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Homem morre em acidente com trator agrícola em Torres Vedras

Um homem morreu hoje vítima de um alegado despiste do trator agrícola que operava em Torres Vedras, no distrito de Lisboa, disse o comandante dos bombeiros locais.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras, Hugo Jorge, explicou à agência Lusa que o acidente com o trator ocorreu num terreno agrícola junto a uma empresa de madeiras na periferia da cidade de Torres Vedras.

Quando chegaram ao local, pelas 11h35, os bombeiros encontraram a vítima, um homem entre os 50 e os 60 anos, junto ao trator com que estava a trabalhar, apontando para um eventual despiste do veículo.

A vítima faleceu no local do acidente.

A Autoridade para as Condições de Trabalho esteve no local a investigar as causas do acidente.

No local, estiveram 13 operacionais e cinco viaturas, entre as quais a Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Torres Vedras e meios dos bombeiros e da GNR.

Metrobus entre Serpins e Coimbra em funcionamento no final do ano – Metro Mondego

O presidente da Metro Mondego, João Marrana, garantiu hoje que a primeira fase do Sistema de Mobilidade do Mondego, entre Serpins (concelho da Lousã) e a Portagem (concelho de Coimbra), entrará em funcionamento no final do ano.

“A nossa expectativa é que no final do corrente ano se possa colocar em serviço a primeira fase, operando o metrobus entre Serpins, no Concelho da Lousã, e a Portagem no Concelho de Coimbra”, evidenciou.

A garantia do presidente da Metro Mondego foi deixada ao final da manhã de hoje na Antiga Estação Ferroviária da Lousã, depois de uma visita às obras do Sistema de Mobilidade do Mondego, que contou com a presença do primeiro-ministro, António Costa, bem como da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

Nesta ocasião, João Marrana fez o ponto de situação do projeto, que tem atualmente em curso quatro empreitadas das infraestruturas de base da responsabilidade das Infraestruturas de Portugal (IP), bem como a empreitada de fornecimento de sistemas técnicos, adjudicada pela IP e pela Metro Mondego.

Em curso está também a intervenção no canal da Baixa da cidade de Coimbra, o fornecimento de material circulante e dos respetivos sistemas de carregamento, o fornecimento e instalação dos abrigos de passageiros, a empreitada de construção dos postos de transformação, o fornecimento do sistema de bética e a construção do parque de materiais e oficinas.

“Todas estas intervenções, que correspondem a um investimento global de cerca de 200 milhões de euros, são um pouco como as peças de um relógio. Podem ser maiores ou menores, mas todas têm que estar prontas e no seu lugar para que o sistema possa funcionar”, sustentou.

Para que a primeira fase das obras esteja concluída, “muitos passos importantes terão ainda de ser dados”.

Entre eles figuram a conclusão da componente das instalações físicas da empreitada entre Serpins e Alto de João e Alto de São João e Portagem, bem como ultimar a colocação dos abrigos e terminar a empreitada do parque de materiais e oficinas.

No que concerne aos equipamentos e sistemas, será necessário efetuar a receção e os testes de integração dos veículos, num total de 35, “o que deverá acontecer a partir do próximo mês”.

No seu entender, a colocação em serviço do Metrobus irá melhorar de forma muito expressiva as ligações entre Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo.

“Vai servir uma procura da ordem dos 13 milhões de passageiros por ano. Vão ter acesso a um meio de transporte transporte acessível, oferecendo um elevado padrão de conforto, com uma frequência muito superior à atual e articulando-se com os restantes operadores através de um sistema de bilhete e tarifário integrados”, apontou.

João Marrana destacou ainda que, para além da população passar a dispor de melhor mobilidade, a região terá também maior atratividade.

“A pegada ecológica do sistema de transporte irá ser expressivamente reduzida”, concluiu.

