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Artista mexicano Héctor Zamora inaugura “Ordem e Progresso” no Museu Marítimo de Ílhavo

A Exposição “Ordem e Progresso – Senhora do Cabo”, de Héctor Zamora, artista mexicano de renome internacional, é inaugurada este sábado, dia 25, às 17h, no Museu Marítimo de Ílhavo. 

A exposição surge na sequência da doação de Héctor Zamora da peça “Senhora do Cabo” ao Museu, como reconhecimento do trabalho desenvolvido no âmbito da valorização da cultura marítima, no geral, e do património marítimo-fluvial português no particular. 

“Senhora do Cabo” foi uma das sete embarcações destruídas no contexto da performance-instalação “Ordem e Progresso” que o artista realizou no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa, em 2017. 

Para a apresentação no MAAT, foram selecionados sete barcos de diferentes zonas piscatórias, como Sesimbra, Ericeira, Nazaré, Aveiro e Figueira da Foz. Verdadeiros exemplares da pesca artesanal portuguesa, construídos entre o final da década de 1960 e o início da de 2000, estas embarcações foram recolhidas tendo em conta o seu avançado estado de degradação. 

Das sete embarcações destruídas no MAAT, apenas a “Senhora do Cabo” foi salvaguardada como objeto artístico – uma aiola, embarcação tradicional de pesca costeira de Sesimbra. 

A exibição da peça “Senhora do Cabo”, a partir do dia 25 de março, no Museu Marítimo de Ílhavo é uma evocação daquilo que Héctor Zamora idealizou na conceção de “Ordem e Progresso” – potenciar a reflexão sobre o fim acentuado da pesca artesanal e de subsistência, em contraponto com o progresso da industrialização do sector das pescas. 

A exposição “Ordem e Progresso – Senhora do Cabo” integra o programa “Tanto Mar!” de março, que se concentra no dia 25, no Museu Marítimo de Ílhavo. Às 10h estão agendadas duas oficinas – a Oficina de Nautimodelismo, onde se constrói um barco lagosteiro, e as Oficinas com Risco – Ilustração com Fernando Correia, sobre a técnica scratchboard art. Também de manhã, a Biblioteca Municipal de Ílhavo está no Museu com uma sessão da Bebeteca especial, com o livro “Chap! Chap!”, de Dawn Sirett. À noite, as crianças dormem no Museu, em mais uma edição da atividade “Noite no Museu” (já esgotada). 

Mais informação em museumaritimo.cm-ilhavo.pt. 

Fenprof convocada para reunião no Ministério da Educação amanhã

Em comunicado, a Fenprof explica que a reunião “decorrerá em mesa única” e “tem na agenda, para além da apresentação de calendário negocial, outros quatro assuntos”.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) foi convocada para uma reunião no Ministério da Educação, na quarta-feira, após ter exigido “disponibilidade negocial para resolver problemas que afetam os docentes”.

Em comunicado, a Fenprof explica que a reunião “decorrerá em mesa única” e “tem na agenda, para além da apresentação de calendário negocial, outros quatro assuntos”.

Em causa está a “apresentação de proposta de correção dos efeitos assimétricos, internos à carreira docente, decorrentes do período de congelamento”; “metodologia de trabalho para a redução da burocracia nas escolas; “correção de desigualdade na redução da componente letiva nos GR da monodocência” e “regularização de vínculos de Técnicos Superiores e Técnicos Especializados sem funções de formação”.

“Espera-se, agora, pelas propostas ministeriais para se saber até onde foram acolhidas”, lê-se na nota.

A reunião está agendada para amanhã pelas 9h00, nas instalações do Ministério da Educação.

Bombeiros barricam-se em ambulância para impedir agressão e roubo

De acordo com o comunicado dos Bombeiros Voluntários de Camarate, os operacionais tinham sido acionados “para prestar assistência a um homem num café”.

