O Museu Marítimo de Ílhavo vai celebrar, no dia 11 de janeiro, o 12.º aniversário do Aquário dos Bacalhaus, a propósito da reabertura desta infraestrutura, que, durante alguns meses, esteve fechada ao público, para realização de obras de beneficiação e de requalificação.
Para tal, o Museu Marítimo de Ílhavo preparou um programa para todo dia, sempre em torno do Aquário, destacando as temáticas da preservação dos oceanos, da promoção da cidadania azul e do papel dos Aquários na consciencialização para a proteção dos recursos marinhos.
O programa do 12.º aniversário começa às 10 horas, junto ao Aquário dos Bacalhaus, com “Aquarianas”, um espetáculo para famílias com crianças dos 12 meses aos cinco anos, que, ao ritmo da música, convida a embarcar na missão de tornar o oceano mais limpo.
Durante toda a tarde, entre as 14 e as 18 horas, decorrem, no auditório do museu, as Jornadas “Aquários e Cidadania Azul”, sobre o papel dos aquários na promoção da cultura de sustentabilidade e de respeito pela biodiversidade.
O evento contará com um diversificado painel de especialistas que irão explorar a capacidade dos aquários, enquanto espaços de consciencialização, de comprometimento e de proatividade na defesa do futuro do nosso planeta, na medida em que demonstram a importância de preservar os nossos recursos marinhos para as gerações vindouras.
A participação nas jornadas é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia, que pode ser efetuada enviando um e-mail para visitas.mmi@cm-ilhavo.pt, com os seguintes dados: nome, profissão, instituição e contactos.
As celebrações do 12.º aniversário do Aquário dos Bacalhaus encerram às 18 horas, com assinatura do protocolo de colaboração entre o Museu Marítimo de Ílhavo e o Comité Nacional para a Década do Oceano, o lançamento da 12ª edição da Revista Argus, dedicada à Década do Oceano, a apresentação do catálogo da exposição “Mar Oceano: Legado de Mário Ruivo” e a inauguração da exposição de ilustração científica “Oceanos de Vida, mares de ilustrações”, de Fernando Correia.
A programação da Festa das Fogaceiras começa esta quinta-feira, 2 de janeiro, e estende-se até ao próximo dia 31 com espetáculos de teatro e música, exposições, projetos educativos e eventos gastronómicos, mas o ponto alto acontece a 20 de janeiro, feriado municipal, dia em que as gentes da Feira renovam o voto ao mártir São Sebastião.
Cerca de 250 meninas, vestidas e calçadas de branco, voltam a transportar a fogaça à cabeça no Cortejo Cívico e Procissão, cumprindo uma tradição com 520 anos de história e que, nesta edição, homenageia as Fogaceiras no Mundo.
As primeiras atividades acontecem em espaços culturais e educativos do território, com o propósito de envolver e sensibilizar as diferentes comunidades para a importância desta festividade secular, nomeadamente no Museu Convento dos Lóios e Museu de Santa Maria de Lamas, que dinamizam oficinas e exposições temáticas ao longo do mês (“Cumprindo a Tradição”, “São Sebastião – O Voto, a Identidade e a Arte”, “Fogaça ou Fogaceira?”, “A minha Família vai ao Museu! E a tua?”), mas também em escolas do 1º Ciclo do concelho, onde a festa é apresentada às crianças de forma simples e criativa, através de jogos de tabuleiro e materiais multimédia (“Difusão da Tradição das Fogaceiras”).
A música volta a ocupar um lugar de destaque na programação, com propostas para diferentes públicos, muitas delas em palcos inusitados do território. Os concertos de Camané & Mário Laginha (4 de janeiro, Tuna Musical Mozelense) e emmy Curl (8 de janeiro, Escola Básica de São João de Ver), o recital de violino e piano de Bruno Monteiro e João Paulo Santos (11 de janeiro, Biblioteca Municipal), o “Encontro de Cantadores de Janeiras e Reis” (12 janeiro, Biblioteca Municipal), o espetáculo “Canções de Sofá” (15 janeiro, Casa da Cultura de Gião) e o concerto de “O Gajo” (23 de janeiro, Capela da Nossa Senhora das Necessidades, Escapães) refletem a diversidade das propostas musicais que percorrem diferentes palcos do concelho.
