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Prisão preventiva para reincidente que roubou e sequestrou jovem no multibanco

Um homem de 18 anos foi detido pela Polícia Judiciária por roubo e sequestro de um jovem, no Entroncamento, a 13 de abril, foi hoje divulgado. O “Departamento de Investigação Criminal de Leiria, em inquérito dirigido pela Secção do Entroncamento do DIAP de Santarém, deu cumprimento a um mandado de busca e deteve fora de flagrante delito um dos presumíveis autores de um roubo com sequestro”.

Os factos imputados ao suspeito ocorreram em meados do ano passado, durante a madrugada, na cidade do Entroncamento, atuando em grupo e fazendo-se transportar numa viatura automóvel, abordou a vítima, pessoa jovem, coagindo-o a entregar os valores monetários que possuía, e não satisfeitos, obrigaram-no a indicar a localização da sua residência.

Os assaltantes apropriaram-se de um aparelho de telemóvel, de valores monetários e do cartão multibanco, forçando a vitima deslocar-se a uma ATM e a levantar todo o saldo da sua conta, apropriado pelo agora detido.

As diligências de investigação realizadas, permitiram recolher relevantes elementos de prova, resultando no cabal esclarecimento dos factos e na responsabilidade do suspeito.

Ao detido, cidadão nacional com 18 anos de idade, possuindo antecedentes criminais e policiais por outros crimes patrimoniais com violência, após apresentação a juízo de instrução criminal, foi-lhe aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Jovem encontrada com vida esteve mais de 20 horas no mar. Veja o resgate

A Força Aérea resgatou com vida uma rapariga de 17 anos desaparecida no mar do Algarve desde sábado, 15 de abril, depois de um navio mercante a ter encontrado em alto-mar. A jovem praticava standup paddle e terá sido levada pelo vento. Foi a segunda jovem a ser resgatada da força do mar de abril, este fim fim semana, pela Força Aérea informaram as Formas Armadas.

Ao final da tarde deste domingo, um navio mercante que circulava junto à costa algarvia avistou a jovem e recuperou-a da água. Imediatamente acionaram os meios de socorro, tendo sido ativado um helicóptero EH-101 Merlin da Força Aérea para o local, por forma a resgatar a jovem e assim encaminha-la para uma unidade hospitalar.

A jovem foi recuperada em segurança pelo Recuperador-Salvador da Esquadra 751 — “Pumas” a 37 quilómetros da costa algarvia e a 56 quilómetros de Faro, estando o estado do mar com ondas de um metro e vento de 19km/h. Por se encontrar em hipotermia foi-lhe providenciada uma manta térmica e de aquecimento ainda na embarcação, por forma a evitar o frio da subida até ao helicóptero.

Já dentro da aeronave, o enfermeiro aeronáutico militar a bordo monitorizou os sinais vitais e prestou os primeiros cuidados de saúde. 

A jovem de 17 anos esteve desaparecida durante 20 horas, sobrevivendo à noite e ao calor do dia de domingo, depois de ter sido arrastada pelo mar enquanto praticava a modalidade de stand up paddle, na Praia do Coelho em Vila Real de Santo António.

Desde então foram empenhados diversos meios, incluindo dois meios aéreos da Força Aérea — um avião C-295M da Esquadra 502 e um helicóptero EH-101 Merlin da Esquadra 751, ambos da Base Aérea N.º 6, no Montijo, — para a missão de Busca e Salvamento.

A missão de resgate teve início pelas 17H30 e contou com três horas de voo. 

A operação foi ativada pelo Centro Coordenador de Busca e Salvamento Aéreo de Lisboa e coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa, da Marinha. 

Esta é a segunda jovem a ser resgatada pela Força Aérea durante o fim de semana. No sábado um helicóptero EH-101 Merlin resgatou com vida uma jovem de 16 anos desaparecida durante uma prova de caiaque, em Angra do Heroísmo, Açores.

A Força Aérea tem atribuída uma área de busca e salvamento no mar de 5.816.562 km², o equivalente a mais de metade do território europeu, representando a segunda maior área de responsabilidade do Atlântico Norte.

