Início Site Página 750

Vem aí neve! Castelo Branco e Guarda sob aviso amarelo no domingo

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou para domingo os distritos de Castelo Branco e Guarda sob aviso meteorológico amarelo, o menos grave numa escala de três, devido à previsão de queda de neve.

O aviso emitido pelo IPMA é válido entre as 6h00 de domingo e as 0h00 de segunda-feira.

As previsões do IPMA apontam para queda de neve acima dos 1.400/1.600 metros, com acumulação acima dos 1.600 metros, que poderá “ser de cinco a dez centímetros na zona da Torre”, na Serra da Estrela.

Proprietários têm 100 dias para usar casas antes de arredamento coercivo

Cabe aos municípios apresentarem uma proposta de arrendamento ao proprietário da casa devoluta.

Os donos de casas devolutas em condições de habitar, têm 100 dias para as usar ou arrendar, antes de começar o processo de arrendamento coercivo, segundo uma proposta do Governo.

Na proposta divulgada pelo executivo na sexta-feira, prevê-se, no artigo 15.º, que os “imóveis de uso habitacional classificados como devolutos” ao abrigo da lei “podem ser objeto de arrendamento forçado pelos municípios, para posterior subarrendamento no âmbito de programas públicos de habitação”.

De acordo com o texto, cabe aos municípios apresentarem uma proposta de arrendamento ao proprietário da casa devoluta, que teme 10 dias para responder, lê-se na proposta de legislação do programa “Mais Habitação”, publicada na noite de sexta-feira no ‘site’ www.consultalex.gov.pt.

Passados 90 dias, e se o proprietário disser recusar ou não responder e o imóvel continuar devoluto, os municípios podem, então, proceder “ao arrendamento forçado do imóvel, nos termos previstos” do Regime Jurídico de Urbanização e Edificação (RJUE), “com as necessárias adaptações”.

A proposta do Governo não considera devolutas, como já foi anunciado, “segundas habitações, habitações de emigrantes ou habitações de pessoas deslocadas por razões profissionais, de formação ou de saúde”, ou aquelas em que estejam a realizar-se “obras devidamente autorizadas ou comunicadas, durante os prazos para elas definidos, ou a pendência de ações judiciais que impeçam esse uso.

De acordo com o artigo 15.º, se os imóveis não estiverem habitáveis, “podem ser executadas coercivamente, pelos municípios, as obras necessárias à correção de más condições de segurança ou de salubridade, bem como das condições de habitabilidade”

Está previsto, segundo a proposta, que “o ressarcimento [seja] realizado por conta das rendas devidas”.

O Ministério da Habitação prevê, no diploma, que o “arrendamento forçado” é “realizado preferencialmente sobre imóveis que reúnem condições de habitabilidade que possibilitem o seu imediato arrendamento”.

O arrendamento forçado foi um dos aspetos mais polémicos do pacote da habitação, apresentado pelo Governo, com vários partidos, à direita, e associações de proprietários a atacarem a medida por ser inconstitucional por alegada violação do direito à propriedade.

Outros casos de exceção são os imóveis que sejam “adquiridos para revenda por pessoas singulares ou coletivas” ou que “integrem um empreendimento turístico ou estejam inscritos como estabelecimento de alojamento local”, ainda segundo o texto.

O Programa “Mais Habitação” prevê, entre outras medidas, a disponibilização de mais solos para construção de habitação, incentivos à construção por privados ou incentivos fiscais aos proprietários para colocarem casas no mercado de arrendamento.

Entre as medidas que visam estimular o mercado de arrendamento, assim como a agilização e incentivos à construção, incluem-se o fim dos vistos ‘gold’, o Estado substituir-se ao inquilino e pagar rendas com três meses de incumprimento, a obrigatoriedade de oferta de taxa fixa pelos bancos no crédito à habitação ou a isenção de mais-valias para famílias que vendam casas para pagar empréstimo da sua habitação.

As medidas do Programa Mais Habitação vão custar cerca de 900 milhões de euros e estão em consulta pública até 10 de março.

