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Município entrega lembranças às crianças do CAT de Sangalhos

O Município de Anadia, na pessoa da Vereadora Jennifer Pereira, com o Pelouro da Ação Social, procedeu, esta quinta-feira, 22 de dezembro, à entrega de uma pequena lembrança às crianças que se encontram no Centro de Acolhimento Temporário (CAT) da Misericórdia da Freguesia de Sangalhos, também conhecido como “Casa da Criança”.

O Município associa-se, assim, nesta época tão especial e com tanto simbolismo, a esta causa contribuindo com uma oferta simbólica, crendo que a mesma possa trazer algum conforto nesta época repleta de emoções. Jennifer Pereira deixou ainda uma palavra de esperança e de apreço à Misericórdia da Freguesia de Sangalhos, por “criar as condições necessárias” para acolher as crianças que “só com um sorriso, nos dão tanto amor e merecem muito mais do que a vida lhes tem oferecido”.

Presidente da República visita Gouveia no dia 26 de dezembro

Marcelo Rebelo de Sousa vai estar em Gouveia no âmbito de uma visita aos territórios da Serra da Estrela afetados pelos incêndios deste verão.

No próximo dia 26 dezembro, o Presidente da República vai visitar os territórios da Serra da Estrela afetados pelos incêndios florestais deste verão. A visita decorre no período da manhã, nos concelhos da Covilhã, Manteigas e Seia. E durante a tarde, em Gouveia, Celorico da Beira e culminará na Guarda.
Em Gouveia, Marcelo Rebelo de Sousa vai estar, pelas 15h00, em Folgosinho, onde irá visitar o Quartel dos Bombeiros Voluntários, seguindo depois para os Casais de Folgosinho, onde contacta com as populações locais afetadas pelos incêndios deste verão.
Recorde-se que a última vez que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve em Gouveia, foi em 2018, na sequência dos incêndios florestais de outubro de 2017.

Luz da Paz de Belém chegou aos Paços do Concelho da Sertã

O Agrupamento 170 do Corpo Nacional de Escutas (CNE) da Sertã levou a “Luz da Paz de Belém” ao edifício dos Paços do Concelho da Sertã. A entrega simbólica decorreu no passado dia 21 de dezembro de 2022.

Carlos Alberto de Miranda, Presidente da Câmara Municipal da Sertã, recebeu a comitiva do Agrupamento 170 CNE Sertã, composta por Vitor Lopes (Chefe de Agrupamento), João Sequeira (Chefe Adjunto), Lurdes Sequeira e Nuno Farinha (Dirigentes) e Celeste Lourenço (Equipa de Animação dos Lobitos). Para o autarca “esta iniciativa reveste-se de um enorme simbolismo, acentuado pela época natalícia e pelo contexto mundial que atravessamos. Mais do que nunca, é urgente apelarmos à paz e promover valores fundamentais como a empatia, a fraternidade, a bondade, a compaixão e a solidariedade”.

A “Luz da Paz de Belém” surgiu pela primeira vez em 1986, na Áustria, numa iniciativa promovida pela televisão pública e pelos escuteiros austríacos, como parte de uma campanha de solidariedade denominada “Light into Darkness” (Luz para a Escuridão). Atualmente, a luz é recolhida na Gruta da Natividade, em Belém, nunca se apaga e, com esta iniciativa de partilha, chega a todo o mundo.

A 11 de dezembro a Basílica da Santíssima Trindade, em Fátima, acolheu a Cerimónia Nacional da Partilha da Luz da Paz de Belém de 2022. Posteriormente, o Agrupamento 170 do CNE Sertã foi receber a Luz da Paz de Belém a Constância, tendo partilhado com a comunidade em eucaristia no dia 17 de dezembro. Após a entrega no Edifício dos Paços do Concelho, a partilha prossegue pelos Bombeiros Voluntários da Sertã, Lar Nossa Senhora do Carmo, Junta de Freguesia e GNR. Em 2022 o Corpo Nacional de Escutas assinala o seu centenário, contexto em que a entrega da Luz da Paz de Belém assume um simbolismo ainda maior: a missão consiste em levar a luz em cada um e espalhá-la como sinal de Paz.

