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Santo Varão com Rituais da Quaresma, das Cinzas às Paixão

Santo Varão com Rituais da Quaresma, das Cinzas às Paixão

A Quaresma e as suas vivências na comunidade foram o mote para os “Rituais da Quaresma, das Cinzas às Paixão”, dinamizados pelo Rancho folclórico do Centro Beira Mondego – Santo Varão, no sábado, dia 18 de março.

Na ocasião, o vereador da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Décio Matias, na companhia do presidente da Junta de Freguesia de Santo Varão, João Girão, e do vice-presidente da Federação do Folclore Português, António Gabriel, destacou a capacidade criativa, a dedicação e o trabalho muito cuidado que a formação santovaronense tem desenvolvido em prol do folclore, da recolha e recriação das tradições da freguesia e do Baixo Mondego.

Num primeiro momento, na igreja matriz de Santo Varão, o Rancho Folclórico de Escalos de Cima (Castelo Branco) e o Grupo Regional do Seixo “Grupo de canto das almas Paróquia S. João Baptista” interpretaram os cânticos religiosos do Cancioneiro Popular.

No exterior, o Rancho folclórico do Centro Beira Mondego – Santo Varão, retomou a Serração da Velha, com texto da autoria de José Carlos Duarte.

Interrompida em 2020, devido à pandemia, a tradição popular que traz o humor e a sátira a uma época mais dedicada ao recolhimento e à reflexão voltou às ruas de Santo Varão para fazer sorrir.

Festa do Pão de Vale de Ílhavo acolheu 20.000 visitantes e uniu a comunidade 

A Câmara Municipal de Ílhavo estima que 20.000 pessoas visitaram, no fim de semana passado, a segunda edição da Festa do Pão de Vale de Ílhavo, que se realizou, maioritariamente, no Jardim Henriqueta Maia, no centro de Ílhavo. 

Entre sábado e domingo, a Associação Cultural e Recreativa “Os Baldas” utilizou centenas de quilos de farinha de trigo para o pão, mais algumas dezenas de quilos de chouriça e bacalhau, que deram forma a milhares de pães recheados, cozidos em forno a lenha no recinto do evento. 

Os Cardadores de Vale de Ílhavo assumiram o serviço de bar e serviram várias dezenas de pão com bifanas. 

Os Folhados de São Salvador também marcaram presença no evento, tendo-se comercializado centenas desta iguaria doce da Freguesia sede do Município.  

As oito padeiras de Vale de Ílhavo presentes na festa produziram com grande esforço o máximo que puderam. Foram milhares as unidades de Pão de Vale de Ílhavo, entre folares com e sem ovos, de diversos tamanhos, padas e broa simples ou de abóbora, que rapidamente esgotaram, tal foi o entusiasmo do público com origens diversas do nosso país. Regista-se a visita de pessoas que fizeram centenas de quilómetros para visitar a festa. 

Além de todo o pão que fez as delícias dos visitantes, houve horas de animação, música, ateliês e histórias encenadas. E, a acima de tudo, cumpriu-se o objetivo de promover e valorizar o pão de Vale de Ílhavo, envolvendo o tecido associativo local e a comunidade. 

A Festa do Pão de Vale de Ílhavo 2023 começou na noite de 10 de março, em Vale de Ílhavo, com a “Porta Aberta”, iniciativa que mostrou a 100 “curiosos” como se confeciona o tradicional pão de Vale de Ílhavo, em forno a lenha. 

No dia 16 de março, num programa exclusivo às escolas, 116 crianças participaram no projeto educativo “Da Semente ao Pão”, que contou com a colaboração da agricultora Manuela Nunes, das moagens Carlos Valente e Grave e da padeira Maria Fernandes. 13 alunos da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, da turma de Artes do 12.º ano, criaram aventais personalizados, que foram, depois, oferecidos às padeiras. 

O dia 17 de março foi exclusivo ao público sénior, envolvendo 12 IPSS de Ílhavo, Aveiro, Águeda e Ovar, num total de 200 pessoas. 

A Festa do Pão de Vale de Ílhavo encerrou ao final da tarde de domingo com “Nem só de pão”, um espetáculo que envolveu 30 pessoas da comunidade de Vale de Ílhavo, entre elementos da banda de percussão Toca Baldar, algumas padeiras e os Cardadores. 