Arouca Rafting Summit de regresso: o rio Paiva e as águas bravas são atrativo de inverno

As águas bravas do rio Paiva vão estar ainda mais agitadas com a 4.ª edição do Arouca Rafting Summit que decorre entre 24 e 28 de janeiro. Com um programa diversificado para promover as águas bravas em geral e a modalidade de rafting praticada no rio Paiva em particular, adrenalina, aventura, coordenação, destreza, força, espírito de equipa e segurança serão as palavras de ordem nestes dias.

O evento inicia-se com a descida inclusiva “Rafting para Todos” destinada a pessoas com deficiência visual e com a atividade “Rafting com Futuro”, na qual os alunos do 12.º ano dos agrupamentos de escolas de Arouca e de Escariz vão fazer uma descida de rafting para melhor conhecerem a modalidade naquela que é considerada pelos especialistas a melhor e mais completa pista de águas bravas do país, o rio Paiva.

Destaque ainda para o seminário e simulacro de resgate e salvamento “Heli resgate em montanha”, que está marcado para 26 de janeiro (sexta-feira) e é destinado aos responsáveis das empresas de animação turística, clubes e associações desportivas e forças de segurança. Estão previstas intervenções de representantes da Força Aérea Portuguesa e da ANEPC – Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. A participação é gratuita, limitada e sujeita a inscrição prévia obrigatória até 25 de janeiro em https://forms.gle/rKvPe9Zq4ZAK2Fzr6.

À inclusão e à formação, o Arouca Rafting Summit volta a juntar a vertente competitiva. A Taça de Portugal de Rafting – Open”, organizada pela Federação Portuguesa de Canoagem, vai decorrer a 27 de janeiro (sábado). A atividade está sujeita a inscrição em www.fpcanoagem.pt.

O Arouca Rafting Summit encerra com uma descida promocional, a 28 de janeiro, e que se destina a entidades públicas e privadas com intervenção na área do turismo.

“O Paiva é uma das melhores pistas de águas bravas da Europa e com o Arouca Rafting Summit quisemos, desde o primeiro momento, mostrar as potencialidades do nosso património natural, neste caso o rio Paiva e o rafting, mostrando que mesmo no inverno são várias e memoráveis as experiências a viver por quem nos visita, mas também por quem cá vive, como os nossos jovens que, muitas vezes, fazem o seu batismo de rafting neste evento”, refere a presidente da Câmara Municipal de Arouca, Margarida Belém. A autarca, aludindo ao facto de este ser um evento promovido em parceria com empresas locais de animação turística com oferta de atividades de rio, destaca o caráter formativo do evento. “Somos um destino turístico de excelência, pelo que é fundamental a capacitação de quem opera no terreno, daí a relevância de ações como o seminário e simulacro de resgate com recurso a meios aéreos, que promovemos pela primeira vez”, afirma.

O Arouca Rafting Summit é organizado pela Câmara Municipal de Arouca em parceria com a Federação Portuguesa de Canoagem, Clube do Paiva, Just Come, LusoRafting, NaTour Way e AGA – Associação Geoparque Arouca, e conta com o apoio do Clube de Canoagem e Águas Bravas de Portugal, da Junta de Freguesia de Alvarenga e da União de Freguesias de Canelas e Espiunca.

Arouca Rafting Summit 2024 | Programa

24 de janeiro (quarta-feira)

10h00 – 14h30 | Rafting para Todos – Atividade de rafting inclusiva

Público-alvo: Pessoas com deficiência visual

Troço: Paradinha – Areinho

25 de janeiro (quinta-feira)

10h00 – 14h30 | Rafting com Futuro – Atividade rafting com alunos do 12.º ano dos agrupamentos de escolas de Arouca e de Escariz: ação de divulgação e de sensibilização para prática da modalidade

26 de janeiro (sexta-feira)

9h30 – 16h30 | “Heli Resgate” em Montanha: seminário e simulacro de resgate e salvamento com meio aéreo

Participação gratuita sujeita a inscrição obrigatória até 25 de janeiro em https://forms.gle/rKvPe9Zq4ZAK2Fzr6

Auditório de Alvarenga e aldeia de Espiunca

Público-alvo:Empresas de animação turística, clubes, associações, forças de segurança

27 de janeiro (sábado)

8h00-16h30 | Taça de Portugal de Rafting – Open

Área de Recreio e Lazer deEspiunca

Inscrição em www.fpcanoagem.pt

Público-alvo:atletas federados

28 de janeiro (domingo)

9h30 – 14h30 | Rafting Promo – Atividade promocional de rafting

Rio Paiva

Programa sujeito a alterações.

