Início Site Página 375

Bombas de insulina nas farmácias em 2025 – APDP saúda decisão do Ministério da Saúde

De acordo com o anúncio feito ontem por Ana Povo, Secretária de Estado da Saúde, no Parlamento, as bombas automáticas de insulina vão ser disponibilizadas nas farmácias a partir de janeiro de 2025 e os utentes vão poder escolher a que preferem, pagando a diferença do valor de referência.

A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) saúda esta decisão do Ministério da Saúde por ser uma medida que protege o melhor interesse das pessoas que vivem com diabetes.

O presidente da APDP, José Manuel Boavida, lembra que “o acesso às bombas automáticas de insulina é uma luta antiga da associação que há um ano entregou uma petição assinada por 25 mil cidadãos para que as mais de 5.000 crianças e jovens com diabetes tipo 1 tivessem acesso aos novos dispositivos”, acrescentando que “a dispensa das bombas automáticas nas farmácias foi, também, um apelo da APDP, pois esta é a forma mais eficaz de agilizar o acesso.”

“Na véspera do Dia Mundial da Diabetes de 2024, esta é sem dúvida uma ótima notícia para quem vive com diabetes tipo 1.

A utilização destas bombas automáticas de insulina torna a gestão e controlo da diabetes bastante mais fácil, sendo o controlo fundamental para quem irá viver muitos anos com esta doença”, conclui José Manuel Boavida.

A utilização destas bombas pode proporcionar uma melhor compensação, assim como uma redução em 80% do número de picadas nos dedos e 95% do número de injeções que uma pessoa com diabetes tipo 1 tem de dar por ano, contribuindo para uma melhoria significativa da qualidade de vida.

Em Portugal, calcula-se que serão mais de 30.000 as pessoas que vivem com diabetes tipo 1, 5.000 das quais serão crianças e jovens. O diagnóstico e a intervenção precoce são, por isso, imperativos para a mudança na gestão da diabetes tipo 1. As estatísticas revelam que 90% dos novos casos surgem sem ligações familiares, o que reforça a importância de um rastreio mais alargado.

A DT1 é uma doença autoimune, em que o sistema imunológico da própria pessoa compromete o funcionamento das células do pâncreas que produzem insulina.

Pessoas com diabetes tipo 1 necessitam de terapêutica com insulina para toda a vida porque o pâncreas deixa de a poder fabricar.

A causa deste tipo de diabetes não é, ainda, plenamente conhecida, mas sabe-se que existe um componente genético e não está diretamente relacionada com hábitos de vida ou de alimentação menos corretos. 

Seniores em Movimento conquistam o 1º lugar no “Campeonato VirtuALL”

Os Seniores em Movimento estão cada vez mais ativos e participativos.

No dia 7 de novembro, a comitiva de Montemor-o-Velho conquistou três prémios na primeira edição do Campeonato VirtuALL: 1º lugar no Campeonato VirtuALL, prémio individual de melhor jogador/a na atividade com óculos de realidade virtual e prémio de melhor coreografia de Claque, que contou com a participação das mascotes do Castelo Mágico: Nico e Infanta Dona Teresa.

A chefe do gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Célia Craveiro, esteve presente na iniciativa organizada pela AD ELO – Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego, que contou com mais de 200 seniores dos municípios de Cantanhede, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho e Penacova, além das Associações de Desenvolvimento Local ADIBER, ADRACES e LEADER OESTE.

No Pavilhão Gimnodesportivo do Luso, os/as participantes tiveram a oportunidade de demonstrar as suas competências cognitivas, físicas e sociais, ao disputarem jogos com recurso a diversos equipamentos tecnológicos, incluindo o Physiosensing, o PEPE (Portable Exergame for Elderly People), tablets e óculos de realidade virtual. Também a criatividade e a animação foram postas à prova com as claques, formadas por 15 seniores de cada entidade, a incentivarem o público e os/as participantes.

