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PSD acusa Governo de continuar a prejudicar a região com os atrasos nas obras do IP3 e da Linha da Beira Alta

Os deputados do Partido Social Democrata eleitos pelo Círculo Eleitoral de Viseu estiveram, esta segunda-feira, no concelho de Santa Comba Dão em contacto com o setor empresarial, escolar e cultural, com o objetivo de aprofundar o conhecimento das dificuldades que se sentem no terreno. Além disso, Hugo Carvalho, Guilherme Almeida, Cristiana Ferreira e Hugo Maravilha visitaram também obras e investimentos públicos que estão a decorrer no território do concelho.

No troço do IP3 que atravessa Santa Comba, Hugo Carvalho referiu que “é claro para nós e para a população que a intervenção nos pontos críticos deste itinerário, um deles que é concretamente aqui em Santa Comba Dão, não é uma prioridade para este Governo, estando prevista ser esta a última fase a intervencionar”. Em visita à passagem superior do IP3 junto às Ferrarias, o parlamentar sustentou também que “aqui se demonstra, também, a falta de vontade de definir como prioritária a resolução deste constrangimento que é a descida do Rojão e a Ponte sobre o Dão”.

Num roteiro pelo concelho, os parlamentares do PSD, acompanhados pela Comissão Política da Secção de Santa Comba Dão do PSD, referenciaram que o Partido Socialista tem de se empenhar em analisar as próximas intervenções no Itinerário, devendo corrigir nesta fase, com as soluções certas e que beneficiem, as situações mais sensíveis de circulação na estrada que liga Viseu a Coimbra.

Por outro lado, numa visita à Estação do Vimieiro, no âmbito da requalificação “atrasada” que se encontra a decorrer da Linha Ferroviária da Beira Alta, Hugo Carvalho disse que “sabemos que a reabertura não vai acontecer em novembro, tal como tinha sido anunciado pelo Ministro João Galamba. E sabemos algumas das causas, como o roubo de cobre, a falta de mão de obra e a ausência de equipamentos. No entanto, é de notar que o PS fez promessa atrás de promessa aos viseenses da data de reabertura desta Linha e, depois de sucessivos adiamentos, mais uma vez, não vai abrir”. O deputado social-democrata aproveitou ainda para reforçar que “os santacombadenses e os viseenses já estão habituados à falta de palavra deste Governo, mas infelizmente continuam a ser fortemente prejudicados, dia após dia. Tanto os estudantes que se precisam de deslocar, como as empresas, por exemplo.”

Os deputados sociais-democratas acusam assim o Governo de sacrificar e atrasar o desenvolvimento do interior do país, dado que a existência de um grande volume de trabalhos por executar continua a colocar em causa a mobilidade da região de Viseu.

Ao longo do dia, os parlamentares do PSD passaram também pela empresa Tesouro Urbano, pela School Motorhome e pela Ribadão, assim como foi visitado o Conservatório de Música e Artes do Dão, num contacto próximo com as empresas, o comércio e a população local.

Anadia assinala Dia Mundial da AquaFitness

O Município de Anadia associa-se à comemoração do Dia Mundial do Aquafitness com a realização de uma mega aula de fitness aquático que vai ter lugar, no próximo dia 11 de novembro, nas Piscinas Municipais. O objetivo é aliar o exercício físico à diversão.


A iniciativa tem início às 10h30 e uma duração de 60 minutos. A atividade tem como destinatários todos os utentes da piscina, seus familiares e amigos.


A participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória, até ao dia 09 de novembro, na secretaria das Piscinas Municipais de Anadia.

Vila Nova de Poiares avança com procedimento para expandir Zona Industrial

A Câmara de Vila Nova de Poiares vai avançar com o processo de revisão do plano de pormenor do Polo II da zona industrial, com vista à expansão da sua área, afirmou hoje o presidente do município.

