A detenção ocorreu pelas 21h20, na Praça Grão Vasco.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve no domingo, em Viseu, um homem de 57 anos que conduzia com uma taxa de álcool no sangue cerca de cinco vezes superior ao permitido, informa um comunicado enviado às redações.
A detenção ocorreu pelas 21h20, na Praça Grão Vasco, pela prática do crime de condução de veículo automóvel em estado de embriaguez.
Isto porque, após ser submetido ao teste de alcoolemia, o indivíduo acusou uma taxa de álcool no sangue de 2,45 gramas por litro (g/l).
Iniciativa incluiu visitas à Aldeia do Xisto da Cerdeira e ao Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques
O dia 22 de abril, em que se assinalou na Lousã o Dia Internacional dos Monumento e Sítios, trouxe à Aldeia da Cerdeira e ao Museu Etnográfico Dr. Louzã Henrique duas dezenas de professores, estudantes e investigadores das áreas da Reabilitação de Edifícios, do Turismo e da Gestão e Programa do Património Cultural, representando oito áreas formativas de Mestrado e Doutoramento da Universidade de Coimbra, de cinco nacionalidades (da Europa à África e do Brasil à China).
Durante a manhã, visitaram a aldeia da Cerdeira, com uma ação de descoberta e discussão dos valores em presença, da identidade do local e das perspetivas de futuro, observando e registando testemunhos, construções, paisagens, cores e sons, mas também o atual modelo de exploração e as atividades criativas que marcam a vida da aldeia.
No Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques, no período da tarde, com o apoio da equipa do Museu e de munícipes que também participaram no evento, estes visitantes foram guias por uns minutos, sublinhando e refletindo a ligação da coleção à história das aldeias e à sua valorização, com uma linguagem museológica contemporânea e desafiante.
Os docentes responsáveis pela coordenação pedagógica e científica do evento sublinharam a importância desta colaboração com a Câmara Municipal da Lousã, e do seu apoio, bem como o contacto com todos os agentes de desenvolvimento local que também participaram.
A Câmara Municipal, que se tem sempre associado a esta efeméride internacional, sublinho a importância da colaboração com as instituições de investigação e da sua ligação à comunidade, na valorização do território e deste património das aldeias do Xisto, que recentemente foi distinguido pelo Prémio Nacional Paisagem 2022.
Professores de todo o país iniciam hoje em Lisboa um novo acampamento contra as políticas do Ministério da Educação, no dia em que a greve distrital convocada por uma plataforma de nove sindicatos chega a Santarém.
Iniciativa de um grupo de profissionais de educação que se organizam através das redes sociais, o acampamento de professores que hoje começa deverá manter-se até 01 de maio.
Previsto para o Largo do Carmo, em Lisboa, o acampamento inicia-se hoje no Rossio para não colidir com outras manifestações previstas para aquele espaço para assinalar o 25 de Abril, fixando-se ali a partir de terça-feira.
“Neste momento, mais de 200 professores já disseram que iriam participar no acampamento, que começa na noite de 24 para 25 de abril. Gostaríamos que o acampamento fosse no Largo do Carmo, dado o simbolismo do sítio e da data”, contou recentemente à Lusa a docente Helena Vicente Gomes.
Durante o acampamento, os professores vão promover vigílias e participar noutras iniciativas, como a manifestação nacional do 25 de Abril.
Simultaneamente, a plataforma sindical que inclui a Federação Nacional de Professores (Fenprof) e a Federação Nacional de Educação (FNE) leva hoje a greve distrital, que começou na última segunda-feira no Porto, até Santarém.
Os docentes realizam uma concentração ao meio-dia junto à Escola Secundária Ginestal Machado e outra às 15:00 junto à Escola Prática de Cavalaria, de onde saem para nova concentração no Largo do Seminário.
A paralisação – que vai percorrer todos os distritos por ordem alfabética inversa, de Viseu a Aveiro, termina em 12 de maio em Lisboa.
