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Águeda: Largo da estação

Para além do espaço envolvente à estação, com melhoria das condições de circulação para peões e veículos, área será transformada numa gare rodo-ferroviária.

O Largo da Estação está em obras de requalificação, que vão transformar aquela zona numa central intermodal e melhorar toda a área envolvente, num investimento de mais de 555 mil euros (acrescidos de IVA).

A empreitada, para além da envolvente da estação propriamente dita, abrange um troço da Avenida Dr. Joaquim de Mello, a Rua 12 e a Rua 8 de Setembro, num total de cerca de 6.424 metros quadrados, pretendendo resolver alguns constrangimentos que se verificam naquela zona central da cidade.

No âmbito da intervenção, este espaço será transformado numa gare rodo-ferroviária, um sonho “há muito ansiado e que vamos concretizar, prestando este serviço às nossas populações e a quem nos visita”, disse Jorge Almeida, Presidente da Câmara de Águeda, acrescentando que este novo serviço está alinhado com a estratégia municipal para a implementação de soluções de mobilidade suave.

Este projeto ganha um maior impacto com a entrada em funcionamento do novo concessionário de transportes públicos municipais e intermunicipais, o BUSWAY Região de Aveiro, que a partir de 1 de agosto vai servir os 11 concelhos da CIRA. Com a operacionalização deste serviço, em Águeda, surge uma nova solução de mobilidade que resulta de um diálogo entre o Município, a CIRA e a CP – Comboio de Portugal e que visa a interligação com a rede ferroviária.

A implementação deste projeto, que promove a intermodalidade, cria condições para que “possamos usar mais os transportes públicos”, defende Jorge Almeida, acrescentando que “toda a intervenção, para além da modernização do aspeto e tornar mais segura a circulação de peões e veículos, conferirá uma nova centralidade àquela zona e fará deste um ponto de atração turística”.

A preservação do património é outra das preocupações do projeto, evidente no cuidado com o edifício da estação bem como nos painéis de azulejos alusivos às freguesias do concelho, que foram recuperados, alguns dos quais estão já colocados no largo em frente à estação.

Requalificação da área envolvente

Esta obra vai, como já mencionado, alterar profundamente toda a envolvente à estação, um espaço que não tinha passeios adjacentes ao edifício da estação e alguns dos troços existentes, nas ruas de acesso ao largo, eram de largura reduzida, com pavimento em mau estado de conservação, com árvores de grande porte no meio do passeio e outros aspetos que dificultavam – e até impediam – a acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada.

Deste modo, a requalificação incide também sobre esta matéria, com a criação de percursos pedonais mais largos e a melhoria das condições de circulação, tanto para peões como para veículos, tornando toda a zona mais segura, mais atrativa e adequada. Esta intervenção garante uma rede de passeios acessíveis a todos, promovendo a inclusão tanto das pessoas com mobilidade condicionada como das com limitações visuais, com a colocação de pavimento táctil.

A obra inclui ainda a colocação de mobiliário urbano, como bancos e papeleiras, para além de dissuasores de trânsito fixo, um abrigo de passageiros de autocarros e suporte para estacionamento de bicicletas (12 lugares).

No âmbito desta requalificação, serão ainda criados diversos espaços verdes, que, além do propósito maior de permeabilização do solo e de contributo para uma maior sustentabilidade ambiental e qualidade de vida da população, têm como objetivo disciplinar a circulação pedonal, dirigindo os peões para o atravessamento das vias apenas nos locais próprios e impedir o estacionamento indevido de veículos.

José Ranito nomeado procurador europeu de Portugal

O magistrado do Ministério Público (MP) José Ranito foi hoje confirmado pelo Conselho Europeu como novo procurador europeu de Portugal na Procuradoria Europeia, sucedendo no cargo a José Guerra.

O Conselho nomeou hoje dois procuradores europeus para a Procuradoria Europeia: Ignacio de Lucas Martín e José António Lopes Ranito. Tomarão posse em 29 de julho de 2023″, lê-se numa nota divulgada pelo Conselho Europeu.