Os Bombeiros Voluntários de Camarate (BVC) barricaram-se, na segunda-feira, numa ambulância da corporação impedir que a viatura fosse roubada e que fossem agredidos por um homem, no Bairro da Fonte da Pipa, em Camarate, Lisboa.

De acordo com o comunicado dos BVC a que a TVC teve acesso esta terça-feira, os operacionais tinham sido acionados “para prestar assistência a um homem num café”.

“No entanto, ao chegarem no local, os bombeiros foram ameaçados por um indivíduo que se encontrava no local”, tendo-se barricado dentro da viatura para evitar o roubo e agressão uma vez que o “homem tentou abrir a porta da ambulância”, lê-se na nota.

Luís Martins, comandante dos bombeiros de Camarate, deslocou-se ao local acompanhado pelo 2.º comandante, Pedro Magrinho, também chefe da Polícia de Segurança Pública (PSP), “que conseguiu intercetar o indivíduo em fuga, imobilizar e posteriormente entrega-lo às autoridades”.

Dupla rouba 26 bilhetes para concerto sob ameaça de arma em Lisboa

Jovens, de 18 e 20 anos, já foram detidos e faziam parte de “grupos juvenis associados a vários crimes”.

Dois jovens de 18 e 20 anos foram detidos, no Parque das Nações, em Lisboa, por suspeitas da prática do crime de roubo, revelou a Polícia de Segurança Pública (PSP) esta terça-feira à TVC.

De acordo com os agentes, a detenção aconteceu no dia 15 de março depois de, no início do mês, terem sido reportados à PSP dois crimes de roubo com recurso a arma branca. Num foi roubado um fio de ouro, noutro 26 bilhetes para um concerto. Ao todo, os assaltos valeram 2 mil euros aos suspeitos.

Após várias diligências, as autoridades chegaram aos suspeitos e detiveram-nos.

Segundo a PSP, ambos procuravam a zona do Parque das Nações para se afirmarem enquanto membros de “grupos juvenis associados a vários crimes contra o património e de ofensas à integridade física”.

Os jovens já foram, entretanto presentes a primeiro interrogatório judicial. Ao de 18 anos foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva e ao outro apresentações semanais na esquadra mais próxima da sua residência.

Homem detido após furtar obra de construção. Vários artigos apreendidos

A detenção ocorreu no “âmbito de uma investigação por furto numa obra de construção, ocorrido entre os dias 10 e 15 de março”.

Um homem de 38 anos foi detido e outro, de 37, foi constituído arguido, na passada quinta-feira, 16 de março, pelo crime de furto, no concelho de Penedono, em Viseu.

A detenção ocorreu no “âmbito de uma investigação por furto numa obra de construção, ocorrido entre os dias 10 e 15 de março”, indicou a Guarda Nacional Republicana (GNR), num comunicado enviado às redações, esta segunda-feira.

Durante a investigação, os militares apuraram “a identidade dos suspeitos e a sua localização”, tendo depois sido efetuadas duas buscas domiciliárias, que culminaram na apreensão de 34 artigos sanitários, 12 tampas de ventilação, oito sacos de betume e uma bicicleta. 

Os suspeitos foram constituídos arguidos e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Moimenta da Beira.

Centenas de professores protestam junto à ponte 25 de Abril

Algumas centenas de professores estão concentrados no viaduto do Pragal, junto à ponte 25 de abril, num protesto em defesa da escola pública.  

A concentração, organizada pelo movimento “Missão Escola Pública” arrancou por volta das 18:23, uma hora simbólica que faz referência aos seis anos, seis meses e 23 dias de tempo congelado que os docentes exigem ver recuperado. 

Mais abaixo, à saída da ponte 25 de abril, onde o trânsito fluiu com os constrangimentos habituais da hora de ponta, condutores iam cumprimentando os manifestantes com o som tímido de algumas buzinas. 