Águeda. Duas armas apreendidas em casa de suspeito de violência doméstica

Homem de 65 anos exercia violência física e psicológica sobre a sua companheira. O caso foi encaminhado para o Tribunal Judicial de Águeda.

Um homem de 65 anos foi constituído arguido e duas armas foram apreendidas na sequência de uma investigação por violência doméstica, na quinta-feira, em Águeda.

“Os militares da Guarda apuraram que o agressor de 65 anos exercia violência física e psicológica sobre a vítima, a sua companheira de 41 anos”, refere a Guarda Nacional Republicana (GNR) em comunicado enviado à TVC.

No decorrer das diligências policiais, foi cumprido “um mandado de busca domiciliária”, tendo sido apreendida “uma caçadeira, oito cartuchos e um sabre”.

O caso foi encaminhado para o Tribunal Judicial de Águeda.

Jovem morre num despiste em Montemor-o-Velho. Tinha 24 anos

A vítima mortal seguia numa viatura ligeira de passageiros. O acidente ocorreu pelas 4h da madrugada deste sábado.

Um jovem de 24 anos morreu, na madrugada deste sábado, na sequência de um acidente na Estrada Nacional (EN) 335, em Montemor-o-Velho. O alerta para o acidente foi dado pelas 4h.

Os Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho confirmaram, em declarações à TVC, que a vítima do sexo masculino tinha 24 anos e que perdeu a vida após a viatura ligeira em que seguia se ter despistado.

No local estiveram a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Figueira da Foz e os Bombeiros de Montemor-o-Velho.

Homem de 80 anos encontrado sem vida esta tarde durante o combate a um incêndio em Viseu

Um idoso de 80 anos foi hoje encontrado morto num incêndio que deflagrou esta tarde em Bodiosa, concelho de Viseu, informou fonte dos bombeiros, apontando que o fogo, entretanto dominado, terá começado com queimadas num terreno florestal.

O comandante dos Sapadores Bombeiros de Viseu, Rui Nogueira, indicou à agência Lusa que “um senhor com cerca de 80 anos foi hoje encontrado morto nas operações de combate às chamas num incêndio florestal na Póvoa de Bodiosa, em Viseu, tendo o óbito sido declarado no local”.

Segundo Rui Nogueira, “há evidências de que o senhor estaria a fazer queimadas e pode ter-se sentido mal e teve morte súbita, mas só a autópsia o irá determinar”.

Também contactada pela Lusa, fonte do Comando Sub-regional de emergência e proteção civil de Viseu acrescentou que o fogo deflagrou pelas 14h40 e foi dominado cerca de uma hora depois, numa zona florestal junto à A24.

No combate a este incêndio florestal, agora em fase de rescaldo e cuja área ainda não foi estimada, estiveram no local quatro viaturas de combate aos fogos e um helicóptero, de acordo com as mesmas fontes.

Mais de 100 bombeiros combatem incêndio em Castro Daire

O incêndio, em zona de mato, está a ser combatido com o apoio de cinco meios aéreos, um deles um helicóptero.

Lavra, desde as 14h20 deste sábado, um incêndio na freguesia de Monteiras, em Castro Daire, distrito de Viseu, que está a ser combatido por mais de 100 operacionais.

O incêndio de grandes dimensões está a ser combatido por 104 operacionais, apoiados por 30 veículos e cinco meios aéreos, quatro dos quais pesados, sendo o quinto um helicóptero.

A informação foi avançada à TVC por fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Viseu.

O incêndio, em zona de mato, “está a ceder ao combate” e o combate está a desenvolver-se positivamente, disse a mesma fonte.

No local estão bombeiros de Farejinhas, Castro Daire, Tondela, Cabanas de Viriato, Canas de Senhorim, Nelas, Carregal do Sal, S. Pedro do Sul, Lamego e Sátão.

Casa das Artes de Miranda do Corvoencheu com o concerto “Há Pressa no Ar”

No passado dia 26 de fevereiro a Casa das Artes de Miranda do Corvo recebeu o terceiro concerto da tournée “Há Pressa no Ar”.

