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Mealhada. Antigo lavadouro do Luso será convertido em museu

O edifício do antigo lavadouro do Luso será convertido num espaço museológico denominado “Clássicos da História do Luso”, onde exibirá elementos históricos e identitários da freguesia. Será também polivalente, no sentido de acolher diversas iniciativas culturais. A obra custará cerca de 130 mil euros e deverá estar concluída no final de 2024.

O edifício, já bastante degradado, dos lavadouros do Luso será objeto de uma total reabilitação que o transformará num “espaço polivalente e museológico onde possam ser desenvolvidas diversas atividades culturais e lúdicas, assentes em âncoras diferenciadoras do território”. A intervenção, no entanto, salvaguardará a área de lavadouro, com essa mesma função.

“Trata-se de um elemento fundamental para preservar a memória e identidade desta vila, quer para os residentes, quer para os muitos turistas, que passam a ter mais um elemento na sua visitação. Ao assumir esta função de acolher diversas iniciativas culturais ganha esta característica da polivalência, muito útil para a comunidade”, sublinha António Jorge Franco, presidente da Câmara da Mealhada. 

Esta obra enquadra-se no Programa de Reabilitação Urbana da Vila do Luso, sendo objeto de uma candidatura apresentada pela AD DELO – Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural 2014-20 e do Portugal 2020, concretizada através de um contrato de comodato com a Junta de Freguesia do Luso.

O investimento elegível aprovado é de 129.794,83€, sendo o apoio de 80% (103.835,86€).

Mais investimentos no Luso

No decorrer da cerimónia de assinatura de protocolo com a AD ELO, António Jorge Franco avançou que estão projetados diversos investimentos para o Luso, sendo um deles a beneficiação da EN235.

“Trata-se de uma empreitada que ascende aos 600 mil euros e faz parte de um conjunto de investimentos projetados para a freguesia. Esta está praticamente pronta para lançar a concurso”, referiu o autarca.

Radiofármaco da Universidade de Coimbra utilizado em milhares de exames de diagnóstico

A ICNAS Pharma, empresa da Universidade de Coimbra (UC), atingiu hoje, 14 de abril, um novo marco o realizar o número 5 000 do radiofármaco que produz. Lançado em 2012, o radiofármaco FDG UC foi o primeiro radiofármaco português e também o primeiro medicamento lançado por uma universidade portuguesa. É o principal medicamento utilizado nos exames de Tomografia por Emissão de Positrões (PET) para o diagnóstico em oncologia, cardiologia e neurociências.

«Antes da entrada em produção na ICNAS Pharma, a FDG, necessária para a realização dos exames PET no país, era importada de Espanha, com um custo anual de cerca de 5 milhões de euros. A produção nacional deste radiofármaco permitiu, assim, poupar ao país mais de 50 milhões de euros de importações, só neste radiofármaco, desde que passou a ser produzido pela ICNAS Pharma», destaca o Diretor do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS), Antero Abrunhosa.

Para o Reitor da Universidade de Coimbra e Diretor Técnico da ICNAS Pharma, Amílcar Falcão, «este volume de produção é um indicador inequívoco do sucesso da empresa e corresponde a mais um passo para a afirmação do trabalho que é desenvolvido na UC para a área da saúde, assim como afirma a investigação de excelência que fazemos na área das ciências nucleares aplicadas à saúde».

O radiofármaco FDG UC é utilizado no ICNAS para investigação e também para a realização de exames do Serviço Nacional de Saúde. É também distribuído, pela ICNAS Pharma, para os principais hospitais nacionais, através da FarDiotop, uma empresa incubada no Instituto Pedro Nunes.

Desde o lançamento da FDG UC em 2012, a ICNAS Pharma já colocou no mercado mais seis medicamentos radiofarmacêuticos, fruto da sua investigação. «Alguns destes radiofármacos são pioneiros a nível mundial, como é o caso do GalliUC, produzido a partir do Gálio-68 do ciclotrão através de um processo patenteado pela UC, que provocou uma autêntica revolução nos processos de produção deste isótopo ao nível global», sublinha o Diretor do ICNAS.

A produção combinada de todos os radiofármacos produzidos na UC já atingiu as 10 000 produções, tendo estes medicamentos sido utilizados em centenas de milhares de exames de diagnóstico.

Antero Abrunhosa realça que «todos os proveitos da operação da ICNAS Pharma e das patentes relacionadas são reinvestidos em investigação e desenvolvimento na Universidade de Coimbra, criando um verdadeiro ecossistema de investigação, desenvolvimento e inovação único no país».

Pampilhosa da Serra recebe 7,3 milhões para habitação com rendas acessíveis

7,3 milhões (7,344,388.35€) é o valor do investimento que o Município de Pampilhosa da Serra vai receber, para reabilitação e construção de imóveis, que serão disponibilizados para arrendamento a custos controlados e acessíveis.

