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Ana Bacalhau, David Carreira e Cuca Roseta atuam na Expo de Miranda do Corvo

Ana Bacalhau, David Carreira e Cuca Roseta vão atuar na Expo Miranda, em Miranda do Corvo, que começa na quinta-feira e se prolonga até domingo com a presença de 92 expositores.

Na quinta-feira, Dia Internacional da Criança e feriado municipal, a Câmara de Miranda do Corvo, que organiza a mais importante festividade da vila, no distrito de Coimbra, promove uma tarde de “animação dedicada às crianças, com uma rua de insufláveis gigantes” e a participação da companhia circense Marimbondo, da Lousã.

As cerimónias nos Paços do Concelho começam às 11:00, com o hastear da bandeira, a que se segue uma sessão solene evocativa do Dia do Município, que inclui a entrega de condecorações e votos de louvor, além de intervenções do presidente da Câmara Municipal, Miguel Baptista, e do secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Carlos Miguel, entre outras.

A inauguração oficial da 31.ª Expo Miranda está marcada para as 17:00, após as portas abrirem às 15:00, contando desde logo com a animação do recinto alusiva ao Dia da Criança.

Ainda na quinta-feira, à noite, estarão em palco a Banda Kosmos e a Banda Sense.

“O certame decorrerá de dia 01 a 04 de junho, com tasquinhas, bares e muita animação, acompanhadas por música eclética, distribuída por três palcos”, informou a autarquia em comunicado enviado à agência Lusa.

No palco principal, atuam Ana Bacalhau, David Carreira, Cuca Roseta, na sexta-feira, no sábado e no domingo, respetivamente.

“A Expo Miranda promove, entre outros, a gastronomia, o artesanato e os produtos endógenos (…) de Miranda do Corvo e, desse modo, a identidade dos mirandenses, sendo, concomitantemente, uma mostra da atividade industrial, comercial e agrícola do concelho, cujo objetivo é atrair o maior número de visitantes possível”, afirmou o município.

Trata-se de “um evento que se destina a potenciar e exponenciar as tradições, empresas e coletividades e a permitir uma participação ativa, abrangente e inclusiva, pretendendo-se dinamizar, entre outras, as áreas da cultura, do turismo e do empreendedorismo”.

Transportes Urbanos de Coimbra passam a estar incluídos no Google Maps

A informção de tráfego dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) passa a estar agora incluída na Google Transit, plataforma digital do Google Maps, anunciou hoje o município.

A inclusão nesta plataforma permite aos utilizadores dos SMTUC “planear as suas viagens” na Google Transit, realçou a Câmara de Coimbra, recordando que, no passado, o acesso a estas informações já estava disponível na aplicação Moovit.

“A informação relativa a todas as linhas e as paragens dos SMTUC está já disponível nas plataformas de uso global, especializadas em informação de transportes públicos e planeamento de viagens, como a Google e a Moovit”, acrescentou o município, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

A Câmara de Coimbra salientou que estas duas plataformas “oferecem um acesso rápido e conveniente a informações detalhadas sobre os transportes disponíveis numa determinada área”.

Com indicação do destino desejado, essas plataformas “fornecerão as melhores rotas, horários de partida e chegada, além de outras informações úteis, como paragens próximas e tempos de espera”.

“Podem ser visualizadas várias opções de transporte público, comparar os tempos de viagem, identificar rotas mais rápidas ou com menos transbordos e tomar decisões com base nas preferências pessoais de cada utilizador”, vincou a Câmara, sublinhando que uma das vantagens passa pelo acesso a “informações em tempo real sobre os transportes públicos”, nomeadamente atrasos, cancelamentos ou alterações de rotas.

De acordo com o município, estas plataformas também oferecem recursos de integração com outros meios, como táxis, bicicletas ou andar a pé, o que “permite que os utilizadores façam o planeamento de trajetos multimodais, combinando diferentes meios de transporte para chegar ao destino final da maneira mais eficiente”.

Empreitada do Metro Mondego entre Serpins e Coimbra fica concluída em dezembro

A empreitada de construção do troço do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) entre o Alto de São João, em Coimbra, e Serpins, na Lousã, deverá ficar concluída em dezembro, afirmou hoje um responsável da Infraestruturas de Portugal (IP).

