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Anadia Social com balanço positivo

Com o objetivo de promover a partilha de experiências e contribuir para a reflexão em torno de temáticas da área social, para um concelho mais solidário, o Município de Anadia promoveu, durante três dias (26, 27 e 28 de outubro), a atividade “Anadia Social” envolvendo seniores, pessoas com dificuldade intelectual e desenvolvimental, crianças, equipas técnicas e colaboradoras das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e entidades privadas da área social do concelho.


A vereadora da Câmara Municipal, com o Pelouro da Ação Social, Jennifer Pereira, faz um balanço “muito positivo” da iniciativa que, este ano, foi dinamizada num formato diferente da última edição.


Recordou a criação de um painel social, durante a sessão de abertura, constituído por azulejos
representando cada uma das IPSS e o Município de Anadia. No entender da autarca, “o painel simboliza a união e a colaboração entre as várias instituições da Rede Social”.
Jennifer Pereira enalteceu e agradeceu o esforço das instituições que, apesar das condições adversas, trouxeram os utentes para participar nas iniciativas. “Foram três dias bastante participados e de muito convívio e alegria”, afirmou, acrescentando ainda que “o feed-back dos participantes é bastante positivo, sugerindo que este tipo de iniciativas deve ser repetido”.
Recorde-se que o primeiro dia foi dedicado aos seniores e às pessoas com dificuldade intelectual e desenvolvimental, com um espetáculo musical de António Calvário e das “Calvaretes”. O segundo dia foi direcionado para os mais novos, com o espetáculo da “Bela Adormecida”, pela Companhia Cri’Arte, a que se seguiu um momento de convívio com o Dance Kids.


O último dia foi reservado aos técnicos e colaboradores das Instituições de Solidariedade Social e entidades privadas da área social do concelho, com a realização de um seminário que contou com intervenções de Miguel Leite (“Equipas Positivas, Equipas Produtivas”) e Ana Teresa Almeida (“Cuidar…de mim, de ti, de nós!”). A vereadora da Ação Social considerou que o último dia foi “bastante positivo e diferenciador”, com a presença de mais de 200 pessoas, entre colaboradores e elementos das direções técnicas das IPSS. O Município pretendeu com esta iniciativa “reconhecer o trabalho e o esforço que cada um destes elementos desempenha nas respetivas instituições, por forma a que seja mais valorizado”, adiantou ainda.


Jennifer Pereira deixou ainda um agradecimento público a todas as instituições e entidades que de forma, direta ou indireta, colaboraram e proporcionaram a realização desta iniciativa.

Festa da Supertaça e Taça de Honra AFC fez-se em Montemor-o-Velho

Montemor-o-Velho acolheu, esta quarta-feira, dia 1 de novembro, as finais da SuperTaça e da Taça de Honra da AFC (Associação de Futebol de Coimbra), em futsal.

Ao destacar “o resultado muito positivo da parceria estabelecida com a AFC que trouxe até ao Pavilhão Municipal de Montemor-o-Velho um verdadeiro festival desportivo e de FairPlay”, o vice-presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Décio Matias, sublinhou a importância da “estratégia definida pelo Município para a promoção da atividade física”.

Também o presidente da AFC, Horácio Antunes, enfatizou a qualidade do futsal presente nas finais e a presença de muito público, que contribuíram para uma tarde memorável de promoção da modalidade.

Na primeira final disputada, a equipa sénior masculina do CRI Alhadense conquistou a Taça de Honra da AF Coimbra ao vencer o CS São João, por 3-2.

Já na SuperTaça, o troféu foi para a equipa sénior masculina do GR Vilaverdense, que venceu a UPC Chelo, por 4-1.

Dentro do espetáculo das Taça e SuperTaça, realizou-se, logo de seguida, o jogo que colocou frente a frente as equipas da Casa do Benfica (CB) de Montemor-o-Velho e da AD Serpinense, no escalão de juvenis (Sub17) masculinos.

Ao vencer por 4-3 a equipa da Associação Desportiva de Serpins, a equipa montemorense segue em frente na próxima etapa da Taça AFC.

Ainda durante a manha, a CB de Montemor-o-Velho entrou em campo com a equipa Norte e Soure, um encontro a contar para o Campeonato Distrital Sub 11 Benjamins masculino.

Detida mulher que esfaqueou companheiro no abdómen em Idanha-a-Nova

Os envolvidos são “cidadãos estrangeiros imigrantes”, que estão em Portugal “há aproximadamente três anos”.

