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Oficial: Depois de deixar Estoril, Thiago Rodrigues reforça Arouca

Acordo formalizado esta segunda-feira.

O Arouca oficializou, esta segunda-feira, a contratação de Thiago Rodrigues para a baliza da equipa orientada por Armando Evangelista.

Sensivelmente dois meses depois de ter rescindido com o Estoril, o guardião brasileiro vai agora prosseguir carreira na I Liga, porém, a duração do contrato não foi anunciada.

Recorde-se que Thiago Rodrigues fez formação no Flamengo e, antes de chegar ao Estoril em 2019, passou também pelo América Mineiro.

Pelos canarinhos, o guardião de 26 anos realizou um total de 27 jogos, 14 dos quais na última temporada.

Constituída arguida após furtar carteira de idoso em centro comercial

Uma outra mulher foi constituída arguida por furtar 300 euros do interior de um veículo, em Moimenta da Beira.

Duas mulheres, com 50 e 54 anos, foram constituídas arguidas, na passada sexta-feira, pelo crime de furto, no concelho de Moimenta da Beira, revelou a Guarda Nacional Republicana (GNR).

Em comunicado, enviado esta segunda-feira às redações, a autoridade revelou que as mulheres foram constituídas arguidas no âmbito de duas investigações por furto. 

No primeiro caso, os militares apuraram que a “suspeita furtou a carteira a um idoso que se encontrava a efetuar compras numa superfície comercial”. Foi então possível apurar a identidade da suspeita, de 50 anos, e recuperar os 160 euros furtados.

No segundo, os militares “levaram a cabo diligências policiais que permitiram apurar que a mulher de 54 anos tinha furtado uma carteira do interior de um veículo, com recurso a chaves falsas”. Durante a ação policial, foi possível recuperar 300 euros em numerário.

Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Moimenta da Beira.

Aveiro. Furtam material de empresa no setor da indústria e acabam detidos

Os dois homens tinham na posse cobre e cabos elétricos.

Dois homens, de 20 e 22 anos, foram detidos no domingo, por suspeitas de furto em estabelecimento no setor da indústria, no concelho de Aveiro.

Segundo o comunicado da Guarda Nacional Republicana (GNR), os suspeitos foram intercetados “nas imediações do estabelecimento industrial na posse de diverso material furtado, nomeadamente, cobre e cabos elétricos”.

“Foram, ainda, apreendidos dois velocípedes elétricos”, referiram as autoridades.

Os detidos foram constituídos arguidos e serão presentes no Tribunal Judicial de Aveiro, para aplicação das medidas de coação.

Homem de 76 anos suspeito de maltratar a mulher durante 30 anos

Um homem de 76 anos, de Oliveira do Hospital, é suspeito de praticar violência doméstica contra a sua mulher, ao longo dos cerca de 30 anos da relação, afirmou hoje o Ministério Público de Coimbra.

Numa nota publicada na sua página de internet, o Ministério Público de Coimbra afirmou que o arguido está indiciado pela prática de um crime de violência doméstica, sendo suspeito de molestar “física, verbal e psicologicamente a vítima, com quem vivia maritalmente há cerca de 30 anos”.

“Os factos indiciados ocorreram, praticamente, ao longo de toda a relação de ambos, até dezembro”, acrescentou.

Nessas circunstâncias, o arguido, alegadamente, “insultou a vítima, intimidou-a, chegando a encostar-lhe uma navalha ao pescoço, e agrediu-a, empurrando-a contra uma porta e provocando-lhe ferimentos na cabeça”.

No início de dezembro, após a vítima ter manifestado a intenção de se separar do arguido, “este empunhou uma espingarda e apontou-a na direção da companheira, ao mesmo tempo que lhe dizia que a matava”, salientou o Ministério Público de Coimbra.

Ouvido por um juiz de instrução criminal no sábado, o arguido foi proibido de contactar, por qualquer meio, a vítima e não comparecer na residência onde habita a vítima nem no seu local de trabalho.

O arguido ficou ainda proibido de deter qualquer arma e de contactar as testemunhas dos autos, estando também obrigado a apresentar-se semanalmente perante autoridades policias.