A verba que será atribuída ao município resulta do protocolo de colaboração para Habitação a Custos Acessíveis, celebrado entre o IHRU (Instituto da Habitação e Reabilitação e Urbana) e a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, que prevê um investimento superior a 250 milhões de euros no conjunto dos 19 Municípios que integram esta Comunidade Intermunicipal.

O Presidente da Câmara Municipal, Jorge Custódio, salientou que esta “é a notícia mais feliz dos últimos tempos”, sendo que a Autarquia “já tem elencadas, não só a construção de novas habitações, mas sobretudo a compra e reabilitação de património especificado”, alargando a oferta habitacional para arrendamento abaixo dos valores de mercado em alguns pontos do concelho.

A criação do Parque Público de Habitação a Custos Acessíveis, visa dar resposta às necessidades dos agregados cujo nível de rendimentos, embora não configure uma situação de carência, também não seja compatível com os valores praticados no atual mercado de arrendamento privado.

“Espero que este seja mais um fator a contribuir para as pessoas perceberem que viver na Pampilhosa da Serra tem muitos benefícios, até em termos de habitação”, frisou Jorge Custódio.

Como é natural, há ainda um período considerável a percorrer até que o acesso às habitações esteja suscetível a candidaturas, sendo que devem ser observadoslimites máximos de preço de renda, nomeadamente uma redução face ao preço de referência de arrendamento estabelecido, cujo cálculo tem por base as características do alojamento e o valor mediano das rendas por metro quadrado, divulgado com a última atualização do INE.

Viseu. Deputado do PSD Hugo Carvalho representa Portugal na Índia

O deputado pelo Círculo Eleitoral de Viseu, Hugo Carvalho, deslocou-se à Índia para participar no Gen Next – um programa de cooperação entre a Índia e jovens líderes de vários países. Nesta que é uma semana de trabalho, o parlamentar do PSD está a participar, de 10 a 17 de abril, em debates e visitas sobre democracia e liderança com presença de representantes da Bélgica, Brasil, Bulgária, Croácia, Guiana, Luxemburgo, Mongólia, Eslováquia e África do Sul.

A Índia é o país que preside, atualmente, ao G20 e, ao longo de todo o ano, estão a ser dinamizadas ações, atividades e reuniões sobre vários temas de importância internacional. Neste âmbito, o programa do Gen Next está a abordar, através de vários ângulos, a força da democracia, das lideranças, da cultura e das civilizações mundiais.

“Estamos no mês de abril, mês que representa para nós liberdade, e a presença de Portugal nesta iniciativa permite a trocar de experiências entre os representantes destes vários países, como também permite debater e repensar estratégias e ideias para conseguirmos que a democracia seja defendida e reforçada, ao mesmo tempo que temos a oportunidade de conhecer melhor a civilização indiana e o seu modo de vida”, referiu o parlamentar.

Recorde-se que a Índia preside, atualmente, ao G20 e vai acolher a 18.ª reunião de cúpula do G20 (2023 G20 New Delhi Summit), em setembro de 2023, com a presença dos representantes das 20 maiores nações do mundo.

DIAP de Coimbra acusa 58 arguidos por produção e venda de produtos contrafeitos

O Ministério Público do DIAP Regional de Coimbra deduziu acusação contra 58 arguidos (7 dos quais pessoas coletivas), imputando-lhes, entre outros, a prática de crimes de fraude de mercadorias, venda, circulação ou ocultação de produtos contrafeitos, branqueamento e associação criminosa.

Os factos reportam-se à produção e comercialização em grande escala, inclusivamente com exportação, para França e Espanha, de artigos de vestuário e calçado contrafeitos, sem conhecimento e autorização dos titulares das marcas registadas que eram colocadas nos produtos.

Aos arguidos foi imputada a atuação no quadro de uma estrutura organizada, sendo os proveitos, assim obtidos, dissimulados, por vezes com remessas de numerário por encomendas postais, noutras situações usando empresas dedicadas a transferências de dinheiro, com recurso a resgates por terceiros, ou ainda com disseminação de depósitos em contas bancárias tituladas por terceiros. A par com esta atuação ocorria, nalguns casos, a omissão de proveitos, sendo imputada a prática de crimes de fraude fiscal.

A investigação esteve a cargo da GNR – Unidade de Ação Fiscal, Destacamento de Ação Fiscal de Coimbra, tendo sido prestada colaboração pela AT.

Toneladas de peixe estragado aprendidas em empresa da Gafanha da Nazaré

A Unidade de Controlo Costeiro, através do Subdestacamento de Controlo Costeiro de Aveiro, ontem, dia 13 de abril, apreendeu 110.428 quilos de pescado congelado na localidade da Gafanha da Nazaré, no concelho de Ílhavo.

