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Encontrado morto idoso desaparecido há cinco dias em Águeda

Foi encontrado hoje sem vida o homem de 82 anos que estava desaparecido desde segunda feira, 20 de fevereiro em Valongo do Vouga, informaram as autoridades no local.

A Televisão do Centro confirmou no local a chegada da Viatura Médica de Emergência e Reanimação, cuja equipa declarou o óbito.

A viatura do octogenário foi localizada há cerca de uma hora na Rua das Alminhas, Brunhido.

A Guarda Nacional Republicana, os Bombeiros de Águeda e o INEM estão a proceder às operações.

Notícia em atualização

Petição exigindo novo hospital nas Caldas da Rainha entregue hoje na AR

Uma petição com mais de 10 mil assinaturas, exigindo a construção do novo hospital do Oeste nas Caldas da Rainha, vai ser hoje entregue na Assembleia da República pelos autarcas e representantes partidários deste concelho e do de Óbidos.

Intitulada “Centro Hospitalar do Oeste nas Caldas da Rainha”, a petição defende que “tem de ser construído um novo Hospital do Oeste nas Caldas da Rainha”, concelho que tem “na sua génese os cuidados de saúde”, já que a cidade foi fundada com a edificação do Hospital Termal, em 1485, pela Rainha D. Leonor.

O documento surge numa altura em que se aguarda a decisão do Governo sobre a localização do novo hospital do Oeste, cujo anúncio o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, remeteu para o final de março.

A decisão está a ser equacionada por um grupo de trabalho criado pelo Governo, cujo trabalho tem por base um estudo encomendado pela Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim), que apontou o concelho do Bombarral como a melhor localização para a construção do novo hospital.

As conclusões do estudo estão a ser contestadas pelas autarquias das Caldas da Rainha e de Óbidos, que defendem que o hospital venha a ser construído na confluência destes dois concelhos.

A pretensão conta também com o apoio do município de Rio Maior, alegando o presidente da Câmara, Filipe Santana Dias (PSD) que, apesar de este concelho pertencer ao distrito de Santarém, parte da sua população recorre ao hospital das Caldas da Rainha.

Na petição, com mais de 10 mil assinaturas, os subscritores alegam que o Centro Hospitalar do Oeste se encontra “numa situação de rotura, não dando resposta às necessidades da região”.

“Não existe resposta hospitalar adequada, nem infraestruturas condignas e recursos humanos suficientes”, com tempos de resposta ao atendimento “muito para além do aceitável, colocando em causa o pronto auxílio a quem dele necessita”, pode ler-se no documento.

Um quadro que consideram agravar-se na zona norte do Oeste, nomeadamente no concelho das Caldas da Rainha, “porque os habitantes desta região estão mais distantes de outros hospitais recentemente edificados, como é o caso dos novos hospitais públicos construídos nos concelhos a sul da região Oeste”, como Vila Franca de Xira e Loures. Bem como pelo facto de “a oferta privada de cuidados de saúde hospitalar também ser notoriamente mais forte a sul do que a norte” da região.

Considerando “urgente” a construção de um novo hospital, os subscritores defendem que este seja localizado nas Caldas da Rainha e lembram a “necessidade de garantir o investimento adequado à melhoria das condições de funcionamento do atual hospital” até que o novo seja uma realidade.

O documento vai ser entregue por uma comitiva liderada pelos presidentes das câmaras das Caldas da Rainha e de Óbidos, Vítor Marques (independente) e Filipe Daniel (PSD), respetivamente, e que integra representantes locais de partidos políticos, membros da sociedade civil e representantes da Comissão Cívica de Utentes do Centro Hospitalar do Oeste.

O Centro Hospitalar do Oeste integra os hospitais de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras, tendo uma área de influência constituída pelas populações destes três concelhos e ainda dos de Óbidos, Bombarral, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro), abrangendo 298.390 habitantes.

Vêm aí temperaturas negativas. Mínimas vão chegar aos -5 graus

IPMA prevê tempo frio pelo menos até ao fim de semana. Saiba o que pode esperar.

Os próximos dias esperam-se com muito frio e chuva e, de acordo com a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), há regiões que vão chegar mesmo a atingir os -5 graus.

É de realçar que vários distritos estão, a partir de hoje, sob aviso amarelo devido à persistência de valores baixos da temperatura mínima e, segundo a análise feita pela TVC, são várias as regiões a atingir temperaturas negativas nos próximos dias.

Na sexta-feira, a temperatura mínima vai oscilar entre os -5 graus, na Guarda, e os 6 graus, em Faro e Lisboa.

