A Diocese de Aveiro vai promover a 1 de abril a “Festa da Juventude” para marcar o fim da peregrinação dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) pelo seu território. A participação inclui entrada na Feira de Março que está a decorrer na capital de distrito.
A celebração acontece após a passagem pelas 101 paróquias da diocese, e antes da entrega da Cruz e do Ícone mariano para os jovens de Coimbra, no domingo.
O Comité Organizador Diocesano (COD) de Aveiro adianta que “esta grande festa da juventude juntará centenas de jovens pelas ruas”, a partir das 09h00.
Os símbolos da JMJ são acolhidos no Cais da Fonte Nova e, a partir das 14h30, seguem rumo ao Parque de Exposições de Aveiro (PEA), onde decorre a tradicional Feira de março.
“Entre as 13h30 e as 15h30, vai ocorrer uma peregrinação juvenil e um momento institucional com os vários municípios na Diocese”, adianta o COD de Aveiro.
Diogo Ribeiro fixou hoje novo recorde nacional nos 50m livres (21,87) durante o Campeonato Nacional Open de Natação e foi o primeiro atleta português a garantir presença nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.
O atleta de natação bateu hoje o recorde nacional dos 50 livres e garantiu mínimos para os Jogos Olímpicos e Mundial de Fukuok, confirmou a TVC junta da Federação de Nacional de Natação. . O benfiquista realizou o melhor tempo das eliminatórias com 21,87 segundos superando o anterior máximo de Portugal (21,90) fixado por Miguel Nascimento em a 30 de setembro de 2022 em Oeiras.
O segundo tempo foi obtido pelo ucraniano Andrii Govorov, a nadar pelo Vitória SC, com 21,98, marca que é também mínimo para o Mundial.
Miguel Nascimento (Benfica) assegurou o terceiro tempo das eliminatórias (21,99) ficando a três centésimos dos mínimos olímpicos registo que confirma mínimos para o Mundial de Fukuoka.
O quarto registo foi obtido por Miguel Marques (Benfica) com 22,70, marca que é mínimo para o Europeu de Sub 23.
Resultados das eliminatórias que aumentam as expectativas para a final dos 50 livres que se realiza hoje a partir das 17h00.
Ainda na primeira sessão do primeiro dia, Gonçalo Azevedo (CN Maia) bateu o recorde nacional dos 50 costas de juvenis A. O nadador da Maia concluiu em 27,58 segundos melhorando o anterior máximo de 27,60 na posse de Rodrigo Rodrigues (SCE) em Coimbra a 10/07/2022.
Especialistas de vários países estão a debater, em Viseu, os desafios que a floresta enfrenta e os incêndios rurais, no decorrer do 3.º Seminário Internacional “LIFE Landscape Fire”. O evento, organizado pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, tem lugar entre hoje e amanhã (30 e 31 de março), no Montebelo Viseu Congress Hotel.
Este fórum, desenvolvido no contexto do projeto europeu “LIFE Landscape Fire Project”, tem como objetivo promover o debate e a partilha de experiências sobre temas como a prevenção de incêndios florestais, a conservação da biodiversidade e o aumento da resiliência florestal, entre outros. O evento coloca no centro da discussão temas tão atuais como a “Propriedade Florestal no Século XXI”, os “Serviços Ambientais vs Fogos Rurais” e a “Gestão da Paisagem”.
Na Sessão de Abertura, o vice-presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Paulo Gouveia, deu as boas-vindas aos participantes, referindo que “promover conhecimento é sempre bom, sobretudo para uma região que se preocupa e que tem feito o seu trabalho na área do ambiente e defesa das florestas”.
O secretário executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, recordou todo o trabalho e os projetos desenvolvidos a nível intermunicipal pela CIM, destacando que “Viseu Dão Lafões é um farol para outras regiões do país, na forma como tem vindo a trabalhar no domínio da resiliência da floresta e da proteção civil intermunicipal”.
“Este seminário de cariz internacional, que esperamos que promova um debate muito enriquecedor, também reflete a importância que o projeto europeu ‘LIFE Landscape Fire’ assume na nossa região, no país e em territórios vizinhos, na medida em que este foi o único projeto nacional aprovado nesta área temática a nível europeu, o que comprova sua qualidade”, considerou o secretário executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho.
De notar que este é o terceiro ano que a CIM Viseu Dão Lafões organiza este seminário internacional, sendo a primeira vez que decorre em formato presencial. As anteriores edições, em 2020 e 2021, decorreram em formato webinar, devido às limitações impostas pela pandemia.
Um programa ambicioso e de cariz internacional
O programa do Seminário é ambicioso e estimulante, contando com contributos de participantes internacionais.