Circulação cortada na Estrada Nacional 330 em Fornos de Algodres

A circulação na Estrada Nacional 330 (EN330), em Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, está cortada desde quinta-feira, informou esta sexta-feira a Infraestruturas de Portugal (IP).

O trânsito na estrada foi cortado entre os quilómetros 31 e 32, em Fornos de Algodres, devido a “perigo de deslizamento de pedras e lama”, já que durante a manhã de quinta-feira “ocorreram deslizamentos de terra para via”.

“As equipas estão no terreno a proceder à remoção de terras da via”, disse hoje à agência Lusa fonte da IP, adiantando que não é ainda possível estimar quando será possível reabrir a estrada.

A Câmara de Gouveia, igualmente no distrito da Guarda, também deu nota de que a Estrada Nacional 330 está cortada ao trânsito, devido a um “movimento de massas (derrocada), junto à pedreira de Vila Franca da Serra”, no concelho de Gouveia.

A via, que liga Fornos de Algodres a Gouveia, está cortada no “troço entre Vila Franca da Serra e Fornos de Algodres”, especifica a autarquia.

Queda de talude suspende circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa

A queda de um talude obrigou à suspensão da circulação ferroviária na Linha Beira da Baixa, entre Fratel e Barca da Amieira, nos distritos de Castelo Branco e Santarém, informou a Infraestruturas de Portugal.

Segundo uma nota de imprensa da Infraestruturas de Portugal (IP), a queda do talude ocorreu ao quilómetro 52,260, o que obrigou à suspensão da circulação ferroviária no troço entre Fratel, no concelho de Vila Velha de Ródão, distrito de Castelo Branco, e Barca da Amieira, no concelho de Mação, distrito de Santarém.

Fonte da IP disse à agência Lusa que as equipas de manutenção “estão no terreno a proceder à remoção de terras”. Só depois da conclusão dos trabalhos é que será reposta a circulação ferroviária, não existindo, para já, uma estimativa da hora da sua reabertura.

A Linha da Beira Baixa liga as cidades do Entroncamento e Guarda, passando ainda por Abrantes, Vila Velha de Ródão, Castelo Branco, Fundão e Covilhã.

Seia apoia protagonistas da “Festa da Transumância e dos Pastores“

A “Festa da Transumância e dos Pastores“, realizada no presente ano, só foi possível, mais uma vez, graças aos pastores e aos seus rebanhos, o Município de Seia atribuiu, no dia 21 de dezembro, a cada um dos quinze participantes, um apoio de 1.000 euros.

O apoio foi atribuído no âmbito do projeto em rede “TERRAS DA TRANSUMÂNCIA, que integra os municípios de Seia, Gouveia, Castro Daire e a Agência de Desenvolvimento Gardunha 21, estruturado através de uma candidatura ao Programa CENTRO 2020.

O projeto foi criado tendo em vista, não só, a preservação e divulgação da prática da transumância, mas de todo o património cultural e natural associado, reconhecendo a importância da atividade pastoril tradicional na manutenção da paisagem cultural da serra da Estrela. De igual modo, visa dinamizar o turismo, aumentando a oferta de atividades turísticas, contribuindo assim para o desenvolvimento socioeconómico da região.

A Festa da Transumância e dos Pastores oferece ao visitante a possibilidade de acompanhar os pastores e respetivos rebanhos, desde a Terra Chã às pastagens da serra da Estrela, proporcionando uma experiência única e de elevada autenticidade.

O encontro com os pastores serviu, igualmente, para analisar algumas das principais dificuldades com que estes se debatem, desde a necessidade de disponibilização de apoio técnico aos pastores e às atividades pastoris, a melhoria da gestão do uso dos baldios serranos (em articulação com as respetivas comissões de baldios) ou a limpeza de canadas e outras vias de uso pecuário.

