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Entrega do primeiro autocarro do Metro Mondego em Coimbra adiada para fevereiro de 2024

A entrega do primeiro autocarro do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), que estava prevista para dezembro, foi adiada para fevereiro de 2024, revelou hoje a Metro Mondego (MM).

“A Metro Mondego informa que o primeiro autocarro do Sistema de Mobilidade do Mondego deverá chegar a Portugal em fevereiro de 2024, proveniente da China, onde a frota está a ser produzida”, afirmou a MM, em nota de imprensa enviada hoje à agência Lusa.

Na nota, a Metro Mondego admite que a entrega estava “inicialmente prevista para dezembro”, mas que houve um “atraso decorrente da opção de efetuar a instalação do sistema de guiamento ótico em fábrica”.

Segundo a MM, “após a chegada do autocarro, inicia-se a fase de testes de integração no SMM”, a realizar entre Serpins (concelho da Lousã) e o Alto de São João, troço suburbano e aquele que também está numa fase mais adiantada da obra.

De acordo com a nota de imprensa, o fornecimento dos autocarros articulados elétricos, de 18 metros de comprimento, e o sistema de carregamento de baterias, foram adjudicados pela MM à empresa Energia Fundamental – Mobilidade Elétrica, “correspondendo a um investimento de 40,5 milhões de euros”.

A este valor, acrescem 12,7 milhões de euros relativos à manutenção durante os 15 anos de vida útil dos veículos.

“A frota prevista para o início da operação integra 35 autocarros, existindo ainda uma opção de aquisição de um máximo de cinco autocarros adicionais, que poderá posteriormente ser exercida pela MM”.

O início da operação do Sistema de Mobilidade do Mondego nas zonas urbanas de Coimbra foi adiado para o fim de 2025 e o arranque do troço suburbano para o final de 2024.

O arranque da operação do sistema entre Serpins (Lousã) e o Largo da Portagem (Coimbra) deverá ser no final do segundo semestre de 2024.

Ficou com ‘airpods’ que encontrou em avião e foi constituída arguida

Mulher terá ficado com os ‘airpods’ quando fazia limpeza ao avião.

Uma mulher que se apropriou de um ‘airpods’ alheios ao limpar um avião no Aeroporto Humberto Delgado foi constituída arguida e submetida a termo de identidade e residência. 

Segundo comunicado da Polícia de Segurança Pública  (PSP), o denunciante contactou a polícia e informou que no dia 5 novembro, após regresso de um voo e depois de ter saído do aeroporto, apercebeu-se que não tinha consigo os seus ‘airpods’ “e que através da sua geolocalização conseguiu localizar os mesmos, num Edifício junto ao Aeroporto Humberto Delgado”.

A PSP, revela ainda a nota, conseguiu chegar à identificação da suspeita, uma mulher de 22 anos, “colaboradora de uma empresa afeta ao Aeroporto de Lisboa, a qual se tinha apropriado dos ‘airpods’ (no valor de 247,49), quando fez a limpeza do avião”.

Estes foram apreendidos e serão entregues ao seu legítimo proprietário. Já a suspeita foi constituída arguida, no dia 9 de novembro, e teve de se submeter a termo de identidade e residência.

Unidade Local de Saúde de Castelo Branco formou 291 pessoas

A Escola de Formação de Suporte Básico de Vida com Desfibrilhação Automática Externa da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (ULSCB) ministrou 50 cursos e formou 291 pessoas até ao final de outubro.

A Escola de Formação de Suporte Básico de Vida (SBV) com Desfibrilhação Automática Externa da ULSCB ministra formação a profissionais da ULSCB, mas também a pessoas e organizações interessadas fora da instituição.

O aproveitamento no curso de formação acreditada pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) certifica o formando por um período de cinco anos nas competências ministradas.

“Foram formadas 291 pessoas (leigos e profissionais de saúde) para a aquisição de competências que permitam a correta realização de manobras de SBV com utilização de um DAE, [desfibrilhação automática externa] numa vítima em paragem cardiorrespiratória”, referiu, em comunicado, a ULSCB.

A escola tem também capacidade de se deslocar para fora da instituição, garantindo formação a grupos constituídos por seis formandos.

“Qualquer pessoa pode e deve formar-se em SBV-DAE, para que assim sejam capazes de fazer a diferença entre a vida e morte”.

A Escola de Formação de Suporte Básico de Vida com Desfibrilhação Automática Externa da ULSCB, constituída por uma equipa de 16 formadores (dois médicos e 14 enfermeiros), tem como objetivo contribuir para a melhor formação dos profissionais da ULSCB e formar elementos externos à instituição.

