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Mira recebe Torneio Interassociações SUB16 Feminino

O Estádio Municipal de Mira recebe, de 16 a 18 de dezembro, o Torneio Interassociações Sub16, Feminino, de Futebol 9,

Este Torneio terá a participação das seleções da Associação Futebol de Coimbra, Lisboa e Viseu e integra a Fase Zonal. A fase final decorrerá em abril de 2023, em Viseu.

Do programa constam 3 jogos:

  • Jogo 1 – 16 Dezembro | 17h00 – AF Coimbra vs AF Viseu
  • Jogo 2 – 17 Dezembro | 16h00 – AF Coimbra vs AF Lisboa
  • Jogo 3 – 18 Dezembro | 11h00 – AF Viseu vs AF Lisboa

O Torneio é organizado pela Associação Futebol de Coimbra e conta com o apoio da Câmara Municipal e da Federação Portuguesa de Futebol.

Concerto de Ano Novo em Mangualda assinala a chegada de 2023

Momento musical acontece a 7 de janeiro, pelas 21h30, na Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde. A entrada é livre.

O Município de Mangualde dá as boas-vindas ao novo ano de 2023 com um concerto protagonizado pela Orquestra POEMa e pelo Coro Magnus D´Om da Filarmónica de Santa Comba Dão, no dia 7 de janeiro.

A iniciativa acontece pelas 21h30, na Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde, e é de entrada livre.

O evento é organizado numa parceria entre a Câmara Municipal de Mangualde, a Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, o Conservatório de Viseu, o Agrupamento de Escolas de Mangualde e a Paróquia de Mangualde.

A Orquestra POEMa, uma iniciativa da Câmara Municipal de Mangualde em parceria com o Conservatório Regional de Música de Viseu – Dr. José de Azeredo Perdigão, nasceu em 2013 e tem como intervenientes elementos das Bandas Filarmónicas do concelho de Mangualde, alunos e ex-alunos do Conservatório Regional de Viseu. É composta por duas formações: Orquestra de Sopros e Orquestra de Câmara.

Municípios veem serviços nas CCDR como “essencial” para a regionalização

A presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) considera que a atribuição dos serviços regionais às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) trará vantagens na gestão e será um “passo essencial” para a regionalização.

“É o caminho necessário e aquele que ficará em vigor quando tivermos o modelo das regiões em funcionamento. Por isso, sendo bem feito, parece-me bem”, assumiu Luísa Salgueiro, em entrevista à Lusa, num balanço do primeiro ano na liderança da ANMP.

A socialista, que também assume a presidência da Câmara Municipal de Matosinhos, no distrito do Porto, recusou a ideia de que este processo seja uma “regionalização encapotada”, sublinhando tratar-se de uma reorganização de serviços que trará vantagens ao nível da eficiência da gestão.

“É apenas uma reorganização administrativa de serviços da administração central”, salientou.

E que poderá, depois, mediante a avaliação que for feita, resultar ou não numa regionalização, acrescentou.

Luísa Salgueiro referiu que todas as medidas que alteram o modelo de distribuição de competências entre o nível nacional e local são formas de demonstrar às entidades públicas envolvidas e aos cidadãos de “quão benéfico e vantajoso” pode ser o nível de decisão diferente do central.

Portugal é dos países com maior nível de concentração de decisões e isso não significa maior desenvolvimento para o país, considerou Luísa Salgueiro.

Na opinião da autarca, a reformulação das atribuições das CCDR e a descentralização de competências do Governo para os municípios são “passos importantes” para que Portugal possa, mais tarde, avançar para a regionalização.

Pois, quando se exercem as competências mais perto dos seus destinatários os resultados são melhores e os recursos são geridos de forma mais eficiente, considerou.

“Há um ano, no Congresso da ANMP, o senhor primeiro-ministro e o senhor Presidente da República apontaram a data de 2024 como data aconselhável para avançar com esse processo [regionalização], nós na ANMP continuamos a trabalhar e a Assembleia da República decidirá se é ou não o momento para o fazermos”, sustentou.

Questionada sobre o facto de o Governo ter aprovado, no início de novembro, em Conselho de Ministros, uma proposta de lei para a criação de duas novas Comunidades Intermunicipais (CIM), uma da Grande Lisboa e outra da Península de Setúbal, Luísa Salgueiro escusou-se a comentar, justificando que o assunto ainda não foi apresentado à ANMP.

“O assunto ainda não foi apresentado à ANMP, quando for depois tomaremos posição sobre isso”, garantiu.

