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Pampilhosa da Serra: Grupo dos Amigos do Património Pampilhosense dinamiza 7º Encontro Cultural

No próximo sábado, dia 12 de julho, o Edifício Monsenhor Nunes Pereira será palco do 7.º Encontro Cultural Pampilhosense, sob o tema “A vila da Pampilhosa da Serra: poder e
sociedade”.


Organizado pelo Grupo dos Amigos do Património Pampilhosense (GAPP), com o apoio da
Câmara Municipal e da Academia Portuguesa de Ex-Libris, o evento contará com a
participação de Pedro Freire, Fernando Rua, Júlio Cortez Fernandes e Eduardo Brito, que
irão abordar e partilhar diferentes perspetivas sobre a história, o quotidiano e as
particularidades da vila de Pampilhosa da Serra.


Além destas apresentações, será inaugurada a exposição “As bibliotecas também têm ex-
libris”, composta por um conjunto de ex-libris relacionados com as bibliotecas públicas e
exemplares criados por monsenhor Augusto Nunes Pereira. Esta mostra de pequenos
papéis com desenhos artísticos, que normalmente identificam o proprietário de um livro,
terá como base aa coleção particular do conhecido colecionador Segismundo Pinto e
ficará patente ao público até 31 de agosto.


O GAPP é grupo informal de pessoas que tem como objetivos a defesa e conservação do
património do concelho de Pampilhosa da Serra, a par da sua investigação e valorização,
designadamente através da realização de congressos, ações de formação ou de
esclarecimento, exposições, visitas e publicações.

Em 2018, organizou um colóquio e exposição sobre o padre Carlos Borges das Neves e no ano seguinte, realizou novo colóquio dedicado à Quinta da Feteira, ambos com o apoio do município pampilhosense.


Dado o contexto vivido em 2021, efetivou um colóquio online. Em 2022, realizou em
conjunto com a Junta de Freguesia de Fajão-Vidual um colóquio sobre o pintor Guilherme
Filipe e, por fim, no ano passado uma sessão de homenagem à investigadora Ana Paula
Branco, em associação com a Liga de Melhoramentos de Carvalho. Por fim, em 2024
organizou, em Dornelas do Zêzere, um colóquio subordinado à figura de D. Eurico Dias
Nogueira.

Vila Nova de Poiares recorda memória dos pilotos falecidos na Serra do Carvalho

Cerimónias evocativas dos 70 anos marcadas por inauguração de monumento evocativo.

A Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares e a Força Aérea Portuguesa promovem, nos dias 12 e 13 de julho de 2025, as cerimónias oficiais evocativas da memória dos oito pilotos aviadores da Força Aérea Portuguesa que perderam a vida na Serra do Carvalho, neste Concelho, a 1 de julho de 1955.

O programa tem início no sábado, dia 12 de julho, com destaque para o concerto pela Banda de Música da Força Aérea, que contará com a participação da Filarmónica Fraternidade Poiarense, pelas 21h30, com entrada livre, e que decorrerá na Alameda Santo André.

Nesse mesmo dia será também inaugurada a Exposição da Força Aérea Portuguesa, patente ao público até 31 de julho no Centro Cultural de Poiares, proporcionando uma oportunidade única para conhecer melhor a história e missão da instituição, bem como homenagear aqueles que juraram dar a vida ao serviço da Pátria.

O ponto alto das comemorações acontecerá no domingo, dia 13 de julho, na Serra do Carvalho, com a presença do Chefe de Estado Maior da Força Aérea, General João Cartaxo Alves. Pelas 11h00 terá lugar a missa de sufrágio e evocação junto ao Memorial, seguida da inauguração do novo Monumento “Asas no Silêncio”, que assinala os 70 anos deste trágico episódio da história da aviação militar portuguesa.

O trágico episódio aconteceu em 1955, por ocasião dos festejos do Dia da Força Aérea, quando oito dos doze aviões que compunham a formação comandada pelo Capitão Rangel Lima, se despenharam em plena Serra do Carvalho. 

Desde então, a memória dos aviadores tem sido perpetuada em vários momentos solenes, destacando-se a inauguração, em 1957, do Memorial da Serra do Carvalho, que compreende um Cruzeiro e uma Capela em honra de Nossa Senhora do Ar, e, mais recentemente, em 2005, por ocasião do 50.º aniversário do acidente, a criação do Monumento “Voo dos Anjos”, situado na Avenida Manuel Carvalho Coelho, principal ‘porta de entrada’ do Concelho.