Universidade de Coimbra elimina resíduos laboratoriais com décadas

A Universidade de Coimbra (UC) realizou um processo de eliminação de resíduos laboratoriais acumulados há já várias décadas na Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT).

A intervenção foi realizada por uma equipa especializada nos departamentos de Química e de Ciências da Vida, no Polo I, informou a universidade através de um comunicado enviado à agência Lusa.

Segundo a nota, está ainda a decorrer um processo idêntico no Departamento de Engenharia Química, no Pólo II, que deverá ficar concluído até ao final do ano.

“Livrarmo-nos de um passivo ambiental e de produtos químicos que já não são comercializados e são perigosos para o meio ambiente e para as pessoas é fundamental, além de libertarmos os espaços para depois podermos dar-lhes outra utilização”, sublinhou o subdiretor da FCT, Fernando Pedro Figueiredo.

Nesta ação, foram eliminados resíduos de diversas tipologias, substâncias químicas que resultam de reagentes, substâncias envolvidas em misturas e processo químicos, que sobraram e ficaram em tempo de residência para se observar os comportamentos dos compostos.

Apesar do período de tempo em que os resíduos permaneceram nas instalações da Faculdade, muitos deles foram “deixados por não poderem ser expedidos, mas cumpriram sempre as condições de segurança”.

“Para além das óbvias vantagens no que respeita à proteção ambiental e das condições de segurança no trabalho, irá permitir a libertação de alguns espaços que poderão ser dedicados a outros fins”, salientou Edgar Mendes, da Divisão de Manutenção, Ambiente e Segurança da UC.

Tony Carreira e Wilson Honrado no Fim de Ano em Coimbra

Tony Carreira e Wilson Honrado são os cabeças de cartaz do Fim de Ano em Coimbra 2023,
evento que surge renovado este ano, apresentando-se com um novo formato e com uma
programação com propostas musicais de nível acrescido. Devido às obras no Largo da Portagem, o Fim de Ano em Coimbra 2023 vai decorrer no Largo D. Dinis, na Praça da República e no Largo da Sé Velha. Com a já habitual emotiva contagem decrescente para a transição do ano, vai ser, em simultâneo, assinalada a chegada de 2024 no rio Mondego e na zona baixa da cidade, com o lançamento do fogo de artifício.

Oito horas e meia de música, uma dezena de artistas (quatro deles de Coimbra), três palcos e muita animação prometem fazer desta a festa do ano, cujo cartaz eleva sem precedentes a aposta em propostas de grande qualidade, ecléticas e pensadas para agradar a todos. A Tony Carreira e ao dj Wilson Honrado juntam-se Matay, a Revival Music 80’s/90´s, os djs De Vacaciones, assim como os conimbricenses Pedro Carrilho, Patrick Assis, Rui Tomé e Luís Pinheiro.


Uma das grandes novidades deste ano é a alteração dos locais do evento. As obras em curso na Baixa da cidade, especialmente na zona da Portagem, inviabilizam a realização do fim de ano no formato que vinha a ser seguido nos últimos 10 anos. Desta forma, e após a avaliação de diversas alternativas naquela mesma zona da cidade, concluiu-se que a opção mais eficaz para o evento é a sua deslocalização, privilegiando-se espaços preparados para receber grandes eventos e que garantam as necessárias condições de segurança, de logística e de acessibilidade. Tudo para que 2024 chegue com a festa que a cidade merece. O acesso a todos os espetáculos é, como habitual, gratuito.


A grande festa irá acontecer, assim, no Largo D. Dinis (palco principal), na Praça da República (palco Dj’s) e na Sé Velha (Revival Music 80’s e 90´s). Haverá, ainda, animação musical no Mercado Municipal D. Pedro V, e, como manda a tradição, o fogo de artifício mantém-se no rio Mondego.


São, por isso, muitos e bons os motivos para que todos se associem a este megaevento, que é já um dos mais concorridos do país, atraindo pessoas de todo o país.
A noite mais longa do ano começa no Largo D. Dinis, o palco que, de resto, irá levar o público até ao novo ano com a atuação do Matay, artista que irá trazer o calor das suas raízes africanas e outras influências como a soul e o gospel. Antes, às 21h30, os dj’s Rui Tomé e Luís Pinheiro, irão fazer o aquecimento da noite.


No final da atuação de Matay, chega a sempre emotiva contagem decrescente para a transição do ano, e, em simultâneo, é ainda assinalada a chegada de 2024 no rio Mondego e na zona baixa da cidade – como manda a tradição, à meia-noite em ponto, será lançado fogo de artifício a partir do rio, enchendo de cor e brilho os céus da cidade. Depois de Coimbra dar as boas-vindas a 2024, sobe ao palco, no Largo D. Dinis, o tão desejado e aclamado Tony Carreira, que irá brindar o público com os seus maiores êxitos. O palco principal prossegue com os djs performers De Vacaciones, que atuam até às 5h00.