A investigação é dirigida pelo Ministério Público da unidade local de Oliveira do Hospital, com a coadjuvação do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) do Comando Territorial de Coimbra da GNR.

Coimbra promove curso para intervir em emergências e catástrofes

A Universidade de Coimbra (UC) vai promover um curso de especialização em Intervenção em Contexto de Emergência e Catástrofe, que pretende dar uma resposta inovadora com o envolvimento de quatro parcerias consideradas estratégicas.

O curso será realizado em parceria com a Unidade de Ensino, Formação e Investigação da Saúde Militar (UEFISM), o Instituto Universitário Militar (IUM), o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e a Associação Lusitana de Trauma e Emergência Cirúrgica (ALTEC).

Segundo a vice-reitora da UC para os Assuntos Académicos e Atratividade de estudantes pré-graduados, Cristina Albuquerque, “este é um curso com caráter muito inovador, apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito do projeto ‘Living the Future Academy'”.

Cristina Albuquerque salientou que este curso foi “orientado para princípios de qualidade e de excelência, alinhado com parceiros que têm conhecimento aprofundado acerca destes assuntos”.

“Temos a noção de que estes desastres continuam a aumentar em número e intensidade. Este contexto lembra-nos de que temos de aumentar o conhecimento e a preparação, obter mais dados”, considerou, por seu turno, o comandante do IUM, tenente-general António Martins Pereira.

No seu entender, “quanto maior conhecimento e informação estiverem disponíveis”, maior será a capacidade de responder a situações de risco.

Durante a apresentação do curso, a necessidade de investimento numa educação aprofundada para o reconhecimento e gestão do risco foi justificada pelo “aumento da frequência e da intensidade dos cenários de risco e/ou catástrofes naturais, no âmbito de alterações ambientais, ou consequência de agentes de geodinâmica interna/externa, ou como resultado de acidentes tecnológicos ou outros”.

Em Portugal, existe uma oferta formativa pós-graduada “relativamente escassa e intermitente” no domínio da educação e treino para intervenção em catástrofe.

“É obrigação da universidade estar presente na oferta formativa e disseminação de conhecimento em áreas como esta. Este curso tem um grande potencial a nível nacional e internacional”, considerou o reitor da UC, Amílcar Falcão.

O reitor garantiu que se trata de “um curso com qualidade, com todos os condimentos ao nível das entidades envolvidas, e uma área de formação fundamental para o país”, e fez votos de que “sirva para algo em concreto e seja muitas vezes repetido ao longo do tempo, porque, infelizmente, as catástrofes vão continuar a acontecer”.

De acordo com dados apresentados durante a cerimónia, entre 2000 e 2019 ocorreram 510.837 mortes e houve 3,9 mil milhões de pessoas afetadas por 6.681 desastres naturais.

Na opinião do presidente do conselho de administração do CHUC, Carlos Santos, “estão reunidas as condições para mais uma parceria bem-sucedida” da instituição com as outras entidades envolvidas.

O curso de especialização destina-se a licenciados em Medicina, Enfermagem, Psicologia e outras licenciaturas no domínio da saúde, Forças Armadas, Geografia, Ciências da Terra, Engenharia, Proteção Civil, Ciências da Comunicação e Jornalismo.

Foto: Diário de Coimbra

Saúde? Utentes de Abrantes pedem que autarca use “peso político”

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Abrantes (CUSPCA) pediu hoje ao presidente da Câmara Municipal para que use o seu “peso político” junto do Governo para tentar resolver problemas da saúde e sociais.

“Nós levávamos, essencialmente, três temas à reunião com presidente da câmara, sendo questões relacionadas com a saúde, as portagens na Autoestrada 23 e a ação social”, disse à Lusa Manuel José Soares, porta-voz da CUSPCA e também da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT), sublinhando o apelo feito ao uso do “peso político” e “tomada pública de posição” do presidente daquele município do distrito de Santarém, Manuel Jorge Valamatos (PS), para tentar desbloquear a resolução de alguns problemas sobre os temas abordados.