Uma mulher de 40 anos foi detida, ao início da tarde de quinta-feira, por fortes suspeitas da prática de um crime de homicídio qualificado, na forma tentada, contra o seu companheiro, na localidade de Ladoeiro, concelho de Idanha-a-Nova.

O crime ocorreu “no interior da residência familiar de ambos e em contexto de violência doméstica, potenciada pela dependência de álcool que atinge os dois elementos do casa”, refere a Polícia Judiciária (PJ) em comunicado.

Os envolvidos são “cidadãos estrangeiros imigrantes”, que estão em Portugal “há aproximadamente três anos”.

“A vítima terá sido atingida pela suspeita, com um golpe desferido com uma faca de aproximadamente 20 cm de lâmina, que lhe perfurou a zona do abdómen, causando-lhe uma laceração hepática e significativa perda de sangue, com risco para a vida”, acrescenta a PJ.

Um amigo do casal, que é patrão de ambos os envolvidos, prestou os primeiros socorros médicos ao homem, evitando a sua morte, encaminhando-o para o Hospital de Castelo Branco, onde foi submetido a uma “intervenção cirúrgica de caráter urgente”.

A detida vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para que lhe sejam aplicadas as medidas de coação tidas por adequadas.

Detido mendigo com sabre em São João da Madeira

A PSP deteve na quinta-feira, em São João da Madeira, no distrito de Aveiro, um mendigo que tinha na sua posse um sabre, informou hoje aquela força policial.

Em comunicado, a PSP esclareceu que o homem, de 23 anos, foi detido pelas 08h15 por posse de arma proibida.

Segundo a Polícia, o suspeito, que se encontrava a mendigar numa rua da cidade, foi intercetado na posse de um sabre (arma branca de classe A).

Odemira e Castelo Branco com programas para ganharem resiliência

As áreas afetadas pelos incêndios ocorridos este verão nas zonas de Odemira (Beja) e Castelo Branco vão ganhar programas que visam tornar os territórios mais resilientes aos fogos, valorizar as potencialidades naturais e promover a economia rural.

A constituição destes programas, denominados Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP), nos dois territórios é determinada numa resolução do Conselho de Ministros, assinada pelo primeiro-ministro e publicada hoje em Diário da República.

As AIGP visam “dar resposta à necessidade de ordenamento e gestão da paisagem e de aumento de área florestal, gerida a uma escala que promova a resiliência aos incêndios, a valorização do capital natural e a economia rural”, é referido no documento.

No caso de Odemira, o Governo justifica a promoção de avaliação prévia da viabilidade para a criação desta iniciativa com a “identificação dos fatores críticos de perigo de incêndio e vulnerabilidade que justifiquem a delimitação de uma AIGP”.

Também contribuíram para a medida o envolvimento das autarquias, a identificação de potenciais entidades gestoras e a adesão manifestada por parte de proprietários, produtores florestais, agricultores, organizações e outros agentes.

Já em relação a Castelo Branco, a constituição da AIGP tem enquadramento no âmbito do investimento “Transformação da Paisagem dos Territórios de Floresta Vulneráveis – Operações Integradas de Gestão da Paisagem (OIGP)”, do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Para este caso, é referido na resolução, “é aberto um novo aviso que, entre outros critérios, majora os territórios afetados por incêndios rurais”.

“A conceção e implementação de OIGP são executadas num modelo de gestão agrupada da responsabilidade de uma entidade gestora e suportada por um modelo de financiamento multifundos (Fundo Ambiental e PRR), que disponibilizam apoios ao investimento inicial, às ações de manutenção e gestão ao longo do tempo e à remuneração dos serviços dos ecossistemas”, lê-se no texto.

Para aumentar a resiliência e competitividade dos dois territórios, o Governo delibera a criação de “medidas de apoio ao empreendedorismo de base local e à diversificação da base económica”, num valor global de 10 milhões de euros, com financiamento comunitário do Portugal 2030.

Com uma dotação de cinco milhões, serão abertos avisos dedicados aos territórios afetados para apoio ao investimento produtivo nacional, de base local, com o objetivo de reforçar e potenciar a competitividade das micro e pequenas empresas.

Para o apoio à criação de emprego e constituição do próprio negócio, mobilizando “as competências individuais por forma a reduzir a segmentação do mercado de trabalho através da contratação sem termo”, serão abertos avisos com uma dotação de dois milhões de euros.

