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Apreende 32 sacos com 900 kg de amêijoa japónica na Póvoa de Santa Iria

A apreensão deu-se no âmbito de uma operação de vigilância naquela zona.

Os elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lisboa apreenderam 32 sacos com 900 quilos de amêijoa japónica no rio Tejo, na zona da Póvoa de Santa Iria, em Vila Franca de Xira, na quinta-feira.

A apreensão deu-se no âmbito de uma operação de vigilância naquela zona, tendo as autoridades detetado “uma viatura com dois indivíduos a efetuar o carregamento de 32 sacos com [900 quilos de] amêijoa japónica, cuja captura se encontra proibida”, detalhou a Autoridade Marítima Nacional (AMN), em comunicado.

A entidade complementou ter apreendido a viatura e identificado os suspeitos nesse momento, cujas idades e géneros não foram revelados.

Uma vez que a amêijoa japónica ainda estava viva, foi devolvida ao seu habitat natural.

Foi, além disso, feito o respetivo auto de notícia.

Conduz em Lisboa? PSP vai fiscalizar (até domingo) excesso de velocidade

Em toda a área Metropolitana de Lisboa.

Costuma conduzir em Lisboa? Se sim, saiba que até domingo deve ter cuidado redobrado com a velocidade (e não só). 

A Polícia de Segurança Pública (PSP)  “na sequência de uma política de segurança rodoviária eficaz e preventiva” que “visa a diminuição de infrações e, consequentemente, a redução no número de acidentes rodoviários”, vai fiscalizar o excesso de velocidade até domingo, em toda a área Metropolitana de Lisboa.

“O excesso de velocidade está previsto nos Artigos 27.º e 28.º, ambos do Código da Estrada, sendo punido com uma coima até 2500€, uma sanção acessória de inibição de conduzir até dois anos, e a subtração de um máximo de cinco pontos da carta de condução do infrator”, pode ainda ler-se num comunicado PSP.

De notar, contudo, que esta incidência de fiscalização apenas implica uma especial atenção a este tipo de infração, pelo que a PSP “não deixará de proceder em conformidade com qualquer outra detetada”.

Toy vai Ser o Rei do Carnaval em Figueiró dos Vinhos

O Carnaval de 2024 ficará marcado pela boa disposição e folia do artista Toy, que será o “Rei” deste ano e se juntará à usual alegria e carolice característica do Carnaval de Figueiró dos Vinhos.

A larga tradição carnavalesca e bairrista da vila, contará, ainda, com bailes, música, desfiles, concursos de máscaras e o tradicional e indispensável “Enterro do Entrudo”, na noite de “Quarta-Feira de Cinzas”.

Entre 9 e 14 de fevereiro, a folia carnavalesca começará, assim, com o Desfile de Carnaval das Escolas do Concelho, pelas 10h30 do dia 9 de fevereiro, onde a comunidade escolar demonstrará toda a sua criatividade e imaginação. Criatividade essa que poderá ser, igualmente, apreciada no ambicionado Corso Carnavalesco de domingo, dia 11, a partir das 15h00, com a participação de centenas de pomposos foliões figueiroenses e do “Rei de 2024”, Toy, que, no final do desfile, nos presenteará com um concerto a realizar na Praça do Município.

Os tradicionais Bailes e Concursos de Máscaras não poderiam faltar. Prometendo prémios para os 1.º e 2.º melhores mascarados, na noite de 10 de fevereiro, sábado, haverá Baile com “Banda Acesso” e Concurso de Máscaras de Grupos, no salão dos Bombeiros Voluntários de Figueiró dos Vinhos; já na noite de 12 de fevereiro, segunda-feira, promovido pela Associação Terractividade, será a vez do Baile e Concurso de Máscaras Individuais.