A Revival Music, na Sé Velha, arranca às 00h15, para uma discoteca a céu aberto com uma playlist totalmente dedicada aos grandes e melhores êxitos dos anos 80 e 90. Será uma retrospetiva musical, cujo alinhamento privilegia os melhores temas de grandes artistas.
Enquanto isso, na Praça da República, e para quem preferir outros géneros musicais, a animação fica a cargo do Dj Pedro Carrilho (a partir das 00h15), sendo que logo a seguir – quando os relógios marcarem as 1h45 – a festa irá, com toda a certeza, estar no seu ponto alto com a atuação de Wilson Honrado. Patrick Assis inicia a sua atuação logo de seguida e ficará com a responsabilidadede levar a festa até às 06h00. A palco da Praça da República é o último palco a encerrar.


Mas há mais. Pela primeira vez, o Mercado Municipal D. Pedro V entra no roteiro do Fim de Ano em Coimbra com a atuação do brasileiro Celso Cambaio. Entre as 22h00 e as 02h00 a animação fica por conta dos melhores ritmos brasileiros.


O Fim de Ano em Coimbra surge no seguimento do reforço de uma política consistente de
animação e de promoção urbanas, com oferta de iniciativas que enriqueçam o calendário de
eventos da cidade, contribuindo, desta forma, para a constituição de uma imagem mais forte e
atrativa da cidade, impulsionando ainda o aumento da competitividade turística de Coimbra, e
também, estimulando a economia local.

Miranda do Corvo: Mercadinho de Natal e Feira do Mel de regresso em dezembro

A Junta de Freguesia de Miranda do Corvo, com o apoio do Município, volta a realizar o Mercadinho de Natal em conjunto com a feira do Mel.

O mercadinho é um evento que se realiza desde 2014 cada ano com mais sucesso. No ano de 2022 juntou-se a feira do mel criando assim mais atratividade ao certame.

Para este ano estão ser preparadas novidades que trarão ainda maior projeção ao evento e que a seu tempo serão divulgadas. Para já foi acrescentado um dia, tendo início na sexta feira dia 8 de dezembro e prolonga-se até domingo dia 10.

Para animar o evento haverá vários espetáculos de música, pai Natal, animação de natal, conto de natal assim como a tradicional foto com o Pai Natal que faz as delícias dos mais novos.

As inscrições decorrem a bom ritmo estando previsto o alcance do limite máximo a curto prazo.

Associação de Castelo Branco registou mais de 26 mil migrantes em 25 anos

A Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento (ALAD) registou mais de 26 mil migrantes de 90 nacionalidades e mais de 55 mil atendimentos presenciais nos seus 25 anos de existência, disse hoje o presidente da direção da instituição.

“É o 25.º aniversário [da ALAD]. São 25 anos de experiência no apoio social em várias valências e em rede com outras entidades. Uma das grandes virtudes da ALAD é a quantidade de parceiros que tem e que nos dão algum conforto e nos ajudam a desenvolver estes projetos”, disse à agência Lusa, o presidente da direção da ALAD, Arnaldo Brás.

Ao longos da sua existência, a ALAD desenvolveu 58 projetos o que obrigou a associação a criar uma estrutura que comporta atualmente 36 colaboradores, na sua maioria quadros técnicos.

Conta ainda com um número significativo de voluntários (mais de duas dezenas), sobretudo, professores que colaboraram com a Universidade Sénior Albicastrense (USALBI).

“Ao longo destes 25 anos tivemos projetos muito interessantes, independentemente da área a que diziam respeito”, sublinha Arnaldo Brás.

Contudo, na sua fase inicial, a associação começou por se envolver em projetos de luta contra a pobreza.

“Depois, à medida que a emigração começou a ter significado foi-nos atribuído um centro local de integração de emigrantes. Desenvolvemos também com a Câmara Municipal [Castelo Branco] o plano local de integração de emigrantes”, disse.

Desde o início dos projetos a ALAD registou mais de 26 mil migrantes de 90 nacionalidades e realizou mais de 55 mil atendimentos presenciais e mais de seis mil atendimentos telefónicos.

A associação passou também a ter um núcleo distrital de apoio à vítima de violência doméstica que abrange todos os municípios situados ao sul da Gardunha.