Estas cerimónias, que se revestem de grande simbolismo e emoção, representam um tributo sentido a todos os que serviram e continuam a servir a Força Aérea Portuguesa com dedicação, bravura e coragem.

Câmara Municipal da Lousã reforça apoio aos clubes com manutenção dos campos sintéticos

Investimentos realizados no âmbito do plano de apoio contínuo a Clubes e Associações Desportivas do Concelho.

A Câmara Municipal da Lousã, no âmbito do seu plano de apoio contínuo a Clubes e Associações Desportivas do Concelho, concluiu recentemente a primeira fase dos trabalhos de manutenção dos relvados sintéticos do Estádio Dr. José Pinto de Aguiar e do Complexo Desportivo das Gândaras.

As intervenções, executadas pela empresa Rasgos de Verde, representaram um investimento de cerca de 5.000€ e incluem operações técnicas essenciais, como a descompactação – para restabelecer a sua elasticidade – e a escovagem intensiva, que permite uniformizar a superfície e melhorar o desempenho e segurança do relvado para a prática desportiva.

Está já prevista uma segunda fase de manutenção, que dará continuidade aos trabalhos de descompactação e escovagem, e que incluirá ainda uma ação de aspiração de resíduos, contribuindo assim para a preservação da qualidade e prolongamento da vida útil dos pavimentos sintéticos.

Adicionalmente, está prevista a correção de abatimentos no relvado do campo de futebol de sete, acompanhada pelas respetivas ações de manutenção, nomeadamente a descompactação, escovagem e aspiração, com o objetivo de garantir uma superfície mais nivelada, segura e duradoura.

Este conjunto de intervenções insere-se num plano mais alargado de valorização e modernização das infraestruturas desportivas do Concelho, que alia a cedência de materiais e recursos humanos a ações de manutenção pontuais, promovendo melhores condições de uso e segurança para todos os atletas e utilizadores.

Mealhada: 40 anos da elevação de Pampilhosa a vila

Começaram, esta quarta-feira, as comemorações do 40.º aniversário da elevação a vila da Pampilhosa, num dia marcado pela sessão solene que incitou a população à união de
esforços com os eleitos para fazer vingar os investimentos que estão projetados para a
freguesia.


Foi a 9 de julho de 1985 que a localidade da Pampilhosa foi elevada a vila pelo Parlamento,
depois da proposta de Zita Seabra (APU). Esta manhã, 40 anos volvidos, a Junta de Freguesia da Pampilhosa abriu as comemorações com a apresentação do hino da freguesia e a sessão solene evocativa da data, que fez o balanço das últimas quatro décadas e abriu os desejos e o lote de investimentos para os próximos dez anos.


António Jorge Franco, presidente da Câmara da Mealhada, num claro apelo à união da população com os eleitos locais para trabalharem em conjunto em prol do território, destacou que “a Câmara tem procurado ouvir os pampilhosenses e criar as melhores condições para quem vive, assim como para atrair população e investimento para a freguesia e trazer mais turismo ao território”.

A expansão da Zona Industrial de Viadores, o projeto da Plataforma Logística da Pampilhosa, as pavimentações em vários arruamentos, a abertura do concurso para a requalificação da Extensão de Saúde, entre muitas outras obras, justificam as palavras do autarca que diz acreditar que “em breve será reiniciada a obra para o Cineteatro do GIR”.

“Com todas estas obras vamos ter constrangimentos na vida das pessoas e será importante o seu apoio a todo este trabalho”, disse.


Admitindo que “o atual Executivo está a lutar muito pelos interesses da população”, o presidente da Junta de Freguesia da Pampilhosa, Mário Gaspar, argumentou que a freguesia está “muito ativa, com projetos sempre em marcha, tendo mostrado já algo que está bem, mas queremos mais, somos insatisfeitos e queremos ainda mais para a nossa população”.


Na mesma tónica, o presidente da Assembleia de Freguesia, Carlos Rodrigues, acabaria por
destacar também o empenho de todos aqueles que no passado lutaram pelo desenvolvimento
da freguesia, incentivando os atuais eleitos a fazerem esforços no caminho do “desenvolvimento económico e que lutem por mais acessos e serviços para a freguesia”.


