoção à I Liga.

Após 15 jornadas, o Estrela da Amadora ocupa a quarta posição, com 24 pontos, menos dois do que o Académico de Viseu, terceiro e em zona de ‘play-off’, num campeonato liderado pelo Moreirense, com 36. O Farense ocupa o segundo posto, com 31.

Segunda parte demolidora do Feirense vale goleada com reviravolta ao Benfica B

Numa partida com nove golos, o Feirense, que ao intervalo perdia por 3-1, deu a volta no segundo tempo e acabou por golear O Benfica B, por 3-6, na 15.ª jornada da II Liga de futebol.

Com cinco golos na segunda parte, três deles de autoria de André Rodrigues, o conjunto de Santa Maria da Feira reencontrou-se com os triunfos depois de quatro empates nas rondas anteriores. Os ‘encarnados’, que foram ultrapassados pelo Feirense na tabela, somaram o seu terceiro desaire consecutivo na prova.

Apesar de o Feirense ter sido, aos dois minutos, a primeira equipa a criar perigo – remate de Jardel Silva foi travado pelo guardião Samuel Soares – o Benfica B foi mais eficaz e chegou ao 1-0, aos oito minutos, por Gerson Sousa, que respondeu de cabeça ao cruzamento da esquerda de Henrique Pereira.

Aos 19 minutos, num lance que teve os mesmos dois jogadores como protagonistas, as ‘águias’ ampliaram a vantagem para 2-0. Henrique Pereira, com mais uma assistência primorosa, colocou a bola em Gerson Sousa que cabeceou, desta vez em ‘chapéu’, para o segundo golo da sua equipa e da sua conta pessoal na partida.

O Feirense conseguiu reagir à boa entrada dos benfiquistas e, aos 26 minutos, chegou ao 2-1 na cobrança de um livre direto cobrado de forma irrepreensível por Tiago Dias, que desferiu um remate colocado que não deu hipóteses ao guarda-redes Samuel Soares.

Volvidos dois minutos, os ‘fogaceiros’ sofreram o 3-1 num lance caricato em que Jardel Silva introduziu a bola na própria baliza. Depois de um cruzamento de Cher Ndour para o interior da área, o guardião Arthur Augusto socou a bola contra a cara do colega Jardel Silva, que viu a bola alterar a sua trajetória e entrar na baliza.

No segundo tempo, aos 51 minutos, o Feirense chegou ao 3-2 por intermédio de André Rodrigues. A apatia da defesa benfiquista foi aproveitada pelo atacante que rematou cruzado e colocado de ângulo apertado para o golo dos ‘azuis’ da Feira.

Aos 64 minutos, três depois de o avançado benfiquista Luís Semedo ter permitido que o guardião Arthur Augusto defendesse uma grande penalidade, o Feirense repôs a igualdade (3-3) através de André Rodrigues num lance em que a defesa das ‘águias’ esteve apática.

Depois de várias ocasiões de golo junto de ambas as balizas, o emblema da Feira voltou a ser mais eficaz no lance que valeu a reviravolta no marcador. Aos 75 minutos, nove depois de serem lançados no encontro, Jorge Teixeira (assistiu) e João Paulo (finalizou) construíram o quarto golo dos visitantes.

O golo da reviravolta no marcador galvanizou ainda mais o Feirense e esmoreceu o Benfica B, que até ao final do encontro viria a sofrer mais dois golos. Aos 85, Jorge Teixeira apontou o 3-5 e, dois minutos depois, André Rodrigues, que foi a grande figura do jogo, fez o ‘hat-trick’ que fechou as contas do marcador para o Feirense.

Jogo no Benfica Futebol Campus, no Seixal.

Benfica B – Feirense, 3-6.

Ao intervalo: 3-1.

Marcadores:

1-0, Gerson Sousa, 08 minutos.

2-0, Gerson Sousa, 19.

2-1, Tiago Dias, 26.

3-1, Jardel Silva, 28 na própria baliza.

3-2, André Rodrigues, 51.

3-3, André Rodrigues, 64.

3-4, João Paulo, 75.

3-5, Jorge Teixeira, 85.

3-6, André Rodrigues, 87.

Equipas:

– Benfica B: Samuel Soares, João Tomé (Martim Neto, 80), Ricardo Teixeira, Tiago Coser, Rafael Rodrigues, Jevsenak (João Resende, 80), Paulo Bernardo (Diogo Capitão, 68), Cher Ndour, Gerson Sousa (Diego Moreira, 68), Luís Semedo e Henrique Pereira (Pedro Santos, 68).

(Suplentes: Pedro Souza, João Resende, Diogo Capitão, Maestro, Martim Neto, Pedro Santos, João Neto e Diego Moreira).

Treinador: Luís Castro.

– Feirense: Arthur Augusto, Sidney Lima, João Pinto, Cláudio Silva (Lucas Santos, 45), Samuel Teles (Jorge Teixeira, 66), Washington (João Paulo, 45), João Tavares, Tiago Dias (Oche, 45), Fábio Espinho (João Oliveira, 66), Jardel Silva e André Rodrigues.