Apesar dos valores baixos na generalidade do país, Bragança e Viseu vão atingir os -4 graus, Castelo Branco os -3, Vila Real os -2 e Portalegre -1. Em Viseu e Coimbra as mínimas vão chegar aos 0 graus.

Já as máximas vão variar entre os 15 graus, em Faro, e os 6 graus, na Guarda. 

No sábado, o IPMA prevê uma subida da temperatura mínima que, ainda assim, vai variar entre os -3 graus, na Guarda e Bragança, e os 7 graus, em Lisboa e Setúbal.

Recorde-se que o IPMA prevê tempo frio pelo menos até ao fim de semana, sendo esperada também uma descida da temperatura máxima entre 05 a 10 graus Celsius devido a uma massa de ar com origem polar.

Está ainda previsto vento forte, em especial na faixa costeira e nas terras altas, e períodos de chuva mais frequentes na sexta-feira, que poderão ser acompanhados de trovoada e granizo, vento e formação de gelo e geada no interior do país.

Por causa das previsões do IPMA, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu um aviso à população para os riscos de intoxicações por inalação de gases devido a inadequada ventilação e incêndios em habitações resultantes da má utilização de lareiras e braseiras ou avarias em circuitos elétricos.

A ANPC recomenda especial atenção aos grupos populacionais mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com patologias crónicas e população sem-abrigo.

Detenção de homem por abuso sexual de criança

A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Leiria deteve, em cumprimento de mandado de detenção emitido pelo DIAP de Abrantes, um homem de 52 anos, fortemente indiciado pelo crime de abuso sexual de crianças.

Os factos ocorreram em agosto de 2017, aproveitando o agressor a proximidade com a vitima, à data com 13 anos de idade, e a ascendência sobre a mesma, dado ser o responsável de grupo de dança de que aquela fazia parte.

Tais acontecimentos experienciados pela vitima, resultaram na necessidade de acompanhamento psiquiátrico e psicológico e na perda de ano escolar.

O detido, de 52 anos de idade, sem antecedentes criminais, vai ser presente às competentes Autoridades Judiciárias para primeiro interrogatório judicial e aplicação de adequadas medidas de coação.   

GNR da Guarda aposta na sensibilização para redução de queimas e queimadas

O Comando Territorial da GNR da Guarda vai apostar na sensibilização para reduzir o número de incêndios causados por queimas e queimadas, que nos últimos três anos estiverem na origem de 53% das ocorrências registadas no distrito.

Segundo o capitão Óscar Capelo, na análise da origem dos incêndios rurais na região da Guarda, “há uma que salta logo à vista, que são as queimas e as queimadas” e que exige “uma necessidade de sensibilização” das populações.

“Cada vez melhor percebemos quem é que são as pessoas alvo, as pessoas que têm esta necessidade do uso do fogo e, nesta fase, estamos a ir ter com elas, para que consigamos sensibilizar, para que consigamos debelar este grande número, ainda, de causas que temos relativamente a queimas e a queimadas”, referiu o responsável aos jornalistas no final da apresentação pública da Campanha Floresta Segura 2023.

Durante a sessão, que decorreu na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, com a participação de autarcas e de representantes das várias entidades intervenientes no Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), o oficial da GNR adiantou que em 2020, 2021 e 2022, no distrito da Guarda, as queimas e queimadas estiveram na origem de 53% dos fogos rurais.

Óscar Capelo lembrou que existem outras alternativas a esta prática tradicional como por exemplo a biotrituração.

“São apostas que têm de ser feitas e o caminho poderá ser por aí, porque não nos podemos sustentar em hábitos culturais, usar o fogo como um hábito que vem dos antepassados. Percebendo que há uma problemática associada, temos de conseguir alternativas para conseguir desfazer-nos, neste caso, de lenhas, daquilo que é muitas vezes o resultado da gestão dos combustíveis”, justificou.

Para mudar os hábitos de utilização do uso do fogo na gestão dos combustíveis, a GNR vai continuar a apostar na sensibilização das populações, entre os meses de fevereiro e de julho.

O capitão do Comando Territorial da GNR da Guarda, também evidenciou que com a Campanha Floresta Segura, de ano para ano têm sido sinalizados menos locais para limpeza em redor de habitações e dos aglomerados populacionais, o que tem permitido “reduzir o risco para pessoas e bens”.

Na sua intervenção, o responsável referiu, entre outros aspetos, que em 2022, a investigação realizada pela GNR no distrito da Guarda permitiu identificar 16 pessoas e efetuar oito detenções pela alegada prática de crime de incêndio (sete por queimas e queimadas e uma por utilização de motorroçadora).

Na abertura da sessão, o comandante do Comando Territorial da GNR da Guarda, tenente-coronel Pedro Gonçalves, referiu que o combate aos incêndios “tem de ser planeado de forma atempada e integrada” para que as entidades envolvidas possam “fazer mais e melhor”.