Arouca empata frente ao Sporting que tropeça e o pódio já é uma miragem

Conjunto de Rúben Amorim fica a sete pontos dos lugares de acesso à Liga dos Campeões, numa altura em que se avizinha uma grande decisão na Liga Europa, frente à Juventus.

O Sporting voltou a tropeçar no campeonato, este domingo, ao empatar frente ao surpreendente Arouca (1-1), num jogo em que – entre muitas poupanças – praticamente disse adeus ao pódio, agora a sete pontos de distância.

Pressionados a vencer antes de receberem a Juventus na segunda mão dos ‘quartos’ da Liga Europa, os leões entraram mais fortes, mas menos eficazes. Para lá da meia hora de jogo, Pedro Gonçalves falhou um penálti e, na resposta, Antony aproveitou um erro de Diomande para ‘gelar’ Alvalade.

Amorim fez alguns ajustes ao intervalo e o Sporting tentou dar a volta ao rumo dos acontecimento, mas nem De Arruabarrena, nem os postes, permitiam que o emblema leonino pudesse sonhar com a reviravolta. Ainda assim, perto do minuto 90, Pedro Gonçalves redimiu-se com novo penálti, resgatando um ponto numa partida que confirma que o pódio já parece ser uma miragem.

FNAM. Proposta do Governo para urgências é “agenda do trabalho indigno”

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) recusou hoje a proposta do Governo para as equipas dedicadas nas urgências, alegando que se trata de uma “verdadeira agenda do trabalho indigno” sem prever a valorização salarial.

“A FNAM rejeita a proposta do Ministério da Saúde que implementa horários desumanos para os médicos em equipas dedicadas nos serviços de urgência, com jornadas diárias de 12 horas, sem limite de horas extraordinárias, nem valorização salarial”, adiantou a estrutura sindical em comunicado.

Em 23 de março, o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, defendeu a criação de equipas dedicadas para os serviços de urgências de maior dimensão, com a devida compensação remuneratória.

“Precisamos, pelo menos nas urgências de maior volume, de ter equipas dedicadas, que sejam adequadamente recompensadas do ponto de vista remuneratório e que tenham uma perspetiva de futuro para a sua vida”, afirmou o governante no encerramento da primeira edição do SNS Summit, que decorreu no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Segundo a FNAM, a proposta apresentada pelo ministério parece, contudo, ir “no sentido oposto do que seria suposto”, relativamente às condições de trabalho, direitos laborais e de conciliação da vida profissional, pessoal e familiar dos médicos.

A federação adiantou que o Governo apresentou uma “verdadeira agenda do trabalho indigno e de desvalorização dos médicos, desvirtuando a negociação com os sindicatos”, que está a decorrer há vários meses e que, conforme previsto no protocolo negocial, deverá terminar em junho.

De acordo com a FNAM, a proposta de “ciclos de trabalho no serviço de urgência” avançada pelo Governo prevê que os médicos trabalhem 12 horas diárias, exclusivamente em serviço de urgência, nas unidades de cuidados intensivos e intermédios, por períodos consecutivos de 90 dias até nove meses por ano. 

“No total, os médicos trabalhariam 36 horas por semana, concentrando as jornadas de trabalho em três dias, numa verdadeira promoção do cansaço e do `burnout´”, criticou a estrutura liderada por Joana Bordalo e Sá.

Para a FNAM, trata-se de uma “proposta desumana” que não prevê também limite para o trabalho suplementar ou noturno, nem garantia de que os descansos semanais possam também ocorrer ao fim de semana, o que, no limite, poderia levar a que um médico trabalhasse aos sábados e domingos durante os nove meses.

A estrutura sindical lamenta ainda que o Ministério da Saúde “não apresente nenhuma compensação remuneratória”, pretendendo compensar com um dia de férias por cada 90 dias que os médicos tiverem trabalhado no ano anterior nas equipas dedicadas de urgência.