(Suplentes: Rogério Santos, Igor Rodrigues, João Paredes, Lucas Santos, João Paulo, João Oliveira, Jorge Teixeira e Oche).

Treinador: Rui Ferreira.

Árbitro: Hugo Silva (AF Santarém).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Paulo Bernardo (39), João Tomé (55), João Tavares (58), Samuel Teles (61) e Luís Semedo (81).

Assistência: Cerca de 400 espetadores.

Penacova abre Balcão da Inclusão a pensar nas pessoas com deficiência

A Câmara Municipal de Penacova e o Instituto Nacional para a Reabilitação vão inaugurar, amanhã, sexta-feira, dia 6 de janeiro, às 10h30, no edifício dos Paços do Município, o Balcão da Inclusão, um serviço que “visa assegurar um atendimento de qualidade às pessoas com deficiência ou incapacidade”.

De acordo com o Município de Penacova, o Balcão da Inclusão “irá prestar informação sobre os direitos, benefícios e recursos existentes à pessoa com deficiência/incapacidade e familiares e apoiar no esclarecimento de dúvidas e no preenchimento de documentação relacionada com as temáticas apresentadas”.

Por outro lado, refere ainda a Câmara Municipal, “irá proceder ao encaminhamento e mediação/sensibilização junto dos diferentes serviços e organismos que, no âmbito da sua missão, têm competências nas matérias referidas para a resolução das situações apresentadas. E desenvolverá e valorizará parcerias locais para encontrar soluções mais eficazes para os problemas”.

Em comunicado, a autarquia de Penacova salienta ainda que o Balcão da Inclusão “divulgará boas práticas de atendimento à pessoa com deficiência ou incapacidade e irá recolher e registar informação que permita produzir diagnósticos de caracterização local da situação das pessoas com deficiência ou incapacidade, identificar os principais problemas existentes e promover soluções adequadas”.

Na opinião da vice-presidente da Câmara de Penacova, Magda Rodrigues, “este é mais um pequeno mas importante passo naquela que vem sendo a nossa política para a cidadania e inclusão social”. 

“Não podemos deixar de com ele nos congratular, dado que visa fomentar e promover o tratamento igualitário e adequado de todos os nosso munícipes, prestando um serviço diferenciador e de grande proximidade”, conclui a autarca que detém o pelouro da Cidadania e Igualdade.

Quem pode dirigir-se ao Balcão da Inclusão? Pessoas com deficiência ou incapacidade e respetivas famílias e técnicos que intervêm na área da prevenção, habilitação, reabilitação e participação comunitária das pessoas com deficiência ou incapacidade. Podem também recorrer ao referido balcão instituições e serviços que desenvolvam qualquer tipo de atividade nos domínios da deficiência ou reabilitação, bem como qualquer cidadão que necessite de informação nas áreas referidas.

O Balcão da Inclusão vai funcionar no Balcão Único de Atendimento (BUA), nos Paços do Município, no Largo Alberto Leitão, nº 5, 3360-341 Penacova. O atendimento presencial, mediante marcação prévia, funcionará às segundas-feiras, das 14h às 17h, e às quintas-feiras, das 09h às 13h.

Contactos (para marcação de atendimento): e-mail balcaoinclusao@cm-penacova.pt e telefone 239 470 315.

Em dificuldades, praticante holandês de kitesurf é resgatado em Peniche

Por se encontrarem bem fisicamente, não foi necessário prestar assistência médica aos praticantes de kitesurf, que abandonaram o local pelos seus próprios meios.

Um praticante de kitesurf com cerca de 50 anos, de nacionalidade holandesa, foi resgatado, no sábado, depois de se ter visto em dificuldades na água ao largo da praia do Baleal, em Peniche.

Os tripulantes da Estação Salva-vidas de Peniche receberam o alerta por volta das 13h50, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), dando conta de que “dois praticantes de kitesurf [estavam] em dificuldades na praia do Baleal”, diz a Autoridade Marítima Nacional, em comunicado.

Foram, assim, “ativados para o local elementos da Capitania do Porto de Peniche, do Comando-local da Polícia Marítima de Peniche e da Estação Salva-vidas de Peniche”, complementa a entidade.

“À chegada ao local constatou-se que um dos praticantes de kitesurf tinha conseguido sair da água pelos seus próprios meios, tendo os tripulantes da Estação Salva-vidas resgatado um segundo praticante de kitesurf, com cerca de 50 anos, de nacionalidade holandesa, com recurso a uma mota de salvamento marítimo”, detalha a AMN.

Por se encontrarem bem fisicamente, não foi necessário prestar assistência médica aos praticantes de kitesurf, que abandonaram o local pelos seus próprios meios.

O Comando-local da Polícia Marítima de Peniche tomou conta da ocorrência.

Rio Águeda galgou margens. Estradas de campos agrícolas ficaram inundadas

O Comando Sub-Regional da Região de Aveiro, antigo Comando Distrital de Operação de Socorros (CDOS), indicou que várias estradas agrícolas estavam hoje inundadas depois de o rio Águeda, no concelho de Águeda (Aveiro), ter galgado as margens.