Salientou que a GNR tem competências na sensibilização das populações para a prevenção, na fiscalização, na vigilância e na deteção e investigação de incêndios rurais.

Em relação à sensibilização, salientou que a aposta é dirigida para as populações e também para a comunidade escolar.

Pedro Gonçalves também admitiu que o ano passado, em matéria de incêndios florestais, “não correu bem” no distrito da Guarda, onde arderam seis mil hectares, para além dos 18 mil que foram destruídos pelo fogo que atingiu a serra da Estrela.

Leonor Beleza distinguida com o Prémio Universidade de Coimbra

A presidente da Fundação Champalimaud, Leonor Beleza, foi hoje distinguida com o Prémio Universidade de Coimbra, pelo seu “apoio ao desenvolvimento das pessoas, das famílias, das empresas e das comunidades”.

O anúncio foi feito pelo reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, que elogiou Leonor Beleza como uma “notável servidora da causa pública por mais de quatro décadas”.

O galardão — com o apoio da Fundação Santander Portugal e o apoio do Global Media Group — vai ser entregue em 01 de março, na sessão solene comemorativa do 733.º aniversário da Universidade de Coimbra (UC).

“É com muito gosto que anuncio que a doutora Leonor Beleza é a vencedora do Prémio Universidade de Coimbra 2023. Notável servidora da causa pública por mais de quatro décadas, a nossa premiada deste ano é um exemplo ímpar de dedicação a causas tão estimadas pela UC como a saúde, a investigação científica e a transferência de conhecimento para a sociedade”, disse Amílcar Falcão.

Para este responsável, a distinguida é “igualmente um modelo de empenho em prol da inclusão e da igualdade, capaz de olhar para além da linha do Horizonte (tão apropriadamente o tema da Semana Cultural da UC este ano)”.

“Leonor Beleza enquadra-se justamente na lista de ilustres figuras que venceram este galardão desde 2004”, afirmou o reitor, que preside ao Júri do Prémio.

Para a presidente da Fundação Santander Portugal, Inês Oom de Sousa (vice-presidente do Júri), Leonor Beleza destaca-se por uma “carreira invulgar” e é “um exemplo de constante superação e transversalidade, tendo exercido cargos e desempenhando funções em todas as áreas contempladas no Prémio: cultura, economia e gestão, ciência e inovação. Distinguiu-se, de forma inequívoca, num dos principais fundamentos da atribuição do prémio, o apoio ao desenvolvimento das pessoas, das famílias, das empresas e das comunidades. São razões mais que suficientes para receber o Prémio Universidade de Coimbra, o Diploma e a Bolsa de Investigação Santander”.

Leonor Beleza é advogada, jurista e Conselheira de Estado e nasceu no Porto, em 23 de novembro de 1948.

É licenciada em Direito e durante a sua atividade profissional exerceu cargos públicos e privados de destaque, como secretária de Estado da Presidência do Conselho de Ministros (1982-1983), secretária de Estado da Segurança Social (1983-1985) e ministra da Saúde (1985-1990). Eleita deputada do Parlamento em diversas ocasiões, foi vice-presidente da Assembleia da República nos períodos 1991-1994 e 2002-2005. É Presidente da Fundação Champalimaud desde a sua criação, em 2004, por desígnio do seu fundador António de Sommer Champalimaud, recordou a UC.

Instituído em 2004, o Prémio UC, no valor de 25 mil euros (10 mil euros para o vencedor e 15 mil euros para a atribuição de uma Bolsa de Investigação Santander para apoiar o desenvolvimento de trabalho numa área a definir pelo premiado), distingue anualmente uma personalidade de nacionalidade portuguesa “de inequívoco valor percebido na sua área profissional – das áreas da cultura, da economia e gestão e/ou ciência e inovação – que se distinguiu no ano transato de forma inequívoca no apoio incondicional ao desenvolvimento das pessoas, das famílias, das empresas e das comunidades, apoiando um crescimento inclusivo e sustentável de sociedade”.

Na sua última edição, em 2022, a Universidade de Coimbra distinguiu o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres.

Em 2021, o distinguido foi o cardeal, ensaísta, poeta e teólogo José Tolentino de Mendonça.

O prémio também já distinguiu a classicista Maria Helena da Rocha Pereira, o crítico gastronómico José Quitério, o antigo reitor da Universidade de Lisboa Sampaio da Nóvoa, o músico e compositor António Pinho Vargas, a cientista Maria de Sousa, o químico Adélio Mendes, o artista plástico Julião Sarmento, o musicólogo e historiador cultural Rui Vieira Nery e o cofundador da Critical Software Gonçalo Quadros.

