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Camião tombou em rotunda de acesso à A1 em Coimbra.

Um veículo pesado obrigou a condicionamentos no trânsito numa rotunda de acesso à A1, em Coimbra, na manhã desta sexta-feira.

Um veículo pesado tombou na rotunda de acesso à autoestrada A1 em Taveiro, Coimbra, na manhã desta sexta-feira. O acidente obrigou ao condicionamento temporário do trânsito, de forma a retirar o veículo, que se encontrava na berma da via.

À TVC confirmou a ocorrência junto de fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra. Não houve registo de feridos.

O alerta foi dado às 7h54 e no local esteve a corporação de Bombeiros Sapadores de Coimbra, com 10 operacionais e 3 viaturas.

“O Meu Nariz É Árabe” é uma cocriação entre a d’Orfeu AC e a Companhia João Garcia Miguel, com a participação dos Clarinetes Ad Libitum.

A estreia está marcada para o próximo sábado 18 de março, às 21h30, no CAA – Centro de Artes de Águeda. Os bilhetes estão à venda no local e em ticketline.pt.

Com texto e direção de João Garcia Miguel, o espetáculo tem músicas de Artur Fernandes e leva a palco sete intérpretes: Luís Fernandes, Gustavo Antunes, Rafael Zink e os quatro músicos de Clarinetes Ad Libitum (Nuno Pinto, José Ricardo Freitas, Luís Filipe Santos e Tiago Abrantes).

O Meu Nariz É Árabe inspira-se na poesia de Al-Mu’Tamid. “Ao passar junto de uma vide, esta arrebatou-lhe o manto. Indignado, o passante pergunta-lhe por que razão o odiava ela tão veementemente. Ao que ela lhe respondeu: já que os teus ossos se abeberam do meu sangue, porque passas por mim e não me cumprimentas?”.

Este diálogo não existe, nunca existiu, tal como o tempo histórico em que, porventura, pudesse ter existido também não existe. Aliás, nada existe, porque nada resistiu à narrativa ditada pela “voz” apostólica- romana dos vendedores. E, no entanto, eles, os “outros”, andaram por cá durante mais de meio milénio. Se há um buraco negro na nossa memória coletiva, ele abre-se no preciso período de dominação árabe do território a que hoje nomeamos de Portugal. Al-Mu’Tamid nasceu em Beja, em 1040, no seio de uma família da nobreza moura, ilustrada, como o eram as elites árabes do chamado Al Andaluz.

HOSPITALIZAÇÃO DOMICILIÁRIA PERMITIU TRATAR MAIS DE 8.900 DOENTES EM CASA EM 2022

Ministério da Saúde organiza no dia 10 de março o 3.º Encontro de Unidades de Hospitalização Domiciliária em Coimbra

Os programas de Hospitalização Domiciliária (HD) do Serviço Nacional de Saúde (SNS) alcançaram um novo marco em 2022, com quase 9 mil doentes tratados em casa. No total, houve 8.932 doentes a receber cuidados hospitalares no domicílio, um aumento de 20,4% face a 2021, perfazendo 87.747 dias de internamento domiciliário, mais 24,9% do que no ano anterior.

Os programas de HD são um modelo alternativo de hospitalização, que garante assistência médica e cuidados de saúde de qualidade, diferenciados e de proximidade aos doentes nas suas casas, contribuindo, deste modo, para aliviar a pressão dos serviços de internamento dos hospitais e reduzir o risco de infeção e perda de autonomia dos doentes, com maior conforto para os doentes e suas famílias.

São já 36 os hospitais e centros hospitalares do SNS com programas de HD a funcionar, num total de 339 camas no final de 2022, mais 29 do que no ano anterior, o que equivale já à capacidade de um hospital de média dimensão.

Para responder às necessidades destes utentes, as equipas de HD realizaram, em 2022, 113.492 visitas ao domicílio, mais 19% do que no ano anterior, com um tempo médio de permanência dos profissionais de saúde na residência do doente de 37 minutos por visita. Já o número de visitas de enfermagem registou um aumento de 97,2%, somando 318.000 visitas. Ao mesmo tempo, registou-se um aumento de 62% dos contactos não presenciais no âmbito destes programas, tendo totalizado 50.712. O tempo médio de internamento dos doentes em casa foi de 9,9 dias.