Pelas 19:00, o protesto arrancou em marcha com destino até ao Cristo Rei e, no caminho, os professores vão entoando palavras de ordem já conhecidas de todos após vários meses de contestação, como “A escola unida jamais será vencida”, “Não paramos” e “Costa, escuta, a escola está em luta”.

Acima de tudo, explicou à Lusa uma das organizadoras, está em causa aquilo que os professores consideram ser a desvalorização da sua carreira, em termos salariais, de progressão e de condições de trabalho. 

“A carreira não é atrativa, temos os professores a reformar-se e os que entram não conseguem corresponder ao número de vagas e de horários”, sublinhou Cristina Mota, professora de Matemática da Escola Secundária de Pinhal Novo, acrescentando que, em consequência, há todos os anos milhares de alunos que ficam sem professor a pelo menos uma disciplina, com prejuízos para as aprendizagens. 

Quanto ao tempo de serviço, Cristina Mota concorda com aquilo que tem vindo a ser dito por todas as organizações sindicais do setor: os professores não abdicam. 

“O nosso tempo tem de ser totalmente recuperado, ainda que possa ser de forma faseada, como já aconteceu”, afirmou, sublinhando que tem de ser assim para todos os docentes, e não apenas para alguns.

Cristina Mota faz parte do movimento “Missão Escola Pública”, que surgiu depois de um outro protesto e de forma desassociada de qualquer sindicato, perante uma necessidade de “continuar com outras formas de luta”. 

Recordando que na semana passada o Governo aprovou o novo regime de recrutamento, que esteve a ser negociado com as organizações sindicais, mas não mereceu acordo, a professora entende que os docentes não estão a ser ouvidos e, por isso, “são precisos mais protestos”. 

Já no largo junto ao santuário do Cristo Rei, os docentes voltaram a concentrar-se numa mancha de gente, decorada com faixas, cartazes e algumas velas e cravos vermelhos, em frente a uma instalação onde se lia a palavra “Escola”, iluminada por lâmpadas.

“Percebemos que chegamos a uma embocadura em que a necessidade fundamental é dignificar, antes de mais, os profissionais da educação, restituindo-lhes valores essenciais como o respeito e a autoridade”, defendeu Ana Mercedes, também do movimento, numa intervenção em frente a centenas de colegas.

Considerando que a educação não é uma prioridade do Governo, “porque não quer”, Ana Mercedes afirmou que a resposta aos problemas que professores e alunos enfrentam nas escolas cabe a toda a sociedade. 

“Escolher a educação, porque dela depende o futuro do nosso país, é a decisão mais acertada”, defendeu. 

Quartos entre 695 e 1.096€? Estudantes (e não só) criticam Carlos Moedas

Em causa estão quartos da residência privada ‘Nido Campo Pequeno’. Após a polémica, o autarca defendeu que “quem investiu 150 milhões de euros merece uma palavra de agradecimento pelo contributo e criação de emprego”.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, revelou, na passada sexta-feira, 17 de março, que inaugurou uma nova residência de estudantes, no Campo Pequeno. Desde então têm sido várias as críticas, isto porque se trata da ‘Nido Campo Pequeno’, onde os quartos custam entre 695 e 1.096 euros.

“Inaugurámos a nova Residência de estudantes no Campo Pequeno. Trabalhamos diariamente para aumentar a oferta de habitação: através do setor público e do privado, do setor social e cooperativo”, destacou o social-democrata, na rede social Twitter, onde publicou ainda imagens da inauguração.

Também o site da Câmara de Lisboa destaca a inauguração de “um investimento de 150 milhões de euros que aumenta a oferta da cidade”. “Com 380 quartos de 15 tipologias diferentes, a residência universitária inaugurada a 17 de Março, é uma aposta na valorização da qualidade de vida e bem-estar dos estudantes”, lê-se na página oficial.

