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GNR deteve homem suspeito de originar fogo no concelho de Seia

A GNR deteve um homem de 42 anos, por suspeita de incêndio florestal, no concelho de Seia, distrito da Guarda, que terá tido origem numa queimada “não autorizada” que se descontrolou.

Segundo o Comando Territorial da GNR da Guarda, o homem foi detido na sexta-feira através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) de Gouveia.

“No seguimento de um alerta, os elementos do SEPNA deslocaram-se de imediato para o local onde apuraram que o incêndio teve origem numa queimada, não autorizada, que se descontrolou, provocando um incêndio que consumiu herbáceas e vinha”, adiantou a GNR em comunicado.

Na sequência das diligências policiais, o suspeito foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Seia.

O Comando Territorial da GNR da Guarda informou que desde o início do ano “já identificou 23 suspeitos de incêndios florestais, três dos quais foram detidos em flagrante”.

A GNR relembrou na nota que as queimas e as queimadas “são das principais causas de incêndios em Portugal”.

“A realização de queimadas, de queima de amontoados e de fogueiras é interdita sempre que se verifique um nível de perigo de incêndio rural ‘muito elevado’ ou ‘máximo’, estando dependente de autorização ou de comunicação prévia noutros períodos”, alertou.

Para evitar acidentes, a GNR pede aos cidadãos que sigam as regras de segurança, estejam sempre acompanhados e levem consigo o telemóvel.

Taxista de Nelas “sabia bem em quem atirava”, diz agente de execução

Um agente de execução disse hoje, em tribunal, não lhe restarem dúvidas de que o taxista acusado de ter disparado contra operacionais em Vale de Madeiros, no concelho de Nelas, “sabia bem em quem atirava”.

“Ele sabia bem porque é que atirava e em quem atirava”, afirmou hoje à tarde Tiago Fernandes, referindo-se aos bombeiros e a um agente da GNR de Canas de Senhorim que, na tarde de 16 de fevereiro de 2022, acorreram a um incêndio num anexo da habitação do taxista usado como garagem, oficina e serralharia.

O homem de 64 anos, que está acusado de 12 crimes – entre os quais quatro de homicídio qualificado agravados, na forma tentada, e um de homicídio simples agravado, na forma tentada — começou hoje de manhã a ser julgado no Tribunal de Viseu e negou que tivesse intenção de ferir ou matar os operacionais, justificando que apenas queria impedir que o incêndio fosse apagado.

Os factos ocorreram depois de o arguido ter sido notificado de que, às 15:00 desse dia, um agente de execução se deslocaria ao imóvel.

O seu objetivo seria, segundo a acusação, “não só impedir que o agente de execução levasse a cabo a diligência de tomada de posse dos bens, mas também, e sobretudo, que os mesmos fossem vendidos e que o valor da venda revertesse, pelo menos em parte, para a sua ex-mulher”.

Tiago Fernandes contou que um sobrinho do taxista esteve no local, “andou a chamá-lo” e “ele nunca o atingiu”.

“O sobrinho é mais alto do que eu, esteve ali exposto e nunca foi atingido”, sublinhou.

Nesse dia, um bombeiro foi baleado numa perna, outro no abdómen e um terceiro num antebraço. Também um militar da GNR que estava a impedir a aproximação de pessoas ao local foi atingido numa coxa e uma mulher ficou ferida na cara.

O agente de execução contou que foi fazer a diligência acompanhado pelo pai, porque os vizinhos já lhe tinham dito que o arguido era “uma pessoa violenta” e que já tinha tido “problemas com várias pessoas”.

Quando chegou ao local, cinco minutos atrasado em relação à hora da notificação, “já estava o incêndio a deflagrar na serralharia” e começaram a ouvir-se explosões e o motor de um carro ou de um trator a trabalhar.

