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Coimbra aprova orçamento superior a 21 milhões de euros para 2023

A Assembleia Municipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra aprovou o orçamento para 2023, no montante de cerca de 21 milhões de euros, representando um acréscimo de dois milhões de euros face ao orçamento de 2022.

Num comunicado, a CIM refere que o orçamento e as Grandes Opções do Plano (GOP) foram aprovados, por unanimidade, na terça-feira, no Cineteatro Municipal Messias, na Mealhada.

Em 2023 vão ser desenvolvidas ações destinadas a “pensar as políticas de interação com o território, reforçando o posicionamento da Região de Coimbra no contexto nacional e internacional, com destaque para vários projetos europeus e nacionais e para a importância da implementação da política intermunicipal de habitação”.

Este orçamento representa as opções da instituição para o próximo ano, designadamente no que respeita à aposta dos “diversos eixos na sustentabilidade” e na aposta na “área ambiental, como região escolhida pela União Europeia para participar na missão para a adaptação às alterações climáticas”, afirma a CIM.

“Este orçamento, em consonância com a visão estratégica da CIM, tem em consideração o equilíbrio financeiro, a sustentabilidade e o desenvolvimento da região, bem como eixos prioritários para o próximo ano”, disse, citado na nota de imprensa, o presidente da CIM da Região de Coimbra, Emílio Torrão.

O orçamento reflete “todos os projetos em que a CIM Região de Coimbra está envolvida, com recurso a fundos comunitários e outras fontes de financiamento externo”, afirmou Emílio Torrão, referindo-se à aposta contínua nos projetos ligados aos transportes, educação, saúde, património natural e construído, cultura, turismo, gastronomia, proteção civil e inclusão social, enquanto investimentos de âmbito intermunicipal, fomentando parcerias entre agentes regionais e indo ao encontro das políticas públicas.

Integram a CIM Região de Coimbra os municípios de Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua e Vila Nova de Poiares, do distrito de Coimbra, e Mealhada e Mortágua, dos distritos de Aveiro e de Viseu, respetivamente.

Perda de financiamento do Música em Leiria é “inaceitável e inexplicável”

O festival Música em Leiria perdeu o financiamento que recebia há 40 anos, na sequência dos últimos concursos para o Programa de Apoio Sustentado da Direção-Geral das Artes (DGArtes), uma decisão que o presidente do Orfeão de Leiria considera “inaceitável, incomum e inexplicável”.

A candidatura apresentada para o quadriénio 2023-2026 na área da Programação recebeu a pontuação final de 67,87%. As estruturas são elegíveis para apoio a partir dos 60%, mas o projeto do Orfeão de Leiria ficou de fora por falta de orçamento disponível.

A 41.ª edição está prevista para 2023 mas o festival ressentiu-se da forte quebra na pontuação atribuída relativamente ao concurso de 2020/21. 

“É inaceitável, incomum e inexplicável”, afirmou à agência Lusa o presidente do Orfeão de Leiria, Vítor Lourenço, criticando no veredicto do júri “muitas incongruências e incompatibilidades”.

A disparidade entre “os objetivos da candidatura que o ministro da Cultura traçou” e “aquilo que é a apreciação do júri” é identificada na intenção manifestada de “sustentar instituições que têm um histórico e que sempre foram apoiados por mérito” e de “privilegiar os projetos que criam emprego sustentável no setor”. O Orfeão tem 76 postos de trabalho, seis dos quais responsáveis pela produção do festival.

Para a instituição, “a incompreensão maior” reside na quebra de avaliação, que faz com que o Música em Leiria, “que há quatro anos ficou em quarto lugar a nível nacional”, agora, “sendo um projeto mais rico a nível de conteúdo, fica em 31.º e cai na linha dos não-apoiados”.

O presidente do Orfeão aponta o dedo aos jurados escolhidos pela DGArtes:

“Os critérios comunicados são os mesmos do concurso anterior, mas mudou o júri”.

A contestação à classificação apresentada pelo conservatório de artes de Leiria teve como resposta da DGArtes que “a análise efetuada às candidaturas tem subjacente uma margem de livre apreciação, tendo em conta as competências técnico-profissionais do júri”, o que implica “margem de livre e subjetiva apreciação que estes concursos acarretam”, cita Vítor Lourenço. 