Durante um internamento ao abrigo de programas de HD é garantido todo o suporte clínico necessário e adaptado às necessidades individuais, incluindo o suporte farmacológico. São feitos ainda contactos diários para casa do utente, por profissionais de saúde, tal como determinam as boas práticas internacionais, sendo realizado o acompanhamento do doente através de serviço de telemedicina, que agrega voz, imagem e transmissão de dados clínicos em tempo real.

Segundo os dados do Programa Nacional de Implementação das Unidades de Hospitalização Domiciliária, em 2022, as admissões diretas de utentes para HD tiveram um incremento de 68,3% face a 2021.

A HD permite que os doentes que reúnem um determinado conjunto de critérios clínicos, sociais e geográficos possam estar internados no conforto do seu domicílio. É assegurada por equipas de médicos, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, entre outros, que garantem o atendimento 24 horas por dia, todos os dias, e fornecem e gerem a terapêutica dos doentes. Os programas de HD garantem mais conforto para o doente, associado a menores taxas de mortalidade, de infeção e redução da probabilidade de reinternamento.

3.º Encontro de Unidades de Hospitalização Domiciliária em Coimbra com presença do Ministro da Saúde

Para assinalar o desenvolvimento desta resposta, o Ministério da Saúde promove hoje, dia 10 de março, o 3.º Encontro de Unidades de Hospitalização Domiciliária. A iniciativa, sob o mote “Compromissos Para Um Desenvolvimento Sustentável”, faz um balanço do desenvolvimento das equipas de Hospitalização Domiciliária e vai permitir debater os principais desafios desta resposta diferenciada do SNS.

A iniciativa, que junta profissionais que se dedicam a esta área em todo o país, tem lugar no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, com a presença do Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, e do Secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre.

O encontro decorre das 09h00 às 18h30 e inclui painéis de debate dedicados à Referenciação, Avaliação e Admissão na Hospitalização Domiciliária, Recursos e Diversificação de Serviços em Hospitalização Domiciliária, Modelos de Organização das Unidades de Hospitalização Domiciliária e Continuidade de Cuidados, e Acreditação e Certificação em Qualidade e Normatização.

O evento conta com transmissão remota através da ligação https://bit.ly/3LboYe8.

PJ detém suspeito de matar à facada um jovem de 19 anos no Restelo

Detido tem 18 anos e é afeto ao ‘PKA’, um grupo de jovens violentos da periferia da cidade de Lisboa. Além da vítima mortal, terá esfaqueado um outro homem, de nacionalidade estrangeira, provocando-lhe ferimentos graves.

Um jovem de 18 anos foi detido, em Lisboa, por suspeitas de dois crimes de homicídio qualificado, um consumado e outro na forma tentada, revelou a Polícia Judiciária (PJ), esta sexta-feira, num comunicado enviado à TVC.

De acordo com os inspetores, os crimes ocorreram durante a madrugada do dia 1 de agosto de 2022, após uma festa que teve lugar na zona do Restelo. Na sequência de confrontos físicos ocorridos já no final do evento, vieram a ocorrer agressões entre dois grupos, entre as quais os esfaqueamentos.

Ainda segundo a PJ, a vítima mortal é um português, de 19 anos, a mesma idade do jovem, de nacionalidade estrangeira, que sofreu ferimentos considerados graves.

Após umas série de diligências, os inspetores chegaram ao suspeito e verificaram que este é “afeto ao grupo autodenominado ‘PKA'”, de um bairro residencial situado na periferia da cidade de Lisboa, sobre o qual já tem havido notícias de práticas criminosas graves contra a vida, contra a integridade física e ainda contra a propriedade com uso de violência física.

O detido já foi entretanto presente às autoridades judiciárias competentes, para primeiro interrogatório judicial, durante o qual ficou sujeito à medida de coação mais gravosa, a de prisão preventiva.

Homem que atingiu outro com tiro na cabeça em Albergaria vê pena reduzida

O Tribunal da Relação do Porto (TRP) reduziu em nove meses de prisão a pena aplicada a um homem que atingiu outro com um tiro na cabeça, causando-lhe lesões graves, em Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro.

O acórdão do TRP, datado de 01 de março e consultado hoje pela Lusa, concedeu provimento parcial ao recurso interposto pelo arguido.

Em outubro de 2022, o Tribunal de Aveiro condenou o homem de 26 anos a um cúmulo jurídico de seis anos e nove meses de prisão, por um crime de homicídio qualificado, na forma tentada, e outro de detenção de arma proibida.

