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Tábua: Feriado Municipal 2024

O Município de Tábua comemora a 10 de abril o seu Feriado Municipal, assinalando a efeméride com uma série de iniciativas que terão lugar ao longo de todo o dia.

As comemorações irão iniciar com a arruada da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Tábua (9h00m), seguindo-se o hastear da Bandeira nos Paços do Concelho, às 09h30m. Às 10h15m decorrerá, na Rotunda dos Combatentes, em Tábua, a Cerimónia do Dia do Combatente 106º Aniversário da Batalha de La Lys (Núcleo de Tábua da Liga dos Combatentes). Às 11h30m, decorrerá a Inauguração do Sistema de Drenagem de Águas Residuais de Venda da Esperança. Balocas e Valongo – AINTAR, na localidade de Balocas.

Às 15h00m decorrerá a Inauguração da Oficina Artes do Palco (Antiga Escola Primária de Percelada).

No Centro Cultural de Tábua, a partir das 16h00m, decorrerá Sessão Solene, onde serão homenageadas ilustres personalidades e instituições que, ao longo dos anos, prestaram relevantes serviços no engrandecimento do concelho de Tábua, contribuindo para a promoção, o bom nome e prestígio do Município.

Para além destas distinções irão ser entregues os Diplomas de Mérito – Estudante do ano letivo 2022/2023 e Diplomas de Mérito às Empresas com Estatuto PME Líder 2022 e PME Excelência 2022, bem como serão reconhecidos publicamente ois funcionários aposentados em 2023.

As comemorações terminam com o espetáculo musical “Toy & Academia Artística do Municipio de Tábua”, às 21h30m.

Seis jovens detidos por assalto com “facas e foices” em Sete Rios

Na posse dos suspeitos, foram apreendidas “três foices de utilização agrícola de média dimensão, um punhal estilo militar com funda de transporte e uma faca de cozinha”.

Seis jovens, com idades compreendidas entre os 17 e 19 anos, foram detidos em flagrante delito por suspeitas da prática dos crimes de roubo agravado e pelo uso de armas brancas, na estação ferroviária de Sete Rios, em Lisboa.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) foi alertada para um assalto a “dois jovens estudantes com recurso a ameaça de facas e foices” por um grupo de jovens, que tinham conseguido roubar-lhes os telemóveis, pode ler-se num comunicado do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Cometlis).

“Os polícias deslocaram-se para a plataforma da Gare Ferroviária de Sete Rios, local da prática dos factos, e já na posse das descrições dos suspeitos, localizaram e interceptaram sete suspeitos, um deles menor de idade”, acrescenta a nota.

Após serem abordados e revistados, foram apreendidas “na posse dos suspeitos três foices de utilização agrícola de média dimensão, um punhal estilo militar com funda de transporte e uma faca de cozinha”.

Os suspeitos maiores de idade ficaram detidos e recolheram aos quartos de detenção da PSP. Após serem presentes a primeiro interrogatório judicial de arguidos, ficaram sujeitos a apresentações às autoridades.

O suspeito menor foi entregue ao seu tutor, foi sinalizado junto da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) e a sua situação foi reportada ao Tribunal de Família e Menores

Nova estratégia para sem-abrigo traz sistema que abrange população cigana

A nova Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA) inclui um sistema de alerta e prevenção para uma intervenção precoce e que ajude a prevenir novos casos, que abrange, pela primeira vez, pessoas ciganas.

O documento, que abrange o período 2025-2030, foi hoje publicado em Diário da República e inclui quatro eixos estratégicos, entre a promoção do conhecimento do fenómeno, a definição e implementação de Sistema Integrado de Alerta e Prevenção, o reforço de uma intervenção promotora da inclusão das pessoas em situação de risco e a coordenação, monitorização e avaliação da ENIPSSA.

No que diz respeito aos eixos estratégicos, a diferença entre o atual e o anterior documento, que vigorou entre 2017 e 2023, está na inclusão do atual eixo n.º 2, que define e implementa o Sistema Integrado de Alerta e Prevenção.

Este sistema tem como objetivo uma intervenção precoce e, entre os cinco objetivos, define a prevenção do fenómeno “através da deteção precoce de situações de risco iminente e de reincidência, garantindo uma resposta imediata e de emergência social”.

Prevê, igualmente, que sejam garantidas medidas de prevenção e proteção a públicos especialmente vulneráveis e, dentro destes públicos, abrange, pela primeira vez, a população cigana, a par de famílias com crianças, pessoas com deficiência, pessoas idosas, pessoas com necessidade de cuidados de saúde mental, pessoas com consumos e dependência de álcool e/ou substancias ilícitas e pessoas LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo).