Orçamento de 20,6 milhões de euros coloca as pessoas e o desenvolvimento sustentável como prioridade

Funções sociais, funções económicas e captação de fundos comunitários são prioridades do Executivo

Depois de já ter sido aprovado pelo Executivo Municipal, a Assembleia Municipal da Lousã aprovou o Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2023, documentos que reforçam o caminho do investimento no Capital Humano e coesão social, no desenvolvimento estruturado e sustentável e no aproveitamento de fundos comunitários.

Num ano de 2023 em que se manterá o aumento dos custos acrescidos de funcionamento, com especial expressão na energia,  em que se perspetiva a concretização da  descentralização de competências na ação social e saúde, a Autarquia da Lousã, ciente do impacto social que o aumento de custos e a inflação irão causar na comunidade, destina mais de 7,6 milhões de euros para as funções sociais, mais de 65% das Grandes Opções do Plano, investimento este concretizado prioritariamente na intervenção social e na habitação, mas também em áreas tão relevantes como, por exemplo, a educação, o desporto e a cultura.

Destaca-se, também, neste Orçamento, o montante afeto às funções económicas, com mais de 18% das Grandes Opções do Plano, cerca de 2,1 milhões de euros destinados a ações e projetos diversos.

Importante dimensão do trabalho a realizar é a continuidade do investimento na qualificação do território, área onde assume relevância especial a captação de fundos comunitários, sendo de destacar os seguintes objetivos: a requalificação da Escola Secundária da Lousã (5 milhões de euros); a candidatura à construção do 2º edifício do Centro de Saúde (projeto em execução); a continuidade da requalificação da Casa da Lagartixa (Museu Carlos Reis, 250 mil euros); a continuidade da requalificação do CineTeatro (1 milhão e 500 mil euros); a continuação das obras de Regeneração Urbana, nomeadamente na Rede Ciclável Urbana da Vila da Lousã, um investimento global superior a 1 milhão e 200 mil euros. A este nível existem outras obras identificadas e para as quais procuraremos obter fundos comunitários.

Para Luís Antunes, Presidente da Câmara Municipal da Lousã “apesar do ano particularmente desafiante, os documentos aprovados evidenciam o nosso compromisso com a qualidade de vida dos Lousanenses e com o desenvolvimento do Concelho, combinando rigor com ambição, que permita, simultaneamente, corresponder – com a maior expressão possível – às necessidades e expectativas da população e garantir o equilíbrio financeiro da Autarquia.”.

Luís Antunes assinala, também, “os valores transferidos para as Juntas de Freguesia, o reforço de meios na Proteção civil e vários objetivos na área da mobilidade (desenvolvimento do MetroBus, alternativa à Estrada da Beira, com prolongamento a Serpins / Góis, Nó dos Pegos e reabilitação de vias municipais), como elementos importantes de ações no próximo ano”.

Prisão preventiva para suspeito de uma dezena de furtos em Leiria e Ourém

Um dos suspeitos de cerca de uma dezena de furtos de metais não preciosos nos concelhos de Leiria e Ourém vai aguardar o desenrolar do inquérito em prisão preventiva, disse hoje fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).

A mesma fonte precisou que ao arguido, presente a primeiro interrogatório na terça-feira e que teve continuidade hoje, foi aplicada a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.

Na terça-feira, a GNR anunciou, em comunicado, ter detido dois homens, de 28 e 31 anos, no concelho da Marinha Grande.

“No âmbito de diligências de investigação que decorriam desde setembro de 2022, por furtos de metais não preciosos nos concelhos de Leiria e Ourém, os militares da Guarda deram cumprimento a dois mandados de detenção e três mandados de busca domiciliária, os quais culminaram com a detenção dos suspeitos e a apreensão de diverso material associado aos furtos realizados”.

A GNR apreendeu vários artigos em cobre, duas doses de canábis, duas botijas de gás, uma bicicleta, uma motosserra e uma munição.

Um dos detidos acabou por ser presente a primeiro interrogatório judicial, enquanto o segundo detido foi libertado.

Na operação, foi ainda constituído arguido um homem de 29 anos suspeito de estar envolvido na prática dos crimes.

Fonte da GNR explicou que os detidos não têm profissão, sendo um deles estrangeiro.

Entre os artigos em cobre recuperados pela GNR estão torneiras, castiçais e cinzeiros.

Esta ação, desenvolvida pelo Núcleo de Investigação Criminal de Leiria da GNR, contou com o reforço dos núcleos de Caldas da Rainha e Pombal, e o apoio da Polícia de Segurança Pública.