A coreógrafa, professora e programadora cultural Madalena Victorino, o embaixador João de Deus Ramos, o investigador e empresário José Epifânio da França, o matemático luso-brasileiro e membro do Fórum Internacional de Investigadores Portugueses Marcelo Viana e o neurocientista Fernando Lopes da Silva foram outros dos contemplados.

Em 2005, a distinção foi atribuída ex aequo, a António Manuel Hespanha, historiador e jurista, e a Luís Miguel Cintra, fundador do Teatro da Cornucópia, ator e encenador.

Em 2010, também ex aequo, foi atribuído o prémio a Almeida Faria, ensaísta e escritor, e a Pedro Costa, cineasta.

O ex-comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, atual presidente da Câmara de Lisboa, foi distinguido em 2020.

Número de vilas e cidades em Portugal aumentou nas últimas duas décadas

Há mais 10% de vilas e quase mais 20% de cidades do que havia há duas décadas.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e da PORDATAo número de vilas em Portugal aumentou em 10% relativamente a 2001. Já em termos de cidades, o número aumentou em 18,6%.

Significa isto que, se, em 2001, havia 134 locais em Portugal que eram considerados cidades, esse número aumentou para 159 em 2022. O número está igual desde 2012, importa ainda referir.

Dessas 159 cidades, 146 estão no continente, 6 nos Açores e 7 na Madeira.

A região Norte é onde se encontram mais cidades, totalizando 54, 27 das quais estão englobadas na Área Metropolitana do Porto. Seguem-se a região Centro, com 43 cidades, e a Área Metropolitana de Lisboa, com 17 cidades.

Três detidos em Viseu por posse de droga

No âmbito da prevenção criminal, a PSP deteve três cidadãos por posse de produtos estupefacientes e arma de fogo.

No dia 20 de fevereiro, pelas 22h30, na Rua Separadora – Viseu, foram detidos dois cidadãos de 18 e 21 anos de idade anos de idade, por terem na sua posse produto estupefaciente e uma arma de fogo, respetivamente. Aos detidos foram-lhes apreendidos: cerca de 200 doses individuais de haxixe, 103 de ecstasy, quatro doses de cocaína, uma balança de precisão e uma arma de fogo (revólver).

No dia seguinte, a 21 de fevereiro, pelas 18h10, no Bairro Social de Paradinha- Viseu, foi detido um cidadão de 42 anos de idade, por posse de produto estupefaciente. Foram apreendidas cerca de 20 doses individuais de cocaína e dez doses de heroína. 

Os detidos foram notificados para comparecerem no Tribunal Judicial desta cidade.

Apoio à produção de feijoca com candidaturas a decorrer em Manteigas

A Câmara de Manteigas tem a decorrer até 31 de março as candidaturas para atribuição de apoios à produção de feijoca, uma leguminosa característica deste concelho serrano e ingrediente típico da gastronomia local.


A finalidade é «incentivar e apoiar» o aparecimento de novos produtores, sendo que a autarquia vai atribuir 0,80 cêntimos por metro quadrado, para áreas compreendidas entre 50 e 500 metros quadrados, e de 0,40 cêntimos para áreas de produção entre 501 e 1.500 metros quadrados. Este apoio será concedido ao abrigo do Regulamento Municipal de Incentivo à Produção da Feijoca. «Combater o abandono das terras, preservar o solo e o meio ambiente, privilegiar a utilização dos recursos locais, dignificando a agricultura, os seus agentes e o meio económico em que estes se inserem», são alguns dos objetivos do município.

A decisão sobre a atribuição do incentivo será conhecida até 15 de abril.

Tarifa Social de água e saneamento

Medida abrange Bombeiros Voluntários

A Autarquia da Lousã, no seguimento do que já aplicou nos anos anteriores, ratificou a atualização da informação dos utilizadores que reúnem as condições para beneficiarem da Tarifa Social do serviço de água e saneamento e informou a APIN, empresa responsável por estes serviços, de modo que este tarifário possa ser aplicado em 2023.

Incluídos neste tarifários estão, também, os elementos das duas Corporações de Bombeiros do Concelho – Bombeiros Municipais da Lousã e Bombeiros Voluntários de Serpins – uma forma de valorizar o importante trabalho desenvolvido pelos Bombeiros do Concelho e estimular o voluntariado.

Recorde-se que o Município da Lousã, no seguimento da sua estratégia de investimento no Capital Humano e de apoio às famílias, já implementava o Tarifário Social, mesmo antes da entrada em funcionamento da APIN, reconhecendo o mérito e contributo desta medida para a coesão social.

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