Até agora procurador europeu delegado, José Ranito sobe assim na hierarquia, tendo batido as candidaturas dos juízes Carlos Alexandre e Filipe Marques, que também tinham concorrido ao posto na Procuradoria Europeia.

Concurso de acesso ao Ensino Superior abre segunda-feira com 54.311 vagas

A primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público abre na segunda-feira com 54.311 vagas, mais 275 do inicialmente anunciado e mais 671 do que no ano passado.

Em comunicado hoje divulgado, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior sublinha que o número de vagas destinadas ao concurso nacional deste ano representa um aumento de 671 vagas face aos lugares inicialmente disponibilizados para ingresso no ano letivo anterior.

Face aos números anunciados em abril para o próximo ano letivo, há agora mais 11 cursos com um total de 275 vagas em nove instituições de ensino superior.

O ministério atualizou também o portal Infocursos (em http://infocursos.pt/), que disponibiliza dados e estatísticas sobre cursos superiores, para apoiar o processo de decisão dos estudantes no momento de escolher os seus cursos.

Os candidatos com ensino secundário e provas de ingresso portuguesas têm até 07 de agosto para apresentarem a sua candidatura a esta primeira fase, enquanto os alunos com ensino secundário e provas de ingresso estrangeiras devem candidatar-se até 31 de julho.

A divulgação dos resultados está prevista para 27 de agosto.

Segundo o ministério, consideradas todas as vias de ingresso ao ensino superior público e privado — incluindo os concursos locais artísticos, candidatos maiores de 23 anos, estudantes internacionais, titulares de cursos superiores e pós-secundários, situações de mudança de curso, diplomados de vias profissionalizantes e ingresso em Medicina por licenciados – o número total de vagas para o ensino superior em 2023/2024 ascende a cerca de 100.000 vagas.

No comunicado, o ministério recorda ainda algumas medidas que marcam este concurso de acesso, nomeadamente a antecipação do calendário de colocações do concurso nacional de acesso, o que garante um intervalo mínimo de 15 dias entre a colocação na 1.ª fase e o início das aulas.

A disponibilização, pela primeira vez, de um contingente prioritário de estudantes economicamente carenciados (beneficiários de escalão A da ação social escolar), com 2.028 vagas, para cursos em todas as instituições de ensino superior públicas e o alargamento, para cerca de 3.800 vagas, do contingente prioritário para emigrantes, familiares e lusodescendentes para a 2.ª fase do concurso são outras novidades referidas no comunicado.

A segunda fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior começa a 28 de agosto e a terceira em 22 de setembro.

Universidade de Aveiro investe 12,5 ME em cinco novas residências universitárias

A Universidade de Aveiro (UA) vai avançar com a construção de cinco novas residências universitárias no Campus do Crasto, com capacidade para 320 camas, num investimento que ronda os 12,5 milhões, informou hoje fonte da academia.

O anúncio de abertura do concurso público foi publicado a 11 de julho em Diário da República.

A obra, com um prazo de execução de 548 dias, está incluída no Programa Alojamento Estudantil a Custos Acessíveis, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em declarações à Lusa, o reitor da UA, Paulo Jorge Ferreira, referiu que se trata de um investimento “muito grande” e que representa também “um ponto de vista inteiramente novo sobre o que é uma residência”, defendendo que uma residência “não é um dormitório” de estudantes.

“Numa altura em que há elevadas preocupações com a saúde mental, uma residência deve ser um ponto onde os estudantes se cruzam, onde socializam, onde têm espaços de convívio, de ‘coworking’ e de estudo, e não apenas um conjunto de quartos isolados que promovem o isolamento”, referiu o reitor.

O projeto contempla a construção de cinco blocos retangulares com três pisos, nos quais se distribuem as unidades habitacionais através de galerias interiores envidraçadas, que, por sua vez, asseguram a relação interior/exterior, mantendo o constante contacto visual entre as diversas distribuições e o pátio exterior.

Paulo Jorge Ferreira disse ainda que a UA teve uma preocupação com os métodos de construção, os materiais usados e os princípios da economia circular.

