Um jovem de 15 anos ficou esta sexta-feira ferido com gravidade, após sofrer queimaduras causadas por uma descarga elétrica na estação ferroviária de Tomar, no distrito de Santarém, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.
Fonte do Comando Sub-regional do Médio Tejo referiu que o jovem estava na estação ferroviária quando sofreu uma descarga elétrica que o deixou ferido com gravidade.
Segundo noticiou a publicação Tomar na Rede, o jovem, praticante de ‘skate’, sofreu o acidente enquanto realizava manobras.
O alerta para o acidente foi dado pelas 21:45 e no local estiveram 13 operacionais, apoiados por cinco viaturas, explicou ainda fonte da Proteção Civil.
Foi também mobilizado para o Hospital de Torres Novas o helicóptero do INEM, para transportar o jovem para uma unidade hospitalar de Lisboa.
Esta sexta-feira decorreu o terceiro dia seguido em que as greves no setor ferroviário têm afetado a circulação de comboios.
Homem tinha mais 15 litros em casa, onde as autoridades apreenderam, ainda, uma viatura.
O Comando Territorial de Viseu da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Posto Territorial de Moimenta da Beira, deteve, na sexta-feira, um homem de 65 anos por furto, no concelho de Moimenta da Beira.
A GNR explica em comunicado que “no âmbito de uma ação de fiscalização, os militares da Guarda abordaram um veículo onde o condutor demonstrou um comportamento suspeito perante a presença dos militares“.
Seguiu-se, então, “uma revista pessoal de segurança ao suspeito e uma busca ao veículo” que culminou com a “apreensão de cerca de 150 litros de gasóleo, furtado num estaleiro, no concelho de Viseu”.
“No seguimento da ação foi realizada uma busca domiciliária que resultou na apreensão de mais 15 litros de gasóleo e na identificação de um homem de 48 anos. Foi ainda apreendida uma viatura, 12 jerricans e diversos utensílios relacionados com o furto“, explica ainda a GNR.
O detido foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Moimenta da Beira.
A detenção ocorreu na sequência de uma investigação por furtos naquele concelho, que decorria há cerca de seis meses. O homem já tinha antecedentes criminais.
Um homem, de 45 anos, foi detido em flagrante delito por furto a um veículo, na quinta-feira, na freguesia de Pousaflores, no concelho de Ansião.
Numa investigação por furtos naquele concelho, que decorria há cerca de seis meses, “os militares da Guarda conseguiram identificar e localizar o suspeito”.
Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana (GNR) dá conta que os militares conseguiram deter o suspeito em flagrante delito, quando este entrou no interior de um veículo automóvel e se apropriou de 200 euros.
O detido já tinha antecedentes criminais por crimes da mesma natureza. Foi constituído arguido e o caso foi encaminhado para o Tribunal Judicial de Pombal.
A artista Bárbara Oliveira, natural da bairrada, lançou o seu primeiro single, gravado em português, dedicado à sua avó, já disponível em todas as plataformas de distribuição musical, em todo o mundo.
A artista, neste seu primeiro single, com produção da editora Mundial, narra na primeira pessoa, a vivência da doença de “alzheimer”, de que padece a sua avó.
Com um pleno sentimento na voz, uma interpretação profunda de sentimento, em menos de 24 horas, o tema “OLÁ” já tem mais de 2000 pessoas que o escutaram.
Bárbara Oliveira é uma das nomeadas da edição de 2023 dos “V Globos MUNDIAL”, na categoria REVELAÇÃO, uma organização conjunta da Rádio Mundialfm e da TVC.
O Presidente da República defendeu hoje que o queijo Serra da Estrela “tem de ser” Património Mundial e pediu que seja possível lançar uma candidatura para a sua concretização, afirmando que é um produto “único no mundo”.
“Isto é uma região muito forte. Muito, muito forte, A região Centro toda ela, mas a região da Serra da Estrela, dentro da região Centro. Tem tudo, não é só o queijo, que é único no mundo, tem de ser património mundial”, defendeu Marcelo Rebelo de Sousa.
O chefe de Estado afirmou que “tem de se conseguir lançar a candidatura para património mundial, o queijo da serra”.
“Tem azeite, tem castanhas. O que é que não tem? O mais importante é a gente. A natureza é única, o que se produz é único, mas não se produz esta gente, vocês é que são únicos”, afirmou, perante um pavilhão repleto de pessoas.
No recinto do mercado municipal, onde decorre a 44.ª Feira do Queijo Serra da Estrela, em Celorico da Beira, na Guarda, o Presidente da República considerou que o certame é “um momento de esperança” e a título de exemplo destacou “o aumento do número de expositores” nesta edição.
Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que “os portugueses são sempre os melhores dos melhores”, mas depois, “há um lugarzinho muito especial para esta gente que parece estar longe, quando é vista de Lisboa” ou de outras cidades do país que enumerou.
“Mas é uma gente que resiste, é uma gente notável, é uma gente cheia de força. Aguenta o frio, aguenta a seca, aguenta as dificuldades todas da natureza e resiste”.
O Presidente da República pediu “mais gente nova” para a região e “mais turismo a descobrir os encantos da montanha, dos trilhos, dos passadiços, da comida, da bebida, dos costumes” e, considerando que é preciso “apoiar tudo isso”.
Num discurso que, não estava programado, Marcelo Rebelo de Sousa, ao longo de 10 minutos, agradeceu “toda a resiliência e trabalho”, seja no inverno ou no verão, com os incêndios, “às gentes” das beiras e do interior, onde tem as suas origens maternas.
“E, portanto, eu tenho uma coisa em comum, que é o interior. Não tenho nada na família que diga respeito ao litoral, é tudo no interior e, por isso, eu fui, até agora, o único Presidente da República em democracia que foi autarca num município do interior, Celorico de Basto, que na altura era o mais pobre município de Portugal”, disse.
Aos autarcas da região presentes na abertura do certame, não só do distrito da Guarda, como também dos vizinhos de Castelo Branco e de Viseu, o chefe de Estado agradeceu “o feito” e pediu para “pôr a região da Serra da Estrela na moda”.
O PS promove no sábado, em Aveiro, uma convenção dedicada às questões da igualdade, sustentabilidade e coesão territorial com intervenções da ministra Ana Catarina Mendes, da comissária europeia Elisa Ferreira e do presidente socialista, Carlos César.
Esta convenção, que decorrerá no Centro de Congressos de Aveiro, será aberta pelo secretário-geral adjunto do PS, João Torres, e pela presidente das Mulheres Socialista, Elza Pais, e contará com comunicações de “representantes da política e da cultura, de jovens e de artistas”.
Segundo a dirigente socialista Elza Pais, “trata-se de uma iniciativa de âmbito nacional que tem por base a Agenda 2030 – Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável, desenvolvida pelas Nações Unidas”.
“A Agenda 2030 é fruto do trabalho conjunto de governos e cidadãos de todo o mundo para criar um novo modelo global para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar de todos e todas, proteger o ambiente e combater as alterações climáticas”, considera Elza Pais.
Na sessão de encerramento, além do discurso de Carlos César, está prevista uma intervenção da vice-presidente da Assembleia da República e presidente da Comissão Política das Mulheres Socialistas, Edite Estrela.
No painel dedicado aos temas da sustentabilidade, coesão territorial e igualdade estarão os professores universitários e investigadores Margarida Queirós e Pedro Góis, o presidente do Fórum da Energia e Clima, Ricardo Campos, a diretora Executiva na Global Compact Network Portugal, Anabela Vaz Ribeiro, o docente universitário Carlos Costa, e a ex-secretária de Estado e deputada socialista Berta Nunes.
Na parte da tarde, no painel intitulado “Que sociedade queremos em 2030? A cultura como fator de sustentabilidade”, discursam os escritores e jornalistas Luís Osório e Paula Cardoso, o escritor Rui Lage e a artista Thaís Guimarães, sendo este debate moderado pela antiga ministra Gabriel Canavilhas, tendo uma intervenção final da eurodeputada socialista Maria Manuel Leitão Marques.
No painel sobre a “juventude impulsionadora de mudanças falam os estudantes Joana Zúquete, Israel Paródia, Filipa Maia e a diretora de vendas Independente da Mary Kay Vânia Cruz, sendo o debate moderado pelo secretário-geral da JS, Miguel Costa Matos.
A confeção era feita “sem as mínimas condições de higiene” numa garagem.
A ASAE desmantelou, no concelho de Águeda, uma unidade ilegal de fabrico de doces e molhos, revelou a autoridade, esta sexta-feira, num comunicado enviado à TVC.
De acordo com a mesma nota, a confeção dos produtos em questão era feita na garagem de uma habitação, “sem as mínimas condições de higiene, sem qualquer controlo de parasitas, apresentando-se o equipamento de frio, as mesas de apoio e as janelas com acumulação de sujidades, encontrando-se o fogão utilizado na confeção dos doces e molhos colocado sob tijolos que existiam no piso em cimento da garagem”.
A atividade era assim exercida sem qualquer licenciamento, com falta de higienização e num local com “grandes anomalias funcionais e estruturais”.