“Se é subjetiva, como se pode dizer que isto foi uma avaliação independente e objetiva? É incompatível uma coisa com outra. E se é subjetiva, como é que se tem um crivo tão fino que se classificam candidaturas à centésima? Nunca isto aconteceu”, lamentou. 

Apesar da “surpresa total” com a decisão da DGArtes, o Música em Leiria “vai acontecer “entre meados de março e fins de março”.

Atualmente, há contactos para tentar reforçar o apoio dos vários municípios e das empresas que patrocinam o evento. A instituição vai ainda recorrer da decisão para o diretor-geral das Artes e tentar a candidatura aos apoios pontuais, avançou. 

“O Orfeão tem 75 anos de vida e tem energia e força para dar a volta a estas tormentas provocadas do exterior. No início de janeiro vamos ver se temos condições para ter o mesmo programa ou se teremos de cortar, de acordo com as verbas que temos”, concluiu o dirigente. 

Nelas: Autarquia entrega 51 cabazes a famílias vulneráveis

No decorrer da campanha solidária “Por um Sorriso Maior”, a Autarquia de Nelas entregou 51 cabazes de Natal a 51 famílias em situação de maior vulnerabilidade no concelho.

«Decorrente da Campanha Solidária “Por Um Sorriso Maior”, lançada pelo Município de Nelas, entre os dias 10 e 18 de dezembro de 2022, no mercado de Natal, e em articulação com o SMAES (Serviço Municipal de Apoio à Economia Social), foram entregues 51 cabazes compostos por produtos alimentares e de higiene, às famílias que se encontram numa situação de maior vulnerabilidade social e económica, abrangendo o total de 133 munícipes, dos quais 95 são adultos e 38 são crianças», explica o Município Nelense.

A campanha contou com a participação da comunidade em geral, Jardins de Infância e 1.º CEB das Instituições Particulares de Solidariedade Social, dos Agrupamentos de Escolas de Canas de Senhorim e de Nelas, das Farmácias Monteiro e Pelourinho de Canas de Senhorim, Farmácia Azevedo Pereira de Carvalhal Redondo, Farmácia Albino Pais e Misericórdia de Nelas.

De salientar também o contributo e dedicação dos colaboradores da Empresa Lusofinsa de Nelas, que prontamente se disponibilizaram para uma recolha em prol desta mesma campanha solidária, bem como das cadeias de supermercados que prestaram um auxílio fundamental.

Aluna de Arquitetura da Universidade de Coimbra distinguida com prémio internacional

Inês Nunes, aluna do Doutoramento em Arquitetura CoimbraStudio do Departamento de Arquitetura (DARQ) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) venceu o IASTE Lifchez-Berkeley Award para o melhor artigo apresentado no International Association for the Study of Traditional Environments (IASTE) Congress 2022 em Singapura, e ainda uma Attendence Grant de incentivo à sua investigação.

Intitulado “Female Disruptions Tropical Modernism” o artigo apresentado aborda a função social de duas arquitetas, de formação moderna, que souberam desafiar os paradigmas internacionalistas e tropicalistas do Movimento Moderno, através do seu trabalho realizado no oriente: Jane Drew, na Índia, e Minnette da Silva, no Sri Lanka.

A doutoranda recebeu um apoio de 1000 dólares, 500 pelo artigo premiado e restante como Attendence Grant.

O Prémio IASTE-Berkeley reconhece o melhor artigo submetido à conferência por um estudante ou bolsista júnior, desde que seja aceitável para publicação na revista TDSR.

O executivo municipal de Góis votou favoravelmente o Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação apresentado em reunião de câmara.

Para um futuro mais igual e menos discriminatório.

A Câmara Municipal de Góis é parceira do Projeto Igualdade – Beira Serra -“Beira Serra: Sim à Igualdade e Não Discriminação”, candidatura aprovada no âmbito da Ação 3.17.1 – “Estruturas de atendimento, acompanhamento e apoio especializado a vítimas de violência doméstica e violência do género e sensibilização e produção de materiais nestas áreas”. Em 9 de dezembro de 2021, foi assinado o “Protocolo para a Territorialização da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica”, estrutura criada no território da Beira Serra e rede de parceiros com vista a assegurar as condições para garantir uma cobertura nacional equilibrada e qualificada da rede nacional de apoio à vítima de violência doméstica, bem como a articulação e o trabalho em rede dos serviços e respostas já disponíveis, ou a criar, tendentes à melhoria da sua eficácia e eficiência.