O programa VirtuALL é coordenado pela AD ELO e conta com a parceria dos municípios da sua área de influência – Cantanhede, Montemor-o-Velho, Mealhada, Penacova, Figueira da Foz e Mira – que atuam como Investidores Sociais.

Relação de Coimbra absolve presidente do IPG e critica antigos dirigentes: “Mal andaram os assistentes”

O Tribunal da Relação de Coimbra emitiu um acórdão a 6 de novembro, absolvendo definitivamente o presidente do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), Joaquim Brigas, e o seu vice-presidente, Carlos Rodrigues, de todas as acusações relacionadas com a alegada interceção ilegal de e-mails dos seus antecessores, Constantino Rei e Gonçalo Poeta Fernandes. Os recursos interpostos pelo Ministério Público e pelos antigos dirigentes foram considerados “totalmente improcedentes” pela Relação de Coimbra, que também teceu duras críticas aos queixosos, considerando que a sua conduta violou os princípios de uma transição institucional transparente.

A controvérsia teve início em dezembro de 2018, quando Constantino Rei e Gonçalo Poeta Fernandes, após cessarem os seus cargos de presidente e vice-presidente do IPG, continuaram a utilizar as contas de e-mail institucionais dos cargos que deixaram. Segundo o Tribunal, os ex-dirigentes teriam copiado todo o conteúdo dessas contas para novos endereços de e-mail privados, criados por iniciativa própria, mantendo a correspondência institucional sem passá-la aos sucessores. Este procedimento, segundo as juízas desembargadoras, colocou em risco a continuidade administrativa e a transparência das atividades do IPG.

Em 2021, Joaquim Brigas e Carlos Rodrigues foram inicialmente absolvidos das acusações, mas o Tribunal da Relação de Coimbra solicitou que o Tribunal da Guarda revisse a fundamentação da decisão. Em junho de 2024, o Tribunal da Guarda reafirmou a absolvição, decisão que os queixosos novamente contestaram. No entanto, a nova decisão da Relação de Coimbra consolidou a inocência dos atuais dirigentes, considerando os recursos infundados.

As juízas da Relação de Coimbra foram particularmente críticas em relação às ações de Constantino Rei e Poeta Fernandes, afirmando que os dois “mal andaram” ao transferir os e-mails institucionais, incluindo informações de caráter confidencial, para contas privadas. “Não podiam continuar a utilizar os e-mails institucionais,” afirmaram as magistradas, destacando que a ausência de entrega da correspondência relevante à nova direção prejudicou a prossecução dos assuntos pendentes, em clara violação dos deveres de transição de funções. As juízas sublinham que os endereços em questão não eram contas pessoais, mas sim institucionais, das quais os antigos dirigentes perderam legitimidade de acesso ao deixarem os cargos.

Além disso, o acórdão destaca que Joaquim Brigas não teve acesso a qualquer e-mail anterior à sua nomeação, nem violou a correspondência pessoal de ninguém, uma vez que os endereços utilizados eram de natureza exclusivamente institucional. Esse ponto foi fundamental para a absolvição, reforçando que a conduta de Brigas e Rodrigues visava unicamente salvaguardar a continuidade administrativa do IPG.

Joaquim Brigas, ao comentar a decisão, sublinhou a importância do acórdão para a preservação da integridade e da legitimidade da atual administração do IPG. “Com uma decisão tão clara e veemente como esta, não podem restar dúvidas de que eu e o vice-presidente Carlos Rodrigues não fizemos nada de censurável”, afirmou o presidente, acrescentando que o tribunal foi explícito na sua condenação às atitudes dos antigos dirigentes.