Perante esta discordância, a FNAM apresentou uma contraproposta e aguarda agora uma resposta do Ministério da Saúde.

“Caso o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, insista nesta proposta lesiva para médicos e doentes, deixará de contar com trabalho extraordinário além das obrigatórias 150 horas anuais, que parte considerável dos médicos já ultrapassou”, garantiu também a estrutura sindical.

No início de março, a FNAM convocou uma greve de dois dias para exigir a valorização da carreira médica e das tabelas salariais, apesar de estarem a decorrer negociações entre as duas partes, mas ainda sem acordo após várias reuniões realizadas.

Esta paralisação não contou com o apoio do Sindicato Independente do Médicos (SIM), que se demarcou do protesto, alegando que não se justificava esta forma de luta enquanto decorrem negociações com o Governo.

Após a última reunião com o ministério, o SIM adiantou, em comunicado, que foi “aceite a regulação das equipas dedicadas de urgência e de períodos dedicados ao serviço de urgência com a devida compensação”.

Ivete Sangalo atua na Queima das Fitas de Coimbra

Cantora vai atuar no dia 25 de maio.

A cantora Ivete Sangalo vai atuar na Queima das Fitas de Coimbra, a 25 de maio.

Ivete faz 51 anos no dia 27 de maio, dois dias depois de ser cabeça de cartaz na festa académica.

MAAVIM EM COMUNICADO: Abril com Incêndios e o estado sem limpar

A MAAVIM, em defesa dos lesados dos Incêndios de Outubro de 2017, continua a reinvindicar ajudas aos seus lesados e à população afetada..

Mês de Abril é mês de avisos de Limpezas e Incêndios.

O estado obriga os proprietários a limpar os seus terrenos até final de Abril, prolongando posteriormente essas limpezas para final de Maio, mas como já é habitual não faz as suas próprias limpezas.

O ano vai ser difícil em incêndios, porque não se preparou no Inverno o território, porque não se lançaram medidas no terreno, porque não se apoiaram os produtores florestais e agrícolas.

Vamos ter mais inquéritos que nada correspondem à verdade, porque a solução está na prevenção durante o ano e o apoio aos que estão no terreno, que são as pessoas e os bombeiros que conhecem o território como ninguém e que são o parente pobre da proteção civil.

Não são os helicópteros que vão acabar com os Incêndios, mas sim os Bombeiros e os moradores dos territórios com floresta, que podem ser rurais ou urbanos.

Dêem-nos ferramentas para trabalhar o território, e acabem com os inquéritos e as comissões que escrevem relatórios para ficar na gaveta.

Continuamos Abandonados.

QUEM TINHA, NÃO TEM E QUEM NÃO TINHA, TEM.  

Continuamos sem ter culpados.

Nós não somos culpados, somos vítimas.

Peregrina natural de Albergaria a Velha que caminhava para Fátima atropelada mortalmente em Pombal

Uma mulher de 55 anos morreu hoje ao ser atropelada no Itinerário Complementar 2 (IC2) na localidade de Tinto, Pombal, quando seguia para Fátima, em peregrinação, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.

Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pombal, distrito de Leiria, o atropelamento ocorreu na freguesia de Pelariga.

Paulo Albano disse que, segundo informações recolhidas no local, “a senhora era uma peregrina, natural de Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, e seguia com um pequeno grupo de pessoas” para Fátima, concelho de Ourém, distrito de Santarém.

Segundo o Comando Sub-regional Região de Leiria, o alerta foi dado às 13h26 e para o local foram enviados oito operacionais, apoiados por quatro veículos dos Bombeiros Voluntários de Pombal, da GNR e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Assédio em Coimbra. Centro de Estudos Sociais suspende Boaventura Sousa Santos

Centro de Estudos Sociais

Estão suspensos dos cargos e funções Boaventura Sousa Santos e Bruno Sena Martins, os dois professores do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra que recentemente acusados via publicação de um livro onde as alegadas vítimas relatam abusos sexuais e morais.

