No âmbito das comemorações do Mês da Igualdade, o Município de Góis associa-se à iniciativa da Associação Educativa e Recreativa de Góis (AERG) para a realização do Concerto pela Igualdade e Não-Discriminação, que assinala o 15.º aniversário do Coro-Misto da AERG. O evento terá lugar no próximo dia 25 de outubro, às 21h30, no Auditório da Casa da Cultura de Góis.
Este concerto contará com a participação especial do Coro de Professores de Coimbra e do Coro Canto e Encanto de Canas de Senhorim, reunindo diferentes vozes e estilos musicais num momento de celebração dos valores da igualdade, inclusão e respeito pela diversidade.
A entrada é gratuita, mas está sujeita a reserva obrigatória e presencial de bilhete no Posto de Turismo Municipal de Góis, estando a lotação limitada à capacidade da sala. Esta iniciativa reforça o compromisso do concelho de Góis com a promoção da igualdade e da não-discriminação, através da cultura e da música.
Sede da Filarmónica de Covões foi palco de sessão musical.
Cerca de duas centenas de instrumentistas das quatro bandas filarmónicas de Cantanhede proporcionaram este domingo, 19 de outubro, um excelente momento cultural, no âmbito de mais um Encontro de Bandas do Concelho.
O palco foi a sede da Filarmónica de Covões, cujo auditório foi pequeno para acolher tão numerosa assistência.
A iniciativa resultou num verdadeiro encontro de filarmónicos, em que reinou o ambiente festivo por meio desta nobre expressão artística como é a música.
Com a chuva a impedir o habitual desfile prévio das bandas, coube à Filarmónica da Pocariça, sob a direção do maestro Nuno Baeta, abrir a sessão, com a interpretação de Panorama Lusíada, Francisco Magalhães e Piccolo Polka.
De seguida foi a Filarmónica Marialva de Cantanhede a subir ao palco, com direção artística do maestro Nuno Choupeiro, para interpretar Raquel Alario, Elisabeth, Redemption e Cheerio March.
Depois foi a vez da Phylarmonica Ançanense, que apresentou Overture for Winds, Pasodoble Diego Perez, Homenagem a Fernando Machado Soares e Highland Cathedral, sob a direção do maestro Cláudio Batista.
A fechar a sessão, a anfitriã Filarmónica de Covões, dirigida pelo maestro David Ferreira, interpretou Andrés Alvarez, Ralph Vaughan Williams, Leonard Bernstein e Randy Beck.
Presente no encontro, a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, enalteceu o papel artístico, educativo e social das filarmónicas do concelho, “não apenas por proporcionarem a oportunidade de ensino da música, mas também por constituírem espaço de formação cívica”.
A autarca felicitou os elementos das quatro filarmónicas pelo excelente momento musical que proporcionaram, sublinhando que todos os atributos que caracterizam o movimento filarmónico estiveram em palco, nomeadamente a partilha de emoções pela música.
“Não me canso de afirmar que o movimento filarmónico em Cantanhede tem uma qualidade superlativa e este encontro provou isso mais uma vez”, enfatizou, destacando a assinalável representação e participação de jovens, o que resulta num “verdadeiro encontro intergeracional”.
A organização esteve a cargo das bandas filarmónicas participantes, cabendo particular destaque à anfitriã Filarmónica de Covões, e contou com o Alto Patrocínio do Município de Cantanhede e o apoio da União das Freguesias de Covões e Camarneira.
Entre os dias 13 e 19 de outubro, o Comando Distrital da PSP de Coimbra levou a cabo diversas ações de prevenção e combate ao crime, que resultaram na detenção de 12 indivíduos e na fiscalização intensiva da atividade rodoviária na região.
Das detenções efetuadas durante este período, destacam-se três por resistência e coação sobre funcionário, três por condução sob o efeito do álcool e uma por tráfico de estupefacientes. No âmbito da mesma operação, foram apreendidas 1848 doses de substâncias estupefacientes, entre as quais se incluem liamba, haxixe, heroína, cocaína e crack, além de 334,26 gramas de cogumelos alucinogénios.