Os protestos de hoje surgem após um fim de semana de manifestações da classe docente.
No sábado, o movimento “Missão Escola Pública” organizou um protesto nos aeroportos portugueses para “mostrar aos turistas que, apesar de o país ser maravilhoso, não tem uma escola pública valorizada”.
No aeroporto do Porto, várias dezenas de professores lançaram aviões de papel e distribuíram postais de boas-vindas aos turistas com mensagens como “Portugal lovely place to visit, terrible place do live” (“Portugal, um país lindo para visitar, terrível para viver”), “SOS Portuguese schools in danger” (“SOS Escolas portuguesas estão em perigo”) ou “Welcome do the country where teachers are becoming slaves” (“Bem-vindo ao nosso país, onde os professores estão a tornar-se escravos”).
No domingo, uma marcha convocada por um grupo de professores do Norte mobilizou milhares de pessoas que gritaram “demissão” no Porto junto ao local onde o Partido Socialista celebrava o seu cinquentenário.
A marcha juntou milhares de pessoas de vários setores, da educação ao alojamento local, passando pela justiça junto ao Pavilhão Rosa Mota.
A recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado durante a crise económica é um dos principais motivos dos protestos e greves dos professores, que criticam ainda os estrangulamentos de acesso aos 5.º e 7.º escalões e as quotas nas avaliações.
Doze pessoas estão a frequentar o curso de construção naval de embarcações tradicionais como o barco moliceiro, no Centro de Interpretação da Construção Naval, em Pardilhó, no concelho de Estarreja, informou hoje a autarquia.
O curso de formação profissional de Construção Naval é promovido pelo município de Estarreja, no distrito de Aveiro, em parceria com o Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar (FOR-MAR) e com o Centro Qualifica de Estarreja do Agrupamento de Escolas de Estarreja.
“A iniciativa surge da vontade e da necessidade de defesa da arte da construção naval, que atualmente é apenas praticada de forma regular por cinco mestres construtores e por um pintor de moliceiros, sedeados nos concelhos de Estarreja e Murtosa”, refere uma nota explicativa do curso.
No final de 2022, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) inscreveu “como registo de salvaguarda urgente” o Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.
Segundo a Câmara de Estarreja, é em Pardilhó que os barcos moliceiros têm o seu ‘núcleo’ de produção, seguindo técnicas milenares de construção, utilizando o machado e a enxó, numa arte que ali se mantém pelas mãos dos mestres construtores António Esteves, Arménio Almeida e Felisberto Amador.
O carpinteiro Arménio Almeida aceitou o desafio do município para integrar o corpo de formadores do curso, colocando o seu conhecimento como carpinteiro naval ao serviço das novas gerações, e assim garantindo a aprendizagem e continuidade desta arte tradicional.
O curso é ministrado num antigo estaleiro tradicional em madeira, na Ribeira d’Aldeia, onde, durante meio século, se construíram e repararam embarcações e que foi reerguido e transformado em Centro de Interpretação da Construção Naval e sede da Estação Náutica de Estarreja.
“Este curso profissional visa incutir esta paixão nos formandos, contribuindo para preservar um património significativo para as gentes ligadas à ria e representativo da proximidade à zona ribeirinha e da ligação intrínseca à ria de Aveiro e à construção naval”, disse no primeiro dia de aulas Diamantino Sabina, presidente da Câmara de Estarreja.
O autarca lançou o desafio aos alunos para a criação de uma empresa de construção naval artesanal.
Em meados do século XX, em Pardilhó, estavam registados mais de 30 carpinteiros navais no ativo e a Carpintaria Naval foi a atividade económica mais significativa da história de Pardilhó, sendo a arte passada de geração em geração, com instrução pelos velhos mestres e os estaleiros servindo de escola aos novos aprendizes.
