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Estudante acusado de planear ataque em Lisboa absolvido de terrorismo

O estudante acusado de planear um ato terrorista à Faculdade de Ciências de Lisboa foi esta segunda-feira absolvido do crime de terrorismo, avança a CNN. Portugal. Contudo, foi condenado a dois anos e nove meses de prisão por posse de arma proibida. 

O Coletivo entendeu que não estavam preenchidos os pressupostos para ser julgado pelos Crimes de terrorismo, tendo sido condenado pelo crime de posse de arma proibida. Vai manter-se sob internamento.

O advogado de João Carreira, estudante acusado de planear um ato terrorista à Faculdade de Ciências de Lisboa, considerou que “a justiça cumpriu o seu percurso”, depois de ser conhecido que o Tribunal Criminal de Lisboa absolveu o jovem de dois crimes de terrorismo. Contudo, João Carreira foi condenado a uma pena efetiva de dois anos e nove meses de prisão por posse de arma proibida. 

“O João foi absolvido de dois crimes de terrorismo”, começou por dizer o advogado, referindo que esta era a “imputação mais grave”, e que havia defendido desde o início a absolvição. 

“Eu disse, este caso irá fazer historia e certamente não será terrorismo”, lembrou. “A justiça cumpriu o seu percurso e a decisão é uma decisão que subscrevemos inteiramente”, notou.

O advogado acrescentou que irá agora analisar a sentença “com cuidado”, nomeadamente o facto de a pena de prisão ser cumprida em estabelecimento prisional para inimputáveis.

“A outra parte, naturalmente, é evidente que teria de acontecer algo, era um facto claro que as armas estavam lá, foram apreendidas”, afirmou.

“Agora iremos analisar a sentença com cuidado e verificar se há ai ou não uma adequação do quórum da pena”, destacou, referindo que terá de analisar se a decisão teve em consideração a idade do arguido na altura dos factos, a confissão e a situação clínica.

“Não me posso pronunciar”, ressalvou. “Em relação ao resto, estou satisfeito”, rematou.

Recorde-se que, no acórdão, o coletivo de juízes presidido por Nuno Costa considerou não terem ficado preenchidos os requisitos dos crimes de terrorismo de que o arguido vinha acusado pelo Ministério Público (MP), nem o crime de treino para terrorismo que tinha sido pedido pela procuradora durante as alegações finais.

Desta forma, o arguido ficou absolvido dos dois crimes de terrorismo de que estava acusado pelo MP.

Recorde-se que, nas alegações finais do julgamento, o Ministério Público tinha pedido ao coletivo de juízes presidido por Nuno Costa que o jovem fosse condenado a uma pena não inferior a três anos e meio de prisão efetiva em estabelecimento prisional com acompanhamento psiquiátrico.

A procuradora Ana Pais referiu que, tendo em conta os factos confessados pelo arguido, João Carreira deveria ser condenado naquela pena de prisão pelos crimes de treino para terrorismo (da lei do terrorismo) e detenção de arma proibida.

A magistrada lembrou que o arguido admitiu em julgamento que se propunha a efetuar no mínimo três homicídios por forma a que a sua ação pudesse ser considerada um “assassinato em massa”.

A justificar o crime de terrorismo imputado ao arguido, a procuradora disse que o plano de João Carreira “não tinha um alvo em particular”, sendo uma ação “indiscriminada” que tanto podia ter como vítimas colegas da Faculdade, professores ou funcionários daquela instituição de ensino superior.

A representante do Ministério Público entendeu ainda que “houve intenção” do arguido em praticar os atos que lhe são imputados, tendo adquirido as armas – facas, uma besta e cocktails molotov – para o efeito.

Segundo o plano desmantelado pela PJ, a ação terrorista concebida por João Carreira estava marcada para 11 de fevereiro deste ano. Após ser detido ficou em prisão preventiva, tendo a medida de coação sido substituída por internamento preventivo no Hospital Prisional de Caxias.

Por seu lado, o advogado de defesa alegou que o ato violento imputado a João Carreira não seria concretizado, uma vez que já tinha sido adiado várias vezes.

O advogado enfatizou que o jovem – que estava acusado de dois crimes de terrorismo (um dos quais na forma tentada) e de um crime de detenção de arma proibida – foi detido em casa sem ter levado a cabo o ataque.