No âmbito do protocolo de cooperação celebrado entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e o Município de Góis foi constituída a Equipa de Igualdade na Vida Local, composta por cinco elementos.

A implementação do Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação no Concelho de Góis, para o período compreendido entre 2023 e 2026, é um compromisso político para a promoção da igualdade de género e não discriminação, com vista à melhoria da qualidade de vida das mulheres e dos homens do nosso território.

A Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra, e os 19 municípios que a integram, candidataram-se ao Aviso n.º POISE 22-2020-02, promovido pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, na tipologia 1.06 – apoio técnico à elaboração e monitorização da execução e avaliação dos planos de igualdade. Neste âmbito, foi aprovado o Projeto “Região de Coimbra com Igualdade”. O projeto consubstancia-se na promoção de ações relativas ao desenvolvimento de diagnósticos, à elaboração, implementação, divulgação e avaliação de planos para a igualdade, de âmbito municipal. Assim, o objetivo do presente projeto é a implementação do Plano Municipal para a Igualdade e a Não Discriminação por cada um dos municípios da CIM Região de Coimbra. As autarquias locais promovem os interesses próprios das respetivas populações e asseguram a integração da perspetiva de género em todos os domínios de ação do município, assumindo um papel impulsionador, enquanto agentes de desenvolvimento e entidades privilegiadas para a concretização de ações e medidas que permitam a territorialização e apropriação local dos objetos da Estratégia Nacional para a Igualdade e Não Discriminação – Portugal + Igual (ENIND).

Município de Mira convida a usufruir das últimas ondas do ano, na Praia de Mira

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No último dia do ano, 31 de dezembro, o Município de Mira convida a população a usufruir das últimas ondas do ano, na Praia de Mira, promovendo atividades de surf no âmbito do projeto Surf Spot Região de Coimbra, numa parceria da Câmara Municipal com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.

Dedicado à promoção de desportos aquáticos e com a cooperação da Secret Surf School, a manhã será dedicada ao Stand Up Paddel, a partir das 10 horas, na Barrinha da Praia de Mira, ficando a tarde dedicada ao surf, com a realização de dois momentos de batismos de Surf, às 14h30 e 15h30.

A participação nas atividades é gratuita, contudo limitadas a 15 participantes por atividade, bastando aos interessados efetuarem a sua inscrição (obrigatória), até às 13 horas do dia 30 de dezembro, através do link: https://bit.ly/3WujOfK.

Estas atividades antecedem o Réveillon RFM Praia de Mira 2022/2023, que promete uma grande noite de Passagem de Ano e um fim de semana de muita adesão à Praia de Mira. O programa para a noite de fim de ano começa com a atuação de grupo Funil & Abelhinha,seguindo-se um espetáculo piromusical na Barrinha da Praia de Mira. De seguida, sobem ao palco os D.A.M.A, que irão animar a entrada do novo ano, seguidos do DJ Raul Lemos e dos DJ’s Rich&Mendes.

O evento Surf Spot Região de Coimbra resulta da Candidatura PTI – Promoção de Produtos Turísticos Integrados, financiado pelo Centro 2020, é promovido pela CIM Região de Coimbra, em parceria com os Municípios de Cantanhede, Figueira da Foz e Mira.

SURF SPOT REGIÃO DE COIMBRA NA PRAIA DE MIRA

Programa previsto:

Sábado, 31 de dezembro

10h00 –Stand Up Paddel na Barrinha da Praia de Mira

14h30 –Batismos de Surf

15h30 –Batismos de Surf

Sepultura são primeiro cabeça de cartaz para Vagos Metal Fest de 2023

A banda brasileira Sepultura é o primeiro cabeça de cartaz da próxima edição do Vagos Metal Fest, que vai acontecer entre 03 e 05 de agosto de 2023, anunciou hoje a organização.

Em comunicado, a promotora Amazing Events indicou que os Sepultura vão apresentar “uma ‘setlist’ de luxo, num concerto que integra os maiores êxitos da sua carreira”.