Para o presidente da Assembleia Municipal, Carlos Cabral, “este é um dia importante que nos diz que valeu a pena lutar por este estatuto. É melhor ser vila que uma aldeia normal e a Pampilhosa soube tirar vantagem disso, sem quaisquer objetivos políticos imediatos”, disse.

Este primeiro dia de festa, que contou ainda com uma tertúlia, abriu as comemorações, que prosseguem até ao próximo domingo, no Jardim Público Carlos Cabral, com tasquinhas, expositores diversos e momentos de recreio e animação musical, protagonizados por várias associações da freguesia e do concelho.

Anadia: Nó de acesso à Autoestrada 1

O Município de Anadia congratula-se com a iniciativa dos grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP que, esta semana, entregaram na Assembleia da República um projeto de resolução que recomenda ao Governo a criação de um nó de acesso à autoestrada A1 entre Anadia e Oliveira do Bairro.


No documento entregue pelos deputados, estes consideram a criação do acesso à A1 “um investimento estratégico e fundamental para o desenvolvimento económico e social de uma região, não só do ponto de vista da mobilidade e da melhoria da qualidade de vida das populações, mas também do ponto de vista da competitividade empresarial”.

O projeto de resolução recomenda ao Governo que, na renegociação da concessão da Autoestrada A1, “fique consignada a obrigação da concessionária de criar um nó de acesso à A1 entre Anadia e Oliveira do Bairro”.


Os parlamentares consideram que a criação do nó de acesso à A1 é uma “obra de interesse público” que “contribuirá para o fortalecimento das economias local e regional, para o aumento da competitividade regional e para a melhoria das condições de vida das populações”, sublinhando ser “da mais elementar justiça cumprir com esta reivindicação antiga das populações de Anadia e Oliveira do Bairro”.

Destacam ainda o facto de “a realidade atual comportar, em si, significativos constrangimentos, o maior dos quais as dezenas de quilómetros a percorrer até aos nós de acesso à A1 mais próximos, localizados em Aveiro Sul e na Mealhada, que distam entre si 23,6 km, uma das maiores distâncias entre os nós da A1”.


Recorde-se que a criação de um acesso direto à autoestrada do Norte (A1) é uma antiga pretensão do Município de Anadia que, ao longo de todos estes anos, não têm deixado cair no esquecimento, tendo para o efeito realizado inúmeras diligências junto das autoridades competentes, como foi o caso das reuniões tidas com representantes dos grupos parlamentares do PSD, CDS, Partido Socialista, Chega e Iniciativa Liberal, onde se demonstrou as mais-valias que a ligação trará para os concelhos de Anadia e Oliveira do Bairro, bem como para toda a região.

Conimbriga iniciou Campanha de Escavação

No passado dia 30 de junho, iniciou-se a quinta campanha consecutiva de escavações arqueológicas, este ano enquadrada na renovação do PIPA: “Conímbriga MMXXV – Caracterização do potencial científico e patrimonial do Vale Norte de Conímbriga”.

Uma parceria iniciada em 2021, entre o Museu Nacional de Conímbriga (MNC) – Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E., a Universidade de Coimbra (UC) e a Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, que possibilita a participação dos alunos voluntários da licenciatura e
mestrado em Arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), supervisionados pelos arqueólogos Ricardo Costeira da Silva (FLUC-UC), José Ruivo (MNC), Virgílio Hipólito Correia (MNC) e Vítor Dias (Diretor do MNC).


É com elevada satisfação, que o campo arqueológico em progresso do MNC materializa formação prática de arqueologia no sítio arqueológico mais visitado do país. Trabalha-se a dimensão geracional do conhecimento, perspetivando futura musealização e respetiva aplicação social.

Câmara inicia processo da 3.ª fase da Via Regional Cantanhede/Tocha

Aquisição dos primeiros terrenos foi formalizada.

A Câmara Municipal de Cantanhede deu início ao processo relativo à construção da 3.ª fase da Via Regional Cantanhede/Tocha, com a aquisição dos primeiros terrenos.


O ato formal de assinatura das escrituras decorreu esta terça-feira, 8 de julho, no salão nobre dos Paços do Concelho, numa sessão onde marcaram presença a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, os vereadores Célia Simões e Fernando Pais Alves, assim como o presidente da Junta de Freguesia da Tocha.