Momentos singulares da programação são também a “Mostra de Fabrico da Fogaça da Feira” (10 de janeiro, Castelo), onde os participantes são convidados a meter as mãos na massa e a provar fogaça cozida no forno do ex-líbris feirense; a “Investidura dos Escudeiros da Confraria da Fogaça da Feira” (11 de janeiro, Castelo), onde crianças da EB de Fornos fazem o seu juramento em defesa da genuína Fogaça; ou o “Capítulo da Confraria da Fogaça da Feira” (18 de janeiro, Castelo), cerimónia de entronização de novos confrades.
A degustação da Fogaça, seja harmonizada com outros produtos locais ou reinventada em novas criações de chefs locais, é também uma experiência que marca a programação, nomeadamente no encontro gastronómico “Fogaça com Todos” (16 de janeiro, Escola Secundária da Feira) e no clube de gastronomia “Bola de Carne com Massa de Fogaça, Muralhas e Almofadas” (28 de janeiro, Biblioteca Municipal).
O programa integra ainda as exposições “São Sebastião e a Festa das Fogaceiras” (7 a 30 de janeiro, Hospital de São Sebastião), “Fogaceiras em Retrospetiva” (13 a 31 de janeiro, Biblioteca Municipal) e “Reinventar o Traje das Fogaceiras” (19 a 21 de janeiro, Praça Dr. Gaspar Moreira), bem como o concurso de desenho “As Fogaceiras na Rua” (20 de janeiro, centro histórico).
“Filarmonia da Humanidade – O corpo em busca de Luz” (25 de janeiro, Europarque) é o espetáculo multidisciplinar que marca o encerramento da programação cultural da Festa das Fogaceiras, entrecruzando música filarmónica (obra original), artes circenses e dança acrobática, num total de 280 artistas em palco.
No dia 20 de janeiro, cumpre-se o voto ao mártir São Sebastião, com a realização do Cortejo Cívico (Câmara – Igreja Matriz), Missa Solene com Bênção das Fogaças (Igreja Matriz) e Procissão das Fogaceiras (ruas do centro histórico), seguindo-se a cerimónia de entrega de distinções honoríficas (Salão Nobre dos Paços do Concelho). Como manda a tradição, o dia encerra com teatro de revista, numa sátira mordaz, mas construtiva, ao quotidiano feirense (“Os Senhores do Reino”, Europarque). Dias depois, a festividade é recriada pelas comunidades portuguesas na África do Sul, Brasil e Venezuela.
A Autoridade Marítima Nacional resgatou esta tarde um jovem de 23 anos que se encontrava em dificuldades na ria de Aveiro. O incidente ocorreu por volta das 14h39, após um alerta emitido pelo estaleiro Navalria, que mobilizou várias equipas de emergência.
Elementos da Capitania do Porto e do Comando-local da Polícia Marítima de Aveiro, juntamente com tripulantes da Estação Salva-vidas de Aveiro e membros dos Bombeiros Novos de Aveiro, deslocaram-se rapidamente ao local. À chegada, verificaram que a vítima, de nacionalidade portuguesa, apresentava sinais evidentes de hipotermia.
O jovem foi imediatamente resgatado e levado para terra, onde recebeu assistência inicial por parte dos bombeiros. Posteriormente, foi transportado para uma unidade hospitalar para tratamento e observação.
O Comando-local da Polícia Marítima de Aveiro ficou responsável pela ocorrência. Este resgate sublinha a importância da rápida atuação das equipas de emergência e o papel vital da Autoridade Marítima Nacional em situações de risco na ria.
