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Associação Empresarial da Beira Baixa dá apoio a empresas de Proença-a-Nova

As empresas de Proença-a-Nova vão receber apoio técnico presencial, apoio ao empreendedorismo e à internacionalização e à realização de estudos estratégicos no âmbito de um protocolo estabelecido com a Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB).

“A AEBB e o município Proença-a-Nova, formalizaram um protocolo de colaboração com o objetivo de estabelecer uma cooperação estreita e articulada entre as duas entidades, com vista a potenciar os resultados das suas ações em benefício da comunidade empresarial e consequentemente do seu desenvolvimento e modernização”, refere, em comunicado hoje divulgado, a associação empresarial.

O protocolo entre as duas entidades tem a duração de 12 meses e abrange áreas de cooperação em apoio técnico presencial e visita a empresas do concelho de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco.

A AEBB vai ainda desenvolver sessões informativas periódicas sobre assuntos de interesse empresarial, apoiar na organização de eventos de âmbito empresarial, em processos de licenciamento e ao empreendedorismo em diversos domínios.

Os serviços de apoio empresarial, nomeadamente, aconselhamento, elaboração e acompanhamento de projetos de investimento, consultoria jurídica, elaboração de diagnósticos e planos estratégicos são também contemplados neste protocolo de cooperação.

A associação empresarial vai ainda estar atenta à qualificação dos recursos humanos (levantamento de necessidades de formação, planos de ação, ações de formação, sessões informativas, entre outros), à realização de estudos estratégicos e ao apoio à Internacionalização das empresas (missões ao exterior e inversas, participação em feiras).

“O apoio à atividade do tecido empresarial da região, através da implementação de estratégias e iniciativas de desenvolvimento económico dos concelhos, tem sido uma das prioridades de atuação da AEBB, com vista ao reforço da competitividade, modernização e a criação de emprego”, lê-se na nota.

A AEBB tem mantido uma linha de atuação de colaboração e proximidade no apoio à atividade empresarial, com amplitude regional.

“É intenção da associação empresarial prestar iguais serviços, junto de todas as câmaras protocoladas e do tecido empresarial da região, sendo este o primeiro a ser assinado”, conclui a associação.

Trezentos voluntários recriam época da romanização em Condeixa-a-Nova

Trezentos voluntários vão participar na terceira edição de “O vislumbre de um império”, programa inspirado na época da romanização que decorre em Condeixa-a-Nova de sábado a domingo.

“Por força do atual momento que vivemos, foi necessário ajustar a programação, concentrando-a em dois dias, sem perder a regularidade de um dos eventos mais marcantes e mediáticos do concelho”, afirmou hoje o presidente da Câmara Municipal, Nuno Moita da Costa, na conferência de imprensa em que foram apresentadas as atividades.

Organizado pelo município, no distrito de Coimbra, com a colaboração de cerca de 15 coletividades e outras entidades locais, o evento “Condeixa – O vislumbre de um império” coincide parcialmente, no concelho, com o programa das Jornadas Europeias da Arqueologia que o Museu Monográfico de Conímbriga acolhe entre sexta-feira e domingo.

Nuno Moita, que em 2014 esteve na criação de “O vislumbre”, disse aos jornalistas, nos Paços do Concelho, que a iniciativa “faz parte da valorização do património de Condeixa”, designadamente do legado da presença romana no território, com destaque para o campo arqueológico de Conímbriga e o Museu Nacional adjacente, dirigido pelo arqueólogo Vítor Dias.

O autarca defendeu, mais uma vez, a importância de as duas instituições públicas – município e Museu de Conímbriga – conjugarem esforços na preservação e valorização dessa herança histórico-cultural, bem como para a candidatura à sua classificação pela UNESCO como Património da Humanidade.

“Queremos que a nossa candidatura seja considerada e todos fazemos por isso”, acentuou, explicando que “Condeixa – O vislumbre de um império” é uma “recriação histórica que faz parte dessa estratégia” promocional.

Vítor Dias, por sua vez, realçou que “a sensibilização política já existe” em Condeixa-a-Nova para esse mesmo fim, 61 anos depois da criação do Museu de Conímbriga, em 10 de junho de 1962.

“O Museu e o município de Condeixa são indissociáveis e acabam por fazer parte um do outro”, acrescentou.

Nuno Moita disse ainda que, devido a algumas restrições financeiras, em parte decorrentes da invasão da Ucrânia pela Rússia, a autarquia decidiu realizar “O vislumbre de um império” num formato mais reduzido, permitindo cortar 52 mil euros nas despesas, que baixaram de 132 mil euros, em 2022, para 80 mil euros, na edição deste ano.

Jogos, teatro, dança, música, visitas guiadas, um cortejo de recriação, gastronomia, artesanato, um espetáculo equestre e uma ceia romana são algumas das atividades do programa, em diferentes locais do concelho.