Aquela que foi a primeira empreitada a ser consignada no âmbito do SMM, em setembro de 2020, deverá ser dada como concluída em dezembro, disse José Duarte Miguel, gestor do empreendimento do Sistema de Mobilidade do Mondego por parte da IP, que falava aos jornalistas na apresentação do protótipo dos abrigos que serão instalados em todas as estações do ‘metrobus’, na Lousã.

Segundo o responsável, houve “problemas de fornecimento, de subempreiteiros, de mão de obra”, assim como “problemas técnicos”, que levaram ao atraso na conclusão desta empreitada, que inicialmente deveria estar concluída em março de 2022, mas que foi depois adiada para outubro desse mesmo ano, prazo que também falhou.

O presidente da Metro Mondego, João Marrana, realçou que esta empreitada em específico não o preocupa, porque não está “no caminho crítico”, referindo que as restantes estão “a decorrer normalmente”, mantendo o mesmo calendário, revisto recentemente.

De acordo com a Metro Mondego, o troço suburbano, entre Serpins e a Portagem, deverá estar em funcionamento em junho de 2024, prevendo-se que o sistema urbano esteja pronto no final desse mesmo ano.

O SMM consiste na implementação de troços de via dedicada (com algumas exceções em Coimbra), onde vão circular autocarros elétricos que irão operar no antigo ramal ferroviário da Lousã, encerrado em janeiro de 2010, e na área urbana de Coimbra, ligando esta cidade a Serpins, no concelho da Lousã, com passagem em Miranda do Corvo, numa extensão de 42 quilómetros.

Segundo João Marrana, o protótipo dos abrigos das estações poderá agora sofrer alguns “ajustamentos” nas próximas semanas, sendo depois instalados em todas as estações do troço suburbano.

“Queremos que tenha condições de conforto para abrigar passageiros, permitir disponibilizar títulos e validá-los antes de entrarem, que tenha bancos, condições de segurança [terá uma câmara e será iluminado] e informação sobre os próximos veículos que vão chegar”, realçou o presidente da Metro Mondego.

O presidente da Câmara da Lousã, Luís Antunes, regozijou-se com o facto de haver uma presença cada vez mais visível do avanço das empreitadas do SMM, o que “reforça a confiança no projeto”.

“Estamos muito próximos de poder tirar bilhete e ter acesso a um serviço moderno”, notou, reafirmando a confiança de que o sistema irá entrar em funcionamento “nos prazos estabelecidos”.

Câmara da Mealhada contesta pagamento de compensações a operadores de transportes

O presidente da Câmara da Mealhada contestou hoje o pagamento de compensações a operadores de transportes, “um presente envenenado” que diz ter recebido do Governo, mas que é obrigado a pagar para evitar a paragem dos transportes no concelho.

“É uma vergonha o que está a acontecer, mas não temos alternativa sob pena de as nossas crianças não terem autocarros para irem para as escolas, como, de resto, já foi dito pelos próprios operadores”, afirmou António Jorge Franco.

A Câmara Municipal da Mealhada aprovou na segunda-feira, por maioria, o pagamento da compensação exigida pelos dois operadores de transporte no município, no valor global de cerca de 291 mil euros.

Numa nota de imprensa enviada à agência Lusa, a autarquia da Mealhada deu conta de que esta medida foi aprovada com a contestação do próprio executivo, uma vez que “o não pagamento poderia significar a paragem dos transportes no concelho”.

“É mais um presente envenenado que recebemos do Governo. As concessões de transporte passaram para as Comunidades Intermunicipais e para os municípios e agora somos confrontados com estes pedidos de compensações que temos de pagar ou ficamos sem serviço”, lamentou o presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

De acordo com o autarca, o valor global a pagar, próximo dos 300 mil euros, “tem impacto” nas contas do município, o que já transmitiu à Administração Central.

Segundo a nota de imprensa da Câmara da Mealhada, a Comunidade Intermunicipal (CIM) Região de Coimbra, bem como os municípios que a constituem, foram surpreendidos com a apresentação de uma estimativa, para este ano, de compensações pedidas pelos operadores de transporte, com a justificação do serviço não ser economicamente autossustentável.

