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Ministra inaugura hoje em Vale de Cambra lar de idosos em funcionamento há dois anos

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social inaugura hoje em Vale de Cambra a estrutura residencial para idosos que o Centro Social e Paroquial de Arões tem em funcionamento desde agosto de 2021.

Segundo revelou à Lusa um elemento da equipa técnica dessa instituição do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Porto, o lar “é de constituição privada” e acolhe em permanência 30 seniores, que, embora “com poucos rendimentos, na sua maioria têm uma retaguarda familiar que os ajuda a suportar a mensalidade” cobrada pela estadia.

Rafaela Borges adianta, contudo, que, mesmo atendendo à oferta disponibilizada por outras instituições locais ao nível de alojamento apoiado para a Terceira Idade, o Centro Social e Paroquial de Arões “tem uma lista de espera muito grande, com umas 100 pessoas de dentro e fora do concelho a aguardar cama”.

Essa necessidade resulta do facto de que “Vale de Cambra tem uma população muito envelhecida, principalmente nas zonas da serra mais afastadas dos núcleos urbanos”, com menor densidade demográfica e sem apoios de proximidade ou cuidados de saúde intermédios e continuados. O isolamento desses idosos é agravado pela precariedade económica afeta a uma agricultura que é sobretudo de subsistência e pela migração dos membros mais jovens da família em busca de melhores oportunidades noutras regiões do país.

Fundado em 1987, o Centro Social e Paroquial de Arões tem como principal atividade o apoio à população sénior, servindo cerca de 200 utentes através de três valências: o centro de dia, que a cada jornada acolhe 10 idosos; o serviço de apoio domiciliário, que visita regularmente perto de 50 seniores; o gabinete de apoio à família e à comunidade, que auxilia um universo na ordem das 110 pessoas; e a referida estrutura residencial com 30 camas, a maioria das quais distribuídas por quartos duplos, mas também triplos e individuais.

Esse equipamento em concreto resultou de um investimento que o ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social situou em “570 mil euros” apoiados pelo PARES 3.0 – Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais.

Segundo Rafaela Borges, o lar está desde 2021 “focado em garantir conforto e qualidade de vida às pessoas que lá vivem”, pelo que “tem animação sociocultural e serviço de fisioterapia todos os dias”, contando ainda com uma médica e com um gabinete de enfermagem.

A inauguração da estrutura residencial para idosos pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, está marcada para hoje pelas 17:30.

Vinte e dois concelhos de quatro distritos em perigo máximo de incêndio

Vinte e dois concelhos dos distritos de Faro, Castelo Branco, Portalegre e Santarém apresentam hoje perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em perigo máximo de estão os concelhos de Monchique, Portimão, Silves, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira (Faro), Portalegre, Marvão, Castelo de Vide, Nisa, Gavião (Portalegre), Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Vila de Rei (Castelo Branco), Mação, Sardoal, Ferreira do Zêzere, Abrantes, Tomar, Vila Nova da Barquinha, Constância e Chamusca (Santarém).

O IPMA colocou também mais de 70 concelhos de Faro, Beja, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Portalegre, Leiria, Coimbra, Viseu, Guarda, Vila Real e Bragança em perigo muito elevado.

Outros concelhos de todos os distritos do continente estão hoje em perigo elevado de incêndio.

Devido ao tempo quente, o perigo de incêndio vai manter-se elevado pelo menos até segunda-feira.

Este risco, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo e os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Desde o início do ano, as 4.150 ocorrências de fogo já afetaram 9.071 hectares de espaços rurais.

O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, com nebulosidade matinal no litoral oeste, nortada na faixa costeira ocidental a sul do Cabo da Roca e pequena descida da temperatura máxima.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 14 graus Celsius (em Bragança) e os 20 (em Castelo Branco e Faro) e as máximas entre os 23 (em Aveiro) e os 35 (em Évora).

Fogo na Serra do Montejunto mobiliza 170 operacionais e 7 meios aéreos

Mais de 170 operacionais, apoiados por sete meios aéreos, estão a combater um incêndio na Serra de Montejunto, nos concelhos do Cadaval e Alenquer, no distrito de Lisboa, informou o comandante regional do Oeste.

Com o comportamento que o fogo está a ter, não haverá habitações na proximidade, mas o incêndio está a subir [a serra] pela parte norte”, afirmou à Lusa o comandante do Sub-Comando de Operações de Socorro do Oeste, Carlos Silva.

O incêndio deflagrou pelas 14:10 numa zona de mato e eucalipto na localidade do Cercal, no concelho do Cadaval.

Segundo a mesma fonte, o fogo tem “uma frente ativa com algumas projeções, tendo em conta o vento”.