A intenção de criar um curso de formação profissional de atividades marítimo-turísticas e construção naval em Estarreja foi anunciada em dezembro.
A construção do barco Moliceiro insere-se na tradição da arte de construção naval tradicional, com origem na região de Aveiro, sendo que este tipo de embarcação foi inicialmente criado e utilizado para a apanha do moliço, uma das mais importantes atividades económicas que a região conheceu durante várias décadas.
O acidente ocorreu na Estrada Nacional 3 (EN3), no cruzamento para a localidade de Retaxo.
Uma colisão entre um veículo ligeiro e um motociclo, esta manhã, em Retaxo, Castelo Branco, tirou a vida a um homem e causou dois outros feridos – um grave e outro leve, segundo confirmou à TVC o Comando Sub-Regional da Beira Baixa da Proteção Civil.
A vítima mortal é do sexo masculino, com idade compreendida entre os 45 e os 50 anos. Os dois feridos, também homens, têm 25 anos, revelou a mesma fonte.
O alerta para o acidente – que ocorreu na Estrada Nacional 3 (EN3), no cruzamento para a localidade de Retaxo – foi dado às 6h58.
Os dois feridos foram já, entretanto, transportados para o Hospital de Castelo Branco.
O acidente levou ao corte da estrada, não havendo previsão para a retoma da circulação.
Para o local foram mobilizados elementos dos Bombeiros Voluntários de Castelo Branco (quatro viaturas e nove operacionais), uma patrulha da Guarda Nacional Republicana (GNR) e uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Castelo Branco e outra da Covilhã – a qual foi, no entanto, desmobilizada enquanto seguia a caminho do local.
Segundo o site da Proteção Civil, no local estiveram 15 operacionais, acompanhados de sete viaturas.
Wiguel será o primeiro a subir ao palco. Juntamente com a sua banda vem apresentar ao vivo temas como: “Tu Fugiste De Mim”, “Maria” e “Quero Que Tu”. Estes temas farão parte do primeiro trabalho de estúdio do guitarrista e cantor.
Os aBAND’onados, banda conimbricense, deslocam-se pela primeira vez até à Margem Sul para apresentarem o seu recente projeto. A banda trabalha neste momento nas gravações do seu primeiro álbum e, em simultâneo, vai percorrendo o país com concertos ao vivo. Para o próximo Sábado, em Corroios, podemos esperar que a banda revele vários temas que farão parte deste primeiro álbum.
Será, sem dúvida, uma grande noite de rock em Português.
A Rede Aldeias Bauhaus EUROACE foi ontem formalmente constituída como Organismo de Cooperação Territorial, no Seminário Rede de Aldeias para o Futuro, ocasião em que a Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, parceiro-líder do projeto, assumiu a presidência da Rede até ao final de 2024, na sequência da assinatura dos protocolos de cooperação entre os 6 Municípios envolvidos (Pampilhosa da Serra, Sabugal, Reguengos de Monsaraz, Arronches, Moraleja e Llerena).
A sessão, realizada nas instalações da CCDR Centro, em Coimbra, juntou vários parceiros do projeto e decisores políticos de Portugal e Espanha que, partindo da apresentação do Quadro Conceptual para esta rede, refletiram sobre os desafios e oportunidades para as aldeias, numa perspetiva de cooperação territorial e tendo como enquadramento estratégico os pilares da Nova Bauhaus Europeia: Sustentabilidade, Inclusão e Estética.
Pampilhosa da Serra, propôs-se desde o início a liderar este projeto-piloto, com o intuito de procurar respostas para 3 dos principais desafios, que de forma transversal se colocam às áreas rurais, e em particular às aldeias: perda demográfica, perda de valor económico, social e cultural, e ainda a transição digital e ecológica. Estes constrangimentos, alguns deles com uma tendência secular, são amplamente conhecidos, pelo que Jorge Custódio, Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, considerou de modo reivindicativo que este projeto “tem de dar o clique e fazer diferente”, acrescentando que para o efeito é preciso o apoio “regional e nacional”. “Todos temos consciência de que ainda que os Municípios possam ir tomando algumas medidas que minimizem estes impactos, isso não é suficiente. Tem de haver uma mão mais forte por parte dos governos centrais, para que consigamos inverter esta tendência”, expressou.
