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Das bebidas quentes ao cachecol. As recomendações da DGS face ao frio

A Direção-Geral da Saúde recomendou hoje aos portugueses que evitem esforços excessivos em atividades físicas no exterior e consumam bebidas e sopas quentes para se protegerem dos efeitos negativos do frio na saúde.

Depois de o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) ter alertado para uma descida das temperaturas esta semana, devido a uma massa de ar polar, a DGS, num aviso divulgado no seu ‘site’, alerta para a importância de tomar algumas medidas de proteção.

A autoridade de saúde recomenda ainda que se preste atenção aos grupos mais vulneráveis, como as crianças nos primeiros anos de vida, doentes crónicos, pessoas idosas ou em condição de maior isolamento, trabalhadores que exerçam atividade no exterior e pessoas em situação de sem abrigo.

Manter o corpo quente utilizando várias camadas de roupa, adaptada à temperatura ambiente, proteger as extremidades do corpo, utilizando luvas, gorro, cachecol, meias quentes e calçado quente e antiderrapante, e hidratar o corpo com sopas e bebidas quentes, evitando o álcool, são algumas das recomendações.

Aconselha ainda os portugueses a verificarem o funcionamento dos equipamentos de aquecimento e a manterem as casas quentes, garantindo uma ventilação adequada das habitações se usarem braseiras ou lareiras.

Recomenda igualmente “especial atenção” aos aquecimentos com combustão – braseiras e lareiras -, avisando que podem causar intoxicação devido à acumulação de monóxido de carbono e levar à morte.

Alerta ainda para a importância de evitar o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar.

Em caso de doença, a DGS aconselha a que se opte por contactar a linha SNS 24 (808 24 24 24), evitando a ida imediata para as urgências.

No início da semana, o IPMA avisou que as temperaturas iriam descer ao longo da semana e que nalguns locais poderiam baixar na ordem dos 7 graus.

Contudo, lembrou que se trata de temperaturas que estão “dentro da média para esta altura do ano”.

Mulher detida após agredir PSP em hospital de Viseu. Agente foi assistido

“Devido às agressões de que foi vítima, o polícia teve necessidade de receber tratamento hospitalar”, refere a PSP.

Uma mulher de 43 anos foi detida, na quarta-feira, no Centro Hospitalar Tondela – Viseu, localizado na cidade de Viseu, pelo crime de agressão, resistência e coação sobre um agente da Polícia de Segurança Pública (PSP).

De acordo com um comunicado ao que a TVC teve acesso, a PSP deu conta que “devido às agressões de que foi vítima, o polícia teve necessidade de receber tratamento hospitalar”

A detenção aconteceu através de uma patrulha da esquadra de Viseu, pelas 18h30.

A mulher foi notificada para comparecer, esta quinta-feira, no tribunal judicial desta cidade.

Homem de 79 anos identificado por caçar aves com armadilhas artesanais

Aconteceu no concelho de Vale de Cambra, distrito de Aveiro, na quarta-feira.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) identificou um homem de 79 anos e apreendeu 13 armadilhas destinadas à captura de aves, no concelho de Vale de Cambra, distrito de Aveiro, na quarta-feira.

De acordo com um comunicado ao que a TVC teve acesso, a GNR dá conta que em causa esteve uma “ação de fiscalização ao exercício do ato venatório”, durante a qual foi detetada “uma atividade de captura de aves, através da utilização de armadilhas”.

No decorrer das diligências policiais, foi possível apurar que o suspeito utilizava armadilhas de construção artesanal, equipadas com sistema de fecho automático, que continham comedouros para alimentação das aves a capturar.

“O suspeito utilizava ainda outras aves como forma de chamariz, as quais eram mantidas em compartimentos fechados em algumas das armadilhas”, lê-se ainda na nota.

A ação culminou na identificação do proprietário do terreno e na apreensão de seis verdilhões (Chloris chloris), três melros (Turdus merula), dois pintassilgos (Carduelis carduelis) e 13 armadilhas destinadas à captura de aves.

Os espécimes apreendidos foram entregues ao Parque Biológico de Gaia, para efeitos de recuperação e devolução ao habitat natural.

Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Vale de Cambra.

IPSS investe 2,1 ME em estrutura residencial para idosos no concelho de Soure

A Associação Cultural Recreativa e Social de Samuel, no concelho de Soure, vai investir mais de 2,1 milhões de euros na construção de uma estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI), que deverá estar concluída em 2025.

“Tudo isto melhora com a obra, mesmo o centro de dia e o apoio domiciliário aos idosos”, disse hoje à agência Lusa a presidente da Associação de Samuel, Horácia Pedrosa.

