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Lisboa. Associação dá ceia a pessoas em situação de sem-abrigo no sábado

A Associação Remar organiza sábado a 15.ª edição da Ceia de Natal Solidária para pessoas em situação de sem-abrigo na cidade de Lisboa, esperando servir cerca de 500 refeições na Praça do Martim Moniz, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Associação Remar Portuguesa explicou que esta ceia já “é uma tradição na cidade de Lisboa”, será totalmente gratuita e aberta a toda a população em situação de sem-abrigo ou em situação de enorme vulnerabilidade social.

Este ano, contrariamente a anos anteriores, na Praça do Martim Moniz não será montada a tenda de 200 metros quadrados onde é habitualmente servida a ceia.

De acordo com a associação, como “não foi possível o apoio da empresa que habitualmente patrocina o evento com a montagem da tenda”, a refeição será em formato ‘take away’ nas carrinhas da instituição que vão estar estacionadas na praça e onde, dezenas de voluntários, vão ajudar a distribuir a tradicional ceia de Natal: bacalhau, batatas e couves, alem dos doces tradicionais e a distribuição de prendas.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, com a equipa Projeto Municipal para a Pessoa em Situação de Sem-Abrigo, e de várias empresas e particulares.

De acordo com a associação, a ceia irá começar a ser servida a partir das 19h00 de sábado, véspera de Natal.

Pelo menos 185 freguesias pediram ao parlamento para se desagregarem

Pelo menos 185 freguesias agregadas em 2013 pediram, até quarta-feira, ao parlamento para se desagregarem, no âmbito do mecanismo especial criado para reverter a chamada “lei Relvas”, disse à Lusa fonte parlamentar.

De acordo com Isaura Morais, a presidente da Comissão parlamentar que acompanha o Poder Local, “caso as propostas recebidas se realizem, acrescentarão 185 freguesias, às 3.091 existentes” atualmente.

“Dado o elevado número de documentação recebida, quer no formato papel quer através de correio eletrónico, e sendo que ainda nos encontramos a receber documentação que se encontra em trânsito, será efetuada uma segunda contagem no início de janeiro”, acrescentou a deputada social-democrata.

O regime jurídico de criação, modificação e extinção de freguesias, que entrou em vigor em 21 de dezembro de 2021, prevê um mecanismo transitório que dava um ano às freguesias agregadas na reforma administrativa de 2013 para pedirem a reversão da fusão realizada ao abrigo da chamada “lei Relvas”, caso ainda o desejem, e segundo determinados critérios.

A leitura da lei aceite até agora prevê que os pedidos de desagregação, depois de cumpridos formalismos nas Assembleias de freguesia e municipais, deveriam ser entregues no parlamento até à passada quarta-feira (21 de dezembro), aceitando-se ainda processos ainda em trânsito nos correios, desde que com carimbo de envio nessa data.

No entanto, a Associação Nacional de Freguesias (Anafre) defende uma nova interpretação da lei com base em pareceres jurídicos que levam a outro entendimento sobre os prazos, disse à Lusa Jorge Veloso (PS), presidente da Anafre.

Para a Anafre, o prazo estabelecido de um ano após a publicação da lei das freguesias pode referir-se ao início do processo e não à sua entrega na Assembleia da República.

Desse modo, bastaria que um processo tivesse sido iniciado na quarta-feira na respetiva assembleia de freguesia ou “até a entrega ao próprio presidente da Assembleia de um pedido de Assembleia extraordinária para a apreciação de um processo”.

“Vários pareceres de juristas apontam neste caminho”, disse Jorge Veloso, que tem também a expectativa de que o prazo seja, “de algum modo, alargado”.

Entretanto, o PCP entregou na Assembleia da República uma proposta de alteração ao procedimento especial de reposição de freguesias, na qual “propõe o alargamento do prazo por mais um ano para a entrada dos processos na Assembleia da República”.

Os comunistas consideram que o mecanismo encontrado para possibilitar a reversão da fusão das freguesias, caso seja a sua vontade, “não responde à reivindicação das populações” porque condiciona a reposição das autarquias “ao cumprimento de um conjunto de critérios restritivos que impedem que muitas freguesias possam ser repostas, como defendem as populações e os respetivos órgãos autárquicos”.

Por isso, propõe também que sejam removidos alguns “obstáculos”, como a exigência de uma fundamentação de que a extinção da freguesia foi um erro, defendendo que uma freguesia deve ser reposta se o pretender, “mesmo que as demais não o pretendam”.

Depois de darem entrada no parlamento, os pedidos de desagregação de freguesias serão validados “por um grupo de trabalho que irá ser criado e há ainda a probabilidade de criação de uma unidade técnica para poder avaliar os processos”.