Para o Vereador da Câmara Municipal, Rui Simão, este projeto, que no concelho de Pampilhosa da Serra incide sobre a aldeia de Dornelas do Zêzere, procura perceber “qual é o papel que as aldeias têm para revitalizar territórios do interior”, permitindo, a partir de um referencial conjunto, “encontrar soluções que podem vir a ser faróis que se replicam noutros contextos geográficos”. Rui Simão destacou ainda o “eixo vertical” diferenciador da Rede de Aldeias para o Futuro, num trabalho conjunto que vai “desde a União Europeia, até aos países, às regiões, aos Municípios, às aldeias e dentro das aldeias às comunidades”, ligando a “ambição do dia-a-dia das pessoas e a Europa”, num exemplo de “verdadeira democracia participativa e moderna”.
No discurso de encerramento do seminário, a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, garantiu o “compromisso” do Governo para “acompanhar e apoiar esta rede de aldeias”, nomeadamente através da criação de estratégias que permitam que os “Fundos da Política de Coesão, do Horizonte Europa, do Programa Life”, entre outros instrumentos financeiros, “cheguem aos territórios”. “Os novos habitantes querem encontrar aldeias com serviços de cidade e temos de encontrar este equilíbrio”, notou ainda Ana Abrunhosa.
Num universo de 87 candidaturas, o projeto Rede de Aldeias para o Futuro, foi um dos 20 vencedores da primeira convocatória da Nova Bauhaus Europeia dedicada a iniciativa locais, sendo que é liderado pela Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra e abrange seis Aldeias da região EUROACE: Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura espanhola.
A Câmara do Comércio da Região das Beiras (CCRB) vai realizar, no dia 29 de Abril, pelas 13:30, na cidade de Viseu, mais uma edição do projeto “Dois Pratos de Conversa com…”, em que o foco é o networking, a promoção dos produtos, a gastronomia, os vinhos, a cultura da região das Beiras, bem como de outras regiões do país”.
Nesta edição, o convidado especial será o presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, que falará sobre os Territórios do Interior e de como os mesmos serão uma prioridade na promoção turística nacional e internacional, razão pela qual esta iniciativa ganha ainda mais relevância do ponto de vista social, cultural, turístico e gastronómico.
Sobre a mesa, além de uma boa conversa, a famosa “Chanfana de Vila Nova de Poiares”, prato que, para quem não conhece, é preparado com carne de cabra, em caçoilos de barro preto e fará a delícia dos comensais e continua a ser o mote do “Dois Pratos de Conversa com…”, que visa divulgar a gastronomia portuguesa e que é oferecido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares.
Esta edição de “Dois Pratos de Conversa com Pedro Machado, Presidente do Turismo do Centro” deverá juntar várias entidades, autarcas, empresários e comunicação social.
Promover a integração das regiões através da gastronomia, da sua enologia, cultura e tradições; Criar condições de networking entre entidades e instituições, auxiliar o tecido económico e comercial das regiões que fazem parte do território abrangido pela CCRB, através da promoção das potencialidades dessas mesmas regiões;
“Esta é uma oportunidade de juntar as regiões, Viseu e Vila Nova de Poiares, que integram o território em que actua a CCRBEIRAS. O objectivo é levar até ás Terras de Viriato, as maravilhas gastronómicas de Vila Nova de Poiares”, comentou Ana Correia, presidente da Câmara de Comércio da Região das Beiras, bem como conectar as autoridades nacionais e municipais; unir o tecido empresarial, o académico; Discutir temas de relevância nacional e internacional que favoreçam a sociedade civil, o Turismo além de pontuar soluções capazes de ajudar no desenvolvimento das regiões e do país.