Incêndios: Memorial abriu hoje com nome das 115 vítimas mortais dos fogos de 2017

O Memorial às Vítimas dos Incêndios de 2017 abriu hoje, junto à Estrada Nacional 236-1, na zona de Pobrais, Pedrógão Grande (Leiria), com o nome das 115 vítimas mortais dos fogos naquele ano, revelou a Infraestruturas de Portugal.

Numa informação enviada hoje à agência Lusa, a Infraestruturas de Portugal (IP) explicou que procedeu à abertura do Memorial de Homenagem às Vítimas dos Incêndios Florestais de 2017, um projeto da autoria do arquiteto Souto Moura.

“O memorial inclui um lago de enquadramento, com cerca de 2.500 metros quadrados de área, alimentado por uma gárgula com 60 metros de extensão, sendo bordejado por uma faixa de plantas constituída por nenúfares brancos, lírios e ranúnculos”, referiu a empresa.

Segundo a IP, “o memorial inclui também, como peça fundamental, um muro com a inscrição do nome de cada uma das 115 pessoas vitimadas nos incêndios florestais de junho e outubro de 2017”.

Os incêndios que deflagraram em 17 de junho de 2017 – passam seis anos no próximo sábado – em Pedrógão Grande e que alastraram a concelhos vizinhos provocaram a morte de 66 pessoas, além de ferimentos noutras 253, sete das quais graves. Os fogos destruíram cerca de meio milhar de casas e 50 empresas.

A maioria das vítimas mortais foi encontrada na Estrada Nacional (EN) 236-1, que liga Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, junto à qual foi erguido o memorial.

Em outubro do mesmo ano, outros incêndios na região Centro provocaram 49 mortos e cerca de 70 feridos, registando-se ainda a destruição, total ou parcial, de cerca de 1.500 casas e mais de 500 empresas.

“Sendo o memorial uma homenagem às vítimas, às suas famílias e amigos, considera-se que esta é a data adequada para proceder à sua abertura, ficando desde já disponível para a sua fruição por todas e todos”, salientou a empresa.

A IP adiantou que, de modo a garantir as condições de fruição do memorial, nomeadamente em termos de segurança rodoviária no acesso ao mesmo e na circulação em plena via”, foi construída “uma meia rotunda na EN 236-1 ao quilómetro 7,5, de forma a permitir o movimento de inversão para veículos”.

De acordo com a empresa, também foi feito o “alargamento da estrada para integração de uma via de desaceleração e aproximação à zona de inversão de marcha, para além da requalificação do ambiente paisagístico marginal da EN 236-1 junto ao memorial”.

Em 2019, numa sessão que se realizou no município de Castanheira de Pera, foi assinado um protocolo entre a Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande e a Infraestruturas de Portugal para a construção do memorial.

O concurso público foi lançado em 10 de fevereiro de 2021. Orçada em 1.794.761,91 euros, a obra foi iniciada em 13 de setembro do mesmo ano e tinha um prazo de execução de 300 dias, que terminava no dia 10 de junho de 2022.

Em junho do ano passado, a Infraestruturas de Portugal justificou o atraso da conclusão da empreitada com a falta de materiais.

Já em fevereiro último, a empresa esclareceu que as últimas tarefas a realizar, que incluíam plantações e sementeiras, só podiam ser realizadas na primavera, pelo que à data os trabalhos estavam suspensos, indicando-se a conclusão dos trabalhos neste segundo trimestre.

Oliveira de Azeméis: Detido por violência doméstica

A GNR deteve na segunda-feira, em flagrante delito, um homem, de 51 anos, por violência doméstica, no concelho de Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro, informou hoje aquela força de segurança.

Em comunicado, a GNR esclareceu que os militares da Guarda deslocaram-se a uma situação de violência doméstica, tendo-se verificado que o agressor ameaçava a sua companheira, uma mulher de 52 anos.

“Aquando da chegada da patrulha ao local, e perante a continuidade das ameaças, a pronta intervenção dos militares levou à detenção do agressor”, refere a mesma nota.

O detido permaneceu nas instalações do posto até ser presente no Tribunal Judicial da Santa Maria da Feira, onde lhe foi aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.

Pulseira eletrónica para filho que agredia a mãe de 62 anos em Oliveira de Azeméis

A GNR deteve no domingo, em flagrante delito, um homem, de 27 anos, suspeito de agredir a mãe de 62 anos, em Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro, informou hoje aquela força de segurança.

Em comunicado, a GNR esclareceu que na sequência de uma denúncia de que estaria a ocorrer uma situação de violência doméstica, os militares Guarda deslocaram-se ao local, apurando que o agressor ameaçou e infligiu maus tratos físicos e psicológicos à vítima, sua mãe de 62 anos.