No que diz respeito à fiscalização rodoviária, a PSP controlou um total de 416 condutores e realizou 107 testes de alcoolemia. Foram ainda controladas por radar 3787 viaturas e autuados 134 condutores por infrações ao Código da Estrada.
Ao nível da sinistralidade rodoviária, registaram-se 39 acidentes de viação na área de responsabilidade do Comando Distrital da PSP de Coimbra, dos quais resultaram três feridos graves e 11 feridos ligeiros.
A próxima Oficina do Luto, que se realiza amanhã, terça-feira (21 de outubro), às 18h00, no Laboratório do Envelhecimento, terá como convidada Márcia Amorim, Terapeuta do Luto e autora do livro “Há Vida no Luto”.
Dedicada a acompanhar pessoas no processo de reencontro consigo próprias após uma perda, Márcia Amorim traz uma abordagem profundamente humanae transformadora. A sua obra é descrita como “um abraço em forma de palavras, uma luz para quem atravessa a dor da perda”.
Num tempo em que tantas perdas são vividas em silêncio, este encontro propõe um espaço de escuta, empatia e partilha, essencial para quem procura acolhimento e compreensão.
As Oficinas de Luto, que integram o Programa de Apoio a Pessoas em Luto de Ílhavo, realizam-se mensalmente, proporcionando apoio emocional e reflexões sobre o luto, através de atividades temáticas conduzidas por especialistas. As inscrições podem ser efetuadas através do número 234 329 636 ou do email maioridade@cm-ilhavo.pt.
O Centro de Arte Oliva, em S. João da Madeira, inaugura na próxima sexta-feira, 24 de outubro, às 18h30, a exposição “Francisco Relógio – Pinturas e Desenhos Inconjuntos 1955-1997”, uma mostra que traça um percurso alargado pela obra de um dos nomes maiores da arte portuguesa do século XX.
Com curadoria de Nuno Faria, professor convidado na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, esta exposição propõe uma leitura aprofundada da trajetória artística de Francisco Relógio, destacando a sua evolução estética e a riqueza do seu trabalho nas mais diversas expressões plásticas.
A iniciativa resulta de uma parceria entre os municípios de Serpa, Almada e S. João da Madeira, refletindo o empenho conjunto na preservação e valorização da obra do artista, natural de Vila Verde de Ficalho, no concelho de Serpa.
Francisco Relógio, que viveu entre 1926 e 1997, distinguiu-se pelo seu percurso singular no movimento Neo-Realista e por uma produção artística multifacetada, que incluiu pintura, desenho, cenografia, cerâmica e azulejaria. A exposição agora apresentada pretende, mais do que homenagear, criar um ponto de encontro entre a sua obra e o público, tornando acessível o legado de um criador cuja influência marcou várias gerações.
130 pessoas em situação de sem-abrigo foram aliadas no primeiro ano do projeto Passos para um Futuro.
O projeto Passos para um Futuro, desenvolvido pela Fundação A. D. F. P., na sua sede, a Casa Dignidade, já cumpriu um ano de atividade no acompanhamento, capacitação e reinserção social e profissional de pessoas em situação de sem-abrigo.
A equipa foi agora reforçada com uma médica psiquiatra que se associa a enfermeiras, psicólogos, assistentes sociais, juristas, monitores e gestores de casos.
A Fundação acredita que a quase totalidade das pessoas em situação de sem abrigo sofre de doença mental: psicoses, oligofrenia, patologia dual com dependência de consumo de drogas legais e ilícitas.
Sem se atuar na melhoria do estado de saúde de cada doente nunca se resolverá os problemas de exclusão e miséria das pessoas em situação de sem abrigo.
Desde Setembro de 2024, 105 pessoas em situação de sem abrigo participaram em 285 sessões de sensibilização e capacitação em diferentes domínios, desenhadas para promover a autonomia, o desenvolvimento pessoal e a reintegração social, por exemplo: culinária, jardinagem, pintura, promoção de estilos de vida saudável, deveres e direitos laborais, literacia financeira, elaboração de currículo e procura de ofertas de trabalho – processos que, em vários casos, resultaram numa efetiva inserção no mercado de trabalho.
