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IGAI arquiva processo a ação da PSP que fez um ferido em Castelo Branco

A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) determinou hoje o arquivamento do inquérito sobre a atuação policial registada em setembro, em Castelo Branco, da qual resultou um ferido com arma de fogo.

Segundo o relatório final de apreciação da IGAI, a que a agência Lusa teve acesso, conclui-se que “o recurso a arma de fogo contra pessoas foi efetuado em cumprimento de todos os normativos legais aplicáveis e com respeito pelos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade”.

Adianta ainda que se apurou que todos os agentes da PSP [de Castelo Branco], incluindo a agente que efetuou o disparo, “atuaram com zelo e eficácia respeitando e preservando a vida humana, inexistindo matéria factual apurada com relevância disciplinar”.

A IGAI abriu um inquérito para apurar os factos da ocorrência policial registada na madrugada do dia 04 de setembro, em Castelo Branco, depois de um agente da PSP de Castelo Branco ter alvejado a tiro um homem que se recusou a largar uma arma de fogo, que alegadamente apontou na direção dos agentes, após uma perseguição policial.

Segundo a instrutora do inquérito, “conclui-se assim que não foi apurado qualquer indício de violação de qualquer um dos deveres gerais e especiais a que os agentes da PSP devessem obediência, nem sequer a título negligente”.

Face ao exposto, refere “inexistir fundamento para a instauração de processo disciplinar devendo ser arquivado o presente processo”.

O incidente ocorreu pelas 04:00, após uma situação de desordem junto a um estabelecimento de diversão noturna, que envolveu vários cidadãos e após terem sido “efetuados disparos com arma de fogo”.

Após terem obtido informações de que os dois disparos “tinham sido executados” pelo ocupante da viatura em fuga, os agentes da PSP iniciaram uma perseguição com um carro-patrulha devidamente caracterizado.

“O condutor da viatura suspeita nunca acatou as ordens para imobilizar a mesma, emitidas pelos polícias que seguiam no carro-patrulha, continuando a fugir em alta velocidade” e “só parou a viatura que conduzia junto ao bairro onde residia, chegando a embater numa viatura ali estacionada”.

De acordo com a PSP, o condutor da viatura suspeita “saiu da mesma empunhando uma arma de fogo longa, não acatando as ordens repetidas dos polícias para largar a arma, apontando-a inequivocamente na direção dos polícias, ao mesmo tempo que os ameaçava matar”.

“Perante a ameaça em execução, com capacidade letal, um dos polícias procedeu ao recurso efetivo a arma de fogo contra o agressor, executando um disparo na sua direção, de forma a fazer cessar a ameaça atual e ilícita, atingindo o agressor na zona do tronco”.

A polícia sublinha que acionou de imediato meios de socorro médico para o local, “mas os familiares e amigos do suspeito, contra todas as ordens dadas, conseguiram subtrair o agressor baleado à custódia policial, transportando-o para o hospital da cidade antes que os meios de socorro chegassem ao local”.

A arma usada foi apreendida, bem como três invólucros do calibre da mesma e o alegado agressor foi detido e ficou em prisão preventiva, após cumprimento de um mandado de detenção emitido pelo Ministério Público.

Comerciantes do centro histórico de Santarém indignados com ação da ASAE

A associação de comerciantes de Santarém lamentou o momento e a forma de uma ação inspetiva realizada hoje nas lojas do centro histórico da cidade pela ASAE, “a dois dias do Natal e com clientes a serem atendidos”.

O presidente da associação, David Dias, disse à Lusa que os agentes da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) entraram nas lojas do centro histórico mostrando os crachás e começando a fiscalizar todo o material e documentação do estabelecimento quando os comerciantes estavam a atender clientes.

“Têm todo o ano para fazer fiscalizações, ou, mesmo num dia como o de hoje, podem escolher horas diferentes ou esperar que os clientes saiam”, declarou, salientando que “os comerciantes não são criminosos” e que, “sempre que alertados, alteram o que tem de ser alterado”.

David Dias apontou a “excessiva burocracia” e as dificuldades que os pequenos comerciantes têm para se adaptar à sucessiva legislação, lamentando que a ASAE nunca tenha respondido aos pedidos para participar em sessões de formação e sensibilização, optando por uma ação preventiva antes de avançar para a multa.

“Concordamos com a fiscalização, mas não desta forma. Os pequenos comerciantes são já penalizados com tantas coisas”, declarou, salientando a importância da época natalícia para a sobrevivência destes pequenos negócios.