Em comunicado a que a TVC teve acesso, a direção e presidência do Conselho Científico do CES revelaram esta tarde que a organização “está a constituir uma comissão independente para averiguação das ocorrências descritas no referido capítulo. Durante este processo e até ao apuramento de conclusões, o CES informa que Boaventura de Sousa Santos e Bruno Sena Martins se encontram suspensos de todos os cargos que ocupavam”.

O CES diz respeitar o “direito de resposta individual, mas demarca-se de todas as posições assumidas publicamente” pelos dois professores, nomeadamente no que respeita à intenção do primeiro em avançar judicialmente contra as autoras do capítulo do livro ‘Sexual Misconduct in Academia – Informing an Ethics of Care in the University’.

O CES informa no mesmo documento que “os graffiti mencionados no referido capítulo, não tendo sido acompanhados de participações formais, suscitaram na instituição a necessidade de constituir mecanismos mais explícitos de regulação e de denúncia”.

O CES recorda que, em 2017, foi aprovado o regulamento da Comissão de Ética, que em 2019 foi aprovado o Código de Conduta do CES e, no final de 2020, foi instituída a Provedoria, que iniciou a sua atividade em 2021.

“Desde que foi criada, em 2021”, o centro de estudos revela que a “Provedoria recebeu duas queixas, nenhuma delas por assédio moral ou sexual”.

“Os atuais membros dos órgãos de gestão declaram que não têm conhecimento de tentativas de averiguação ou ocultação de eventuais condutas inadequadas que tenham ocorrido no passado”, ressalva o comunicado.

“Independentemente do tipo de queixas recebidas, e sabendo da dificuldade que eventuais vítimas possam ter na denúncia de casos como estes, o CES sublinha o seu repúdio por qualquer forma de assédio ou abuso, e solidariza-se com todas as vítimas de violência desta natureza.”

Os órgãos diretivos do CES dizem no documento assumir “a urgência do trabalho no reforço dos mecanismos de prevenção e combate ao assédio existentes, através da revisão do Código de Conduta e outros documentos de orientação ética, da clarificação dos aspetos processuais do mecanismo de denúncia, e da formação e sensibilização de todas as pessoas que têm acolhimento institucional no CES”.

“Eventuais casos de conduta inadequada ou não ética não refletem a cultura de trabalho do CES como um todo” – defende-se a organização.

Boaventura Sousa Santos anunciou publicamente que vai apresentar queixa judicial sobre as acusações de assédio, na sequencia da notícia do Diário de Notícias.

Nas redes sociais multiplicam-se os comentários acerca do teor das denúncias, que esta semana vieram a público através de uma publicação cientifica de sociologia, publicada online com custo de leitura de cerca de 30 libras do Reino Unido, assinada por Lieselotte Viaene, Catarina Laranjeiro e Miye Nadya. Não são conhecidas denúncias oficiais à Universidade de Coimbra, à Associação Académica de Coimbra ou queixa às entidades judiciais.

Coimbra. Ministério Público acusa 58 arguidos de contrafação em “grande escala”

O Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Coimbra deduziu acusação contra 58 arguidos (7 dos quais pessoas coletivas), imputando-lhes, entre outros, a prática de crimes de fraude de mercadorias, venda, circulação ou ocultação de produtos contrafeitos, branqueamento e associação criminosa, divulgou o Ministério Público.

Os factos reportam-se à produção e comercialização, em grande escala, inclusivamente com exportação, para França e Espanha, de artigos de vestuário e calçado contrafeitos, sem conhecimento e autorização dos titulares das marcas registadas que eram colocadas nos produtos.

Aos arguidos foi imputada a atuação no quadro de uma estrutura organizada, sendo os proveitos, assim obtidos, dissimulados, por vezes com remessas de numerário por encomendas postais, noutras situações usando empresas dedicadas a transferências de dinheiro, com recurso a resgates por terceiros, ou ainda com disseminação de depósitos em contas bancárias tituladas por terceiros. A par com esta atuação ocorria, nalguns casos, a omissão de proveitos, sendo imputada a prática de crimes de fraude fiscal.

