O Município de Anadia, em parceria com a FISUA – Associação da Física da Universidade de Aveiro, levou às Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico da rede pública do concelho, sessões de astronomia que decorreram entre os dias 6 e 17 de maio.
Esta iniciativa é um complemento ao plano curricular dos 3º e 4º anos de escolaridade, no âmbito do Estudo do Meio, envolvendo cerca de 572 alunos, de 12 estabelecimentos de ensino.
Os alunos tiveram a oportunidade de assistirem a uma sessão de astronomia sobre mundos extraterrestres, o tema escolhido para este ano.
De 31 de maio a 2 de junho, o Município de Albergaria-a-Velha promove a 11ª edição do Festival Pão de Portugal, reunindo produtores de pão de todo o país que apresentam cerca de 70 propostas tradicionais ou arrojadas, doces ou salgadas, para experimentar.
Ao longo dos três dias, estarão a laborar dois fornos a lenha para a confeção de um pão mais rústico e de sabor artesanal. Queijos, enchidos, compotas e uma série de produtos complementares estarão presentes na Quinta da Boa Vista.
O certame inclui ainda um vasto programa que inclui música, animação infantil, showcooking, oficinas e visitas aos moinhos, entre outras ações.
Na sexta-feira, às 22h, Nel Monteiro sobe ao palco do Festival Pão de Portugal para uma noite de música popular. Já no sábado, os Lucky Duckies prometem uma viagem aos anos 50 e 60 do século passado, quando o swing e o rock’n’roll dominavam as pistas de dança. Ainda na vertente cultural, serão organizadas visitas guiadas à exposição “Recursos Hídricos: História, Sociedade e Saber”, patente na Biblioteca Municipal.
Inspirados pelo pão, os chefs Emídio Concha de Almeida (31 de maio), Hélio Loureiro (1 de junho) e Fábio Bernardino (2 de junho) vão apresentar receitas práticas para fazer em casa nas sessões de showcooking. Serão também dinamizadas oficinas de pão na zona de padaria.
Com o Dia da Criança a ser celebrado no sábado, dia 1, os mais novos podem contar com várias atividades no fim de semana. No recinto podem divertir-se nos insufláveis, trampolins e outros equipamentos lúdicos em permanência nos dias 1 e 2 de junho, ou então, inscrever-se no showcooking infantil, na oficina de cerâmica ou participar numa sessão especial de conto – oficina “Aos Sábados, Conto Contigo!”
O Festival Pão de Portugal convida a descobrir o património molinológico de Albergaria-a-Velha. No sábado, haverá visitas guiadas a vários núcleos espalhados pelo Concelho e o passeio Rota dos Moinhos em Land Rover. Na manhã de domingo, e como já é tradição, o Trail Rota dos Moinhos – este ano sob o lema “Vou ficar um Pão” – contará com centenas de pessoas a caminhar e a correr por trilhos que valorizam a antiga tradição de moer o cereal.
A entrada no recinto do Festival Pão de Portugal é gratuita.
A Junta de Freguesia de Lavegadas, localizada em Vila Nova de Poiares, foi alvo de um assalto durante a noite passada. O incidente resultou no furto de várias máquinas e de uma das carrinhas de serviço da freguesia, com matrícula 58-49-ZI.
A presidente da Junta, Loide Ferreira, em declarações exclusivas à MundialFM, descreveu o impacto do roubo e apelou à comunidade por informações que possam ajudar na recuperação dos bens furtados.
O assalto ocorreu durante a madrugada, quando as instalações da Junta de Freguesia foram invadidas. Os ladrões levaram diversas máquinas essenciais para a manutenção dos espaços públicos e serviços da freguesia. Além disso, a carrinha de serviço, fundamental para o transporte de equipamentos e realização de tarefas diárias, também foi roubada.
Loide Ferreira, visivelmente abalada, partilhou com a MundialFM: “Este assalto é um golpe duro para a nossa freguesia. As máquinas roubadas são indispensáveis para a manutenção dos nossos espaços públicos, e a perda da carrinha agrava ainda mais a nossa situação. Pedimos à comunidade que esteja atenta e que reporte qualquer informação que possa ajudar a localizar os bens furtados.”