“Alguns dos processos poderão não estar em conformidade e depois teremos um período para convidar ao aperfeiçoamento, para poderem entregar em conformidade com os critérios que estão definidos. Só depois de cumprirem os critérios, os pedidos serão transformados em projeto de lei para poder acontecer” a separação das freguesias, explicou Isaura Morais, salientando que “o espírito do legislador, quando foi criada esta lei, era para que todo este processo estivesse concluído para as autárquicas de 2025”.

Em 2013, Portugal reduziu 1.168 freguesias, de 4.260 para as atuais 3.091 juntas, por imposição da ‘troika’ em 2012, quando era responsável o ministro Miguel Relvas no Governo PSD/CDS-PP.

Um morto em despiste no IC2. Terá sofrido “algo súbito” ao volante

Um homem morreu hoje na sequência do despiste do veículo pesado que conduzia, em Condeixa-a-Nova, no distrito de Coimbra, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

O alerta para o despiste de um veículo pesado de mercadorias foi dado às 07h09, no Itinerário Complementar 2 (IC2), em Condeixa-a-Nova, de acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra.

“À chegada ao local, os colegas verificaram que a vítima era um homem de 34 anos, que estava em paragem cardiorrespiratória”, referiu à agência Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários de Condeixa-a-Nova.

“Aparentava ter sido algo que se teria passado antes do acidente […]”, adiantou a mesma fonte, admitindo ter-se tratado de “algo súbito, ocorrendo o acidente à posteriori”.

Até ao momento, desconhecem-se as causas do despiste, de acordo com o CDOS de Coimbra.

O “trânsito está a circular normalmente”, acrescentou.

Para o local foram mobilizados seis operacionais, apoiados por três viaturas.

Apreendidas mais de 12 toneladas de tubarão anequim. Há um arguido

Não cumprir as disposições legais correspondentes à comercialização ou detenção de exemplares “consubstancia a prática do crime de dano contra a natureza.”

Foram apreendidos, na quinta-feira, em Peniche, 12.200 quilos de tubarão anequim (ISURUS oxyrinchus), uma “espécie protegida nos termos da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (CITES)”. 

“No âmbito de uma ação de fiscalização levada a cabo no porto de pesca de Peniche, com o objetivo de verificar as disposições legais relativas à detenção e comercialização de exemplares de espécies protegidas inseridas na Convenção CITES”, explica um comunicado da Guarda Nacional Republicana (GNR) a que a TVC teve acesso, “foi detetada a bordo de um navio de pesca espanhol a existência dos 12.200 quilos desta espécie de tubarão, sem que tivesse sido emitida a necessária autorização de importação por mar, documento essencial para a contabilização dos espécimes e controlo dos seus stocks, de modo a que exista uma supervisão responsável e equilibrada nos esforços necessários para a sua proteção”.

O mestre da embarcação, de 60 anos, foi constituído arguido.

Na mesma nota, é ainda recordado que o tubarão anequim é uma espécie protegida e “a sua comercialização tem que obedecer a um conjunto de regras específicas criadas com o intuito da sua proteção”.

Não cumprir as disposições legais correspondentes à comercialização ou detenção de exemplares “consubstancia a prática do crime de dano contra a natureza.”

Município entrega Bolsas de Estudo a jovens que ingressaram no ensino superior

Decorreu ontem, no Salão Nobre da Câmara Municipal, a entrega de Bolsas de Estudo Municipais a 14 estudantes Pampilhosenses que no presente ano letivo (2022/2023) ingressaram no ensino superior, numa cerimónia simbólica que espelha o reconhecimento público do mérito escolar dos jovens envolvidos.

Na última década, este foi o ano em que mais alunos receberam este apoio, sendo que 10 dos 14 jovens abrangidos concluíram o ensino secundário em Pampilhosa da Serra, facto que o Presidente da Câmara Municipal considerou ser representativo da “oferta pedagógica diferenciadora que o concelho começa a ter”. “Há muitos anos que a Câmara Municipal não atribuía tantas bolsas e isso deve-nos deixar a todos orgulhosos”, expressou.

O valor entregue por aluno oscila entre 1150€ e 1450€, consoante a média de entrada no ensino superior. Para Jorge Custódio, este é um sinal de que, à semelhança de todo o percurso escolar, a Autarquia quer “estar novamente” com os alunos num momento tão importante a vários níveis. “Esperamos que trabalhem muito e tenham sucesso”, disse ainda o Presidente da Câmara Municipal aos alunos, na esperança de que os jovens “consigam transformar o conhecimento em empreendedorismo no concelho”.