Autoridade Tributária realizou buscas em Aveiro

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) realizou várias buscas no concelho de Aveiro por suspeitas da prática do crime de fraude fiscal qualificada, informou hoje aquele organismo.

Em comunicado remetido à TVC, a AT esclareceu que foram realizadas na terça-feira ações de busca e apreensão no concelho de Aveiro, numa operação que contou com o apoio operacional da GNR e PSP.

No total, foram cumpridos cinco mandados de buscas domiciliárias e não domiciliárias, no âmbito de um inquérito a correr termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Aveiro, em que se investiga a prática de factos relacionados com o crime de fraude fiscal qualificada, refere a mesma nota.

Tribunal de Leiria condena homicida de jovem a 21 anos de prisão

O Tribunal Judicial de Leiria condenou hoje um arguido a 21 anos de prisão pela morte de uma jovem de 18 anos, em 3 de outubro do ano passado, junto à estação de comboios da Martingança (Alcobaça).

O coletivo de juízes considerou provado o crime de homicídio qualificado, em coautoria com o pai do arguido (em parte incerta e cujo processo foi separado), na forma agravada pela Lei das Armas, não tendo beneficiado da atenuação do regime especial para jovens.

O arguido, de 20 anos, que ouviu a deliberação por videoconferência no estabelecimento prisional, onde se encontra detido preventivamente, foi ainda condenado a pagar aos pais da vítima mortal a quantia global de 80 mil euros, pelo dano morte e sofrimento, e ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, onde a vítima morreu, cerca de 650 euros.

“Como seria de esperar, a pena é muito elevada, mas o crime que cometeu também foi muito grave. A pena está em proporção com aquilo que praticou”, afirmou o presidente do coletivo de juízes.

O jovem foi absolvido dos crimes de detenção de arma proibida e resistência e coação sobre funcionário, neste caso a Guarda Nacional Republicana, de que também estava acusado pelo Ministério Público.

O tribunal coletivo considerou provados, entre outros factos, que a vítima tinha uma dívida relacionada com droga com o pai do arguido de valor não concretamente apurado, acabando por combinar encontrarem-se para aquela pagar a quantia, num terreno junto à estação da Martingança.

No local, e na presença de mais dois duas testemunhas para além de pai e filho, embora a jovem tenha pedido mais tempo para reunir o dinheiro, o pai do condenado, que foi para o local já munido de uma arma de fogo, estendeu-a ao filho dizendo-lhe “dá-lhe um tiro, ou tratas tu ou trato eu”.

Segundo o tribunal, o arguido recebeu o revólver e, “em execução da ordem que lhe foi transmitida”, a uma distância de um metro a um metro e meio, premiu repetidamente a arma “cinco vezes” na cabeça da vítima, tendo depois abandonado o local juntamente com o pai.

Realçando que o arguido confessou grande parte dos factos, o Tribunal não valorou a tese que o jovem apresentou em julgamento de que era ele que morreria se não disparasse contra a vítima. Tese que não foi confirmada por ninguém em audiência de julgamento, salientou o juiz presidente.

“Não falhou um único tiro que disparou. Disparou cinco tiros à queima-roupa”, sustentou o presidente do coletivo de juízes, considerando que “não faltariam alternativas ao arguido”, como disparar para o ar, para o chão, fugir do local ou apontar a arma ao pai.

À Lusa, o advogado do arguido, Vítor Parente Ribeiro, classificou o acórdão como “uma barbaridade”, frisando ter ficado claramente provado que aquele “estava sob coação e ameaça [do pai] quando os factos foram praticados”.

Já Vítor Hugo, advogado dos pais da vítima, declarou que é um acórdão justo face ao crime pelo qual foi condenado, o homicídio qualificado.

Um dos quatro detidos por crimes de burla com ‘app’ em prisão preventiva

Uma das quatro pessoas detidas pela alegada prática de crimes de burla e outros através de uma aplicação digital (‘app’) vai aguardar julgamento em prisão preventiva, informou hoje a Procuradoria da República da Comarca de Castelo Branco.

Na terça-feira, a Polícia Judiciária (PJ) anunciou que tinha detido quatro pessoas, em Castelo Branco, Loures e Lisboa, suspeitas da prática de crimes de burla qualificada, burla informática e nas comunicações, falsidade informática, acesso ilegítimo e branqueamento de capitais.

“No âmbito de uma investigação envolvendo as chamadas ‘burlas MBWay’, decorreram diligências de busca e apreensão e foram efetuadas quatro detenções” pela PJ, refere uma nota publicada hoje no portal do Ministério Público (MP).