“No seguimento das diligências policiais, o agressor deu continuidade às ameaças, motivo pelo qual foi detido”, refere a mesma nota.

O homem foi presente no Tribunal Judicial da Santa Maria da Feira, onde lhe foi aplicada a medida de coação de afastamento e proibição de contacto com a vítima por qualquer meio, não se podendo aproximar da mesma num raio de 500 metros, controlado por pulseira eletrónica.

Aveiro: Detidos dois homens suspeitos de furtar oito toneladas de cobre granulado

A GNR deteve na quarta-feira dois homens, de 46 e 47 anos, suspeitos de terem furtado mais de oito toneladas de cobre granulado durante vários meses no concelho de Aveiro, informou hoje aquela força de segurança.

Em comunicado, a GNR esclareceu que os suspeitos foram detidos por furto qualificado de metais não preciosos e tráfico de estupefacientes, no decorrer de uma investigação por furtos que ocorreram na freguesia de Cacia, e que decorria há cerca de quatro meses.

Segundo a Guarda, foi dado cumprimento a 12 revistas pessoais e 25 mandados de busca (duas domiciliárias, 12 não domiciliárias, nomeadamente, em cacifos no interior de uma empresa, e 11 em viaturas), no decorrer das quais foi possível apreender e recuperar 130 quilos de cobre granulado e 36 doses de haxixe.

“Os detidos são suspeitos de terem furtado o cobre de forma continuada, pelo menos desde o final do ano de 2022 e até à presente data, estimando-se que no total tenham furtado cerca de 8.282 quilos de granulado de cobre, a que corresponde o valor de 67.158,91 euros”, refere a mesma nota.

ÁGUEDA: Homem detido por permanência ilegal em território nacional

A GNR deteve na segunda-feira um homem, de 32 anos, por permanência ilegal em território nacional, no concelho de Águeda, distrito de Aveiro, informou hoje aquela força de segurança.

“Na sequência de uma ação de fiscalização rodoviária a um veículo de duas rodas, e uma vez que os militares da Guarda tinham suspeitas quanto à legalidade de permanência em Espaço Schengen do condutor, foram realizadas diligências policiais, em colaboração com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), e foi possível apurar que o indivíduo se encontrava em situação ilegal no país, culminando na sua detenção”, refere uma nota da GNR

Segundo a Guarda, o detido foi constituído arguido e presente no Tribunal Judicial de Águeda, tendo sido determinado o seu acompanhamento para um centro de instalação temporário onde aguarda a conclusão do processo.

Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro atinge recorde de candidaturas

A 16.ª Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro contou com 565 candidaturas e 915 peças a concurso, quase o dobro das rececionadas na edição de 2021, que tinha sido a melhor de sempre, informou hoje a autarquia.

Segundo uma nota da autarquia, a Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro constitui uma referência internacional neste setor cultural e artístico desde 1989, contribuindo para a produção de cerâmica artística contemporânea através do estímulo à experimentação e à criatividade, assumindo-se como “um polo dinamizador de novas tendências da cerâmica”.

“A Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro tem vindo a transformar-se numa referência relevante no currículo dos artistas, recebendo candidaturas de jovens artistas emergentes e também de nomes de referência no contexto internacional, pelo prestígio que tem vindo a alcançar”, refere a mesma nota.

Neste âmbito, a Bienal recebeu 565 candidaturas, provenientes de 62 nacionalidades. Deste conjunto, o júri selecionou para a exposição final e concurso 84 obras que correspondem a 104 peças de artistas de 37 nacionalidades.

A autarquia salienta ainda que o processo de seleção foi norteado pela “inovação e criatividade, pela exploração de novas técnicas e abordagens, mas também pela narrativa e poética das obras, considerando o seu diálogo com o contexto atual”.

O júri da 16.ª edição da Bienal é presidido por Stéphanie Le Follic-Hadida, em representação da Academia Internacional de Cerâmica, Erika Süto, do International Ceramic Studio, Xavier Morant Verdejo, em representação do Agrupamento Territorial Europeu Cidades e Vilas de Cerâmica, Alda Tomás, da Manufatura Vista Alegre, e Rui Silva, em representação da Universidade de Aveiro, através do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica.

Organizada pela Câmara de Aveiro, a Bienal atribui três prémios pecuniários: 13 mil euros para o primeiro prémio, oito mil euros para o segundo e quatro mil euros para o terceiro.

Podem, ainda, ser atribuídas menções honrosas.

As obras premiadas, excluindo as Menções Honrosas, ficam a pertencer à autarquia.

A Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro decorrerá de 28 de outubro de 2023 a 28 de janeiro a 2024, em vários espaços da cidade e contará não só com a exposição das obras a concurso, como com várias outras exposições de artistas e entidades nacionais e internacionais convidados.