O concurso foi feito “tendo como condicionantes princípios de economia circular, quer no que respeita aos materiais utilizados, quer no que respeita à eficiência térmica e acústica dos edifícios, quer no que respeita às coberturas verdes”, explicou.

Além desta empreitada, está prevista a construção de mais duas residências (uma junto à estação da CP, num antigo armazém da Quimigal, e outra em Oliveira de Azeméis) e obras de reabilitação nas residências existentes, de uma forma faseada.

Com estas intervenções, a UA passará a ter disponíveis mais 429 camas, a que se juntam as cerca de 1.000 já existentes.

“Somos uma das instituições de ensino superior com mais camas por estudante deslocado e continuaremos a garantir que a elevada procura que registamos neste momento terá resposta nos próximos tempos”, concluiu o reitor.

Palácio da Justiça de Coimbra está há sete meses sem agentes da PSP

O Palácio da Justiça de Coimbra está há sete meses sem os agentes da PSP que habitualmente prestavam funções, uma situação que vem sendo sinalizada pela Comarca, mas à qual o Ministério da Justiça “continua a não dar resposta”.

“Estamos sem policiamento no Palácio da Justiça desde o início do ano. Continuamos sem resposta do Ministério da Justiça para este problema”, confirmou o juiz presidente do Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra, Carlos Oliveira.

Contactado pela agência Lusa, o magistrado realçou que, já em maio, uma deliberação do Conselho de Gestão da Comarca de Coimbra reiterava a necessidade de ser retomado o policiamento no Palácio da Justiça, não só para segurança de todos os seus trabalhadores, mas também para todas as partes envolvidas em diferentes processos.

“Não é para conveniência dos juízes ou funcionários. É mesmo uma questão de segurança, para com as vítimas, familiares e testemunhas que aqui tenham de se deslocar”, evidenciou.

De acordo com Carlos Oliveira, para além da Comarca de Coimbra, também o Conselho Superior da Magistratura tem levado a cabo diligências para que seja dada uma solução a este problema, no entanto, até à data, “está sem qualquer resposta”.

A deliberação do Conselho de Gestão da Comarca de Coimbra, com data de maio, menciona que “pelo menos dois elementos da PSP, sendo um deles encarregue de garantir preferencialmente a segurança no Juízo de Instrução Criminal”, estiveram “diária e permanentemente em funções no Palácio da Justiça de Coimbra, durante muitos anos”.

No entanto, desde o início do ano, “ambos os agentes policiais, que habitualmente prestavam funções no Palácio da Justiça de Coimbra, deixaram de o fazer, por aposentação”, encontrando-se o edifício “sem os referidos agentes policiais há já quase cinco meses”.

Segundo a deliberação, com data de 18 de maio, o conselho de gestão da Comarca de Coimbra diligenciou, logo no início de janeiro, junto da Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) e do comandante Distrital de Coimbra da PSP, “pela imediata substituição dos dois agentes”.

“A resposta do Comando Distrital da PSP de Coimbra foi no sentido de se tratar de um serviço remunerado. Ora, em face da recusa da PSP de colocar gratuitamente dois agentes daquela corporação no Palácio da Justiça de Coimbra, exigindo o pagamento da correspondente remuneração, e por se tratar de querela quanto à lei aplicável e sua interpretação a ser resolvida entre os Ministérios da Justiça e da Administração Interna, solicitou-se à DGAJ a superação da descrita situação, no passado mês de fevereiro”, refere.

Segundo o conselho de gestão da Comarca de Coimbra, a falta de policiamento “coloca em perigo o funcionamento do Tribunal” e “a vida e integridade física de magistrados, funcionários, advogados e demais cidadãos” que se deslocam diariamente ao edifício.

O Palácio da Justiça de Coimbra dispõe de serviço de segurança privada, com pórtico de segurança instalado, “mas apenas com dois funcionários de segurança, que se revelam insuficientes para garantir a referida segurança das pessoas e instalações”.

