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Município de Albergaria-a-Velha substitui eucaliptos por espécies autóctones

A Câmara de Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, promoveu a substituição de eucaliptos por 300 espécies autóctones num terreno na zona serrana do Município, informou hoje fonte municipal.

De acordo com uma nota de imprensa, decorreu no lugar de Telhadela, em Ribeira de Fráguas, uma plantação “com 300 espécies autóctones em substituição de eucaliptos e infestantes”.

A reflorestação foi feita num terreno adquirido pela Câmara e contou com a participação de estudantes, Proteção Civil, Bombeiros, GNR e Núcleo de Proteção Ambiental, com a coordenação da Associação BioLiving.

“Ao reforçar as manchas verdes com a reflorestação, aumentou a resiliência da área florestal e reduziu a vulnerabilidade dos solos, promovendo ainda a restauração da biodiversidade local”, salienta a nota.

Além de Telhadela, também no Monte da Senhora do Socorro decorreram trabalhos de reflorestação, com a participação de alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha.

Ali foram plantadas mais de 60 árvores, designadamente sobreiros e carvalhos, entre ofertas da autarquia e árvores resultantes de sementeira feita em outubro na escola.

A plantação mobilizou cerca de 60 alunos, acompanhados por cinco professores, que contaram com o apoio técnico da equipa de jardinagem da autarquia.

A iniciativa decorreu no âmbito do projeto “EMRC – disciplina carbono zero” que desde há cerca de uma década procura sensibilizar os alunos para o cuidado com a natureza.

Segundo a autarquia, uma dezena de agricultores e gestores de projetos de Portugal, Roménia e Itália visitaram o concelho, no âmbito do projeto europeu AGERECO.

A comitiva visitou a Horta Biológica da Lapa, constituída por 24 talhões recentemente distribuídos, onde foi feita a sementeira de hortícolas, ervas aromáticas, legumes e outros alimentos.

Foi ainda dado a conhecer aos visitantes o projeto de compostagem e a demonstração de boas práticas.

Região de Coimbra defende medidas urgentes para preservar lampreia no Mondego

A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra defendeu hoje uma tomada “urgente” de medidas para inverter o declínio da população da lampreia no rio Mondego.

Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, a CIM da Região de Coimbra apelou “à urgente tomada de medidas por parte das entidades competentes para inverter o declínio da população de lampreias no rio Mondego”.

Segundo a mesma nota, a CIM manifestou a sua “profunda preocupação” com a redução acentuada de lampreias naquele rio, na última reunião do conselho intermunicipal, que decorreu a 22 de março.

Para a Região de Coimbra, a redução drástica que se tem verificado nos últimos anos “coloca em risco a preservação desta espécie emblemática do rio Mondego, com graves impactos no ecossistema e na economia local”.

Em fevereiro, a Câmara de Penacova decidiu cancelar o Festival da Lampreia, face à escassez daquele peixe, já a Câmara de Montemor-o-Velho, cujo presidente lidera a CIM da Região de Coimbra, decidiu à mesma avançar com o certame, que decorreu em março.

De acordo com a nota da CIM, o diretor do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE), Pedro Raposo, marcou presença no último conselho intermunicipal, onde abordou a escassez de lampreia no Mondego.

Em fevereiro, em declarações à Lusa, o especialista em peixes anádromos (espécies que, como a lampreia, se reproduzem em água doce, mas que se desenvolvem no mar) defendeu a proibição da pesca daquele peixe para garantir a sua recuperação.

“A situação piorou. É uma sucessão de anos maus. 2017, 2019, 2022 e 2023 foram anos maus, motivados pela seca e por outras situações que ainda não se consegue explicar, visto que há um desconhecimento do que acontece com a espécie no mar, em que pode haver mais mortalidade”, disse, na altura, Pedro Raposo.

O investigador explicava que a situação não era exclusiva de Portugal, mas que o país conta com a agravante de ser o limite sul de distribuição da espécie.