Nas redes sociais, são várias as críticas ao presidente da autarquia lisboeta, a quem acusam de considerar que “a educação em Portugal não deve ser sequer para a classe média” e de “não ter vergonha na cara”.

“Inaugurámos o novo stand da Ferrari no Campo Pequeno. Trabalhamos diariamente para aumentar a oferta de transportes: através do setor público e do privado, do setor social e cooperativo”, ironizou um utilizador.

Oficiais acusados de crimes económicos. FA diz que não estão no ativo

A Força Aérea disse hoje que os oficiais acusados pelo Ministério Público (MP) de vários crimes económicos cometidos no Aeródromo de Manobra N.1 (AM1), em Ovar, distrito de Aveiro, não se encontram atualmente ao serviço ativo daquele ramo.

Em nota publicada hoje na sua página da Internet, a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGRP) conta que o MP, no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Procuradoria da República de Aveiro (1ª secção) “deduziu acusação contra sete arguidos com vínculo à Força Aérea Portuguesa — militares de diversas patentes, incluindo oficiais, e assistente operacionais, e contra uma arguida, esposa de um destes arguidos”.

“Aos sete arguidos foram imputados crimes de recebimento indevido de vantagem e peculato, respondendo dois deles ainda pelos crimes de peculato de uso e de abuso de poder, e um destes, ainda pelo crime de denegação de justiça e prevaricação; a arguida, por sua vez, foi acusada do crime de usurpação de funções”, refere a PGRP.

Em resposta enviada à agência Lusa, este ramo das Forças Armadas detalhou que “os factos remontam ao período de 2018 a 2021 e que os oficiais em causa não se encontram atualmente ao serviço ativo da Força Aérea”.

“Mais se informa que a Força Aérea, como em todas as ocasiões, colaborou com o Ministério Público em todas as ações e praticou todos os atos necessários à descoberta da verdade”, sublinhou ainda

“Apurados todos os factos, agirá em conformidade com a lei, sem prejuízo da ação disciplinar que ao caso compete”, acrescentou.

Ainda segundo a nota da PGRP, o MP considerou indiciado que, entre outubro de 2018 e abril de 2021, “os arguidos executaram várias práticas lesivas do erário público, no AM1 de Maceda, da Força Aérea”, em Ovar, distrito de Aveiro.

A investigação concluiu que “um dos arguidos executou vários atos que lhe permitiram a obtenção de benefícios ilegítimos para si, agregado familiar ou para terceiros”.

“Que se traduziram, além de outros, na aquisição de bens ou desvio de bens para residência particular, [no] pagamento de despesas domésticas, [no] recebimento de refeições para [o] agregado familiar e, em épocas festivas, também para terceiros, e [na] fruição de serviços de lavandaria e de jardinagem, sempre à custa do AM1”, explica a PGRP, que cita a acusação do MP.

A PGRP refere que “através de tais práticas lesivas, este arguido causou um prejuízo ao Estado” de mais de 195 mil euros.

Segundo o MP, outro dos arguidos, “beneficiou, através de condutas próprias ou com anuência daquele arguido, de fruição indevida, para si e agregado familiar, da área VIP do AM1”.

Este segundo arguido tirou ainda proveito próprio na “realização de reparações de viaturas particulares nas oficinas do AM1 e no recebimento indevido de retribuições/salários”.

“Através de tais práticas lesivas”, este arguido causou, de acordo com a investigação, “um prejuízo ao Estado no valor” de quase 37 mil euros.

“A arguida, esposa do primeiro arguido, arrogando-se ter as funções do marido, deu ordens e orientações a militares, nomeadamente na messe e nos trabalhadores civis do AM1, nomeadamente na fruição indevida de géneros alimentícios”, sublinha a PGRP, acrescentando que a mesma causou “um prejuízo ao Estado no valor” de quase 4 mil euros.

Os restantes cinco arguidos “beneficiaram, de forma indevida, de géneros alimentícios, causando um prejuízo no valor global” de 1.428 euros.

