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Ordem dos Enfermeiros conhece hoje novo bastonário

Os enfermeiros elegem hoje um novo bastonário, bem como os novos órgãos sociais da ordem, numas eleições com candidato único a nível nacional e duas listas na Madeira e cuja votação está a decorrer eletronicamente desde segunda-feira.

O atual vice-presidente da Ordem dos Enfermeiros (OE), Luís Filipe Barreira, que anunciou a candidatura a bastonário a 12 de maio, encabeça a Lista A que tem com o ‘slogan’ “Orgulhosamente com os Enfermeiros”.

A Lista A candidata-se à liderança Nacional e a todas as Secções Regionais, enquanto a Lista B, que tem como ‘slogan’ “Por uma Enfermagem Positiva”, apresentou candidatura apenas à secção regional da Madeira.

O acesso ao voto eletrónico teve início na segunda-feira às 00:00 e termina hoje às 20:00 (hora continental).

No anúncio de candidatura, Luís Filipe Barreira disse que a OE vive agora um “fim de ciclo”, mas o trabalho que foi feito “não pode ser desperdiçado”.

“No que depender de mim, o trabalho que foi feito ao longo dos últimos sete anos não será deitado no lixo (…). Depois de colocarmos a enfermagem no mapa, de lhe darmos voz e de devolvermos a OE, chegou o tempo de dar um salto em frente e avançar para novos rumos”, disse o candidato.

A corrida à sucessão de Ana Rita Cavaco chegou a ter mais um nome, o do especialista em saúde infantil e pediátrica Mário André Macedo que anunciou a candidatura, a 22 de julho, em Leiria, mas que viu a lista ser excluída com o argumento de que a entrega de documentos decorreu fora do prazo.

Assim, tudo indica que Luís Filipe Barreira será o sucessor Ana Rita Cavaco, impedida de concorrer por limitação de mandatos, e que soma sete anos de liderança.

Durante o seu mandato, foi notícia a acusação de que Ana Rita Cavaco, alegadamente, se recusou a colaborar com a sindicância da Inspeção-Geral de Atividades em Saúde (IGAS), tendo esta apontado, em sua defesa, que aquela ação inspetiva, levada a cabo em maio de 2019, tinha “uma motivação política”, supostamente baseada nas divergências públicas entre o organismo e então ministra da Saúde, Marta Temido.

Registou-se também uma queixa feita por mais de uma centena de enfermeiros à OE, uma participação disciplinar contra a bastonária por “linguagem imprópria” e comentários ‘’violadores dos deveres deontológicos’’ publicados na sua página pessoal do Facebook.

Esta queixa arquivada em março de 2021 pela OE, mas o grupo anunciou que ia recorrer a tribunais administrativos por considerar que os comentários da bastonária “danificaram a imagem e reputação da Ordem”.

Ana Rita Cavaco tomou posse pela primeira vez em 30 de janeiro de 2016, sendo reeleita em 2019.

De acordo com o Estatutos da OE, criada em 1998, os titulares e membros dos órgãos da ordem são eleitos para mandatos com a duração de quatro anos e não podem assumir mais de dois mandatos consecutivos.

Na Madeira, única secção que tem na corrida duas listas, a A avança com Ana Maria Alves Gouveia, que coordenou a campanha de vacinação contra a covid-19 nesta região, enquanto a B, sem qualquer vinculação a uma candidatura nacional, tem como cabeça de lista Teresa Espírito Santo, que assumiu as funções de presidente do Conselho Jurisdicional Regional no mandato que agora termina.

Aproveitaram porta fechada apenas no trinco para assaltar casa em Chelas

Suspeitos roubaram dinheiro, bens de valor e cartões bancários.

Dois homens, detidos pela prática, em coautoria, dos crimes de furto qualificado e de abuso de cartão, foram presentes pelo Ministério Público (MP) a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado sujeitos à medida de coação de prisão preventiva. 

Em comunicado, esta quarta-feira, a Procuradoria-Geral Regional de Lisboa torna público revela que os factos ocorreram no dia 16 de outubro de 2023.

“Encontra-se fortemente indiciado que os arguidos saltaram um muro para aceder a uma residência, situada na zona de Chelas, e, aproveitando-se do facto da porta estar apenas no trinco, entraram e apropriaram-se de 90 euros em dinheiro e de bens no valor de mais de 1200 euros”, lê-se.