Este fim de semana temos mais uma edição do Raid BTT Lagoas de Mira

Organizado pela Associação Cicloturística do Cabeço de Mira (ACCM), o Raid BTT Lagoas de Mira é já uma referência na região e na modalidade e conta, este ano, com a participação de 930 atletas inscritos nos diversos escalões.


O evento começa no final da tarde de sábado, dia 13 de janeiro, com um prólogo noturno na Praia de Mira, com início agendado para as 18h30, junto ao palco da Barrinha e que servirá para definir o acesso às boxes de partida da prova principal.


A prova rainha deste Raid BTT tem início marcado para as 9h30 de domingo, dia 14 de janeiro,
sendo a zona de concentração dos atletas no Jardim do Visconde, local da Partida/Meta.
O percurso definido passará por várias localidades do concelho e encontra-se dividido em duas
distâncias, o Raid com 55 Km e uma prova mais curta, o Raid 35 Km.


A organização alerta que existirão alguns condicionamentos ao trânsito em diversas vias do
concelho, durante o decorrer de ambas as provas, estando o centro da vila de Mira cortado no
início do Raid, solicitando a todos os condutores prudência e colaboração para que este seja, mais uma vez, um evento de sucesso.


Como é habitual, o Raid BTT Lagoas de Mira tem associado uma causa solidária, desta forma, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mira, será novamente a entidade
beneficiária.


Este é um evento organizado pela Associação Cicloturística do Cabeço de Mira e pela sua equipa de Btt, a ACCM BTTEAM, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Mira e das 4 Juntas de freguesia do concelho.

Câmara de Coimbra vê na alta velocidade uma obra estratégica para o concelho 

A Câmara de Coimbra considera a alta velocidade uma obra estratégica que deve avançar rapidamente, mesmo que tenha alguns impactos negativos no concelho, como é o caso da Quinta das Cunhas, localidade que pode desaparecer.

Quando Estrela Dias, de 70 anos, soube que a sua casa poderia ir abaixo com a alta velocidade, no verão de 2023, teve “um ataque de coração” e teve de ir ao hospital.

Desde então, a habitante da Quinta das Cunhas, que viveu sempre naquela localidade junto à fronteira do concelho de Coimbra com o de Condeixa-a-Nova, tem precisado de medicação para dormir à noite, face à possibilidade de quase toda a localidade, com cerca de uma dezena de habitações e uma população de 15 a 20 pessoas, poder desaparecer.

“A casa é reles, mas, mesmo reles, fui eu que a fiz, mais o meu marido. Agora, ao fim de tanto tempo, e a vida cara, a gente vai ficar sem casa?”, disse à agência Lusa Estrela Dias.

O projeto da alta velocidade, cujo traçado em Coimbra, na zona sul, não acolheu a opção defendida pelo município, prevê a possibilidade de demolição de cerca de 60 habitações no concelho.

“Em todos os concelhos atravessados pela alta velocidade vai haver pessoas afetadas e isso é inevitável. O que é necessário é garantir que essa afetação seja mínima e que as pessoas sejam devidamente recompensadas para poderem retomar as suas vidas no local o mais próximo possível de onde viviam com as mesmas ou até melhores condições do que as que tinham”, afirmou à Lusa o presidente da Câmara de Coimbra, José Manuel Silva, eleito pela coligação Juntos Somos Coimbra (liderada pelo PSD).