“Um dos operadores apresentou um pedido de compensação de 1.874.012,36 euros e o outro de 4.715.841 euros (valores acrescidos de IVA)”, informou.

A CIM Região de Coimbra decidiu “assumir uma parte pelos serviços essenciais, repartir de forma igual por todos os municípios de 30% do défice total e distribuir os restantes 70% proporcionalmente ao número de quilómetros em cada município”.

Assim, à Mealhada cabe o pagamento de “32.359,06 euros a um operador e 259.233,19 euros ao outro, totalizando 291.592,25 euros (IVA incluído)”.

“Este é um problema que tem de resolver, não têm que ser os municípios a suportar o custo da mobilidade intermunicipal. Se queremos um país mais coeso, a Administração Central tem de assumir a sua quota-parte deste problema: não podem ser só os municípios a fazer este esforço financeiro para garantir, por exemplo, os transportes das crianças para as escolas”, concluiu António Jorge Franco.

Oliveira do Hospital: Festival Municipal da Canção no sábado

A Câmara Municipal de Oliveira do Hospital vai promover, no sábado, a sexta edição do Festival Municipal da Canção, que irá decorrer no Parque do Mandanelho.

Segundo esta autarquia do distrito de Coimbra, esta iniciativa é dirigida aos jovens do concelho, que terão a oportunidade de subir ao palco e mostrar a sua veia artística.

No VI Festival Municipal da Canção irão participar crianças e jovens do concelho com idades entre os 05 e os 15 anos, distribuídas em dois escalões: infantil dos 05 aos 10 e juvenil dos 11 aos 15 anos.

Oliveira do Bairro: Sessão de ContArtYoga na quinta-feira

A Biblioteca Municipal de Oliveira do Bairro vai promover, na quinta-feira, data em que se celebra o Dia da Criança, uma sessão da atividade ContArtYoga.

Dirigida a crianças dos 03 aos 06 anos, esta atividade nasce da vontade de “promover o conhecimento através de contos, explorados com o yoga e a música, com a presença da meditação e do mindfulness”.

“Nestas sessões, as crianças são convidadas a conhecer e desenvolver o seu corpo, emoções e criatividade”, revelou a organização do evento que irá decorrer neste concelho do distrito de Aveiro.

PSP detém mulher por tráfico de estupaficientes.

Uma jovem de 20 anos foi detida pela PSP de Coimbra, ontem, 29 de maio, por crime de tráfico de estupefacientes.     

A detenção ocorreu às 15h15, no Terreiro Mendonça, na sequência de um alerta de um transeunte a um polícia que efetuava serviço de patrulha na Baixa de Coimbra.

Com base na descrição efetuada, o polícia dirigiu-se ao local e rapidamente identificou a suspeita, iniciando uma vigilância discreta. Passados alguns minutos, a jovem foi abordada por um indivíduo e, após um breve diálogo, passou-lhe um produto branco, recebendo, de seguida, duas notas de 10 euros.

Quando foi intercetada, tinha na sua posse uma quantidade de cocaína correspondente a 10 doses individuais e ainda 90 euros, dinheiro também apreendido por fortes suspeitas de ser proveniente da venda de produto estupefaciente.

Seia investe na prevenção da floresta contra agentes bióticos e abióticos

O município de Seia, no distrito da Guarda, vai investir 439 mil euros na prevenção da floresta contra agentes bióticos e abióticos nos territórios vulneráveis ao perigo de incêndio.

A Câmara Municipal de Seia assinou este mês o termo de aceitação de uma candidatura para prevenção da floresta contra agentes bióticos e abióticos nos territórios vulneráveis ao perigo de incêndio, que é apoiada pelo Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020), “no montante global de 439.508,22 euros, com o apoio financeiro de 95%”.

Segundo a autarquia presidida por Luciano Ribeiro, o projeto tem como objetivo “apoiar à instalação e manutenção de mosaicos de parcelas de gestão de combustível, em povoamentos florestais, no sentido de reforçar a defesa da floresta contra danos causados por agentes bióticos e aumentar a resiliência da floresta contra agentes abióticos”.

A candidatura que foi aprovada contempla intervenções relacionadas com a redução de densidades, a realização de desramações e podas, a execução de fogo controlado e o controlo de vegetação espontânea.