Além disso, os detidos “apoderaram-se ainda de três cartões de crédito e de quatro cartões de débito, que usaram, pouco depois, num posto de abastecimento, para pagar, através do sistema contactless, produtos no valor de 320 euros”.

“Realizado o interrogatório, o juiz de Instrução Criminal decidiu aplicar a ambos os detidos a medida de coação de prisão preventiva”, revela a mesma nota.

O inquérito é dirigido pelo DIAP de Lisboa, com a coadjuvação da PSP.

É surdo? GNR tem um sistema que permite o envio de SMS para pedir socorro

Força de segurança recorda plataforma ‘SMS Segurança’ no Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa.

Esta quarta-feira, dia 15 de novembro, assinala-se o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa. No âmbito desta data especial, a Guarda Nacional Republicana (GNR) recorda, na sua página de Facebook, que tem à disposição da Pessoa Surda a plataforma ‘SMS Segurança’, que permite o envio de mensagens escritas em situação de emergência.

Assim que alguma mensagem é recebida, é analisada e reencaminhada de imediato para o serviço mais adequado. Para o efeito, basta enviar uma mensagem para o número 96 10 10 200.

Lembra a GNR que, para que o possa ajudar convenientemente, a sua mensagem deve conter o seu nome, a sua morada (local onde se encontra ou local da emergência) e uma breve descrição da situação.

Recorde-se que a plataforma ‘SMS Segurança’ da GNR é um sistema informático de receção de SMS, implementado em 2008 em parceria com a Federação Portuguesa das Associações de Surdos, que permite a Pessoas Surdas ou com dificuldades auditivas enviarem mensagens escritas em caso de emergência.

Projeto em Coimbra que leva a experiência do cinema aos mais novos está em risco

O projeto “Crianças em Ação” que leva a experiência do cinema a crianças do 1.º ciclo das escolas da rede pública de Coimbra está em risco de parar por falta de garantias de apoio financeiro da Câmara de Coimbra, afirmou a responsável da iniciativa.

O “Crianças em Ação”, que começou como projeto-piloto em 2021, mostra na quarta-feira, numa exposição na Casa da Esquina, entidade que coordena a iniciativa, os resultados conseguidos no ano letivo 2022/2023 com 15 turmas do concelho de Coimbra, que puderam conhecer um pouco melhor o universo cinematográfico.

O projeto, que conta com cada vez mais pedidos por parte de escolas, “está em risco de não continuar” face à falta de garantia de apoio da Câmara de Coimbra, disse à agência Lusa a coordenadora da iniciativa, Sara Seabra.

“Este ano letivo, avançámos com um orçamento para 20 turmas, o que são mais ou menos 400 crianças”, pedindo ao município um apoio de 15 mil euros para apoiar o projeto.

Segundo Sara Seabra, do município não têm ouvido nada “a não ser elogios e vontade de continuar”, mas falta a garantia de financiamento para que o projeto possa continuar.

“Compreendemos toda a lógica financeira das organizações, que funciona em anos civis e estamos a trabalhar em anos letivos, mas é possível planear”, referiu.

Segundo Sara Seabra, o projeto contempla quatro oficinas dadas a cada turma, três delas de hora e meia e uma última de um dia inteiro.

“Colocamos as crianças em contacto com a história e a estética dos primórdios do cinema. Há oficina em que mexem em película de filmes, pegam nos fotogramas, pintam-nos, reprojetam. É um conjunto de atividades com um impacto sensorial e estético forte nas crianças”, salientou a responsável, que admitiu esperar que esta abordagem inicial deixe “a sementinha do gosto pelo cinema plantada e enraizada”.

Na quarta oficina, que decorre durante um dia inteiro, as crianças fazem “um exercício fílmico”, em que animam bonecos articulados, gravam a sonoplastia e, da parte da tarde, colam o som com a imagem.

Em 2022/2023, as dez novas turmas fizeram as três primeiras oficinas e as cinco do projeto-piloto fizeram a quarta oficina.

Na quarta-feira, os resultados do trabalho realizado vão ser apresentados.

“O objetivo seria chegar às 20 turmas”, vincou.

A agência Lusa procurou obter esclarecimentos junto da Câmara Municipal de Coimbra, mas não obteve resposta.