Dois dos detidos, segundo a Procuradoria da República, foram ouvidos, na terça-feira, no âmbito de “um primeiro interrogatório judicial, por se encontrarem fortemente indiciados” da prática de oito crimes de burla qualificada, oito crimes de acesso ilegítimo, três crimes de burla qualificada na forma tentada e um crime de branqueamento de capitais.

“Na sequência desse interrogatório, um dos arguidos ficou sujeito à medida de coação de prisão preventiva, tendo o outro ficado com a obrigação de se apresentar, periodicamente, às segundas e sextas-feiras, no órgão de polícia criminal da sua área de residência. Ambos ficaram com a proibição de se contactarem reciprocamente”, adianta.

Os restantes arguidos “foram sujeitos a interrogatório não judicial, tendo ficado sujeitos” os dois a termo de identidade e residência.

Segundo a Diretoria do Centro da PJ, os arguidos são três homens e uma mulher, com idades entre os 20 e os 35 anos, detidos em Monforte (Castelo Branco), Loures e Lisboa, no cumprimento de mandados de busca e detenção emitidos pelo MP de Castelo Branco.

Mau tempo. Câmara de Viseu ajuda na reabilitação de casas de 55 famílias

O município de Viseu comparticipou, com mais de 346 mil euros, a reabilitação das casas de 55 famílias, no âmbito de um programa municipal que terá continuidade nos próximos anos, garantiu hoje o presidente da autarquia, Fernando Ruas.

“Não queremos ficar por aqui, queremos que este programa continue”, afirmou o autarca social-democrata durante a cerimónia de assinatura dos contratos da edição deste ano do programa Viseu Habita, celebrados com as 55 famílias de 22 freguesias que viram assim garantidas melhores condições de habitabilidade e de conforto.

Fernando Ruas lembrou que, desde a sua primeira edição, há 20 anos, o Viseu Habita (antigo Prohabit) já concedeu um valor total de comparticipações de quase de 6,3 milhões de euros, complementados com mais de 1,9 milhões de euros do programa Viseu Solidário.

“Tem sido um sucesso gradual”, considerou o autarca, acrescentando que o município de Viseu pretende “dar o exemplo a quem tem esta obrigação legal”, que não é das autarquias.

Segundo o antigo presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), “são os governos centrais que têm esta responsabilidade” e outros organismos “têm a responsabilidade de fazer cumprir a Constituição, que diz que todos têm direito à habitação”.

O Viseu Habita é um programa municipal de apoio à reabilitação de habitações de pessoas e agregados familiares carenciados do concelho.

PSP e IPO de Coimbra juntos contra a violência no setor da saúde

O fornecimento de ferramentas aos profissionais de saúde para lidarem com situações de violência, como a agressividade verbal, entre outras, foram objetivos de uma ação hoje realizada pela PSP e Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra.

Segundo uma nota do Núcleo de Imprensa e Relações Públicas do Comando da PSP de Coimbra, a ação de sensibilização decorreu hoje, no âmbito do Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde, promovida pelo Serviço de Saúde Ocupacional do IPO de Coimbra e realizada por polícias da 1.ª Esquadra que integram o Modelo Integrado de Policiamento de Proximidade (MIPP).

Citados na nota, responsáveis do Serviço de Saúde Ocupacional do IPO afirmaram que a informação e formação prestada pela PSP permitem “lidar com a problemática da violência” e são “essenciais para os profissionais saberem enfrentar determinadas situações, como, por exemplo, agressividade verbal por parte de utentes ou visitantes”.

De acordo com a mesma fonte, a colaboração da PSP “tem sido essencial para informar e esclarecer” os profissionais do IPO de Coimbra “sobre as medidas adequadas para evitar e resolver episódios de violência”.

Aquela organização policial esclareceu que durante a ação foram abordados diversos temas, desde logo os procedimentos necessários à denúncia, registo e monitorização de episódios de violência contra profissionais de saúde, a legislação em vigor, diferença entre criminalidade e violência, como abordar um cidadão violento, enquadramento jurídico e implementação de normas e procedimentos de segurança nas instituições de saúde, entre outros.

“Esta ação enquadra-se nos objetivos do Gabinete de Segurança para a Prevenção e Combate à Violência contra os Profissionais de Saúde, criado em 2020, de modo a dar resposta à consecução de um clima de segurança e confiança aos profissionais de saúde que, diariamente, se dedicam a assegurar a prestação de cuidados aos utentes do Serviço Nacional de Saúde”, adiantou a PSP.

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