No Palácio da Justiça de Coimbra funcionam, além do Tribunal da Relação e dos serviços do Ministério Público, o Juízo Central Criminal, o Juízo Local Criminal de Coimbra e o Juízo de Instrução Criminal.

O Juízo Central Criminal e o Juízo de Instrução Criminal têm competência territorial em toda a Comarca de Coimbra, que abrange o espaço geográfico dos municípios de Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua e Vila Nova de Poiares.

PJ investiga alegado homicídio de homem encontrado hoje no nó da A13 em Miranda do Corvo

A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o caso de um homem encontrado morto, com sinais de violência, ao início da manhã de hoje, junto ao nó da autoestrada 13 em Miranda do Corvo, distrito de Coimbra.

Sem revelar mais pormenores, fonte da Diretoria do Centro da PJ confirmou à agência Lusa que o corpo do homem foi encontrado naquele local hoje de manhã, estando em curso uma investigação.

Já fonte do comando sub-regional de Emergência e Proteção Civil de Coimbra apenas adiantou que o alerta chegou àquela entidade às 07:39 de hoje, via Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

PJ investiga alegado homicídio de homem encontrado hoje no nó da A13 em Miranda do Corvo

A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o caso de um homem encontrado morto, com sinais de violência, ao início da manhã de hoje, junto ao nó da autoestrada 13 em Miranda do Corvo, distrito de Coimbra.

Sem revelar mais pormenores, fonte da Diretoria do Centro da PJ confirmou à agência Lusa que o corpo do homem foi encontrado naquele local hoje de manhã, estando em curso uma investigação.

Já fonte do comando sub-regional de Emergência e Proteção Civil de Coimbra apenas adiantou que o alerta chegou àquela entidade às 07:39 de hoje, via Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Cantanhede admite possibilidade da linha de alta velocidade passar no concelho

A presidente da Câmara Municipal de Cantanhede só admite a passagem da linha ferroviária de alta velocidade no concelho caso eventuais problemas com as habitações estejam acautelados.

“A nossa posição da primeira hora e agora também é, naturalmente, é a de defender o eixo 5. […] Através do traçado 4 temos penalização em termos de proprietários. Há uma casa que tem de ser demolida. Há outros que ficam com a passagem da via do TGV [comboio de alta velocidade] muito em cima das próprias habitações, o que é penalizante para o Município”, disse, em declarações à agência Lusa, Helena Teodósio.

A autarca admitiu que outros municípios têm situações mais graves, onde a passagem da linha ferroviária de alta velocidade prevê a demolição de muito mais casas.

“Se nesse traçado 4 ainda houver a possibilidade de poder fazer algum desvio, de forma a não ir afetar as duas situações que eu referi, é evidente que podemos ponderar e analisar por solidariedade a outros municípios, como [por exemplo] a Mealhada e Anadia, que têm mais casas que vão eventualmente ser demolidas”, frisou.

No entanto, a autarca reiterou que a opção da Câmara para a “defesa do território” é o traçado 5, que não passa no concelho de Cantanhede, no distrito de Coimbra.

Na manhã de quarta-feira, a presidente esteve em reunião com a Infraestruturas de Portugal, pelo que notou a possibilidade de haver “algum desvio” no traçado 4, por forma a não afetar essas duas situações no concelho de Cantanhede.

“Se isso acontecer, naturalmente que, passando pelo nosso território, mas não afetando dessa forma, minimiza-se muito mais a situação e evidentemente para os outros municípios é muito mais benéfico”.

Helena Teodósio lembrou que outros municípios têm acesso à ferrovia e a outros transportes públicos.

No caso de Cantanhede, “não tendo essa possibilidade, não tem um benefício direto na paragem do TGV em Coimbra”.

“Pelo que entendemos que poderia ser analisado, eventualmente alguma situação, caso tivéssemos aqui a possibilidade do Metro [Mondego] que pudesse fazer essa mesma ponte”.

Se o Metro Mondego fosse assegurado, as “populações que, neste momento, ficam mais prejudicadas nessa eventualidade de poder passar ali o traçado do TGV, também podiam ficar beneficiadas ou pelo menos compensadas pelo facto do Metro Mondego ir até lá”, concluiu.