A proprietária de uma das lojas disse à Lusa que os inspetores entraram no estabelecimento, de pequenas dimensões, quando estava a atender clientes, começando a tirar fotografias e a questionar, nomeadamente, a ausência de datas nas promoções, a falta de um preçário afixado e a “desarrumação”, o que gerou a “indignação” das pessoas que estava a atender.

“Quando abri o meu estabelecimento fui pedir informação à ASAE para ter tudo correto e mandaram-me ler um decreto-lei. Agora dão-me esta prenda de Natal, de passar estes dias em sofrimento, à espera de uma multa que pode ditar o encerramento da minha loja”, disse.

Aveiro. GNR apreende 187 artigos contrafeitos à venda em feira

Ação policial visou a feira de Oliveirinha, em Aveiro.

O Comando Territorial de Aveiro da Guarda Nacional Republicana (GNR) apreendeu, na quarta-feira, 187 artigos contrafeitos no concelho de Aveiro, informa um comunicado a que a TVC  teve acesso.

A apreensão ocorreu no âmbito de uma ação de fiscalização que visou o combate à contrafação, ao uso ilegal de marca e à venda de artigos contrafeitos, na feira de Oliveirinha.

No local, os militares fiscalizaram diversas bancadas, onde detetaram que os suspeitos tinham para venda artigos contrafeitos de diversas marcas – nomeadamente, roupa, calçado, perfumes e acessórios de moda. Nesse momento, viriam a ser apreendidos os 187 artigos.

No decorrer da ação foram ainda constituídos arguidos quatro homens e três mulheres, com idades compreendidas entre os 35 e os 61 anos, por contrafação. Os factos, por sua vez, foram remetidos ao Tribunal Judicial de Aveiro.

No comunicado, a GNR destacou que o objetivo principal deste tipo de ações é “garantir o cumprimento dos direitos de propriedade industrial”.

Estrada entre Dornes e Vale Serrão reaberta após deslizamento de terra

O presidente da Câmara de Ferreira do Zêzere assegurou hoje que já é possível o circular na Estrada Municipal (EM) 521 entre Dornes e Vale Serrão, após ter estado encerrada desde quarta-feira devido a um deslizamento de terras.

De acordo com o autarca, a Proteção Civil municipal está a acompanhar a situação.

“A situação está precavida pela Proteção Civil e pelos serviços técnicos do município, portanto, nada de alarmismos. Está tudo a correr conforme o previsto. Agora temos de deixar que o tempo permita fazer uma intervenção maior”, salientou.

À Lusa, Bruno Gomes referiu ainda que terá de ser feito um estudo técnico por uma empresa aos “dois ou três taludes” naquela via.

“O município tem um estudo alargado acerca de um conjunto de taludes por todo o concelho o que, na altura, implicaria um investimento de sete milhões de euros, hoje seria muito mais”, atentou.

“De qualquer modo, vamos deixar estabilizar essa situação, vamos fazer um estudo técnico com uma empresa especializada, relativamente àquela situação em específico e vamos perceber o que é que nos dizem relativamente à melhor técnica para a consolidação daqueles taludes e para evitarmos problemas no futuro”, acrescentou.

Segundo explicou à Lusa o Comandante Distrital de Operações de Socorro de Santarém, David Lobato, devido às chuvas deslizou uma das barreiras elevadas existentes na zona.

Durante a tarde de hoje David Lobato dizia à Lusa que seria necessário construir muros de contenção.

A ligação à aldeia de Dornes esteve a ser feita a partir de uma outra via, a qual, dadas as características do terreno, não está isenta de sofrer igualmente os efeitos de alguma derrocada, acrescentou o responsável, assegurando que a Proteção Civil municipal está a acompanhar a situação.

Ainda segundo David Lobato, caso ocorra nova derrocada, a Proteção Civil tratará de encontrar forma de não deixar as populações isoladas.

Vila Franca de Xira: Alarga para todo o Concelho a rede de carregamento de veículos elétricos

O Município de Vila Franca de Xira assinalou, a 21 de dezembro, a 1ª Fase de implementação do Plano Estratégico Municipal, visando o alargamento da Rede de Postos de Carregamento para Veículos Elétricos.

