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Anadia: Centro de Alto Rendimento acolhe provas de Ciclismo de Pista e Ginástica Artística

O Centro de Alto Rendimento (CAR) de Anadia – Velódromo Nacional, localizado em Sangalhos, recebe no mês de Dezembro várias provas nas modalidades de Ciclismo de Pista e de Ginástica Artística, numa organização das Federações Portuguesa de Ciclismo e de Ginástica de Portugal, com o apoio do Município de Anadia.


Assim, nos dias 2 e 3, o Velódromo Nacional recebe as duas primeiras provas da Taça de Portugal de Ciclismo de Pista, nas disciplinas Scratch, KM, Corrida por Pontos e Perseguição Indivual, nas categorias de Juvenis, Cadetes, Juniores, Elite A, Masters e Paraciclismo.


No fim de semana de 16 e 17 de dezembro, têm lugar dois troféus internacionais de Pista, o Bento Pessoa e o Alves Barbosa, respetivamente, a contar para a 3ª prova da Taça de Portugal. No dia 16, a prova decorre nas categorias de Juvenis, Cadetes e Juniores (m/f), e no dia seguinte em Elites A, Masters e Paraciclismo.


Entretanto, no dia 8 de dezembro, feriado nacional, o CAR de Anadia é palco do Campeonato Nacional Universitário de Ginástica Artística. O evento conta para a Taça de Portugal de Ginástica.

Sertã cria Espírito de Natal para dinamizar o concelho

O programa “Sertã Espírito Natal” começa na sexta-feira e estende-se até ao dia 06 de janeiro de 2024 com diversas iniciativas culturais, mercados e concursos para dinamizar o comércio tradicional em todo o concelho.

A programação promovida pelo município da Sertã, no distrito de Castelo Branco, apresenta concursos, ateliês, mercados, concertos, teatros, iniciativas literárias, iluminação de Natal e programa de Passagem de Ano.

“Esta iniciativa de Natal é uma aposta certeira na dinamização do concelho do ponto de vista económico, cultural, social e turístico”, explicou, em comunicado, o presidente da Câmara Municipal da Sertã, Carlos Miranda.

O programa proposto arranca na sexta-feira e estende-se até ao dia 6 de janeiro de 2024, com iniciativas culturais em todas as freguesias com o objetivo de celebrar a quadra natalícia.

“O município da Sertã vai uma vez mais levar o espírito de Natal a todo o concelho. O programa é diversificado e apelativo, tanto para os residentes como para quem nos visita, evocando o verdadeiro espírito do Natal”, sublinhou o autarca.

A Associação de Produtores do Concelho da Sertã (APROSER) e o município voltam a promover três concursos que dinamizam o comércio tradicional e o associativismo concelhios.

O concurso “Natal no Comércio Tradicional” é destinado a todos os que realizem compras nos estabelecimentos aderentes de 1 a 31 de dezembro, tendo 50 prémios num total de 3.625 euros (em vouchers) e por cada 20 euros em compras é entregue um cupão de participação.

Os comerciantes também vão poder concorrer ao concurso “A Melhor Montra de Natal”, que irá premiar as três melhores montras, com prémios no valor total de 350 euros.

Já o movimento associativo do concelho da Sertã pode participar no concurso “Presépio de Natal”, que irá premiar os três melhores presépios com prémios no valor total de 350 euros.

Os presépios a concurso vão estar expostos na Casa da Cultura da Sertã, entre os dias 6 de dezembro e 8 de janeiro de 2024.

A programação musical inicia-se na sexta-feira, com o concerto The Classic, na Igreja Matriz de Cernache do Bonjardim, às 16:00, e estende-se até ao dia 23 de dezembro, com a realização de concertos por todo o concelho.

Entre os dias 2 e 30 de dezembro, o Natal vai marcar a programação da Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes.

Ao longo de todo o mês decorre a Feira do Livro de Natal em que os visitantes podem realizar as suas compras de Natal, adquirindo livros e usufruindo de embrulhos originais.

Estão também previstos mercados de Natal para os dias 9 (16:00 às 20:00) e 10 (9:00 às 17:00).

“O Mercado Municipal da Sertã acolhe o mercado de Natal, iniciativa com venda de produtos endógenos diretamente do produtor, produtos regionais, artesanato, roupa, acessórios e decoração”, lê-se na nota.

Nos dias 16 e 17 de dezembro, entre as 09:00 e as 17:00, a Alameda da Carvalha recebe o mercado Produtos da Terra “Espírito de Natal”.

Durante a quadra natalícia, a Casa da Cultura da Sertã acolhe peças de teatro dirigidas a toda a família.