CECOLAB de Oliveira do Hospital na fundação de rede mundial para economia circular

O CECOLAB, laboratório colaborativo sediado no Campus de Tecnologia e Inovação de Oliveira do Hospital, anunciou hoje que ajudou a criar uma rede global do Sul do planeta para a economia circular, onde é o único representante europeu.

Numa nota enviada à agência Lusa, o CECOLAB explicou que esta aliança global do Sul para a economia circular foi firmada há cerca de duas semanas, altura em que marcou presença na segunda edição do World Circular Economic Forum, que decorreu em Helsínquia, na Suécia.

“Nesta reunião de trabalho foi fundada uma cooperação global do sul do planeta com ligação ao mercado europeu, com a assinatura de um protocolo por sete redes internacionais, da Índia, África e América Latina e com a ponte de ligação à Europa, assegurada pelo CECOLAB”, referiu.

O CECOLAB é mesmo a única entidade europeia presente na fundação desta rede, tendo assumido “um papel muito relevante” na sua criação.

“A fundação desta cooperação é decorrente de uma iniciativa que [o CECOLAB] tinha já liderado no primeiro encontro, em dezembro 2022, o World Circular Economy Forum 2022, em Ruanda, com apresentação de um ‘white paper’ de cooperação global em ciência e conhecimento para a economia circular”, acrescentou.

De acordo com João Nunes, presidente deste laboratório colaborativo, o objetivo do CECOLAB é “ficar posicionado dentro das cinco top entidades reconhecidas a nível mundial com dinamização de atividades, políticas e trabalho tecnológico/conhecimento em economia circular”, posicionando Portugal “na linha da frente internacional em economia circular”.

Para tal, o CECOLAB irá realizar e liderar, em Bruxelas (Bélgica), no próximo ano, “um encontro internacional muito importante em economia circular, para posicionar Portugal e a Europa nas dinâmicas globais da economia circular”.

Este encontro em Bruxelas ocorre três anos após a realização de um encontro em Oliveira do Hospital, no interior do distrito de Coimbra, que reuniu cientistas e personalidades reconhecidas a nível global em economia circular, inserido na agenda da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia.

Este âmbito de participação e trabalho está enquadrado no projeto CiiM (Circular Innovation Intermunicipality: Ferramentas e Dinâmicas Circular para o aumento da eficiência de metabolismos marcoeconómicos), apoiado pelo programa Centro 2020.

O CECOLAB é um laboratório colaborativo sedeado em Oliveira do Hospital (no interior do distrito de Coimbra), no Campus de Tecnologia e Inovação BLC3, com o objetivo de “desenvolver e transferir tecnologia e conhecimento que apoiem e acelerem a transição para a economia circular e na criação e fixação de recursos humanos altamente qualificados e jovens”.

Murtosa investe 2,5 ME na construção de novo Mercado Municipal

A Câmara da Murtosa lançou um concurso público para a construção de um novo mercado municipal, num investimento de cerca de 2,5 milhões de euros, informou hoje aquela autarquia do distrito de Aveiro.

O procedimento que dá início ao concurso foi publicado em Diário da República na terça-feira. A empreitada tem o preço base de 2.495.000 euros e um prazo de execução de 18 meses.

O novo mercado vai substituir o antigo que será extinto, atendendo ao facto de as instalações se encontrarem “demasiado degradadas e desajustadas” às novas necessidades municipais.

Será assim construído um edifício novo, com as adequadas condições para comerciantes e utilizadores, proporcionando novas valências e usufrutos.

Segundo uma nota camarária, o Mercado das Ideias será construído na área dos antigos armazéns municipais e terá como acessibilidade principal a Travessa da Regueirinha, atualmente em construção, junto ao Arquivo Municipal, em pleno centro da vila da Murtosa.

O edifício, projetado pelo arquiteto Bernardo Domingues, será constituído por dois pisos, funcionando no rés do chão o mercado, com espaços de venda interiores, nomeadamente 12 bancas de peixe, 12 bancas de hortícolas e dois talhos, e ainda nove lojas, um equipamento de cafetaria e instalações sanitárias, com acesso interno e externo, permitindo a sua abertura ao público de forma autónoma relativamente ao horário do mercado.

Já no piso 1 será instalada a incubadora de empresas da Murtosa, com gabinetes, sala de reuniões, salas de formação, área de refeições, instalações sanitárias e áreas de convívio, garantindo condições de excelência para os novos empreendedores.

“O Mercado das Ideias tem a pretensão de ser um espaço que conjuga tradição e inovação, no qual, para além da valorização dos produtos agrícolas e piscícolas locais, se criarão condições para o desenvolvimento de novas ideias de negócio à volta da matriz tradicional, potenciando as cadeias curtas de comércio através do estabelecimento de sinergias entre os vários agentes que lá se estabeleçam”, refere a mesma nota.

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