“Uma questão premente que nós salientámos e que achamos que também deve ser tomada posição pública, e acompanhado aquilo que a comissão de utentes tem feito, é de exigir, de uma vez por todas, que o Governo coloque uma assinatura na portaria de extensão de encargos financeiros, relativamente à urgência do Hospital de Abrantes, onde funciona a urgência médico-cirúrgica”, afirmou o dirigente.

Manuel Soares lembrou que a Comissão de Utentes já tomou “várias vezes posição” e que o vai continuar a fazer, tendo defendido que, neste caso, “a autarquia de Abrantes deveria fazer o mesmo” e utilizar o seu “peso político” para ultrapassar o problema.

Segundo o dirigente da CUSMT, as obras na Urgência do Hospital de Abrantes, “prometidas e necessárias há anos e anos”, têm projeto, financiamento, concurso feito e empresa escolhida para fazer a obra, mas apenas falta a assinatura de um membro do Governo numa portaria de extensão para que se concretize a adjudicação e o consequente início das obras” no hospital, ligado ao Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), que agrega ainda as unidades hospitalares de Tomar e Torres Novas.

“Nós apelámos para que o peso político que a Câmara de Abrantes tem fosse utilizado na resolução dessas questões, porque são questões que muitas vezes só têm a ver com uma interpretação rígida e ortodoxa de algumas questões regulamentares e que levam, além de muito tempo a resolver, muitas vezes é impeditivo que essa resolução apareça à luz do dia”, disse Manuel Soares, tendo referido “múltiplos exemplos” de situações similares.

O porta-voz da CUSMT apontou as questões relativas à “saúde pública, cuidados primários e cuidados hospitalares”, tendo defendido como “necessário” que um conjunto de “entidades se juntem, falem umas com as outras e procurem soluções concretas para os problemas que existem” ao nível da saúde.

“Deveriam ser juntas à volta de uma mesa e procurar soluções concretas para os problemas que existem, aproveitando os meios que existem, poupando meios e facilitando a vida, quer a quem precisa de cuidados de saúde, quer a familiares”, defendeu.

Ainda ao nível da saúde e da maternidade do hospital de Abrantes, Manuel Soares disse ter defendido na reunião a “necessidade de a Câmara Municipal e Assembleia Municipal retomarem a posição sobre a nova rede de maternidades e urgências obstétricas”, tendo afirmado que, “pelo impacto social, na coesão territorial e até pela qualidade do emprego”, que esse serviço se “deve manter aberto 24 horas por dia, 365 dias por ano” em Abrantes.

Ao nível das portagens na A23, via que faz a ligação direta entre as três unidades hospitalares do CHMT, que os utentes querem ver “abolidas”, o representante da CUSPCA disse que estão “recolhidas mais de 11.000 assinaturas” num abaixo-assinado que está a circular, número que “corresponde à maior e à mais significativa iniciativa lançada pelos utentes a nível nacional, com caráter reivindicativo”, tendo-se congratulado com a aprovação em Abrantes, “pelo menos, do princípio da abolição das portagens”, numa via à qual “não há alternativa” de circulação.

As Comissões de Utentes “vão continuar a reunir com as autarquias” da região a partir de janeiro de 2023, avançou Manuel Soares, tendo a estrutura decidido “solicitar uma reunião à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e programar o agendamento de reuniões com o conjunto das câmaras municipais”.

“Atendendo à base da legislação da descentralização de competências, nós temos aqui um novo paradigma e é aos responsáveis autárquicos que compete resolver muitas das situações que têm relação com os serviços públicos e, no conjunto, também com as próprias questões da saúde, porque nós não imaginamos os serviços de saúde hoje sem telecomunicações, não imaginamos serviços de saúde sem transportes e sem bombeiros”, concluiu.

A CUSMT tem na sua área de influência o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, que abrange cerca de 225 mil utentes de 11 municípios (Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha), e o Centro Hospitalar do Médio Tejo, que integra três unidades hospitalares, localizadas em Abrantes, Tomar e Torres Novas.