Atendendo ao que lhe tinham dito os vizinhos, suspeitou logo que o arguido “estava a pregar alguma”, o que o levou a desistir da diligência e a afastar-se para junto de um palheiro de pedra.

Foi aí que ficou, acompanhado de um casal, cuja mulher foi atingida por um bago de chumbo na face.

Quando os operacionais chegaram, Tiago Fernandes viu que eles começaram a ser atingidos, mas não conseguiu perceber a origem dos disparos.

Também o militar da GNR Carlos Cardoso e bombeiro Luís Abrantes não compreenderam o que estava a acontecer naquele momento.

Carlos Cardoso contou que, quando se encontrava junto ao portão de acesso à casa, viu cair um dos bombeiros que estava já na parte de dentro do portão, com uma agulheta a combater o incêndio.

“Eu não percebi porquê, porque não vi nada a ser projetado”, referiu o militar, acrescentando que teve a noção de que algo de anormal se estava a passar, porque sentiu a perna esquerda muito quente e molhada e começou a ficar com náuseas, vómitos e zumbidos.

Quando Carlos Cardoso se afastou ligeiramente, um bombeiro que estava à civil tomou o seu lugar junto ao portão, supostamente “para chamar os colegas”, e também foi atingido. O mesmo aconteceu depois com outro bombeiro que foi em auxílio e também caiu, contou.

Luís Abrantes, que organizou as equipas que se deslocaram para o local, explicou que foi atingido no abdómen quando ia tentar ajudar os dois colegas que já estavam feridos, mas não se apercebeu onde estava o taxista, de quem já foi amigo próximo.

A lista de crimes imputada ao taxista inclui ainda um de incêndios, explosões e outras condutas especialmente perigosas, um de detenção de arma proibida, um de resistência e coação sobre funcionário agravado e quatro de coação agravados.

Apesar de confirmar praticamente todos os factos da acusação referentes à forma como planeou o incêndio e as explosões na estrutura anexa à sua habitação, o arguido negou ser uma pessoa violenta e mostrou-se arrependido.

O julgamento prossegue na quarta-feira, com o depoimento de mais 12 testemunhas de acusação.

Casal gay brasileiro diz ter sido agredido por seguranças em Lisboa

Um dos membros do casal diz ter sido “afogado no rio Tejo, torturado e agredido” por seguranças da discoteca Titanic Sur Mer. O Notícias ao Minuto tentou confirmar a informação junto da discoteca e da PSP, mas, até ao momento, não obteve resposta.

m casal de brasileiros terá sido espancado por seguranças da discoteca Titanic Sur Mer, em Lisboa. Segundo uma das alegadas vítimas, em declarações à imprensa brasileira, o incidente ocorreu na madrugada de 22 de maio e terá sido motivado por “preconceito”.

“Quando viemos para cá achávamos que íamos desfrutar de segurança e respeito. Tudo isso foi muito traumático, quem era para nos proteger não estava fazendo o serviço deles”, referiu Jefferson Tenório, de 29 anos, que foi agredido com o namorado, Luís Almeida.

Ao G1 da Globo, o brasileiro contou que “toda a situação” deixou o casal “inseguro” e fez com que deixassem a capital portuguesa por medo. “Saímos de lá pois são visíveis as marcas de agressões que nós sofremos”, acrescentou.

Segundo Jefferson, o incidente começou após o namorado ter tentado voltar a entrar na discoteca para ir à casa de banho, já quando o estabelecimento estava a ser encerrado.

“Estávamos todos lá, na hora da saída, voltei ao bar para usar o banheiro. O meu companheiro, que já estava do lado de fora, foi à minha procura, mas foi impedido de entrar”, contou, acrescentando que, nesse momento, o namorado “começou a ser empurrado por três seguranças” e foi agredido com um murro na cara.

Jefferson e uma prima, que estava com o casal, tentaram acudir Luís, mas acabaram por ser agredidos também. Foi nesse momento, segundo contou ao G1, que se tornou o alvo das agressões. 