“Haverá alterações pontuais ao atual plano de pormenor, com unificação de alguns lotes, e a perspetiva de expansão do Polo II. Concluímos as obras de infraestruturação desse polo e, a nível de procura de empresas, continua a justificar uma expansão e existe ainda espaço para isso”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, João Miguel Henriques.

Segundo o autarca daquele concelho do interior do distrito de Coimbra, a revisão do plano de pormenor permite aproveitar “algum do espaço envolvente” do Polo II, que “não está a ser utilizado e que pode servir para alargamento da área existente”.

O procedimento de revisão do plano de pormenor deverá demorar “mais de um ano”, sendo necessário ouvir diversas entidades externas.

O objetivo é o de aproveitar ainda o próximo quadro comunitário para desenvolver a expansão da Zona Industrial.

“Estamos a falar de uma área de dez a 20 hectares de expansão”, realçou.

Dos quase 30 lotes criados com o Polo II da Zona Industrial, apenas “quatro ainda estão disponíveis”, referiu João Miguel Henriques, que disse acreditar que, “em breve, serão ocupados”.

A revisão do plano de pormenor foi aprovada em 18 de agosto, estando previsto que o procedimento permita a realização de estudos de impacte ambiental, avaliação do ruído, bem como a definição de infraestruturas e criação de zonas verdes necessárias, explicou a vereadora Lara Oliveira, na reunião do executivo em que o processo foi aprovado.

Investimento de 1,1 ME na rede de águas residuais de Cantanhede

A Câmara Municipal de Cantanhede aprovou a 2.ª fase do projeto de remodelação da rede de drenagem de águas residuais domésticas de Vilamar e Corticeiro de Cima, empreitada de mais de 1,1 milhões de euros.

A intervenção, com prazo de execução de 365 dias, pretende resolver os problemas identificados na rede de drenagem de águas residuais existente, com a substituição de parte da rede gravítica por um sistema de drenagem de águas residuais sob vácuo, explicou o município de Cantanhede, no distrito de Coimbra, em nota de imprensa.

A intenção é reduzir a profundidade da rede e minimizar as infiltrações.

Para isso, a empreitada inclui a instalação de coletores sob vácuo, ramais domiciliários, caixas de válvulas de vácuo, estação de vácuo, assim como a respetiva conduta elevatória de águas residuais.

Considerando as condicionantes da zona, esta solução apresenta-se como a mais vantajosa a nível técnico e económico, já que minimiza a intervenção na rede de drenagem de águas residuais existente, além de implicar uma menor movimentação de terras, materiais e manutenção.

“Era uma empreitada prioritária, que, além de trazer benefícios em termos ambientais, permitirá reduzir os constrangimentos em intervenções futuras na rede”, disse, citada na mesma nota, a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio.

Parte da rede coletora instalada vai manter-se em funcionamento, sendo progressivamente substituída pelo novo sistema, à medida que se for identificando a degradação da mesma e a ocorrência de roturas e infiltrações de águas dos solos, que coloquem em causa o funcionamento da infraestrutura.

A rede coletora de águas residuais domésticas dos aglomerados urbanos da União de Freguesias de Vilamar e Corticeiro de Cima inclui várias estações elevatórias e uma estação de tratamento, cujo funcionamento é fortemente prejudicado pela elevada afluência indevida de águas pluviais provenientes dos solos ou da descarga de telhados, caleiras, terraços e dos prédios existentes, que introduzem custos acrescidos em termos de manutenção e energia, além de provocarem um deficiente funcionamento da rede coletora e, por vezes, descargas nos arruamentos, habitações e linhas de água.

GNR detém grupo por burlas a idosos. Só o ouro roubado vale 61 mil euros

Suspeitos faziam-se passar por funcionários de instituições públicas para abordar as vítimas.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve seis pessoas, no concelho de Santa Maria da Feira, no dia 23 de outubro, por suspeitas dos crimes de burla e roubo a idosos.

