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Centro de Operações de Socorro de Anadia respondeu a 600 ocorrências

O Centro Municipal de Operações de Socorro (CMOS) de Anadia, instalado no Quartel de Bombeiros, respondeu a mais de 600 ocorrências no seu primeiro ano de atividade, revelou hoje a Câmara Municipal.

Numa nota enviada à agência Lusa, a Câmara Municipal de Anadia informou que o CMOS, que entrou em funcionamento há um ano, recebeu “334 pedidos através do número 808 231 112 — Linha Anadia Segura e mais 279 através de outros canais alternativos, num total de 613 reportes”.

“O balanço deste primeiro ano de atividade é positivo, considerando-se que o CMOS passou a garantir uma mais direta e objetiva troca de informação entre os diversos agentes de proteção civil e entidades do concelho, levando a que todas as situações reportadas sejam sinalizadas e resolvidas em tempo útil, minimizando assim o risco, e, por outro lado, garantindo um maior nível de proteção e de segurança para a população”, referiu.

Segundo esta autarquia do distrito de Aveiro, o maior número de ocorrências relacionou-se com animais errantes e vespas asiáticas.

Limpeza de vias, sinalização de perigo, abastecimento de água, derrocadas e desabamentos foram outras das sinalizações recebidas.

O Centro Municipal de Operações de Socorro de Anadia é responsável pela “receção, tratamento e encaminhamento de todos os pedidos de socorro e/ou colaboração efetuados pelos munícipes”.

“Sempre que necessário aciona forças de segurança, proteção e socorro, entre outros serviços disponíveis no concelho. Pretende-se, desta forma, dar uma resposta mais célere e eficaz às necessidades da população, contribuindo assim para a mitigação do risco”, destacou a autarquia.

Sinalização de perigos, balizamento de áreas, derrocadas/desabamentos, obstrução de vias, danos em condutas, apoio aos serviços municipais, sinalização de ninhos de vespas e captura de animais errantes são algumas das áreas de intervenção.

O serviço, instalado no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Anadia, nesta cidade, está disponível 24 horas por dia, através do número 808 231 112 — linha “Anadia Segura”.

Para a concretização do CMOS, a Câmara Municipal e Anadia celebrou um protocolo de colaboração com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia (AHBVA), entidade parceira na operacionalização desta resposta.

O protocolo de colaboração, válido por dois anos, foi formalizado no início do ano passado e prevê que o Município de Anadia atribua uma comparticipação financeira anual de 76.380 euros para apoiar o funcionamento do CMOS.

Sequestrou utente junto ao Santa Maria e levou-a até banco para a roubar

Mulher, de 50 anos, ameaçou vítima e obrigou-a a deslocar-se de autocarro até zona de Alvalade, onde entrou numa repartição bancária.

O Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve uma mulher, de 50 anos, no passado dia 8 de março, por ser suspeita da prática de sequestro e roubo no interior de uma instituição bancária.

Os factos ocorreram no passado dia 27 de fevereiro, quando a suspeita abordou a vítima junto ao Hospital de Santa Maria, “coagindo-a a comprar uma pulseira, alegadamente benzida”, revelam as autoridades, esta segunda-feira, em comunicado enviado às redações.

“Num primeiro momento, a vítima acedeu entregando 40 euros à suspeita, logo depois, insatisfeita com o dinheiro recebido e percebendo as fragilidades de saúde da vítima, a suspeita ameaçou-a com um objeto na zona do abdominal e obrigou-a a deslocar-se de autocarro até zona de Alvalade até entrar em repartição bancária”, lê-se na mesma nota.

“Com receio pela sua integridade física”, a vítima procedeu “ao levantamento de todo o seu dinheiro, num total de 750 euros”, que a suspeita “se apoderou logo que chegaram ao exterior”.

A detida foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado em prisão preventiva.

