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Embarcação afunda no porto de pesca da Figueira da Foz

O alerta foi dado pelo próprio proprietário da embarcação.

Uma embarcação de pesca afundou, esta madrugada de sexta-feira, no porto de pesca da Figueira da Foz. Até ao momento, desconhecem-se as causas por detrás da ocorrência.

O alerta foi dado pelo próprio proprietário da embarcação, pelas 8h00, mobilizando elementos do Comando-local da Polícia Marítima da Figueira da Foz “de imediato”.

“À chegada ao local, os elementos da Polícia Marítima verificaram que não existia nenhum foco de poluição, tendo o proprietário sido notificado para apresentar um plano de remoção ou reflutuação da embarcação”, descreveu a Autoridade Marítima Nacional (AMN), em comunicado, adiantando que “os trabalhos de reflutuação da embarcação decorreram durante a manhã de hoje”.

O Comando-local da Polícia Marítima da Figueira da Foz tomou conta da ocorrência.

Rio Maior: 2 crianças feridas gravemente em acidente de viação

A circulação esteve cortada ao quilómetro 74 do Itinerário Complementar nº 2 (IC2), na zona das Bocas, freguesia e concelho de Rio Maior, devido à colisão entre dois ligeiros, que provocou quatro feridos, três deles em estado grave.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém, o acidente ocorreu cerca das 15h50, envolvendo um ligeiro de mercadorias e um ligeiro de passageiros, que colidiram numa zona de curva desta via, correspondente à antiga Estrada Nacional 1.

Às 17h30 estavam no local 26 operacionais dos bombeiros de Rio Maior e Benedita, da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Santarém e da GNR, apoiados por 12 veículos.

No local estiveram ainda a VMER das Caldas e a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Peniche.

Os quatro feridos – 3 graves e um leve, sendo dos graves duas crianças.

Viseu cancela festejos de Ano Novo devido ao mau tempo

Segundo a Câmara Municipal de Viseu, “as condições meteorológicas adversas não permitem garantir a logística necessária à normal realização do programa”.

Depois do Porto, Gaia e Matosinhos, Viseu também anunciou o cancelamento dos festejos de Ano Novo, devido às condições atmosféricas previstas para o dia e noite de amanhã, 31 de dezembro.

“Após a receção das mais recentes informações sobre as previsões meteorológicas para o dia e noite de amanhã, 31 de dezembro, que apontam para o agravamento do estado do tempo, em especial a precipitação, a organização, em articulação com o serviço municipal de Proteção Civil, decidiu avançar com a decisão de cancelamento das celebrações“, escreve a entidade, em comunicado.

Segundo a Câmara Municipal de Viseu, “as condições meteorológicas adversas não permitem garantir a logística necessária à normal realização do programa“, colocando “em causa a segurança de todos os envolvidos e a própria comunidade que aqui se deslocaria para celebrar o fim do ano”.

“Temos estado a monitorizar de perto o estado do tempo e as previsões para as próximas horas, sendo que esta é uma decisão devidamente ponderada”, disse o presidente da Câmara Municipal, Fernando Ruas, citado na nota.

O responsável salientou que a autarquia sabe “o quão importante é este dia e celebração para todos os viseenses” mas, neste momento, “garantir a segurança de todos é a principal prioridade”.

O mesmo documento adiantou que “apenas o Bairro da Restauração se manterá em funcionamento, dado ser uma estrutura indoor, recebendo viseenses e visitantes a partir das 12 horas”.

Mas nem tudo são más notícias. Tal como planeado, o fogo de artifício será lançado pela meia noite, “cumprindo com as condições e perímetro de segurança definidos para a ocasião”. 

De notar que, segundo as previsões do Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA), vão estar sob aviso amarelo (o terceiro na escala) os distritos de Aveiro, Porto, Braga e Viana do Castelo devido ao vento, entre as 21h desta sexta-feira e as 9h de sábado. As rajadas podem chegar aos 80 km/h.

Os avisos por causa da chuva chegam no último dia do ano, no caso do Porto, Braga e Viana do Castelo. No domingo, estendem-se a Leiria, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Viseu, Aveiro, Vila Real e Bragança.

Moimenta da Beira adia concertos de fim de ano devido ao mau tempo

A Câmara de Moimenta da Beira vai adiar os concertos previstos para a passagem de ano para 07 de janeiro, devido às previsões de mau tempo para a noite de sábado, anunciou esta sexta-feira a autarquia.