O mistério envolve o desaparecimento de Ricardo Jorge Lino Perrudo, jovem aguedense de apenas 20 anos, que não dá notícias desde o dia 9 de novembro de 2024. A última informação conhecida é que Ricardo viajou de Águeda para o Aeroporto do Porto, onde embarcou num voo com destino a Manchester, Inglaterra. Desde então, a família vive momentos de desespero e incerteza.
A mãe, Helena Perrudo, acredita que o jovem possa estar na localidade de Bassingham ou nas redondezas, mas não há qualquer confirmação. O silêncio prolongado e a ausência de notícias aumentam a preocupação da família, que teme pelo pior. Apesar de o caso já ter sido comunicado à GNR e à Polícia Judiciária, as investigações ainda não apresentaram resultados concretos.
“Não sei o que fazer. Por favor, ajudem-nos com partilhas e qualquer informação que possam ter”, implora Helena, num apelo comovente divulgado nas redes sociais. Ela pede ainda que quem souber de algo entre em contacto pelo número 915 257 049.
O desaparecimento de Ricardo mobiliza agora não só a comunidade de Águeda, mas também todas as pessoas que possam contribuir para desvendar este mistério. O tempo é crucial, e cada informação pode fazer a diferença para trazer Ricardo de volta para casa.
Um incêndio deflagrou esta manhã, por volta das 11 horas, numa garagem situada na localidade de Olho Marinho, em Vila Nova de Poiares. O incidente mobilizou 31 operacionais e 12 veículos de combate ao fogo das corporações de bombeiros de Vila Nova de Poiares, Lousã e Serpins.
Apesar da prontidão da resposta, não se registaram vítimas nem danos de maior. A rápida intervenção das equipas no local impediu que as chamas se propagassem a outras áreas. As autoridades suspeitam que a origem do incêndio possa estar relacionada com um curto-circuito.
Os trabalhos no local prolongaram-se por algumas horas para assegurar que a situação estava completamente controlada. As causas exatas do incidente estão a ser investigadas pelas entidades competentes.
Entre os dias 27 e 31 de dezembro de 2024, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) intensificaram ações de fiscalização e prevenção no âmbito da operação “Natal e Ano Novo 2024/2025”. Durante este período, foram realizadas mais de 590 detenções e registados milhares de infrações e acidentes, refletindo o esforço das autoridades em garantir a segurança nas estradas e nas festividades.
Dados combinados das operações
Fiscalizações e detenções:
Condutores fiscalizados: 61.316 (52.710 pela GNR e 8.606 pela PSP).
Detenções: 591 no total.
Detenções por condução sob efeito de álcool: 282 (180 pela GNR e 102 pela PSP).
Falta de habilitação legal para conduzir: 161 (100 pela GNR e 61 pela PSP).
Tráfico de estupefacientes: 22 detidos pela PSP.
Posse de arma proibida: 33 (18 pela PSP e 15 pela GNR).
Outros crimes: 19 detenções pela PSP por furtos e roubos.
Infrações rodoviárias:
Infrações detetadas: 13.837 no total (11.782 pela GNR e 2.055 pela PSP).
Excesso de velocidade: 2.755 (2.291 pela GNR e 464 pela PSP).
Falta de inspeção periódica obrigatória: 1.201 (930 pela GNR e 271 pela PSP).
Falta de seguro obrigatório: 411 (346 pela GNR e 65 pela PSP).
Uso indevido do telemóvel: 196 (161 pela GNR e 35 pela PSP).
Álcool no sangue: 173 (113 pela GNR e 60 pela PSP).
Falta de cinto de segurança ou sistemas de retenção infantil: 294 (277 pela GNR e 17 pela PSP).
Apreensões:
Doses de estupefacientes: 5.767 pela PSP.
Armas apreendidas: 22 (11 armas de fogo e 11 armas brancas pela PSP).