Os Sepultura são compostos pelo norte-americano Derrick Green na voz e pelos brasileiros Andreas Kisser, na guitarra, Eloy Casagrande, na bateria, e Paulo Jr., no baixo, sendo este último o único membro fundador que ainda permanece no grupo (Kisser integra a banda desde o disco ‘Schizophrenia’, de 1987).

O mais recente disco de originais da banda, que é presença recorrente em palcos portugueses, data de fevereiro de 2020, intitulado ‘Quadra’. Em 2021, lançaram ‘SepulQuarta’, fruto de colaborações com outros músicos criadas durante a pandemia.

A última visita da banda a Portugal aconteceu no mês passado, no Hard Club, no Porto.

Os Sepultura juntam-se, assim, a um cartaz que já inclui o norte-americano Midnight, os australianos Be’lakor, os portugueses Corpus Christii (em estreia no festival) e os também nacionais Glasya.

Os passes para o evento já estão à venda, por um custo de 85 euros mais taxas.

Teatro Nacional S. João abre ano com ‘Tratado, a Constituição Universal’

As peças ‘Tratado, a Constituição Universal’, de Diogo Freitas, e ‘Casa Portuguesa’, de Pedro Penim, marcam, em janeiro, o arranque da programação de novo ano no Teatro Nacional São João (TNSJ), divulgou hoje o Nacional do Porto.

No primeiro mês de 2023, a programação do TNSJ arranca no dia 5 com ‘Tratado, a Constituição Universal’, que vai estar em cena no Teatro Carlos Alberto até dia 8.

Com encenação de Diogo Freitas, -Tratado, a Constituição Universal’ tem interpretação e texto partilhados por Filipe Gouveia, Genário Neto, Inês Fernandes, Maria Teresa Barbosa e Pedro Barros de Castro e é uma coprodução do TNSJ.

“Questionar a sociedade e os sistemas políticos — nomeadamente a democracia, pelo seu insucesso na resolução de questões como o fascismo, o racismo, a xenofobia ou a guerra”, é o objetivo desta produção, lê-se no comunicado que descreve a peça de Diogo Freitas, diretor artístico da jovem estrutura Momento – Artistas Independentes.

O enredo passa-se nos Estados Democráticos Unidos, onde cada Estado é governado por um regime diferente e onde os conceitos de naturalidade e de migração não existem.

Entre os dias 12 e 21 de janeiro, sobe ao palco do TNSJ ‘Casa Portuguesa, com certeza’, de Pedro Penim, que conjuga três materiais: o fado, os diários de guerra e o ensaio filosófico.

De acordo com a nota divulgada à imprensa, esta é uma produção do “teatro-irmão” do TNSJ, sendo a primeira encenação de Pedro Penim enquanto diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II (TNDM), estreada em Lisboa na abertura da temporada.

‘Casa Portuguesa, com certeza’ abre no Porto a Odisseia Nacional que o TNDM vai cumprir ao longo do ano por mais de 90 concelhos do país, com diferentes espetáculos, enquanto o edifício do Rossio, em Lisboa, estiver fechado para obras de requalificação. Esta peça seguirá depois para cidades como Vila Real, Braga, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Guarda, Aveiro, Ponta Delgada e Funchal.

O espetáculo conta a história (ficcional) de um ex-soldado da Guerra Colonial que, em diálogo com os seus fantasmas, se confronta com a decadência e a transformação do ideal de casa, de família, de país e do cânone da figura paterna.

“Para continuar a refletir sobre o conceito de família, uma reflexão iniciada em ‘Pais & Filhos’, que o São João apresentou em fevereiro de 2022”, esta peça é interpretada por Carla Maciel, João Lagarto e Sandro Feliciano e conta, ainda, com Fado Bicha (Lila Tiago e João Caçador) no elenco.

De regresso ao Teatro Carlos Alberto, a programação de janeiro do TNSJ inclui ‘Vida de Artistas’, de Noël Coward, a derradeira direção do encenador Jorge Silva Melo, que morreu em março deste ano.

A peça é resultado de uma coprodução dos Artistas Unidos, companhia que o encenador fundou e dirigia, com o TNSJ e o São Luiz Teatro Municipal.

Estará em cena de 19 a 22 de janeiro.

Estreada na Broadway em 1933, ‘Vida de Artistas’ aborda temas como o adultério, o ciúme, a sexualidade e o puritanismo, a partir de um complexo triângulo amoroso.

