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São Martinho traz chuva e céu nublado. Eis o tempo no fim de semana

Fim de semana vai ficar marcado por chuva. Saiba com o que pode contar.

O fim de semana está à porta e o chamado ‘Verão de São Martinho’ parece não se afirmar com afinco este ano. Contudo, se gosta de comer as castanhas em tempo chuvoso, há boas notícias para si. 

De acordo com a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) no sábado, 11 de novembro, quando de comemora o chamado Dia de São Martinho, na região Norte e Centro estão previstos “períodos de chuva, mais frequente e intensa no Minho e Douro Litoral”.

É ainda esperado “vento fraco a moderado (até 30 km/h) predominando de sudoeste, soprando moderado a forte (30 a 40 km/h) nas terras altas”.

Já na região Sul, são esperado “períodos de chuva fraca, mais provável entre o meio da manhã e o meio da tarde”, prevê-se “vento em geral fraco de sudoeste, soprando moderado (20 a 35 km/h) nas terras altas”.

Em todo o território, o céu estará nublado, mas, por outro lado, prevê-se uma “pequena subida de temperatura, em especial da mínima”. Neste dia, as máximas vão variar entre os 23 graus, em Faro, e os 16 graus, em Bragança. Já as mínimas vão oscilar entre os 17 graus, no Porto e Aveiro, e os 11 graus, na Guarda.

No domingo, 12 de novembro, o IPMA prevê “períodos de chuva nas regiões Norte e Centro, podendo ser por vezes forte no Minho e Douro Litoral no final do dia”.

Há ainda a “possibilidade de ocorrência de períodos de chuva fraca ou chuvisco no Alto Alentejo”.

O céu estará “geralmente muito nublado, diminuindo de nebulosidade no Baixo Alentejo e Algarve a partir da tarde”.

As máximas vão variar entre os 23 graus, em Faro, e os 16, na Guarda. As mínimas chegam aos 17 no Porto, Aveiro e Coimbra, e serão mais baixas na Guarda, onde não passam dos 12 graus.

Ativistas atiram tinta às instalações do Ministério do Ambiente

O grupo colou ainda na porta um plano para um serviço público de energias renováveis.

Os ativistas da Greve Climática Estudantil atiraram tinta ao Ministério do Ambiente, em Lisboa, esta sexta-feira, e colaram na porta um plano para um serviço público de energias renováveis. O objetivo é “reivindicar o fim ao fóssil até 2030”.

“Viemos mostrar o que todos viram esta semana: quem aperta as mãos com o sistema fóssil suja-se”, afirmou Matilde Ventura, porta-voz do grupo, citada em comunicado.

“A corrupção é inevitável num sistema vergado às empresas, em que governos e instituições negoceiam o nosso futuro a troco de lucro”, acrescentou.

A Greve Climática Estudantil garantiu ainda que, “enquanto não estiver assegurado” o fim ao fóssil até 2030, não irá “dar paz: quer seja a este Governo, ou a todos os que aspiram ser governo”.

“O Governo caiu, mas não vai haver paz até ao último inverno de gás. Qualquer que seja o governo, não vai haver paz: a crise climática não para e o nosso futuro tem de ser assegurado. Sem futuro não há paz. Esta é a vossa oportunidade de se pronunciarem. Querem acabar com este sistema fóssil ou fazer parte dele?”, questionou uma estudante no local. 

Museu Marítimo de Ílhavo celebra o Dia Mundial do Mar com um vasto programa

No âmbito das celebrações do Dia Mundial do Mar (16 de novembro), o Museu Marítimo de Ílhavo preparou um vasto programa no dia 18 de novembro, sábado, que inclui o Seminário “Desafios do Mar Português” (9h30), a apresentação da Revista ARGOS e de “Barcos de Portugal – Obras Selecionadas de Octávio Lixa Filgueiras” – e a divulgação do vencedor do “Prémio de Estudos em Cultura do Mar – Octávio Lixa Filgueiras”. 