O município já tinha aprovado, por unanimidade, a defesa do traçado 5.

Na reunião de Câmara, na quarta-feira, a autarquia aprovou, por unanimidade, a proposta que, face ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA), propõe parecer desfavorável à proposta do eixo 4 e variante a Anadia/Oliveira do Bairro, no atravessamento do Município de Cantanhede.

IEFP. Desemprego registado cai 2,8% em junho em cadeia

O desemprego registado em junho diminuiu 2,8% relativamente ao mês anterior e caiu 1,7% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo o valor mais reduzido de sempre no referido mês, segundo dados do IEFP hoje divulgados.

“O desemprego registado em junho voltou a baixar, sendo o mais reduzido de sempre (277.742 pessoas), nos meses de junho, com uma redução de -2,8% (-8.113 pessoas) relativamente ao mês anterior e -1,7% abaixo do nível observado em junho de 2022 (-4.711 pessoas)”, refere um comunicado do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que cita dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Já no desemprego de longa duração manteve-se a tendência de queda, com uma diminuição em cadeia de -1,9% (-2.139 pessoas), situando-se -18,8% abaixo do nível registado em junho de 2022 (-25.842 pessoas).

Município de Gouveia comemora Dia dos Avós com atividades no Mercado Municipal

No próximo dia 26 de julho (quarta-feira), o Município de Gouveia vai comemorar o Dia dos Avós, com um conjunto de atividades que vão decorrer no Mercado Municipal.
A iniciativa, que pretende reunir avós e netos do concelho, terá início pelas 9h30, com jogos tradicionais dinamizados pelos técnicos do Setor de Desporto do Município.
Pelas 10h15, a Polícia de Segurança Pública – PSP, em parceria com o Grupo Aprender em Festa – GAF e o CLDS – Projeto InteGr4r vão apresentar o projeto ”Eu faço como diz o Falco – As Três Primeiras Pedaladas”, com o objetivo de alertar para os cuidados a ter a nível de segurança rodoviária, quando se circula em bicicleta na via pública.
Seguir-se-ão as apresentações de “Netos e avós em Festa”, que vão contar com as performances da Associação de Beneficência Popular de Gouveia – ABPG, da Fundação “A Nossa Casa” e de O Sonho de Infância – Associação de Beneficência Cultural e Recreativa da Freguesia de Lagarinhos – ABCRFL, em momentos que serão certamente de animação e celebração.
Já próximo da hora de almoço, terá lugar um showcooking com o Chef Paulo Silva da Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia, que irá confecionar uma frescura de limão, proporcionando, de seguida, a degustação da iguaria.
Durante todo o período da manhã, entre as 10h00 e as 12h30, será ainda possível participar em ateliers de escrita e pintura criativa sob o mote “Ser avô é…”, nos espaços do Museu Municipal de Arte Moderna Abel Manta e na Biblioteca Municipal Vergílio Ferreira.

O Grupo Aprender em Festa – GAF e o CLDS-Projeto InteGr4r serão responsáveis pela dinamização da
atividade “Encontro entre gerações com o jogo ABALL 1”.
Todos os presentes neste evento terão ainda oportunidade de posar para uma fotografia, com uma
moldura personalizada do Dia dos Avós, com possibilidade de impressão nos estúdios D. Pedro. Uma
forma de captar um momento especial, para mais tarde recordar.
Neste dia, os avós e netos terão ainda acesso gratuito aos espaços culturais do Município e piscinas
municipais descobertas, mediante apresentação de documento de identificação, validação e
disponibilidade de ocupação dos espaços.
As iniciativas preparadas para este dia dirigem-se a seniores e a crianças e jovens do concelho de Gouveia,
e têm como principal objetivo prestar homenagem e valorizar a figura dos avós e a sua importância nas
famílias, sobretudo na atualidade.
É também uma forma de, tanto os netos como os avós, expressarem sentimentos e demonstrarem o
carinho pelos seus familiares, contribuindo, assim, para o reforço das relações intergeracionais.

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