A intervenção em Gestão de Caso abrangeu 25 utentes, garantindo acompanhamento individualizado e contínuo, centrado nas necessidades específicas de cada pessoa. Através desta intervenção, foi possível assegurar 10 encaminhamentos para instituições de acolhimento temporário, apartamentos partilhados ou apartamentos de reinserção, assim como 3 utentes foram encaminhados para Comunidades Terapêuticas. Foi também possível assegurar 8 encaminhamentos para Centros de Resposta Integrada e Unidades de Acolhimento.
Estes números revelam o carácter transformador de uma gestão de caso capaz e eficiente e o seu papel na superação da condição de sem-abrigo.
Paralelamente, foram realizados 123 atendimentos de cuidados básicos de enfermagem, englobando cuidados de primeiros socorros, administração de medicação, tratamento de feridas e avaliação de parâmetros vitais. Estas ações permitiram identificar precocemente situações de risco, promover a adesão a cuidados médicos e reforçar a importância da prevenção e autocuidado.
Foram, ainda, realizados 04 rastreios médicos, em diferentes momentos, ora na Casa Dignidade, ora no Centro de Acolhimento de Emergência Noturno, em parceria com os Paramédicos de Catástrofe Internacional e com a Associação Existências, aos quais se voluntariam a participar, 25 utentes.
A Casa Dignidade assume-se como um espaço de acolhimento e dignidade, onde os utentes encontram conforto, sentem-se respeitados e integrados, e podem usufruir de tempo de qualidade, com oportunidades de aprendizagem e acesso à cultura.
Complementando o trabalho desenvolvido nas instalações, a equipa multidisciplinar do projeto efetuou, regularmente, dois giros de rua semanais, sendo um em horário diurno e outro noturno, com o objetivo de estabelecer contacto direto com pessoas em situação de maior vulnerabilidade, prestar apoio imediato e encaminhar para respostas adequadas. Graças à equipa de rua, acompanharam-se 47 pessoas em situação de sem abrigo, proporcionando apoio psicossocial contínuo e de proximidade.
Como forma de consolidar os resultados alcançados e assegurar uma resposta continuada às pessoas em processo de reintegração, foi recentemente adquirida uma nova casa de acolhimento, a Residência União, destinada a utentes que conseguiram emprego e que se encontram numa situação inicial de transição de sem-abrigo para um outro nível de autonomização.
O Município de Góis associou-se à causa da luta contra o cancro da mama, promovendo uma caminhada solidária no âmbito da iniciativa nacional “Corrida Sempre Mulher”.
O evento teve lugar ontem, na Vila de Góis, e reuniu 42 participantes que, com o seu contributo, ajudaram a angariar fundos para a Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama (APAMCM).
Cada participante adquiriu um kit de participação pelo valor de 14 euros, montante que reverteu na totalidade a favor da APAMCM, traduzindo-se num importante gesto de solidariedade para com todas as mulheres afetadas pela doença.
O Município de Góis agradeceu publicamente a todos e todas os/as participantes pelo espírito solidário e pelo apoio demonstrado, sublinhando a importância destas ações na consciencialização da comunidade e no reforço da ajuda às instituições que trabalham diariamente no apoio a quem mais precisa.
Investimento de cerca de 800 mil euros conta com apoio financeiro do Fundo Ambiental de 700 mil euros.
A Câmara Municipal de Águeda reforçou significativamente a sua capacidade de intervenção ambiental no controlo e remoção dos jacintos-de-água na Pateira de Fermentelos, com a aquisição de uma nova ceifeira aquática de última geração, a Conver MC 106. O novo equipamento permite recolher sete vezes mais jacintos do que a antiga.
Fabricada nos Países Baixos e adquirida por cerca de 800 mil euros, conta com um financiamento de 700 mil euros do Fundo Ambiental e reafirma o compromisso do Município de Águeda com a proteção dos recursos naturais.
A nova ceifeira chegou a Fermentelos no final de setembro, após um exercício logístico complexo de transporte, acompanhado de perto pela empresa fabricante, que esteve no local para garantir o correto desembarque e montagem do equipamento. Durante dois dias, a equipa técnica da empresa ministrou formação especializada aos técnicos municipais, assegurando a sua preparação para operar esta máquina moderna e tecnologicamente avançada, que introduz novas formas de funcionamento e maior eficiência operacional.