Após recurso, a Relação decidiu condenar o arguido a cinco anos e meio de prisão por homicídio simples na forma tentada, por entender que o crime não foi praticado por motivo fútil, tendo em conta o facto de a vítima ter empunhado primeiramente a arma e assim “espoletado a reação do arguido”.

Os juízes desembargadores mantiveram ainda o crime de detenção de arma proibida, mas reduziram a pena parcelar para dois anos de prisão, tendo fixado o novo cúmulo jurídico em seis anos de prisão.

O caso remonta à tarde do dia 19 de novembro de 2021, junto a um café em Albergaria-a-Velha, na sequência de uma discussão entre um grupo de jovens, onde se encontrava o arguido, e a vítima, que retirou da cintura uma pistola e empunhou-a.

De acordo com os factos dados como provados, o arguido conseguiu retirar a arma das mãos do assistente e apontou a pistola na direção da sua cabeça, efetuando um disparo que o atingiu na zona parietal do lado esquerdo.

Durante o julgamento, o agressor admitiu ter disparado a pistola, sem saber qual o rumo tomado pela bala, pensando que se tratava de uma arma de ‘airsoft’, adiantando que após o disparo ficou “completamente em pânico”, porque se apercebeu que afinal era uma arma verdadeira.

De seguida, o arguido atirou a arma para um terreno e abandonou o local, vindo a entregar-se pouco depois na Polícia Judiciária (PJ).

A vítima, que se apresentou em tribunal com dificuldades de locomoção e sem ter qualquer memória sobre os factos, limitou-se a dizer que era uma pessoa normal e, após os trágicos acontecimentos, deixou de o ser.

Homem detido após ameaçar companheira em frente de militares da GNR

Presente a tribunal, o suspeito ficou em prisão preventiva.

Um homem, de 53 anos, foi detido, na passada segunda-feira, 6 de março, pelo crime de violência doméstica, após ter ameaçado a companheira em frente a militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), no concelho de Oliveira de Azeméis.

Após uma situação de violência doméstica, os militares deslocaram-se ao local onde presenciaram o suspeito a ameaçar a sua companheira, de 36 anos, pelo que foi detido”, indicou a GNR num comunicado, enviado, esta quinta-feira, às redações.

O homem foi presente ontem ao Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Na nota, a GNR lembra que “violência doméstica é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva”. 

Se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica participe:

Médica inicia funções em Peniche após esperar sete meses por autorização

Uma médica de clínica geral entrou esta semana em funções na extensão de saúde da Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche, onde faltam médicos de família, após sete meses à espera da autorização, confirmou o presidente da junta.

António Salvador disse hoje à agência Lusa que a médica “entrou em funções na terça-feira” após ter sido estabelecido um acordo entre a Santa Casa da Misericórdia de Peniche e as entidades ligadas à saúde.

O autarca voltou a “lamentar a imensidão de tempo” que demorou a contratação, assim como o “passar” de responsabilidades entre Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte, Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e Ministério da Saúde.

Na última reunião pública da Câmara Municipal de Peniche, o vice-presidente, Afonso Clara, lamentou o “manancial de problemas e dificuldades na forma como as coisas correram”.

Segundo o município, o protocolo com a Misericórdia de Peniche “é uma oportunidade” para minimizar o problema da falta de médicos.

O presidente da Junta de Freguesia de Atouguia da Baleia, que em dezembro denunciou a situação por ter “pessoas desesperadas sem médico”, recordou que a contratação era aguardada desde agosto.

António Salvador classificou de “vergonhoso” o que se passou, tendo em conta a falta de médicos na região e no país, e disse que já estava encontrada uma IPSS disponível para celebrar o acordo.

Confrontado pela Lusa, o diretor do ACES Oeste Norte, João Gomes, esclareceu que remeteu todo o processo para a ARSLVT que, até hoje, não prestou esclarecimentos à Lusa.

Ainda de acordo com o presidente da junta, a extensão de saúde deveria ter quatro médicos de família para os cerca de sete mil utentes, mas não tem nem um colocado.

Em alternativa, à data de dezembro, tinham sido contratadas 26 horas por semana a um médico prestador de serviços, disse o diretor do ACES Oeste Norte.

O responsável referiu ainda que, em todo o ACES Oeste Norte, dos 183 mil utentes inscritos, 39.413 estavam sem médico de família e, destes, 12 mil eram do concelho de Peniche, admitindo que “a prestação de cuidados primários de saúde está comprometida”.