Está ainda prevista a abertura de avisos para a promoção turístico-cultural dos ativos patrimoniais dos territórios afetados, num valor de três milhões de euros.

A resolução, que prevê ainda outros apoios, não apresenta o valor global dos apoios a conceder para a recuperação destes territórios atingidos pelos fogos, mas a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, revelou em outubro que as ajudas ascendiam a 40 milhões de euros.

O incêndio que deflagrou no dia 04 de agosto no concelho de Castelo Branco, e que progrediu para Proença-a-Nova, consumiu 6.553 hectares, enquanto o fogo que começou em Odemira, no Alentejo, no dia 05 de agosto, e se alastrou para Aljezur e Monchique, já no Algarve, afetou 7.513 hectares.

Estes dois incêndios foram os maiores registados em Portugal este ano e, em ambos os casos, chegaram a ser combatidos por mais de 1.000 operacionais.

Fim de semana traz “chuva forte, vento e agitação marítima”, avisa ANEPC

A precipitação prevista poderá também ser acompanhada de precipitação “por vezes forte” e as rajadas de vento poderão rondar os 100 km/h.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu, esta sexta-feira, um aviso à população relacionado com o mau tempo que se irá fazer sentir no fim de semana.

Em comunicado enviado à TVC, os responsáveis começam por relembrar que as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera apontam para que as próximas 48h sejam de “precipitação, por vezes forte, vento, agitação marítima e queda de neve”.

Segundo notam, a precipitação que está prevista poderá ainda ser “acompanhada de trovoada”, nomeadamente nas regiões do Norte e Centro, em particular no Minho e Douro Litoral.

O vento deverá soprar com rajadas de até 100 km/h nas terras altas do Norte e Centro, e, no que diz respeito à agitação marítima, são esperadas ondas de 6 a 9 metros.

Existe ainda a “possibilidade de queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela”.

“Nas bacias urbanas e, em particular, naquelas em que se faça sentir o efeito de maré, não é de excluir a possibilidade de inundações nas zonas historicamente vulneráveis”, lê-se ainda no aviso, que aponta para o possível aumento de bacias hidrográficas noutro locais que não urbanos. Os dados relativos a estas informações são da Agência Portuguesa do Ambiente, que dá conta de que a situação “mais crítica” em zonas que não urbanas será a bacia hidrográfica do Rio Cávado, onde deverá acontecer um” aumento das afluências, com reduzida capacidade de encaixe das albufeiras, a traduzir-se no aumento de caudais a jusante da confluência”.

O aviso da ANEPC dá ainda conta dos efeitos expetáveis perante a situação que deverá decorrer ao longo das próximas 48h, que são:

  • A ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro;
  • A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;
  • À instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;
  • A piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água ou à acumulação de gelo e/ou neve;
  • Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;
  • Ao arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;
  • Desconforto térmico na população pela conjugação da temperatura mínima baixa e do vento.

Mulher resgatada com vida do rio Ul em São João da Madeira

Uma mulher com cerca de 60 anos foi hoje resgatada com vida do rio Ul em São João Madeira, no distrito de Aveiro, informou fonte dos Bombeiros.

Segundo a mesma fonte, a mulher terá caído à água no parque do rio Ul, por razões ainda desconhecidas, tendo o alerta sido dado cerca das 07:00.

A mulher foi retirada da água pelos Bombeiros e após ter sido assistida no local foi transportada para o Hospital da Feira.

Ao local acorreram os Bombeiros de São João da Madeira, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação da Feira e a PSP.

Homem de 58 anos morreu na sequência de um incêndio numa habitação em Anadia

Um homem de 58 anos morreu na sequência de um incêndio numa habitação, na localidade Carvalhais, na freguesia de Moita, no concelho de Anadia, no distrito de Aveiro, disse hoje à agência Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários de Anadia.

Os operacionais foram acionados para um incêndio numa habitação, no entanto, quando chegaram ao local, o incêndio já estava extinto, afirmou à agência Lusa, o segundo-comandante dos Bombeiros Voluntários de Anadia, Jorge Alejandro.

“O incêndio cingiu-se só ao quarto onde o senhor estava a dormir. Terá ocorrido durante a noite e autoextinguiu-se, porque estava tudo fechado”, adiantou o responsável.

Na altura em que os Bombeiros chegaram ao local, a vítima, que vivia sozinha, já tinha falecido.