Estudante acusado de planear ato terrorista conhece acórdão do julgamento

O Tribunal Criminal de Lisboa profere hoje acórdão relativo ao julgamento do estudante acusado de planear um ataque terrorista à Faculdade de Ciências de Lisboa.

Nas alegações finais do julgamento, o Ministério Público pediu ao coletivo de juízes presidido por Nuno Costa que o jovem seja condenado a uma pena não inferior a três anos e meio de prisão efetiva em estabelecimento prisional com acompanhamento psiquiátrico.

A procuradora Ana Pais referiu que, tendo em conta os factos confessados pelo arguido, João Carreira deverá ser condenado naquela pena de prisão pelos crimes de treino para terrorismo (da lei do terrorismo) e detenção de arma proibida.

A magistrada lembrou que o arguido admitiu em julgamento que se propunha a efetuar no mínimo três homicídios por forma a que a sua ação pudesse ser considerada um “assassinato em massa”.

A justificar o crime de terrorismo imputado ao arguido, a procuradora disse que o plano de João Carreira “não tinha um alvo em particular”, sendo uma ação “indiscriminada” que tanto podia ter como vítimas colegas da Faculdade, professores ou funcionários daquela instituição de ensino superior.

“A marca de água do terrorismo é esta indiscriminação, em que qualquer um de nós pode ser o alvo” desse ataque, enfatizou a procuradora, considerando que esse elemento típico do crime de terrorismo – a “indiscriminação” quanto às vítimas — se verificou neste caso.

A representante do Ministério Público entendeu ainda que “houve intenção” do arguido em praticar os atos que lhe são imputados, tendo adquirido as armas – facas, uma besta e cocktails molotov – para o efeito.

Segundo a procuradora, o MP “não é alheio aos problemas de saúde [mental] do arguido e à idade [19 anos]”, mas tem que ter em conta os ilícitos praticados. Destacou ainda que “o MP está convicto de que o arguido, acompanhado psiquiatricamente, poderá ressocializar-se após o cumprimento da pena”, entendendo que ser razoável a pena de prisão pedida para o jovem estudante de engenharia informática.

Segundo o plano desmantelado pela PJ, a ação terrorista concebida por João Carreira estava marcada para 11 de fevereiro deste ano. Após ser detido ficou em prisão preventiva, tendo a medida de coação sido substituída por internamento preventivo no Hospital Prisional de Caxias.

Por seu lado, o advogado de defesa alegou que o ato violento imputado a João Carreira não seria concretizado, uma vez que já tinha sido adiado várias vezes.

O advogado enfatizou que o jovem – que está acusado de dois crimes de terrorismo (um dos quais na forma tentada) e de um crime de detenção de arma proibida – foi detido em casa sem ter levado a cabo o ataque.

“Entendo que não [haveria ataque], ele já tinha sido adiado várias vezes”, insistiu.

Capitanias atentas após buscas a tripulantes terem sido suspensas

As capitanias da Nazaré e Figueira da Foz vão manter-se atentas, com meios locais da polícia marítima e patrulhas terrestres, depois de no domingo terem sido suspensas as buscas para encontrar os três tripulantes da embarcação desaparecida na sexta-feira.

O capitão do Porto da Nazaré, Mário Lopes Figueiredo, explicou hoje à Lusa que, depois de terem sido suspensas as buscas, ficou acordado que cada capitania, dentro da sua área de jurisdição – da praia do Pedrógão para Norte em direção à Figueira da Foz (capitania da Figueira da Foz) e para Sul (Capitania da Nazaré) -, ficaria atenta, usando meios locais da Polícia Marítima e fazendo patrulhas terrestres.

O responsável disse ainda que foi pedido apoio a duas corporações de bombeiros voluntários – Leiria e Vieira de Leiria – para que, “na medida das suas possibilidades”, também façam “um esforçlo de vigilância”.

A embarcação “Letícia Clara”, pertencente a um armador de Vila do Conde, desapareceu na sexta-feira ao largo da Nazaré.

Além do mestre, que chegou a nado à praia de Pedrógão ao fim da tarde de sexta-feira, estavam na embarcação mais três tripulantes, dois homens de nacionalidade indonésia e um marroquino, os quais continuam desaparecidos.