UPS em constante incumprimento nas entregas na região centro

A empresa de logística UPS é uma das mais incumpridoras empresas de entregas na região centro de Portugal, sendo da parte de muitos consumidores a indicação de entregas fora de prazo sem que exista qualquer responsabilização por parte da empresa, na maioria das vezes sem que o serviço de atendimento a clientes funcione.

São dezenas de queixas que existem do operador de logística UPS, basta para isso uma simples pesquisa via internet https://portaldaqueixa.com/brands/ups-portugal ou https://pt.trustpilot.com/review/ups.pt entre outras.

A empresa que anuncia como tendo um serviço de entregas rápido tem, segundo a leitura atenta das opiniões dos seus clientes, causado verdadeiras “dores de cabeça” aos consumidores. Informa que realiza a entrega ao longo do dia “X”, sendo que o cliente/recetor da encomenda deverá aguardar pela mesma ente um período horário de 10h, entre as 09h e as 19h, no entanto, acaba por não realizar a entrega levando ao desespero de quem aguarda.

Estes são alguns dos relatos desta transportadora:

A TVC tentou chegar à fala com o chefe de serviço da Maia, que se negou a falar e a se identificar.

Lembramos que a tutela deste tipo de serviços é da ANACOM a quem devem ser remetidas as reclamações, sempre que o cliente veja os seus direitos violados.

Comissão Europeia, Banco Europeu de Investimento e CIM-RC reúnem em Coimbra sobre o financiamento de projetos de adaptação às alterações climáticas (Com Vídeo)

A Comissão Europeia (CE), através do Secretariado da Missão Adaptação às Alterações Climáticas, o Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC) organizaram hoje, dia 12 de dezembro, no Convento de São Francisco em Coimbra, uma sessão sobre o financiamento de projetos de adaptação às alterações climáticas para a Região de Coimbra.

Esta sessão surgiu na sequência da CIM-RC ter sido selecionada pela CE como signatária da Carta da Missão para a Adaptação às Alterações Climáticas da União Europeia, sendo reconhecida pela CE como uma das regiões europeias comprometidas com a adaptação às alterações climáticas.

A reunião contou, para além das entidades já referidas, com a participação do Governo representado pela Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, Isabel Ferreira, com os 19 municípios da CIM-RC, bem como com representantes das entidades nacionais e regionais mais relevantes no processo de decisão, como a CCDRC, ADC, APA, ANI ANEPC, UC, IPC, entre outras.

Para além dos projetos que têm vindo a ser desenvolvidos, a CIM-RC teve oportunidade de apresentar à CE e BEI alguns dos projetos e áreas de intervenção que considera mais relevantes concretizar nos próximos anos na Região de Coimbra nas áreas de ambiente e recursos naturais, florestas e gestão de risco, mobilidade e energia e resiliência urbana.

Foram ainda abordadas questões centrais no domínio das alterações climáticas, nomeadamente os constrangimentos para a implementação e financiamento de projetos que contribuam para a mitigação e adaptação às alterações climática na Região de Coimbra e se enquadrem nos objetivos da Missão da União Europeia para a Adaptação às Alterações Climáticas, bem como e melhoria da eficiência no processo de decisão entre as entidades competentes.

Sendo a Região de Coimbra umas das regiões mais fortemente impactadas pelas alterações climáticas, a CIM-RC reitera o seu firme compromisso com a implementação de medidas que mitiguem os seus efeitos, contando com o apoio de todas as entidades relevantes para a implementação destas medidas.

Chuva originou inundações em Coimbra e na Figueira da Foz (com vídeo)

A chuva causou hoje várias “inundações rápidas em meio urbano” na zona de Coimbra, sobretudo nesta cidade e na Figueira da Foz, disse à agência Lusa o comandante distrital de Operações de Socorro (CODIS).

Carlos Luís Tavares adiantou que “foram registadas cerca de 100 ocorrências destas” no distrito de Coimbra, “com especial incidência” na cidade de Coimbra, na sequência da chuva intensa que caiu ao início da tarde, sem que haja conhecimento de eventuais vítimas.