O brasileiro, que divulgou imagens dos ferimentos alegadamente provocados pelos seguranças, confessou que “revoltado com as agressões”, atirou uma pedra em direção à discoteca e partiu um vidro

“Começou então uma cena de horror, na qual eu fui afogado no rio Tejo, torturado e agredido. A todo momento eles gritavam que me iam matar. Só pararam quando a polícia chegou”, acrescentou.

No entanto, as autoridades portuguesas “agiram com muita grosseria e rispidez” e pediram a identificação e prova de legalidade no país às alegadas vítimas.

Jefferson revelou que após o incidente foi transportado para um hospital e teve de ser submetido a uma cirurgia.

O próprio, que sofreu “várias lesões e hematomas” e fraturou o nariz, diz que as agressões terão sido motivadas por “homofobia, xenofobia ou preconceito”. “Do mesmo jeito que existem pessoas boas, existem pessoas covardes. Eles tentaram me assassinar, não foi apenas um espaçamento”, disse Jefferson.

Caso ‘cashball’ começa a ser julgado hoje em Leiria

O caso ‘cashball’, sobre alegada corrupção ativa no desporto, começa hoje a ser julgado no Tribunal de Leiria, depois de o Tribunal do Porto se considerar “incompetente em razão de território”

O Ministério Público (MP) acusou Paulo Silva, João Gonçalves e Gonçalo Rodrigues de crimes de corrupção ativa, que envolvem dois árbitros de andebol de Leiria, cujo julgamento tem inicio marcado para hoje, a partir das 14:00.

“Verifica-se que o município de Pombal se situa na área da competência territorial do Tribunal Judicial da Comarca de Leiria” e é o local “onde foi cometido o crime mais grave”, sendo assim “competente para o julgamento de todos os crimes determinantes da conexão”, justifica o Tribunal do Porto no referido documento.

Segundo o despacho do MP, o processo ‘cashball’ iniciou-se com uma denúncia no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto, quando o empresário desportivo Paulo Silva, em março de 2018, relatou que foi abordado pelo agente de futebol amigo — João Geraldes — para que junto de árbitros designados para jogos de andebol do campeonato nacional favorecesse o Sporting.

Os juízes em causa são Ivan Caçador e Roberto Martins, que pertencem à Associação de Andebol de Leiria e que, segundo o MP, não ficou provado que tivessem aceitado o alegado suborno.

Neste processo, o arguido Paulo Silva é acusado de três crimes de corrupção ativa, dois deles na forma agravada relativamente aos árbitros desportivos Roberto Martins e Ivan Caçador, que terão ocorrido em Pombal.

João Gonçalves, empresário de futebol, e Gonçalo Rodrigues, ex-funcionário do Sporting, respondem ainda pela prática de um crime de corrupção ativa agravada relativamente a Ivan Caçador.

O MP relata que, no final da época 2016/17, o arguido Paulo Silva declarou que propôs entregar a quantia de 2.500 euros a Roberto Martins e 2.000 a Ivan Caçador para favorecerem os interesses do Sporting.

“Mais declarou que não ficou certo de que o Roberto Martins tenha aceitado a proposta que lhe dirigiu e que Ivan Caçador aceitou a sua proposta. Estes árbitros, quando interrogados como arguidos, confirmaram a abordagem, negando, contudo, terem aceitado atuar como lhes foi solicitado. Não estando disponíveis outros meios de prova, é insuficiente a indiciação de que aceitaram a proposta que lhes foi dirigida pelo arguido Paulo Silva”, refere o despacho.

Já a decisão instrutória adianta ainda que “entre janeiro de 2017 e setembro de 2017, os arguidos engendraram um plano segundo o qual intercederiam junto de juízes árbitros designados para os jogos do campeonato de andebol supra referido, em que o Sporting fosse competidor, para que este fosse indevidamente beneficiado nos juízos de aplicação de regras técnicas e disciplinares”.