A investigação esteve a cargo da GNR – Unidade de Ação Fiscal, Destacamento de Ação Fiscal de Coimbra, tendo sido prestada colaboração pela Autoridade Tributária.

Desmantelado maior laboratório de produção de cocaína na Europa. PJ divulga vídeo

Numa conferência de imprensa no Complexo Policial de Candilhas, em Madrid, o Corpo Nacional de Policía de Espanha (CNP), com a presença da Polícia Judiciária Portuguesa (PJ), anunciou o desmantelamento do maior laboratório clandestino, de produção de cocaína, alguma vez detetado na Europa.

A comunicação visou, por um lado, dar a conhecer os resultados da operação “Mourente”, desencadeada em finais de março do ano corrente e, por outro lado, realçar as vantagens da cooperação policial internacional, em matéria de investigação criminal, que possibilitou que as polícias de Portugal e Espanha, mas também da Colômbia, cooperassem no desmantelamento de relevante organização criminosa, dedicada ao narcotráfico.

Desde o ano passado que a Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, vinha trocando informações e trabalhando em parceria com a unidade antidroga da Policia Nacional de Espanha, assim que houve conhecimento que as investigações que desenvolviam visavam o mesmo grupo criminoso.

Um grupo de indivíduos de nacionalidade espanhola, recorreu a uma empresa portuguesa, para proceder à importação de uma máquina trituradora de pedra, proveniente da Colômbia e destinada ao país vizinho.

A importação ocorreu através de Portugal e a PJ, com a colaboração dos Serviços Alfandegários de Aduaneiros da Autoridade Tributária, monitorizou todo o processo, bem como a vinda de alguns dos suspeitos a território nacional.

A trituradora de pedra haveria de ser transportada para um armazém situado na zona de Pontevedra, para ser desmontada e sujeita, ao longo de vários dias, a um difícil processo de extração da pasta de coca (“pasta base”) que acondicionava.

Numa conferência de imprensa no Complexo Policial de Candilhas, em Madrid, o Corpo Nacional de Policía de Espanha (CNP), com a presença da Polícia Judiciária Portuguesa (PJ), anunciou o desmantelamento do maior laboratório clandestino, de produção de cocaína, alguma vez detetado na Europa.

De forma parcelada, o produto começou a ser levado dali, para um laboratório clandestino, criado pela organização criminosa, numa zona isolada, a alguns quilómetros de distância, numa moradia situada no meio de um bosque. Nesta habitação, a pasta era sujeita a processo químico, por forma a ser transformada em cocaína (cloridrato). Depois de embalados e etiquetados, os blocos de cocaína estavam prontos a ser transportados para distribuição. 

O primeiro destes transportes foi, também ele, controlado pelas autoridades, o que possibilitou a apreensão uma carrinha com cerca de 100 kg de cocaína, já nas imediações de Madrid.

Na sequência desta apreensão, foi desencadeada a chamada operação “Mourente” que visou a realização de diversas buscas e apreensões, em várias regiões da Espanha continental e insular e que envolveu a participação de um elevado número de operacionais, entre os quais elementos da PJ portuguesa.

No âmbito desta operação, as autoridades detetaram, em plena laboração, aquele que, até ao momento, é considerado o maior laboratório de transformação de pasta base em cocaína, alguma vez encontrado na Europa, com capacidade para produzir cerca de 200 Kg diários daquela substância ilícita.

Para além disso, foi possível capturar todo o estupefaciente que havia sido transportado na máquina trituradora, ao serem apreendidos cerca de 1300 kg de pasta de coca e 151 kg de cloridrato de cocaína, bem como precursores, vários veículos e quatro toneladas de produtos químicos, altamente prejudiciais ao ambiente. As autoridades procederam ainda ao arresto de vários imóveis e produtos financeiros de elevado valor.

Foram detidas 18 pessoas, entre colombianos, mexicanos e espanhóis, sendo-lhes aplicada a todos eles a medida de coação de prisão preventiva.

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