A Cerimónia de Assinatura do Contrato para a Instalação e Exploração de Postos de Carregamento para Veículos Elétricos no Concelho de Vila Franca de Xira decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho e foi formalizada pelo Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Fernando Paulo Ferreira, e pelos representantes da GALP e EDP, empresas a quem foi adjudicado o contrato de concessão após o desenvolvimento de procedimento concursal para o efeito.

O presente contrato tem como objetivo a concessão do direito do uso privativo de lugares de estacionamento, em locais públicos de acesso público, para a instalação de 28 novos postos de carregamento duplos, que resultarão em 56 novos pontos de carregamento distribuídos por todas as freguesias do Concelho de Vila Franca de Xira.

“Estamos a falar de uma multiplicação por 9 dos pontos de carregamento previamente existentes no nosso Concelho, tínhamos 4 postos, com 7 pontos de carregamento e passaremos a ter 32 postos com 63 pontos de carregamento”, explica o Presidente da Câmara Municipal, Fernando Paulo Ferreira, na sua intervenção.

Os postos de carregamento já existentes, sob gestão municipal, estão localizados na União de Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho (3) e na União de Freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa (1), com o alargamento da rede serão agora abrangidas todas as freguesias do Concelho.

Com a implementação da 1ª Fase do Plano Estratégico Municipal de alargamento da Rede de Postos de Carregamento para Veículos Elétricos, a União de Freguesias da Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras passará a contar com 3 postos de carregamento (6 pontos de carregamento), a Freguesia de Vila Franca de Xira com 6 postos de carregamento (12 pontos de carregamento), a União de Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz com 2 postos de carregamentos (4 pontos de carregamento), a União de Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho ficará com um total de 18 postos de carregamento (11 novos a juntar aos 3 existentes, num total de 27 pontos de carregamentos, 22 deles novos), por sua vez na União de Freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa passarão a 4 os postos de carregamento (3 novos e 1 já existente, totalizando 8 pontos de carregamento, 6 novos e 2 existentes) e por fim na Freguesia de Vialonga serão instalados 3 postos de carregamento, materializando-se em 6 pontos de carregamento. 

“Com o alargamento do acesso à rede de carregamento de veículos elétricos, o Município de Vila Franca de Xira efetiva mais um importante passo na promoção da sustentabilidade e da mobilidade verde junto da população do concelho”, sublinha.

Não há espírito como o da serra, não há Natal como o Serrano

Chegou ao fim a jornada de 8 dias que recuperou a magia, a tradição, os saberes e sabores do natal de outros tempos. A singularidade e autenticidade serranas fizeram-se sentir ao longo de todo o evento, sendo que à semelhança das edições anteriores – a última tinha ocorrido em 2018 -, a intenção passou por realçar os costumes, os sentimentos, o encanto e a “alma” do Natal que as famílias Pampilhosenses desde sempre celebraram de forma humilde e “pura”, sem grandes luxos, mas com o que verdadeiramente importa: união, compaixão, convívio e alegria.

Jorge Custódio, Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, considera que os objetivos “foram ultrapassados”, nomeadamente “dar a conhecer o que são as verdadeiras raízes do natal da serra” e “trazer mais pessoas ao concelho no pico do inverno”, altura em que, comparativamente ao verão, o fluxo turístico é por norma inferior. Pelo Natal Serrano passaram “mais de 6 mil pessoas”, o que para Jorge Custódio é um número “significativo”. “Se em 2 fins de semana conseguimos ter este alcance, acredito que com uma consolidação maior do evento, podemos fazer com que, cada vez mais, os filhos da terra e os visitantes tenham Pampilhosa da Serra no guia turístico de inverno”, constatou.

O evento tem um ADN muito próprio, percetível a todo instante em elementos como o Festival da Filhó Espichada, um espetáculo dentro do espetáculo, protagonizado pela ternura e simpatia de intervenientes de todas as Freguesias do concelho, que nas várias “bancas” apresentaram aos visitantes diferentes formas de confecionar uma das iguarias mais conhecidas da Região. Neste particular destaca-se o “cariz social” do evento, dado que os mais de 10 mil euros provenientes da venda das filhós reverterão na íntegra a favor das creches da Santa Casa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra e da Associação de Solidariedade de Dornelas do Zêzere.