Sala cheia, com público proveniente do município anfitrião, mas também vindo da Lousã, Vila Nova de Poiares, Góis, Condeixa, Penela e Soure, localidades que fazem parte dos Comités Organizadores Territoriais (COT’s) intervenientes na organização deste evento. Sob a direção musical de José Rebola, com a direção técnica de Filipe Ferreira, 50 vozes e sete músicos subiram ao palco para mostrarem, mais uma vez, através da música, o entusiasmo que se vive na Jornada Mundial da Juventude.

Entusiasmo que se estende até aos músicos e cantores, que também atravessam todas as faixas etárias. Antes de subirem ao palco alguns dos mais jovens cantores partilharam os sentimentos que os invadem antes de começarem a cantar para a plateia. A Ana diz que “todos os concertos são experiências incríveis”, revelando sempre imensa vontade de subir ao palco. Com medo de se esquecerem da letra de algumas músicas, alguns cantores revelam algum nervosismo antes da “subida do pano”, mas o Francisco diz que se sente “feliz por fazer parte de um projeto que toca no coração de tantos que, como eu, acreditam”.

A participação neste que é o maior evento cristão de jovens e para jovens traz imensa alegria. Uma alegria que pode chegar àqueles que ainda não se inscreveram para participar nos Dias na Diocese (de 26 a 31 de julho) ou na Jornada Mundial da Juventude (de 1 a 6 de agosto), em Lisboa. Basta que façam a respetiva inscrição como peregrinos, voluntários ou até como famílias de acolhimento.

Todos estão convocados para a missão de ser voluntário, a partir dos 16 anos, ou família de acolhimento para os peregrinos esperados na Diocese de Coimbra. As famílias de acolhimento apenas terão que providenciar espaço para dormir, para, pelo menos dois peregrinos, local de higiene diária, garantir os pequenos-almoços e, se possível facilitar o transporte dos jovens peregrinos.

“Atreve-te a fazer parte!”, é este o lema lançado pelo COD Coimbra, ao qual se associa a Câmara Municipal de Miranda do Corvo, patrocinadora deste evento realizado no último domingo de fevereiro.

Mercado Municipal da Costa Nova do Prado alvo de obras de requalificação nas próximas duas semanas 

O Mercado Municipal da Costa Nova do Prado estará encerrado ao público entre os dias 6 e 17 de março, para obras de requalificação. 

Esta intervenção prevê a reparação dos pisos interiores e das coberturas, pinturas no exterior e no interior e outros trabalhos de manutenção e conservação, num investimento que ronda os 50 mil euros. 

O mercado será alvo de claras melhorias no exterior e interior, nomeadamente, incluindo uma nova imagem, na qual também se prevê a colocação de painéis alusivos aos produtos da Ria de Aveiro, uma vez que é diariamente procurado por muitos turistas. 

Sendo este um importante passo para a melhoria das condições do mercado, o Município de Ílhavo agradece a compreensão de todos pelos eventuais incómodos causados na execução dos trabalhos. Em alternativa, os consumidores poderão realizar as suas compras no Mercado da Barra ou no da Gafanha da Nazaré.  

Mercado Municipal da Costa Nova do Prado 

É o palco dos produtos da pesca, lagunar e costeira, obtidos pela comunidade piscatória residente. Tem três áreas distintas: a dos crus (peixe e marisco), a dos legumes e panificação, e ainda a dos cozidos. Esta última funciona alguns dias da semana (variáveis dependendo da estação do ano) e apresenta os mariscos que são, obrigatoriamente, confecionados na cozinha do mercado. 

Montemor-o-Velho “autêntico e arrojado” na Bolsa de Turismo de Lisboa

Esta sexta-feira, o concelho de Montemor-o-Velho esteve em destaque na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa e, no stand da CIM Região de Coimbra, mostrou as razões que o tornam um território autêntico, onde tradição e inovação caminham lado a lado.