A Folia de 2024 continuará na “Terça-Feira de Carnaval”, dia 13 de fevereiro, pelas 15h00, com novo desfile de carros alegóricos pelo centro da vila, e encerrará, na noite de “Quarta-Feira de Cinzas”, com o histórico “Enterro do Entrudo”

Bailes, concursos, corsos, alegria, boa disposição e festa para todas as idades é o convite deixado a todos os que queiram fazer parte da folia bairrista do Carnaval de Figueiró dos Vinhos.

Anadia: Município entrega apoios a associações culturais

O Município de Anadia procedeu, esta quarta-feira, 10 de janeiro, à entrega de apoios financeiros a apenas 13 associações culturais do concelho, no valor global de 44.000,00€, que apresentaram as candidaturas devidamente instruídas, no âmbito do Programa de Apoio Municipal ao Desenvolvimento Cultural (PAMDC), numa sessão presidida pela presidente da Câmara Municipal, Maria Teresa Cardoso, que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Município.


O vice-presidente da Câmara Municipal, Jorge Sampaio, com o Pelouro da Cultura, deixou uma palavra de agradecimento às associações por agarrarem os desafios que o Município lhes tem lançado, no sentido de dinamizar os eventos promovidos pela autarquia, tendo destacado “a qualidade da atuação” nos recentes espetáculos, a Gala de Natal e o Concerto de Ano Novo.


Realçou que o objetivo do Município é que “as associações trabalhem em conjunto”, potenciando assim os seus projetos. Um objetivo que está a ser conseguido, no entender de Jorge Sampaio. Realçou ainda o facto de o apoio atribuído ter também em conta a participação das associações nos vários eventos promovidos pelo Município.


O vice-presidente perspetivou ainda os novos desafios para 2024, nomeadamente as comemorações do 50º aniversário do 25 de Abril de 1974. “Pretende-se que entre os dias 1 e 25 de abril haja sempre algo a acontecer no concelho, envolvendo toda a comunidade anadiense”, adiantou.


Na ocasião, a presidente da Câmara Municipal deixou uma palavra de reconhecimento pelo importante trabalho que têm vindo a realizar, junto da população, bem como pelas parcerias desenvolvidas com o Município. “Temos um concelho com muitas associações e muita atividade cultural ao longo de todo o ano. Bem-hajam pelo vosso esforço e dedicação a esta causa”, afirmou.


Para além do apoio regular, Maria Teresa Cardoso relembrou os dirigentes associativos presentes que podem ainda apresentar candidaturas a apoios pontuais para obras, equipamentos ou outros, de acordo com o Programa de Apoio Municipal ao Desenvolvimento Cultural.

Primeiro Ministro defende a importância da requalificação da EN344

O Primeiro Ministro visitou hoje o estaleiro social da empreitada de requalificação da
Estrada Nacional 344 para acompanhar os trabalhos desta obra financiada pelo Plano de
Recuperação e Resiliência. Na ocasião, António Costa teve a oportunidade de verificar in
loco o estado desta empreitada, uma requalificação que se revela “um grande desafio”
devido à orografia do território.


Um território que não é estranho para o governante que, desde 2005, teve a
oportunidade de visitar várias vezes e de, inclusive, realizar um Concelho de Ministros
em pleno edifício dos Paços do Concelho Pampilhosense, decorria o ano de 2018. Foi
precisamente nessa altura que se começou a desenhar esta requalificação sendo que, à
época, existia o constrangimento de “não existirem fundos europeus para financiamento
de estradas”. Segundo António Costa, o PRR “trouxe a janela de oportunidade para
financiar algumas obras”, entre elas a 1.ª fase da requalificação da EN 344, uma
“primeira fase da obra que é necessário realizar para inserir Pampilhosa da Serra no
caminho do investimento desta região”.


Além do financiamento de quase 12 milhões de euros, por parte do PRR, esta 1.ª fase só
foi possível “fruto de uma parceria estreita entre a Câmara Municipal de Pampilhosa da
Serra e a Infraestruturas de Portugal” e de um “trabalho conjunto com o Governo desde
2017”, afirmou Jorge Custódio. Para o Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da
Serra, “muitos duvidaram da realização desta obra” temendo fatores como a pouca
circulação automóvel ou porque a verba poderia ser canalizada para outras obras no
País, algo que foi contraposto pelo Autarca, defendendo que “as pessoas destes
territórios também merecem” e que “é necessário haver uma visão estratégica para o
País de forma a vê-lo como um todo”.