O advogado dos atuais dirigentes do IPG, Paulo Veiga e Moura, também se pronunciou sobre o veredito, considerando que a decisão demonstra que a atuação de Constantino Rei e Gonçalo Poeta Fernandes foi “ilegítima e inaceitável”. “Esta decisão do Tribunal da Relação absolve quem foi acusado injustamente e quem apenas procurou salvaguardar o interesse do Politécnico da Guarda”, declarou, sublinhando a tentativa, por parte dos antigos dirigentes, de continuar a exercer influência sobre o IPG após perderem os cargos.

A decisão, para além de absolver a atual liderança, deverá ter um impacto importante na forma como os procedimentos de transição de liderança e de correspondência institucional são geridos no IPG. O caso ficará como um precedente significativo, consolidando a importância de uma transição responsável e o respeito pelos limites da função, sobretudo em instituições públicas.

Segundo Joaquim Brigas, o episódio demonstrou a necessidade de uma “cultura democrática sólida” dentro do IPG. Ele destacou que “ficará na história do IPG que houve um grupo desta instituição com falta de cultura democrática que, em 2018, tentou por todos os meios contrariar uma decisão legítima tomada pelo Conselho Geral de eleger um novo presidente”. O acórdão, acredita Brigas, reafirma o direito legítimo da nova liderança a exercer plenamente as suas funções e reforça os padrões de transparência que devem reger as instituições públicas.

O acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra encerra um longo capítulo de litígios internos no Instituto Politécnico da Guarda, reforçando a importância da transparência e do respeito pelas normas de transição institucional. A decisão absolve Joaquim Brigas e Carlos Rodrigues de qualquer ato ilícito e censura as ações dos antigos dirigentes, que tentaram, sem sucesso, manter o controle sobre informações institucionais para além dos seus mandatos.

Estádio Municipal de Tábua recebe avaliação física anual das Equipas de IntervençãoPermanente do distrito de Coimbra

No passado dia 31 de outubro, o Estádio Municipal de Tábua foi o cenário das provas anuais de avaliação e reavaliação da aptidão física das Equipas de Intervenção Permanente (EIP) do distrito de Coimbra, com a participação de 120 elementos.

Organizado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e pelo Comando Sub-regional de Operações de Socorro de Coimbra, o evento incluiu tanto os bombeiros já integrados nas EIP como novos candidatos interessados em juntar-se a estas equipas.


Os elementos das EIP, compostas por bombeiros preparados para responder a cenários de elevada exigência física e psicológica, desempenham funções cruciais no combate a incêndios, no socorro em acidentes e catástrofes, e na resposta de emergência em situações de grave risco.

Atualmente, o Município de Tábua integra quatro destas equipas, sendo duas na Corporação de Bombeiros de Tábua e duas na Corporação de Bombeiros de Vila Nova de Oliveirinha, reforçando assim a segurança e resposta rápida a emergências no concelho.

Pampilhosa da Serra: Reunião de outono junta 200 entusiastas dos cogumelos nas Meãs

Este sábado, dia 9 de novembro, cerca de 200 participantes responderam à chamada do grupo Amicos Silvestris e juntaram-se na aldeia das Meãs, em Pampilhosa da Serra, para celebrar e
valorizar a micologia na XII Reunião de Outono.


“Mais do que um convívio”, explicou o vereador da Câmara Municipal, Rui Simão, “tratou-se de
semear e trazer conhecimento para casa das pessoas, mostrando-lhes que há cogumelos que têm um valor gastronómico, comercial e cultural forte”, e que a descoberta do mundo micológico “pode ser a chave para estimular o contacto íntimo com a natureza”.

O vereador, que presidiu à Comissão Organizadora deste encontro, protagonizou um dos momentos de comunicação da iniciativa e referiu ainda que “estes encontros são fundamentais para dar confiança às populações e veicular boas práticas na identificação, recolha, manuseio e aplicação gastronómica dos cogumelos”.


Uma caminhada micológica pelas encostas do Rio Unhais, confeção e degustação de cogumelos e produtos endógenos, ações de sensibilização para a importância da micologia, animação musical e até um magusto, foram alguns dos deliciosos ingredientes do programa que se estendeu ao longo do dia.