Momentos antes desta sessão, também a Fundação Dr. José Fernando Nunes Barata, no âmbito do Programa Educação+, entregou duas bolsas de estudo – uma de continuidade e outra inicial – a alunas Pampilhosenses numa condição económica mais desfavorável e que se encontram a frequentar o ensino superior. No cumprimento da sua honrosa missão e ao abrigo desta iniciativa que se sucede ao longo de vários anos consecutivos, a Fundação irá atribuir 2 mil euros a cada aluna. 

Município apoia bombeiros voluntários na aquisição de três desfibrilhadores

O Município de Anadia aprovou, na sua reunião de executivo, esta quinta-feira, 22 de dezembro, a atribuição de uma verba de 5.000,00€ à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia (AHBVA) para comparticipar os encargos inerentes à aquisição de três DAE (Desfibrilhador Automático Externo) para instalar nas ambulâncias.

De referir que com a aquisição destes aparelhos, todas as ambulâncias de socorro do Corpo de Bombeiros de Anadia passam a dispor desta valência, consubstanciando-se assim numa enorme mais valia no socorro à população.

O apoio tem em consideração o relevante interesse municipal da atividade desenvolvida pela AHBVA em prol da comunidade, nomeadamente a prestação do socorro às populações.

Equipa de Futsal do Município/CCD Sertã participou no CNFI 2022

De maio a dezembro deste ano, decorreu o Convívio Nacional de Futsal InterMunicipal, que contou com a participação de 36 equipas de municípios nacionais, onde se inclui o Município da Sertã, divididas em sete grupos de apuramento.

A fase final decorreu este mês em Leiria, no dia 10, no Pavilhão do Lis, e juntou os quatro municípios finalistas: Mangualde, Lisboa, Sernancelhe e Sabugal. Sagrou-se campeão o Município de Lisboa, derrotando na final o Município de Mangualde por 4 a 1. Refira-se que o Município da Sertã participou neste convívio nacional em parceria com o Centro de Cultura e Desporto do Pessoal da Câmara Municipal da Sertã, tendo a participação ficado concluída na fase de grupos, em que registou uma vitória, dois empates e uma derrota, conforme os resultados que se seguem:
Município/CCD Sertã 1 – Município/ CCD Fig. da Foz 1
Município de Alvaiázere 2 – Município/CCD Sertã 2
Município de Pombal 2 – Município/CCD Sertã 1
Município/CCD Sertã 4 – Município de Leiria 3

Refira-se que o Convívio Nacional de Futsal Intermunicipal foi promovido pelo Município de Leiria no âmbito das comemorações de “Leiria, Cidade Europeia do Desporto 2022”. Teve como principais objetivos “um abrangente e salutar intercâmbio entre funcionários municipais de vários concelhos do país através da prática desportiva e da confraternização.”

Novo festival na Figueira da Foz celebra cultura brasileira em Portugal

Um novo festival de praia, intitulado BR Fest, agendado para 15 e 16 de julho na praia da Figueira da Foz, distrito de Coimbra, quer celebrar a cultura brasileira em Portugal, anunciou hoje a organização.

Há muito tempo que andávamos a pensar em preparar um evento de dimensão para a comunidade brasileira residente em Portugal. Este evento foi planeado ouvindo as opiniões dessa mesma comunidade, envolvendo algumas personalidades brasileiras e desenhando algo que fosse a exaltação do espírito cultural do país irmão”, referiu, citado em nota de imprensa, Tiago Castelo Branco, diretor executivo da MOT — Memories of Tomorrow, produtora do festival.

“Mais do que um festival, o BR Fest pretende afirmar-se como uma ovação a toda uma cultura que, cada vez mais, se enraíza no nosso país”, acrescentou.

Ouvido pela Lusa, Tiago Castelo Branco afirmou que o BR Fest “pretende transformar a Figueira da Foz na capital brasileira de Portugal” e não se dedica apenas à comunidade brasileira residente no nosso país, estimada em cerca de 280 mil cidadãos registados, mas a todos os adeptos da música, gastronomia e arte do Brasil.

Resíduos hospitalares? Sindicato questiona sobre futuro de trabalhadores

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro revelou hoje que solicitou a intervenção da ACT na definição do futuro de trabalhadores do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) da região Centro.

“Pedimos a intervenção da ACT [Autoridade para as Condições do Trabalho], sabemos que o SUCH também pediu, pois é uma situação urgente. Não queremos que chegue a dia 01 de janeiro [de 2023] e os trabalhadores sejam impedidos de entrar no seu local de trabalho”, referiu António Baião, do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro.