O 11º Seminário “Desafios do Mar Português” terá como mote a exposição temporária “Mar Oceano: Legado de Mário Ruivo”, patente no Museu Marítimo de Ílhavo, e assinalará o 25.º aniversário do Relatório da Comissão Mundial Independente para os Oceanos.  

Neste dia será anunciado o vencedor do “Prémio de Estudos em Cultura do Mar – Octávio Lixa Filgueiras” que distingue autores de dissertações académicas ou trabalhos de investigação realizados no âmbito da cultura marítima fluvial, nomeadamente nas áreas da História Marítima, Arquitetura Naval, Antropologia Marítima, Arqueologia Naval e Subaquática, Patrimónios Marítimos e Museologia. 

O número 11 da revista ARGOS – Revista do Museu Marítimo de Ílhavo, de cariz científico-cultural e periodicidade anual, explora a temática das “Ciências do Mar e Governança dos Oceanos” sob várias perspetivas do conhecimento. Mantendo a sua abordagem científico-cultural distintiva, os artigos debruçam-se sobre a oceanografia, a cultura marítima, a literacia dos oceanos e o direito marítimo. Esta edição está alinhada com a Década das Nações Unidas para as Ciências do Oceano para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030), refletindo o compromisso do Município de Ílhavo de preservação dos oceanos, fundamental para o equilíbrio do nosso planeta. 

A edição digital do segundo volume “Barcos de Portugal – Obras Selecionadas de Octávio Lixa Filgueiras” é composta por uma coletânea de textos do autor, que apresenta dez trabalhos de referência sobre a arqueologia e a arquitetura naval das embarcações tradicionais do noroeste português. 

As inscrições para o seminário podem ser realizadas através do endereço de e-mail ciemar.mm@cm-ilhavo.pt ou através dos números de telefone 234 329 990 ou 234 092 496. 

Greve nos transportes urbanos na Covilhã por rotatividade nos serviços

Os trabalhadores da MoviCovilhã, concessionária dos transportes urbanos na Covilhã, estão hoje em greve e reivindicam rotatividade dos serviços diários por todos os motoristas e a reorganização dos tempos dos percursos.

A paralisação de 24 horas está a causar constrangimentos no serviço e, segundo Manuel Castelão, do Sindicato dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal (STRUP), em declarações à agência Lusa, “a empresa, neste momento, deve ter seis ou sete carros a circular em cerca de 35 viaturas”.

Já a Transdev, detentora da MoviCovilhã, informou que a adesão à greve é de 28% e que mantêm a confiança “no diálogo e no absoluto respeito pelos direitos dos trabalhadores, incluindo aqueles que, por razões médicas ou familiares, exigiram a não participação no sistema de rotação de horários”.

Segundo Manuel Castelão, o STRUP está há três anos em reuniões com a empresa, mas salientou que, embora os responsáveis manifestem empenhamento em solucionar os problemas, o resultado não passou de promessas, o que levou os trabalhadores a avançar para a greve de hoje de 24 horas e a entregarem um pré-aviso para uma paralisação na próxima semana às duas primeiras horas de cada serviço.

Segundo o dirigente sindical, a empresa reconhece a necessidade de ir ao encontro das pretensões dos trabalhadores, “só que vem alegar alguma dificuldade na entrada de motoristas, o que lhes causa transtorno para que as escalas possam mudar”.

Para levar à desmobilização do protesto, acentuou Manuel Castelões, “só com um compromisso muito sólido, credível por parte dos responsáveis da empresa, porque os compromissos anteriores não foram ainda postos em prática e são necessárias garantias”.

O sindicalista frisou que há motoristas que fazem “os serviços bons” e outros ficam com os “menos bons”, com piores horários, percursos mais difíceis ou mais horas seguidas a conduzir.

Manuel Castelões disse que os motoristas, que são cerca de três dezenas, defendem que todos façam as mesmas linhas, numa lógica de rotatividade e “todos façam os percursos bons e os que são menos bons”.