“O Ministério Público requereu a condenação em penas acessórias de todos os arguidos em exercício de funções e, ainda, o perdimento a favor do Estado dos valores indevidamente obtidos por tais arguidos. Formulou, ainda, em representação do Estado, Pedido de Indemnização Civil”, lê-se na nota da PGRP.

O despacho de acusação foi proferido em 13 de março.

Antiguidades e Velharias fazem sucesso em Lamego

A primeira Feira de Antiguidades e Velharias de Lamego foi um sucesso. Um grande êxito de público, com milhares de pessoas a visitarem o certame para admirarem objetos antigos em bom estado de conservação, e um grande êxito para os comerciantes presentes, admirados com a adesão popular e as oportunidades de negócio geradas. 
A ajudar ao sucesso, o dia primaveril que se fez sentir e a beleza arquitetónica da zona envolvente, tendo como cenário de fundo o Santuário dos Remédios.

“Não podia ter começado da melhor maneira, esta nova aposta do Município de Lamego na área das feiras e mercados. A recetividade a este evento foi surpreendente. Acreditamos que estão criadas todas as condições para Lamego ter a melhor Feira de Antiguidades da região do Douro e para ser uma referência nacional neste tipo de iniciativas. Foi uma aposta ganha que vai continuar”, afirma José Pinto, Vereador das Atividades Económicas e Turismo.


Feira de Antiguidades e Velharias colocou à venda uma grande variedade de objetos únicos que perduram no tempo e que fazem parte da nossa memória coletiva, como peças de cerâmica, ourivesaria, utensílios domésticos, moedas, pinturas, discos e muitos outros. Em simultâneo, também decorreu uma exposição de automóveis e motorizadas vintage, em colaboração com o Clube Automóvel de Lamego. O certame será repetido, até outubro, no terceiro domingo de cada mês.

Primavera começa hoje com temperaturas máximas até aos 24 graus

O equinócio de primavera começa às 21h24 (hora de Lisboa) e no dia 21 de junho, a primavera dá lugar ao verão.

A primavera começa hoje com previsões de céu geralmente pouco nublado e temperaturas a oscilar entre os 17 e os 24 graus Celsius em Portugal continental, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O equinócio de primavera começa às 21h24 (hora de Lisboa).

As previsões do IPMA para este primeiro dia de primavera são, para Portugal continental, de céu geralmente pouco nublado, tornando-se muito nublado no Minho e Douro Litoral no fim do dia.

Está também previsto vento fraco a moderado do quadrante leste, rodando para o quadrante oeste a partir da tarde, e neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais, em especial do litoral oeste.

As previsões apontam ainda para uma pequena subida da temperatura.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 4 graus Celsius (em Bragança) e os 12 (em Faro) e as máximas entre os 17 (em Viana do Castelo) e os 24 (em Évora e Beja).

Para o arquipélago da Madeira está previsto céu geralmente muito nublado, diminuindo temporariamente de nebulosidade durante a tarde, e possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos, em especial nas vertentes norte e nas terras altas e até final da manhã.

Está ainda previsto vento fraco a moderado de nordeste, soprando por vezes forte nas terras altas e nos extremos leste e oeste da ilha da Madeira, em especial a partir da tarde.

Nos Açores, para os grupos ocidental (Flores e Corvo) e central (S. Jorge, Faial, Pico, Graciosa e Terceira) o IPMA prevê períodos de céu muito nublado com boas abertas, chuva fraca ou chuvisco a partir da tarde, condições favoráveis à formação de neblinas e vento oeste bonançoso a moderado.

No grupo oriental (S. Miguel e Santa Maria) a previsão aponta para períodos de céu muito nublado com boas abertas e vento oeste bonançoso a moderado, rodando para sudoeste para o fim do dia.

No dia 21 de junho, a primavera dá lugar ao verão.

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