Sinistralidade rodoviária
Nos cinco dias de operação, as forças de segurança registaram:
Acidentes rodoviários: 1.392 (787 pela GNR e 605 pela PSP).
Feridos: 465 no total.
Feridos graves: 24 (19 pela GNR e 5 pela PSP).
Feridos ligeiros: 441 (256 pela GNR e 185 pela PSP).
Vítimas mortais: 5 em acidentes rodoviários (todos na área da GNR) e 1 vítima mortal em acidente ferroviário (área da PSP).
Detalhes dos acidentes mortais:
Colisão em Pontes (Setúbal) a 28 de dezembro, envolvendo um motociclo e um ligeiro, resultando na morte de um homem de 34 anos.
Despiste de trator agrícola em Aguadeira (Viseu) a 28 de dezembro, com uma vítima de 50 anos.
Despiste de veículo ligeiro em Colmeias (Leiria) a 28 de dezembro, com uma vítima de 45 anos.
Despiste de motociclo em Cascais (Lisboa) a 28 de dezembro, resultando na morte de um homem de 49 anos.
Despiste de veículo ligeiro em Pico Alto (Faro) a 30 de dezembro, vitimando um homem de 64 anos.
Acidente ferroviário em Ovar, a 31 de dezembro, com uma vítima mortal.
Apelo à segurança
Com o fluxo rodoviário intenso esperado nos próximos dias, as autoridades reforçam o apelo a uma condução responsável. Recomenda-se:
Respeitar os limites de velocidade e as condições meteorológicas.
Não conduzir sob o efeito de álcool ou substâncias psicotrópicas.
Utilizar corretamente os cintos de segurança e os sistemas de retenção infantil.
Planejar viagens com antecedência e fazer pausas regulares.
A operação “Natal e Ano Novo 2024/2025” continuará a decorrer até ao início de janeiro, com as forças de segurança a intensificarem ações de prevenção, fiscalização e sensibilização para evitar tragédias neste período festivo.
Na Cidade-Jardim, o último dia do ano será celebrado a rigor, com um programa que inclui música, fogo-de-artifício, gastronomia e muita animação.
O Campo de Viriato é o palco escolhido para dar as boas-vindas a 2025, ao som do rapper português PLUTONIO.
Considerando a necessidade de garantir a segurança e bem-estar de todos aqueles que nos visitam nesta noite, será necessário proceder ao corte de trânsito em diversas vias próximas ao Campo de Viriato a partir das 20 horas de amanhã, dia 31 de dezembro, corte esse que se manterá até ao final do evento, pelas 05 horas do dia 1 de janeiro.
As vias alvo de corte serão:
· Avenida Emídio Navarro, junto à Caixa Geral de Depósitos;
· Avenida da Bélgica, no cruzamento com a estrada velha de Abraveses e entroncamento com a Rua Alfredo Miguel;
· Rua do Coval, junto à Rotunda do Coval;
· Avenida Capitão Homem Ribeiro, junto à entrada para o túnel e após o cruzamento com a Rua Cava do Viriato;
· Rua Ponte de Pau, entre o Forum Viseu e a Rua Cava do Viriato.
Excecionalmente, na noite da Passagem de Ano, a zona em frente ao Pavilhão Multiusos funcionará como parque de estacionamento, em complemento a outros locais de estacionamento gratuitos como o recinto da Feira Semanal, o parque junto à rotunda cibernética, a Avenida da Europa ou a Avenida Cidade de Salamanca.
Os parques junto ao Bairro da Restauração e à Igreja Nossa Senhora da Conceição encontram-se já interditos, uma vez que irão acolher parte das celebrações.
No interior do parque do Multiusos, serão ainda disponibilizados alguns lugares de estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida, que deverá ser comprovada pela apresentação de dístico.
Com vista a assegurar as necessidades logísticas adequadas à realização do evento, a zona na retaguarda da Igreja da Nossa Senhora da Conceição, bem como no “Picadeiro” (avenida em frente ao palco), estará interditada a partir de hoje, dia 30 de dezembro, até quarta-feira, dia 1 de janeiro.