Para José Henriques, fundador do Amicos Silvestris e referência na área da micologia em Portugal, “o concelho de Pampilhosa da Serra, pelas suas características em termos de área florestal tem todo um potencial de espécies de cogumelos silvestres que interessa conhecer e dinamizar”.

O Engenheiro Agrónomo notou ainda que “sem consumo não há valorização do produto” e, nesse sentido, “os passeios micológicos e as palestras que fazem parte destas jornadas têm todo o interesse para as pessoas conhecerem o potencial que há”.


No entender de Rui Simão, “tal como não olhamos para o céu e desconsideramos as estrelas,
muitas vezes também não olhamos para o que está no chão e debaixo da caruma”.

Para inverter esta tendência, também a micologia tem sido trabalhada como “um vetor de afirmação do concelho”, indicou.


Esta iniciativa foi dinamizada pelo Centro de Ciência Viva da Floresta, pela Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra e pelos Amicos Silvestris.

Ílhavo: Biblioteca Municipal apresenta livro“O Chico e as Outras”, de António Marques Leal

O livro “O Chico e as Outras”, da autoria de António Marques Leal, vai ser lançado e apresentado esta sexta-feira, 15 de novembro, às 21 horas, na Biblioteca Municipal de Ílhavo.

Este livro é uma coletânea de dez contos médicos que retratam as quatro décadas de atividade, como médico de família, no concelho de Ílhavo.

Trata-se de um conjunto de contos do universo médico com uma extraordinária sensibilidade e uma escrita de humor fino e de introspeção em quadros humanos diversos e profundos.

Quase todos os contos narram factos contados na primeira pessoa, denotando a importância de o autor querer partilhar com os outros a fervura que lhe dominava a memória, fruto das emoções vividas com os doentes, num contexto pessoal e inevitável de um ser “bio-psico-social”.

António Marques Leal nasceu a 30 de abril de 1957, na Vila de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra. Licenciou-se em Medicina pela Universidade de Coimbra em 1981.

Exerce medicina e, nos tempos livres, dedica-se à escrita e à pintura.

É coautor de todos os volumes da série “O Lado Humano da Medicina – Contos Médicos”. Publicou: “Estórias sem história”, em 2003; “Deserto de Ecos”, em 2006; “Gerúndios” em 2011; “A Vida em um Dia e Pouco” e “7 Histórias de Neno” em 2022; “As Sombras da Tarde” em 2023.

Foi colaborador regular em programas na Rádio Terra Nova e nas rubricas de saúde no jornal “O Ilhavense”, assim como colaborador esporádico em revistas e jornais de índole médica nacional.

Oliveira do Bairro: Celebração da idade maior juntou mais de 1800 seniores.

Balanço “extremamente positivo” da iniciativa ‘65 Horas em Festa’.

Mais de 1.800 seniores participaram nas atividades do “65 Horas em Festa”, iniciativa da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, que decorreu durante todo o passado mês de outubro.

O número foi avançado por Lília Ana Águas, Vereadora da Idade Maior do município oliveirense, que fez um balanço “extremamente positivo” da iniciativa. “Tivemos 32 atividades, lúdicas, culturais e desportivas, em 17 locais diferentes do concelho, todas elas com uma participação significativa e entusiasta por parte dos nossos seniores”, acrescentou a autarca.

O principal objetivo do “65 horas em Festa”, que se realizou em outubro de forma a assinalar o Dia Internacional do Idoso e o Dia Mundial da Terceira Idade, que se celebraram, respetivamente, a 1 e 28 de outubro, foi o de homenagear a população do Concelho de Oliveira do Bairro com mais de 65 anos.