A missão do “Dois Pratos de Conversa com…” é dar destaque ao que de melhor cada região tem para oferecer, ao nível gastronómico, da cultura, do turismo, do enoturismo e, com base nestas premissas, este será mais um momento único para usufruir deste manjar, de criar networking nas instalações do Solar do Vinho do Dão, espaço magnífico cedido pela Câmara Municipal de Viseu e Comissão Vitivinícola da Região do Dão.
A Câmara de Comércio da Região das Beiras está vocacionada para a prestação de serviços de apoio à internacionalização, exportação, importação e turismo das empresas portuguesas, com maior foco na região das Beiras.
Iniciativas recentes
No final de março, uma comitiva da CCRBEIRAS participou na Feira Internacional de Negócios – FINBRASIL, que teve lugar na cidade de Florianópolis, no estado brasileiro de Santa Catarina.
Através das ações desta Câmara de Comércio estiveram presentes na FINBRASIL mais de quatro dezenas de Municípios portugueses e moçambicanos. A Missão levou cerca de cem pessoas.“Este foi um trabalho realizado ao longo de mais de quatro meses, em Portugal e em Moçambique. Permitiu-nos captar a atenção das autoridades portuguesas e africanas, sobretudo do Interior de Portugal, que tiveram a oportunidade de mostrar as suas potencialidades em termos de produtos e de oportunidades de investimentos e de negócios. Atravessaram o Atlântico para mostrar que a região das Beiras é uma região de Alta Intensidade e não de um Interior de Baixa Densidade”, disse Ana Correia, que ressaltou ainda que “a CCRB e a BMV GLOBAL estabeleceram um protocolo (entre muitos outros estabelecidos na FIN), e juntos querem ajudar a diferenciar as empresas que de facto procuram atingir a sustentabilidade das que ignoram o tema ou que mascaram os impactos das suas ações”. Através do Selo Sustentabilidade Tesouro Verde, certificou-se que a CÂMARA DE COMÉRCIO DA REGIÃO DAS BEIRAS tornou-se aderente às práticas ESG, tornando-se na primeira Câmara de Comércio a ter o Selo Verde. Quem tem ou adere a este selo vai guiar o comportamento das empresas, entidades, pelos próximos anos e impulsionar a adoção de boas práticas em todas as esferas das organizações. Para além de ser uma tendência, o conceito ESG surgiu para adequar as empresas aos desejos dos consumidores e da população em geral.
O concurso da 8.ª Mostra de Vinhos, que se realizou no passado domingo (dia 23), no Centro Cultural de Grada, premiou seis produtores de vinho da freguesia de Vila Nova de Monsarros. Na categoria dos vinhos brancos, o 1.º lugar foi atribuído a Paulo Diniz Lebre, o 2.º a Augusto Ferreira Sousa e o 3.º a Fernando Fernandes Melo. Na categoria dos vinhos tintos, António Arlindo Costa Rolo obteve a melhor pontuação (1.º lugar), seguido dos produtores José Mariz Amorim (2.º lugar) e João Santos (3.º lugar).
Os vinhos apresentados nesta sessão – 29 tintos e 9 brancos – foram avaliados às cegas por José Manuel Carvalho (produtor e provador), Cristóvão Moreira (enólogo), Francisco Batel Marques (proprietário, vitivinicultor e engarrafador da Quinta dos Abibes), Jorge Sampaio (presidente da direção da Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal) e Tiago Rodrigues (elemento da equipa de enologia da marca Luís Pato). Este especializado e conceituado júri, presidido por José Manuel Carvalho, mostrou-se positivamente surpreendido com a qualidade dos vinhos apresentados.