Numa ação de fiscalização com o objetivo de controlar o cumprimento das regras de armazenamento, transformação e comercialização de pescado congelado, os militares da Guarda detetaram numa câmara de congelamento de uma empresa, diversas espécies de pescado armazenadas fora do prazo de validade e que aparentavam não estar em condições de consumo por deterioração da sua composição e qualidade.

No decurso das diligências policiais foi contactada a Direção Geral Veterinária de Aveiro que efetuou a recolha de amostras para análise, tendo o pescado sido apreendido.

Nesta ação foi identificado o representante legal da empresa, um homem de 68 anos.

Mercado de Albergaria celebra cinco anos e está em festa este sábado

O Mercado Municipal de Albergaria-a-Velha – “A Praça” celebra o seu 5º aniversário este sábado, dia 15. Este equipamento tornou-se uma referência de promoção do comércio tradicional, da produção local e da sustentabilidade ambiental.

“A Praça” tem 46 espaços de venda de frutas e legumes, pão e pastelaria, charcutaria e queijaria, mercearia, talhos, peixarias, hortícolas, flores e biológicos, que se juntam aos espaços de restauração.

O Município de Albergaria-a-Velha inaugurou o novo Mercado Municipal em abril de 2018, após profundas obras de requalificação, num investimento de cerca de 1,7 milhões de euros.

O projeto de requalificação foi realizado pelo arquiteto Luís Tavares Pereira, do gabinete [A] ainda arquitetura, e respeita o projeto original do arquiteto Jorge Gigante, datado do princípio da década de 1970.

Para assinalar este 5º aniversário, durante a manhã, há uma lembrança (limitada ao stock existente) para quem fizer compras e à noite, às 22h, há um concerto de Sandra Pereira, a primeira mulher a vencer o concurso televisivo “Ídolos”. Após a vitória, a cantora natural de Albergaria rumou a Londres para estudar na London Music School e continua a apostar na sua carreira como artista.

Homem morre em colisão entre dois veículos ligeiros em Tondela

Um homem morreu hoje após uma colisão entre dois veículos ligeiros em Tondela, no distrito de Viseu, que provocou também três feridos, adiantou à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

O alerta para o acidente na Estrada Regional 230, que liga Tondela a Carregal do Sal, União das Freguesias de Mouraz e Vila Nova da Rainha, concelho de Tondela, foi dado pelas 20h11, referiu fonte do Comando Sub-regional de Viseu Dão Lafões.

Da colisão entre duas viaturas resultou um morto, um homem, e três feridos ligeiros transportados para o hospital de Viseu, acrescentou.

Pelas 22h00 encontravam-se ainda no local 22 operacionais, apoiados por oito viaturas, entre elementos dos bombeiros, INEM e GNR.

Fonte do Comando Sub-regional de Viseu Dão Lafões referiu ainda que a estrada encontrava-se cortada nos dois sentidos, estando a decorrer as operações de limpeza.

CML pede que sejam denunciados casos de sobrelotação de habitações

A vereadora da Habitação na Câmara de Lisboa afirmou hoje que existe um problema “muito grave” de sobrelotação de casas na cidade, mas é preciso “trabalhar com evidências”, nomeadamente quando existem centenas de atestados de residência num único edifício.

“Há edifícios em Arroios que tinham centenas de atestados de residência num único edifício, isto é uma evidência real que há ali um problema, porque é impossível ter centenas de atestados num único edifício”, declarou a vereadora Filipa Roseta (PSD).

A autarca falava na reunião pública descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que decorre na Salão Paroquial da Igreja de São Francisco de Assis, em Arroios, para ouvir os munícipes desta freguesia da cidade, bem como da vizinha Penha de França.

O problema da sobrelotação de habitação e do alojamento ilegal foi levantado por uma moradora de Arroios, que vive num prédio na Avenida Almirante Reis, e que desde 2019 reclama sobre a existência de frações de 100 metros quadrados que chegam a ter 20 pessoas a pernoitar, que “pagam por camas ou por colchões estendidos no chão”, o que provoca também uma situação de insalubridade.

Em resposta, o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), pediu à munícipe para denunciar essas situações, referindo que esse é um problema que exige intervenção do Governo.

A vereadora do Urbanismo, Joana Almeida (independente eleita pela coligação “Novos Tempos” PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança), disse que, no âmbito das queixas sobre ocupação de imóveis, “apenas uma em cada 10 queixas tem a ver com alojamento local, as outras nove situações são arrendamento com sobrelotação de habitações”, que é um problema que preocupa, desde logo “a forma como este tipo de habitação está a crescer na cidade de Lisboa”.