De acordo com os militares, os suspeitos são três homens, de 36, 45 e 46 anos, e três mulheres, com 33, 39 e 43 anos, que se apresentavam aos idosos, “especialmente vulneráveis”, como sendo funcionários de diversas instituições públicas, “sempre com o intuito de os levar ao engano, subtraindo dinheiro e ouro”.

Depois de terem sido feitas várias denúncias o grupo começou a ser investigado. A GNR chegou à conclusão que a rede criminosa operava a partir da cidade da Marinha Grande e que fez vítimas um pouco por todo o país, com maior incidência no interior norte.

No decorrer de três mandados de busca domiciliária e três a veículos, os militares apreenderam 27 anéis, 14 telemóveis, nove pares de brincos, nove fios, sete pulseiras, seis crucifixos, quatro medalhas, duas televisões, dois relógios, um cordão, uma aliança, uma pistola, munições, quatro viaturas e 1.800 euros em dinheiro.

Os bens de ouro apreendidos totalizam um valor superiores a 61 mil euros.

Os detidos foram constituídos arguidos e permaneceram nas instalações desta Guarda até serem presentes a primeiro interrogatório judicial, no Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira. Já as medidas de coação a que foram sujeitos não foram divulgadas pela GNR.

A operação contou com a colaboração da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Leixões. Passagem de tempestades por Portugal gerou ondas de 15,8 metros

As boias do Instituto Hidrográfico da Marinha registaram forte agitação marítima durante a semana passada, quando passaram por Portugal as depressões Babet, Aline e Bernard.

O território nacional foi fustigado, ao longo da última semana, pela passagem das depressões Babet, Aline e Bernard, que causaram estragos de Norte a Sul e condicionamentos na vida diárias das pessoas. Fortes chuvas, ventos e elevada agitação marítima geraram centenas de ocorrências por todo o país.

As boias do Instituto Hidrográfico, informou a Marinha em comunicado, registaram “um aumento na altura da ondulação” em Leixões, Nazaré, Sines e Faro.

A boia localizada em Leixões, concelho de Matosinhos, foi a que registou a altura mais alta: 15,8 metros, na manhã do dia 20 de outubro.

Seguiu-se a Nazaré, com 11,7 metros (manhã de 20 de outubro); Sines, com 11,5 metros (manhã de 20 de outubro) e Faro, com 9,9 metros (tarde de 22 de outubro).

“Atualmente, o Instituto Hidrográfico mantém em operação, no quadro do sistema MONIZEE, um conjunto de redes de monitorização do oceano costeiro ao largo de Portugal Continental, designadamente redes de monitorização ‘in situ’ (boias multiparamétricas, boias ondógrafo direcionais, estações maregráficas costeiras e estações meteorológicas costeiras) – que medem diversos parâmetros oceanográficos e/ou meteorológicos no local onde se situam os equipamentos de medida”, diz a Marinha em comunicado.

Na mesma nota informativa, explica que existem também “redes de monitorização remota (estações radar HF costeiras) – que medem os parâmetros oceanográficos (velocidade da corrente e agitação marítima) de interesse em áreas marítimas adjacentes”.

Ministra da Coesão diz que abolição das portagens está “cada vez mais longe”

A abolição das portagens nas antigas Scut “está cada vez mais longe de ser uma possibilidade”, disse hoje a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, na Covilhã.

À margem da conferência “Desafios da mobilidade em territórios de baixa densidade”, a governante sublinhou que a prioridade deve ser o incentivo à utilização de transportes coletivos e elétricos e não rejeitou que o valor nas antigas Scut (vias sem custo para o utilizador) não possa novamente ser reduzido, mas não prometeu.

“Não vou dizer que não vamos continuar a reduzir as portagens, mas também não vou prometer”, salientou Ana Abrunhosa, quando questionada sobre o assunto.

A ministra da Coesão Territorial recordou que a redução do valor das portagens em 30% é implementada em janeiro e depois o Governo vai avaliando.