“Quisemos homenagear quem tanto contribuiu para o crescimento e desenvolvimento do nosso concelho e pelo contributo que deram à nossa comunidade, proporcionando-lhes momentos de convívio, partilha e muita diversão, criando memórias que, acreditamos, ficaram marcadas de uma forma muito positiva”, explicou Lília Ana Águas.

Para além de sessões de cinema, atividades físicas e desportivas, workshops, ações de sensibilização e até um “chá dançante”, o programa contou ainda com o tradicional almoço convívio “65 em Festa”, ponto alto da iniciativa, que juntou 1.200 participantes.

As atividades decorreram no Quartel das Artes, Biblioteca Municipal, Escola Básica Dr. Acácio de Azevedo e Parque Desportivo Municipal, em Oliveira do Bairro, Museu de Etnomúsica da Bairrada, no Troviscal, Radiolândia – Museu do Rádio, em Bustos, polos de leitura da Palhaça, Oiã e Mamarrosa, juntas de freguesia de Oiã e Palhaça, e em sedes de associações em Bustos, Oiã e Mamarrosa.

De referir que a iniciativa “65 horas em Festa” foi este ano distinguida com o Prémio de Excelência Autárquica, atribuído pelo Programa Cidade Social.


Pelouro da Idade Maior

O Pelouro da Idade Maior do Município de Oliveira do Bairro foi criado em 2018, após esta temática ter sido definida como prioridade pelo Conselho Local de Ação Social.

Os objetivos da sua criação passaram pela prevenção e resposta a situações suscetíveis de afetar a segurança, saúde ou bem-estar das pessoas idosas, por informar e sensibilizar a comunidade sobre os direitos desta população, combater a sua exclusão social e, finalmente, desconstruir a imagem negativa e o preconceito associado ao processo de envelhecimento, através de uma intervenção mais estruturada e dinâmica.

O objetivo último do Pelouro da Idade Maior é o de proporcionar as melhores condições para que a população do concelho envelheça de forma positiva e saudável, tendo como desígnios maiores a sua dignidade e qualidade de vida.


Distinções

Para além da distinção, em 2024, da iniciativa “65 horas em Festa” com o Prémio de Excelência Autárquica, atribuído pelo Programa Cidade Social, o trabalho realizado pela Câmara Municipal de Oliveira do Bairro na área da Idade Maior já foi várias vezes distinguido a nível regional e nacional.

No final de 2023, a autarquia bairradina recebeu o galardão “Território da Longevidade”, atribuído pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro – CCDR Centro e Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Estas entidades consideraram Oliveira do Bairro como uma das autarquias que “oferecem as melhores condições para um envelhecimento seguro, saudável e ativo dos seus cidadãos”.

Outras distinções recebidas foram o Selo de Mérito “Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais”, do Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais, em dois anos consecutivos, 2022 e 2023, o reconhecimento como uma “Autarquia Amiga das Pessoas com Demência”, em 2022, pelo projeto AGILidades, que trabalha na área geriátrica, somando-se uma Bandeira de Mérito Social da Associação Nacional de Gerontologia Social (ANGES), no mesmo ano.

Em 2021, o trabalho realizado pela autarquia nesta área foi reconhecido pela Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), com o Selo ‘Comunidades Pró-Envelhecimento 2020/2021’, por apresentar “políticas, programas, planos estratégicos e práticas [que] demonstram um compromisso forte e efetivo com a promoção do envelhecimento saudável e bem-sucedido ao longo de todo o ciclo de vida”.

Góis: Autarquia celebrou Dia Nacional da Igualdade Salarial com uma Sessão Artística de Desenvolvimento Pessoal

No âmbito das ações previstas no Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação, o Município de Góis recebeu, ontem, o projeto “Tocar n’Alma – Inspirar e Transformar com Amor Arte Alegria”, no Parque Municipal de Góis, comemorando igualmente o Dia Nacional da Igualdade Salarial.