Face à possibilidade de demolições, o município criou um gabinete de apoio para acompanhar essas situações, tendo já recebido três munícipes.

No entanto, para o autarca, os efeitos positivos deste investimento para o concelho superam, em larga medida, os seus impactos negativos.

A alta velocidade, para José Manuel Silva, é um investimento fundamental para Coimbra e tem de avançar “no mais curto espaço de tempo”.

Este investimento já “vem a ser discutido há muitos anos e é essencial para Portugal avançar rapidamente com este projeto e, para Coimbra, é de uma importância estratégica”, vincou.

O autarca recordou que a alta velocidade aproxima Coimbra “de dois aeroportos”, que passam a servir a cidade de “forma direta, com os mesmos tempos que acontecem em praticamente todas as cidades da Europa”.

Para além de um aproximar ao Porto e a Lisboa, o projeto prevê também a construção de uma estação intermodal em Coimbra-B.

Para além dos impactos positivos associados à própria alta velocidade, a região poderá vir a ganhar com o descongestionamento da Linha do Norte, que será duplicada na chegada a Coimbra, notou à Lusa o presidente da Câmara da Mealhada, António Jorge Franco (eleito por um movimento de cidadãos).

Naquele concelho, foi escolhida a opção que menos impactos trará e, mesmo com alguns prejuízos sobretudo em zonas de vinha, o município salienta que os benefícios suplantam os impactos negativos.

“A nossa ligação a Coimbra tem de ser através da ferrovia. […] É fundamental a libertação deste corredor para a Linha do Norte ser uma linha mais urbana”, salientou.

Ainda sem projeto de execução, na Quinta das Cunhas a população agarra-se à esperança de que possa vir a ser evitada a demolição das casas.

O presidente da União de Freguesias do Ameal, Taveiro e Arzila, Jorge Mendes (CDU), salienta essa mesma esperança de que o projeto possa ser revisto, uma vez que aquela localidade “está rodeada de floresta e um desvio de 100 ou 200 metros deixaria de passar por cima das casas”.

“Temos a convicção de que isso vá acontecer”, notou, recordando que as reuniões preparatórias com a Câmara de Coimbra e Infraestruturas de Portugal também apontam para essa possibilidade, em fase de projeto de execução.

Manuel Vaz, que nasceu e morou praticamente a vida toda na Quinta das Cunhas, também se agarra às palavras dos técnicos da Infraestruturas de Portugal que lhe asseguraram que poderia ser possível evitar as demolições.

Entre dúvidas, o habitante pede, ao menos, que se avance com o projeto.

“Eu tenho 63 anos. Se é para arrancar e é por aqui, então que se arranque o mais rápido possível. Se é para parar e daqui a dez anos voltar-se ao mesmo, terei muito mais dificuldades. É uma obra pública que até é útil para o país. Se é para passar, que passe agora”, vinca.

Para Manuel Vaz, sobretudo mói-lhe um certo impasse, que parece agora desfeito depois da luz verde do PSD dada no Parlamento para que o Governo avance com o concurso.

“Eu comprei tintas para umas divisões em que fiz obras recentes, e essas divisões estão por pintar e tenho as tintas e não tenho a coragem para fazer nada. Não me deu vontade para fazer. Vou fazer para amanhã estragar? Não vale a pena. Portanto, para ser, que seja agora, mas que haja a hipótese – e acho que há – de virar a página [e mudar o traçado]”, afirmou.

Algumas marcas de vinho da Bairrada podem acabar com a alta velocidade

O presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada garante que o atual projeto de alta velocidade, que atravessa uma longa mancha de vinha da região, pode pôr em causa marcas que são o “carro chefe” de um grupo ou empresa de vinhos.

“[O projeto de alta velocidade] pode ser determinante para que possam desaparecer marcas, marcas que temos que são dependentes da existência desta ou daquela vinha e que podem desaparecer por desaparecerem as condições de produção que existem”, disse à agência Lusa Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB).