No dia 19 de dezembro, às 15:00, está em cena “Mickey & Minnie – Uma aventura de Natal” e no dia 23, às 15:00, vai a palco “Um sonho de Natal”.

Para os dias 9, 10, 16, 19 e 20 a 23 de dezembro está prevista animação de rua nas vilas de Cernache do Bonjardim e Sertã.

No dia 31 de dezembro, a Alameda da Carvalha acolhe, a partir das 22:00, a iniciativa de passagem de ano.

Em termos musicais, o programa apresenta Ricardo Nunes, Marauders, Sede Bandida e DJ Kadiv e à meia-noite o espetáculo com fogo de artifício assinala a entrada no Novo Ano.

O programa encerra no dia 06 de janeiro de 2024, com a realização do concerto dos Reis pela Filarmónica União Sertaginense na Igreja do Seminário das Missões, em Cernache do Bonjardim, a partir das 21:00.

Dois antigos funcionários da lota de Aveiro condenados por corrupção

Dois ex-funcionários da lota de Aveiro foram condenados a uma pena suspensa de um ano e 10 meses e a uma multa de 975 euros por estarem envolvidos num esquema para alterar dados relativos a vendas em leilão eletrónico.

O acórdão, datado de 25 de novembro e consultado hoje pela Lusa, deu como provado um crime de corrupção passiva e outro de falsificação de documento, ambos na forma continuada, de que os arguidos estavam acusados.

Os dois antigos funcionários da Docapesca, designadamente um encarregado de lota e um operador de vendas, foram punidos com uma pena de 130 dias de multa à taxa diária de 7,50 euros, totalizando 975 euros, por um crime de falsificação de documento, e um ano e 10 meses de prisão suspensa por igual período, por um crime de corrupção passiva.

O processo tinha ainda como arguidos cinco armadores de pesca artesanal local que foram absolvidos de um crime de corrupção ativa na forma continuada.

O tribunal julgou improcedentes, por não provados, os pedidos de indemnização cível deduzidos por duas empresas de pesca, absolvendo todos os demandados.

Os factos ocorreram entre agosto e novembro de 2016, na lota do porto de pesca costeira de Aveiro.

Segundo a acusação do Ministério Público, consultada pela Lusa, os dois funcionários da lota, a troco de contrapartida monetária paga por cinco armadores de pesca local, procederam, mediante alteração da inscrição constante dos dados existentes no sistema informático da lota, a várias transferências de verbas provenientes das vendas de embarcações da arte do arrasto para as embarcações dos cinco armadores da pesca local.

De acordo com a investigação, com esta conduta os referidos armadores de embarcações da arte de arrasto sofreram um prejuízo global de cerca de 9.000 euros, com o benefício indevido dos armadores arguidos.

O processo tinha mais três arguidos que também trabalhavam na lota, mas estes não foram pronunciados para julgamento, por não existirem indícios suficientes que sustassem a imputação constante da acusação pública.

Neste caso, o juiz de instrução ficou com dúvidas que as operações de transferência de pescado que estavam associadas às ‘passwords’ ativas destes arguidos foram efetivamente executadas por eles.

Dois antigos funcionários da lota de Aveiro condenados por corrupção

Dois ex-funcionários da lota de Aveiro foram condenados a uma pena suspensa de um ano e 10 meses e a uma multa de 975 euros por estarem envolvidos num esquema para alterar dados relativos a vendas em leilão eletrónico.

O acórdão, datado de 25 de novembro e consultado hoje pela Lusa, deu como provado um crime de corrupção passiva e outro de falsificação de documento, ambos na forma continuada, de que os arguidos estavam acusados.

Os dois antigos funcionários da Docapesca, designadamente um encarregado de lota e um operador de vendas, foram punidos com uma pena de 130 dias de multa à taxa diária de 7,50 euros, totalizando 975 euros, por um crime de falsificação de documento, e um ano e 10 meses de prisão suspensa por igual período, por um crime de corrupção passiva.

O processo tinha ainda como arguidos cinco armadores de pesca artesanal local que foram absolvidos de um crime de corrupção ativa na forma continuada.

O tribunal julgou improcedentes, por não provados, os pedidos de indemnização cível deduzidos por duas empresas de pesca, absolvendo todos os demandados.

Os factos ocorreram entre agosto e novembro de 2016, na lota do porto de pesca costeira de Aveiro.