Câmara de Coimbra quer aprofundar relacionamento com instituições da cidade

A Câmara Municipal de Coimbra quer aprofundar o relacionamento com as instituições do concelho, para continuar a promover o desenvolvimento sustentado da cidade, disse hoje o presidente da autarquia.

A Universidade de Coimbra (UC) vai ficar responsável pelo projeto de intervenção e de investigação para a reabilitação da Escola Secundária José Falcão, através de um contrato interadministrativo que foi hoje assinado com a Câmara Municipal.

Por isso, à margem da assinatura deste contrato, José Manuel Silva falou da importância desta parceria entre o município e a instituição de ensino superior, considerando que seria “um desperdício” para a cidade não aproveitar as competências da Universidade.

Em declarações à agência Lusa, o autarca da Câmara Municipal de Coimbra adiantou que pretende aprofundar o relacionamento com as instituições do concelho, de modo a continuar a promover o desenvolvimento sustentado da cidade.

“Dizia-se muito que a cidade e Universidade viviam de costas voltadas. Agora vivemos de mãos dadas. […] É a única forma de juntarmos as nossas competências de uma forma sinérgica e promovermos o desenvolvimento sustentado de Coimbra. Portanto, de uma vez por todas, a cidade está junta a trabalhar pelo seu desenvolvimento. E isso, não tenho dúvidas que vai dar um grande impulso de crescimento sustentável ao concelho de Coimbra”, sustentou.

O projeto de reabilitação da Escola Secundária José Falcão foi adjudicado por 701.100 euros, com um prazo de execução de 42 meses, e será criado por uma equipa multidisciplinar da UC, coordenada pelos arquitetos João Mendes Ribeiro e Gonçalo Canto Moniz.

A maior fatia do investimento, no valor de 574 mil euros, vai ser aplicada entre este ano e 2025, estando previsto também ser aplicada uma verba anual de 63 mil euros em 2026 e 2027.

A Escola Secundária José Falcão integra a lista das escolas identificadas como prioritárias para recuperação/reabilitação, estando classificada como “muito urgente”.

Urgência do Hospital da Feira com constrangimentos também em Ginecologia

O Centro Hospitalar do Entre Douro e Vouga, sediado no Hospital São Sebastião, de Santa Maria da Feira, terá constrangimentos na urgência de Ginecologia a partir de quarta-feira, mantendo-se condicionadas as urgências de Ortopedia e Pediatria.

No caso da urgência de Ortopedia e Traumatologia, o Hospital da Feira já estava com limitações no período noturno e vai agora prolongá-las pelo menos até sábado, que é a última data com escalas já divulgadas pelo Serviço Nacional de Saúde. Isso significa que o hospital não terá urgência dessas especialidades nos períodos das 20:00 às 08:00, segundo revelou hoje essa estrutura.

Em Pediatria, as limitações anteriores aplicavam-se apenas ao período noturno do fim-de-semana, mas agora repetem-se em horário completo. Depois de parcialmente encerrada por falta de profissionais apenas durante a noite de sábado e domingo, a urgência para crianças estará fechada dia e noite pelo menos no próximo sábado.

A principal mudança é no serviço de Ginecologia: até aqui esse funcionou quase sem interrupções, mas esta quarta-feira essa especialidade deixa de ter profissionais para trabalhar à noite na Urgência e, no sábado, esse serviço até estará totalmente encerrado, tanto no período noturno como diurno.

Estes constrangimentos devem-se, segundo a direção executiva do SNS, à recusa dos médicos em fazer horas extraordinárias, o que está a afetar mais de 30 urgências de várias especialidades em todo o país.

A direção do SNS indica que, na região Norte, as dificuldades de funcionamento afetam 11 serviços de urgência de diversas especialidades e que, na região Centro, são cinco as unidades hospitalares com limitações. Há ainda constrangimentos em 11 urgências de Lisboa e Vale do Tejo 11, em duas do Algarve, numa de Portalegre e noutra de Évora.

Face a essas limitações generalizadas e às alterações que a qualquer momento podem surgir nas escalas de serviço dos hospitais do SNS, o CHEDV recomenda que, antes da deslocação a qualquer urgência, os utentes contactem previamente a linha telefónica SNS 24, pelo número 808 24 24 24, para saber a que unidade se devem dirigir.