Torres Vedras. Câmara e utentes descontentes com fecho de urgências

A Câmara de Torres Vedras e a Comissão de Utentes do Centro Hospitalar do Oeste manifestaram hoje descontentamento e preocupação pelo encerramento noturno da urgência pediátrica do hospital local, alegando que a população fica desprovida de cuidados.

“Estamos muito aborrecidos e vamos fazer chegar ao senhor ministro [da Saúde] esse descontentamento”, disse à agência Lusa a presidente da Câmara de Torres Vedras, Laura Rodrigues (PS), reagindo ao anúncio do encerramento do serviço de urgência de Pediatria do hospital local, a partir do dia 01 de abril.

Para a autarca trata-se de “um erro” para o qual já tinha alertado o Ministério da Saúde e que deixa Torres Vedras “completamente desprovida [de urgências pediátricas], entre outras coisas das quais têm sido desprovida, em termos de saúde”, disse, lembrando que o concelho “tem sido muito maltratado ao longo dos últimos anos”.

A Direção Executiva do SNS anunciou hoje que no âmbito da estratégia de reorganização do serviço de urgência de Pediatria na Região de Lisboa e Vale do Tejo nenhum dos 14 Serviços de Urgência de Pediatria encerra definitivamente.

Porém, no Hospital de Torres Vedras, por exemplo, o serviço irá encerrará entre as 21:00 e 09:00 a partir de 01 de abril.

Para Laura Rodrigues, nada justifica “uma decisão desta natureza, mesmo invocando aquilo que algumas vezes se invoca, que em Torres Vedras existe mais medicina privada do que noutros lados”.

“A medicina privada tem as urgências pediátricas encerradas também durante a noite”, afirmou, considerando que com este encerramento o concelho fica “completamente desprovido de atenção relativamente àquilo que é a urgência pediátrica” no período noturno.

Não havendo urgência pediátrica em Torres Vedras, no período noturno, os utentes deste hospital “terão que recorrer às Caldas da Rainha”, a mais de 40 quilómetros de distância, onde o serviço se manterá em funcionamento 24 horas.

Contactado pela agência Lusa, o porta-voz da Comissão de Utentes do Centro Hospitalar do Oeste, Vitor Dinis, disse ver com “muita preocupação” este encerramento, atendendo à “situação em que se encontra a saúde no Oeste”, não apenas no que toca à pediatria, mas “a todos os níveis”.

A Comissão, que na última década tem chamado a atenção do Governo para a falta de cuidados de saúde na região, não esconde “revolta e indignação” pela falta de respostas do Ministério da Saúde, que acusa de, nestas situações, não ter “uma sensibilidade maior para que, pelo menos o pouco que existe, funcione”.

Tanto mais que o encerramento desde serviço “vai sobrecarregar o Hospital das Caldas da Rainha”, causando “uma saturação que passa para [o hospital de] Santarém e depois para Santa Maria e por aí fora”, alertou Vitor Dinis.

Com esta medida, o Hospital de Torres Vedras junta-se ao de S. Francisco Xavier (Lisboa) e Beatriz Ângelo (Loures), as três unidades com este serviço encerrado durante a noite.

Em comunicado a, Direção Executiva do SNS alegou que “o Centro Hospitalar do Oeste (CHO) — Unidade de Torres Vedras — em geral já não conseguia cumprir no período noturno com os requisitos dos serviços de urgência de pediatria”.

O hospital de Torres Vedras faz parte do CHO, que integra ainda as unidades das Caldas da Rainha e de Peniche.

O CHO tem uma área de influência constituída pelas populações destes três concelhos e ainda dos de Óbidos, Bombarral, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro), abrangendo 298.390 habitantes.

Padre condenado em 2015 por abuso sexual de menores mantém-se em funções

O padre da Diocese de Santarém condenado, em 2015, pelo Tribunal de Santarém, por abuso sexual de menores mantém-se nas paróquias de Póvoa da Isenta e Almoster, tendo pedido para ser substituído nas celebrações que deveria ter conduzido no domingo.