Dentro deste eixo, está também previsto assegurar a qualificação e articulação entre os serviços de identificação de situações de risco e garantir que seja feito um diagnóstico e plano de intervenção personalizado, “com vista à plena inclusão social”.

Inclui igualmente a definição e implementação de “um sistema de alerta integrado e articulado que garanta a transição das medidas de desinstitucionalização e de intervenção em cenários de exceção”.

A quinta medida dentro do eixo n.º 2 prevê promover espaços de diálogo e de partilha “em formas experimentais de intervenção precoce e de inclusão social”.

Por outro lado, o eixo que define o reforço de uma intervenção com vista à inclusão social pretende, entre outros objetivos, “assegurar que ninguém tenha de permanecer na rua por mais de 24 horas”.

O primeiro plano de ação desta estratégia deverá ser aprovado até setembro de 2025, cabendo à próxima ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social a nomeação da gestão executiva da ENIPSSA, responsável pela elaboração do respetivo plano de ação.

Já o relatório final de execução da estratégia deverá estar concluído até 30 de setembro de 2031.

Até à entrada em vigor da ENIPSSA 2025-2030, em 01 de janeiro de 2025, mantém-se em funcionamento a ENIPSSA 2017-2023, que foi prorrogada até dezembro de 2024.

A ENIPSSA 2025-2030 ainda foi aprovada pelo governo de António Costa, com a justificação de que era “urgente e inadiável, impondo-se a necessidade de garantir a sua continuidade num novo ciclo programático, sem interrupções”.

Na mais recente contabilização feita sobre o número de pessoas a viver em situação de sem-abrigo em Portugal, foi possível sinalizar 10.773 casos, 5.975 que viviam na condição de sem-teto, ou seja, a viver na rua, num abrigo de emergência ou noutro local precário, enquanto as restantes 4.798 não tinham casa e viviam num alojamento temporário.

Homem detido por conduzir sob efeito de álcool

Polícias da Divisão Policial da Figueira da Foz, do Comando Distrital da PSP de Coimbra, procederam à detenção de um homem, de 46 anos de idade, por conduzir sob efeito de álcool.

A detenção foi efetuada na noite de ontem, 1 de abril, pelas 22 horas, na avenida 25 de Abril, na Figueira da Foz, no decorrer de uma ação de fiscalização de trânsito. Submetido ao teste de alcoolemia, o indivíduo acusou uma taxa de álcool no sangue de 2,38 gramas por litro.

Apenas 2 arguidos vão falar no julgamento de ‘Xuxas’ por tráfico de droga

Apenas dois dos 16 arguidos do processo de tráfico de cocaína que envolve Rúben Oliveira (Xuxas) manifestaram hoje intenção de falar no início do julgamento que decorre sob fortes medidas de segurança no Campus de Justiça, em Lisboa.

O julgamento principiou com a identificação pelo coletivo de juízes, de todos os arguidos do processo, tendo William Cruz e Gurvinder Singh sido os únicos a expressarem a vontade de prestarem declarações nesta primeira sessão de julgamento no Juízo Criminal de Lisboa.

Rúben Oliveira, conhecido por Xuxas, o principal arguido, disse não pretender, para já, prestar declarações em tribunal, podendo faze-lo mais tarde. Também a sua mulher, Carla Oliveira, e os restantes arguidos disseram que, de momento, não tencionam falar, usando da prerrogativa dos arguidos de se remeterem ao silêncio.

A juíza presidente, Filipa Araújo, decidiu iniciar o interrogatório de William Cruz, mas na ausência na sala de audiências dos restantes arguidos, uma situação pouco habitual, mas que permite que o arguido que decidiu falar não se sinta coagido pela permanência na sala dos restantes arguidos acusados e pronunciados por crimes de tráfico de droga agravado, associação criminosa e branqueamento de capitais, entre outros ilícitos.

No início do julgamento, o advogado Vítor Parente Ribeiro, defensor de “Xuxas”, criticou que já tenha existido um julgamento popular, através da comunicação social, mas a juíza presidente interrompeu-o, pedindo que o causídico se cingisse aos factos em julgamento e não a considerações daquele tipo sobre alegados julgamentos na praça pública.

Antes, à entrada do tribunal e em declarações aos jornalistas, Vítor Parente Ribeiro considerou que “90 por cento do processo (acusação) é fantasia” e acusou a comunicação social de condenar antecipadamente o seu constituinte.

De acordo com a acusação do Ministério Público (MP), o grupo criminoso, liderado por Rúben Oliveira, tinha “ligações estreitas” com organizações de narcotráfico do Brasil e da Colômbia e desde meados de 2019 importava elevadas quantidades de cocaína da América do Sul.