Deputados do PSD por Viseu querem Estado a pagar tratamentos termais

Os deputados do PSD apresentaram, na semana passada, um projeto lei à Assembleia da República destinado a garantir a continuidade da implementação da comparticipação do Estado Central no preço dos tratamentos termais, prescritos nos cuidados de saúde primários do Serviço Nacional de Saúde (SNS), revelaram hoje em nota de Imprensa enviada à TVC.

No entender do PSD, as comparticipações nestes tratamentos não podem ficar reféns da discricionariedade de projetos-piloto ou de normas orçamentais anuais, que têm vigência temporária, e que têm sido postas em prática pelo Governo nos últimos anos.

“A procura pelos tratamentos termais para tratamento de patologias crónicas, que reforçam a qualidade de vida e o reforço do sistema imunitário dos utentes, está a crescer e o PSD entende que não se pode comprometer a acessibilidade dos utentes aos tratamentos termais terapêuticos e que se deve definir a regulamentação destes apoios importantes”, refere o deputado social-democrata de Viseu, Hugo Carvalho.

Atualmente, o termalismo encontra-se alinhado com o Plano Nacional de Saúde e contribui para o tratamento e prevenção de patologias crónicas, bem como para a redução da despesa em medicamentos e em meios complementares de diagnóstico e terapêutica, para além da diminuição do absentismo laboral, aumento da produtividade e melhoria da qualidade de vida das pessoas que carecem daqueles cuidados.

Segundo o PSD, as comparticipações introduzidas ao longo dos últimos anos permitiram ao setor termal e aos diversos estabelecimentos termais atingir um significativo crescimento em termos de termalismo terapêutico. “Temos o dever de garantir que a comparticipação dos tratamentos termais é regularmente assegurada, de forma a não colocar em causa a acessibilidade dos utentes aos tratamentos respetivos e de garantir estabilidade no setor e nas nossas termas”, acrescenta Guilherme Almeida, deputado do PSD que integra a Comissão de Saúde.

Segundo o parlamentar laranja, os cuidados de saúde prestados em estabelecimentos termais constituíram parte da oferta do SNS até 2011, ano em que, devido à grave crise vivida no país, o reembolso direto aos utentes na área do termalismo social teve de ser suspenso.

Atualmente, a comparticipação é ainda atribuída através de um “projeto piloto”, sem estar regulamentada e sem estar fixada como um contributo decisivo para o tratamento e prevenção de doenças crónicas da população portuguesa.

Os tratamentos termais prescritos nos cuidados de saúde primários do SNS têm, nos dias de hoje, a comparticipação de 35%, com um limite de 95 euros, por conjunto de tratamentos. No entanto, o PSD propõe que seja regulamentado que o Estado comparticipe em 60 % os preços dos tratamentos termais, com o limite de 95 euros por conjunto de tratamentos termais, e que a comparticipação do Estado continue a depender da prescrição médica pelos cuidados de saúde primários do SNS.

Além disso, o PSD defende que qualquer cidadão, perante várias condições clínicas e patologias, como, por exemplo, doenças reumáticas, do aparelho respiratório, digestivo, circulatório, da pele, entre outras, deve ver a sua consulta médica, hidropinia, técnicas de imersão, de duche, de vapor, técnicas especiais (aparelho respiratório, entre outras técnicas) e técnicas complementares serem comparticipadas pelo Estado Central.

Última Hora TVC | Caixa Geral de Depósitos da Lousã assaltada por homem armado

O balcão da Lousã da Caixa Geral de Depósitos foi hoje assaltado à mão armada, cerca do meio dia, confirmou à TVC Televisão do Centro a Guarda Nacional Republicana. O assaltante terá conseguido fugir do local, relatou uma testemunha à saída da agência.

A TVC constatou no local que a equipa médica de emergência prestou cuidados a uma funcionária da Caixa, que terá sofrido um ataque de pânico quando confrontada com o assaltante armado.

Segundo fonte da Proteção Civil local os Bombeiros Municipais da Lousã deslocaram-se com uma ambulância, e prestaram o apoio inicial à empregada da CGD. A mesma fonte adiantou à TVC que não houve necessidade de transporte para o hospital, nem se registaram ferimentos em nenhum dos intervenientes durante o assalto.