Contudo, de acordo com Carlos Silva, há a expectativa de o incêndio “entrar numa zona onde o combustível é mais baixo e que a humidade diminua” para facilitar o combate às chamas.

Pelas 16:00, o fogo estava a ser combatido por 171 operacionais, apoiados por sete meios aéreos (seis da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e um da Afocelca) e 46 veículos de cerca de 20 corporações das regiões do Oeste, Lezíria do Tejo e Grande Lisboa.

Após desmaio, Marcelo terá alta hospitalar ainda esta quarta-feira

Os resultados dos exames foram “positivos” e a equipa médica vincou ao longo do dia o seu “bom humor”.

O Presidente da República vai ter alta hospitalar ainda esta tarde, depois de ter desmaiado esta tarde durante uma cerimónia numa faculdade em Almada devido ao calor.

Os médicos no Hospital de Santa Cruz, em Oeiras, já tinham adiantado que Marcelo Rebelo de Sousa pretendia voltar para casa ainda esta quarta-feira, apesar de se ainda se aguardar os resultados de alguns exames.

Trabalhadores da IGFSS exigem igualdade de direito

Os trabalhadores do Instituo de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS) vão concentrar-se esta quinta-feira, em frente ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, exigindo que todos sejam abrangidos pelo prémio de desempenho.

Em 2019, os trabalhadores do núcleo de cobranças de dívida, através de uma portaria, viram, e bem, atribuído um prémio de desempenho quando completam determinadas metas de cobrança de dívida e regularização. Aquilo que estes trabalhadores reivindicam é igualdade de tratamento”, explicou, em declarações à Lusa, Joaquim Ribeiro do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas.

No total, o instituto conta com aproximadamente 400 trabalhadores, sendo que 180 não são abrangidos pelo prémio de desempenho.

Os trabalhadores vão também entregar um abaixo-assinado, que conta com cerca de 160 assinaturas, e também já enviaram um pedido de reunião com a ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho.

De acordo com a estrutura sindical, esta valorização deve abranger todos os colaboradores do instituto, uma vez que todos contribuem para que as metas em causa sejam alcançadas.

Os trabalhadores contestaram esta situação há cerca de dois anos, inclusive junto do Conselho Diretivo do IGFSS, que, por sua vez, a comunicou à tutela.

Um grupo também já tinha feito chegar, de forma independente, há cerca de um ano, esta exposição à ministra do Trabalho.

A par disto, Joaquim Ribeiro disse ainda que o sindicato já tinha solicitado várias reuniões à governante para apresentar o caderno reivindicativo dos trabalhadores, no qual se inclui a questão do prémio de desempenho.

“Não tendo, até agora, obtido resposta, nos plenários que fizemos anteriormente, os trabalhadores decidiram avançar com um abaixo-assinado, que vai ser entregue amanhã [quinta-feira] à senhora ministra e enviámos um ofício para ver se ela tem disponibilidade para nos receber”, sublinhou.

A concentração e o plenário destes trabalhadores estão agendados para as 12:00, em frente ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa.

Criou empresa e conseguiu ‘desviar’ 1.5 milhões de euros. PJ deteve-o

O homem, estrangeiro, levava a cabo um esquema transnacional conhecido como CEO Fraud. As autoridades conseguiram recuperar a “quase totalidade” dos montantes”.

A Polícia Judiciária (PJ) deteve um cidadão estrangeiro pelos crimes de acesso ilegítimo, burla informática e branqueamento, ilícitos estes cometidos no âmbito de um “complexo esquema criminoso transnacional”.

De acordo com um comunicado da PJ, conhecido esta quarta-feira, a operação aconteceu em articulação com o Departamento Central de Investigação e Ação Penal de Torres Vedras.

Segundo explicam as autoridades na nota, o cidadão em causa está envolvido num esquema transnacional conhecido por CEO Fraud, que lhe permitiu arrecadar cerca de 1.5 milhões de euros.

A fraude em questão consiste “no uso de técnicas de exploração de vulnerabilidades de sistemas informáticos seguido de intromissão no sistema informático de uma das partes. Após perscrutar as comunicações eletrónicas e apurar da existência de uma relação comercial, o autor do crime substitui-se ao credor e envia um e-mail falso ao devedor para este liquidar a fatura para um IBAN novo, distinto do original, criado com o único propósito de receber os fundos ilicitamente transferidos, onde se irá dar início ao branqueamento do dinheiro”.

Por forma a levar a cabo este crime, o suspeito constituiu uma empresa em Portugal, abrindo uma conta bancária em nome desta. A conta bancária em causa era utilizada para receber os fundos ilicitamente transferidos.

“A investigação irá prosseguir com o fito de identificar toda a estrutura criminosa estando em curso mecanismo de cooperação policial e judiciária”, garante a PJ, acrescentando que “quase totalidade dos montantes” foi recuperada no âmbito da operação policial – assim como foi recolhido material probatório.