“A crescente prevalência da violência doméstica em Portugal, mostra a necessidade da existência da nossa Estrutura de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica (EAVVD-CB) que presta apoio a vítimas deste tipo de crime”, frisa.

Desde o seu início, em 2006, a EAVVD-CB realiza atendimentos, prestando apoio psicológico, social e jurídico, bem como o acompanhamento e encaminhamento devidos a cada situação e necessidade.

“Durante este período e traduzido em números, acompanhámos cerca de 1.859 pessoas entre 2006 e 2022”, refere o presidente da associação.

Só este ano, até outubro, registou um total de 141 novos casos em acompanhamento e 44 casos que transitaram de anos anteriores.

A ALAD dispõe também do Centro de Acolhimento de Emergência para Vítimas de Violência (CAEV), que entre 2018 e o ano transato já acolheu um total de 240 vítimas de violência doméstica.

“Só este ano, com referência a outubro, registou um total de 51 novos acolhimentos”, salienta.

De entre os vários projetos que a ALAD tem em desenvolvimento, referência também para a Resposta de Apoio Psicológico para Crianças e Jovens Vítimas de Violência (RAP Beira Baixa), que foi iniciada no final de 2021.

“Até outubro de 2023 já foram acompanhadas 87 crianças e jovens, assegurando a descentralização desta resposta pelos seis concelhos da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa”, nota Arnaldo Brás.

Dispersão de sementes para recuperar florestas ardidas pode custar mais de 23 ME por ano

Um estudo da Universidade de Coimbra (UC) conclui que os serviços de dispersão de sementes na recuperação das florestas ardidas podem custar mais de 23 milhões de euros (ME) por ano, revelou hoje aquela instituição.

O artigo científico “What is the value of biotic seed dispersal in post-fire forest regeneration?”, liderado por investigadores do Departamento de Ciências da Vida (DCV) da Faculdade de Ciências e Tecnologia das Universidade de Coimbra (FCTUC), decorre no âmbito do projeto “Life After Fire”, que surgiu na sequência dos incêndios de 2017, em Portugal.

A ideia deste trabalho é conhecer a importância da dispersão de sementes na recuperação das florestas após um incêndio, afirma a UC, numa nota de imprensa enviada hoje à agência Lusa.

“Com este estudo concluímos, além do valor económico dos serviços de dispersão de sementes, que apesar da esmagadora maioria das espécies não depender exclusivamente da dispersão de sementes por animais, para cerca de um terço dessas plantas a dispersão é uma forma de voltarem a colonizar estas zonas ardidas”, refere, citado na mesma nota, o investigador do DCV e líder do projeto, Sérgio Timóteo.

De acordo com o artigo científico, a maioria das espécies possui múltiplas estratégias para enfrentarem o fogo, incluindo duas dezenas de espécies que possuem todas as estratégias, designadamente germinação a partir do banco de sementes após o incêndio florestal (78%), capacidade de rebrote (54%), adaptações bióticas (35%) ou abióticas (28%) de dispersão de sementes.

Apesar de oito espécies serem exclusivamente dependentes da dispersão biótica, 166 espécies, ou seja, cerca de um terço das avaliadas, possuem características que facilitam a dispersão animal.

Por isso, a importância relativa da dispersão biótica é estimada em 16%.

Quando ocorrem incêndios florestais de grandes dimensões, como os de 2017, “é necessário fazer algum tipo de intervenções em algumas áreas, principalmente no que se refere à estabilização de solos, às vezes até evitar recolonização por espécies invasoras. Isto tudo são ações ativas, ou seja, implicam ações humanas”, destaca o responsável, ressalvando que os animais e a própria natureza têm também um papel muito importante nessa recuperação.

No estudo foi estimado o valor económico do serviço de dispersão de sementes biótica, ou seja, por animais, no restauro pós-fogo em Portugal.

“Combinamos os custos orçamentados dos Relatórios de Estabilização de Emergência governamentais com análises de redes que estimam a dependência da flora portuguesa da dispersão biótica de sementes e de estratégias alternativas de regeneração pós-fogo”, indica.

Segundo o investigador da FCTUC, “a substituição dos serviços prestados pelos dispersores de sementes durante a regeneração pós-incêndio das florestas portuguesas custaria mais de 23 milhões de euros por ano, destacando a necessidade de políticas integradoras que promovam florestas resilientes”.

O artigo, publicado na revista Conservation Letters, é da autoria de José Benedicto Royuela, José Miguel Costa, Ruben Heleno, Joaquim Sande Silva, Helena Freitas, Pedro Brito Lopes, Sara Beatriz Mendes e Sérgio Timóteo.