Segundo a acusação do Ministério Público, consultada pela Lusa, os dois funcionários da lota, a troco de contrapartida monetária paga por cinco armadores de pesca local, procederam, mediante alteração da inscrição constante dos dados existentes no sistema informático da lota, a várias transferências de verbas provenientes das vendas de embarcações da arte do arrasto para as embarcações dos cinco armadores da pesca local.

De acordo com a investigação, com esta conduta os referidos armadores de embarcações da arte de arrasto sofreram um prejuízo global de cerca de 9.000 euros, com o benefício indevido dos armadores arguidos.

O processo tinha mais três arguidos que também trabalhavam na lota, mas estes não foram pronunciados para julgamento, por não existirem indícios suficientes que sustassem a imputação constante da acusação pública.

Neste caso, o juiz de instrução ficou com dúvidas que as operações de transferência de pescado que estavam associadas às ‘passwords’ ativas destes arguidos foram efetivamente executadas por eles.

Polícia Judiciária realiza operação internacional por corrupção, peculato e participação económica em negócio, envolvendo Organizações Criminosas

A Polícia Judiciária (PJ), em investigação conduzida pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC), procedeu, no âmbito de inquéritos dirigidos pelo DIAP Regional de Lisboa, à realização de uma operação policial transnacional, após pedido de cooperação judiciária internacional às Autoridades Judiciárias Brasileiras, visando a execução de 11 mandados de busca domiciliária e não domiciliária e apreensão e pesquisa informática.

As buscas decorreram em território nacional, na cidade de Lisboa, e no Brasil, no Rio de Janeiro e em Saquarema, na sequência das quais foram realizadas mais de 100 diligências de recolha de prova pessoal (inquirições e interrogatórios).

Participaram na operação, em território brasileiro, em colaboração com a Polícia Federal, 21 investigadores da UNCC e 2 peritos informáticos da UPTI, da Polícia Judiciária, acompanhados por duas Magistradas do Ministério Público do DIAP Regional de Lisboa.

Em território nacional, foram executados dois mandados de busca e apreensão, bem como 4 mandados de pesquisa de dados informáticos, visando a apreensão de prova de natureza digital, tendo participado na operação, 10 investigadores e peritos informáticos da Polícia Judiciária, acompanhados por um Magistrado do Ministério Público do DIAP Regional de Lisboa.

A operação aqui em apreço contou com a colaboração do Ministério dos Negócios Estrangeiros, designadamente, através de funcionários deslocados e que acompanharam as diligências em território brasileiro e, bem assim, do Consulado-Geral de Portugal, no Rio de Janeiro.

Nos inquéritos referenciados investigam-se factos suscetíveis de enquadrar a prática dos crimes de corrupção passiva e ativa, participação económica em negócio, peculato, acesso ilegítimo, usurpação de funções, abuso de poder, concussão, falsificação de documentos e abuso de poder.

Em concreto, a Polícia Judiciária tem em curso investigações que visam o desmantelamento de esquemas de legalização e certificação ilícita de documentos para obtenção de nacionalidade portuguesa, atribuição de vistos, prestação de informações privilegiadas através da usurpação de funções, atribuições ilícitas de vagas de agendamento para a prática de atos consulares, bem como, de execução de atos consulares para os quais não existe habilitação legal e peculato de emolumentos.

A Polícia Judiciária, nos inquéritos dirigidos pelo DIAP Regional de Lisboa, prosseguirá a investigação, após a realização subsequente da análise à prova agora recolhida, visando o apuramento integral de todas as condutas criminosas, o seu cabal alcance e, bem assim, a sua célere conclusão.

Vale de Cambra com orçamento de 26ME que oposição considera mera “gestão corrente”

A Câmara Municipal de Vale de Cambra definiu para 2024 um orçamento de 26,2 milhões de euros, o que, representando mais de 4,8 milhões face a 2023, foi hoje classificado pela oposição como mera gestão corrente e “embalsamada”.

O documento foi aprovado pela maioria CDS-PP, que lidera esse executivo do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Porto, mas teve os votos contra do vereador do PS e outro do PSD.

Fonte oficial da câmara realçou à Lusa que o referido orçamento “mantém a política de não aumento de impostos, preservando as taxas do ano transato”, e foca-se na redução dos compromissos bancários assumidos pelo município, que “atualmente tem uma dívida de longo prazo na ordem dos 7,4 milhões de euros” e estima conseguir em 2024 “uma amortização de cerca de 783 mil”.

Ainda no que se refere a liquidação de compromissos, o prazo médio de pagamento a fornecedores estava, no final do terceiro trimestre, em 15 dias.