A empreitada, segundo a dirigente, “foi adjudicada por ajuste direto” à empresa Canas – Engenharia e Construção, com sede no Paião, concelho da Figueira da Foz, em virtude de o concurso público “ter ficado deserto”.

Após a instituição particular de solidariedade social (IPSS) ter apresentado, há cerca de dois anos, uma candidatura ao Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES 3.0), o projeto foi aprovado, sendo também a sua concretização apoiada pelo município de Soure, no distrito de Coimbra, liderado por Mário Jorge Neves.

Por outro lado, para fazer avançar a construção da ERPI, na povoação de Coles de Samuel, que inclui os serviços de apoio domiciliário e centro de dia, a IPSS precisou ainda de recorrer a um empréstimo bancário, adiantou Horácia Pedrosa.

“A ERPI disporá de 42 camas para idosos e vamos ter também uma nova cozinha para todas as nossas valências”, explicou.

O contrato de adjudicação à construtora Canas, pelo preço de 2.100.320,04 euros, foi publicado no Diário da República, no dia 17, fixando um prazo de 547 dias para a execução dos trabalhos.

Horácia Pedrosa ressalvou que a aquisição do equipamento passa por uma nova candidatura ao PARES, quando o edifício estiver concluído.

Pombal lança concursos de 1,5 ME para requalificação urbanística e da rede viária

A Câmara de Pombal vai lançar quatro concursos, no valor total de 1,5 milhões de euros, para a requalificação urbanística e da rede viária, anunciou hoje aquela autarquia do distrito de Leiria.

Segundo uma nota de imprensa, o maior investimento, com um preço base de 540 mil euros, refere-se à requalificação da Rua dos Muros, em Abiul, em particular na ligação entre o parque desportivo e a zona industrial e os principais equipamentos da freguesia, designadamente Junta de Freguesia, Centro de Saúde, Centro Escolar e Praça de Touros.

“O projeto permitirá o acesso pedonal ao centro cívico de Abiul, bem como a incorporação de uma bolsa de estacionamento de apoio, sobretudo ao parque desportivo e zona industrial”, além do redimensionamento da via, criação de rede de drenagem pluvial, reformulação da rede de distribuição de água ou infraestruturas elétricas de iluminação pública.

Ainda nesta freguesia, outra empreitada, de quase 350 mil euros, visa requalificar a rede viária, especificamente entre os lugares de Amieira, Vale da Figueira e Lagoa de Santa Catarina, assim como outras vias nas imediações, totalizando quase seis quilómetros.

Já em Carnide, vão ser beneficiados diversos arruamentos, através de uma outra empreitada, de cerca de 407 mil euros.

“O projeto, que contempla uma extensão de 6.147 metros, prevê a requalificação da Rua dos Picotos e Rua da Areia Gorda, bem como de alguns pequenos arruamentos nas imediações”, referiu o Município, explicando que a intervenção prevê alargamentos e a melhoria das condições nos pavimentos e de segurança rodoviária com soluções pontuais, nomeadamente através da implementação de sinalização vertical e horizontal.

O último concurso público, com preço base de 183.764,40 euros, na freguesia de Pombal, prevê a requalificação de uma zona junto ao Jardim das Oliveiras da Urbanização Nossa Senhora de Belém.

Esta intervenção inclui a construção de uma zona de estacionamento e de passeios pedonais, sistema de drenagem pluvial, colocação de sinalização vertical e horizontal, criação de zona relvada e a melhoria da iluminação pública.

Nesta empreitada, os trabalhos incluem a construção de uma zona de estacionamento e de passeios pedonais, sistema de drenagem pluvial, colocação de sinalização vertical e horizontal, criação de zona relvada e a melhoria da iluminação pública.

À agência Lusa, o vereador Pedro Navega, que tem, entre outros, o pelouro das obras públicas, explicou que estas obras são para concretizar no próximo ano, referindo que, no caso da rede viária, são “zonas previamente identificadas que estavam em estado de degradação”.

“Já este ano tivemos algumas intervenções na melhoria das condições da rede viária e a ideia é a de, todos os anos, termos outras nas várias freguesias, de forma a ser um plano integrado de intervenção”, disse Pedro Navega.

O autarca assegurou que serão lançados novos concursos, ainda este ano ou início do próximo, para outras empreitadas, para se poder “chegar a todo o concelho com estas melhorias”.

MP arquiva caso de protesto de funcionários judiciais junto a Conselho de Ministros em Leiria

O Ministério Público (MP) arquivou o caso de um protesto de funcionários judiciais no dia 21 de setembro, à porta do Tribunal do Comércio de Leiria, onde a poucos metros decorria uma reunião do Conselho de Ministros.