Perante isso, foram instaurados dois processos de contraordenação tendo-se procedido à suspensão imediata da zona de confeção dos molhos e doces de fruta.
Segundo a ASAE alguns dos doces e molhos confecionados naquela garagem já tinham sido apreendidos num supermercado do concelho da Mealhada, por se se encontrarem expostos para venda ao público, com irregularidades na rotulagem, nomeadamente por utilizarem indevidamente a menção ‘artesanal’, menção esta só permitida aos produtores que sejam detentores de carta de artesão/unidade produtiva artesanal, assim como por falta de menções obrigatórias na rotulagem.
O Presidente da República defendeu hoje que o queijo Serra da Estrela “tem de ser” Património Mundial e pediu que seja possível lançar uma candidatura para a sua concretização, afirmando que é um produto “único no mundo”.
Isto é uma região muito forte. Muito, muito forte, A região Centro toda ela, mas a região da Serra da Estrela, dentro da região Centro. Tem tudo, não é só o queijo, que é único no mundo, tem de ser património mundial”, defendeu Marcelo Rebelo de Sousa.
O chefe de Estado afirmou que “tem de se conseguir lançar a candidatura para património mundial, o queijo da serra”.
“Tem azeite, tem castanhas. O que é que não tem? O mais importante é a gente. A natureza é única, o que se produz é único, mas não se produz esta gente, vocês é que são únicos”, afirmou, perante um pavilhão repleto de pessoas.
No recinto do mercado municipal, onde decorre a 44.ª Feira do Queijo Serra da Estrela, em Celorico da Beira, na Guarda, o Presidente da República considerou que o certame é “um momento de esperança” e a título de exemplo destacou “o aumento do número de expositores” nesta edição.
Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que “os portugueses são sempre os melhores dos melhores”, mas depois, “há um lugarzinho muito especial para esta gente que parece estar longe, quando é vista de Lisboa” ou de outras cidades do país que enumerou.
“Mas é uma gente que resiste, é uma gente notável, é uma gente cheia de força. Aguenta o frio, aguenta a seca, aguenta as dificuldades todas da natureza e resiste”.
O Presidente da República pediu “mais gente nova” para a região e “mais turismo a descobrir os encantos da montanha, dos trilhos, dos passadiços, da comida, da bebida, dos costumes” e, considerando que é preciso “apoiar tudo isso”.
Num discurso que, não estava programado, Marcelo Rebelo de Sousa, ao longo de 10 minutos, agradeceu “toda a resiliência e trabalho”, seja no inverno ou no verão, com os incêndios, “às gentes” das beiras e do interior, onde tem as suas origens maternas.
“E, portanto, eu tenho uma coisa em comum, que é o interior. Não tenho nada na família que diga respeito ao litoral, é tudo no interior e, por isso, eu fui, até agora, o único Presidente da República em democracia que foi autarca num município do interior, Celorico de Basto, que na altura era o mais pobre município de Portugal”, disse.
Aos autarcas da região presentes na abertura do certame, não só do distrito da Guarda, como também dos vizinhos de Castelo Branco e de Viseu, o chefe de Estado agradeceu “o feito” e pediu para “pôr a região da Serra da Estrela na moda”.
O Hospital Distrital da Figueira da Foz, no distrito de Coimbra, iniciou o tratamento de paramiloidose familiar (doença dos pezinhos) em doentes seguidos no Centro Hospitalar e Universitário do Porto (CHUP) e residentes na região Centro.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a unidade hospitalar salientou que este novo serviço de assistência resulta de “uma articulação com o CHUP”, que juntamente com outra estrutura hospitalar de Lisboa eram os únicos centros a efetuar este tratamento em Portugal.
O CHUP, segundo a nota, “é um dos dois centros de referência nacionais para o tratamento da paramiloidose familiar, recebendo doentes de todos o país, especialmente do Norte e Centro”.
Acompanha 12 doentes da região centro litoral (Figueira da Foz, Leiria, Montemor-o-Velho e Marinha Grande), “que aceitaram o tratamento no Hospital de Dia, poupando-se a cíclicas viagens ao Porto e permitindo também ao CHUP receber outros utentes”.
“O tratamento com o medicamento Patisiran é administrado em perfusão, por via endovenosa, em Hospital de Dia, a cada três semanas”, explicou o Hospital Distrital da Figueira da Foz.
Esta articulação, que envolve equipas das duas instituições, “constitui um passo de aproximação entre o Serviço Nacional de Saúde e as necessidades dos cidadãos com ganhos muito significativos para qualidade de vida dos doentes”.