Se, no passado, a seca e consequente redução do caudal dos rios poderia explicar as quebras da população que sobe os rios, este ano “os caudais não são maus”, mas a situação não melhorou e “tudo leva a crer que possa ser o pior ano” desde que a equipa regista a passagem da lampreia no açude-ponte de Coimbra.

Naquela passagem pelo Mondego, rio onde a pesca de lampreia é uma tradição ancestral, registaram-se apenas 295 espécimes em 2017, 717 em 2019, 1.328 espécimes em 2020, 832 em 2022, e 1.508 em 2023, registos muito distantes dos valores máximos (mais de 20 mil em 2014 e cerca de 11 mil em 2018).

“Se fôssemos coerentes, deveríamos fechar a pesca. A qualquer animal deveria ser dada a oportunidade para se reproduzir, se não daqui a sete anos [ciclo de vida da lampreia] será ainda pior”, defendeu, na altura, o diretor do MARE.

Operação Páscoa da GNR registou 663 acidentes, um morto e sete feridos graves

Mais de 660 acidentes rodoviários, dos quais resultaram um morto, sete feridos graves e 179 feridos leves é o balanço da Operação Páscoa 2024 da GNR, segundo dados provisórios hoje divulgado.

Os dados da GNR adiantam que foram registados 663 acidentes rodoviários, entre as 00:00 de quinta-feira e as 23:59 de sábado, e 16.798 condutores foram fiscalizados nas ações realizadas pelos militares dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito em todo o país.

Dos 16.798 condutores fiscalizados, 239 conduziam com excesso de álcool e, destes, 133 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l.

Foram ainda detidas 39 pessoas por conduzirem sem habilitação legal, adianta a Guarda Nacional Republicana (GNR) em comunicado.

Nas ações de fiscalização, os militares detetaram 2.338 contraordenações rodoviárias, 458 das quais por excesso de velocidade, 348 por falta de inspeção periódica obrigatória, 119 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório e 60 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização.

De acordo com os dados, 58 condutores foram multados por uso indevido do telemóvel na condução e 65 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinha para crianças.

A Guarda aconselha a uma condução atenta, cautelosa e defensiva, para que o período festivo seja passado em segurança.

Para um deslocamento em segurança nesta época festiva, a GNR aconselha, em especial a “adequar a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário” e “evitar manobras que possam resultar em embaraço para o trânsito ou que, de alguma forma, possam originar acidentes”.

Adianta ainda que “terá especial preocupação com os comportamentos de risco dos condutores, sobretudo os que ponham em causa a sua segurança e a de terceiros”.

Assim, os militares da Guarda estarão particularmente atentos a manobras perigosas, como a condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas, excesso de velocidade, manobras de ultrapassagem, bem como à utilização indevida do telemóvel, a não utilização do cinto de segurança e da cadeirinha para as crianças e as condições de segurança dos veículos.

Segundo a GNR, o período de fiscalização de maior esforço de patrulhamento rodoviário, nas vias mais críticas, começou na quinta-feira e prolonga-se até segunda-feira, período que se prevê maior volume de tráfego.

Famílias pedem crédito ao consumo para colmatar necessidades – economistas

As famílias estão a recorrer ao crédito ao consumo como solução para despesas dos orçamentos familiares a que não conseguem responder com salários e poupança, devido ao agravar do custo de vida, segundo economistas contactados pela Lusa.

“O crédito ao consumo poderá estar a ser usado para tapar buracos no orçamento. Com a inflação e as prestações mais elevadas do banco possivelmente [os clientes] estão a usar o crédito ao consumo como forma de fazer face a despesas de educação, de saúde e eventualmente até para ajudar a pagar crédito à habitação”, disse à Lusa o economista Sérgio Lagoa, do ISCTE.

Contudo, explicou o professor de economia monetária e financeira, não há um fator único a explicar o crescimento. Também a inflação tem impacto no aumento deste crédito, pois preços mais altos em bens e serviços implicam que consumidores peçam mais crédito, disse.