“Por precaução decidimos adiar tudo por uma semana. O programa mantém-se exatamente o mesmo, mas é adiado para o dia 07 de janeiro”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, citado numa nota enviada hoje pela autarquia à agência Lusa.

Paulo Figueiredo justifica a decisão, adianta o mesmo comunicado, com a “previsão e no alerta deixado pela Proteção Civil, que prevê que a meteorologia se deteriore nas próximas horas”.

“Espera-se mais chuva forte e vento, sobretudo para a madrugada do primeiro dia do ano. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a noite de Ano Novo trará vento forte com rajadas até 80 quilómetros por hora”, sublinha.

O presidente desta autarquia do distrito de Viseu avisa que “a chuva também marcará presença, com o período crítico apontado precisamente para o intervalo entre a meia-noite e o meio-dia de 01 de janeiro”.

Apesar de o município ter programado a utilização de uma tenda, Paulo Figueiredo entende ser mais aconselhável cancelarm adiando para 07 de janeiro de 2023, “todo o programa festivo agendado para a noite deste sábado, dia 31”.

A Câmara tinha previsto para a noite deste sábado, “numa tenda a instalar nas proximidades da piscina municipal e no largo da Fonte de S. João, a partir das 23:15, o Cortejo do Velho, e fogo-de-artifício até à meia-noite”.

O concerto dos Inseparáveis, e dos dj The Boss e PPKool, que iriam animar a noite a partir das zero horas, e que tinham um cariz solidário, a reverter para Bombeiros Voluntários de Moimenta da Beira, são, naturalmente, também reagendados para o dia 07 de janeiro.

Encontrado corpo de mulher de 84 anos no rio Mondego

As causas da morte são, por enquanto, desconhecidas.

O corpo de uma mulher de 84 anos foi, esta tarde de sexta-feira, encontrado no rio Mondego, nas imediações da ilha da Morraceira, na Figueira da Foz.

Segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN), o alerta foi dado pelas 14h30, através dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, mobilizando elementos do Comando-local da Polícia Marítima da Figueira da Foz, dos Bombeiros Voluntários e Sapadores da Figueira da Foz, e do INEM.

A entidade adiantou que, até ao momento, desconhecem-se as causas da morte. Contudo, à chegada ao local, os serviços de emergência verificaram que se tratava de uma mulher de 84 anos, cujo corpo foi retirado da água pelos elementos da Polícia Marítima e dos Bombeiros.

O óbito foi declarado pelo Delegado de Saúde, e o corpo foi transportado para o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Coimbra, pelos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz.

O Comando-local da Polícia Marítima da Figueira da Foz tomou conta da ocorrência.

Bloco de parto das Caldas da Rainha fechado no Ano Novo

Os blocos de parto dos hospitais de Caldas da Rainha, Loures, Barreiro e Beja encerram às 08:00 de hoje e reabrem segunda-feira de manhã, no âmbito do plano da direção executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O plano inclui também o bloco de partos do Hospital de Portimão, que, segundo informação divulgada pelo Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), já está encerrado desde terça-feira às 21:00, devido à ausência de pediatras, e irá reabrir também no dia 02 de janeiro de 2023.

O encerramento destes blocos de parto consta do plano “Nascer em segurança no SNS” da direção executiva para o funcionamento das maternidades em Portugal continental na quadra festiva do Ano Novo.

A funcionarem sem interrupção estarão 33 maternidades – 13 no Norte, sete no Centro, 10 em Lisboa e Vale do Tejo, duas no Alentejo e uma no Algarve.

Nestas condições, na região Norte, serão as maternidades de Bragança, Vila Real, Viana Castelo, Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Póvoa de Varzim, Matosinhos, Penafiel, Porto (hospitais São João e Santo António), Vila Nova de Gaia e Santa Maria da Feira.

Na região Centro estarão abertas sem condicionamentos as maternidades de Aveiro, Coimbra, Viseu, Leiria, Guarda, Castelo Branco e Covilhã.

Nos mesmos termos, em Lisboa e Vale do Tejo, constam as maternidades de Abrantes, Santarém, Vila Franca de Xira, Lisboa (hospitais de Santa Maria e São Francisco Xavier e Maternidade Alfredo da Costa), Amadora-Sintra, Cascais, Almada e Setúbal.