Basílio Carvalho, presidente da direção da Associação Recreativa de Grada (ARG), fez um “balanço muito positivo” da 8.ª Mostra de Vinhos, e destacou a importância de eventos como este para a valorização dos produtos endógenos, que se distinguem pela diversidade e excelência.
Organizada pela ARG, a 8.ª Mostra de Vinhos contou com a participação de 25 produtores e com o apoio da Câmara Municipal de Anadia, da Junta de Freguesia de Vila Nova de Monsarros, da Pavigrés Cerâmicas, S.A., da Anadil – Comércio Geral e Importação, S.A., do restaurante Pedro dos Leitões, da Quinta dos Abibes, da Padaria Vila Nova e da TIPANADIA – Artes Gráficas.
O salão nobre dos Paços do Concelho foi palco da sessão de entrega do Selo Protetor atribuído pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) a estabelecimentos de ensino de todo o país.
A entrega do certificado e da bandeira aos 28 estabelecimentos de ensino aos quais foi atribuído o Selo Protetor para o biénio 2022/2024, implica a assinatura de um compromisso de cooperação, estabelecido entre essas entidades e a CNPDPCJ.
Cantanhede destacou-se nesta edição como o Município que mais estabelecimentos viu serem distinguidos: Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria, Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva e Escola Técnico Profissional de Cantanhede. A estes juntou-se o Agrupamento Gândara-Mar, que fora reconhecido na edição anterior, mas cujos dirigentes entenderam por bem receber a bandeira na edição deste ano, realizada na sede do concelho.
O momento serviu ainda para assinalar a implementação, nas regiões Centro e Norte do país, do sistema integrado de gestão das situações de risco e perigo a que estão sujeitas crianças e jovens, processo que envolve ações de autodiagnóstico e capacitação pelas entidades com competências em matéria de infância e juventude.
Ao intervir na sessão, na qual esteve acompanhada do vice-presidente Pedro Cardoso e da vereadora Célia Simões, a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede começou por agradecer à CNPDPCJ “o reconhecimento efetivo do comprometimento do Município de Cantanhede com os objetivos de tão meritório projeto”, não esquecendo que para tal muito contribuiu a adesão de todos os agrupamentos de escolas do concelho e, por essa via, da totalidade dos estabelecimentos escolares. “Felicito, por isso, os senhores diretores, os professores e todos quantos participaram na elaboração das candidaturas submetidas para o efeito”, sublinhou.
Sobre o projeto da CNPDPCJ, Helena Teodósio destacou “a sua missão assente na promoção do sucesso educativo, na valorização da formação integral dos alunos e na proteção das crianças e dos jovens enquanto agentes ativos na construção do bem- estar coletivo” e no qual “o papel da família na construção de uma escola que promova o sucesso e a segurança é fundamental”.
“Só quem estiver muito distraído poderá relativizar a acuidade e relevância de uma iniciativa desta natureza, só quem for completamente insensível aos dramas das vítimas de menores que com uma regularidade alarmante invadem o espaço mediático poderá ser indiferente ao alcance social deste programa desta Comissão Nacional”, complementou, reforçando que “a escola tem de reforçar a sua função na proteção de crianças e jovens, tanto mais que é aí que passam grande parte do seu tempo”. Já a presidente da CNPDPCJ, Rosário Farmhouse, começou por destacar o facto de Cantanhede ter sido o Município com mais estabelecimentos distinguidos nesta 5.ª edição do Selo Protetor, enfatizando a importância da escola no bem-estar de crianças e jovens.
“Receber o selo protetor significa que as entidades têm o foco nos direitos das crianças, criando metodologias proativas de promoção desses mesmos direitos. Desejo que muitas mais entidades se juntem a esta causa, transformando Portugal num país que aposta na promoção e proteção das crianças e jovens e que terá, cada vez mais, um futuro melhor”, concluiu.
A sessão incluiu também um debate sobre o papel da Educação na promoção dos direitos das crianças e dois momentos musicais.