O primeiro dia, 30 de março, ficou marcado pela realização de dois painéis. O Painel 1 teve como tema “Propriedade Florestal no Século XXI”, sendomoderado por Hélder Viana, professor da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viseu.
Miguel Freitas, Professor da Universidade do Algarve, foi o orador principal, num painel que teve também como participantes os portugueses Paulo Madeira, Coordenador-adjunto da eBUPi – Estrutura de Missão para a Expansão do Sistema de Informação Cadastral Simplificado; José Carlos Almeida, Presidente da Associação Turística e Agrícola da Serra da Arada e Pedro Gomes, Diretor da Federação Nacional dos Baldios, assim como os espanhóis Pedro Gracia Jiménez, da Associação Florestal de Sória; Antonio Mateos, da Associação para a Criação e Recuperação da Cabra Jurdana; e Óscar Conejero, Diretor da Associação dos Proprietários Florestais do Vale de Arrago.
O Painel 2 é dedicado ao tema “Serviços Ambientais vs Fogos Rurais”. Moderado por Emanuel Oliveira, consultor na área de Riscos Naturais e Fogos Florestais, tem como orador principal João Quadrado, da AGIF – Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais. Na mesa, ainda, participam Natividad Alviz, Presidente da Associação Mosaico Agrosilvopastoral (Espanha), Carlos Aguiar, Professor do Instituto Politécnico de Bragança e Elsa Varela, investigadora da Universidade de Goettingen.
A anteceder os dois painéis, a Sessão de Abertura juntou João Paulo Gouveia, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Viseu, José dos Santos Costa, Presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Manuel Moreno, Administrador da Mancomunidade Sierra de San Pedro, e Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões. Foram ainda apresentadas mensagens remetidas por Fernandez Salgueiro, Reitor da Universidade da Extremadura, e Pedro Barco, Diretor Geral de Política Florestal da Junta de Extremadura.
O segundo dia do evento arranca com o Painel 3, dedicado à “Gestão da Paisagem”, que será moderado por Sebastian Hidalgo, da Universidade da Extremadura. José Gaspar, Professor da Universidade de Coimbra, será o orador principal, num painel que integra também Álvaro Gómez Nuñez, da Universidade da Extremadura, Tim Van der Schriek, do Instituto para a Investigação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável (Grécia), e os portugueses Fátima Bacharel, Diretora da Direção-Geral do Território e Francisco Rego, Coordenador do Centro de Ecologia Aplicada Professor Baeta Neves – Instituto Superior de Agronomia.
Antes das conclusões finais do Seminário, a cargo do Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, haverá lugar à apresentação das principais ações desenvolvidas pelo projeto “LIFE Landscape Fire”, assim como dos seus resultados alcançados até à data.
Lançado em 2019, o “LIFE Landscape Fire” visa proteger a biodiversidade e os ecossistemas, através da promoção de medidas de gestão de fogo eficazes na paisagem rural. Foi o único projeto português a ser aprovado pelo Programa Europeu “LIFE”, em Bruxelas, e é liderado pela CIM Viseu Dão Lafões desde o seu início. O projeto é desenvolvido em parceria com o Instituto Politécnico de Viseu, a Junta da Extremadura, a Mancomunidad Integral Sierra de San Pedro e a Universidade de Extremadura.
“Vamos aos Cricos! – Festival Gastronómico de Produtos da Ria” é a nova aposta da Câmara Municipal de Ílhavo para promover os produtos da ria e a restauração local. O evento gastronómico decorre de 6 a 30 de abril, nos restaurantes, bares e snack-bares aderentes do Município de Ílhavo.
As “estrelas” do evento são o crico (ou berbigão), o mexilhão, a navalha (ou longueirão), a amêijoa, o choco, e a ostra – produtos que a Ria de Aveiro fornece com elevada qualidade e sabor e se apresentam como ex-libris da gastronomia da Região.
Com propriedades organanolépticas únicas, os bivalves da Ria de Aveiro fazem do Município de Ílhavo um destino de eleição para o consumo destes produtos, confecionados por quem melhor sabe.
A iniciativa tem como objetivo a promoção da gastronomia local, a estimulação dos circuitos curtos e legais da economia local, e o consumo destes produtos no Município, em especial nos restaurantes, bares e snack bares, que ficam responsáveis pela criação de um menu especial com estes produtos como ingrediente principal.
As experiências gastronómicas e os estabelecimentos aderentes serão divulgados em breve em visitilhavo.pt.
O “Vamos aos Cricos! – Festival Gastronómico de Produtos da Ria” é realizado com o apoio da APARA – Associação de Pesca Artesanal da Ria de Aveiro.