Para o Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, João Campolargo, a Festa do Pão de Vale de Ílhavo superou as espectativas. “Homenageámos as nossas Padeiras e Padeiros, bem como as duas Moagens que continuam em funcionamento em Vale de Ílhavo. Demos “palco” às Associações daquela localidade, “Os Baldas” e os Cardadores, à Junta de Freguesia de São Salvador, que promoveu o seu Folhado, e colocámos produtores locais em contacto com as Escolas, promovendo a agricultura e incrementando o comércio e a restauração locais. A afluência quase duplicou e as vendas por unidade de produtos triplicaram. O Jardim Henriqueta Maia ganhou vida com as pessoas, música itinerante e uma Mostra de Artesanato e Velharias. O investimento realizado pela autarquia beneficiou a comunidade.”  

Clubes e atletas de Tondela sensibilizados para questões da igualdade de género

No âmbito do Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação de Tondela, decorre esta quinta-feira (22 de março) uma ação de sensibilização junto de atletas, treinadores e clubes do concelho.

Estas iniciativas são promovidas com os objetivos de prevenir comportamentos de violência de género em contexto desportivo, consciencializar para a igualdade de género na prática desportiva, nomeadamente nas questões relacionadas com a orientação sexual, identidade e expressão de género.

A ação de sensibilização inicia-se pelas 19h00, no Pavilhão Municipal de Tondela, sendo destinada a atletas de andebol do Clube Atlético de Molelos e a ginastas da Associação de Educação Física Desporto de Tondela.

Encontro com Sérgio Godinho na Biblioteca Municipal

“E que é que foi que ele disse?” Tanto que soube a pouco!

Na noite de ontem, dia 21, o icónico cantor, compositor, escritor e ator, conseguiu transcender gerações, reunindo pessoas de diferentes idades, de diferentes vivências e aspirações, tal como faz com as suas canções, num ambiente intimista cheio de livros e sabedoria.
Entre estantes repletas de histórias, Sérgio Godinho partilhou inspirações e reflexões com uma plateia atenta e curiosa e, com a sua voz inconfundível, deixou alguns “com um brilhozinho nos olhos” recitando alguns dos seus poemas mais profundos com a mesma simplicidade que coloca nas suas melodias.
Com um público muito interventivo, os mais velhos ansiavam por respostas escondidas nas letras de Sérgio Godinho, enquanto os mais novos procuravam aprender com a sua vasta experiência. No final, o autor disponibilizou-se para uma sessão de autógrafos, deixando muitas mensagens de simpatia e carinho e proporcionando momentos únicos de partilha e aprendizagem.
A Vice-Presidente Isabel Costa, foi a anfitriã deste encontro, demonstrando o compromisso da Câmara Municipal em promover e valorizar a cultura e manifestando a importância do apoio institucional na promoção de oportunidades únicas de interação com artistas consagrados.

Espetáculo que alerta população para os incêndios apresentado em Tondela

O espetáculo “Sob a Terra” criado para sensibilizar a comunidade para o flagelo dos incêndios florestais é apresentado no próximo domingo (26 de março) em Tondela.

A peça criada pela companhia Leirena Teatro vai subir ao palco da ACERT, pelas 18h00, com o apoio da Câmara Municipal de Tondela. A entrada é gratuita.

“Sob a Terra” é um espetáculo multidisciplinar, que cruza teatro, música, artes visuais e multimédia.

A encenação está a cargo de Frédéric Da Cruz Pires. A música será interpretada ao vivo por Surma. Já o artista Nuno Viegas realizará uma projeção de desenho digital em tempo real.

A peça procura sensibilizar as pessoas acerca de um problema urgente que são os incêndios e chamar a atenção para a realização de boas práticas na utilização do fogo e para a proteção e valorização da floresta.

“Sob a Terra” conta a história de uma aldeia e das suas gentes. A dramaturgia está dividida em três atos.

Absurdamente donos do seu nariz, os habitantes dessa localidade só se preocupam com o que é seu. Quebrar rotinas e comportamentos de risco é uma ilusão nesta aldeia. A irresponsabilidade e a ignorância imperam, mesmo quando há quem procura chamar a atenção face ao perigo. Aqui, nada é natural, só o comportamento é que é naturalmente absurdo.

O espetáculo está a chegar à sua 30.ª apresentação, tendo já passado por vários concelhos da zona centro do país. No domingo chega a Tondela. Na sessão estará presente o executivo da Câmara Municipal de Tondela.

Na assistência estarão também os ministros da Cultura, Pedro Adão e Silva, e do Ambiente e Ação Climática, Duarte Cordeiro, o secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, e a Diretora Regional de Cultura do Centro, Suzana Menezes.  