Risco de derrocada em estrada entre Bombarral e Lourinhã

A estrada do Casal da Cantarola, entre os concelhos do Bombarral e da Lourinhã, está em risco de derrocada, alertou a freguesia da Moita dos Ferreiros, mas, como medida imediata, o município do Bombarral prevê apenas pavimentar a via.

A estrada municipal, que atravessa o Casal da Cantarola, servindo também outras localidades, está “em risco de derrocada”, disse o presidente da Junta de Freguesia da Moita dos Ferreiros, na Lourinhã, Rui Perdigão.

O autarca explicou que a via, construída sobre uma encosta com cerca de sete metros de altura, já teve vários desabamentos, tendo em conta o “tráfego elevado de pesados”, com “200 a 300 passagens por dia”, e os problemas de falta de drenagem das águas.

“Nunca foi feita a drenagem das águas e precisa de obras de fundo”, alertou Rui Perdigão, que pediu responsabilidades à Câmara Municipal do Bombarral, a quem pertence a via, depois de o problema se ter agravado nos últimos meses.

Contactado pela Lusa, o município admitiu “a necessidade de novas intervenções em todo o seu traçado, com alguma urgência”, perspetivando “proceder à repavimentação da estrada até ao final do ano ou no início do próximo”.

O município do distrito de Leiria pretende também começar a elaborar um projeto de reabilitação da via, sem se comprometer com prazos.

“Estar a colocar mais massas asfálticas [para repor o que desabou] é tapar o sol com a peneira e fazer mais pressão sobre o que ali está”, afirmou, desagradado, o autarca de freguesia da Lourinhã, no distrito de Lisboa.

Rui Perdigão defendeu a realização imediata de um estudo geológico para avaliar o estado da via para avaliar a eventual interdição da estrada e se avançar com obras de fundo.

A junta da Moita dos Ferreiros tem recebido “muitas queixas de pessoas que têm receio” de lá passar, temendo algum acidente trágico, face ao “perigo iminente”.

Em caso de derrocada, as populações das aldeias não ficam isoladas, mas algumas delas vão ser obrigadas a “fazer mais quatro ou cinco quilómetros”.

“A minha preocupação é, mais do que o acesso, a segurança das pessoas, que pode estar em risco”, sublinhou, receando que o problema possa agravar-se neste inverno.

Seis ativistas pelo clima detidos após ocuparem faculdade em Lisboa

Seis estudantes foram detidos hoje de madrugada por se recusarem a sair da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), em Lisboa, que ocuparam na segunda-feira em protesto pelo clima, disseram fontes dos ativistas e da polícia.

O protesto da Greve Climática Estudantil na FCSH da Universidade Nova de Lisboa faz parte de uma nova onda de ocupações pelo clima (a última ocorreu na Primavera passada) contra a “inação do governo em relação à crise climática”, reivindicando o fim aos combustíveis fosseis até 2030 e eletricidade renovável e acessível até 2025, segundo comunicado da organização.

Os ativistas pretendiam pernoitar nas instalações da faculdade, mas a polícia foi chamada ao local e acabou por retirá-los “à força”, lê-se na mesma nota.

Fonte do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP disse entretanto à Lusa que, dos sete estudantes que ocuparam o edifício, um saiu por vontade própria e os outros seis foram detidos por desobediência à 01:00 de hoje.

A mesma fonte adiantou que os seis estudantes foram libertados cerca das 06:00 e às 10:00 foram presentes a tribunal.

Em comunicado hoje divulgado, a direção da FCSH disse que a faculdade “é um espaço de liberdade, diversidade e debate” e que tem como prática “resolver os problemas através do diálogo”.

Apesar de manifestar solidariedade com a causa climática e de permitir a presença de ativistas nas instalações da faculdade, a direção acusou os ativistas de terem destruído equipamentos do sistema de deteção de incêndio.

A direção da faculdade disse que, ao longo do dia de segunda-feira, “as tentativas de diálogo com o grupo de ativistas foram ignoradas”, pelo que as instalações encerraram no horário habitual, às 23:00, “não tendo havido permissão para a permanência nas instalações de quem, para tal, não tem autorização prévia”.

“Lamentavelmente, e esgotadas todas as opções de diálogo, a direção da NOVA FCSH viu-se obrigada a recorrer às autoridades competentes para garantir o adequado encerramento das instalações”, acrescenta.