O suspeito será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação da medida de coação.

PSP detém homem por disparar tiros pela janela nas Caldas da Rainha

Foram apreendidas duas armas de fogo e várias munições.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve no domingo um homem nas Caldas da Rainha, no distrito de Leiria, depois de queixas de que o indivíduo tinha exibido uma arma de fogo na via pública e disparado tiros de caçadeira a partir da janela do seu apartamento.

Em comunicado, a polícia disse que a detenção do suspeito, de 45 anos, ocorreu pelas 21 horas, após ter sido emitido um mandado de busca domiciliária.

“O ora detido exibiu na via pública uma arma de fogo transformada coagindo outros cidadãos. Posteriormente e já da janela do seu apartamento efetuou alguns disparos de caçadeira para o ar”, explicou a PSP.

Foram ainda apreendidas duas armas de fogo, nomeadamente uma pistola de calibre 6,35 mm transformada, uma munição, uma caçadeira calibre 12 mm e 18 cartuchos.

“Ambas as armas foram utilizadas aquando dos factos que deram origem ao inquérito, que motivou a emissão dos mandados”, acrescentaram as autoridades, que referiram que o suspeito não tinha uma licença de porte de arma ou qualquer documento referente às armas em causa.

Foi aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência, após ter sido presidente a autoridade judiciária.

Cancelados concertos de Omara Portuondo em Lisboa e no Porto

Os concertos da cantora cubana Omara Portuondo previstos para este mês em Lisboa e no Porto foram cancelados por motivos alheios à artista, à produção e aos coliseus, onde iria atuar, anunciou hoje a promotora Lazarus.

Por “razões alheias à Lazarus, aos Coliseus e à artista, Omara Portuondo, os concertos agendados para os dias 08 e 14 de julho, no Porto e em Lisboa, respetivamente, serão cancelados”, informou a promotora, não esclarecendo o motivo do cancelamento.

O espetáculo de abertura destes dois concertos estava a cargo da fadista Diana Vilarinho.

De acordo com o comunicado da promotora, o reembolso dos bilhetes já adquiridos deverá ser solicitado num período até dois meses, a partir da data do evento, nos locais onde foram adquiridos.

Os concertos agora cancelados eram dois dos três agendados para Portugal, no âmbito da digressão de despedida dos palcos de Omara Portuondo, aos 92 anos.

O primeiro, e único não cancelado, aconteceu no dia 01 de julho, no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco, onde a cantora cubana apresentou as canções do seu último trabalho, gravado em maio.

Omara Portuondo, muitas vezes descrita como diva e dama da música cubana, já tinha atuado em 2022 em Portugal, no festival Músicas do Mundo de Sines, também nesta digressão de despedida.

Segundo a biografia oficial, Omara Portuondo, nascida em Havana em 1930, começou por ser bailarina no cabaret Tropicana, seguindo as pisadas da irmã Haydee, e fez parte do quarteto vocal Las d’Aida até decidir seguir uma carreira a solo.

“Magia Negra”, o primeiro álbum em nome próprio, saiu em 1959.

A partir daí trilhou um caminho dentro e fora de Cuba em colaboração com diversos músicos estrangeiros, combinando as melodias tradicionais cubanas aprendidas com os pais, com o jazz, a bossa nova, o bolero, a guajira e outros ritmos latinos.

As participações no álbum “Buena Vista Social Club” (1996) e no filme com esse nome de Wim Wenders, em 1999, nos quais protagonizou duetos com Ibrahim Ferrer e Compay Segundo, deram-lhe maior notoriedade internacional e tornaram-na um símbolo da música cubana.

A nova digressão de despedida da cantora começou no México e conta com atuações no Brasil, Estados Unidos e Europa.

Costa elogia investimento privado em Viseu feito na sequência do público

O primeiro-ministro elogiou hoje o investimento privado feito na sequência de investimento público, referindo o exemplo da construção de um ramal ferroviário pela Luso Finsa, que vai retirar das estradas 60 mil camiões por ano.

Se há exemplo de como um investimento público – como a requalificação da linha da Beira Alta – se traduz numa melhoria efetiva para a produtividade das empresas” que, em conjunto, podem “ajudar o país e a Europa” é “este investimento que está aqui em curso, de criar um ramal próprio”, destacou António Costa.

O chefe do Governo falava perante os trabalhadores da fábrica de madeiras Luso Finsa, em Nelas, distrito de Viseu, no final de uma visita no âmbito do programa “Agenda Mais Crescimento”.

Na sua intervenção, o primeiro-ministro destacou que o investimento público permitiu criar “novos projetos e novas ideias para continuar a melhorar” o que já existia, “melhorando a pegada ecológica com mais economia circular”.