O Mercadinho de Natal e a Eira da Brincadeira, evidenciaram-se também pelo ambiente acolhedor – decorado “à moda antiga” – com que receberam pequenos e graúdos. Este “saber receber” estendeu-se, claro está, ao “salão das festas”, um espaço onde 3 instituições concelhias – Grupo Desportivo Pampilhosense, Santa Casa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra e Associação dos Bombeiros Voluntários de Pampilhosa da Serra – promoveram o convívio, a amizade e também a gastronomia, nomeadamente com a confeção da tradicional Tibornada de Bacalhau, um prato muito elogiado ao longo de todo o evento.

Naturalmente que as atuações (itinerantes ou no palco principal) contribuíram sobremaneira para o espírito convivial contagiante que registou durante o certame. Nomes como Augusto Canário, David Antunes, Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense ou as Concertinas do Machio, proporcionaram momentos de grande entusiasmo e emoção.

Este ano, houve ainda uma novidade que entusiasmou as famílias: um planetário, espaço de ciência e de sonhos onde os elementos astronómicos iluminaram a imaginação e a criatividade, proporcionando agradáveis momentos.

No rescaldo da iniciativa, Jorge Custódio constatou ainda que um dos maiores méritos do Natal Serrano é o “cariz familiar”, considerando que o evento “serviu para unir e juntar os Pampilhosenses”. “Para a Câmara Municipal esta é a parte mais significativa”, notou.

Alargamento do metrobus a Arganil aprovado pela Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Arganil aprovou o estudo para expansão do Sistema de Mobilidade do Mondego, de Serpins (Lousã) a Arganil, encomendado pela Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra. Apesar de aprovação unânime, o executivo camarário manifestou a sua discordância quanto à pontuação (nula) atribuída ao fator “potencial de expansão da rede”.

O presidente da Câmara, Luís Paulo Costa, realça o esforço realizado conjuntamente com a Câmara Municipal de Góis para a concretização de uma solução que representa um passo determinante para o desenvolvimento territorial, atratividade e competitividade de ambos os concelhos.

O Município de Arganil entende que estão reunidas as condições para poderem ser honradas as sucessivas decisões que nunca chegaram a ser cumpridas e que prejudicaram de forma significativa os concelhos de Arganil e de Góis. O presidente da Câmara Municipal de Arganil defende que “é uma forma do Estado assegurar que uma história com mais de 140 anos é finalmente concretizada e que um prejuízo com mais de 140 anos é finalmente ultrapassado”.

“Atendendo à ampliação da nova Área de Acolhimento Empresarial da Relvinha, estimamos que em 5, 6 anos tenhamos mais de 1000 pessoas a trabalhar em Arganil, pelo que levar o traçado até àquela zona poderia ser muito importante ao nível da população servida”, salienta o presidente da Câmara.

Recorde-se que o comboio chegou à Lousã em 1907 e daí não passou durante algumas décadas; ainda que tenham sido efetuadas expropriações até Arganil e realizados diversos trabalhos de construção civil, como abertura do canal, terraplanagens e abertura de túneis.

“Foi um processo do ponto de vista histórico que teve poucos avanços e muitos recuos, e consideramos que a circunstância que determinou o seu desfecho foi muito penalizadora para a nossa região e para o nosso concelho”, frisa Luís Paulo Costa.

Em 2011, a Câmara Municipal de Arganil analisou, do ponto de vista técnico e do ponto de vista financeiro, um eventual prolongamento de linha até Arganil, num modelo convencional. Conclui-se, então, que se tratava de uma solução efetivamente insustentável e inviável, que não tínhamos como rebater.

Há cerca de um ano e meio, quando se começou a repensar o sistema de mobilidade do Mondego, entendemos, conjuntamente com o Município de Góis, que era apropriado solicitar que o processo fosse retomado e que a extensão da ligação fosse incluída nos estudos desenvolvidos pela CIM Região de Coimbra, enquanto autoridade de transportes.

O estudo agora aprovado pelas Câmaras de Arganil e de Góis estima que esta expansão para os dois concelhos teria um investimento total de 108 milhões e um investimento médio por novo passageiro por ano de entre 280 e 310 euros, apresentando uma pontuação de 0,07 (entre 0 e 1) no critério económico.

Tornam viável este processo e concorrem para a expansão do Sistema de Mobilidade do Mondego, de Serpins (Lousã) a Arganil, dois fatores determinantes, defende Luís Paulo Costa. Por um lado, a alteração da abordagem tecnológica, que permitiu “deixar de lado o comboio e o caminho-de-ferro convencional para se considerar o sistema de metrobus, que faz uso de veículos tipo autocarro, movidos a eletricidade”. Trata-se, por isso, de uma solução “mais económica e mais ágil”. Por outro lado, “está em cima da mesa o PRR, que conta com 15 mil milhões de apoio financeiro sentindo comunitárias e um valor muito significativo dedicado aquilo que se chama descarbonização, utilização de novos meios de mobilidade menos poluentes”.