A troco de dinheiro, também João Gonçalves e Paulo Silva teriam outro plano para agir junto de jogadores de futebol, da I Liga e da Taça de Portugal, para o mesmo favorecimento.

A decisão instrutória descreve várias ocorrências que indiciam tentativas de corrupção a jogadores e árbitros, que agora serão julgadas, num caso que remonta a 2018, e que levaram a buscas na SAD ‘leonina’.

Do processo chegaram a constar outros arguidos, incluindo André Geraldes, então diretor desportivo do Sporting, mas nem o atual líder do Estrela da Amadora, nem o clube ‘leonino’, foram acusados.

Além do quadro penal aplicável, João Gonçalves pode ver ser-lhe aplicada a pena acessória de proibição de exercício de atividade enquanto empresário desportivo, com os três a poderem perder “vantagens relacionadas com os crimes”.

Os arguidos foram acusados pelo MP, mas requereram a abertura de instrução, fase facultativa que visa decidir por um juiz de instrução criminal se o processo segue e em que moldes para julgamento.

Pianista brasileiro José Eduardo Martins encerra carreira de 70 anos hoje em Lisboa

O pianista brasileiro José Eduardo Martins encerra hoje a carreira em Lisboa, com um concerto no Museu Nacional da Música, dedicado a compositores de Portugal e do Brasil, anunciou esta instituição.

A última atuação ao vivo de José Eduardo Martins tem início às 18:00, e acontece quando se assinalam os 70 anos da sua estreia num recital em São Paulo, cidade onde nasceu em 1938.

“Pianista perfeito”, como a crítica francesa o definiu, catedrático jubilado da Universidade de São Paulo, investigador, divulgador, José Eduardo Martins escolheu para o seu derradeiro programa os compositores brasileiros Henrique Oswald, Francisco Mignone e Gilberto Mendes, a par dos portugueses Carlos Seixas, Francisco de Lacerda, Fernando Lopes-Graça e Eurico Carrapatoso.

Segundo o pianista, o programa foi escolhido tendo em conta a ligação afetiva a Portugal, e recorda episódios do seu percurso, como as Sonatas de Carlos Seixas que apresentou no seu primeiro recital em Lisboa, em 1959, a convite de Fernando Lopes-Graça.

Numa discografia com 25 títulos, que atravessa o repertório pianístico do Barroco à contemporaneidade, José Eduardo Martins dedicou seis álbuns à música portuguesa.

Gravou a obra para piano solo de Francisco de Lacerda, fez a primeira gravação integral das “Viagens na Minha Terra”, de Fernando Lopes-Graça, que considerou “um dos mais destacados músicos do seu tempo”, dedicou dois álbuns às Sonatas de Carlos Seixas, defendendo que, “enquanto não estiver justamente conhecido e interpretado nas principais salas de concerto do mundo, uma falta irreparável estará a ser perpetrada.”

Do compositor romântico brasileiro Henrique Oswald, empreendeu o resgate de uma obra esquecida, tendo gravado a integral da sua música para violino e violoncelo e piano, assim como o Quarteto com piano e uma grande parte da sua obra para piano solo.

Em Portugal, depois do concerto no Museu Nacional da Música, José Eduardo Martins fará duas conferências em Évora e Coimbra.

“José Eduardo [Martins] é um intérprete excecional, com uma discografia exemplar”, escreveu o compositor e crítico francês François Servenière, num longo ensaio sobre o pianista brasileiro, publicado em 2011. “Martins é perfeito”, garante Servenière. “A música […] flui como uma corrente, nada a dispersa nem constrange. Poder-se-ia ouvir [os seus discos] sem parar, como uma antecâmara do paraíso.”

ESPINHO: Dupla detida por tráfico de droga

A PSP deteve em flagrante delito, na sexta-feira, dois homens por tráfico de estupefacientes, em Espinho, no distrito de Aveiro, informou hoje aquela força policial.