“As coisas estão a aliviar um pouco. Os bombeiros e a Proteção Civil estão no terreno a resolver os problemas”, afirmou.

Em Coimbra, além de uma inundação na Baixa, junto aos Paços do Concelho e Igreja de Santa Cruz, houve ocorrências semelhantes nas artérias de acesso ao Centro Hospitalar e Universitário (CHUC) e ao Instituto Português de Oncologia (IPO), entre outros locais.

O CODIS esclareceu que os alertas “são logo encaminhados” para os corpos de bombeiros e que, por isso, não dispõe para já de mais pormenores sobre o impacto das inundações no distrito, designadamente quanto a prejuízos em estabelecimentos comerciais e habitações.

“Estamos a sofrer algumas quedas de árvores e inundações, nomeadamente frente à própria Câmara [na Praça 8 de Maio]”, disse o presidente da Câmara, José Manuel Silva, durante a reunião do executivo, realçando que as obras em curso do Sistema de Mobilidade do Mondego “agravam a situação”.

O vereador da Câmara de Coimbra com o pelouro da proteção civil, Carlos Lopes, referiu que foi necessário fechar temporariamente a circulação (entretanto reaberta) em parte da avenida Sá da Bandeira, face às fortes chuvas que se sentiram ao início da tarde.

A Praça 8 de Maio, que ficou alagada, “já não tem água”, notou ainda o mesmo responsável, assegurando que a autarquia está a acompanhar a situação.

O Jornal Diário de Coimbra partilha no seu site um vídeo captado de um dos pontos da cidade:

Foto: Diário de Coimbra

Município de Albergaria-a-Velha com Orçamento de 28,6 milhões de euros em 2023

A maioria CDS aprovou, com a abstenção do PSD, as Grandes Opções do Plano e Orçamento de Albergaria-a-Velha para 2023, no valor global de 28.684.333 euros, revelou hoje fonte municipal.

Após ter sido votado em reunião de câmara, com a maioria CDS a fazer valer a sua supremacia no executivo, enquanto o PSD, na oposição, optou por se abster, foi sem surpresa que os documentos foram também aprovados na Assembleia Municipal, com 15 votos a favor e 10 abstenções.

O presidente da câmara, António Loureiro (CDS), defendeu que as propostas de Grandes Opções do Plano e de Orçamento, submetidas a votação, “são instrumentos para uma gestão rigorosa, transparente e prudente, procurando manter a solidez financeira, sem descurar a qualidade de vida dos munícipes e o apoio a novos investimentos”.

António Loureiro – Presidente CM de Albergaria a Velha

António Loureiro destacou que, apesar da conjuntura desfavorável, “com os elevadíssimos custos de energia, e o aumento generalizado dos preços”, ela “afeta sobretudo os mais vulneráveis”, pelo que a maioria optou por “manter uma baixa carga fiscal sobre as famílias e as empresas”.

Leitura bem diferente fez o PSD que, pela voz de Pedro Araújo e de Pedro Pintor, não viram onde estava a “prudência” nas propostas e criticaram “o crescimento da despesa corrente inversamente proporcional ao investimento.

“Fica claro que neste Orçamento o equilíbrio apenas é conseguido devido aos saldos dos anos anteriores conseguidos devido às receitas de capital, com a venda de terrenos na zona industrial”, criticaram os representantes do PSD.

As Grandes Opções do Plano, que mereceram a aprovação dos órgãos autárquicos, são estruturadas em cinco eixos: “desenvolvimento económico, emprego e atratividade”, “ação social, educação, saúde e habitação”, “turismo, cultura, desporto e planeamento urbano”, “ambiente, mobilidade e sustentabilidade”, e “boa governação e proteção civil”.

Entre os principais investimentos elencados está a continuação da expansão da zona industrial, com o início da construção de um novo arruamento e colocação de novos lotes no mercado.

A requalificação do parque escolar e do Centro de Saúde (segunda fase), a reabilitação de habitação social, a requalificação da zona da estação ferroviária e da antiga fábrica de Valmaior são outros investimentos anunciados para 2023.

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