O dirigente sindical alertou também para a “necessidade tremenda de se fazerem ajustes nos horários de trabalho, porque há horários extremamente curtos para a sua duração, percurso e dificuldade”, o que implica que tenham de ser acertados, para evitar atrasos e permitir aos motoristas irem à casa de banho ou comer uma peça de fruta entre saídas.

Manuel Castelões acrescentou faltarem condições de trabalho, por exemplo, no local de abastecimento, sem cobertura, o que implica fazê-lo à chuva, quando as condições meteorológicas obrigam a isso.

O representante sindical sublinhou já ter sido criada, na Central de Camionagem da Covilhã, uma sala onde os trabalhadores podem fazer as refeições, mas acrescentou não terem uma casa de banho própria, terem de ir à pública e, se estiver ocupada, terem de seguir para os serviços, quando existe uma casa de banho “que está fechada e a servir de arquivo”, uma situação que a Câmara Municipal, proprietária do espaço, deve resolver.

Segundo Manuel Castelões, dos “30 a 34 trabalhadores”, há 28 associados do STRUP a aderirem à greve e há “dois ou três” funcionários a desempenharem funções nas oficinas que “estão a desenrascar serviços na condução”.

O dirigente sindical lamenta os constrangimentos provocados à população, mas referiu que os trabalhadores “têm de manifestar o seu desagrado e lutar pelos seus direitos”.

“A Transdev entende que o diálogo é a melhor forma de ultrapassar diferendos e, por isso, a companhia está, como esteve sempre, disponível para negociar”, sublinhou a empresa, em comunicado.

Assalto ao Mini Preço da Lousã Termina em Despiste e Captura em Vila Nova de Poiares

Ao final da tarde de hoje, um assalto ao estabelecimento Mini Preço na Lousã teve um desfecho inesperado quando o assaltante perdeu o controlo do veículo em que se encontrava, resultando num despiste espetacular. O incidente ocorreu no lugar do Sobreiro, em Vila Nova de Poiares.

O indivíduo, cuja identidade não foi divulgada pelas autoridades, foi prontamente capturado pelas forças policiais que responderam ao alerta. Elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia Judiciária estiveram no local para garantir a segurança da população e proceder à detenção do assaltante.

Após a detenção, o suspeito foi conduzido sob custódia e será presente a tribunal para o primeiro interrogatório judicial, no qual serão discutidas as eventuais medidas de coação a aplicar. As autoridades não divulgaram detalhes sobre o montante roubado no Mini Preço nem sobre os danos causados durante o assalto.

Este episódio ressalta a rápida resposta das forças de segurança locais, demonstrando a eficácia na gestão de situações de emergência. O inquérito está em curso para apurar todos os detalhes relacionados com o assalto e o subsequente despiste.

A comunidade local foi tranquilizada pelas autoridades, que asseguraram a continuidade das investigações para garantir a justiça no desfecho deste caso.

Autarca de Viseu lamenta dívidas de hospitais aos bombeiros voluntários

O presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas (PSD), lamentou hoje as dívidas dos hospitais aos bombeiros voluntários e avisou que as autarquias não podem sempre dar uma resposta “quando os outros não a dão”.

Em declarações aos jornalistas no final da reunião da câmara, Fernando Ruas disse que o problema do hospital de Viseu não é só o facto de a urgência em cirurgia e ortopedia estar encerrada à noite durante este mês e a via verde coronária estar inativa por 12 dias, mas também as dívidas que tem aos bombeiros.

“Confirmei com os bombeiros voluntários [de Viseu] e a dívida é significativa”, frisou o autarca, acrescentando que, até novembro, o Centro Hospitalar Tondela-Viseu (CHTV) lhes devia 29 mil euros.

A este montante acresciam 57 mil euros do Instituto Português de Oncologia, 40 mil euros do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e quase 22 mil euros do Instituto Nacional de Emergência Médica, acrescentou.