O alerta foi dado por volta das 07:15, tendo-se deslocado ao local nove operacionais apoiados por três veículos dos Bombeiros Voluntários de Anadia (distrito de Aveiro).

Homem de 91 anos retirado sem vida de poço em Águeda

Um homem de 91 anos foi hoje retirado sem vida do interior de um poço em Águeda, no distrito de Aveiro, informou fonte dos Bombeiros.

Segundo a mesma fonte, o alerta foi dado cerca das 09:00 por um familiar da vítima que encontrou o corpo no interior do poço, situado no quintal da sua casa em Recardães, no concelho de Águeda.

Ao local acorreram os Bombeiros de Águeda, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de Aveiro e a GNR.

Região de Leiria preocupada com “momento difícil” do Serviço Nacional de Saúde

A Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL) manifestou hoje preocupação com o “momento difícil” do Serviço Nacional de Saúde, considerando que se devem aguardar as negociações sem contribuir para aumentar o alarme social, disse hoje o seu presidente.

“A CIMRL encara com natural preocupação o momento difícil que o Serviço Nacional de Saúde enfrenta, em parte em resultado da escassez de profissionais de saúde, uma situação a que a Região de Leiria não é alheia”, afirmou Gonçalo Lopes, numa resposta escrita enviada à agência Lusa.

Integram esta Comunidade Intermunicipal Alvaiázere, Ansião, Batalha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Marinha Grande, Pedrógão Grande, Pombal e Porto de Mós.

Gonçalo Lopes, também presidente da Câmara de Leiria, eleito pelo PS, disse ainda acompanhar “com expectativa as negociações em curso entre os representantes dos profissionais e a o Governo”.

“Acreditamos que ambas as partes estão empenhadas em garantir as soluções que melhor sirvam a nossa população e em manter o nível de excelência do Serviço Nacional de Saúde, que é uma das grandes conquistas do nosso sistema democrático”, destacou o autarca.

Mais de 30 hospitais de norte a sul do país estão a enfrentar constrangimentos e encerramentos temporários de serviços devido à dificuldade de as administrações completarem as escalas de médicos.

Em causa está a recusa de mais de 2.500 médicos em fazerem mais do que as 150 horas extraordinárias anuais a que estão obrigados.

Esta crise já levou o diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Fernando Araújo, a admitir que novembro poderá ser dramático, caso o Governo e os sindicatos médicos não consigam chegar a um entendimento.

As negociações entre sindicatos e Governo já se prolongam há 18 meses e há nova reunião marcada para sábado.

“Entendemos que neste momento devemos aguardar com tranquilidade o decorrer do processo negocial, sem contribuir para aumentar o ruído ou alarme social, em torno deste tema tão importante”, adiantou o presidente da CIMRL.

Quanto à situação do Centro Hospitalar de Leiria (CHL), o autarca expressou confiança “na capacidade tanto da administração quanto dos profissionais de saúde, na gestão dos recursos disponíveis, de forma a garantir o melhor serviço possível à população”.

A Urgência Ginecológica/Obstétrica do CHL está fechada desde as 09:00 de quinta-feira e até às 09:00 de segunda-feira por falta de médicos, anunciou aquela unidade de saúde, que pede às utentes para em situações urgentes se dirigirem às maternidades de Coimbra, Dr. Bissaya Barreto ou Dr. Daniel de Matos.

O CHL explicou que, “apesar dos constrangimentos anunciados e da necessidade de adaptar a sua capacidade de resposta na Urgência de Ginecologia/Obstetrícia e Bloco de Partos entre os dias 02 e 06 de novembro, continua a estar garantida toda a atividade assistencial e programada, pelo que o acompanhamento e os cuidados prestados às grávidas e utentes na área da Ginecologia, no âmbito da consulta externa, não serão afetados por esta contingência, estando assegurada a capacidade de resposta nestas áreas”.

“Os constrangimentos em causa afetarão unicamente o funcionamento da Urgência de Ginecologia/Obstetrícia e do Bloco de Partos”, precisou o CHL.

Já a Urgência Pediátrica do CHL “encontra-se encerrada entre as 09:00 de domingo, dia 05 de novembro, até às 09:00 de segunda-feira, dia 06 de novembro, devido à falta de recursos humanos médicos”. Em situações urgentes, as pessoas podem dirigir-se ao Hospital Pediátrico de Coimbra.

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