Anadia: Mais de 350 estebelecimentos aderem ao sorteio de Natal

O Município de Anadia está a promover, até ao próximo dia 5 de janeiro, o Sorteio de Natal do Comércio Local, que conta com a adesão de 355 estabelecimentos comerciais de todo o concelho, o maior número de sempre. Este ano vão ser atribuídos 150 prémios no valor de 100 euros cada. A iniciativa é promovida em parceria com a Associação Comercial e Industrial da Bairrada (ACIB). Pretende-se, desta forma, dinamizar o comércio tradicional do concelho, incentivando a realização de compras natalícias no mesmo.

Por cada 10€ de compras, é entregue ao comprador uma senha de participação que o habilitará ao sorteio, num máximo de dez senhas por compra. As senhas têm de ser depositadas, até às 17h00 do dia 5 de janeiro, na Tômbola do Sorteio, que se encontra localizada na Câmara Municipal de Anadia. Ao todo serão atribuídos 150 prémios no valor de 100,00€ cada, representando um investimento municipal de 15 mil euros. Os premiados serão conhecidos, no dia 6 de janeiro, durante o sorteio que decorrerá no edifício dos Paços do Município, pelas 17h00, em Anadia.

O Município realça a importância do Sorteio de Natal. Este incentivo à compra no comércio local revela-se fundamental para dinamizar e valorizar o comércio local, assim como incentivar os cidadãos a comprar localmente. A autarquia considera ainda que esta ação de promoção do comércio local concorre para um aumento da procura de produtos e serviços, potenciando as vendas e a sustentabilidade económica dos estabelecimentos comerciais, por forma a alavancar a economia local, face ao atual contexto, garantindo a sua viabilidade e a manutenção dos postos de trabalho.

Mira: Concluídas as obras da 1ª Fase de ampliação da Zona Industrial do Montalvo

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A obra de ampliação da zona industrial do Montalvo em cerca de 15 hectares, no valor global de 1,8 milhões de euros (ME), estará concluída no decorrer do próximo ano e em condições de possibilitar a instalação de novas empresas.

A obra de alargamento da área, no valor de mais de 1,8 milhões de euros, apoiada por fundos comunitários em cerca de 1,3 milhões de euros, prevê a construção de novas áreas para acolher novas empresas industriais e de serviços e vai permitir a ampliação de seis para mais quinze hectares.

Esta intervenção de ampliação, está dividida em duas fases e vai possibilitar o aumento de lotes de terrenos para a instalação de empresas naquele espaço. A primeira fase, já concluída, tratou-se da construção de acessibilidades (passeios, estradas, etc), infraestruturas elétricas, água e saneamento, e comunicações, para a instalação de uma unidade fabril pelo grupo empresarial francês PELLENC, que vai criar cerca de 250 postos de trabalho. A segunda fase, terá novo procedimento de contratação pública no início de 2023 e visa a construção de mais lotes para a instalação de novas empresas.

“É uma zona industrial com muita potencialidade para cativar o interesse a futuros investidores, uma vez que é mesmo junto à autoestrada A17 e por isso, precisamos de proceder a esta ampliação e expansão, para dotar o município de maior capacidade para dar resposta a novos pedidos e necessidades futuras”.

Neste momento há diversas empresas que têm manifestado interesse em fixar-se naquele espaço, estando já em processo de licenciamento um investimento do grupo Motofil.

Câmara Municipal da Sertã com alguns serviços encerrados

Dias 23 de dezembro e 2 de janeiro

Por motivo de tolerância de ponto, a Câmara Municipal da Sertã estará encerrada ao público nos dias 23 de dezembro de 2022 e 2 de janeiro de 2023, assim como os Pavilhões Desportivos de Cernache do Bonjardim e da Sertã.

Mantêm-se em funcionamento os serviços de Piquete de Águas e outros serviços essenciais. Estarão abertos ao público o Ginásio Municipal da Sertã, a Casa da Cultura da Sertã e o Posto de Turismo. A Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes, na Sertã, estará aberta ao público no dia 23 de dezembro, encerrando de 24 a 26 de dezembro e de 31 de dezembro de 2022 a 2 de janeiro de 2023.

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