“É um problema muito, muito, grave que a nossa cidade tem”, afirmou a vereadora da Habitação, referindo-se à sobrelotação de habitações, explicando que “a câmara não tem competências para entrar numa habitação privada”.

Filipa Roseta pediu que sejam denunciadas as situações de sobrelotação de habitações, nomeadamente ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), porque é preciso “trabalhar com evidências”.

Considerando que a presidente da Junta de Freguesia de Arroios, Madalena Natividade (CDS-PP), tem feito “um excelente trabalho” em denunciar estas situações às forças de segurança, a vereadora da Habitação reforçou que “sem denúncias não se pode atuar”, iniciando que há alguns casos em Arroios com indícios de criminalidade e que foram encaminhados também para o Ministério Público.

“Infelizmente, a nossa ação é mesmo muito limitada, a lei não dá à câmara competências nesta matéria”, frisou Filipa Roseta.

Apesar disso, a Câmara de Lisboa está a articular com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e está a participar nas reuniões dos grupos interinstitucionais da Autoridade Tributária, que juntam também a Polícia de Segurança Pública (PSP), a Polícia Judiciária (PJ), a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a Segurança Social e a Polícia Municipal, para “tentar encontrar uma solução” para resolver o problema de sobrelotação de habitações.

Ainda sobre a freguesia de Arroios, houve um morador que questionou o executivo camarário relativamente à “falta de estratégia” para responder às pessoas em situação de sem-abrigo, ao que a vereadora dos Direitos Sociais, Sofia Athayde (CDS-PP), disse que a câmara acompanha diariamente 1.000 pessoas, em março foram lançadas mais 60 vagas de casas para esta população, com o objetivo de chegar às 400 casas, e o investimento em 2022 nesta área foi de seis milhões de euros, missão que irá continuar para que “cada dia haja menos pessoas na rua”, mas que também exige intervenção do Governo.

Entre as cerca de 20 intervenções de munícipes de Arroios e da Penha de França, foram registadas queixas relativamente ao estacionamento, higiene urbana, segurança e ruído noturno.

Presidente e ex-presidente da Câmara de Arouca julgados por prevaricação

A presidente da Câmara de Arouca, Margarida Belém, e o ex-presidente da autarquia José Artur Neves vão começar hoje a ser julgados por alegadamente terem adjudicado uma obra no valor de 42 mil euros sem concurso público.

O início do julgamento está marcado para as 09:30 no Tribunal de Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro.

Além destes arguidos, vão sentar-se também no banco dos réus o empresário da construção civil Carlos Pinho, que é também o presidente do F. C. Arouca, assim como a sociedade por ele gerida.

Os arguidos estão acusados dos crimes de prevaricação e falsificação de documento agravado.

Os factos estão relacionados com as obras de pavimentação de um troço situado numa freguesia do concelho, por ocasião das eleições autárquicas de 2017, quando José Artur Neves exercia funções como presidente da Câmara de Arouca eleito pelo PS e tinha como vice-presidente Margarida Belém, que viria a ser a sua sucessora.

O Ministério Público (MP) considerou indiciado que o contrato foi celebrado sem a observação de qualquer procedimento legalmente estipulado para a contratação pública, de modo meramente verbal, ordenado por José Artur Neves com o acordo da sua sucessora no cargo, para “assegurar a maior votação possível” na lista que os dois integravam, o primeiro como candidato a presidente da Assembleia Municipal e a segunda como candidata a presidente da Câmara.

Logo após o início das suas funções como presidente da Câmara de Arouca, Margarida Belém terá determinado a abertura de um procedimento por ajuste direto, pelo preço de 42.617,50 euros, “tendo tal procedimento sido instruído pelos arguidos, ou a mando destes, com as peças do procedimento como se ainda não tivesse tido execução”.

A acusação refere ainda que, com a celebração deste contrato, “foram igualmente violados os limites trienais legais à data em vigor para a contratação por ajuste direto, por se tratar de adjudicação relativa a prestações do mesmo tipo ou idênticas a anteriores adjudicações ocorridas no ano económico e nos dois anos económicos anteriores celebrados com a mesma empresa”.

O MP requereu que seja declarado perdido a favor do Estado o valor do contrato, correspondendo à vantagem criminosa obtida pelos arguidos.

Além deste caso, José Artur Neves, que foi secretário de Estado da Proteção Civil, é ainda arguido no processo relacionado com a aquisição de golas de autoproteção no âmbito do programa “Aldeia Segura – Pessoas Seguras”, implementado na sequência dos incêndios florestais de 2017.

O antigo governante veio a demitir-se do cargo em setembro de 2019, no mesmo dia em que a Polícia Judiciária fez buscas no Ministério da Administração Interna e na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

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