No final foi concertada a data da próxima edição da Festa da Transumância e dos Pastores, que se irá realizar a 1 de julho de 2023.

Árvore abatida em Aveiro vai ser transformada em obra de arte

A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) informa que procedeu na manhã da passada quinta-feira, dia 22 de dezembro, a uma importante e urgente operação de retirada de uma árvore da Avenida 25 de Abril, junto à entrada da Escola Básica e Secundária Dr. Mário Sacramento, pelo perigo que representava para pessoas e bens, nomeadamente para as várias centenas de crianças e jovens que ali circulam todos os dias.

Efetuado o corte, a CMA decidiu manter o tronco da árvore em questão, que vai ser esculpido por um artista, criando assim uma nova obra de arte nesta cidade, numa ação que procura sensibilizar os cidadãos para a importância de reutilização das matérias primas e cativar os mais novos para as áreas de trabalhos manuais, da arte e da cultura.

‘Natal 2022’. Registadas quase 2 mil contraordenações rodoviárias em 24h

Em relação à sinistralidade rodoviária registada neste período, houve três vítimas mortais que resultaram de acidentes.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou, esta sexta-feira, que nas últimas 24h e no âmbito da Operação ‘Natal 2022’ foram registadas 1907 contraordenações rodoviárias por todo o país.

De acordo com um comunicado enviado à TVC, o período os números em questão foram contabilizados no período entre o dia de ontem e as 8h de hoje.

Das 1907 contraordenações rodoviárias registadas, a maioria (557) foi por excesso de velocidade. Também foi possível apurar durante estas horas que, pelo menos, 137 condutores circulam nas estradas sem ter feita a inspeção periódica obrigatória.

Já 64 contraordenações foram registadas por  falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças e 49 por uso indevido de telemóvel no exercício da condução. O menor registo de contraordenações foi no que diz respeito à falsa de seguro de responsabilidade civil obrigatório, contabilizando-se 38.

Sinistralidade rodoviária

“Relativamente à sinistralidade rodoviária, a GNR registou 265 acidentes, dos quais há a registar 3 vítimas mortais, 4 feridos graves e 50 feridos leves”, lê-se ainda na nota.

De acordo com as autoridades, as vítimas mortais resultaram de duas colisões entre dois veículos ligeiros – uma delas na A22 e outro em Esmoriz. Já o terceiro acidente que resultou numa vítima mortal neste período foi um despiste ligeiro de passageiros com capotamento, em Azoia de Cima, Santarém.

Lisboa. Associação dá ceia a pessoas em situação de sem-abrigo no sábado

A Associação Remar organiza sábado a 15.ª edição da Ceia de Natal Solidária para pessoas em situação de sem-abrigo na cidade de Lisboa, esperando servir cerca de 500 refeições na Praça do Martim Moniz, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Associação Remar Portuguesa explicou que esta ceia já “é uma tradição na cidade de Lisboa”, será totalmente gratuita e aberta a toda a população em situação de sem-abrigo ou em situação de enorme vulnerabilidade social.

Este ano, contrariamente a anos anteriores, na Praça do Martim Moniz não será montada a tenda de 200 metros quadrados onde é habitualmente servida a ceia.

De acordo com a associação, como “não foi possível o apoio da empresa que habitualmente patrocina o evento com a montagem da tenda”, a refeição será em formato ‘take away’ nas carrinhas da instituição que vão estar estacionadas na praça e onde, dezenas de voluntários, vão ajudar a distribuir a tradicional ceia de Natal: bacalhau, batatas e couves, alem dos doces tradicionais e a distribuição de prendas.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, com a equipa Projeto Municipal para a Pessoa em Situação de Sem-Abrigo, e de várias empresas e particulares.

De acordo com a associação, a ceia irá começar a ser servida a partir das 19h00 de sábado, véspera de Natal.