Sem constrangimentos estarão também as maternidades de Évora e Portalegre, na região do Alentejo, e de Faro, no Algarve.

Segundo uma nota da direção executiva divulgada na segunda-feira, vão ainda estar abertos 221 centros de saúde no sábado e 180 no domingo, dia de Ano Novo como já tinha acontecido no fim de semana do Natal.

Os horários de funcionamento dos centros de saúde podem ser consultados no portal do SNS, refere a entidade, apelando ao utentes para procurarem a resposta mais próxima nos cuidados de saúde primários e não irem diretamente às urgências.

Relativamente ao plano “Nascer em segurança no SNS”, a direção executiva do SNS refere que na primeira fase do plano, que decorreu no período do Natal, estiveram a funcionar ininterruptamente 29 blocos de parto, “tendo a rede do SNS assegurado uma resposta articulada a todas as utentes que recorreram aos serviços de saúde”.

Neste período, não se verificaram irregularidades e nasceram 366 bebés no Serviço Nacional de Saúde, salienta.

A direção executiva adianta que irá avaliar os resultados da organização da rede de obstetrícia feita para o Natal e Ano Novo para efeitos de “decisões seguintes”, nomeadamente “o funcionamento desta rede de referenciação no primeiro trimestre de 2023”.

Sporting da Covilhã aprova a SAD

 O Sporting da Covilhã, da II Liga de futebol, aprovou, por maioria, a transformação da Sociedade Desportiva Unipessoal por Quotas (SDUQ) em Sociedade Anónima Desportiva (SAD)

Após quase quatro horas de discussão, onde foram levantadas várias questões pelos cerca de 100 sócios presentes na assembleia geral extraordinária marcada para a noite de quinta-feira, a proposta da direção foi aprovada com 67 votos a favor, seis abstenções e 27 votos contra.

A decisão prevê a criação de uma SAD com um capital social de 250 mil euros e, além dos 10% de que o clube legalmente terá de ser detentor, serão vendidas aos sócios até 10% das ações, ficando os restantes 80% disponíveis para investidores.

Os sócios podem subscrever, entre 02 e 09 de janeiro, até cinco mil ações, a cinco euros cada, num total de 25 mil euros, tendo prioridade os associados mais antigos e para ter direito a um voto são necessárias 50 ações.

Na proposta lida na reunião magna, a direção do emblema serrano, que em junho completa 100 anos, sublinhou que o Sporting da Covilhã é o único clube do segundo escalão com uma SDUQ e, perante o investimento muito superior nas outras equipas, os ‘leões da serra’ têm vindo “a perder competitividade desportiva”.

Com a entrada de capital de terceiros na SAD “e no próprio clube”, passam a existir instrumentos financeiros que permitem “ter equipas com mais qualidade competitiva” e “condições para obter melhores resultados desportivos”.

Segundo a direção, na documentação apresentada para sustentar a decisão, o Sporting da Covilhã, último classificado na II Liga, escalão em que compete há 15 épocas consecutivas, terá como melhorar “de forma significativa o seu sucesso desportivo e financeiro, o que permitirá crescer a notoriedade da sociedade e do clube”.

“É premente a transformação da sociedade em SAD, para que a mesma possa competir com a mesma igualdade de armas com as sociedades com quem disputa a II Liga de futebol profissional”, foi referido no documento lido na assembleia geral.

A transformação da SDUQ, que tem como único sócio o clube, em SAD, “permitirá à administração captar outro tipo de investidores”, trazendo “ainda mais vantagens para o seu clube fundador, permitindo-lhe continuar a investir no seu património imobiliário desportivo, na melhoria das condições desportivas dos seus atletas de formação, bem como melhorar as vantagens dos seus sócios”, sublinhou a direção, na mesma comunicação.

A direção acrescentou que, além de permitir a entrada de terceiros no capital da sociedade, com a ambição de melhorar os resultados desportivos, a alteração na orgânica da gestão do clube também vai possibilitar “profissionalizar departamentos” que atualmente “dependem do voluntarismo” de dirigentes.

O presidente, José Mendes, lembrou sempre ter resistido ao passo de avançar para uma SAD, apesar das muitas abordagens nesse sentido, mas explicou ter “maturado a situação” e ter chegado à conclusão que, para criar uma equipa competitiva, face ao investimento feito pelos adversários, “não há outra opção” e acrescentou ter “chegado agora o momento” porque “não há dinheiro” e capacidade para o clube ter orçamentos acima de um milhão de euros, comparando com estruturas com verbas sete a oito vezes superior.