Jorge Custódio aproveitou a ocasião para afirmar que “esta estrada faz a diferença para este território assumindo-se como a verdadeira estrada da coesão”, agradecendo aos principais intervenientes que contribuíram para a realidade desta intervenção, nomeadamente o seu antecessor, José Brito, a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, mas principalmente a António Costa “que percebeu, na primeira hora, a importância desta obra para estes territórios”.

Concertos de Primavera estão de regresso a Anadia

David Fonseca, João Só, Miguel Araújo e Rita Guerra vão animar a edição 2024 dos “Concertos de Primavera”, promovida pelo Município de Anadia e que, à semelhança dos anos anteriores, decorrerá no Cineteatro.


O cantor e compositor David Fonseca abre o ciclo de espetáculos musicais, no dia 22 de março, pelas 21h00. David Fonseca regressa aos teatros para uma viagem pelos seus 25 anos de carreira, de forma original e surpreendente, num espetáculo que cruza música, performance e cinema, onde as histórias se revelam através de imagens, palavras e momentos multimédia.


O artista leva-nos aos momentos privados de criação de cada um dos seus sucessos, desde as primeiras canções com os “Silence 4” até às mais recentes na sua carreira a solo, abrindo a porta do seu universo pessoal, como nunca antes visto em 25 anos de carreira. As ideias que fizeram nascer as canções, os seus protagonistas e a sua visão artística única num momento intimista de partilha e proximidade.


O concerto de João Só terá como convidado Miguel Araújo e decorrerá a 19 de abril. Rita Guerra encerra o ciclo a 24 de maio.


À semelhança do que tem acontecido em edições anteriores, os concertos serão acústicos e terão um formato intimista, possibilitando a interação com o público, num ambiente descontraído. Os artistas têm, assim, a oportunidade de partilhar, com a audiência, histórias e curiosidades associadas à composição de um tema ou a algum episódio memorável, sendo esta a matriz comum aos três “Concertos de Primavera”.


Os bilhetes estarão brevemente à venda no Cineteatro Anadia às sextas-feiras e sábados, das 19h30 às 23h00. Os ingressos para os espetáculos têm um custo de 15,00€ (1ª plateia), 12,50€ (2ª plateia) e 10,00€ (balcão e lugares para pessoas com mobilidade reduzida, em cadeira de rodas) e poderão também ser adquiridos na bilheteira online – BOL (www.bol.pt), na Fnac, Worten e noutros postos BOL.

Detenção por crime de pornografia de menores

A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), procedeu à detenção, em flagrante delito, de um homem, estrangeiro, de 75 anos de idade, fortemente indiciado pela prática do crime de pornografia de menores.

A investigação teve início em abril de 2023, na sequência de uma comunicação do Federal Bureau of Investigation (FBI), no âmbito de uma operação de monitorização, em ambiente digital, de partilha de ficheiros compatíveis com conteúdos de abuso e exploração sexual de crianças, em que os acessos eram efetuados a partir de Portugal.

Durante a realização da busca domiciliária, foi possível identificar, localizar e apreender, nos equipamentos informáticos utilizados pelo arguido, milhares de ficheiros que correspondem a atos sexuais e poses sexualizadas de crianças com idades inferiores a 10 anos, pelo que o mesmo foi detido em flagrante delito.

Diligências de investigação complementares, bem como a realização de perícias aos equipamentos apreendidos permitirão o cabal esclarecimento da atividade ilícita do arguido.

O detido irá ser presente a primeiro interrogatório Judicial de Arguido Detido para aplicação de medidas de coação.