Concluído está já o processo de obtenção do parecer do ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, além de outras diligências obrigatórias para se avançar com a aquisição das parcelas.


Esta 3.ª fase de obra, recorde-se, ligará a rotunda da Estrada Nacional 109, a norte da vila, e as Berlengas, na zona de acesso à zona industrial, assegurando, desta forma a rápida ligação viária àquele núcleo empresarial que se encontra em franco crescimento.


“Estamos a avançar com o processo tão rapidamente quanto possível, pois trata-se efetivamente de uma via muito importante para o concelho de Cantanhede e muito particularmente para a freguesia da Tocha”, refere Helena Teodósio, adiantando que se trata de “um projeto absolutamente estruturante para toda a zona poente do território do concelho, potenciando ainda mais o crescimento da zona industrial, que na prática vai ficar com um acesso imediato à autoestrada A17 e à EN 109”.


A par disso, esta nova ligação descongestionará a circulação viária no centro da vila e facilitará consideravelmente o acesso às zonas balneares da orla costeira, o que, do ponto de vista da atratividade turística, representa uma importante mais-valia.


O perfil deste novo troço da Via Regional Cantanhede/Tocha será um pouco diferente dos das fases anteriores, não só em termos de largura, pois será mais ampla, mas também porque contempla faixas laterais projetadas para funcionarem como ciclovia.

Vamos voar, as diferenças ficam em terra”: Céus de Leiria encheram-se de sorrisos com o Batismo de Voo 2025!

Utentes da Fundação ADFP viveram uma experiência única graças aos Cavaleiros do Céu!

O céu de Leiria voltou a ser palco de sonhos realizados. Este ano, 15 utentes da Residência Fraternidade, e dos CACIS Amizade e Simpatia, participaram na 12ª edição do Batismo de Voo promovido pela Associação Cívica “Cavaleiros do Céu”, uma iniciativa solidária que convida instituições de todo o país a proporcionar esta experiência única a pessoas em situação de vulnerabilidade e desvantagem.

Sob o lema inspirador “Vamos voar, as diferenças ficam em terra”, o evento promoveu a inclusão, o convívio interinstitucional e a superação pessoal, num ambiente de festa, emoção e muita alegria. Ao longo do dia, os participantes tiveram a oportunidade de sobrevoar a cidade de Leiria e contemplar, lá do alto, paisagens que muitos nunca tinham visto senão em fotografias.

O dia foi ainda mais especial com a animação da cantora Vânia Marisa, que espalhou música e sorrisos no aeródromo. Entre voos, os utentes também saborearam snacks oferecidos, como pipocas estaladiças e fatias de pizza quentinhas, partilhando momentos descontraídos e felizes.

Cada valência da Fundação ADFP recebeu ainda um ursinho de peluche, como símbolo de carinho e união, e cada participante levou consigo uma fotografia impressa do seu voo — um registo especial para recordar este momento marcante.

Andreia Antunes, Diretora Técnica do CACI, destacou a importância desta experiência para os utentes: “Esta é uma das atividades que mais entusiasmo e satisfação desperta. Para além de proporcionar uma vivência nova, enriquecedora e emocionante, promove o convívio com outras instituições, técnicos, voluntários e pilotos. Estimula a autoconfiança, o espírito de entreajuda, permite o contacto com diferentes ambientes e impulsiona a superação de receios – numa experiência que enche os céus de alegria!”.

A Fundação ADFP agradece à Associação Cívica Cavaleiros do Céu e a todos os parceiros envolvidos por proporcionarem uma experiência tão significativa. O evento reforçou mais uma vez o papel das instituições sociais na criação de oportunidades de inclusão real, emocionando e inspirando todos os envolvidos.

Eduardo Sequeira inicia terceiro mandato como Diretor do Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares

No passado dia 7 de julho, pelas 11h30, decorreu, na escola sede do Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares, a cerimónia de tomada de posse do Professor Eduardo Sequeira, recentemente reeleito para um terceiro mandato como Diretor do Agrupamento.


A sessão foi presidida pela Professora Ana Baptista, Presidente do Conselho Geral, e contou com a presença de todos os elementos deste órgão. Marcaram também presença diretores de escolas da região centro, alunos, encarregados de educação, professores, assistentes técnicos, assistentes operacionais e outros membros da comunidade educativa, refletindo o envolvimento e o reconhecimento alargado da comunidade em torno deste momento.