“Então [os bombeiros voluntários] estão a fazer um trabalho [transporte de doentes] que competia a outras instituições e depois nem os encargos que têm lhes são pagos a tempo e horas? Isso é inacreditável”, considerou.

Segundo o antigo presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), “o drama das autarquias neste momento” é que “têm sido, mas não podem ser sempre, a resposta quando os outros não a dão, porque se não começam todos a encostar-se” a elas.

“Quando ninguém dá resposta, o orçamento das autarquias dá para tudo? Não dá. Nós temos um conteúdo funcional que está definido e um orçamento que é para esse conteúdo funcional”, frisou.

Fernando Ruas garantiu que a câmara vai continuar a apoiar os bombeiros, mas “de forma proporcional ao que tem feito no passado”, aumentando o apoio.

“Não vamos é cobrir as despesas que um hospital não paga aos bombeiros. Não é possível”, garantiu o autarca.

Na terça-feira, a presidente da Câmara Municipal de Tondela, Carla Antunes Borges (PSD), esteve reunida com o Conselho de Administração do CHTV e abordou o tema das dívidas do hospital aos bombeiros de Tondela e do Vale de Besteiros relativas ao transporte de doentes, que rondam os 100 mil euros.

Segundo Carla Antunes Borges, “houve um compromisso de regularizar a situação de uma forma breve e célere”, o que a deixou satisfeita, porque “estas associações humanitárias não podem ser o albergue de uma gestão financeira que não acontece”.

“Não se compreende que o hospital tenha dívidas registadas há mais de um ano. Se queremos ser pessoas de boas contas temos de fazer pagamentos atempadamente”, defendeu a autarca.

Autarca de Aveiro diz que “justicialismo está a dar cabo da democracia”

O presidente da Câmara de Aveiro, Ribau Esteves (PSD) disse hoje que “o justicialismo está a dar cabo da democracia”, afirmando-se “chocado” com a demissão do primeiro-ministro, nas circunstâncias em que ocorreu.

Choca-me muito que o justicialismo esteja a dar cabo da democracia portuguesa e que um primeiro-ministro, que nem sequer indiciado está, se demita nas condições em que se demitiu”, declarou.

Ribau Esteves falava na abertura do período de antes da ordem do dia da reunião pública da Câmara de Aveiro, em que expressou o seu apreço pessoal e institucional para com António Costa.

Comentando a atualidade política, Ribau Esteves não deixou de observar, no entanto, que a demissão de António Costa “também quer dizer da sua fragilidade”.

“Ao longo dos seus do seu tempo de primeiro-ministro, deixou que acontecessem, debaixo da sua alçada, situações que o fragilizaram, mas quero deixar esta palavra pública de apreço pessoal e institucional”, disse.

“Quero deixar aqui na reunião pública de Câmara uma palavra de reconhecimento pelo trabalho enquanto primeiro-ministro pela afabilidade com que sempre nos relacionámos”, completou.

António Costa apresentou na terça-feira a sua demissão, que o Presidente da República aceitou, depois de buscas em vários gabinetes do Governo, visando também o seu chefe de gabinete, realizadas no âmbito de investigações sobre projetos de lítio e hidrogénio e de o Ministério Público ter anunciado que é alvo de inquérito autónomo no Supremo Tribunal de Justiça.

O atual Governo resultou de uma dissolução do parlamento, a primeira decretada por Marcelo Rebelo de Sousa, no início do seu segundo mandato presidencial, na sequência do chumbo da proposta de Orçamento do Estado para 2022 na generalidade, e que resultou na vitória do PS com maioria absoluta nas eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro de 2022.

Recluso em “incumprimento de saída precária” ‘apanhado’ em Águeda

O homem estava a cumprir pena no Estabelecimento Prisional da Guarda.