“Vamos avaliando. Agora, não temos condições políticas, nem geopolíticas, nem de outro nível para continuar a reduzir muito as portagens. Isso tem de ficar bem claro”, vincou Ana Abrunhosa.

Segundo a governante, a diminuição anunciada em 28 de setembro dos custos de circulação na A22, na A23, na A24, na A25, na A4, na A13 e na A13-1 foi uma exceção, “justifica-se nestes territórios” e afirmou continuar a defender a redução.

“Foi uma situação excecional, porque verdadeiramente não temos transportes coletivos em quantidade e em qualidade, mas devemos investir então para que haja esse transporte coletivo e incentivar as famílias a utilizar esse transporte coletivo e a deixar o transporte individual”, argumentou Ana Abrunhosa.

A ministra chamou a atenção para reações negativas à medida de entidades que consideraram estar a ser fomentada a carbonização e acrescentou que a margem do Governo para continuar a reduzir o valor das portagens está cada vez mais reduzida.

“Eu acho que hoje esta não deve ser a medida prioritária de qualquer Governo, reduzir as portagens. A nossa margem política para o fazer está cada vez mais reduzida”, salientou.

De acordo com Ana Abrunhosa “a própria Comissão Europeia questiona” Portugal porque é que está “a fomentar o uso do veículo individual, ao reduzir as portagens”.

A ministra enfatizou o custo de contexto que representam as portagens e acrescentou que o valor foi reduzido nos territórios do interior para permitir às pessoas “chegar com menos custos ao hospital, ao seu local de trabalho, ao centro de saúde, a um evento cultural”.

Sobre um eventual aumento do valor a pagar nas autoestradas no próximo ano, Ana Abrunhosa referiu ser “uma preocupação”, mas remeteu o assunto para o ministro das Infraestruturas, João Galamba.

“Não me fica bem falar em nome de um ministro que neste momento está a fazer esse trabalho e essa negociação, que é o senhor ministro das Infraestruturas, mas é uma preocupação que todos temos, naturalmente”, disse.

O Governo anunciou em 28 de setembro que os veículos de classe 1 vão beneficiar de uma redução de 30% nas portagens na A22 (Via do Infante/Algarve), A23 (Beira Interior), A24 (Interior Norte), A25 (Beiras Litoral e Alta), A4 (Túnel do Marão), A13 e A13-1 (Pinhal Interior).

Detido em Oliveira de Azeméis suspeito de roubar e violar mulher no Porto

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro, um homem, de 41 anos, suspeito de ter roubado e violado uma mulher no Porto, informou hoje aquele órgão de polícia criminal.

Em comunicado, a PJ esclareceu que o suspeito está “fortemente indiciado” pela prática dos crimes de rapto, violação e roubo agravado, ocorridos na cidade do Porto e Gondomar, no dia 10 de outubro.

De acordo com os investigadores, o detido abordou a vítima, na zona da Boavista, no Porto, quando esta saía do seu emprego, e se preparava para entrar no seu carro, obrigando-a, mediante ameaça com uma arma de fogo, a conduzir até uma ATM, onde foram feitos levantamentos em numerário.

Em seguida, adianta a PJ, o suspeito deslocou-se a um bairro, na cidade do Porto, onde adquiriu produto estupefaciente, conduzindo depois a viatura para a zona de Gondomar onde terá obrigado a vítima a ter relações sexuais.

“A ofendida ficou privada da sua liberdade ambulatória, durante um período de cerca de duas horas, foi coagida à realização de práticas sexuais e ficou desapossada dos bens que possuía”, refere a mesma nota.

As diligências realizadas contaram com a colaboração do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Oliveira de Azeméis.

A PJ refere ainda que o detido, com antecedentes criminais por crimes contra a propriedade, encontrava-se em liberdade condicional, desde maio passado.

Médicos em Luta’ alertam: Urgências abertas mas sem especialistas

Novembro pode vir a ser dramático no SNS, uma vez que é um mês onde há, normalmente, muitos internamentos devido a infeções respiratórias.