Além disso, a economia a crescer, perspetivas orçamentais positivas e estabilidade laboral também levam os consumidores a sentirem confiança para pedir crédito para despesas consideradas menos necessárias, como viagens ou carro novo. Do lado dos bancos, as taxas de juro mais altas e o atual incumprimento baixo leva a que proponham mais crédito ao consumo.

Assim, considerou Sérgio Lagoa que, apesar do crescimento, os valores do crédito ao consumo não evidenciam sinais problemáticos, pois o “crescimento do ‘stock’ de crédito ao consumo tem estado a crescer abaixo da inflação e do Produto Interno Bruto nominal” e nos últimos anos tem havido uma redução do endividamento das famílias.

“Não é um crescimento exponencial, resulta das particularidades que as famílias estão a enfrentar”, afirmou o economista.

A professora Ana Cordeiro Santos, da Universidade de Coimbra, relaciona o crescimento com a inflação, mas também admite que se “poderá justificar face ao desequilíbrio que há entre a evolução dos rendimentos e dos preços”.

A investigadora com trabalho sobre os temas da financeirização, do endividamento das famílias e da habitação afirmou que estudos vêm indicando que o crédito ao consumo está mais concentrado em famílias de menor rendimento pelo que para estas significa um risco acrescido pois têm, geralmente, uma situação laboral mais precária.

“É também um crédito de taxas de juro mais elevadas, portanto é um acesso a rendimento com custo muito mais elevado por quem tem menos condições financeiras”, afirmou.

Para a académica, as mudanças de consumo verificadas desde a crise pandémica da covid-19, com mais recurso a compras ‘online’ onde é mais frequente o cartão de crédito, poderão estar a potenciar o crédito ao consumo.

Segundo o economista da associação de defesa do consumidor Deco Nuno Rico, o aumento deste crédito desde meados de 2022 vem acompanhando a subida das taxas de juro que, com o aumento de outros custos de vida, levam ao aperto dos orçamentos familiares.

“As famílias não conseguem ter poupanças ou salário suficiente para despesas não recorrentes, como eletrodomésticos, mobílias, carros, despesas de educação, saúde. Usam crédito para lidar com despesas do orçamento familiar”, afirmou à Lusa.

Também a facilidade de contratação deste crédito (desde crédito pessoal que bancos pré-aprovam e que oferecem no ‘homebanking’ à oferta de crédito em compras na Internet) ajuda ao crescimento do crédito à habitação e faz com que consumidores não ponderem devidamente o seu custo e os riscos que correm, considerou Nuno Rico, que defende que o Banco de Portugal deve reforçar a supervisão para verificar se é devidamente avaliada a solvabilidade dos clientes nestes empréstimos.

Quanto à subida das taxas de juro cobradas no crédito ao consumo, Nuno Rico explicou que está relacionada com o aumento das taxas de juro no mercado e que é também “uma forma de desincentivar o consumidor a aderir”, seguindo o objetivo de política monetária do Banco Central Europeu (de aumentar o custo do dinheiro para abrandar a inflação), mas admitindo que “não é isso que se tem verificado”.

Ainda assim, tanto Nuno Rico como Sérgio Lagoa notaram que o aumento dos juros no crédito ao consumo não tem sido tão grande como no crédito à habitação.

Mau tempo: Viana do Castelo, Vila Real e Braga em aviso laranja devido à neve – IPMA

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou hoje em aviso laranja, segundo mais grave de uma escala de quatro, os distritos de Viana do Castelo, Vila Real e Braga por causa da neve.

Na última atualização, o IPMA indica que o aviso laranja para aqueles três distritos vai estar em vigor entre as 21:00 de hoje e as 09:00 de segunda-feira, dando conta que está previsto, para aquele período, queda de neve acima dos 800 metros, com acumulação acima de 1000 metros, que poderá chegar a 15 centímetros.

O IPMA alerta para uma “perturbação moderada causada por queda de neve com acumulação e possível formação de gelo”, nomeadamente vias condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores, abastecimentos locais prejudicados.