A organização chefiada por “Xuxas” tinha – ainda de acordo com a acusação – ramificações em diferentes estruturas logísticas em Portugal, nomeadamente junto dos portos marítimos de Setúbal e Leixões e no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, permitindo assim utilizar a sua influência para importar grandes quantidades de cocaína escapando a fiscalização.

Naqueles locais de desembarque, a PJ realizou apreensões de cocaína que envolvem arguidos que supostamente obedeciam a ordens de Rúben Oliveira. A cocaína era introduzida em Portugal através de empresas importadoras de frutas e de outros bens alimentares e não alimentares, fazendo uso de contentores marítimos. A droga entrava também em malas de viagem por via aérea desde o Brasil até Portugal.

Indica igualmente a acusação que os arguidos recorriam a “sistemas encriptados tipicamente usados pelas maiores organizações criminosas mundiais ligadas ao tráfico de estupefacientes e ao crime violento” para comunicarem entre si.

Xuxas, apontado pelos investigadores como um dos maiores narcotraficantes portugueses, está em prisão preventiva na cadeia de alta segurança de Monsanto desde final de junho de 2022.

O juiz de instrução criminal Carlos Alexandre, em despacho instrutório de 29 de setembro passado, enviou os arguidos (16 pessoas singulares e três empresas) para julgamento, validando em larga medida a acusação do MP.

Atividade Operacional da PSP de Coimbra entre 25 e 31 de março

Na última semana, de 25 a 31 de março, a PSP de Coimbra aplicou autos de contraordenação a 187 automobilistas, por infrações ao código da estrada. Excesso de velocidade, falta de inspeção e falta de seguro foram as infrações mais praticadas.

Ainda na vertente da segurança rodoviária, neste período foram fiscalizadas 362 viaturas, controladas por radar 1796 viaturas e efetuados 58 testes de alcoolemia.

No que respeita a sinistralidade, na última semana a PSP de Coimbra registou 27 acidentes de viação, dos quais resultaram oito feridos leves.

Relativamente a prevenção e combate à criminalidade, entre 25 e 31 de março, foram detidas sete pessoas – três por condução sem habilitação legal, três por tráfico de estupefacientes e uma por condução sob influência de álcool.

Três homens detidos por infrações rodoviárias e tráfico de droga

Três homens, com idades compreendidas entre os 21 e os 46 anos, foram detidos pela PSP, durante o fim de semana, por tráfico de haxixe, condução em estado de embriaguez e condução sem carta.

A detenção por suspeita de tráfico de estupefacientes foi realizada na noite de ontem, 31 de março, pelas 21h45, no Jardim da Sereia, em Coimbra.

A PSP recebeu uma denúncia de desordem com vários indivíduos e dirigiu-se ao local, onde observou que um homem, de 21 anos de idade, ao avistar a viatura policial caracterizada, correu para junto de um banco ali existente, arremessou um pequeno objeto para o chão e sentou-se ao lado dos outros indivíduos que estavam no banco.

Perante este comportamento, o indivíduo foi abordado pela polícia e questionado se possuía algo ilícito na sua posse. Apesar de ter afirmado não possuir nada de ilícito, a PSP localizou o objeto que o suspeito tinha atirado para o chão momentos antes. Testes de despistagem realizados na esquadra ao produto encontrado deram positivo para haxixe em quantidade suficiente para 40 doses.

Já as duas detenções por infrações rodoviárias aconteceram na cidade da Figueira da Foz. Na madrugada de sábado, 30 de março, às 03h24, no Passeio Infante D. Henrique, foi detido um homem, de 46 anos, que conduzia com uma taxa de álcool no sangue de 1,31 gramas por litro.  Pelas 18 horas de ontem, na rua Arnaldo Sobral, foi detido um homem, de 39 anos, que conduzia um automóvel sem carta de condução.

Quatro companhias celebram, juntas, os 50 anos do 25 abril!

REVOLUTION (título provisório)” é uma cocriação ASTA Teatro (Covilhã), Baal17 (Serpa), d’Orfeu AC (Águeda) e Teatrão (Coimbra). Após o sucesso da digressão de estreia, em 2023, o espetáculo regressa aos palcos no mês de abril para celebrar os 50 anos da revolução dos cravos. Bilhetes à venda em dorfeu.pt/revolution.

“Revolution (Título Provisório)” é o título definitivo desta cocriação. Com textos de Tiago Alves Costa, encenação e dramaturgia de Gonçalo Guerreiro e composição musical de Artur Fernandes, o espetáculo propõe uma sucessão de cenas e momentos musicais que desafiam o espectador a pensar no caminho que fizemos de 1974 até hoje. 