Questionada pela Lusa sobre a situação de António Júlio Ferreira dos Santos, nomeadamente sobre uma eventual suspensão de funções para reavaliação do seu processo, como noticiado pelo semanário regional ‘O Mirante’, citando um membro da Comissão Diocesana de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis, a Diocese afirma não ter sido tomada qualquer decisão nesse sentido.

“O padre Antonio Júlio Ferreira dos Santos não foi suspenso e até ao momento não informou o bispo diocesano [José Augusto Traquina] de qualquer decisão nesse sentido. No passado domingo, apenas e por decisão pessoal, não celebrou nas comunidades onde é administrador paroquial pedindo assim auxílio a colegas para as celebrações previstas”, afirma.

Na sua resposta, a Diocese declara que a intervenção feita pelo responsável citado pelo jornal, no final da celebração, foi feita “a título pessoal”.

“Não foi nem a pedido do bispo diocesano nem da comissão referida”, salienta.

A Diocese acrescenta que, “até ao momento, o padre António Júlio não informou nem o bispo de Santarém, nem os que o acompanham, de qualquer intenção de nova avaliação, seja psiquiátrica ou psicológica, não afastando obviamente esse cenário num futuro”.

António Santos, então padre na Golegã (Santarém), foi condenado, em março de 2015, a pena suspensa de 14 meses de prisão por dois crimes de abuso sexual de criança, tendo o Tribunal entendido que estes não assumiram a forma agravada, como estava acusado.

O coletivo de juízes decidiu não aplicar a pena acessória pedida pelo Ministério Público, de proibição do exercício da profissão, por entender que as funções do padre não implicam necessariamente que tenha menores sob a sua vigilância.

O padre alegou que tinha uma depressão, tendo o Tribunal determinado que o acompanhamento psiquiátrico prosseguisse durante os 14 meses de suspensão da pena.

O primeiro abuso dado como provado ocorreu durante um acampamento de escuteiros na noite de 26 para 27 de outubro de 2013, numa tenda onde dormiam quatro jovens, tendo-se António Santos deitado entre duas delas, tocando a menor, então com 11 anos, por cima do saco-cama.

A outra situação ocorreu na noite de 08 de novembro durante uma visita com um grupo de jovens à Feira da Golegã, quando assistiam a um jogo de horseball, tendo o padre metido a mão dentro do bolso do casaco da menor, então com 12 anos, tocando os seus órgãos genitais.

A decisão do Tribunal Criminal de Santarém foi confirmada, ainda em 2015, pela Santa Sé, tendo o padre sido nomeado, em 2016, vigário paroquial de outro pároco, ajudando-o no serviço paroquial “apenas do ponto de vista celebrativo”, afirma a Diocese.

“Desde então, viveu e vive no Seminário de Santarém com o bispo e com outros sacerdotes, e recebeu o acompanhamento médico e psiquiátrico necessário e aconselhado”, acrescenta.

António Júlio Santos é, desde 2021, administrador paroquial das Paróquias de Nossa Senhora da Conceição, de Póvoa da Isenta, e Santa Maria de Almoster, ambas no concelho e vigararia de Santarém.

“Esclarecemos que do ponto vista canónico e organizativo, este cargo é, pois, muito limitativo, porque permite apenas ao padre em questão a administração da prática dos sacramentos, a celebração da missa e a realização de funerais, não estando em contacto nem com crianças nem com menores a não ser nas celebrações”, afirma a Diocese.

Um morto após despiste de carro para ravina em Coimbra

Viatura caiu num local de difícil acesso.

Uma pessoa morreu, na tarde deste domingo, na sequência de um despiste de um veículo ligeiro para uma ravina, em Santo António dos Olivais, segundo confirmou à TVC fonte dos Bombeiros Sapadores de Coimbra.