Guarda: Programa Regressar é apresentado aos emigrantes em Vilar Formoso

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, divulgou, este sábado, o Programa Regressar, que já regista 11 mil adesões, junto de emigrantes que entraram em Portugal pela fronteira de Vilar Formoso.

“Nós temos cerca de 11 mil pessoas abrangidas pelo Programa Regressar, desde que foi criado”, em 2019, afirmou Ana Mendes Godinho na fronteira de Vilar Formoso, no concelho de Almeida, distrito da Guarda, onde participou na iniciativa “Natal Sem Fronteiras”.

Segundo a governante, o último semestre de 2022 é aquele que regista “mais pedidos”, o que considera “um bom sinal”.

“Os países de onde os emigrantes são mais oriundos, neste momento, temos em primeiro lugar a Suíça, depois a França, depois o Reino Unido. Cada um destes países com cerca de 20% de pessoas que estão a regressar”, referiu aos jornalistas.

Acrescentou que as pessoas que aderiram ao programa saíram de Portugal “entre 2011 e 2015” e têm idades entre os 25 e os 44 anos.

Os emigrantes abrangidos pelo programa referiram “várias razões e vários motivos” para a sua adesão e para o seu regresso ao país de origem, apontou.

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social também explicou que os emigrantes interessados em voltar ao país no âmbito do Programa Regressar são apoiados através do Instituto de Emprego e Formação Profissional, para criação do próprio emprego, e têm uma redução fiscal “durante os cinco primeiros anos em que regressam a Portugal”.

Durante a ação realizada hoje à tarde na fronteira de Vilar Formoso, a ministra contactou com alguns emigrantes que nesta época festiva voltam ao país e forneceu informações sobre as medidas de apoio e benefícios do programa para todos os que pretendam regressar definitivamente a Portugal.

“Com o mesmo salário e com as mesmas condições, venho para cá [para Portugal]”, disse Nélia Vieira, emigrante em Paris (França), natural de Mortágua, no distrito de Viseu, no momento em que foi abordada por Ana Mendes Godinho.

No entanto, a emigrante admitiu regressar ao seu país “daqui a uns anos, só com a reforma”.

Por sua vez, Bráulio Silva, que se dirigia para Coimbra, também procedente de Paris, referiu que “de momento” não troca Portugal por França, para onde emigrou há dez anos: “França, de momento, tem melhores condições e melhor vida do que aqui”.

O Programa Regressar, que se estende até 2026, “pretende apoiar os emigrantes que queiram regressar ao seu país”.

“Envolvendo todas as áreas governativas, disponibiliza medidas concretas como um apoio financeiro para os emigrantes ou familiares de emigrantes que venham trabalhar para Portugal, um regime fiscal mais favorável para quem regressa e uma linha de crédito para apoiar o investimento empresarial e a criação de novos negócios em território nacional, entre outras”, segundo a informação disponibilizada pelo executivo português.

O Programa Regressar surgiu “num período de recuperação da economia e do mercado de trabalho em Portugal para incentivar o regresso dos emigrantes e seus familiares e dar resposta à falta de mão-de-obra” no país, de acordo com a mesma fonte.

Na iniciativa realizada na fronteira de Vilar Formoso, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social esteve acompanhada pelos secretários de Estado do Trabalho, Miguel Fontes, e da Segurança Social, Gabriel Bastos, por Paulo Langrouva, vogal do Conselho Diretivo do Instituto de Emprego e Formação Profissional e pelo diretor executivo do Ponto de Contacto para o Regresso do Emigrante – Programa Regressar, José Albano Marques.

Proteção civil. Estado de alerta especial amarelo para nove distritos

“A precipitação será intensa, o Instituto do Mar e da Atmosfera já emitiu quer avisos amarelos quer avisos laranja”, para alguns dos distritos do país e “portanto é expectável que possam ocorrer alguns quantitativos semelhantes aos da semana transata”, afirmou aquele responsável da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEC).

Segundo André Fernandes “o período crítico desta precipitação começará ao final do dia de amanhã, sendo que a altura crítica é na madrugada de dia 20, terça-feira”, indicou.