Esta sessão artística / clown seguida de Workshop de desenvolvimento pessoal “Suzete faz frete” conta a história de uma mulher como tantas outras, que trabalha, tem família e tem sonhos. É uma mulher da limpeza, com o sonho de ser cantora.

No decorrer da sessão, “Suzete” desabafa sobre os seus problemas com o público, abordando diversos temas importantes da nossa sociedade, nomeadamente, a Igualdade de Género, o papel da Mulher na Família e no Trabalho, a Discriminação e Preconceito, a Violência de Género, a Inteligência Emocional e a Comunicação Assertiva, levando à reflexão e sensibilização dos e das participantes para estes temas, através de uma dinâmica de grupo.

Torre de chegada do Centro Náutico de Montemor-o-Velho vai ter acessibilidade reforçada.

Estão a decorrer os trabalhos para a instalação de um elevador na nova torre de chegada do Centro Náutico de Montemor-o-Velho.

Esta empreitada, que representa um investimento de cerca de 58 mil euros, vem garantir a acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada a todo o edifício.

Recorde-se que a nova torre de chegada é uma das imagens de marca do Centro Náutico e afirma aquele equipamento desportivo como uma referência nacional e internacional.

A instalação de um elevador vem ampliar a capacidade da torre de chegada para acolher iniciativas e eventos, reforçando a acessibilidade a todos os pisos.

Para além de uma área de receção, protocolo e apoio a eventos, a torre de chegada conta também com áreas dedicadas à comunicação social, à arbitragem, ao controlo e à zona técnica.

Deputado do PSD Paulo Cavaleiro reclama operação de dragagem “inadiável” na Pateira de Fermentelos

Assembleia da República

O deputado do PSD Paulo Cavaleiro defendeu esta sexta-feira na Assembleia da República o financiamento para o desassoreamento da Pateira de Fermentelos, do concelho de Águeda. A ministra do Ambiente e Energia revelou haver entendimento para a continuidade da Polis Litoral Ria de Aveiro, para a qual estará assegurado financiamento.

Paulo Cavaleiro saudou o governo pela aprovação do financiamento para aquisição de uma nova ceifeira, mas vincou que “falta, agora, resolver um outro problema, o desassoreamento da pateira através da sua dragagem”, dizendo tratar-se de intervenção “essencial e inadiável, correndo-se o risco de um desastre ambiental num ano mais seco”.

“O projeto e a declaração de impacte ambiental estão prontos na Polis. São seis milhões de investimento. Está tudo pronto. É preciso fazer e contamos com o governo para o fazer” – vincou o deputado aveirense na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, quando se discutia, na especialidade, o Orçamento do Estado para 2025.

A ministra Maria da Graça Carvalho, depois de ter anunciado a aprovação do investimento de 700 mil euros para a ceifeira, para 2024, revelou que foi possível reativar, com o acordo do Ministério das Finanças, a Polis de Aveiro, quando “outras quiseram encerrar”, tendo o OE em discussão dotação para o efeito.

Paulo Cavaleiro saudou, na ocasião, o financiamento do Fundo Ambiental e do ICNF para a aquisição da ceifeira, que “substituirá a que é utilizada neste momento, já com 18 anos, sendo usada na Pateira de Fermentelos e cedida a outros municípios para trabalhos semelhantes”, conforme foi possível apurar em recente visita dos deputados do PSD ao concelho de Águeda.

“Com este financiamento vai ser possível adquirir um equipamento mais moderno e com maior capacidade de remoção desta vegetação aquática, extremamente nociva para a sustentabilidade do ecossistema e sobrevivência das espécies endógenas da pateira” – sublinhou Paulo Cavaleiro, recordando que a Câmara de Águeda é a única entidade que retira jacintos da pateira e a sua ceifeira aquática, ano após ano, assegura um “papel fundamental no controlo de infestantes”, pelo que o novo equipamento “permitirá aumentar a capacidade de resposta do município na remoção e controlo desta espécie invasora.

Destaques