A informação foi partilhada pela família, em comunicado.
As cerimónias fúnebres de Rui Nabeiro, que morreu este domingo aos 91 anos, terão início amanhã, dia 20 de março, em Campo Maior. O funeral acontecerá no dia seguinte, terça-feira.
“A família Nabeiro informa que as cerimónias fúnebres do Comendador Manuel Rui Azinhais Nabeiro terão início amanhã, segunda-feira dia 20 de março, em Campo Maior”, lê-se em comunicado da família do fundador do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, a que a TVC teve acesso.
A mesma nota adianta que o velório terá lugar a partir das 12h00, na Igreja Matriz de Campo Maior.
Por seu turno, “a missa de corpo presente será realizada no dia 21 de março, pelas 12h00, na Igreja Matriz de Campo Maior”, à qual se seguirá “o cortejo fúnebre em direção ao Cemitério Municipal de Campo Maior”.
O empresário encontrava-se hospitalizado “devido a problemas respiratórios”, no Hospital da Luz, em Lisboa, segundo um comunicado do Grupo Nabeiro a que a TVC teve acesso, esta manhã.
“É com profundo pesar que a família Nabeiro informa que faleceu hoje, dia 19 de março, o Comendador Manuel Rui Azinhais Nabeiro, Presidente e Fundador do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, aos 91 anos”, dizia a nota, que realçava ainda que “o espírito empreendedor e a sua ética de trabalho estiveram sempre presentes nos momentos decisivos da sua vida”.
Nascido a 28 de março de 1931, em Campo Maior, Manuel Rui Azinhais Nabeiro criou a Delta Cafés em 1961, “dando origem a um grupo empresarial que hoje lidera o mercado dos cafés em Portugal” e se encontra “em forte expansão nos mercados internacionais”, realçou o grupo empresarial.
“Estamos todos empenhados em continuar o seu legado e honrar a sua visão, continuando a produzir o melhor café do mundo, apoiando as comunidades locais e promovendo a sustentabilidade”, rematou.
Uma mulher sofreu ferimentos graves na tarde de hoje num acidente entre duas viaturas ligeiras na Autoestrada 25, no concelho de Viseu, disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-regional de Viseu Dão Lafões.
Segundo a mesma fonte, tratou-se de uma colisão ao quilómetro 86,4, na zona de Teivas, no sentido Viseu/Aveiro, ocorrida às 17:02, que além do ferido grave provocou ainda mais sete vítimas, todas ligeiras.
Dos feridos, quatro foram assistidos no local e recusaram tratamento hospitalar.
A A25 esteve temporariamente condicionada para as ações de socorro, que envolveram 19 operacionais e nove veículos do Instituto Nacional de Emergência Médica, Bombeiros Sapadores de Viseu e Voluntários de Viseu, Mangualde e Oliveira de Frades, Brigada de Trânsito da GNR e da concessionária da via.
O ferido grave, que ficou encarcerado, e os outros três ligeiros foram transportados para o Hospital de Viseu.
Este sábado, 18 de março, pelas 16 horas, a Direção Regional da Cultura do Centro apresenta no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha o livro “As Mulheres da Cultura na Região Centro”.
Trata-se de uma “coletânea de histórias de mulheres extraordinárias que contribuíram para o desenvolvimento cultural da região em áreas como artes visuais, artesanato, dança, educação, etnografia, gastronomia tradicional, etnografia, literatura, museologia, teatro e música”.
Este livro é o resultado do desafio lançado pela DRCC às câmaras municipais, associações culturais e recreativas, entidades privadas e particulares que,” num grande exercício de investigação e reflexão, mas também de homenagem, identificaram centenas de mulheres que ao longo de décadas dedicaram uma parte da sua vida à cultura”.
Foram detidos dois homens, um dos quais se “dedicava à angariação de ‘mulas de droga'”.
Dois homens de 49 e 56 anos foram detidos, na passada sexta-feira, 10 de março, por suspeitas do crime de tráfico de estupefacientes, na zona da Amadora, distrito de Lisboa. Segundo a Polícia de Segurança Pública (PSP), um dos detidos “trazia consigo, no interior do organismo, 1.921 doses individuais de cocaína”.
As detenções ocorreram no seguimento de uma investigação que durava há já seis meses, na qual foi possível apurar que “um dos indivíduos, residente em território nacional, se dedicava à angariação de ‘mulas de droga’”.
O objetivo, indicou a PSP, era “transportar e introduzir em Portugal, embalagens, vulgarmente denominadas como ‘bolotas’, de cocaína”.
A autoridade obteve a informação de que “um suspeito se encontrava em trânsito” para Lisboa e foi “montada uma ação de vigilância”, na qual foi possível localizar, identificar e intercetar os suspeitos.