Em comunicado, a PSP esclareceu que os suspeitos foram intercetados pelos agentes num estabelecimento comercial, tendo-lhes apreendido cerca de 24 doses de haxixe, bem como uma caixa de cartão contendo 390 euros, dois telemóveis e um x-ato.

Os detidos foram presentes hoje a primeiro interrogatório judicial tendo ficado sujeitos às medidas de coação de Termo de Identidade e Residência, proibição de contacto entre si e de frequentar determinados locais conotados com a prática deste tipo de crime.

Acionaram alarme de incêndio para roubar computadores na Universidade de Aveiro

Um grupo de indivíduos roubou hoje cinco computadores de alunos da Universidade de Aveiro (UA), aproveitando um falso alarme de incêndio, disse à Lusa fonte da academia.

Segundo a mesma fonte, o caso ocorreu cerca das 10:45, quando foi acionado o alarme de incêndio no Departamento de Química da UA.

Os suspeitos esperaram que os alunos, professores e funcionários saíssem do edifício e depois percorreram os laboratórios e levaram os computadores.

A mesma fonte referiu que desde o início de maio houve mais roubos de computadores em outros departamentos, mas desconhece-se se existe alguma relação com esta situação.

O caso está a ser investigado pela PSP.

Vila Nova de Poiares: Comando da GNR celebra 14.ª aniversário com concerto solidário

O Comando da GNR de Coimbra celebra o seu 14.º aniversário em Vila Nova de Poiares com vários eventos dirigidos a toda a comunidade, onde está incluído um concerto solidário, afirmou hoje aquele município do distrito de Coimbra.

No âmbito do programa comemorativo, será realizado na sexta-feira um concerto pela Orquestra de Câmara da GNR que, apesar de ser gratuito, convida o público a deixar o seu donativo que vai reverter a favor de uma instituição particular de solidariedade social de Vila Nova de Poiares, referiu a autarquia.

Uma exposição sobre a história da GNR no concelho, uma demonstração de equipamentos às crianças de Vila Nova de Poiares e a atribuição da medalha de mérito municipal àquela força policial serão outros dos momentos previstos no programa.

Parque Municipal de Skate celebra aniversário com oficinas, treinos e concertos

O Parque Municipal de Skate de Coimbra celebra o seu primeiro aniversário no fim de semana, com um evento que inclui oficinas, treinos livres, concertos e demonstrações de manobras, anunciou hoje a autarquia.

O programa, dirigido aos praticantes da modalidade – “dos principiantes aos veteranos” – e ao público em geral, propõe dois dias de música e diversas atividades para contribuir “para a dinâmica deste equipamento municipal, que tem sido bastante procurado ao longo do último ano”, afirmou a Câmara de Coimbra, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

O programa foi preparado pela Divisão da Juventude da Câmara de Coimbra, envolvendo diversas associações desportivas, juvenis e culturais do concelho.

Uma demonstração do grupo Coimbra City Rollers, uma ‘sunset party’ no sábado, uma sessão de treinos livres, demonstração de manobras e concertos são algumas das propostas, realçou a Câmara Municipal.

Oliveira do Hospital: Suspeito de tráfico de droga fica em prisão preventiva

Um homem de 37 anos suspeito de tráfico de estupefacientes no concelho de Oliveira do Hospital vai ficar em prisão preventiva, após ter sido detido no dia 22, revelou hoje a GNR.

A GNR, através do núcleo da Lousã, tinha detido um homem de 37 anos, no âmbito de um processo em que foram cumpridos nove mandados de busca (dois domiciliários e sete a viaturas), disse o Comando Territorial de Coimbra, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

No decorrer da investigação, foram apreendidas quase 500 doses de heroína, mais de 200 de haxixe, munições, armas de fogo e armas brancas, um carro, uma roulotte e uma mota.

O detido já tinha antecedentes criminais.

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