Quanto às principais obras previstas para 2024, a mesma fonte do Executivo liderado por José Pinheiro adianta: “Destacam-se investimentos de mais de dois milhões de euros na Estratégia Local de Habitação, 1,2 milhões para o Programa de Apoio às Comunidades Desfavorecidas, 1,3 milhões para intervenção em edifícios dedicados à saúde, 815 mil euros para melhoria da infraestrutura de transporte público e 636 mil para requalificação do bar da Praia Fluvial de Burgães”.

O vereador socialista Tiago Fernandes afirma que, à medida do que já acontecera nas propostas para 2023, o novo orçamento do CDS reflete uma visão de “gestão corrente e total ausência de investimento”.

Em declarações à Lusa, esse autarca do concelho com cerca de 26 mil habitantes dispersos por 147,3 quilómetros quadrados, refere: “Nem em final de mandato se consegue almejar algo mais. Assim, fica Vale de Cambra embalsamada, à espera que o tempo passe, como se o simples passar do tempo significasse o que quer que seja. O progresso faz-se com investimento e com investimento que sai das tabelas para o terreno, mas, por cá, nem nas tabelas sai”.

O vereador do PSD Frederico Martins também votou contra o documento e justifica-o com o enquadramento em que esse foi apresentado.

“Atendendo ao contexto de instabilidade política nacional e internacional, com as tensões geopolíticas a agravarem-se, com guerra na Europa e Médio Oriente, com situações de instabilidade e incerteza nos mercados económicos, o orçamento local demonstra um enquadramento alinhado com a política e gestão municipal quase do dia-a-dia”, explica.

O mesmo autarca acrescenta que, apesar de vários alertas do PSD já em 2022, nomeadamente quanto a rubricas afetas a pessoal, o documento que regulará a atividade da Câmara no próximo ano continua a refletir “um município com sobrecarga efetiva orçamental no que toca a responsabilidades e esperando que as receitas futuras sejam suficientes para suprir as mesmas”.

Anadia: Município distinguido com galardão Autarquia Voluntária 2023

Anadia é uma das 21 autarquias do território nacional distinguida com o Galardão Autarquia Voluntária 2023, atribuído pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), informou a Câmara Municipal.

De acordo com esta autarquia do distrito de Aveiro, o júri apoiou a distinção tendo em conta “as práticas, dinâmicas e instrumentos criados e desenvolvidos pelo município, em prol da promoção da prática do voluntariado”.

O galardão será entregue em cerimónia pública, a realizar no próximo dia 09 de janeiro, no Teatro Thalia, em Lisboa.

Universidade de Coimbra lidera projeto de manufatura circular e sustentável

A Universidade de Coimbra (UC) está a coordenar um projeto para desenvolver sistemas inteligentes inovadores que contribuam para uma manufatura circular e sustentável, financiado com 16 milhões de euros.

O projeto intitulado “KYKLOS 4.0”, coordenado por Alberto Cardoso, investigador do Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra (CISUC) e docente do Departamento de Engenharia Informática (DEI) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), foi financiado pelo programa europeu de pesquisa e inovação Horizonte 2020 (H2020) e termina no final deste ano, revela aquela instituição de ensino superior, numa nota de imprensa hoje divulgada.

O objetivo geral do trabalho é contribuir para a economia circular e sustentável numa perspetiva de indústria 4.0, mais direcionada para a manufatura circular.

“Portanto, procura desenvolver um sistema inteligente que seja capaz de analisar, em cada momento, o estado de saúde de equipamentos, para estimar o seu tempo de vida útil, o processo de degradação e, também, identificar padrões de funcionamento anormal que podem ser usados para prevenir futuras falhas ou avarias”, esclarece Alberto Cardoso.

Esta nova ferramenta de manutenção preditiva, já testada em equipamentos como gruas, motores de aviões e linhas de produção industrial, possibilita a antecipação de problemas que podem levar à necessidade de antecipar a realização de tarefas de manutenção.

Assim sendo, “a estimação do tempo de vida útil do equipamento e a predição de falhas ou avarias futuras com base na condição atual do equipamento permite desencadear um processo de manutenção preditiva, ou pelo menos de monitorização, no qual se garanta a geração atempada de alertas e a pronta e adequada intervenção”, afirma o docente do DEI, citado na nota da UC enviada hoje à agência Lusa.

Prever o tempo de vida útil e identificar antecipadamente a ocorrência de possíveis falhas vai possibilitar reduzir o tempo de paragem dos equipamentos, o desperdício e o custo de manutenção, que, nalguns casos, pode representar uma “redução muito significativa de custos”, indicam os investigadores, realçando a “contribuição que, desta forma, se dá para a extensão do tempo de vida útil dos equipamentos, ao mesmo tempo que se promovem processos de produção mais sustentáveis e com maior eficiência energética e baixo consumo de materiais”.