Sublinhe-se que fonte da Proteção Civil já havia adiantado que vários meios tinham sido mobilizados para o local, “de difícil acesso”. O alerta foi dado pelas 17h46, para um despiste numa ravina, com cerca de “80 metros de profundidade”.

A vítima mortal, um homem, de 74 anos, seria o único ocupante do veículo.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Coimbra, os Bombeiros Voluntários de Coimbra, Cruz Vermelha, INEM e PSP.

Santos Silva salienta importância das tradições para “construir o futuro”

As declarações foram feitas na sequência de uma visita do responsável à Festa do Queijo Serra da Estrela de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, que decorre durante este fim de semana.

O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva marcou presença, este sábado, na Festa do Queijo Serra da Estrela de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra.

“Oliveira do Hospital, criadores, queijeiros e queijeiras, estão de parabéns por promover e desenvolver o que há de tão bom na região como o Queijo Serra da Estrela. Não há melhor maneira de construir o futuro senão com base nas nossas tradições”, escreveu o responsável numa publicação partilhada no Twitter.

A visita foi ainda marcada pela presença dos jornalistas, que questionaram o socialista acerca do escândalo dos abusos no seio da Igreja Católica. Santos Silva considerou que esta polémica “assolou” a Igreja Católica Portuguesa, fez distinções entre a instituição e os “problemas” que a circundam, assim como mostrou confiança em que haja alguma ação para um “virar de página”. “Confio que a Igreja saiba superar esse problema, agindo”, referiu, acrescentando: “Há várias propostas, quer do Interior da Igreja, quer da Comissão Independente. Julgo que os responsáveis vão tomar as medidas necessárias para que a página possa ser virada”.

Leiria-Fátima. Três padres e dois leigos na lista de suspeitos de abusos

A diocese de Leiria-Fátima informou hoje que recebeu da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja uma lista de cinco nomes de suspeitos de abuso, um dos quais, leigo, foi entretanto dispensado de funções, por precaução.

Em comunicado, a diocese liderada pelo bispo José Ornelas, também presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, informa que, além do leigo “dispensado de funções”, há ainda o nome de outro “cuja identificação ainda não está cabalmente determinada, podendo tratar-se de uma pessoa já falecida”.

Quanto aos restantes três nomes, referem-se a três padres já falecidos.

“A Diocese de Leiria-Fátima, a sua Comissão de Proteção de Menores e de Adultos Vulneráveis e todos os organismos que a compõem, continuam empenhados, em comunhão com toda a Igreja, em acolher, escutar e acompanhar as vítimas e em prevenir e tratar devidamente qualquer forma de abuso de menores e adultos vulneráveis, adotando uma atitude de ‘tolerância zero’ perante tais situações”, acrescenta o comunicado.

A Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja Católica validou 512 testemunhos, apontando, por extrapolação, para pelo menos 4.815 vítimas. Vinte e cinco casos foram enviados ao Ministério Público, que abriu 15 inquéritos, dos quais nove foram arquivados.

Os testemunhos referem-se a casos ocorridos entre 1950 e 2022, o espaço temporal abrangido pelo trabalho da comissão.

No relatório, divulgado em fevereiro, a comissão alertou que os dados recolhidos nos arquivos eclesiásticos sobre a incidência dos abusos sexuais “devem ser entendidos como a ‘ponta do iceberg'” deste fenómeno.

A comissão entregou aos bispos diocesanos listas de alegados abusadores, alguns ainda no ativo.

Homem com 66 anos morre em colisão frontal entre dois carros em Águeda

No mesmo acidente, outras duas pessoas ficaram feridas.

Um homem de 66 anos morreu, esta noite de sábado, na sequência de uma violenta colisão frontal, entre dois carros, em Águeda. No mesmo acidente, uma mulher com cerca de 50 anos ficou ferida.