António Costa enalteceu a retirada de 60 mil camiões por ano das estradas, referindo ser “um ganho imenso” na “pegada ecológica da região, na melhoria e segurança para o transporte, para a rapidez e comodidade e na diminuição de emissões CO2”.

“Isto é decisivo para a competitividade e para o progresso desta empresa, porque cada vez mais o custo do carbono vai ser interiorizado no custo dos serviços e, por isso, a diminuição dessa emissão é fundamental para a melhoria e competitividade das empresas”, defendeu.

O diretor-geral da Luso Finsa, Francisco Xavier Branco, tinha, momentos antes, agradecido o investimento do Estado na requalificação da linha ferroviária da Beira Alta, porque isso “permite a concretização de um sonho com 35 anos”.

“O sonho [era] dotar esta fábrica com um moderno terminal ferroviário, que queríamos desde o início e que consideramos estruturante porque vai converter esta fábrica num dos centros produtivos mais estratégicos do grupo Luso Finsa”, assumiu o responsável.

A empresa está na “fase final” da construção de um ramal que vai ligar à linha da Beira Alta e que “vai permitir retirar aproximadamente 60 mil camiões TIR por ano das estradas” já que a exportação “representa cerca de 67% da produção” nesta fábrica.

“Tem ainda um enorme contributo na sustentabilidade ao retirar da estrada uma grande parte do cerca de um milhão de toneladas do produto final que exportamos anualmente”, disse, acrescentando que “evita 60.000 toneladas de dióxido de carbono ao ano”.

Francisco Xavier Branco acrescentou ainda que o grupo “continua a investir nas tecnologias com a finalidade de ter produtos e soluções diferenciadoras para o mercado”.

A Luso Finsa, segundo o presidente da Câmara Municipal de Nelas, Joaquim Amaral, tem “400 postos de trabalho direto e cria cerca de 1.500 de forma indireta” e “é uma das empresas referência” do concelho.

Condeixa-a-Nova cria consulta de psicologia gratuita para famílias carenciadas

As famílias economicamente carenciadas de Condeixa-a-Nova dispõem de um serviço gratuito de consultas de Psicologia, anunciou hoje a Câmara Municipal.

Integrado na Unidade de Ação Social e Saúde (UASS), este novo serviço vai permitir tratar e acompanhar situações de calamidade ou apoiar pessoas com carência económica em situação de vulnerabilidade social, psicológica e emocional, afirmou a autarquia, numa nota de imprensa enviada hoje à agência Lusa.

As pessoas vão poder beneficiar gratuitamente de um acompanhamento adequado à sua faixa etária e respetivas problemáticas.

“Considerando o atual contexto socioeconómico de uma maior instabilidade financeira, social e emocional e ao consequente agudizar de situações pessoais e/ou familiares, onde a intervenção de natureza psicológica se mostra fundamental, entendemos, numa ação concertada com os demais agentes com intervenção, apostar neste serviço gratuito, dando a todos munícipes ferramentas para que possam ter melhor saúde psicológica e melhor qualidade de vida”, disse, citado na mesma nota, o presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, Nuno Moita.

De acordo com a autarquia, a ideia é promover o “bem-estar emocional, cognitivo, comportamental, interpessoal e familiar junto de crianças, jovens, adultos e famílias, avaliar e prestar apoio psicológico, promover a adoção de estilos de vida saudáveis e reduzir os riscos psicossociais, implementar e dinamizar atividades de natureza psicopedagógica e construir processos de mudança cognitiva, emocional e comportamental”.

Esta iniciativa visa também colmatar “necessidades emergentes em áreas como a doença mental, a pobreza, a exclusão social, situações de risco/perigo, violência e isolamento”, encarregando-se o serviço municipal de Psicologia de encaminhar os casos que necessitem de acompanhamento específico para as instituições adequadas.

Podem beneficiar deste serviço gratuito crianças e jovens referenciados pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Condeixa e respetivos agregados familiares ou encaminhados pelo agrupamento de escolas do concelho.

Entre os destinatários estão também munícipes economicamente carenciados que evidenciem necessidade de intervenção psicológica, referenciados pelo serviço de Ação Social e Saúde da Câmara, pelo serviço local de Segurança Social ou pelos serviços sociais das instituições/entidades do concelho.

A consulta está ainda disponível para acompanhar vítimas de catástrofe ou em situação de crise/emergência, idosos em situação de vulnerabilidade social e funcionários da autarquia.

A solicitação de intervenção por este serviço poderá ser efetuada presencialmente nas instalações da unidade de Ação Social e Saúde ou através dos contactos 969 093 415 e servico.psicologia@cm-condeixa.pt.

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