“No centro está Gilda (Rita Brütt), uma mulher que rejeita o casamento e a estabilidade e escolhe amar Leo (Pedro Caeiro) e Otto (Nuno Pardal), dois homens que, por sua vez, também a amam — e também se amam”, lê-se no resumo sobre a obra.

“Ah, como eu gosto de Noel Coward. Como quem ‘não quer a coisa’, com um brilho único, anda connosco há quase um século, despistando, contrariando ideias feitas, na curva da História. Frívolo? Ou realmente profundo? Fantasista ou realmente realista? Olha: teatral, aposto”, escreveu Silva Melo, no texto de apresentação da obra.

No TNSJ, o mês fecha com o início da mostra de espetáculos internacionais do projeto ‘Finisterra’, que coloca o TNSJ no centro do teatro europeu.

A iniciativa arranca com a apresentação, nos dias 27 e 28, de ‘Iphigénie’, uma criação de Tiago Rodrigues encenada por Anne Théron, a peça que abriu a edição deste ano do Festival de Avignon, em França – o festival de artes de palco que o encenador português passou a dirigir -, e prossegue, em fevereiro, com ‘Decalogue of Anxiety’, a partir de textos de autores como Platão, Sófocles, Calderón de la Barca, Dostoiévski, Büchner, Tchekhov, Heiner Müller, uma coprodução do Teatro Laboratório Sfumato, da Bulgária, com o Teatro Nacional do Luxemburgo.

Sucedem-se ‘Prometheus ’22’, uma homenagem a Samuel Beckett, pelo Hungarian Theatre de Cluj, da Roménia, com o teatro estatal romeno Constanta e o SNT Drama da Eslovénia, ‘Focs/Vatre’, de Marguerite Yourcenar, pelo Teatro Nacional da Catalunha, com o Yugoslav Drama Theatre da Sérvia, e ‘Iokasté’, coprodução checo-eslovaca, com texto e encenação de Lukás Brutovsky, que “investiga as raízes da misoginia, do antifeminismo e da masculinidade tóxica, de Sófocles a Donald Trump”.

Os cinco espetáculos, construídos a partir da “matriz clássica da tragédia”, são apresentados sequencialmente, “ocupando um mês de programação”, informa o TNSJ.

‘Finisterra’ é um projeto gerado no interior da União dos Teatros da Europa, desenvolvido em conjunto por dez teatros nacionais europeus.

Cada produção do ‘Finisterra’ resulta da parceria entre dois teatros nacionais.

Os preços para estas peças variam entre os 7,50 e os 16 euros.

Jovem caiu ao rio Novo de Príncipe em Aveiro e teve de ser resgatada

Uma jovem com cerca de 18 anos foi resgatada hoje pelos Bombeiros e pela Polícia Marítima após ter caído ao rio Novo do Príncipe em Cacia, Aveiro, em circunstâncias ainda por esclarecer, informou fonte dos Bombeiros Novos de Aveiro.

O alerta para o acidente foi dado cerca das 08:30.

Segundo a mesma fonte, a vítima encontrava-se a “esbracejar e a pedir ajuda” a cerca de 40 metros da margem.

A operação de resgate, que foi levada a cabo pelos Bombeiros Novos de Aveiro com a ajuda de uma mota de água do Instituto de Socorros a Náufragos, foi dificultada pelos jacintos-de-água que cobrem o leito do rio.

Além dos bombeiros, estiveram no local a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de Aveiro e a Polícia Marítima.

A jovem, em estado considerado grave, foi transportada para o Hospital de Aveiro.

Coimbra. Dois feridos em colisão rodoviária na Via Rápida de Taveiro

Uma colisão na Estrada Nacional 341, melhor conhecida como Via Rápida de Taveiro, junto à localidade de Casais, entre duas viaturas ligeiras, resultou num ferido leve e num ferido grave, bem como no fecho da via no sentido Taveiro-Coimbra.

À redação da TVC, fonte do Comando de Operações de Socorro (CDOS) confirmou a ocorrência, informando que os feridos estavam a ser avaliados ainda no local, no momento de publicação desta notícia.

O alerta foi dado às 12h41 e ao local acudiram 17 operacionais apoiados por sete viaturas dos Bombeiros Sapadores de Coimbra, o INEM e a Polícia de Segurança Pública (PSP).

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