O furto das máquinas e da viatura terá um impacto significativo nas operações diárias da Junta de Freguesia de Lavegadas. As máquinas roubadas incluem equipamentos de jardinagem e manutenção de infraestruturas, que são cruciais para a conservação dos espaços verdes e a limpeza das ruas da freguesia. Sem estes equipamentos, os serviços prestados à comunidade serão severamente comprometidos.
A carrinha de serviço roubada era utilizada para uma variedade de tarefas, desde o transporte de materiais até à assistência direta aos residentes. A sua ausência dificultará a capacidade da Junta de responder rapidamente às necessidades da comunidade.
Loide Ferreira fez um apelo emocionado à população de Lavegadas e arredores: “Apelo a todos os residentes para que fiquem atentos a qualquer atividade suspeita ou à localização da nossa carrinha e das máquinas roubadas. A vossa colaboração é vital para conseguirmos recuperar estes bens e continuar a servir a nossa comunidade com a mesma dedicação.”
A presidente da Junta reforçou a importância da união da comunidade em momentos como este e pediu que qualquer informação relevante seja reportada às autoridades competentes.
As autoridades locais estão a investigar o assalto e a recolher evidências que possam levar à identificação e captura dos responsáveis. Qualquer informação sobre o paradeiro dos bens roubados ou sobre os suspeitos do assalto deve ser comunicada de imediato à GNR de Vila Nova de Poiares.
A comunidade de Lavegadas está em alerta, unida na esperança de recuperar os bens furtados e de ver os responsáveis levados à justiça. A Junta de Freguesia conta com o apoio de todos para ultrapassar este momento difícil e continuar a garantir o bem-estar e a segurança dos seus residentes.
O Comando Territorial do Aveiro, através do Posto Territorial da Mealhada, ontem, dia 20 de maio, deteve um homem de 31 anos, por coação, ameaças e burla, no concelho da Mealhada.
No âmbito de uma denúncia por coação, ameaça e burla através da venda de perfumes, os militares da Guarda deslocaram-se de imediato para o local, onde ainda se encontrava o suspeito. No seguimento da ação, foram realizadas diligências que permitiram apurar que o suspeito havia exercido coação psicológica, ameaças e burla, através da aplicação MB Way, sobre a denunciante, na sequência da venda de perfumes e óculos de sol.
O suspeito foi detido, constituído arguido e, na sequência da ação, foi possível apreender o seguinte material:
Sete pares de óculos de sol;
Dois perfumes.
O detido foi presente ontem, dia 21 de maio, no Tribunal Judicial da Mealhada, onde lhe foram aplicadas as medidas de coação de proibição de contactar, direta ou indiretamente, por qualquer meio, por si ou por interposta pessoa ou utilizando meios eletrónicos de comunicação com a ofendida, proibição de permanecer e/ou de se aproximar da residência da ofendida, assim como do seu local de trabalho.
No concelho de Tábua, na união de freguesias de Covas e Vila Nova de Oliveirinha, particularmente no lugar de Vila Chã, os residentes enfrentam sérias dificuldades de acesso devido a obras inacabadas. Estas intervenções deixaram várias áreas intransitáveis, exacerbando os problemas de locomoção, especialmente para a população idosa. A situação crítica tem sido alvo de várias denúncias, chamando a atenção para a necessidade urgente de uma solução.
As obras realizadas recentemente em Vila Chã, longe de resolver problemas, criaram obstáculos significativos para os residentes. Estradas danificadas e acessos obstruídos são agora uma realidade constante. A população idosa, com mobilidade reduzida, vê-se particularmente afetada. “Nem os bombeiros conseguem chegar às casas das pessoas”, lamenta Augusta Marçal, uma das moradoras mais atingidas pela situação. Relata que tem havido quedas frequentes e até rebentamentos de pneus de veículos, o que agrava ainda mais o sentimento de insegurança.
O problema de acessibilidade em Vila Chã não é novo e tem sido levado às reuniões municipais em várias ocasiões. Fernando Tavares Pereira e Vítor Melo, deputados do PSD, têm sido vozes ativas na defesa dos direitos dos moradores, expressando a sua preocupação e revolta. “Sentimos que há uma discriminação clara”, afirma Vítor Melo, apontando que os residentes de Vila Chã são penalizados por terem apoiado o partido da oposição nas últimas eleições autárquicas.