Este equipamento é essencial para o combate à proliferação do jacinto-de-água na Pateira de Fermentelos, “um dos maiores e mais valiosos ecossistemas naturais da Península Ibérica”, salientou Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda.
Com uma biodiversidade notável e grande importância ecológica, este é um espaço de elevado valor ambiental, turístico e científico, classificado como Zona Húmida de Importância Internacional (Convenção de Ramsar) e que integra a Rede Natura 2000.
A aquisição desta ceifeira insere-se, sublinha Jorge Almeida, na estratégia municipal de proteção e valorização desta “joia ambiental do concelho e da região” e permitirá melhorar substancialmente a qualidade da água, a biodiversidade e as condições para a fruição turística e desportiva da Lagoa.
Com 16,65 metros de comprimento, 4,75 metros de largura e uma capacidade de carga de 6.500 kg de biomassa (cerca de 18 m³), a Conver MC106 combina sistemas de corte, recolha e descarga automática, permitindo maior rapidez, eficiência e sustentabilidade na remoção das plantas invasoras.
A nova ceifeira, pela sua capacidade, permite recolher sete vezes mais jacintos do que a antiga, o que é um “avanço significativo na intervenção que realizamos”.
Este investimento permite, agora, que o Município de Águeda disponha de duas ceifeiras em operação, garantindo uma maior capacidade de resposta e eficiência na limpeza e preservação da Pateira. A antiga ceifeira, com quase duas décadas de serviço, será recuperada após o início da atividade da nova máquina, assegurando um trabalho complementar e contínuo no controlo das espécies invasoras.
“A Pateira de Fermentelos é um dos maiores símbolos ambientais do concelho e um património natural de valor incalculável. Com esta nova ceifeira, damos mais um passo na proteção da biodiversidade e na defesa de um futuro sustentável”, destacou Jorge Almeida, sublinhando que a atuação do Município visa “proteger a biodiversidade, conservar a natureza e garantir que Águeda continue a ser um exemplo de gestão ambiental responsável”.
Recordando a Pateira de Fermentelos é a maior lagoa natural da Península Ibérica, partilhada pelos concelhos de Águeda, Oliveira do Bairro e Aveiro, sendo Águeda o único Município que trata e combate os jacintos-de-água, o Edil garante que a Autarquia “continuará a investir em soluções inovadoras e sustentáveis, que assegurem a preservação dos ecossistemas e um futuro ambientalmente equilibrado para as próximas gerações”.
A Igreja Moçárabe de Lourosa, Monumento Nacional com 1113 anos, situada na freguesia de Lourosa, está a circular pelo mundo em selos dos CTT – Correio de Portugal, no âmbito de uma coleção dedicada à Arquitetura Religiosa de Portugal.
A presente emissão de selos dos CTT é parte integrante do primeiro volume da obra “Breve Viagem pela Arquitetura Religiosa em Portugal”, da autoria de Cristina Cordeiro, e centra-se, como o nome indica, na arquitetura, em constante diálogo com o contexto histórico em que cada momento se inscreve.
O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, refere que ver a Igreja Moçárabe de Lourosa integrada nesta coleção de filatelia é “um motivo de orgulho e de reconhecimento, à escala nacional e internacional, da história, das pessoas e da memória do concelho”, na medida em que cada selo “projeta a identidade cultural do território e projeta uma memória que se mantém viva”.
Num tempo em que os blocos filatélicos continuam a ser considerados peças de prestígio entre colecionadores, para a vereadora da Cultura e do Turismo da Câmara Municipal, Graça Brito, ver figurado em selos “um dos mais importantes símbolos de Oliveira do Hospital, que une passado, presente e futuro, é também uma importante forma de promoção e divulgação do território”.
Com esta oportunidade, “levamos não só o nome como a riqueza do património do concelho a diversos setores e áreas, desde o turismo à cultura, à religião, à educação e até à investigação histórica e ao colecionismo.