“Sob a Terra” é uma coprodução da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), Ministério da Cultura e Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC) através do programa Portugal Chama – Teatro Chama.

AM de Lisboa recomenda construção de parques de estacionamento em Benfica

A Assembleia Municipal de Lisboa recomendou hoje à câmara a implementação de “soluções justas” para resolver a falta de estacionamento na freguesia de Benfica, inclusive a construção de um parque subterrâneo gratuito para os utentes dos transportes públicos.

Por proposta do grupo municipal do PCP, os deputados aprovaram cinco recomendações, votadas uma a uma, com sentidos de voto diferentes, para que a câmara possa “enfrentar os problemas do estacionamento em Benfica encontrando soluções justas”.

Uma das recomendações é para que o executivo municipal, sob a presidência de Carlos Moedas (PSD), “diligencie no sentido da criação ou alargamento dos parques adstritos aos principais centros de serviços, como o Centro Comercial Colombo e o Hospital da Luz”, para promover a sua utilização pelos trabalhadores destes dois espaços e para aliviar a pressão sobre o estacionamento na freguesia de Benfica.

Essa proposta teve os votos contra de Iniciativa Liberal (IL), Aliança, CDS-PP e Chega, a abstenção de BE, Livre e dois deputados do Cidadãos Por Lisboa (eleitos pela coligação PS/Livre), e os votos a favor de PEV, PCP, PS, PSD, PAN, MPT e PPM.

Os deputados querem ainda que a câmara “construa um parque dissuasor para o nó estratégico de transportes públicos do Colégio Militar”, recomendação que foi viabilizada com os votos contra de Aliança e CDS-PP, a abstenção de Chega, BE, Livre e Cidadãos Por Lisboa, e os votos a favor de PEV, PCP, PS, PSD, PAN, IL, MPT e PPM.

Outra das soluções apresentadas é “que alargue a capacidade de estacionamento da estação de Benfica através da construção de um parque de estacionamento subterrâneo gratuito para os portares de título de transporte”, proposta que teve os votos contra de PSD, MPT e Chega, a abstenção de BE, Livre, Cidadãos Por Lisboa, PAN, IL e Aliança, e os votos a favor de PEV, PCP, PS, PPM e CDS-PP.

Com os votos contra de Chega e os votos a favor dos restantes, a assembleia pretende ainda que a câmara atue no sentido da melhoria de toda a rede de transportes públicos, a preços acessíveis, com qualidade e horários compatíveis com os horários de trabalho, mas também nos períodos de lazer dos cidadãos, de forma a incentivar a sua utilização.

Sem votos contra, a abstenção de BE, Livre, Cidadãos Por Lisboa, IL, CDS-PP, Aliança e Chega, e os votos a favor de PEV, PCP, PS, PSD, PAN, MPT e PPM, outra das recomendações aprovadas é para que o executivo municipal se empenhe na “criação de novos lugares de estacionamento em superfície, altura e profundidade a par da construção de parques dissuasores na entrada da cidade com ligação a transportes públicos, e a aposta numa rede de transportes públicos de qualidade, tendencialmente gratuitos, e com horários regulares, que abranjam todas as vertentes da vida dos cidadãos”.

Durante a discussão das recomendações propostas pelo PCP, os deputados lembraram o referendo local sobre o alargamento do estacionamento tarifado, sob gestão da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), que foi realizado em 12 de fevereiro, no qual cerca de 80% dos votantes se manifestaram contra.

O PCP defendeu que não é a EMEL que vai criar mais estacionamento, o PEV reforçou a necessidade de parques dissuasores, o PSD realçou o investimento em transportes públicos gratuitos, o CDS-PP considerou que os parques dissuasores são “uma história da carochinha” que não resolve nenhum problema de mobilidade, a IL discordou do envolvimento das entidades privadas e da gratuitidade no estacionamento e o Livre recusou apoiar uma política de investimento no automóvel privado.

Da bancada do PS, o presidente da Junta de Freguesia de Benfica, Ricardo Marques, revelou que as habitações neste território não têm estacionamento em profundidade, nem garagens, e os arruamentos são estreitos, situação que se torna um problema quando existe em média 2,6 carros por cada fogo habitacional, pelo que é necessário investimento municipal para a construção de estacionamento em profundidade ou em silos verticais.

Na quarta-feira, na reunião pública descentralizada para ouvir os munícipes da freguesia de Benfica, o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), disse que respeitará o parecer do presidente da junta sobre o alargamento do estacionamento pago.