O vento está de quadrante sul, com rajadas até 75 quilómetros hora no litoral e a agitação marítima também terá um agravamento a partir do dia de segunda-feira, referiu o comandante nacional da ANEC.

André Fernandes recordou que a Agência Portuguesa do Ambiente também emitiu, face a esta previsão de precipitação forte na região Norte e Centro, onde está incluída também a região de Lisboa e Vale do Tejo, “avisos para cheia” para as bacia hidrográfica do Minho, aqui com as áreas de maior risco Caminha, Monção e Valença, bem como para as bacias hidrográficas do Lima, na sua bacia do rio Vez, assim como para as do Cávado, Ave, do Douro, Vouga e Mondego.

Adiantando que face a esta precipitação intensa nas bacias hidrográficas do Tejo, Sado e Guadiana e ribeiras do Algarve poderá haver alguma situação mais crítica, mas apenas no dia 20.

Por tudo isto, a Proteção Civil “decidiu a emissão do estado de alerta especial amarelo para os distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Aveiro e Coimbra, Leiria, Viseu, Lisboa e Santarém”, afirmou.

O responsável, que falava num ‘briefing’ hoje ao início da noite na Proteção Civil, adiantou, no entanto, que ao longo do dia de amanhã a situação será avaliada e aquela entidade voltará a fazer uma comunicação do ponto de situação.

Mas, para já, o responsável da ANEC admitiu que possa haver uma “melhoria do estado do tempo” a partir de quarta-feira.

Polícia Marítima apreende 17 kg de pescado e quatro artes de pesca

Pescadores lúdicos foram detetados a realizar uma prática de pesca lúdica proibida.

Quatro pescadores lúdicos foram detetados, na madrugada da passada sexta-feira, dia 16, a praticar uma arte de pesca denominada palangre, cujo uso é proibido na atividade da pesca lúdica, entre a praia da Gambôa e a praia do Baleal, no concelho de Peniche.

Numa ação de fiscalização realizada pelos elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Peniche, entre as 22 horas de quinta-feira, dia 15, e as 4 horas de sexta-feira, dia 16, de dezembro, foram ainda apreendidos 17 kg de pescado.

“Os elementos da Polícia Marítima elaboraram o respetivo auto de notícia e, como medida cautelar, foram apreendidas as quatro artes de pesca, bem como cerca de 17kg de pescado que foi posteriormente vendido em lota, ficando o valor à guarda do processo”, indica a Autoridade Marítima Nacional.

A pesca em palangre corresponde a artes de pesca de fundo, constituídas por uma linha de grande comprimento (madre), à qual se ligam numerosas linhas de pequeno comprimento (estralhos) na extremidade livre das quais se empata um anzol. Esta prática não é permitida em pesca lúdica.

Estiveram empenhados na ação três elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Peniche, apoiados por uma viatura.

Detidos por tentativa de homicídio em zona de diversão noturna em Lisboa

Há ainda outro detido, um homem, suspeito de ter recebido a arma de fogo, de calibre 6,35 mm, utilizada pela mulher.

Um homem e uma mulher foram detidos por suspeitas de homicídio tentado com arma de fogo no sábado na freguesia da Estrela, em Lisboa, em zona de espaços de diversão noturna.

De acordo com o Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (COMETLIS), a mulher detida é suspeita de ter disparado várias vezes na direção de dois homens e o homem de ter recebido a arma de fogo, de calibre 6,35 mm, utilizada pela mulher.

A arma foi recuperada e apreendida e os suspeitos foram presentes à autoridade judiciária competente em primeiro interrogatório judicial, que decretou à suspeita a medida de coação de prisão preventiva. O homem ficou sujeito a Termo de Identidade e Residência.

Segundo a PSP, foi dado conhecimento da ocorrência à Polícia Judiciária.

O Programa Fábio Guerra é um plano Especial de Policiamento de Proximidade criado pelo Governo para a prevenção da criminalidade nas zonas de diversão noturna e tem o nome do agente da PSP que morreu na sequência das brutais agressões sofridas dois dias antes junto a uma discoteca em Lisboa.

Encontrado corpo carbonizado num carro em Soure

Alerta para remoção do corpo foi dado aos bombeiros pelas 14h00.