“(…) Considerando que inexiste registo de qualquer incidente relacionado com a manifestação em causa, conclui-se que a mesma se insere no exercício legítimo de um direito constitucionalmente protegido”, o direito à greve, lê-se no despacho do MP, datado de dia 15 e ao qual a agência Lusa teve hoje acesso.

Em 21 de setembro, um grupo de funcionários judiciais da Comarca de Leiria concentrou-se à porta do Tribunal do Comércio, a poucos metros do Museu de Leiria, onde decorria o Conselho de Ministros.

Em piquete de greve, o grupo esteve concentrado nas escadarias do edifício, exibindo camisolas onde se lia “Justiça para quem nela trabalha”.

Pouco depois de se juntarem, vários agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) aproximaram-se dos funcionários e conversaram com o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, António Marçal, que sublinhou que não se tratava de uma manifestação, mas de um encontro do piquete de greve, já que foi a “ministra da Justiça que disse” que não se pode estar dentro “das instalações em greve”.

No auto de notícia da PSP, que tipifica a situação como “crimes contra a autoridade pública”, remetido ao Departamento de Investigação e Ação Penal de Leiria, lê-se que, “enquanto decorria o Conselho de Ministros no Museu de Leiria”, verificou-se “a formação de um ajuntamento de cerca de 30 pessoas na escadaria do edifício do tribunal”.

Segundo o auto, “volvidos alguns minutos, as mesmas pessoas posicionaram-se de forma a ficarem voltadas para a via pública, ocupando uma parte da referida escadaria, sem expressar qualquer comentário”.

De acordo com o mesmo documento, António Marçal, que foi identificado, informou que tal ação se destinava a “sensibilizar os trabalhadores da carreira de oficial de justiça para a necessidade de se associarem às lutas a encetar futuramente”, tendo ainda esclarecido que “as pessoas ali presentes encontravam-se em período de greve”, pelo que era um “piquete de greve”.

No auto, assinala-se ainda que não houve aviso prévio “relativamente ao ajuntamento e à ação desenvolvida” ao presidente da Câmara de Leiria, como determina a lei.

No despacho final, a procuradora da República referiu que os factos comunicados via auto de notícia da PSP “seriam suscetíveis de, considerados em abstrato, e eventualmente, integrar a prática de um crime de desobediência qualificada”.

O despacho, que cita o dirigente sindical, segundo o qual “as pessoas que ali se encontravam estavam em período de greve, tratando-se de um piquete de greve”, sublinhou que a Constituição da República Portuguesa garante o direito à greve.

Por isso, “não estando preenchidos os elementos objetivo e subjetivo do ilícito” (desobediência qualificada), a magistrada do MP determinou o arquivamento dos autos.

Portugal Poliglota. Eis a cidade do país onde melhor se fala inglês

Lisboa, que antes da pandemia vencia nesta categoria, está cada vez mais longe do pódio.

Portugal subiu uma posição no ranking e é hoje o 8.º país do mundo onde melhor se fala inglês. Contudo, se durante anos Lisboa era onde mais se falava esta língua estrangeira, eis que a capital está cada vez mais longe do pódio.

Os dados são do relatório EF English Proficiency Index (EF EPI) – que analisa dados de mais de 2,2 milhões de falantes não nativos de inglês, em 113 países e regiões.

Olhando especificamente para dentro do país, a cidade onde melhor se fala inglês é em Coimbra. A cidade dos estudantes, com 636 pontos, equipara-se com as melhores capitais do mundo: Amesterdão (646 pontos), Viena (640 pontos) e Copenhaga (639 pontos).  

A distinção é inédita para Coimbra, assim como é inédito que, desde que se publica este estudo, nem Lisboa nem Porto constem do pódio das cidades portuguesas onde melhor se fala inglês. A Cidade Invicta tinha arrecadado esse título em 2019, 2020 e 2021. Braga levou o prémio em 2022.

Atualmente o pódio é composto por Coimbra, Braga e Guimarães. Segue-se Porto, Aveiro, Lisboa, Leiria e Setúbal.

No geral, os resultados das provas dos portugueses foram este ano piores do que o ano passado. Portugal tinha baixado 11 pontos o ano passado e volta a perder mais sete. Ainda assim, beneficia da derrapagem de outros para subir um lugar no índice que avalia a proficiência na língua inglesa, pode ler-se em comunicado da Education First.

O oitavo lugar a nível mundial assegura a Portugal o estatuto de “Proficiência Elevada” – que conquistou pela primeira vez há quatro anos.