“Não é só dizerem que querem chegar à I Liga”, respondeu o presidente aos sócios, sublinhando que o clube fica “em condições de negociar a qualquer momento”, embora possa até não o fazer.

Durante a reunião, primeiro foi pedida a retirada desse ponto e a sua votação numa data posterior, por vários sócios terem manifestado a necessidade de mais tempo para uma reflexão mais ponderada e para uma análise mais profunda, considerando insuficiente terem tido apenas um dia desde que a proposta da direção foi conhecida, na sessão de esclarecimento realizada na véspera.

Foi depois solicitado que esta não fosse a última assembleia geral em que os sócios tivessem uma palavra a dizer sobre o futebol profissional e que a proposta do futuro investidor e projeto desportivo fossem votados pelos sócios, sugestão que não teve o acolhimento da direção.

Numa reunião muito participada, em que se ouviram protestos quando o presidente do órgão encerrou o período de intervenção dos associados, foi proposto por alguns sócios uma votação por voto secreto, rejeitada por Jorge Gomes.

Operação Ano Novo da GNR regista três feridos graves no primeiro dia

Ocorreram 230 acidentes nas primeiras 24 horas e foram detidas 40 pessoas.

Três feridos graves e 53 feridos leves é o balanço do primeiro dia da Operação Ano Novo da Guarda Nacional República (GNR), que registou 230 acidentes nas estradas nas últimas 24 horas.

Desde ontem até às 7h30 desta sexta-feira, dia 30, a GNR fiscalizou 7.853 condutores, dos quais 49 conduziam com excesso de álcool e, destes, 26 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l.

Foram ainda detidas 14 pessoas por conduzirem sem habilitação legal.

Aquela força de segurança detetou 2.113 contraordenações rodoviárias, entre as quais 407 por excesso de velocidade, 134 por falta de inspeção periódica obrigatória, 48 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças, 44 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução e 48 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

No âmbito da operação ‘Ano Novo 2022’, os militares da GNR estão empenhados no patrulhamento rodoviário e na prestação de auxílio aos condutores, “para que estes cheguem aos seus locais de destino em segurança”. Durante a operação, a GNR vai continuar a priorizar a fiscalização à condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, ao excesso de velocidade, à falta de inspeção periódica obrigatória, mas também a manobras perigosas, à incorreta execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem e ainda à utilização indevida do telemóvel.

Tenta bater na mulher em frente da GNR na Guarda. Foi detido em flagrante

Homem ficou proibido de contactar a vítima por qualquer meio ou forma e de se aproximar dela até 500 metros.

Um homem, de 58 anos, foi detido, na quinta-feira, no concelho da Guarda, por violência doméstica, informou hoje a Guarda Nacional Republicana (GNR).

Em comunicado, o Comando Territorial da Guarda indica que os militares foram chamados na sequência de uma denúncia.

No local, “presenciaram o suspeito a ameaçar a vítima, sua companheira de 52 anos de idade, injuriando-a e tentando agredi-la fisicamente, pelo que foi detido em flagrante”.

Ontem, o homem foi presente no Tribunal Judicial da Guarda, tendo ficado proibido de contactar a vítima por qualquer meio ou forma e de se aproximar dela até 500 metros, controlado por pulseira eletrónica.

Três homens apanhados a caçar “antes do nascer do sol” foram detidos

Caso aconteceu na quinta-feira, no concelho de Sernancelhe.

Três homens foram ontem detidos por caçar em horário não permitido por lei, no concelho de Sernancelhe, informou esta sexta-feira a Guarda Nacional Republicana (GNR).

Os indivíduos, de 52, 57 e 69 anos, foram apanhados por  elementos do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Moimenta da Beira a “exercer o ato venatório fora da jornada de caça, concretamente, caça ao tordo (Turdus) antes do nascer do sol, tendo sido de imediato detidos”, indica o Comando Territorial de Viseu em comunicado enviado à TVC.

No seguimento da ação policial foram apreendidas três armas de caça e 17 cartuchos.

Os detidos foram constituídos arguidos e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Moimenta da Beira.

A GNR sublinha ainda que “a jornada de caça aos pombos, tordos e estorninho-malhado, bem como a detenção de exemplares destas espécies no exercício da caça, só é permitida entre o nascer do Sol e as 16 horas”.

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