Em declarações à agência Lusa, António Baião explicou que 42 trabalhadores da empresa SUCH, do serviço de recolha e tratamento de resíduos hospitalares nas unidades do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), “vão passar o Natal sem saber como vai ser o seu futuro”, no seguimento do processo de transferência da concessão deste serviço da empresa SUCH para uma nova empresa: a Ambimede, Gestão Ambiental.

“Lamentamos o posicionamento de ambiguidade do conselho de administração do CHUC, logo aquando da abertura do concurso para nova concessão, que deveria ter acautelado a situação dos trabalhadores, para que a empresa que concorresse já fosse a contar ficar com os trabalhadores. Agora a Ambimed diz não ter responsabilidades para com os trabalhadores, afirmando que não aceita a sua transferência, vínculo laboral e direitos, tentando demonstrar que se podem candidatar como novos trabalhadores para aquele serviço”, alegou.

De acordo com o representante do sindicato, o SUCH considerou que “apenas 15 ou 16 destes trabalhadores eram dos quadros”, sendo “transmitidos à empresa Ambimed, ao abrigo da nova concessão”.

“Aos restantes, o SUCH enviou carta de despedimento, por entender que eram trabalhadores a termo. Alguns destes trabalhadores vão enviar uma carta ao SUCH, a dizer que não se consideram despedidos, pois alguns trabalhavam ali há quatro e cinco anos, a desempenharem funções de caráter permanente, devendo ser considerados efetivos”, evidenciou.

No seu entender, também estes trabalhadores “deveriam ser transferidos para a Ambimed”.

“Estamos a dizer a todos os trabalhadores para se apresentarem ao serviço dia 01 de janeiro [de 2023], onde supomos que esteja alguém, da nova concessão, para dizer se deixa os trabalhadores entrarem ou não ao serviço. Se não os deixarem entrar, teremos de solicitar a intervenção das autoridades, para ficar comprovado em auto que os trabalhadores não foram autorizados a entrar ao serviço”, destacou.

O dirigente indicou ainda que o sindicato está à espera de reunir com conselho de administração dos CHUC, que “também tem responsabilidade social para com estes trabalhadores, que vão passar a quadra de Natal sem saber o seu futuro”.

Castelo Branco. Aprovado orçamento da câmara de 74,5 milhões para 2023

A Assembleia Municipal de Castelo Branco aprovou hoje, por maioria, o orçamento da Câmara para 2023, no montante de cerca de 74,5 milhões de euros (ME).

A Assembleia Municipal de Castelo Branco aprovou hoje, por maioria, o orçamento da Câmara para 2023, no montante de cerca de 74,5 milhões de euros (ME).

“O orçamento da Câmara Municipal de Castelo Branco atinge em 2023 o valor mais elevado de sempre, 74.474.213 euros”, explicou o presidente da autarquia, Leopoldo Rodrigues (PS).

O documento recebeu 19 votos favoráveis (PS), 17 contra (Sempre e Chega) e quatro abstenções (PSD e MPT).

O orçamento deste ano do município de Castelo Branco é de 88 milhões de euros, após uma revisão orçamental aprovada, em março, pela Assembleia Municipal.

Esta revisão reforçou em 22 de milhões de euros o orçamento inicialmente aprovado no final de 2021, que tinha o valor de 66 milhões de euros.

Na altura, o autarca socialista justificou a necessidade da revisão, sobretudo com cerca de 25 milhões de euros, valor atribuído aos compromissos transitados do ano anterior e não liquidados.

A bancada do PSD, que viabilizou o orçamento para 2023, frisou, através do deputado municipal José Alberto Duarte, que o documento contempla “algumas das propostas” com as quais os sociais-democratas se comprometeram perante o eleitorado.

“Desejaríamos que fosse um orçamento mais realista. Por isso, não nos revemos na sua totalidade, mas o PSD irá viabilizar este orçamento”, disse.

Já Armando Ramalho, do Sempre — Movimento Independente, explicou que após a análise ao documento, “não concordamos com a política subjacente à sua elaboração nem com as opções nele refletidas”.

O deputado municipal salientou ainda “o acentuado crescimento da despesa corrente” no orçamento, enquanto a despesa de capital se mantém “sensivelmente em linha com a inflação”.

Já o presidente do município, Leopoldo Rodrigues realça que se trata de um “orçamento ambicioso com objetivos também ambiciosos”.

“A componente prevista com grandes obras tem um peso significativo (despesas de capital), mas também onde as despesas correntes apresentam um grande peso”, sustentou.

O autarca socialista referiu ainda que estão englobadas nas despesas correntes “não apenas as despesas de funcionamento, mas todos os apoios sociais previstos no orçamento e que são uma das grandes preocupações deste executivo”.

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