Do traçado já definido (que reserva um corredor que será depois afinado), a linha de alta velocidade terá “um impacto muito grande” numa mancha praticamente contínua de vinha da Bairrada, que se estende “ao longo do concelho da Anadia, tocando também no concelho de Cantanhede e, ligeiramente, no concelho de Oliveira do Bairro”, notou.

Para Pedro Soares, mais importante do que o impacto direto num número de hectares de vinha que possam vir a ser expropriados, os efeitos sentir-se-ão nos solos “que vão ficar mexidos” e na alteração da paisagem, quando a Bairrada tem apostado cada vez mais no enoturismo.

“Do ponto de vista ambiental, vamos estar a mexer em cursos de água, vamos alterar aquilo que é o ecossistema existente no solo e, por conseguinte, vamos estar a alterar as condições desse solo para a prática da vitivinicultura”, aclarou.

Sem querer referir que marcas poderão ser afetadas, Pedro Soares explicou que “o valor criado à volta do vinho está relacionado com a narrativa e com a história que se pode contar à volta desse vinho”.

“Há marcas de vinho que são marcas relacionadas com a existência desta ou daquela propriedade e algumas podem ser afetadas direta ou indiretamente pela passagem da alta velocidade”, alertou.

Pedro Soares realçou que é também importante definir como serão ressarcidas empresas e produtores que podem ver ameaçadas propriedades assentes num trabalho “com mais de 80, 100 ou 120 anos” e marcas construídas que, vendo desaparecer uma determinada vinha, “podem também vir a desaparecer”.

“Se a vinha não existe, acabou a narrativa e acabou aquele vinho e aquela história”, constatou, salientando que essas propriedades pequenas são, por vezes, “a bandeira de uma região para o comércio e para o mundo” e “o carro chefe que ajuda a colocar valor nas restantes marcas” de uma determinada empresa.

Outra grande preocupação para a CVB centra-se na possibilidade de a alta velocidade poder afetar a paisagem característica da Bairrada e, por conseguinte, ter impactos na aposta feita no enoturismo. Pedro Soares disse ter conhecimento de um negócio “que caiu pela definição do traçado”.

A agência Lusa tentou obter declarações por parte da presidente da Câmara de Anadia, um dos municípios que mais criticou o traçado proposto para a alta velocidade, mas a autarca não se mostrou disponível para falar.

Preparado? Depois da “massa de ar polar”, vem aí “chuva” em todo o país

No sábado, há “probabilidade de ocorrência de precipitação” na zona litoral, que se ‘alastra’ a todo o território continental durante o dia de domingo.

Os próximos dias vão ser de muito frio, na sequência da chegada de “uma massa de ar polar” que irá afetar (ainda mais) Portugal Continental.

Esta massa de ar polar traz “menos humidade, menos probabilidade de precipitação e céu limpo”, contudo, será na noite de quinta-feira que se vai sentir “os efeitos da temperatura mais baixa”, principalmente na região Norte e Centro do país, segundo o meteorologista Alessandro Marraccini do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) em declarações à TVC.

Na noite de quinta para sexta-feira, o IPMA ativou um aviso meteorológico de tempo frio para Bragança e Guarda, distritos que podem registar mínimas de -3 e -7 graus, respetivamente. O alerta estará em vigor da meia-noite de amanhã até às 23 horas de sexta-feira.

As temperaturas negativas podem afetar a região Norte e Centro, enquanto o Litoral e o sul do país podem registar até zero graus. 

Na madrugada de sexta-feira, a mínima prevista para Lisboa são de 5 graus.

O meteorologista detalha ainda que o tempo frio vai manter-se em território continental até sexta-feira, com um aumento gradual de temperatura durante o fim de semana.

No sábado, há “probabilidade de ocorrência de chuva” na zona litoral, que se ‘alastra’ a todo o território continental durante o dia de domingo.