A acusação de discriminação política ganha força entre os moradores. Paulo Nunes, residente em Vila Chã, não tem dúvidas de que a situação se mantém por “castigo”. Ele acredita que o executivo municipal está a agir de forma deliberada, dificultando a vida daqueles que não apoiaram o partido no poder. Cristina Nunes reforça esta opinião, considerando incompreensível a falta de conclusão das obras. “Quando chove, torna-se totalmente inacessível e perigoso para pessoas e viaturas”, explica.
Maria Anjos, também moradora, descreve um sentimento de medo constante. “Evito passar por certas áreas, já caí três vezes”, conta, destacando a perigosidade dos acessos. Este sentimento é partilhado por muitos outros residentes que veem a sua qualidade de vida drasticamente reduzida devido às condições das vias.
Fernando Tavares Pereira critica severamente o atual executivo municipal, acusando-o de priorizar eventos festivos em detrimento das necessidades dos moradores. “Gastam-se milhares de euros em festas, mas não há orçamento para resolver problemas básicos”, acusa o vereador do PSD. Ele defende que a resolução dos problemas de acessibilidade em Vila Chã não requer grandes montantes, mas sim vontade política e um verdadeiro compromisso com os cidadãos.
A situação em Vila Chã exige uma intervenção imediata. Os moradores pedem uma resposta rápida e eficaz que possa garantir a segurança e a mobilidade na área. “Este é um problema que afeta a nossa vida quotidiana e que precisa de ser resolvido o quanto antes”, apela Augusta Marçal. A incapacidade de aceder a serviços de emergência é um risco que a comunidade não pode continuar a correr.
As consequências das más condições dos acessos vão além dos inconvenientes diários. A saúde e a segurança dos moradores estão em risco. A falta de acesso adequado para veículos de emergência significa que situações críticas podem agravar-se sem a intervenção necessária. Moradores com problemas de saúde e mobilidade estão especialmente vulneráveis, enfrentando dificuldades adicionais para receber cuidados médicos ou mesmo para realizar tarefas simples, como ir às compras ou visitar familiares.
Além das questões de saúde e segurança, a situação em Vila Chã tem um impacto económico significativo. A intransitabilidade das vias pode desencorajar novos moradores e investidores, afetando o desenvolvimento económico local. Negócios locais podem sofrer devido à dificuldade de acesso para clientes e fornecedores. O sentimento de abandono e frustração pode levar a uma diminuição do espírito comunitário e do envolvimento cívico, prejudicando o tecido social da comunidade.
Os residentes de Vila Chã esperam que as autoridades competentes finalmente reconheçam a gravidade da situação e tomem as medidas necessárias para resolver os problemas de acessibilidade. A esperança é que, com uma intervenção adequada, se possa melhorar significativamente a qualidade de vida dos moradores e garantir que situações de emergência possam ser tratadas de forma eficaz.
A comunidade de Vila Chã enfrenta um desafio diário devido a acessos intransitáveis e obras inacabadas. A situação exige uma resposta urgente das autoridades municipais para garantir a segurança e a mobilidade dos residentes. Ao resolver este problema, o executivo municipal não só demonstrará um compromisso real com os cidadãos, como também restaurará a confiança na gestão pública. A resolução dos problemas de Vila Chã é um passo essencial para assegurar que todos os moradores possam viver com dignidade e segurança.
Esta situação em Vila Chã é um exemplo claro de como a gestão inadequada das obras públicas pode impactar negativamente a vida das pessoas. A necessidade de uma ação rápida e eficaz é crucial para garantir que os moradores possam continuar a viver e trabalhar na sua comunidade sem enfrentar obstáculos desnecessários. É um apelo à justiça e à responsabilidade por parte das autoridades locais, que têm o dever de servir e proteger todos os seus cidadãos, independentemente das suas afiliações políticas.
O Comando Territorial de Aveiro, através do Núcleo de investigação Criminal (NIC) do Destacamento Territorial de Oliveira de Azeméis, ontem, dia 13 de maio, deteve 17 pessoas, com idades compreendidas entre os 22 e 57 anos, por tráfico de produtos estupefacientes, nos concelhos de Aveiro e Porto.