O alerta foi dado, para os bombeiros de Águeda, para um acidente rodoviário, na Póvoa de Baixo, na Aguada de Cima. A ambulância de suporte imediato de vida de Águeda também foi acionada. O óbito foi verificado pela equipa da viatura médica de emergência e reanimação de Aveiro.

As vítimas foram levadas, pelos bombeiros de Águeda, para o hospital de Aveiro.

O corpo foi levado para ao instituto de medicina legal de Aveiro.

Penacova cancela festas do concelho em julho por razões financeiras

A Câmara de Penacova decidiu não realizar as festas do concelho, que normalmente decorrem em julho, face aos constrangimentos financeiros que tem sentido, afirmou hoje o presidente do município.

Perante este contexto de inflação e subidas de taxas de juro, temos que fazer escolhas e, entre fazer obras e fazer festas, preferimos a primeira”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Penacova, Álvaro Coimbra (PSD).

O autarca sublinhou que o orçamento para 2023 sofreu cortes “em praticamente todas as rubricas”, exceto no apoio aos bombeiros voluntários e às freguesias, face à crise que se vive, recordando que, em 2012, também não se realizaram as festas concelhias “pelas mesmas razões”.

“É uma opção nossa. Iremos fazer outros eventos, mas as festas puras e duras, que coincidem com o feriado municipal, não poderemos fazer”, referiu, apontando para outros eventos que serão realizados este ano, como um ‘trail’ ou um evento dedicado à ‘street food’.

O feriado municipal, que decorre a 17 de julho, será “celebrado com a parte protocolar”, mas não haverá festas, acrescentou.

Segundo Álvaro Coimbra, as festas tiveram um custo de cerca de 150 mil euros em 2022.

No final de 2022, o município viu-se obrigado a contrair um empréstimo de cerca de 820 mil euros para fazer face à revisão de preços de quatro empreitadas que estavam em curso neste concelho do distrito de Coimbra.

Na altura, Álvaro Coimbra realçava que 2023 seria um ano “de muita contenção” para a autarquia, criticando ao mesmo tempo a ausência de apoios por parte do Governo aos municípios, face ao contexto difícil que estes atravessam.

Dirigentes absolvidos por morte de escuteira de 10 anos em Aveiro

O Tribunal da Relação do Porto confirmou a absolvição de dois dirigentes do Corpo Nacional de Escutas (CNE) no caso do atropelamento mortal de uma escuteira de 10 anos, ocorrido em 2018, em São Jacinto, Aveiro.

Em outubro de 2022, o Tribunal de Estarreja absolveu os arguidos da prática de um crime de homicídio por negligência.

Inconformados com a decisão, os pais da menina que morreu atropelada recorreram para a Relação do Porto, que confirmou a decisão da primeira instância.

Os juízes desembargadores concluíram que, da factualidade apurada, “não resulta que a presença dos arguidos no momento da travessia fosse por si só impeditiva do resultado que lamentavelmente se veio a verificar”.

O caso ocorreu a 30 de julho de 2018, em São Jacinto, no concelho de Aveiro, onde decorria um acampamento de verão de escuteiros.

A menina, exploradora no Agrupamento de Escuteiros 774 de Queijas, seguia a pé na Estrada Nacional 327 (EN327), paralela à ria de Aveiro, com mais três colegas escuteiros, quando foi colhida por um automóvel, tendo sido projetada para a ria.

A menor foi estabilizada no local pelos Bombeiros Novos de Aveiro e foi transportada de helicóptero para o Hospital de Coimbra, onde veio a morrer no dia seguinte.

Pese embora os arguidos, que eram responsáveis pela segurança e vigilância do grupo, seguissem numa viatura à distância, sem perder o contacto visual com os menores, o Tribunal não deu como provado que o atropelamento seguido da morte da vítima adveio da “imprevidência, falta de cuidado e de zelo” por parte destes.

O Corpo Nacional de Escutas declarou luto oficial nacional de sete dias pela morte da criança.

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