A decisão da direção foi criticada pelos ativistas.

“Não compreendemos como é que se está a tornar banal chamar polícia a faculdades para reprimir protestos pacíficos. As faculdades são historicamente um local de luta e de protesto, mas agora parecem ser completamente intolerantes a qualquer manifestação”, disse a porta-voz do núcleo pelo fim ao fóssil da FCSH, Lux Souto Maior, citada no comunicado da Greve Climática Lisboa.

A estudante acrescentou que o grupo está preparado para defender a ocupação: “Sabemos que estamos do lado certo da história. Não podemos parar de lutar pois esta é a luta das nossas vidas, a luta pelas nossas vidas”.

Segundo o coletivo de ativistas, às 15:30 haverá um novo protesto na Faculdade de Ciências Sociais.

Na segunda-feira, a PSP também foi chamada à Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa (FPUL) para impedir uma palestra sobre a ciência climática, acusa a Greve Climática Lisboa no comunicado.

“O diretor da faculdade de Psicologia disse-nos que não iria permitir qualquer conversa política organizada por nós na faculdade, pois as faculdades servem apenas para estudar, não podem ser espaços de protesto ou manifestações políticas. Gostava de saber o que ele diria durante a crise académica ou o maio de 68”, afirma a porta-voz do núcleo da FPUL, Teresa Cintra.

Gripe das aves detetada em gaivota recolhida em Aveiro

A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) indicou que foi detetada a presença do vírus da gripe aviária numa gaivota-de-asa-escura, que foi recolhida na Gafanha da Nazaré, em Aveiro.

No dia 06 de novembro, confirmou-se a infeção por vírus da Gripe Aviária de Alta Patogenicidade (GAAP) do subtipo H5N1, numa gaivota-de-asa-escura (‘Larus Fuscus’), recolhida na freguesia da Gafanha da Nazaré, concelho de Ílhavo, distrito de Aveiro”, lê-se numa nota da DGAV.

Nas proximidades do local onde foi recolhida a gaivota existem apenas explorações caseiras de aves da capoeira, tendo os seus donos sido “sensibilizados para a adoção de medidas de biossegurança”.

A DGAV apelou ainda para todos os detentores de aves que cumpram as boas práticas de produção e que evitem contactos entre as aves domésticas e selvagens.

Por outro lado, devem ser reforçados os procedimentos de higiene nas explorações e equipamentos.

“A notificação de qualquer suspeita de doença deve ser realizada, de forma imediata, para permitir uma rápida e eficaz implementação das medidas de controlo da doença no terreno pela DGAV”, alertou.

Esta direção-geral esclareceu ainda que, apesar de ter sido detetado um caso de infeção pelo vírus da gripe das aves num animal selvagem, o estatuto de país livre desta doença em aves de capoeira não é afetado.

A DGAV é um serviço central da administração direta do Estado, com autonomia administrativa.

3.ª-feira com chuva (mas pouca). Mínimas descem, mas máximas vão aos 25ºC

Chuva será mais intensa e frequente no Minho. IPMA prevê uma descida das temperaturas mínimas em todo o país, exceto no Algarve.

Depois de alguns dias de chuva e de uma segunda-feira já com menos precipitação, a tendência deverá manter-se esta terça-feira, dia em que são apenas esperados períodos de chuva fraca a norte do sistema Montejunto-Estrela sendo mais intensa e frequente no Minho. 

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se céu geralmente muito nublado, “tornando-se gradualmente pouco nublado nas regiões a sul do sistema Montejunto-Estrela a partir da manhã”.

São esperado “períodos de chuva, em geral fraca, a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, sendo mais frequente e intensa no Minho”.

O vento será “em geral fraco de sudoeste, soprando por vezes moderado (até 25 km/h) até ao meio da tarde na faixa costeira a norte do Cabo Mondego e por vezes forte (até 40 km/h) nas terras altas da região Norte, sendo do quadrante norte na região Sul”.

Haverá “neblina ou nevoeiro até meio da manhã e a partir do final da tarde”. O IPMA prevê ainda uma “descida da temperatura mínima, exceto no Algarve”. 

As máximas vão variar entre os 25 graus, em Faro, e os 16 graus, na Guarda e Bragança. Já as mínimas vão oscilar entre os 16 graus, em Braga, Porto e Viana do Castelo, e os 8 graus, na Guarda.

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