Constatou-se então que o alegado correio trazia consigo, no interior do organismo, 1.921 doses individuais de cocaína.
Foi dado cumprimento a uma busca domiciliária à residência do alegado mandante e apreendidos quatro telemóveis e cem euros em numerário, além de “artigos de corte e embalagem utilizados pelos suspeitos na sua atividade delituosa”.
Presentes a primeiro interrogatório judicial, ambos ficaram sujeitos à medida de coação de prisão preventiva.
A GNR deteve um cidadão português na Covilhã, distrito de Castelo Branco, na sequência de um mandado de detenção europeu, pela presumível prática de um crime de sequestro.
Em comunicado, o Comando Territorial da GNR em Castelo Branco referiu que “no âmbito de um mandado de detenção europeu que pendia sobre o detido, desde 2016, pelo crime de sequestro”, os militares daquela força “localizaram o visado e efetuaram a sua detenção”.
A detenção do homem, de 67 anos, foi feita na terça-feira, por militares do Posto Territorial do Teixoso.
Fonte da GNR explicou à agência Lusa que se trata de um cidadão português sobre o qual pendia um mandado de detenção europeu, emitido pela presumível prática de um crime de sequestro cometido em Espanha.
Um homem com cerca de 40 anos morreu hoje depois de ter sido atingido por um eucalipto, enquanto se procedia a um corte destas árvores, em Cambra, freguesia de Vouzela, disse à agência Lusa o adjunto do comando dos bombeiros locais.
“Andava aqui uma equipa de uma empresa a fazer uns cortes de eucaliptos e terá sido no abate de uma das árvores que terá sido atingido”, explicou o adjunto do comando dos Bombeiros Voluntários de Vouzela, Pedro Mateus.
Segundo explicou à agência Lusa este responsável, “o indivíduo estaria a fazer um trabalho a recibos verdes para esta empresa, que, segundo informações, tem sede no concelho de Tondela”.
“Trata-se de um senhor de nacionalidade brasileira e, aparentemente, terá entre 40 a 45 anos, uma vez que não havia documentos para a sua identificação”, contou este responsável.
Segundo o Comando Sub-regional Viseu Dão Lafões, o alerta foi dado pelas 13:52 e o óbito foi declarado no local pelo médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Viseu.
No local estiveram 13 operacionais apoiados por cinco veículos dos Bombeiros Voluntários de Vouzela, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e ainda a VMER de Viseu.
A Câmara de Pombal vai apoiar a plantação de espécies autóctones, no âmbito do Plano Municipal de Fomento da Floresta Autóctone, para tornar o concelho mais resiliente a incêndios rurais.
“Somos, como toda a gente sabe, um concelho que todos os anos é bastante fustigado pelos incêndios rurais. De pequenas ou grandes dimensões, a verdade é que estamos sempre a ser bastante atingidos e o objetivo principal deste Plano de Fomento da Floresta Autóctone é, de alguma forma, trabalharmos na prevenção e tornar o nosso território mais resistente e mais resiliente a este tipo de catástrofes, nomeadamente os incêndios rurais”, afirmou à agência Lusa a vereadora Catarina Silva.
Segundo Catarina Silva, que tem, entre outros, os pelouros do Desenvolvimento Rural e Floresta, e Proteção Civil e Segurança, o objetivo do município é “dotar os seus espaços florestais de uma floresta mais resiliente, mais resistente a todos os fenómenos bióticos e abióticos, e, para isso, vai utilizar e vai incentivar os proprietários ao cultivo, à plantação, de espécies florestais autóctones que, na prática, são conhecidas pela sua baixa inflamabilidade e pela baixa combustibilidade”.
Numa nota de imprensa, aquela autarquia do distrito de Leiria explicou que o plano “visa apoiar a instalação e condução de povoamentos compostos unicamente por espécies florestais autóctones, como sobreiros, carvalhos, freixos, azinheiras, amieiros, medronheiros, entre outras”.
Esta iniciativa, que cruza com os planos da Defesa da Floresta Contra Incêndios e Diretor Municipal, passa, numa primeira fase, pela identificação “dos locais considerados prioritários para a instalação destas espécies”, como as “faixas de gestão de combustível nos 100 metros aos aglomerados populacionais e polígonos industriais, nos 50 metros às áreas de edificação dispersa” ou “nos 10 metros à rede viária municipal”.
“Este apoio será, também, estendido a beneficiários interessados em reconverter povoamentos de eucalipto e espécies lenhosas invasoras”, realçou a Câmara, referindo que a iniciativa “consiste em apoiar os interessados no aconselhamento técnico, na elaboração de projetos florestais de (re)arborização (…) e no fornecimento das plantas florestais, ficando ao encargo dos beneficiários as operações de instalação e manutenção do futuro povoamento”.