Os distritos da Guarda, Bragança, Castelo Branco e Porto vão manter-se com aviso amarelo (o segundo menos grave de uma escala de quatro) por causa da neve até às 15.00 de segunda-feira,

Nestes distritos a queda de neve será acima de 1000 a 1200 metros, com acumulação que poderá ser até 25 centímetros acima de 1600 metros.

Os distritos do Porto, Viana do Castelo, Braga e Vila Real estão também sob aviso amarelo do IPMA devido à precipitação, enquanto Beja, Setúbal e Faro estão sob aviso amarelo por causa da agitação marítima.

Decidiu partir 26 retrovisores de carros ao pontapé e com guarda-chuva

Aconteceu no centro da cidade das Caldas da Rainha, distrito de Leiria. O suspeito acabou detido em flagrante.

Um homem de 36 anos foi detido, em flagrante, na terça-feira, após ter partido os retrovisores de pelo menos 26 viaturas estacionadas no centro da cidade das Caldas da Rainha, distrito de Leiria.

De acordo com um comunicado a que a TVC  teve acesso, a Polícia de Segurança Pública (PSP) deu conta que foi dado um alerta para “a presença de um individuo que circulava por diversas artérias da cidade com um comportamento agitado e que, ao passar, partia gratuitamente os retrovisores das viaturas parqueadas”.

O suspeito recorria “a um guarda chuva e pontapés, sem que se entendesse o motivo para aqueles danos, uma vez que os veículos estavam regularmente estacionados”, lê-se ainda na nota.

De acordo com a PSP, o comportamento “absolutamente anormal causou um enorme alarme social e receio às pessoas que assistiam à distância, que também temeram pela sua integridade física”.

Para deter o suspeito, as autoridades montaram um dispositivo policial no terreno e, com a colaboração de um cidadão que foi dando indicações sobre o paradeiro do homem, a PSP conseguiu intercetá-lo “em tempo e em segurança”.

No local foi ainda realizada uma revista, tendo-lhe sido apreendido o guarda chuva utilizado para partir os retrovisores.

O detido já possui antecedentes por comportamentos inadequados e também por danos em estabelecimento comercial, refere a PSP.

Reabertas as estradas na serra da Estrela à exceção do acesso à Torre

As estradas no maciço central da serra da Estrela, que tinham sido encerradas ao trânsito devido à queda de neve, reabriram durante a manhã de hoje, à exceção do acesso à Torre.

Segundo o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Beiras e Serra da Estrela, a circulação já foi retomada na maioria dos acessos, mantendo-se apenas encerrado ao trânsito o troço número 12 de acesso à Torre, o ponto mais alto do maciço central.

As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IMPA) apontam para queda de neve nas terras altas, em especial do Norte e do Centro, descendo a cota gradualmente para os 600/800 metros.

O IPMA prevê ainda chuva, por vezes forte e persistente, que poderá ser de granizo e acompanhada de trovoada e agitação marítima forte, com ondas de noroeste na costa ocidental, atingindo seis a sete metros a norte do Cabo Carvoeiro (altura máxima de 12 metros).

O agravamento das condições meteorológicas levou a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a alertar a população para medidas preventivas.

Com base nas previsões do IPMA, a Proteção Civil alertou, na segunda-feira, para a possibilidade de vento, por vezes forte, nas terras altas e no litoral oeste, com rajadas até 80 quilómetros por hora (km/h).

S. João da Madeira | Exposição fotográfica sobre a antiga Empresa Industrial de Chapelaria

Para ver até 10 de abril na Torre da Oliva.

No âmbito da 3ª Edição da Agenda Nacional de Atividades de Turismo Industrial 2024, está patente, na Torre da Oliva, em S. João da Madeira, a exposição “Rastos do Tempo: um olhar fotográfico sobre a arqueologia industrial da EICHAP”.  Para ver até 10 de abril.

Reposta pelo Município de S. João da Madeira, no quadro do programa de Turismo Industrial da cidade, esta mostra – inaugurada na última sexta-feira – reúne imagens captadas pelo fotógrafo Aníbal Lemos, retratando tempos de mudança e desafio na Empresa Industrial de Chapelaria (EICHAP).