Anadia distinguida como Autarquia Voluntária

Anadia foi distinguida, esta terça-feira, 9 de janeiro, com o Galardão Autarquia Voluntária 2023, atribuído pela CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, numa cerimónia que decorreu no Teatro Thalia, em Lisboa. O Município esteve representado na referida sessão pela vereadora Jennifer Pereira, com o Pelouro da Ação Social, e pela Chefe de Divisão da Ação Social e Saúde, Dora Gomes.


Jennifer Pereira dedica o Galardão a todos os voluntários do Município, pois, “sem eles não existia esta distinção, assim como à equipa da Ação Social do Município de Anadia que continuamente trabalha esta área”.


“É o devido reconhecimento do trabalho desenvolvido por todos, mas também a responsabilidade de tentar fazer mais e melhor em prol dos nossos munícipes”, afirmou ainda.
As práticas, dinâmicas e instrumentos criados e desenvolvidos pelo Município, em prol da promoção da prática do Voluntariado, foram os principais aspetos realçados pelo júri para a atribuição da distinção à autarquia anadiense.


O Galardão pretende reforçar o comprometimento das Autarquias com políticas institucionais que visem a disseminação e consolidação da cultura do voluntariado e da solidariedade, como potenciar o desenvolvimento de novos projetos e parcerias, a valorização do seu trabalho e o aparecimento de novas formas de promoção do voluntariado.

Por outro lado, pretende-se a criação e consolidação de uma rede de partilha que privilegia a monitorização, o reconhecimento e a divulgação de políticas amigas do Voluntariado; a disseminação do conhecimento obtido com as candidaturas a concurso, tendo em vista a divulgação dos seus conteúdos, estratégias e objetivos para efeitos de alavancagem dessas práticas e projetos em territórios com caraterísticas similares, permitindo a sua replicação; e a identificação de territórios mais amigos do Voluntariado tendo em vista evidenciar a intensidade dessas iniciativas e a sistematização de boas práticas que possam ser tomadas como referência por outros territórios.

Tábua: Candidaturas abertas para a Feira de Queijos e Sabores da Beira

As inscrições para expositores na feira decorrem até ao dia 05 de fevereiro, anunciou a Câmara Municipal de Tábua.

As inscrições no certame devem ser efetuadas pela internet, através do preenchimento de ficha de inscrição (disponibilizada em www.cm-tabua.pt), ou presencialmente, no edifício dos Paços do Concelho da vila, junto do Gabinete de Comunicação e Imagem da autarquia.

A edição deste ano do certame Tábua de Queijos e Sabores da Beira vai realizar-se nos dias 02 e 03 de março, como habitualmente, no pavilhão multiúsos daquela vila do interior do distrito de Coimbra.

O evento tem como “principais objetivos divulgar os produtos de excelência oriundos do concelho e da região”, nomeadamente queijo, pão, enchidos, mel, hortícolas e licores, “alargando este leque ao vinho do Dão, azeite e outros produtos endógenos, englobando o artesanato, tornando-se num dos principais promotores do que melhor se faz no concelho, não só ao nível gastronómico, como cultural”, afirma a Câmara.

Mira: Desfile de Carnaval a 11 e 13 de fevereiro

A Câmara Municipal Mira vai promover desfiles de Carnaval nos dias 11 e 13 de fevereiro, às 14:30, na Praia de Mira e em Mira respetivamente.

Em Mira, o desfile de Carnaval sairá da Escola Básica e percorrerá a Avenida 25 de Abril, sendo que, na Praia de Mira o desfile percorrerá a Avenida Infante D. Henrique.

Um dos objetivos, além de promover as tradições carnavalescas, é atrair pessoas para aquela vila do distrito de Coimbra, fora da época de verão, refere, numa nota, aquele município no distrito de Coimbra.

Este ano, a iniciativa vai contar com a participação de associações e instituições particulares de solidariedade social (IPSS) do concelho que mostrem interesse nesse sentido.

As inscrições destinam-se às coletividades do concelho e devem ser feitas até ao dia 26 de janeiro.

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