A autarquia acrescentou que a proposta inicial prevê um apoio global de 27 mil euros anuais, valor que deverá permitir “rearborizar cerca de 300 hectares/ano”, notando que, como se trata de um plano para o decénio 2022-2031, o orçamento total é estimado em 270 mil euros, que pode ser revisto “dependendo do número de interessados e da disponibilidade financeira do município”.
O Plano Municipal de Fomento da Floresta Autóctone vai ser apresentado na terça-feira, Dia Internacional da Floresta e Dia Mundial da Árvore, junto ao talhão 88 da Mata Nacional do Urso, na freguesia do Carriço.
Catarina Silva declarou que todo o trabalho deste plano “vai ser sempre liderado pelo Gabinete Técnico Florestal”, que vai dar apoio e fazer o acompanhamento dos proprietários, adiantando que após a sua apresentação se segue uma “intensa campanha de sensibilização”.
Na terça-feira, naquele talhão, está prevista uma ação de retancha no âmbito do projeto “Reflorestar Pombal”, que “consiste em substituir as espécies que não se adaptaram (mortas), por plantas novas da mesma espécie de modo a garantir a cobertura completa do povoamento”.
A plantação neste talhão, com recurso às espécies de pinheiro-bravo e pinheiro-manso, numa área de 18 hectares, foi iniciada e terminada no final de 2022.
Este talhão foi atribuído a Pombal no âmbito de um protocolo de colaboração celebrado com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria.
A campanha “Reflorestar Pombal”, lançada em novembro de 2022, visa plantar 20 mil árvores em quatro anos.
Um lar de idosos, localizado no concelho de Coimbra, foi evacuado, na quinta-feira, pela Segurança Social, confirmou à agência Lusa fonte oficial da Câmara Municipal de Coimbra.
De acordo com a mesma fonte, a autarquia conimbricense desconhece o que levou à evacuação do lar, indicando que teve apenas intervenção através da atuação dos Bombeiros Sapadores, que ajudaram a transportar os utentes.
A agência Lusa contactou a proprietária do lar, situado em Fala, na freguesia de São Martinho do Bispo, que se escusou a prestar declarações nesta fase, por indicação da sua advogada, remetendo explicações para a próxima semana.
Segundo a edição de hoje do Diário de Coimbra, mais de duas dezenas de seniores foram retirados deste “lar ilegal”, que funcionava em Fala na freguesia de São Martinho do Bispo.
“A ação resultou da decisão de encerramento com caráter de urgência daquela estrutura residencial para pessoas idosas, decretada pela Unidade de Fiscalização do Centro do Instituto de Segurança Social, depois de uma inspeção realizada no passado dia 06 de março, em conjunto com a Autoridade de Saúde”, refere o jornal.
O jornal cita ainda uma inspetora da Unidade de Fiscalização do Centro do Instituto de Segurança Social, que explicou que o encerramento do espaço foi decidido devido “às condições graves ali verificadas”, nomeadamente a falta de condições de alojamento, de higiene, de segurança, de salubridade, com graves riscos para a saúde das pessoas ali alojadas”.
“Por outro lado, a mesma inspetora adiantou que a Segurança Social nunca recebeu nenhum pedido de licenciamento para aquela unidade”, lê-se ainda, acrescentando a publicação que “os utentes foram transportados para outras estruturas residenciais para seniores devidamente legalizadas”.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) aprovou a Estratégia Local de Habitação (ELH) do Município de Pombal, no âmbito do 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, que visa apoiar 193 agregados familiares, correspondente a 459 pessoas, que “vivem em condições habitacionais indignas no concelho”.
O acordo de colaboração a celebrar entre as suas entidades prevê um investimento total de cerca de 22,5 milhões de euros. Para o efeito, o IHRU disponibilizará um financiamento no montante de 18 milhões de euros, sendo 7,6 milhões de euros concedidos sob a forma de comparticipações financeiras não reembolsáveis e 10,4 milhões de euros a título de empréstimo bonificado.
Em função das necessidades habitacionais das pessoas e dos agregados familiares identificados, o município propõe-se promover diretamente várias soluções habitacionais, como reabilitação de frações ou de prédios habitacionais; construção de prédios ou empreendimentos habitacionais; e, aquisição de frações ou prédios para destinar a habitação.
O acordo de colaboração, agora aprovado pelo IHRU, surge depois de o Município de Pombal ter remetido a sua Estratégia Local de Habitação, aprovado em dezembro de 2021 e na qual estão sinalizadas as situações de carência habitacional existentes no seu território e definidas as soluções habitacionais nas quais se devem enquadrar todos os pedidos de apoio ao abrigo do 1º Direito.