O prazo de execução previsto da candidatura é de 24 meses, indicou a fonte.

O projeto incide em 259,81 hectares de terreno da Área Integrada de Gestão da Paisagem (AIGP) do Malhão, Rio Seia, Serra da Estrela Sul e Socorro.

A referida AIGP abrange o território do concelho de Seia, na serra da Estrela, pertencente às Uniões de Freguesias de Sameice e Santa Eulália, Tourais e Lajes, Santiago, Girabolhos, Vila Cova à Coelheira, Sandomil, Sazes da Beira, Valezim e Vide e Cabeça.

Rede luso-chinesa de tráfico de meixão começou a ser julgada em Aveiro

Quatro arguidos suspeitos de pertencerem a uma rede luso-chinesa de tráfico e comércio ilegal de meixão (enguia bebé) para o mercado asiático remeteram-se hoje ao silêncio no início do julgamento no Tribunal de Aveiro.

Depois de identificados e de ter sido lida a acusação, os arguidos comunicaram ao tribunal que não pretendiam prestar declarações, pelo que a sessão foi interrompida, prosseguindo na quinta-feira com a audição das testemunhas de acusação.

Os quatro arguidos, entre os quais um cidadão chinês, o alegado cabecilha da rede, estão acusados dos crimes de associação criminosa, contrabando e dano contra a natureza. O processo tem mais dois arguidos, outros dois cidadãos chineses, que vão ser julgados à parte por não terem sido localizados.

O caso resultou da operação “Sargaço” que foi levada a cabo pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) em março de 2018 e que culminou com a maior apreensão de meixão registada até então em Portugal, cerca de 600 quilogramas, avaliados num valor superior a um milhão de euros.

Durante a operação foram realizadas várias buscas a residências em Aveiro e Coimbra e num viveiro de aquacultura, tendo sido encontrados 28 tanques com quase 500 quilos de meixão vivo, mais de 100 quilos de meixão congelado divididos em vários sacos, cerca de 32 mil euros em dinheiro e mais de uma centena de malas de viagem.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP), o cabecilha da rede era um empresário chinês a residir na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, que se dedicava à compra de meixão a apanhadores/pescadores, que depois era colocado em viveiros e enviado para o mercado asiático por via aérea, no interior de malas de viagem.

De acordo com a investigação, o meixão era colocado em sacos plásticos com água refrigerada, através de garrafas de plástico contendo gelo, para que chegasse vivo ao seu destino.

A rede envolvia ainda três homens de nacionalidade portuguesa que colaboravam com o principal arguido na recolha do meixão junto dos apanhadores, transporte e colocação em viveiros, além de questões logísticas.

O MP diz ainda que o principal arguido procedeu à angariação de pessoas em países asiáticos a quem pagava todas as despesas de deslocação para Portugal e estadia em território nacional, tendo como único objetivo fazerem o transporte do meixão vivo.

Por forma a manter o meixão vivo durante o tempo necessário à organização das referidas viagens e até acumularem as quantidades necessárias, os arguidos utilizavam um viveiro de aquacultura e várias habitações onde montaram ou construíram tanques com água.

O meixão vivo é uma espécie protegida pela convenção CITES em virtude de nos últimos anos as suas populações terem diminuído em mais de 70%, tendo elevada procura nos mercados asiáticos, quer na gastronomia, quer para fins agrícolas, onde chega a atingir um preço elevadíssimo.

Ourém: Ecocentros passam a aceitar resíduos verdes

O Município de Ourém e a empresa Valorlis disponibilizam o serviço de entrega gratuita de resíduos verdes nos ecocentros de Gondemaria e Fátima.

Segundo a autarquia do distrito de Santarém, os resíduos verdes aceites são “folhas, relvas, ervas, ramos e ramagens provenientes de manutenção de jardins e podas, com exceção de palmeiras e similares”.

“Os resíduos verdes têm de ser pesados em separado de outros resíduos, pelo sistema de pesagem dupla (à entrada e à saída) e serão descarregados em contentor próprio, pelos utilizadores”, explicou a Câmara.

A autarquia salientou que “são apenas recebidos resíduos verdes provenientes dos munícipes da área de influência do ecocentro”, o concelho de Ourém.

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