Doce típico de Góis – Gamelinhas

Sabia que o doce as “Gamelinhas” é, desde a sua génese (2012), um doce promovido pelo Município de Góis, com marca registada na IGAC – Inspeção-Geral das Atividades Culturais e no INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial, ao qual compete a sua divulgação e cedência de permissão, devidamente protocolada, à sua fiel reprodução e comercialização?
Ou seja, a receita e a marca são propriedade do Município de Góis!
Lá diz o ditado popular: “Ano Novo, Vida Nova!”.


Se possui um negócio ou se pretende criar um negócio, no concelho de Góis, associado à restauração e/ou padaria/pastelaria e se está interessado em confecionar e comercializar as “Gamelinhas”, informamos que, compete, exclusivamente, ao Município de Góis a cedência de autorização para a reprodução e comercialização das “Gamelinhas – Doce Típico de Góis”, através de assinatura de protocolo.

Se procura novos desafios, como diz a sabedoria popular, contacte o Posto de Turismo Municipal, e fique a saber tudo o que precisa para confecionar e ser vendedor autorizado deste doce que associa, num mesmo produto, as vivências coletivas e sabores tão característicos e tradicionais como o mel, a castanha e a noz, pontuados com o aroma e o sabor da canela.

Até ao final do ano passado, apenas a padaria/pastelaria Kentidoce havia procedido ao pedido de autorização, junto do Município de Góis, para a confeção e venda deste doce. Infelizmente, este espaço encerrou e a autarquia manifesta, por este meio, o reconhecido empenho e dedicação na partilha da missão de promover Góis através da gastronomia.

Neste sentido, destacamos, uma vez mais, a oportunidade de “fazer parte” desta marca e contribuir para a divulgação da nossa doçaria e identidade.

Advogado de ucraniano julgado em Viseu critica justiça portuguesa

O advogado de defesa do ucraniano acusado de ter matado um russo à facada em Viseu, em 2002, defendeu hoje que ele não andou fugido à justiça portuguesa e que esta é que “não foi cautelosa o suficiente”.

A leitura do acórdão estava marcada para hoje de manhã no tribunal de Viseu, mas a necessidade de traduzir ao arguido o relatório social para determinação da sanção levou à reabertura da audiência de julgamento.

Depois de, com a ajuda de uma tradutora, ter conhecido o teor do relatório, o ucraniano Sergiy Uvarov, de 47 anos, voltou a pedir perdão à família do russo David Iliutchenko e a manifestar o desejo de ajudar a família (mulher e duas filhas) que constitui depois de ter casado, em 2010.

Já o seu advogado, Elísio Lourenço, aproveitou para dizer que “a justiça não foi cautelosa o suficiente no sentido de que o arguido tomasse conhecimento dos seus direitos”.

Segundo o advogado, a morada de Sergiy Uvarov na cidade de Toretsk (quer em casa dos pais, quer depois na casa para onde se mudou quando casou) era conhecida, porque na Ucrânia qualquer cidadão é obrigado a informar o sistema policial da alteração de morada.

A justiça portuguesa só conseguiu localizar Sergiy Uvarov 20 anos depois. Ao tentar fugir da guerra na Ucrânia para se ir encontrar com a família em Itália, foi detido na fronteira com a Polónia e, desde então, tem estado em prisão preventiva.

Elísio Lourenço considerou que a justiça portuguesa “não foi diligente e isso tem consequências”, relacionadas com a declaração de contumácia.

Em Portugal, os prazos de prescrição interrompem-se com a declaração de contumácia (voltando ao início) e suspendem-se enquanto esta vigorar. Sem ela, os crimes de que Sergiy Uvarov está acusado estariam prescritos.

Para que alguém seja declarado contumaz, como aconteceu com Sergiy Uvarov, é necessário que tenham sido feitas as diligências necessárias para notificar o arguido, primeiro pessoalmente ou por carta registada e, se isso não for possível, depois por editais.