As candidaturas ao prémio municipal Edmundo de Bettencourt/Canção de Coimbra 2023 vão decorrer entre os dias 1 e 30 de abril.
Este prémio da Câmara Municipal de Coimbra distingue os trabalhos de Canção de Coimbra com o mínimo de 10 temas e, maioritariamente, compostos por temas cantados, originais ou não, que tenham sido edição de autor ou de editoras, com distribuição comercial nos últimos dois anos. O montante a atribuir pela autarquia à obra premiada é de cinco mil euros.
As candidaturas podem ser apresentadas pelos intérpretes ou pelas editoras discográficas, sendo que, cada grupo ou intérprete, pode apresentar mais do que uma obra. O trabalho vencedor será selecionado por um júri composto por quatro elementos, um dos quais o presidente da Câmara ou um vereador com competências delegadas, que presidirá ao júri e terá voto de qualidade em caso de empate.
As restantes três individualidades, ligadas à música, serão designadas pela CM de Coimbra, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (Estudos Artísticos) e Conservatório de Música de Coimbra.
Os trabalhos devem ser entregues entre os dias 1 e 30 de abril, pessoalmente, nos serviços de atendimento da autarquia ou enviados, por correio registado e com aviso de receção, em envelope fechado, cumprindo o disposto no Regulamento Municipal do Prémio Edmundo de Bettencourt publicitado através do edital n.º 35/2023 de 28 de fevereiro. A CM de Coimbra deverá deliberar sobre a proposta do júri e tornar pública a decisão até ao próximo dia 30 de junho.
O prémio visa galardoar os trabalhos de Canção de Coimbra com o mínimo de 10 temas e, maioritariamente, compostos por temas cantados, originais ou não, que tenham sido edição de autor ou de editoras, com distribuição comercial nos últimos dois anos. O vencedor receberá 5 mil euros, sendo a sua atribuição oficializada no dia 4 de julho – Dia da Cidade de Coimbra.
O prémio foi instituído a 25 de novembro de 2002 com o objetivo de homenagear o poeta presencista e cultor da Canção de Coimbra, Edmundo de Bettencourt (1899-1973), grande referência da primeira metade do século XX, fruto não só das suas opções temáticas, musicais e estéticas, mas, igualmente, como elo entre o movimento modernista da Canção de Coimbra – por ele criado – e o movimento presencista do segundo modernismo literário português, doutrinado pelo escritor e poeta José Régio.
Realiza-se na próxima terça-feira, 4 de abril, a partir das 14h00, na Casa da Lusofonia, a sessão comemorativa Dia do Antigo Estudante de Coimbra.
O programa do evento – coorganizado pela Universidade de Coimbra (UC), pela Associação Académica de Coimbra (AAC) e Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra (AAEC) – contempla discursos de abertura do vice-reitor da UC para as Relações Externas e Alumni, João Nuno Calvão da Silva, do presidente da Direção-Geral da AAC, João Caseiro, e do presidente da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra, Jorge Castilho, e a exibição de um concerto de homenagem a Luiz Goes.
Após uma intervenção de Francisco Andrade, com moderação de Mariana Martins, vogal da Política Cultural da AAC, o encerramento fica a cargo do presidente da Secção de Fado da AAC, João Sousa, do vice-presidente da Direção-Geral da AAC, Renato Daniel, e do vice-reitor da UC para a Cultura, a Comunicação e a Ciência Aberta, Delfim Leão.
A sessão termina com uma atuação da Secção de Fado da AAC, em homenagem a Luiz Goes.
O Município de Seia vai realizar, em abril, três sessões de esclarecimento nas aldeias do concelho que integram os quatro projetos de intervenção aprovados no âmbito do programa “Condomínio de Aldeia: Programa Integrado de Apoio às Aldeias Localizadas em Territórios Vulneráveis de Floresta”.
A primeira sessão vai ter lugar em Vasco Esteves de Baixo, no dia 4 de abril (14h30), e diz respeito aos programas Condomínios de Aldeia de Outeiro da Vinha e de Vasco Esteves de Baixo, na freguesia de Alvoco da Serra.
No dia seguinte, a 5 de abril (17h00), a apresentação acontece em Corgas, na freguesia de Sandomil, e a 6 de abril (16h30), em Balocas, na União das Freguesias de Vide e Cabeça.
O programa “Condomínio de Aldeia”, do Fundo Ambiental, é uma medida no âmbito do investimento “Transformação da Paisagem dos Territórios de Floresta Vulneráveis” da “Componente C08 – Floresta” do Plano de Recuperação e Resiliência.
Os quatro projetos têm um financiamento no valor de 177 447,81€ e visam a melhoria de gestão e ordenamento de território e a conservação da natureza, através de ações de reconversão de áreas de matos e floresta à volta dos aglomerados populacionais noutros usos, promovendo uma nova função produtiva do solo.