A cerimónia ficou marcada por diversas intervenções, que deram voz a diferentes setores da comunidade: alunos, pais e encarregados de educação, representantes dos assistentes técnicos, representante das entidades cooptadas (comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Poiares), Diretor do Agrupamento, Presidente da Câmara Municipal e Presidente do Conselho Geral.


Eduardo Sequeira reafirmou os valores e princípios que têm orientado a sua atuação ao longo dos dois mandatos anteriores e que se encontram plasmados no seu projeto de intervenção.

Sublinhou que as pessoas são o ponto mais importante de qualquer organização, demonstrando uma visão humanista e centrada na valorização de todos os intervenientes no processo educativo. Reforçou a sua crença de que, juntos, é possível construir um agrupamento cada vez mais inclusivo, inovador e transparente, onde cada aluno, professor e assistente operacional/técnico se sinta valorizado e motivado.


Para o Diretor, a Escola deve ser muito mais do que um espaço de ensino. Defendeu tratar-se de um lugar onde se cultivam sonhos, se despertam talentos e se promovem valores essenciais para a sociedade. Esta visão foi acolhida com entusiasmo pelos presentes, refletindo a confiança na continuidade de um trabalho sólido e comprometido.


Durante a cerimónia, foi também apresentada a nova equipa que acompanhará Eduardo Sequeira ao longo deste ciclo. O momento revelou-se de grande simbolismo e união, reforçando o compromisso coletivo com a missão educativa do agrupamento.


A cerimónia culminou com um porto de honra, proporcionando um momento de profícuo e salutar convívio entre todos os presentes. O ambiente foi de celebração, reconhecimento e partilha, num evento que muitos consideraram verdadeiramente memorável e que assinalou o início de mais uma etapa dedicada à construção de uma escola de excelência, centrada nas pessoas.

Ançã com a distinção máxima no projeto Eco-Freguesias XXI

Freguesias de Febres, Cadima e Tocha também foram distinguidas pela ABAE.

Ançã está entre as 19 freguesias do país distinguidas com o grau Ouro do projeto Eco Freguesias XXI, que reconhece e premeia as freguesias mais sustentáveis, avaliadas
através de um conjunto de indicadores ligados à sustentabilidade económica, social,
sociocultural, ambiental e territorial.

No distrito de Coimbra, que nesta edição viu galardoadas 16 freguesias, apenas Ançã e Samuel (Soure) atingiram o grau máximo.


A distinção tem tanto mais destaque se levarmos em conta que Ançã obteve a segunda maior pontuação a nível nacional (92,4%), atribuída por um conjunto de avaliadores de elevado prestígio como a Universidade de Coimbra, Agência Portuguesa do Ambiente, Quercus, entre outros.


Destaque ainda para o reconhecimento das boas práticas de outras três freguesias do
concelho de Cantanhede. Febres obteve o galardão Eco-Freguesias com o grau Prata
e Cadima com grau Bronze, o mesmo que a Tocha, que se estreia como Eco- Freguesia.


A cerimónia de atribuição dos galardões decorreu esta segunda-feira, 7 de julho, em
Torres Vedras, onde as freguesias distinguidas estiveram representadas pelos respetivos presidentes.


Iniciado em 2014 pela ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa, o Eco-Freguesias XXI contribui para a implementação do número 11 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ONU, Agenda 2030) – comunidades inclusivas, resilientes, seguras e sustentáveis, alinhando-se diretamente com os três eixos da ENEA – Estratégia Nacional de educação Ambiental: economia circular, descarbonizar a sociedade, valorizar o território.

Na prática, tem como finalidade incrementar o desenvolvimento sustentável à escala local, valorizando o processo de cidadania participativa e reconhecendo as freguesias que melhor qualidade de vida oferecem aos seus habitantes.


Neste projeto, as freguesias são divididas por três escalões, de acordo com o número de habitantes. As regras e critérios de avaliação são iguais, só mudando o número de ações que cada uma tem de apresentar.


Em cada escalão há três graus de distinção, de acordo com a avaliação: Ouro (>90%), Prata (entre 70 e 90%) e Bronze (entre 50 e 70%).

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