Outrora uma próspera fábrica, acabou por encerrar, há vários anos, tendo o Município de S. João da Madeira criado nessas instalações o Museu da Chapelaria, localizado ao lado da Torre da Oliva, onde é possível visitar a exposição.

Esse período que levou ao final da atividade fabril da EICHAP e à sua transformação em museu industrial foi documentado por Aníbal Lemos, através de imagens que mostram a fábrica em plena laboração, mas também, em momentos posteriores, as instalações já vazias e desativadas, que viriam a ser adaptadas para acolher o Museu da Chapelaria.

Montemor – o – Velho: “Viagem Imaginária” alertou para a importância da água no Festival do Arroz e da Lampreia

A exposição inspirada no livro “Viagem Imaginária”, da autoria de António Vilhena com ilustrações de Márcia Santos, convidou os/as visitantes do Festival do Arroz e da Lampreia a refletirem sobre a importância da água. No sábado, dia 23 de março, a exposição e o livro foram os pretextos para uma conversa que juntou entidades, convidados e o jovem cantor Guilherme Baptista, embaixador e padrinho da iniciativa promovida pela ABMG – Águas do Baixo Mondego e Gândara.

Na ocasião, a vereadora da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Diana Andrade, enalteceu a ação desenvolvida pela ABMG e frisou: “O Festival do Arroz e da Lampreia fica enriquecido com mais esta componente pedagógica. Temos o compromisso de preservar e transformar o futuro e, por isso, é importante que os jovens defendam também a temática da água que é, cada vez mais, um bem escasso e precioso”.

Recorda-se que a iniciativa foi desenvolvida no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Água, tendo contado ainda com uma banca que disponibilizou águas aromatizadas, um momento musical protagonizado por Guilherme Baptista e com a presença da mascote Gota.

Anadia Digital com mais ações de formação em abril

Dando seguimento ao projeto “Formação + Próxima”, decorrente do protocolo celebrado entre o Município de Anadia e o Turismo de Portugal vão ter lugar, no próximo mês de abril, mais três ações de formação que decorrerão no Edifício Serviços de Proximidade (Loja do Cidadão), na Praça da Juventude, em Anadia.


A iniciativa é dirigida aos agentes do setor do turismo, comércio, serviços e outros interessados em aprofundar os seus conhecimentos nesta área. A ação, gratuita, é realizada em parceria com a ACIB – Associação Comercial e Industrial da Bairrada e a Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra.


A primeira ação, subordinada ao tema “Excel Fundamental – noções básicas”, tem lugar nos dias 04, 09 e 11 abril, das 19h00 às 22h00, num total de 9 horas. Tem como principais objetivos reciclar e aperfeiçoar os conhecimentos das principais funcionalidades do Microsoft Excel sendo direcionada a todos os interessados.


“Ficheiros: gravação e segurança de conteúdos”; “Dados alfanuméricos e numéricos”; “Cálculos de dados”; “Fórmulas”; “Funções”; “Funções de lógica e funções de pesquisa e referência” são alguns dos conteúdos em análise.


As restantes duas ações de formação têm como temáticas: “Técnicas de Venda e Gestão de Reclamações: clientes difíceis, soluções inteligentes” (16, 17, 23 abril); e “Ferramentas para criação de conteúdos digitais: explorando o Canva – iniciação” (29 e 30 abril). As inscrições podem ser realizadas em www.academiadigital.turismodeportugal.pt. Para obter mais informações os interessados podem contactar, o Gabinete de Apoio ao Comércio Local, através do email: anadiadigital.m.anadia@gmail.com ou 964 548 100 (chamada para a rede móvel nacional).


Estas ações de formação decorrem da implementação do projeto “Anadia Digit@ll”, cuja candidatura o Município viu aprovada, no valor de cerca de um milhão de euros, no âmbito do programa “Bairros Comerciais Digitais” para potenciar o comércio local e todos os serviços complementares.

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