Acreditamos que cada selo que circula desperta curiosidade, convida à descoberta e transforma-se num verdadeiro embaixador da identidade e da memória de Oliveira do Hospital”.
A coleção “Breve Viagem pela Arquitetura Religiosa em Portugal” é composta por quatro selos alusivos a monumentos históricos nacionais – Anta-capela de São Dinis, Pavia; Igreja de Santana do Campo, Arraiolos; Capela de São Frutuoso de Montélios, Braga; Igreja Moçárabe de São Pedro de Lourosa, em Oliveira do Hospital – com uma tiragem de 50 mil exemplares cada, e ainda por um bloco filatélico.
“Perde-se na noite do tempo”, segundo a autora da obra, a história da Igreja Moçárabe de Lourosa, que agora figura nesta viagem pelo mundo através de selos, naquele que é “um passeio com paragem obrigatória a cada encruzilhada da história” e por locais religiosos “que desempenharam um papel importante no povoamento e no ordenamento territorial”.
A Igreja Moçárabe de Lourosa., Monumento Nacional desde 1916, é um exemplar raro de arquitetura pré-românica na Península Ibérica, com forte interesse por apresentar influências ditas “moçárabes”, ou seja, cristãs que viveram durante o domínio muçulmano na Península, embora haja debates quanto à origem exata desse estilo no caso em concreto.
Datada de 912d.C é considerada uma das igrejas mais antigas de Portugal e única na Península Ibérica com culto ativo. Sob a igreja e no adro existem sepulturas escavadas na rocha, algumas antropomórficas, que indicam utilização funerária antiga.
Pela combinação de elementos visigóticos, moçárabes e islâmicos torna-a singular no panorama patrimonial português. O orago da igreja é dedicado à “Cadeira de São Pedro de Antioquia”, o que também é apontado como único em território português.
Executivo Municipal reuniu pela última vez a 15 de outubro.
O executivo camarário aprovou duas propostas da presidente da Câmara, Helena Teodósio, de atribuição de votos de reconhecimento a todos quantos exerceram funções no mandato 2021-2025, nos diferentes órgãos autárquicos, bem como aos colaboradores do grupo autárquico de Cantanhede.
Foi na reunião ordinária de 15 de outubro, que assinalou na prática o encerramento do mandato, que as propostas da presidente da autarquia cantanhedense foram aprovadas por unanimidade.
Em relação aos vereadores, Helena Teodósio começou por enaltecer “a nobreza de conduta e o espírito construtivo”, assim como “a lealdade institucional e a dedicação ao serviço público” que prevaleceu sempre nas reuniões da Câmara Municipal.
“De facto, através da atitude responsável e do compromisso com os valores da ética pública, todos os Senhores Vereadores ajudaram a criar um ambiente de trabalho assente na confiança, no respeito mútuo e na busca das melhores soluções para atender às necessidades e às aspirações dos munícipes e da comunidade”, sublinhou.
A proposta destaca ainda a “postura construtiva” dos membros da Assembleia Municipal no debate em torno dos dossiês estruturantes para o futuro do concelho, bem como aos autarcas de freguesia, “pela forte identificação que demonstraram ter com a causa do progresso e do desenvolvimento do território”, conforme ficou bem evidenciado na forte cooperação mantida com a Câmara Municipal na definição de respostas estruturadas para todas as áreas essenciais da vida em comunidade.
Já no voto de reconhecimento aos colaboradores do universo autárquico – designadamente da Câmara Municipal, da INOVA-EM, e das associações ABAP – Associação Beira Atlântico Parque e Biocant – Associação -, a proposta evidencia o “extraordinário trabalho desenvolvido ao longo dos últimos quatro anos, traduzido em excelentes resultados em múltiplos indicadores de desempenho, gestão e qualidade de serviço público”.
“Nesse período em que emergiram grandes desafios que obrigaram a importantes alterações orgânicas, foi o profissionalismo, o sentido de responsabilidade o espírito de missão dos trabalhadores do Município que permitiram concretizar uma estratégia coerente e sustentada de desenvolvimento económico, social, cultural e ambiental que reforçou o estatuto de Cantanhede como um concelho de referência na região e no país”, pode ler-se.