A iniciativa, bem como os cortes e condicionamentos de trânsito, serão acompanhados no terreno pela Polícia Municipal e a Polícia de Segurança Pública de Viseu.
O Município de Ílhavo, o CASCI (Centro de Ação Social do Concelho de Ílhavo) e a Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo assinaram, na passada sexta-feira, 27 de dezembro, a renovação do protocolo que visa assegurar o Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social (SAAS) e a celebração e acompanhamento dos contratos de inserção dos beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI).
Para o novo período de vigência dos novos protocolos (36 meses), que se inicia a 1 de janeiro de 2025, foi estabelecido um montante total, para ambas as entidades, de 303.493,33 euros.
Este valor assegura a continuidade das equipas técnicas, garantindo uma resposta eficaz às necessidades da população, em conformidade com o Regulamento do SAAS e do Núcleo Local de Inserção.
Destaca-se a importância destes protocolos como instrumentos fundamentais para promover a inclusão e o bem-estar dos cidadãos do concelho.
Desde a transferência de competências, em 1 de outubro de 2022, o Município tem trabalhado para consolidar uma resposta integrada através de duas equipas de ação social, compostas por dez técnicos especializados e dois ajudantes familiares. Este esforço reflete o compromisso contínuo em fortalecer o apoio social no concelho.
O Município reafirma o seu compromisso em fortalecer as redes de apoio e a descentralização administrativa, cumprindo os princípios da Lei-quadro da transferência de competências para as autarquias locais.
Duas pessoas perderam a vida esta madrugada, na rua Cidade de Halle, Monte Formoso, em Coimbra, devido a um incêndio numa habitação. O alerta foi dado às autoridades pouco antes das 03h30, segundo informações do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra.
As vítimas, um casal de idosos, foram identificadas como Américo Petim, tesoureiro da Junta da União de Freguesias de Coimbra, e a sua esposa. De acordo com os Bombeiros Sapadores de Coimbra, que estiveram no local, foi necessário arrombar a porta da habitação para permitir a entrada dos meios de socorro.
“Não havia muita temperatura, mas o espaço estava saturado de fumo”, relatou um responsável da corporação. Os corpos foram encontrados em diferentes divisões da casa, sem sinais de queimaduras, indicando que a provável causa da morte terá sido a inalação de fumos. Apesar das tentativas de reanimação no exterior da residência, os óbitos foram confirmados pela equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
O combate ao incêndio e as operações de socorro mobilizaram cerca de 25 operacionais, incluindo elementos dos Bombeiros Sapadores e Voluntários de Coimbra, INEM, Cruz Vermelha Portuguesa e PSP, apoiados por uma dezena de viaturas.
As circunstâncias exatas do incêndio estão a ser investigadas pelas autoridades competentes. Este trágico incidente deixa em choque a comunidade local, especialmente pelo papel ativo de Américo Petim na junta de freguesia.
A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu 3,458 toneladas de cocaína, numa operação batizada de “Acácias”, realizada nos últimos dias num porto marítimo em território nacional. A droga estava dissimulada em caixas de bananas, organizadas em paletes, e transportada num cargueiro que realiza viagens regulares entre a América Latina e a Europa.
A localização e apreensão do estupefaciente exigiram um trabalho minucioso da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, dadas as características do carregamento, composto por um elevado número de paletes. Segundo informações preliminares, o destino final da cocaína seria a distribuição em diversos países europeus.
A operação contou com a colaboração da National Crime Agency (NCA) do Reino Unido e insere-se num esforço internacional de combate ao tráfico de drogas. As investigações continuam em articulação com autoridades de outros países para identificar responsáveis e redes associadas ao esquema.
A apreensão demonstra a importância da cooperação internacional no combate a crimes transnacionais e destaca o compromisso da PJ em enfrentar o tráfico de drogas a partir de Portugal.