A nível mundial, Países Baixos, Singapura e Áustria são os três países, respetivamente, onde melhor se fala inglês. Os holandeses arrecadam o troféu há quatro anos consecutivos.

Foram assassinadas 25 mulheres em Portugal desde o início do ano, diz OMA

O Observatório das Mulheres Assassinadas (OMA) da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) contabilizou 25 mulheres assassinadas em Portugal, entre o início do ano e 15 de novembro, das quais 15 femicídios, segundo dados preliminares divulgados hoje.

Em 2023, entre 01 de janeiro e 15 de novembro, foram assassinadas 25 mulheres. Destas 25 mulheres, em 15 temos notícia e informação suficiente para classificar estes assassinatos como femicídios. Quinze mulheres foram assassinadas num contexto de relação de intimidade, atual ou prévia, e este foi o motivo pelo qual o crime aconteceu”, disse hoje aos jornalistas Cátia Pontedeira, uma das autoras de uma infografia do OMA.

O documento foi hoje apresentado na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP), tendo Cátia Pontedeira explicado também que nalguns casos existia violência anterior aos femicídios, homicídios em que existe violência de género, que ocorre por existir “um diferencial de poder entre homens e mulheres” herdado “da sociedade patriarcal”, considerou Carolina Magalhães Dias.

“Podem ser mais as mortes por motivos de violência de género e nós não termos essa informação a partir das notícias”, a fonte de informação para elaboração da infografia, ressalvou Cátia Pontedeira.

Nos femicídios registados, todos cometidos por homens e parceiros íntimos (atuais ou passados) das mulheres assassinadas, “em pelo menos 12 existia violência prévia”, dos quais em 11 havia conhecimento por terceiras pessoas (família, amigos, colegas ou autoridades).

Maria José Magalhães, também do OMA da UMAR, assinalou que “persiste a negligência do Estado face à violência denunciada e face às ameaças de morte”, já que em seis casos reportados já tinha sido feita uma queixa, assinalando ainda que nalguns distritos “continua a dar-se pouca importância a esta violência”.

Frederica Armada, outra das autoras, apontou que em Portugal ainda persiste, a nível cultural, “a noção de que ‘cão que ladra não morde'”, com a desvalorização de ameaças pelo agressor com desculpas como “estar alcoolizado” ou ter “um dia mau”.

Houve ainda críticas a algumas sentenças judiciais “inenarráveis”, realçou Cátia Pontedeira, dizendo que em muitos casos apenas é julgado um homicídio, ignorando-se “anos de violência que não são reconhecidos como um crime extra” e as circunstâncias do crime, muitas vezes macabras, com recurso a várias armas.

“Não é apenas um homicídio que acontece por mero acaso, como muitas vezes é descrito. A maior parte destes homicídios, destes femicídios, são atos consumados com toda a intencionalidade, que ninguém os trava, muitas vezes premeditados”, e não algo “que aconteceu porque os ofensores estavam ‘cegos de ciúmes'”.

Para Maria José Magalhães, “é preciso travar os agressores e mudar o paradigma”, considerando “necessário investir na prevenção” e na educação “dos meninos e dos rapazes”, já que “a sociedade socializa os rapazes para o ‘eu imperial’ e para o uso da violência”.

Também Nuno Gradim, da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), defendeu a “desconstrução de determinados tipos de estereótipos, de alguma masculinidade tóxica que analisa as relações nas intimidades como relações de controlo e poder”.

Esse poder “está relacionado com formas miméticas de uma sociedade patriarcal, em que muitas vezes a própria família reitera e replica essas relações”, alertou.

O observatório da UMAR contabilizou ainda 10 assassinatos extra femicídio: quatro em contexto familiar, dois em contexto de crime, um por discussão pontual e três em contexto omisso.

Foram ainda registadas 38 tentativas de homicídio a mulheres, das quais 25 de femicídio.

No final do ano será produzido um relatório com os dados completos de 2023. Em 2022, até 15 de novembro, houve 28 assassinatos de mulheres, dos quais 22 femicídios.

Luzes de Natal acesas até meados de janeiro em Aveiro

As celebrações natalícias em Aveiro começam no dia 01 de dezembro com a ligação da iluminação de Natal, entre outras atividades integradas no programa “Boas Festas em Aveiro”, que se prolonga até 15 de janeiro.

Para a iluminação natalícia, a Câmara Municipal de Aveiro celebrou um contrato para três anos com uma empresa da especialidade, num investimento global de quase 600 mil euros, revelou hoje a autarquia.