Pelo menos 185 freguesias pediram ao parlamento para se desagregarem

Pelo menos 185 freguesias agregadas em 2013 pediram, até quarta-feira, ao parlamento para se desagregarem, no âmbito do mecanismo especial criado para reverter a chamada “lei Relvas”, disse à Lusa fonte parlamentar.

De acordo com Isaura Morais, a presidente da Comissão parlamentar que acompanha o Poder Local, “caso as propostas recebidas se realizem, acrescentarão 185 freguesias, às 3.091 existentes” atualmente.

“Dado o elevado número de documentação recebida, quer no formato papel quer através de correio eletrónico, e sendo que ainda nos encontramos a receber documentação que se encontra em trânsito, será efetuada uma segunda contagem no início de janeiro”, acrescentou a deputada social-democrata.

O regime jurídico de criação, modificação e extinção de freguesias, que entrou em vigor em 21 de dezembro de 2021, prevê um mecanismo transitório que dava um ano às freguesias agregadas na reforma administrativa de 2013 para pedirem a reversão da fusão realizada ao abrigo da chamada “lei Relvas”, caso ainda o desejem, e segundo determinados critérios.

A leitura da lei aceite até agora prevê que os pedidos de desagregação, depois de cumpridos formalismos nas Assembleias de freguesia e municipais, deveriam ser entregues no parlamento até à passada quarta-feira (21 de dezembro), aceitando-se ainda processos ainda em trânsito nos correios, desde que com carimbo de envio nessa data.

No entanto, a Associação Nacional de Freguesias (Anafre) defende uma nova interpretação da lei com base em pareceres jurídicos que levam a outro entendimento sobre os prazos, disse à Lusa Jorge Veloso (PS), presidente da Anafre.

Para a Anafre, o prazo estabelecido de um ano após a publicação da lei das freguesias pode referir-se ao início do processo e não à sua entrega na Assembleia da República.

Desse modo, bastaria que um processo tivesse sido iniciado na quarta-feira na respetiva assembleia de freguesia ou “até a entrega ao próprio presidente da Assembleia de um pedido de Assembleia extraordinária para a apreciação de um processo”.

“Vários pareceres de juristas apontam neste caminho”, disse Jorge Veloso, que tem também a expectativa de que o prazo seja, “de algum modo, alargado”.

Entretanto, o PCP entregou na Assembleia da República uma proposta de alteração ao procedimento especial de reposição de freguesias, na qual “propõe o alargamento do prazo por mais um ano para a entrada dos processos na Assembleia da República”.

Os comunistas consideram que o mecanismo encontrado para possibilitar a reversão da fusão das freguesias, caso seja a sua vontade, “não responde à reivindicação das populações” porque condiciona a reposição das autarquias “ao cumprimento de um conjunto de critérios restritivos que impedem que muitas freguesias possam ser repostas, como defendem as populações e os respetivos órgãos autárquicos”.

Por isso, propõe também que sejam removidos alguns “obstáculos”, como a exigência de uma fundamentação de que a extinção da freguesia foi um erro, defendendo que uma freguesia deve ser reposta se o pretender, “mesmo que as demais não o pretendam”.

Depois de darem entrada no parlamento, os pedidos de desagregação de freguesias serão validados “por um grupo de trabalho que irá ser criado e há ainda a probabilidade de criação de uma unidade técnica para poder avaliar os processos”.

“Alguns dos processos poderão não estar em conformidade e depois teremos um período para convidar ao aperfeiçoamento, para poderem entregar em conformidade com os critérios que estão definidos. Só depois de cumprirem os critérios, os pedidos serão transformados em projeto de lei para poder acontecer” a separação das freguesias, explicou Isaura Morais, salientando que “o espírito do legislador, quando foi criada esta lei, era para que todo este processo estivesse concluído para as autárquicas de 2025”.

Em 2013, Portugal reduziu 1.168 freguesias, de 4.260 para as atuais 3.091 juntas, por imposição da ‘troika’ em 2012, quando era responsável o ministro Miguel Relvas no Governo PSD/CDS-PP.

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