Em palco, 16 intérpretes, entre atores e músicos das quatro estruturas. Depois de ter passado, em 2023, por Serpa, Castro Verde, Coimbra e Covilhã. “REVOLUTION (título provisório)” prepara agora a sua digressão de 2024, que vai passar por Caldas da Rainha (6 de abril), Albergaria-a-Velha (13 de abril), São João da Madeira (21 de abril) e Ovar (27 de abril).

ASTA Teatro (Covilhã), d’Orfeu AC (Águeda), Baal17 (Serpa) e Teatrão (Coimbra) tomam o pulso à democracia para questionar o seu futuro. Nunca um título provisório fez tanto sentido ser definitivo.

Todos os detalhes da digressão:dorfeu.pt/revolution

Fórum de Coordenadores Municipais de Proteção Civil da Região de Coimbra

Realizou-se, na Casa da Cultura de Góis, um Fórum de Coordenadores Municipais de Proteção Civil da Região de Coimbra que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Góis, António Rui Sampaio, do Comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra, Carlos Tavares, do Secretário Executivo da CIM Região de Coimbra, Jorge Brito, do Professor Alexandre Tavares da Universidade de Coimbra e dos Coordenadores dos Serviços Municipais de Proteção Civil da Região de Coimbra.

Na sequência das várias iniciativas integradas nas comemorações do Dia Internacional da Proteção Civil, no qual o Município de Góis é anfitrião, realizou-se este Fórum de Coordenadores que teve como principais temas a avaliação dos sete anos do “Plano Intermunicipal de Gestão de Riscos” e a sua revisão, tendo em conta os desafios atuais e futuros para o nosso território e a “Execução dos investimentos do PT2030 na área da proteção civil no território da CIM Região de Coimbra”.

Foram discutidas as dificuldades e os desafios com que se deparam os serviços municipais de proteção civil da Região de Coimbra, assim como o reforço da articulação que permitiu a realização de alguns projetos de índole intermunicipal com o objetivo de aumentar a resiliência dos vários serviços municipais, reconhecendo que o caminho terá de ser a união, para contornar as debilidades individuais de cada um dos Municípios, porque “Juntos somos mais fortes”.

Esta iniciativa encerrou as comemorações, na Região de Coimbra, do mês da Proteção Civil de 2024.

PSP deteve 544 pessoas e registou uma vítima mortal na operação Páscoa

Mais de 540 pessoas foram detidas pela PSP durante a operação Páscoa em Segurança 2024, segundo o balanço hoje divulgado, que dá conta de uma vítima mortal nos 1.352 acidentes registados.

A operação Páscoa em Segurança 2024 integrou três vertentes – prevenção criminal, segurança rodoviária e segurança no uso e manuseamento de artigos de pirotecnia — e decorreu entre os dias 22 e 31 de março, recorda a PSP em comunicado.

Neste período, a PSP deteve 544 pessoas, 232 das quais por crimes rodoviários, nomeadamente 127 por condução sob o efeito do álcool e 105 por falta de habilitação legal para conduzir.

Foram igualmente detidos 65 suspeitos de tráfico de droga, tendo a PSP apreendidas mais de 9.525 doses individuais.

A PSP registou ainda 61 detenções por crimes contra a propriedade (burlas, furtos e roubos).

Na área da segurança rodoviária, foram contabilizados 1.352 acidentes, menos 72 do que no período homólogo. Destes desastres resultaram 15 feridos graves (mais três) e 377 ligeiros (menos 53), além de uma vítima mortal (menos seis), que resultou de um atropelamento.

No mesmo período, foram fiscalizados em todo o território nacional 20.300 condutores e controladas por radar 60.562 viaturas. Destas, 656 estavam em excesso de velocidade, o que corresponde a mais de 15% do total das infrações.

Das 4.483 contraordenações registadas, a PSP destaca 97 por condução sob o efeito do álcool, 444 por falta de inspeção periódica obrigatória, 149 por falta de seguro de responsabilidade civil, 98 por uso do telemóvel durante a condução e 43 por não utilização do cinto de segurança.

Durante a operação, a PSP apreendeu 19 armas de fogo, 32 armas brancas e mais de 500 munições de diversos calibres.

Nas 64 ações de fiscalização no âmbito da competência exclusiva de armas e explosivos, foram ainda apreendidos mais de 395 quilos de material explosivo e 24.288 artigos de pirotecnia.

No que se refere à competência da PSP em matéria de controlo fronteiriço, entre os dias 22 e 31 de março foram controlados 504.989 passageiros na fronteira aérea.

Na nota hoje divulgada, a PSP refere ainda que detetou quatro situações de venda de bebidas alcoólicas a menores de idade, num universo de 173 estabelecimentos fiscalizados a nível nacional.

Nesta ação foram detetados 14 menores a consumir e ou a adquirir bebidas alcoólicas, acrescenta.

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