De referir que o município deu início no ano de 2020 à recolha de dados com vista à elaboração de um Diagnóstico que permitisse identificar agregados familiares residentes no concelho de Pombal que residem em condições consideradas indignas para o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).
Tratou-se de um processo participado pelos diversos atores sociais do território, tendo-se verificado um trabalho conjunto e profícuo entre o município, as Comissões Sociais de Freguesia e Interfreguesias e com o Instituto de Segurança Social, I.P.
Fruto desse trabalho de parceira, o referido Diagnóstico foi finalizado em julho de 2020 e permitiu avançar para uma fase seguinte, que consistiu na elaboração da Estratégia Local de Habitação de Pombal, tendo sido dada continuidade ao processo de construção participado, alargado a cada uma das juntas de freguesia.
O Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) deverá entrar em funcionamento em junho de 2024 no antigo ramal da Lousã, entre Serpins (Lousã) e Largo da Portagem (Coimbra), disse hoje o presidente da Metro Mondego (MM), noticiou há minutos a Agência Lusa.
Numa iniciativa em Miranda do Corvo, uma das vilas atravessada pelo projeto metrobus, que incluiu uma visita às obras, João Marrana adiantou que o sistema será estendido a Coimbra B e aos Hospitais da Universidade de Coimbra no final do próximo ano.
O arranque da operação suburbana, através de autocarros elétricos em via dedicada, estava marcado para o primeiro trimestre de 2024, mas agora foi revisto para junho de 2024.
Em janeiro, João Marrana ainda mantinha o arranque do troço suburbano para março de 2024, apesar de admitir, já na altura, a existência de empreitadas críticas que poderiam levar a uma derrapagem de prazos.
“Estes prazos são fiáveis e a nossa expectativa é conseguir cumprir estes prazos, mas há imponderáveis que não conseguimos prever. Ninguém contava que houvesse uma pandemia em 2020 e aconteceu e ninguém contava que houvesse uma guerra em 2022 e aconteceu”, sublinhou hoje o responsável.
O SMM “consiste na implementação de um ‘metrobus’, utilizando veículos elétricos a baterias que irão operar no antigo ramal ferroviário da Lousã, encerrado em janeiro de 2010, e na área urbana de Coimbra”, ligando esta cidade a Serpins, no concelho da Lousã, com passagem em Miranda do Corvo, numa extensão de 42 quilómetros.
Segundo João Marrana, está previsto que o primeiro veículo do metrobus, já homologado, chegue em novembro deste ano para testes no canal de circulação.
Após uma paragem de cerca de 10 anos sem obras no antigo ramal da Lousã, o presidente da MM reconhece que existe “um passivo muito grande em termos de credibilidade, que é preciso reconhecer com toda a franqueza, e as pessoas são céticas relativamente a este projeto”.
No final da visita a dois pontos de obra em Miranda do Corvo, após uma apresentação de todo o projeto, João Marrana salientou que apenas falta lançar a empreitada complementar para os equipamentos do Parque de Manutenção e Oficinas, que está a ser construído em Ceira.
Durante a apresentação, o administrador Eduardo Barata salientou que o metrobus vai proporcionar ligações de cinco em cinco minutos na zona urbana, de 10 em 10 minutos de Coimbra para Miranda do Corvo e de 15 em 15 minutos para a Lousã.
Em entrevista à agência Lusa, na quinta-feira, João Marrana afirmou que a empreitada entre Serpins e Alto de São João, apesar de muito atrasada face àquilo que era previsto (falhou o prazo inicial e a prorrogação inicialmente concedida), deverá estar concluída até ao final do presente ano.
O presidente da MM referiu também à Lusa que a empreitada do troço entre o Alto de São João e a Portagem não o preocupa, de momento, apesar de “algum atraso”, motivado sobretudo por algumas alterações ao projeto e por algumas das infraestruturas não estarem bem cadastradas.
De acordo com o presidente da Metro Mondego, a reformulação da intervenção em Coimbra-B levou a uma redução da sua intervenção no âmbito da empreitada do SMM.
“Houve uma reformulação do projeto para o tornar compatível com projeto de alta velocidade”, esclareceu.
Na conversa com a Lusa, João Marrana voltou a frisar que qualquer alteração substancial de trajeto do projeto, como é defendido por movimentos ambientalistas, levaria a uma perda de cinco anos ou mais na execução do projeto.
Sobre as empreitadas paralelas de infraestruturas que decorrem junto ao traçado do SMM, o responsável esclareceu que as redes de saneamento e de água têm de ser desviadas para fora do canal.
“Se houvesse uma rutura numa adutora, teria de se fechar o canal durante essa intervenção. Em todos os sistemas ferroviários ou de metro, é necessário desviar as infraestruturas para fora do traçado”, explicou. Por Agência LUSA.