A defesa tentou provar que, mesmo que os pais do arguido tivessem recebido cartas, não as teriam entendido, uma vez que não foram traduzidas e a diferença dos alfabetos usados em Portugal e na Ucrânia impediria a compreensão até do próprio nome do filho. Também os editais não foram traduzidos.

Neste âmbito, tinha já apresentado uma queixa contra o Estado português no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, por entender que, não tendo estas tentativas de notificação sido válidas, a declaração de contumácia deve ser considerada nula.

Perante um tribunal de júri (constituído por três juízes do coletivo, quatro cidadãos efetivos e quatro suplentes), Sergiy Uvarov confessou, em novembro do ano passado, ter matado David Iliutchenko, numa casa de Viseu onde viviam cidadãos da Europa do Leste, mas argumentou que só pretendia empurrá-lo para o afastar.

Sergiy Uvarov está acusado de um crime de homicídio, de que foi vítima o russo David Iliutchenko, apontado como elo de ligação entre máfias de imigração ilegal. Está também acusado de dois crimes de homicídio na forma tentada, por alegadamente ter ferido os ucranianos Valeriy Bigvava e Igor Garcucha.

Segundo Sergiy, a morte de David Iliutchenko ocorreu no dia seguinte ao russo ter dado indicações para que ele, Boris Nikandrov e Roman Lysenko esperassem numa paragem de autocarro por uma pessoa de uma empresa de construção que lhes iria dar trabalho e alojamento.

Como não aparecia ninguém, ele e Boris telefonaram para David, que inicialmente lhes ia dizendo para esperarem e depois desligou o telemóvel. Os três acabaram por passar a noite junto ao cemitério, “sem dinheiro, sem água e sem comida”, e só na manhã seguinte conseguiram regressar a casa de autocarro, acrescentou.

De acordo com Sergiy, Boris terá sido espancado porque confrontou David com o facto de eles os três lhe terem pago dinheiro para ele lhes arranjar trabalho e não ter cumprido o acordado. Posteriormente, David também lhe bateu quando procurava o telemóvel para pedir ajuda para o amigo.

Sergiy disse que pagou 300 euros a “uma agência turística” da Ucrânia e depois mais 480 euros a David, que seria a pessoa encarregada de resolver “todas as questões” em Portugal. Do dinheiro que trouxe para Portugal, ficou apenas com cerca de 50 euros.

A leitura do acórdão ficou marcada para sexta-feira, às 15h30.

Ex-funcionária do Gabinete Médico-Legal de Aveiro julgada por desviar 12 mil euros

Uma antiga funcionária do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML) vai começar a ser julgada na próxima semana no Tribunal de Aveiro por alegadamente se ter apropriado de mais de 12 mil euros da instituição.

A mulher, de 55 anos, está acusada de um crime de peculato, outro de falsificação de documento e outro de branqueamento de capitais.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP), consultada pela Lusa, os factos remontam ao período entre 2006 e 2012, quando a arguida trabalhava como assistente técnica no Gabinete Médico-Legal de Aveiro, tendo a seu cargo o recebimento do pagamento relativo a exames particulares ali realizados.

O MP sustenta que, durante este período, a arguida apoderou-se de dinheiro proveniente dos exames médico-legais realizados na Delegação Médico-Legal em pelo menos 29 situações.

De acordo com a investigação, a arguida “recebeu dos utentes o valor de tabela relativo aos exames realizados e, alegando que não tinha multibanco disponível, conseguiu que os utentes pagassem tais exames em dinheiro ou por cheque, valores que não deu entrada em caixa, entregando-lhes falsos comprovativos de pagamento que também forjou”.

Ainda segundo os investigadores, a arguida terá usado contas bancárias suas e de familiares para fazer circular o dinheiro, apoderando-se dos valores que recebeu dos referidos utentes, no montante global de pelo menos 12.722,94 euros, valor que o MP requereu que seja declarado perdido a favor do Estado.

A trabalhadora foi expulsa do INML em março de 2014, na sequência de um processo disciplinar que lhe foi instaurado.

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