Estadas do campo de Recardães, Sardão Borralha, Serém de Baixo, Macinhata, Fontinha, ou Oronhe Espinhal são algumas das estradas de campos agrícolas que estão inundadas devido às águas do Rio Águeda terem galgado as margens, explicou fonte do Comando Sub-Regional da Região de Aveiro.

As inundações das estradas de campos agrícolas no concelho de Águeda estão a ser registadas desde sábado passado, não havendo até ao momento registo de danos pessoais, acrescentou a mesma fonte.

2023 sem agravamento da tarifa de água e saneamento em Arouca

A proposta de atualização tarifária proposta pelas Águas do Norte para 2023 não foi votada por decisão dos Municípios que integram a parceria, entre os quais Arouca, na reunião que se realizou esta sexta-feira, 6 de janeiro.

Em virtude de tal decisão, a tarifa de água e saneamento não sofrerá qualquer agravamento, mantendo-se os valores de 2020 e evitando-se aumentos nos preços na ordem dos 9% no serviço de água e 13% no preço do saneamento.

“Estamos a viver um contexto particularmente difícil para todas as famílias com a escalada da inflação e o agravamento dos custos da energia, pelo que, compreendendo que é fundamental garantir-se a sustentabilidade do sistema de água e saneamento, não poderíamos ainda sobrecarregar mais as famílias”, referiu a presidente da Câmara Municipal de Arouca, Margarida Belém.

Piscina de Estarreja recebeu hoje o estágio de capacitação técnica da ANCNP

Decorreu hoje no Complexo Desporto e Lazer em Estarreja o estágio de capacitação técnica para os escalões de Cadetes e Infantis organizado pela Associação de Natação Centro Norte de Portugal.

Foram seleccionados os atletas que mais pontuação obtiveram no Campeonato Regional de Outono no somatório por pontos FINA nas 4 provas mais pontuadas sendo seleccionado 20 Nadadores Infantis A (10 Masculinos e 10 Femininos) e 20 Nadadores Infantis B (10 Masculinos e 10 Femininos).

Estiveram presentes em representação do CDE os atletas Dinis Rocha, João Santos, Gabriel Tavares, Luana Valente e Ana Carolina Neves.

Este estágio além do convívio proporcionado a todos atletas serviu para os técnicos e o Director Técnico Regional avaliarem o Modelo Técnico (nado, partidas e viragens), Avaliação da técnica de nado e Intervenção técnica. Houve também a Avaliação das características individuais, Dados antropométricos, Condição física geral, Avaliação técnica e cinemática do nado e Análise da prestação desportiva.

“Espera-se que precipitação volte”. IPMA prevê novo “período crítico”

Meteorologista alertou que está um aviso emitido entre as 3h e as 15h para a região do Porto, com um período mais crítico sinalizado com novo alerta laranja entre as 6h e as 12h.

A meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) Patrícia Gomes referiu, este sábado, que, para a próxima noite, no Porto, “espera-se que a precipitação volte a ocorrer com alguma intensidade”, embora esteja prevista menos chuva, pelo que “não faz sentido algum aumentar o nível do aviso”.

Em declarações à SIC Notícias, a meteorologista alertou que está um aviso emitido entre as 3h e as 15h para a região do Porto, com um “período mais crítico” sinalizado com novo alerta laranja entre as 6h e as 12h. Assim, “pode acontecer esta situação mais uma vez”, admitiu.

Sobre a chuva forte deste sábado na cidade do Porto, “terão chovido 20 a 25 milímetros de água num período de sensivelmente 20 minutos, o que é uma precipitação muito intensa”, destacou Patrícia Gomes. No entanto, estava “perfeitamente dentro do aviso laranja que estava emitido”.

A forte chuva que se fez sentir esta manhã no Litoral Norte do país afetou com particular impacto a baixa da cidade do Porto. O mau tempo provocou fortes inundações, que acabaram por forçar o corte de muitas estradas e a interrupção do serviço de metro.

A zona envolvente à estação de caminhos-de-ferro ficou devastada pela força das águas, com muitos negócios e comércio local a ter de lidar com muitos estragos.

Os distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo estiveram sob alerta laranja de precipitação do IPMA, entre as 7h30 e as 12h00 do dia 7, passando entretanto a alerta amarelo.

No domingo, aos mesmos distritos junta-se a região de Vila Real, e estarão sob aviso laranja entre as 9h00 e as 15h00

Reestabelecida a circulação na Linha do Norte

A circulação na Linha do Norte, que esteve condicionada desde o início da tarde, devido a um atropelamento mortal na zona de Pombal, foi restabelecida às 18:40, informou fonte da Infraestruturas de Portugal (IP).

De acordo com a fonte da empresa gestora da infraestrutura ferroviária, a circulação na Linha do Norte esteve a ser feita, ao longo de cerca de três horas, apenas em uma das três vias, decorrendo nos dois sentidos de forma alternada.

Um jovem de 18 anos foi hoje atropelado, às 15:18, por um comboio de mercadorias, no concelho de Pombal, distrito de Leiria.

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