Faltam médicos em praticamente todos os hospitais públicos nas escalas de novembro, o que pode vir a ser dramático uma vez que este costuma ser um mês marcado por muitos internamentos devido a infeções respiratórias.

O alerta foi feito pelo movimento Médicos em Luta, esta quarta-feira, na TVI. De acordo com Susana Costa, o protestos dos médicos vai ter um “grande impacto” no próximo mês. As urgências vão estar abertas, mas sem médicos especialistas.

“Doentes que necessitem de cuidados mais diferenciados, nomeadamente, medicina interna, cirurgia geral, por exemplo, não vão poder permanecer nesse hospital e terão de ser transferidos”, disse a responsável.

“O problema”, realçou ainda Susana Costa, “é que a dada altura é preciso perceber-se para que hospital vamos conseguir transferir doentes”, uma vez que praticamente todos estão na mesma situação.

Os médicos, que recusam há várias semanas fazer mais horas extraordinárias do que as 150 por ano que a lei lhes impõe, esperam ter em breve uma resposta aos seus protestos por parte do Governo, uma vez que com a chegada do tempo frio, aumentam as idas às urgências e os internamentos.

Saco de boxe inteligente português entre as melhores invenções de 2023

O saco de boxe inteligente BHOUT Bag, criado e fabricado em Portugal pela ‘startup’ BHOUT, foi considerado uma das 200 melhores invenções do mundo pela revista TIME na categoria de ‘Fitness’, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, a ‘startup’ portuguesa de ‘FitTech’ (tecnologia na área desportiva) – criada em 2019 e que alia o exercício físico ao ‘gaming’ para “revolucionar a forma como as pessoas se relacionam com o exercício físico” – refere que o BHOUT Bag combina sensores com visão computacional e inteligência artificial.

“Algures entre um videojogo e um instrumento de exercício, tem um ‘cérebro’ que utiliza sensores biométricos e que, em comunicação com a aplicação e com a inteligência artificial, identifica todos os murros, pontapés, cotoveladas ou joelhadas no saco e interage com o desportista criando um maior ‘engagement’ durante o treino”, explica.

Atualmente constituída por oito pessoas e detentora de um clube de boxe em Lisboa — o BHOUT Club – a BHOUT diz ter planos para “mais do que duplicar a equipa até ao início de 2024”, pretendendo recrutar sobretudo perfis de engenharia, ‘marketing’ e gestão da relação e experiência dos clientes.

Após ter faturado 159 mil euros em 2022, prevê atingir um volume de negócios na ordem dos 213 mil euros este ano, em resultado da operação do BHOUT Club.

Segundo avançou à agência Lusa fonte oficial da empresa, “a reta final do ano e início de 2024 serão também decisivos para escalar o negócio”.

O agora distinguido BHOUT Bag é apresentado como estando “na fronteira entre um equipamento de ‘fitness’ e uma consola de jogo”, integrando “a psicologia, os princípios da ‘gamificação’ e a investigação sobre ‘nudging’ (Teoria da Arquitetura da Escolha) à alta tecnologia”.

Construído em multicamadas, o saco de boxe conta com uma camada exterior que imita pele (feita de pele natural de cato), uma primeira camada feita de espuma de média densidade, onde se situam os sensores, que imita o efeito da massa muscular, e uma segunda camada de espuma de alta densidade que imita o tecido fascial.

O interior do saco é composto por 85% de água para evitar lesões de impacto, imitando a densidade dos órgãos internos.

Para além da distinção agora atribuída pela TIME, a BHOUT destacou-se já como a Melhor Start-up FitTech em fase inicial na Europa no Connected Health & Fitness Summit 2022, um dos Ginásios mais Inovadores do Mundo pelo Fitness Industry Technology Council e entre os ‘designs’ mais inovadores de 2023 a nível global, pelos prémios da Fast Company’s Innovation by Design.

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