Um homem de 41 anos foi ‘apanhado’ pela Guarda Nacional Republicana (GNR) em “incumprimento de saída precária”, na localidade de Águeda, em Aveiro, esta quinta-feira. O recluso estava a cumprir pena no Estabelecimento Prisional da Guarda.

“No decorrer de uma ação de patrulhamento, os militares da Guarda visualizaram um indivíduo que evidenciou um comportamento suspeito ao aperceber-se da presença da Guarda. Ao verificarem que o homem mantinha algum nervosismo foi realizada uma abordagem tendo em vista a sua identificação”, começou por detalhar a GNR, em comunicado enviado às redações.

As autoridades apuraram que “o suspeito estava em incumprimento de uma saída precária, decorrente da pena que se encontrava a cumprir no Estabelecimento Prisional da Guarda”, tendo sido, depois, “entregue à Guarda Prisional do respetivo estabelecimento prisional, para continuação do cumprimento de pena a que foi condenado”.

Os factos foram comunicados ao Tribunal de execução de Penas de Coimbra.

Esta foi uma ação do Comando Territorial de Aveiro, através do Posto Territorial de Águeda.

Sorteio de Natal do Comércio Local de Anadia

O Município de Anadia vai promover, em parceria com a Associação Comercial e Industrial da Bairrada (ACIB), o Sorteio de Natal do Comércio Local que decorrerá entre 1 de dezembro de 2023 e 5 de janeiro de 2024. Serão atribuídos 150 prémios no valor de 100,00€ cada, representando um investimento municipal de 15 mil euros. A iniciativa tem como objetivo dinamizar o comércio tradicional do concelho, incentivando a realização de compras natalícias no mesmo.


O Sorteio vai funcionar nos mesmos moldes das edições anteriores. Por cada 10€ de compras, será entregue, pelas lojas aderentes, ao comprador uma senha de participação que o habilitará ao sorteio, num máximo de dez senhas por compra. As senhas, depois de devidamente preenchidas, terão de ser depositadas, na Tômbola do Sorteio, que se encontrará localizada na Câmara Municipal de Anadia até às 14h00 do dia 5 de janeiro, a que se seguirá, a partir das 14h30, no Salão Nobre dos Paços do Município, o sorteio dos premiados.
O Sorteio de Natal é aberto a todos os estabelecimentos comerciais, com sede no concelho, e com área inferior a 1.000m2. As inscrições deverão ser efetuadas até 29 de novembro, junto dos serviços da ACIB, sendo as mesmas gratuitas.


O Município realça a importância do Sorteio de Natal para o comércio local, constituindo-se um
incentivo à compra no comércio local, bem como para a sua dinamização e valorização.
A autarquia considera ainda que esta ação de promoção do comércio local concorrerá para um
aumento da procura de produtos e serviços, potenciando as vendas e a sustentabilidade económica dos estabelecimentos comerciais, por forma a alavancar a economia local, face ao atual contexto, garantindo a sua viabilidade e a manutenção dos postos de trabalho.

Anadia: Requalificação da Rua do Vale Santo a decorrer

A empreitada da requalificação da Rua do Vale Santo, na cidade de Anadia, já se encontra a decorrer.
Trata-se de um investimento municipal superior a 360 mil euros, com um prazo de execução de cinco meses.


Para além da requalificação da referida rua, a intervenção contempla ainda a beneficiação das vias envolventes àquela zona. O objetivo é salvaguardar a segurança de todos os utilizadores, melhorando as valências da via a requalificar, nomeadamente a pedonalidade, as acessibilidades, os estacionamentos e a circulação viária.


Irá proceder-se ao reperfilamento do arruamento, dotando-o de lugares de estacionamento, de passeios e de infraestruturas de abastecimento de água, esgotos e pluviais, bem como de gás e telecomunicações, iluminação pública e respetiva arborização. As restantes vias terão igualmente intervenção na requalificação dos passeios, pavimentos das vias e respetiva sinalização horizontal e vertical que se estenderá a toda a intervenção a realizar.

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