No âmbito de uma operação policial, relacionada com o tráfico de estupefacientes, os militares da Guarda realizaram várias diligências que culminaram com o cumprimento de 28 mandados de busca, 20 domiciliárias e oito em veículos, bem como no cumprimento de 12 mandados de detenção. Na sequência da investigação, que decorria há cerca de um ano, foi possível apurar que o grupo de suspeitos se dedicava ao tráfico de estupefacientes na via pública, na zona de Vale de Cambra, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira e Santa Maria da Feira. Com esta ação, a GNR desmantelou uma rede com grande impacto criminal na zona Norte do distrito de Aveiro, a qual está também associada a crimes de furto.
A operação culminou com a detenção de nove homens e três mulheres, com mandados fora flagrante delito, e dois homens e três mulheres detidos em flagrante.
Durante a ação, foi apreendido diverso material, destacando-se:
738 doses de haxixe;
130 doses de cocaína;
150 doses de heroína;
Quatro doses de MDMA;
Oito veículos;
Uma pistola de alarme;
Dois sabres;
Um bastão de borracha;
4 600 euros em numerário;
Diverso material usado no embalamento e corte do produto estupefaciente;
Diverso material relacionado com a prática dos furtos.
Os detidos serão presentes no Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira hoje, dia 14 de maio, para aplicação das respetivas medidas de coação.
No âmbito da operação foram realizadas várias ações policiais nos distritos de Aveiro e Porto, nos concelhos de Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra, São João da Madeira e Gondomar, tendo sido empenhados 154 militares da estrutura de investigação criminal, serviço territorial e de intervenção, provenientes do Comando Territorial de Aveiro, Braga, Coimbra, Porto, Viseu e da Unidade de Intervenção (UI), da GNR.
A operação contou ainda com o apoio e colaboração de 50 elementos da PSP do Comando Distrital de Aveiro e Comando Metropolitano do Porto, das valências de investigação criminal, policial e Unidade Especial de Polícia.
Sede da Comunidade de Energia Renovável vai ainda albergar um sistema integrado de gestão contra incêndios.
A Câmara Municipal de Águeda aprovou, esta quinta-feira, em reunião de câmara, a abertura de concurso público para a construção do edifício sede da Comunidade de Energia Renovável (CER), no Parque Empresarial do Casarão (PEC), integrado no conjunto de investimentos previstos no âmbito do projeto das Áreas de Acolhimento Empresarial de Nova Geração apoiadas pelo PRR.
A CER vai reunir um conjunto alargado de parceiros ligados ao PEC e à energia, sendo que neste mesmo edifício vai ser estabelecido um sistema integrado de gestão contra incêndios com a criação de uma equipa de prevenção e primeira intervenção, que prestará apoio ao dispositivo do sistema de proteção civil.
O concurso foi aberto com um valor base de 2,76 milhões de euros (acrescidos de IVA) e a obra terá um prazo de execução de um ano.
O edifício, de acordo com o projeto, terá três áreas distintas: a sede da CER (com dois gabinetes, sala e trabalho, auditório, instalações sanitárias e sala para baterias); um módulo de segurança contra incêndios (com sala de controlo, instalações sanitárias e vestiários/balneários, copa e garagem); e espaços comuns (recepção/portaria, copa/refeitório, instalações sanitárias, sala de servidores e arrumos).
Está também prevista a aplicação de painéis fotovoltaicos, sendo de referir que, e a pensar no futuro, o projeto foi desenhado de forma a que o edifício fique preparado para a eventual construção de um segundo piso.
De referir que este é um dos investimentos que integram a Área de Acolhimento Empresarial, que vai tornar o PEC num parque empresarial de nova geração, envolvendo uma candidatura aprovada de mais de 20 milhões de euros, que será financiada a 100% no âmbito do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e que envolve, entre outros aspetos a instalação de painéis fotovoltaicos e uma estrutura de armazenamento de energia para autoconsumo, bem como a infraestruturação de uma ilha de qualidade de serviço e estabilidade energética, a instalação de sistemas partilhados de abastecimento elétrico de veículos ligeiros e pesados e ainda melhorar a cobertura de comunicações móveis no PEC, com ligação de fibra ótica, bem como a instalação de contentorização, torre de comunicações 5G e antenas.