A Policia Judiciária esteve cerca de três horas a proceder a recolha de prova, tendo sido confirmado à TVC pela Diretoria do Centro que cerca das 16h30 continuavam a “decorrer as diligências” não confirmando a detenção de suspeitos.

Seu Jorge e Daniel Jobim cantam Tom Jobim no Convento São Francisco. Bilhetes já à venda

Seu Jorge e Daniel Jobim sobem ao palco do Grande Auditório do Convento São Francisco (CSF) nos dias 23 e 24 de abril, às 21h30, para interpretarem a obra de um dos artistas mais conceituados da música popular brasileira, António Carlos Jobim.

“Corcovado”, “Garota de Ipanema”, “Luíza”, “Eu Sei Que Vou Te Amar”, “Lígia”, “A Felicidade” são alguns dos sucessos que vão ser reproduzidos por Seu Jorge e Daniel Jobim, num espetáculo que integra o ciclo programático “Saudades do Brasil em Coimbra”, que pretende explorar criativamente as ligações multiculturais entre Portugal e o Brasil.Os bilhetes já estão à venda e podem ser adquiridos onilne.

Com exaltações ao amor e ao Rio de Janeiro, parcerias com Vinícius de Moraes, Toquinho, Miúcha e outros nomes relevantes da música popular brasileira, e sucessos incontornáveis como “Corcovado”, “Garota de Ipanema” ou “Eu Sei que Vou Te Amar”, o repertório deste concerto promete trazer o melhor de Tom Jobim ao palco do Grande Auditório do CSF pela mão de dois grandes músicos, Seu Jorge e Daniel Jobim (neto de António Carlos Jobim).

“A seleção das canções é algo bastante natural, de acordo com o coração de cada um, das músicas que Seu Jorge gosta de cantar. É muito bom, porque flui naturalmente e isso deve transparecer no palco”, afirma Daniel Jobim sobre o concerto, acrescentando que “são músicas que gostamos e estamos acostumados, sem preocupação com tons diferentes”. Seu Jorge também elogia a seleção das músicas e assegura que passam bons sentimentos. “Cantar esse repertório é um presente incrível para mim ao mesmo tempo que é um desafio enorme! O amor está de volta. Tom Jobim vive”, adianta o músico.

Seu Jorge e Daniel Jobim sobem ao palco do Grande Auditório do Convento São Francisco (CSF) nos dias 23 e 24 de abril, às 21h30, para interpretarem a obra de um dos artistas mais conceituados da música popular brasileira, António Carlos Jobim.

O espetáculo alterna momentos nostálgicos, grandes versões e impressões pessoais dos dois músicos sobre um dos maiores compositores do mundo e dos maiores nomes da música brasileira, Tom Jobim. “Eu, felizmente, tenho muitas lembranças do meu avô. (…) Começava a tocar canções muito cedo, a partir das 6 da manhã, eram músicas clássicas que exercitava todos os dias. Antes de compor ele tocava algumas peças, fazia um estudo antes. Quando ele começava acompor as ideias já surgiam”, conta Daniel Jobim. “As suas canções eternas, enchem o coração das pessoas de alegria, romantismo e esperança”, acrescenta Seu Jorge.

O projeto ganhou forma quando Seu Jorge e Daniel Jobim se encontraram numa festa de uma amiga comum, celebraram o seu reencontro, e, dias depois, Seu Jorge desafiou Daniel a porem em prática a ideia de cantarem e celebrarem um dos músicos brasileiros mais conceituados de sempre, Tom Jobim. Daniel aceitou o desafio e o projeto ganhou forma.A ideia está, agora, materializada neste concerto coproduzido pela LazarusAgency e pelo CSF, integradono ciclo “Saudades do Brasil em Coimbra”, com o objetivo de explorar criativamente as ligações multiculturais entre Portugal e o Brasil.

António Carlos Jobimfoi compositor, pianista, cantor e violonista, um dos grandes ícones da música popular brasileira e um dos mais importantes artistas brasileiros a levar a mistura do samba, do clássico, do jazz e da bossa nova a um outro patamar de relevância internacional. Desde a parceria com João Gilberto, Chico Buarque, Baden Powell até Frank Sinatra, Tom Jobim escreveu parte da história da cultura brasileira.

Os bilhetes para o concerto de Seu Jorge e Daniel Jobim já estão à venda e podem ser adquiridos em https://bit.ly/3F6mM3v e nos locais habituais.

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