Em 12 de fevereiro, o presidente da Junta de Freguesia de Benfica, Ricardo Marques (PS), anunciou que cerca de 80% dos 9.476 eleitores que votaram no referendo recusaram o alargamento do estacionamento pago nesta freguesia lisboeta.

Desde o início do processo, o presidente da junta disse que iria “respeitar a opção da maioria dos votantes e dar parecer no mesmo sentido”, ficando o posicionamento da junta contra a entrada da EMEL em mais zonas de Benfica.

Sindicato da PSP faz ação de sensibilização junto dos futuros polícias

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) vai realizar hoje uma ação de sensibilização na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, para pedir aos futuros polícias para que não abandonem a formação de agentes.

Nesta ação de sensibilização, que a ASPP realiza a partir das 17h30 na Escola Prática de Polícia, os dirigentes da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia vão falar com os formandos do curso de agente para perceber quais os motivos do abandono do curso de formação e apelar para que “façam o favor de não desistir para preservar a instituição e permitir que os elementos mais antigos possam sair” para a pré-aposentação.

Antes desta ação de sensibilização à porta da escola, os dirigentes da ASPP vão estar no interior do estabelecimento de ensino policial em contacto com os polícias que ali trabalham.

Segundo a ASSP, o curso de agentes na Escola Prática da Polícia começou em dezembro com 648 formandos, mas atualmente é frequentado por 576, depois de ter sido aberto concurso para 1.020 vagas.

“Não há atratividade, não há candidatos e mesmo na escola de formação abandonam o curso. Isto porque os ordenados são baixos, a mobilidade é difícil, as condições de trabalho são exigentes e pouco dignas, perspetiva de carreira inexistente, os mais antigos impedidos de sair para a pré-aposentação”, disse à Lusa o presidente da ASPP, Paulo Santos, sublinhando que “o efetivo está envelhecido, cansado, desmotivado”.

Paulo Santos manifestou-se também preocupado com “o número elevado de profissionais que em 2023 e 2024 vão atingir o limite de idade” para estar no ativo e com a falta de candidatos para rejuvenescer a PSP, pelo que “algo penoso para os polícias, serviço e cidadãos” pode acontecer no futuro.

De acordo com a ASPP, atualmente há um mecanismo legal no Orçamento do Estado que impede a saída dos polícias para a pré-aposentação entre os 55 e os 60 anos, mas a situação vai agravar-se este ano e em 2024, uma vez que existe um número elevado de polícias que vai atingir o limite de idade, os 60 anos.

Habitação? “Intromissão naquilo que é a responsabilidade dos municípios”

O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, critica a proposta do Programa Mais Habitação relativa à simplificação do licenciamento, por considerar que tira autonomia aos municípios.

Acho que se pode entrar numa espiral facilitista, [em que se coloca à margem] quem tem depois responsabilidades de vir a terreiro justificar esta ou aquela decisão”, afirmou à agência Lusa o antigo presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

No seu entender, trata-se de “uma intromissão naquilo que é a responsabilidade dos municípios“.

“Se isto se começa a alargar a outros campos, um dia destes temos o Governo a decidir sobre aquilo que são áreas específicas dos municípios”, alertou o autarca social-democrata.

A pedido da ANMP, o Governo decidiu prolongar, até sexta-feira, a consulta pública de três propostas de lei do Programa Mais Habitação, uma das quais sobre a simplificação e agilização dos licenciamentos das operações de loteamento e das operações urbanísticas.

Uma das medidas, considerada pelo Governo “muito inovadora”, prevê que os projetos de arquitetura e de especialidades deixem de estar sujeitos a licenciamento municipal, passando a haver um termo de responsabilidade dos projetistas e “ficando o licenciamento municipal limitado às exigências urbanísticas”.

Outra medida prevê “que haja efetiva penalização financeira das entidades públicas quando não respeitem os prazos previstos na lei para a emissão de pareceres ou tomada de decisão, passando a correr juros de mora a benefício do promotor”.

“Espero que [esta proposta] venha a ser alterada. É retirar autonomia dos municípios. E, por outro lado, é quase voltar aos tempos da ‘outra senhora’. Então como é que é? Só é preciso alguém ter uma declaração de responsabilidade e depois o município é só ouvido a posteriori?”, questionou Fernando Ruas.

O autarca disse não entender como se podem “pôr à margem os municípios” neste processo, “num setor que é determinante”.