Tony Carreira atua na festa de fim de ano de Coimbra

O músico Tony Carreira vai ser o cabeça de cartaz das festas de fim de ano de Coimbra, que este ano, face às obras do Sistema de Mobilidade do Mondego, terão como epicentro o Largo D. Dinis, ao invés da habitual Portagem, foi hoje anunciado.

A festa de passagem de ano irá contar com animação em diferentes pontos da cidade, entre os quais o Largo D. Dinis, a Praça da República, o Largo da Sé Velha e o Mercado Municipal D. Pedro V, afirmou hoje a Câmara de Coimbra, numa conferência de imprensa de apresentação da programação das festividades.

Para além da atuação de Tony Carreira no Largo D. Dinis, a partir das 00:15, o palco ali montado irá também receber o músico cabo-verdiano Matay, assim como vários DJ, com festa entre as 21:30 e as 05:00.

O tradicional fogo-de-artifício irá durar entre cinco e sete minutos, no rio Mondego.

Já na Praça da República, a animação musical começa às 00:15 e termina às 06:00, numa programação que inclui o DJ Wilson Honrado, com um palco 360º, montado no centro daquele local central da cidade, explicou o vice-presidente da Câmara de Coimbra, Francisco Veiga.

No Largo da Sé Velha, haverá também DJ até às 03:00, com “Revival Music”, referiu o município.

Para além destes três palcos, haverá também animação no Mercado D. Pedro V, entre as 22:00 e as 02:00, com o artista Celso Cambaio.

Francisco Veiga referiu que a festa não se vai realizar no local habitual, devido às “obras na Portagem, que inviabilizam os eventos” naquele local.

Segundo o vice-presidente do município, esta deverá ser “a primeira vez que Tony Carreira atua na cidade de Coimbra”.

“Não escolhemos os artistas em função do gosto pessoal. Escolhemos pessoas de grande atratividade para estimular a economia e trazer muitas pessoas à cidade”, realçou Francisco Veiga.

Questionado sobre se há uma adaptação dos transportes públicos face ao concerto de Tony Carreira, o vice-presidente admitiu que “nada está previsto”.

O orçamento para a programação do evento é de 230 a 240 mil euros, indicou, explicando que a este custo acresce o fogo-de-artifício, que terá um investimento de 10 mil euros.

Francisco Veiga estima que participem entre 20 e 30 mil pessoas no concerto no Largo D. Dinis.

“Procuramos responder ao gosto dos nossos munícipes e trazer pessoas que atraiam e dinamizam o nosso concelho. É um excelente programa e não tenho dúvidas de que estes nomes vão tornar este fim de ano mais uma vez inesquecível”, salientou o presidente da Câmara, José Manuel Silva, também presente na sessão.

O autarca adiantou ainda que espera que, face ao cartaz, seja possível encher a hotelaria e restauração da cidade.

Câmara de Ílhavo reabilita Quinta da Valenta após tomar posse administrativa

A Câmara de Ílhavo vai intervir na Quinta da Valenta, de que tomou posse administrativa, reabilitando aquele loteamento por cerca de 583 mil euros, anunciou hoje a autarquia.

De acordo com uma nota de imprensa, após concurso público, a autarquia adjudicou a obra de requalificação do loteamento da Quinta da Valenta, pelo montante de 583.255,57 euros, com um prazo de execução de cinco meses.

No texto, a autarquia do distrito de Aveiro explica que “intervenção envolve a execução de trabalhos de requalificação de passeios e pavimentos rodoviários, revisão de infraestruturas e reabilitação de espaços verdes e de lazer”.

“A Câmara Municipal espera que esta intervenção possa impulsionar o investimento privado e que este loteamento se torne, em breve, mais uma das zonas habitacionais do município de Ílhavo”, refere a nota municipal.

Segundo a câmara, o loteamento da Quinta da Valenta sofreu, ao longo dos anos, atos de vandalismo que levaram à degradação das infraestruturas existentes.

“Face à degradação do local e perante incumprimento por parte do promotor da Quinta da Valenta, a Câmara de Ílhavo deliberou, em agosto de 2018, determinar a posse administrativa do imóvel”, justifica.

A posse administrativa permite à autarquia realizar obras de requalificação do local, por conta do titular do alvará, acionando, para isso, a garantia bancária (caução) dada, inicialmente, pelo investidor.

A Quinta da Valenta, no lugar da Ermida, em Ílhavo, foi outrora propriedade dos fundadores da conhecida fábrica de porcelanas da Vista Alegre.

Posteriormente deu origem a um loteamento de 195 lotes, próximo do Rio Boco, inicialmente com um projeto do arquiteto Tomás Taveira, que nunca se chegou a concretizar.

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