Os condomínios de aldeia incentivam os proprietários a assumir a manutenção dos terrenos garantindo a sua limpeza e promovendo uma ocupação do solo geradora de rendimentos. Têm uma forte componente participativa e de envolvimento da comunidade local, em prol do desenvolvimento económico sustentável destes aglomerados populacionais.
Sob este desígnio, são garantidas comunidades mais resilientes e adaptadas às catástrofes naturais e valorizados os aglomerados rurais do ponto de vista paisagístico e urbanístico e os seus ativos naturais, patrimoniais e culturais.
Os trabalhadores da LUSA começaram hoje a greve por melhores condições de trabalho o que levou hoje a empresa a suspender o serviço noticioso, depois de 14 horas sem publicação de notícias.
“Por respeito à greve decidida pelos trabalhadores e na defesa da dignidade do serviço público prestado pela agência, a Direção de Informação da Lusa decidiu interromper o serviço da agência de notícias. O serviço será restabelecido caso existam condições para esse efeito. A greve foi decretada até às 00:00 de segunda-feira, 3 de abril.” – informa a Lusa.
Após mais de 14 horas sem qualquer notícia na linha, a Direção de Informação da Agência Lusa anunciou o encerramento do serviço: “por respeito à greve decidida pelos trabalhadores e na defesa da dignidade do serviço público prestado pela agência, a Direção de Informação da Lusa decidiu interromper o serviço da agência de notícias”, lê-se, numa nota publicada no site da Lusa.
Este é o resultado da adesão dos trabalhadores da agência pública de notícias à greve, acima de 90%, que começou às 00h00 desta quinta-feira e que vai prolongar-se por mais três dias.
“Os sindicatos representativos da Agência Lusa saúdam a grande adesão à greve por aumentos salariais condignos”, lê-se no comunicado dos sindicatos representativos dos trabalhadores, no qual acrescentam que a expectativa que esta adesão “continue até domingo”.
Esta manhã mais de meia centena de trabalhadores estiveram concentrados em frente à sede, em Lisboa, e outros 20 na delegação do Porto. Amanhã está prevista uma concentração de trabalhadores frente à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, a partir das 10h30. No Porto, os trabalhadores voltam a concentrar-se junto à delegação da agência, a partir das 1h00.
O Sindicato dos Jornalistas, um dos representantes dos trabalhadores nas negociações com a administração da Agência Lusa, a par com o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas e o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços, mantém total disponibilidade para a negociação, de acordo com a vontade dos trabalhadores, suspendendo a greve no caso de ser aceite a proposta apresentada na passada terça-feira.
O Vaticano anunciou que Papa Francisco foi hoje internado devido a uma infeção respiratória e que precisará de ficar “alguns dias” no hospital, noticiou a televisão pública britânica BBC.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, comunica que o “Santo Padre se encontra desde a tarde de hoje no Hospital Gemelli para alguns controles previamente programados”.
Na manhã desta quarta-feira o Papa presidiu normalmente a audiência geral com os fiéis reunidos na Praça São Pedro.
O Papa presidiu hoje normalmente a audiência geral com os fiéis reunidos na Praça São Pedro
No início da noite (horário de Roma), Matteo Bruni acrescentou que “nos dias passados, o Papa Francisco se lamentou de algumas dificuldades respiratórias e esta tarde foi até ao Policlínico A. Gemelli para efetuar alguns controles médicos.
O resultado evidenciou uma infeção respiratória (exclui-se a infeção de Covid 19), que exigirá alguns dias de adequada terapia médica hospitalar. O Papa Francisco ficou comovido com as muitas mensagens recebidas e expressa sua gratidão pela proximidade e a oração.”
O presidente da Câmara da Figueira da Foz disse hoje que o Governo se comprometeu com portagens gratuitas na travessia do Mondego na A17, a partir do dia 25 de Abril.
Pedro Santana Lopes falava aos municípies numa comunicação através das redes sociais, na qual citava o ministro das Infraestruturas, João Galamba, sobre a gratuitidade das portagens naquele troço da autoestrada durante as obras na ponte da Figueira da Foz.
O autarca, eleito pelo movimento Figueira a Primeira, acusou o Governo de não permitir a abertura de um serviço de saúde na margem direita, durante os períodos de interrupção do trânsito na Ponte Edgar Cardoso.
Santana Lopes deixou a garantia de que os serviços municipais estão 24 horas por dia ao dispor dos munícipes para esclarecer questões sobre a interrupção de transito prevista para a ligação entre margens do Mondego, realçando a recém-criada ligação por barco elétrico.