Além disso, “as autarquias podem ser apanhadas muito mais tarde com processos que lhe passaram à margem”, alertou.

O autarca de Viseu criticou também que os apoios ao crédito à habitação deixem de fora a classe média, levando-a a optar pelo arrendamento.

“O crédito à habitação tem estado muito direcionado para a classe média baixa e toda a gente precisava de habitação. Mesmo que ela abrangesse a classe média dos Censos, era bom, era uma forma de dinamizar o mercado da habitação”, defendeu.

No entender do antigo líder da ANMP, “a pressa não é boa conselheira” e, se não é bom andar a “arrastar os pés”, o mesmo se passa com “tentar fazer em cinco [anos] aquilo que não se fez em 50”.

“É um horizonte temporal muito curto para a grande reforma que se quer, numa altura em que há muita gente ocupada com o Plano de Recuperação e Resiliência que é preciso executar. Acho o horizonte temporal muito curto”, sublinhou.

Fernando Ruas considerou não ser compreensível o Governo “pensar em aumentar drasticamente a habitação, o que é necessário, e ter ao mesmo tempo tantos prédios da responsabilidade da administração central e não os disponibilizar para a habitação”.

O Ministério da Habitação prolongou a consulta pública das propostas de lei 64, 73 e 74, que serão aprovadas no Conselho de Ministros de 30 de março, seguindo depois para a Assembleia da República.

Na terça-feira, a atual presidente da ANMP revelou que a associação vai enviar ao Governo um conjunto de contributos para melhorar o Mais Habitação, de forma a “responder às reais necessidades do país”.

“Têm de ser mantidas as condições para que sejam verdadeiramente os municípios a gerir a sua gestão urbanística, os seus serviços, e não passar para a esfera exclusivamente privada”, sustentou Luísa Salgueiro.

No que toca à questão da alteração do uso dos solos de outros fins para habitação, por exemplo, a autarca de Matosinhos sublinhou que esta deve ser “muito cautelosa”.

Hoje é dia de fechar a torneira da água por uma hora. Aceita o desafio?

Hoje é o dia em que se assinala o Dia Mundial da Água e, por isso, a APDA – Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas convida os portugueses a participarem numa ação de consciencialização para um uso “mais eficiente e equilibrado” deste recurso.

O Dia Mundial da Água celebra-se esta quarta-feira e, para marcar o tema, a APDA – Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas lançou um desafio a todos os portugueses: que, durante uma hora deste dia, se abstenham de abrir as torneiras.

Assim, entre as 22h e as 23h de hoje, os portugueses são convidados a fechar as torneiras pelo período de 60 minutos, no contexto de uma “iniciativa que estimula a reflexão sobre o uso que se faz da água, consciencializando para que o consumo deste recurso seja mais eficiente e equilibrado”, pode ler-se no site da APDA.

A ideia passa por tentar fazer com que, durante essa hora, não se registe qualquer consumo de água nas casas portuguesas, “num gesto deliberado e consciente”.

Em causa está um desafio que dá pelo nome de ‘H2Off – Hora de Fechar a Torneira’.

O Dia Mundial da Água comemora-se anualmente a 22 de março, com o intuito de relembrar a importância da água e de uma utilização responsável deste recurso indispensável para a vida humana.

Centro Histórico de Montemor-o-Velho com trabalhos de pavimentação

O Município de Montemor-o-Velho está a reabilitar a rua Conselheiro Mendes Pinheiro (desde o entroncamento com a Rua Abade João até ao Largo Dr. Alves de Sousa) e o Largo dr. Alves de Sousa, em pleno centro histórico da vila de Montemor-o-Velho.

Realizada pelos serviços municipais com o objetivo de requalificar as plataformas viárias através de trabalhos de pavimentação com betuminoso, a intervenção iniciou-se esta segunda-feira, dia 20 de março, e tem a duração prevista de três semanas, devendo estar concluída a 5 de abril.

Neste sentido, informa-se que, até 5 de abril, poderão ocorrer condicionamentos de trânsito naquelas ruas, estando o parqueamento e estacionamento de veículos, bem como o acesso de veículos às garagens condicionado entre as 8h30 e as 18h. 

Solicita-se que, durante este período, não sejam estacionados veículos, nem colocados vasos ou outros equipamentos de embelezamento, marcação ou proteção nas ruas a intervencionar.

O Município de Montemor-o-Velho agradece a compreensão de todos durante a realização dos trabalhos por possíveis incómodos causados.

Continuamos a trabalhar para si.

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