Segundo a equipa do CISUC, todo o ecossistema que resultou do projeto está a ser utilizado por diversas empresas que se associaram a este trabalho.

Essas empresas estão a usar os componentes técnicos e o sistema desenvolvidos no âmbito do “KYKLOS 4.0”, aplicando-os ao seu caso concreto.

“De uma forma geral, esses componentes foram testados e com resultados positivos, tendo servido de validação do sistema desenvolvido e demonstrando a viabilidade técnica, económica e ambiental do ecossistema ‘KYKLOS 4.0’ para redefinir serviços e processos de produção industrial e, assim, melhorar a sua eficiência operacional”, conclui.

Todas as informações sobre o “KYKLOS 4.0” podem ser consultadas através do ‘link’ https://kyklos40project.eu/.

Pizarro “precisa de mais tempo” para “reorganizar” as Urgências

Ministro da Saúde admite que médicos não podem fazer mais horas extraordinárias, mas lembra que é agora necessário mais tempo para reorganizar este serviço de saúde.

Em visita ao Hospital da Prelada, no Porto, o ministro da Saúde admitiu que é “preciso mais tempo” para reorganizar as Urgências do país.

Lembrando que os hospitais estão “numa situação de contingência”, Manuel Pizarro admitiu que “os médicos têm direito a não fazer mais do que aquelas horas extraordinárias na urgência” e por isso também o Governo precisa de mais tempo”.

“Nós precisamos de mais tempo para promover a reorganização do funcionamento das Urgência para deixar de depender desta circunstância das horas extraordinárias, que de facto são um volume imenso e que, a certa altura torna, o sistema difícil de gerir”, disse ainda.

Na mesma senda, afirmou que a dependência do Serviço Nacional de Saúde (SNS) nas horas extraordinárias “é um problema crónico” e defendeu que “temos de criar um modelo que obvie essa circunstância” e de medidas “que vão tomar tempo a ter efeito”.

A Direção Executiva do SNS divulgou este domingo um novo plano de reorganização das urgências, que indica que 36 pontos vão funcionar com limitações nalgumas especialidades entre os dias 26 de novembro e 2 de dezembro.

Perante estas medidas, o ministro garantiu que “estas são medidas de contingência para garantir o funcionamento em rede do serviço” e apesar de ter admitido que a situação “causa incómodo”, voltou a garantir que “tem sido dada uma resposta completa”, pelo menos nas zonas urbanas, sendo que as zonas do interior, “onde as distâncias são maiores”, são as que lhe causam maior preocupação. 

Manuel Pizarro não quis deixar de prestar “homenagem aos milhares de profissionais do Serviço Nacional de Saúde que – uns mais contentes, outros mais insatisfeitos -, mas que têm garantido que os serviços funcionam dando segurança aos portugueses”.

PJ admite que exista cúmplice no desaparecimento da grávida da Murtosa

Foi descoberto um segundo telemóvel a Fernando Valente.

O caso de Mónica Silva, a grávida desaparecida na Murtosa, no distrito de Aveiro, há cerca de um mês e meio, permanece um mistério. 

A Polícia Judiciária (PJ) mantém as buscas pelo corpo e o principal suspeito permanece detido, mas novos dados dão agora conta da hipótese de existir um cúmplice no desaparecimento.

Segundo avança a TVI, entre os dias 2 e 3 de outubro, Mónica Silva terá recebido várias chamadas do principal suspeito. Um segundo telemóvel que foi descoberto apenas durante as buscas domiciliárias e terá sido ocultado por Fernando Valente permitiu perceber o contacto existente entre suspeito e vítima. 

No dia do desaparecimento, a última chamada deu-se por volta das 21h00, altura em que Mónica saiu de casa depois de ter jantado com os filhos. Aqui, o telefone da mulher acionou antenas a 800 metros da sua casa. Quatro horas depois, pelas 1h50, já no dia 4, desligar-se-ia.

É ligado novamente pelas 16h00, a 400 quilómetros de distância, em Cuba, no Alentejo – localidade onde os pais de Fernando têm uma propriedade. 

Contudo, os registos do telemóvel do suspeito colocam-no na Torreira, em Aveiro. É aqui que entra a possibilidade de haver um outro envolvido no desaparecimento. 

Fernando Valente foi detido pela Polícia Judiciária de Aveiro na noite de quarta-feira, dia 15, na sequência de buscas realizadas a diversas propriedades e veículos pertencentes à família do suspeito.

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