“Montemor-o-Velho é uma das pérolas da Região Centro, um território vibrante e dinâmico no coração de Portugal. É um destino incrível onde se vive a história, se sente o progresso”, avançou o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, no início da apresentação que destacou a autenticidade e o arrojo existentes no concelho.

Ao aludir às qualidades patrimoniais, paisagísticas, desportivas e gastronómicas, o edil montemorense realçou ainda “a forma calma e descontraída” como se vive em Montemor-o-Velho, mas também “a emoção, o sentimento e a adrenalina” que podem ser apreciadas e vividas pelos turistas e visitantes.

Na BTL, Emílio Torrão apresentou ainda uma proposta para uma “escapadinha” de dois dias, que desafia as famílias e amigos a visitarem o concelho.

O momento foi ainda aproveitado para apresentar os principais eventos culturais que o concelho tem para oferecer.

Assim, foram revelados os primeiros artistas nacionais do cartaz da Feira do Ano, que este ano decorre de 2 a 10 de setembro.

Presentes na apresentação, Ana Malhoa e Ivandro sentiram-se inspirados com as riquezas de Montemor-o-Velho e garantiram que vão proporcionar dois grandes espetáculos.

“As nossas Festas, de ano para ano, são sempre as melhores de sempre”, asseverou, com orgulho, Emílio Torrão.

A encerrar a apresentação, a Infanta D. Teresa convidou os presentes a saborear as iguarias gastronómicas do concelho, desde os produtos endógenos até à doçaria conventual e regional, não faltando o saboroso arroz doce feito com o arroz Carolino do Baixo Mondego e do leite oriundo das explorações da Gândara.

Até domingo, o concelho Montemor-o-Velho está presente na BTL e pode ser (re)descoberto no stand da CIM Região de Coimbra que, este ano, é um stand sem papel. Com um telemóvel e através de Qr Codes, os territórios estão disponíveis na ponta dos dedos preparados para surpreender e atrair mais visitantes e turistas.

Penela. Regulamento da Zona Industrial da Louriceira está em consulta pública

A Câmara Municipal de Penela aprovou o projeto de Regulamento da Zona Industrial da Louriceira, que está agora em consulta pública, para recolha de sugestões, até ao dia 25 de março. O documento estabelece as regras e condições de alienação e utilização dos lotes, “dotando o município de um instrumento de apoio ao desenvolvimento económico”, divulgou hoje a autarquia, presidida por Eduardo Santos.

O município de Penela está a avançar com o Regulamento da Zona Industrial da Louriceira, um investimento que vai permitir instalar mais empresas nos 22 lotes recentemente construídos. 

A consulta pública vai decorrer até 25 de março, sendo que “durante este período poderão os interessados consultar o mencionado projeto de alteração no Balcão Único da Câmara Municipal de Penela, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00”, o qual está igualmente disponível na página eletrónica do município (www.cm-penela.pt).

“Os interessados, no decurso desse prazo, poderão dirigir por escrito as suas sugestões, ao Presidente da Câmara, para Praça do Município 3230-253 Penela, ou para cmpenela@cm-penela.pt, ou ainda ser entregues no Balcão Único do Município de Penela, durante o horário normal de expediente”, pode ler-se no aviso publicado em Diário da República.

“As obras na Zona Industrial da Louriceira aumentam a área disponível para novos lotes, na ordem dos 98 mil m2, o que equivale a mais 22 lotes, para além dos três previamente existentes. Neste momento, contrariamente ao anunciado pela autarquia em agosto de 2021, existem contratos-promessa de compra e venda para a instalação de novas empresas apenas em 16 lotes. Para os restantes seis lotes, a Câmara de Penela está a preparar um procedimento de hasta pública” – revela a autarquia em comunicado de Imprensa.

O projeto correspondeu a um investimento inicial aprovado de 1.597.576,86€, comparticipado através do FEDER em 1.330.658,11€ com uma taxa de comparticipação de 85% e assegurado pelo Programa Operacional Regional do Centro – CENTRO 2020 no eixo prioritário COMPETIR (Competitividade e Internacionalização da Economia Regional).

Destaques