De acordo com a informação dada à Lusa por fonte municipal, as luzes de Natal custam este ano cerca de 200 mil euros, no ano seguinte cerca de 250 mil euros e no terceiro ano 150 mil euros.

A iluminação alusiva às festividades vai estar a decorar as ruas desde o dia 01 de dezembro até 15 de janeiro, por forma a abranger também as festas em honra de São Gonçalinho, no bairro típico da Beira-Mar.

As “Boas Festas em Aveiro” começam com um desfile de pais natais em barcos moliceiro, entre a Capitania e o cais da Fonte Nova, a partir das 18:00.

Seguir-se-á a ligação da iluminação de Natal e inauguração da árvore de Natal, que a autarquia garante ser “a mais alta de Portugal”, momento que será acompanhado pelo toque festivo dos sinos.

No Lago da Fonte Nova decorrerá um espetáculo piromusical, e nas margens uma “parada de Natal”, enquanto nas imediações da árvore será feita a abertura da ‘Casa do Pai Natal’.

O programa ‘Boas Festas em Aveiro’, que celebra o Natal, a Passagem de Ano e a Festa de São Gonçalinho, promovido pela Câmara, estende-se até 15 de janeiro com espetáculos de ‘videomapping’, uma exposição, animação de rua, concertos, mercados de Natal e provas de iguarias regionais com os ‘Sabores com Tradição’.

Floene promove a terceira conferência do programa “Comunidades de Futuro” em Viseu.

A Floene promoveu hoje a 3.ª conferência sobre ‘Oportunidades dos Gases Renováveis – Novos Negócios, Competências e Profissões’, onde gestores, empresários, académicos, associações empresariais, autarcas e outros stakeholders analisaram as oportunidades dos gases renováveis, como o biometano e o hidrogénio, para a transição energética e a descarbonização, e para a criação de novas fileiras de negócio e de novas profissões.

Na abertura da conferência, integrada no programa de Responsabilidade Social da Floene, Comunidades de Futuro, o CEO da Companhia, Gabriel Sousa, destacou o compromisso da empresa em contribuir para o desenvolvimento económico, ambiental e social das regiões onde está presente, promovendo um debate inclusivo sobre a relevância dos gases renováveis.

“O recurso aos gases renováveis com vista à descarbonização da produção e consumo de energia permite criar comunidades sustentáveis, onde se desenvolve uma economia circular e são criadas novas oportunidades de negócio, de emprego e novas competências”, referiu o CEO.

“A Floene assume-se como um agente facilitador para uma transição energética justa, fomentando parcerias e aumentando o nível de consciência e educação nacional sobre os gases renováveis e o seu papel na mitigação das alterações climáticas”, acrescentou Gabriel Sousa.

“O recurso a energias renováveis tem vindo a crescer na nossa região, onde empresas dos mais variados domínios – têxtil, têxtil-lar, mobiliário, metalúrgico, agroquímico, componentes automóveis – encontram oportunidades de crescimento num ambiente de partilha e intercâmbio de informação que envolve academia, entidades públicas e outros atores”, referiu o Presidente da Câmara Municipal de Viseu (CMV), Fernando Ruas, destacando que iniciativas que promovam a cooperação entre diferentes atores “ajudam as regiões a crescer”.

O primeiro painel, sobre a “Circularidade na Indústria – Inovação para Produção de Gases Renováveis”, foi moderado por Nuno Nascimento, Diretor de Estratégia e Transição Energética da Floene, e contou com intervenções de Nelson Sousa, vice-presidente da direção da Associação Industrial da Região de Viseu, Sérgio Lopes, professor do departamento de Ambiente da Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Viseu, Paulo Pires, administrador da Vista Alegre, e José Portela, da Associação de Municípios do Planalto Beirão.

O segundo painel, sobre “Horizonte 2050 – Competências para as Profissões de Futuro”, contou com intervenções de José dos Santos Costa, presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Rui Silva, diretor da Escola Profissional Mariana Seixas, Marta Rodrigues, diretora do Instituto de Emprego e Formação Profissional de Viseu, num debate moderado por Nuno Ferreira, Diretor de Gestão de Pessoas da Floene.

Após as mesas-redondas, Joana Appleton, Diretora de ESG e Sustentabilidade da Floene, apresentou o programa de Responsabilidade Social Corporativa da Companhia, que dá corpo ao propósito da Floene de “Promover Comunidades Sustentáveis” e que integra o tema de transição energética através da utilização dos gases renováveis e da promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável “Educação de Qualidade” (ODS4) e Parcerias para o Desenvolvimento (ODS17).

O encerramento dos trabalhos ficou a cargo do vereador da CMV, João Paulo Gouveia.

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