Um corpo carbonizado foi encontrado este domingo, dentro de um carro, em Degracias, Soure, no distrito de Coimbra.

O alerta para remoção e transporte do corpo para o Instituto de Medicina Legal de Coimbra foi dado aos bombeiros de Soure pelas 14h00, revela à TVC fonte da corporação. 

Ainda não há informações sobre a identidade da vítima. O Notícias ao Minuto contactou fonte da GNR e aguarda mais esclarecimentos sobre o caso. 

Proteção Civil alerta para chuva intensa. “Há avisos de cheias”

As áreas urbanas da região Norte, Centro, Lisboa e Setúbal deverão ter especial atenção à possibilidade de cheias no meio urbano. 

Segundo André Fernandes, comandante nacional da ANEPC, a partir de segunda-feira, para além do alerta especial amarelo em algumas zonas do país, a agitação marítima também vai agravar.

Num ‘briefing’ à comunicação social ao início da noite, o comandante nacional, André Fernandes, alertou para a possibilidade, face a uma precipitação elevada, não só “de cheias nos rios, mas acima de tudo daquilo que são as inundações em meio urbano”.

As áreas urbanas da região Norte, Centro, Lisboa e Setúbal deverão ter especial atenção.

“Face a esta previsão de precipitação forte na região Norte e Centro”, onde está incluída Lisboa e Vale do Tejo, “há avisos de cheias” para a bacia hidrográfica do Minho, sendo as áreas de maior risco Caminha, Monção e Valença. 

Outras bacias hidrográficas em alerta serão as do Lima, Cávado, Ave, Douro, Vouga e Mondego.

Tejo, Sado, Guadiana e Ribeiras do Algarve “poderão ter situações mais críticas mas apenas no dia 20”, ainda segundo o comandante André Fernandes num briefing aos jornalistas.

 “Apelamos à população para que comece a adotar medidas de auto-proteção” devido à previsão de chuva intensa, disse ainda.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) adianta previsões de “precipitação persistente e por vezes forte a partir da manhã de segunda-feira nas regiões Norte e Centro, com o período mais crítico entre as 21h00 do dia 19 e as 06:00 do dia 20, em especial nos distritos de Viana do Castelo, Braga e Porto, e entre as 00h00 e as 6h00 do dia 20 nos distritos de Vila Real, Viseu, Aveiro e Coimbra”. 


As previsões do IPMA não excluem que venha a ocorrer precipitação por vezes forte e persistente nos restantes distritos, estimando que tal seja “menos provável na região Sul”.

A autoridade meteorológica dá ainda conta de “vento forte do quadrante sul mais intenso a partir do final da tarde de hoje” no litoral a norte do cabo Raso e nas terras altas, com rajadas da ordem dos 75 e 80/90 quilómetros por hora, respetivamente.

Posto de Turismo da Sertã com novo equipamento interativo

O Posto de Turismo da Sertã dispõe, no interior das suas instalações, de um MUPI, uma estrutura digital interativa com conteúdos informativos e lúdicos sobre a oferta turística do concelho.

Este novo equipamento digital está acessível a todos quantos visitem o Posto de Turismo e “inclui uma série de funcionalidades inovadoras que vão ao encontro das exigências dos turistas e visitantes que hoje nos procuram”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal da Sertã.

Carlos Miranda referiu que o objetivo desta solução tecnológica passa por “fornecer informação aos turistas, dando-lhes o máximo de dados possível, como sejam mapas, roteiros, informações relativas a eventos, pontos turísticos a visitar, assim como as últimas notícias do município. Estamos, no limite, a garantir que a estadia média daqueles que nos visitam aumente, o que representa um incremento positivo para toda a nossa economia”.

A “digitalização dos nossos serviços e do próprio município” foi outro aspeto realçado pelo presidente da edilidade, que destacou o esforço que tem vindo a ser desenvolvido, neste particular, pela autarquia num passado recente.

No MUPI pode ser consultada informação em vários suportes (foto, vídeo, mapa e texto) alusiva à oferta turística do concelho, como percursos pedestres, praias fluviais, património histórico e religioso, gastronomia, espaços museológicos, sítios arqueológicos, artesanato, festas populares, eventos ou rotas diversas. A informação constante neste suporte encontra-se disponível em três línguas: português, inglês e francês.

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