A exposição “O Legado de um Cravo”, organizada pela Universidade Sénior da Curia, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de abril, encontra-se patente ao público no edificio principal do Curia Tecnoparque, em Tamengos, até ao dia 5 outubro.
Esta mostra destaca, nomeadamente, o período histórico, desde a instauração da ditadura até à Constituição de 1976. Relembra os acontecimentos da história de Portugal durante a ditadura, nomeadamente todas as liberdades que estiveram suprimidas durante quase cinco décadas; demonstra como 48 anos de ditadura representaram o atraso, a miséria e a ausência de liberdades e direitos humanos fundamentais no país; preserva e partilha a memória de todas e todos os que, em situações de clandestinidade e de repressão, lutaram pela defesa da liberdade – os heróis da democracia.
Por outro lado, dá a conhecer a importância da participação popular durante o processo revolucionário, especialmente ao nível da consolidação das mudanças e da superação das inúmeras resistências que foram encontradas pelo caminho para, finalmente, serem implementadas todas as conquistas sociais, políticas e económicas no país. Os trabalhos sensibilizam ainda toda a sociedade para a necessidade de estar permanentemente alerta face às ameaças à democracia, concebendo esta mesma democracia como uma prática e não como uma realidade garantida.
Para além dos textos e das imagens que aparecem nesta exposição, os códigos QR espalhados pelos painéis dão acesso a um conjunto de recursos multimédia (vídeos, áudios, simulações em 3D, jogos, galerias de imagens, etc.) que enriquecem a informação sobre este período e proporcionam uma experiência dinâmica e interativa.
A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 12h00 e das 14h30 às 17h00.
O período de inscrições para a “Caminhada Anadia + Verde” foi prolongado até ao próximo dia 26 de maio. A atividade realiza-se, no dia 2 de junho, no âmbito da Feira do Ambiente, Saúde e Bem-Estar, numa organização do Município de Anadia, em parceria com o Saca Trilhos Anadia e os ginásios Cross Company e Curigym.
A participação é gratuita, sendo que as inscrições podem ser efetuadas online, na página da internet do Município de Anadia, ou, presencialmente nos Paços do Concelho, Biblioteca Municipal, Piscinas Municipais e Velódromo Nacional.
Com um grau de dificuldade médio e um percurso aproximado de 10 quilómetros, a caminhada decorrerá em piso de alcatrão e terra batida, com início e término no Parque Urbano de Anadia. A receção aos participantes tem início às 8h30, seguindo-se, pelas 9h00, o aquecimento pelo Cross Company e Curigym e o início da caminhada.
Os inscritos nesta caminhada têm direito a um seguro de acidentes pessoais e a uma t-shirt de participante, que poderá ser levantada no recinto da Feira do Ambiente, Saúde e Bem-Estar.
De referir que a edição 2024 da Feira do Ambiente, Saúde e Bem-Estar realiza-se nos dias 31 de maio e 1 e 2 de junho, no Parque Urbano de Anadia.
A Polícia Judiciária, através da Unidade de Informação Criminal, localizou e deteve, na zona de Lisboa, um cidadão estrangeiro, em cumprimento de um mandado de detenção europeu emitido pelas autoridades judiciárias do Luxemburgo.
O homem, de 27 anos, era procurado pela prática dos crimes de burla informática, branqueamento, furto qualificado e participação em organização criminosa.
O detido é suspeito de ter acedido, de forma fraudulenta, aos serviços bancários em linha e aos dados de identificação de terceiros. Utilizava esses dados de identificação para aceder ao banco e transferir dinheiro em nome das vítimas. Através de uma “chave” falsa acedia aos dados bancários das vítimas, conseguido efetuar transferências de elevado valor.
Por estes factos pode vir a ser condenado numa pena de 10 anos de prisão.
Foi presente ao Tribunal da Relação de Lisboa que, determinou que ficasse a aguardar os ulteriores termos do processo de extradição sujeito à medida de coação de prisão preventiva.